Ontem com ar grave e compungido, duas personagens desta opereta bufa chamada Portugal, vieram à televisão anunciar mais um corte a esmo nos mesmos do costume. No cômputo geral até sou dos que teve sorte, como tenho um salário que roça a indigência não serei afectado pelo corte, gramo claro está com o aumento do IVA e com mais 1% para a Caixa Geral de Aposentações.
O senhor primeiro dos Ministros, declarou, à laia de revelação bíblica, que chegou a altura de ele como político perceber que a coisa anda mesmo má e por conseguinte ser necessário este corte nos salários, abonos de família e por aí adiante. À cautela, e tal como anteriores doutos e sapientes gestores do desgoverno nacional, lá vem uma transferência de fundos para as pensões desta vez sacados à PT, Durão sacou salvo erro à Caixa Geral de Depósitos, este assalta a PT, como está claro de ver, a diferença entre uns e outros é a bem dizer nenhuma.
Por outro lado o senhor Ministro das Finanças desafia a oposição a dizer onde poderá cortar mais na despesa, certo como está que já fez tudo. Não sendo oposição a nada nem a ninguém deixo-lhe senhor ministro umas dicas.
1- Fim das despesas de representação, ajudas de custo, despesas de deslocação e outros subterfúgios para todos os agentes da administração central, regional e local que aufiram mais de 1500 Euros mensais.
2- Fim da distribuição a esmo de cartões de crédito, senhas de combustível, telemóveis, computadores e demais alcavalas para todos os agentes da administração central, regional e local que aufiram mais de 1500 Euros mensais.
3- Extinção imediato dos Governos Civis.
4- Colocar em prática o PRACE, coisa que o senhor ministro parece ter esquecido, extinguindo os institutos, fundações e outros cancros politico partidários que servem apenas para engordar o défice e a despesa, bem como para pagar favores plíticos, neste tipo de organismos que não servem para nada se colocam os filhos, sobrinhos e conhecidos de todos os senhores importantes de todos os partidos.
5- Acabar com a vergonhosa Lei de Financiamento dos partidos.
6- Vender os submarinos que não servem para nada excepto para gastar dinheiro e não são como diz a mentira propalada até à exaustão, elemento de dissuasão de coisa nenhuma.
7- Diminuir o número de deputados e instituir os círculos uninominais.
8- Diminuir o número de representações diplomáticas e pessoal das mesmas.
9- Cortar os apoios a PALOPS e outras cretinices do género, pobres somos nós e cada vez estamos pior.
10- Taxar a banca e os grandes grupos económicos pelo real valor dos seus ganhos, tal como faz com os pobres diabos que ganham ordenados de miséria.
Ora diga lá senhor ministro, dez locais onde cortar, e foi apenas de memória, imagine o que não pode fazer alguém com dados mais concretos. Não minta pois ao país senhor Ministro das Finanças.
Depois da diarreia verbal de ontem, não restam dúvidas de que o FMI, deveria ter vindo em 1990, teria evitado muita trampa, que esta corja tem andado a fazer, transformando esta terra na choldra que é. Quem tem medo do FMI? Eu não, assim como assim já estou atascado até às orelhas.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Quinta-feira, Setembro 30, 2010
FMI para ontem!
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Barão da Tróia II
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Quarta-feira, Setembro 29, 2010
Mais uma do MST
Miguel Sousa Tavares, tem um qualquer fetiche com os professores que ainda não percebi. Depois da célebre tirada “…os inúteis mais bem pagos de Portugal…”, na segunda-feira voltou a ter uma tirada igualmente fantástica.
Disse que o governo cedeu ao grupo de pressão dos professores, dando avaliações de bom e muito bom a todos daí resultando que na opinião de MST os professores foram todos aumentados nos seus vencimentos, para além disso, e ainda na douta e sapiente opinião do verboso MST, o governo demitiu uma excelente ministra da educação e trocou-a por outra com menor capacidade.
MST, que até tenho em consideração como um tipo com alguma capacidade, um tipo interventivo, de quando em vez tem destes arroubos de prima donna que me deixam de cara à banda. Ó Miguel, põe mais tabaco nisso, rapaz, que isso puro só te faz é mal!
Quanto à troca ministerial, discordo completamente, até porque se Maria de Lurdes Rodrigues não pescava nada de Educação, Isabel Alçada, está na mesma, a Educação para a senhora actual ministra é uma grande aventura, uma triste aventura.
Agora dizer que os professores foram aumentados, essa é que me custou a engolir, ainda fiquei na dúvida, comecei a pensar, tu queres ver que a minha cara-metade me anda a esconder o aumento e a converter tudo em malas louis vuitton, em spas, nome fino para termas, em modelitos da chanel e da fátima lopes e coisas do género, mas não. A cachopa ainda se me riu na cara e disse-me que não desse ouvidos a parolos, o seu sorriso de gozo logo me fez perceber, MST gosta da antiga ministra da Educação, porque tal como ela, também MST não percebe porra nenhuma de Educação, MST e MLR são duas almas gémeas no que toca à Educação, duas almas ingénuas e simples, por causa dessa proximidade de ideias é que de quando em vez, MST atira estas bojardas para o ar.
Caro amigo MST, não sei que mal lhe terão feito os seus professores, mas ó homem, cure-se, visite um psiquiatra, um psicólogo, uma mãe de santo, um vidente, o que quiser mas faça qualquer coisa, livre-se dessa tara! É um conselho de amigo que muito o estima.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
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Barão da Tróia II
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Quarta-feira, Setembro 22, 2010
Uma questão de Chefes
Um destes dias, ficamos a saber que a CP a TAP e a Refer possuem no seu conjunto cerca de 525 chefes, sendo que a CP é o campeão dos chefes com um chefe para cada 16 funcionários, é tal e qual as forças armadas onde existem 70 ou 80 generais no activo mais uns 130 ou 150 na reserva ou seja o equivalente a possuirmos um exército de um milhão e tal de homens, actualmente possuímos se tanto uns 40 mil se tanto.
E quanto custam os 525 chefes das três empresas públicas referidas, ora fazendo umas contitas baseadas nos salários médios dos camaradas, chegamos ao número mágico de 30 milhões de euros anuais. Sim leu bem caro amigo, considerando que o ordenado médio destes 525 chefes é de 4 mil euros, ao fim de um ano cada um recebe 56 mil euros, se multiplicarmos esse número por 525 obtemos o fantástico número de 30 milhões de euros esbanjados em criaturas que vivem em empresas atoladas em prejuízos.
Não estão sequer contabilizadas as alcavalas e mordomias que esta rapaziada embolsa, carros, combustíveis, ajudas de custo, despesas de representação, deslocações, hotéis, telefones, cartões de crédito, almoços e jantaradas e por aí adiante, a contabilidade é muito mais atroz, mas só por este número estimado por baixo, se percebe realmente onde está o monstro o tal que sua Excelência o Senhor Presidente da Republica aludiu entre uma mordiscada de bolo-rei e mais um devaneio marítimo.
E isto são factos relativos apenas a três empresas, agora imaginem se contabilizarmos os 18 governos civis que não servem para nada, as centenas de institutos da treta e de fundações fandangas mais as centenas de buracos esconsos da burocracia alimentada pelo sistema da partidocracia dominante que para lá nomeia os seus apaniguados ao sabor da oscilação entre ser da situação ou ser da oposição, ao fim e ao cabo são milhares de entidades cheias de chefes e assessores de carros, motoristas e secretárias. É este polvo gigantesco, esta vaca sagrada na qual todos mamam, da esquerda à direita, que importa emagrecer.
Se por ventura na CP, na TAP e na Refer, apenas existem 260 chefes ou seja metade, as empresas continuariam a dar prejuízo, continuariam a funcionar mal, mas o Estado teria mais 15 milhões de contas para contratar, por exemplo 30 mil Assistentes Operacionais para as escolas, por exemplo 7500 professores, por exemplo 12 mil enfermeiros, por exemplo 15 mil polícias. É por isso que eu acho que andamos a dormir na forma, entupidos de mentirolas, intoxicados por uma comunicação social mentirosa, por politiqueiros medíocres, por gentalha miserável que vive do ócio com gravatas de seda que custam o mesmo que o que eu ganho num mês. E é mim que criticam e apontam por ser um contratado da função pública, ora vão bardamerda, cambada de capados, súcia de ramelosos!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
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Barão da Tróia II
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Segunda-feira, Setembro 20, 2010
Esclarecimento
O caríssimo amigo Astroquack, teve a gentileza de deixar um comentário sobre um dos meus desabafos. Agradeço a fineza de V.exa. e das suas sapientes e doutas recomendações, reza assim o comentário:
“Ò Sr. Barão, o cidadão honesto que paga os seus impostos não é mais que um escravo que abdica dos seus direitos e liberdades para servir o seu "superior", o seu xulo, e que tem inveja de quem não o quer fazer, ou seja, os ciganos. O sr. devia reflectir sobre a sua própria condição humana...”
Dilecto amigo, infelizmente tem o escorreito escrevinhador de comentários muita razão, os cretinos que pagam impostos e trabalham são escravos que servem a chulos, um pequeno aparte meu caro, se me quiser insultar acerte ao menos na grafia da palavra, chulo é com “ch” mesmo com acordo ortográfico, ora dizia eu, que o meu dedicado amigo acertou nessa coisa dos escravos e dos chulos.
É verdade, uma cada vez mais maioria de cretinos, na qual para seu gáudio me incluo, não passamos de imbecis escravizados pelas hipotecas e por impostos, escravizados pelas margens de uma sociedade de facilitismo social, em que o colarinho branco politiqueiro e a ralé subsídio dependente da qual fazem parte os ciganos, usam e abusam da nossa boa vontade, vivendo à larga enquanto eu estico e estico o já parco orçamento familiar.
O meu mui estimado interlocutor cibernauta, não conhece as minhas invejas, mas posso dizer-lhe que se há coisas que não invejo são a estupidez, a boçalidade, a sem-vergonhice, a imbecilidade e o racismo encapotados de pseudo cultura étnica, que permite cagar verdadeiramente para as regras da sã convivência civilizadas e do respeito pelos outros, afianço-lhe que não sinto a mais pequena gota de fel verde por tais criaturas.
Todas as manhãs reflicto sobre a minha condição humana, às sete da matina quando me levanto, passo todo o dia a reflectir, até quando volto a casa doze horas depois, reflicto mais ainda quando ao fim de mês vejo que levo para casa pouco mais de cem contos da moeda antiga. Tenho ainda mais que reflectir quando vejo a minha avô que ganha 150 Euros por mês de reforma, ou o meu pai 400 ou a minha mãe 250, um verdadeiro tesouro ao fim de uma vida de trabalho, já outros ganham o triplo sem bulirem uma palha, reflicto mais ainda quando vou a uma farmácia e vejo os velhotes que trabalharam vidas inteiras para agora andarem a passar fome porque o dinheiro é necessário para os remédios, quando outros andam de carros de alta cilindrada pagos com os meus impostos convertidos na vergonhosa subsídiocracia do ócio.
Tenho ainda mais momentos de reflexão quando vejo amigos portadores de deficiências várias, a viver sem trabalho e sem perspectivas, com pensões miseráveis, votados à mais profunda exclusão e ostracismo, esses sim verdadeiros excluídos, a todos os anteriores casos ninguém dá casa nem subsídios por tudo e por nada, não a todos os casos anteriores o que se lhes pede é que apertem o cinto, e garanto-lhe que muitas vezes me apetece deixar de pagar impostos, mas depois começo a reflectir, se eu deixar de pagar impostos, muita gente, incluída a rataria subsídio dependente, acabará a comer merda dos passeios, por isso caro amigo, eu deixo de lado a soberba e lá vou, tal como os outros escravos trabalhar para os chulos.
Mas deixe que lhe diga meu dilecto Astroqack, a minha esperança é que um dia os escravos se revoltem, desta vez sem a merda das flores a entupir os canos, porque deixe que lhe diga uma coisa, estou farto de copinhos de leite de merda de esquerda e de direita que se arrogam em donos do mundo, estou farto de alimentar esta súcia de javardos que come a minha carne, farto até à raiz dos cabelos de ter de conviver com escumalha malcheirosa e mal-educada, farto de politiqueiros ineptos e incapazes, farto desta merda de sociedade de energúmenos, farto até à raiz dos cabelos de ser escravo!
Creia-me um seu devotado amigo.
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
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Barão da Tróia II
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Efeito Sarkozy
A atitude do governo Francês de recambiar a ciganada romena lá para a terra deles, despoletou uma crise institucional no seio da Europa, que poderá finalmente provocar uma discussão séria sobre essa rapaziada.
Os franceses, e muito bem, cansados de mais uma vaga de desocupados profissionais, de ladrões, de assassinos e vigaristas subsídio dependentes, decidiram recambia-los de volta para o seu país, se é que a Roménia é o seu país. A Europa que tem sido tão célere e determinada a combater a exclusão por esse mundo fora, evita há décadas a resolução desta situação que não interessa a ninguém, que é a questão do povo cigano.
Os ciganos são originários do norte da Índia, tendo sido expulsos de lá por causa de guerras étnicas, começaram a migrar lentamente para Oeste, chegam à Roménia por volta do ano 1000 D.C. A Portugal aportaram por volta de 1400, a sua particular visão do mundo, avessos ao trabalho, nomadismo e atitude racista para com todos os não ciganos, fez com que fossem perseguidos ao longo dos anos.
Esta etnia fez abalar algumas estruturas da Europa, que não sabe o que fazer a gente que nem se governa nem se deixa governar, temo bem que a longo prazo, assistamos a desacatos graves na Europa, e que esta gente vá provar do mesmo remédio que tem usado para aterrorizar as pessoas dos locais onde estão instalados. A ver vamos se futuramente não estaremos perante um levantamento popular que dará lugar a massacres e outras más situações.
Entre a eterna dicotomia da esquerda, apologista da protecção a todo o tipo de ralé e da direita, apostada em cortar cegamente a direito, quem sai duplamente prejudicado é o cidadão honesto que trabalha e paga os seus impostos, está entre a espada e a parede, espoliado por ambos os bandos de sevandijas, o cidadão trabalhador que alimenta com os seus impostos e trabalho esta corja, está refém da ditadura consentida das minorias, abandonado por todos deixado à sua sorte, sem poder reagir conforme.
Alheados dos povos que governam, os politiqueiros europeus, condenam a França, pelo envio dos ciganos para a terra deles, alheios a que essa atitude colhe largos e amplos aplausos por entre a maioria das populações dos diversos países, que fartos de serem roubados, assassinados e vilipendiados por esta corja, estão a atingir o limite.
Pessoalmente só posso concordar com Sarkozy, e com pesar ver que apesar de fazer falta, em Portugal não há nenhum Sarkozy, alguém com eles no sítio que de forma civilizada diga basta às sanguessugas subsídio dependentes, porque se ninguém o fizer de um modo civilizado estou em crer que um destes dias, a coisa dará para o torto, porque tal como eu anda muita gente farta desta gentalha toda.
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
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Barão da Tróia II
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Quarta-feira, Setembro 15, 2010
Uma estória!
Imaginem um país de terceiro mundo, daqueles sobre os quais lemos notícias nos jornais ou vemos na televisão, enquanto estamos agradavelmente refastelados no sofá lá de casa já um pouco gasto, mas que não dá para trocar que isto anda mau.
Imaginem esse país eivado de sevandijas de várias etnias, que se odeiam uns aos outros e que apenas a fraca autoridade do Estado mantém mais ou menos funcional enquanto sociedade. Agora imaginem que qual Romeu e Julieta, porém sem as tribulações, os fantásticos cenários nem a grandeza de Montecchios e Capuletos, uma jovem de uma etnia casa com um jovem de outra.
Tudo corre aparentemente bem até que um dia a jovem pede o divórcio, coisa que não é bem aceite pela família do marido nem pelo próprio que como honesto praticante dos ditames da sua etnia, crê a sua honra molestada por tal desacato, vai daí que a família do homem, desagua qual maré viva de eflúvios de alguma ETAR, entre pela casa da família da rapariga espancando de forma violenta toda a gente incluindo o pai da rapariga que estando doente não pode opor resistência alguma, revelando absoluto desrespeito pelas leis desse titubeante e anémico Estado, com o maior desprezo pela dignidade humana e respeito pelos outros, demonstrando a verdadeira natureza de animais selvagens que são.
Os espancados recorrem aos agentes da Autoridade, que também pouco ou nada podem fazer, manietados que estão por leis estúpidas elaboradas por imbecis que passam a vida dentro de gabinetes com ar condicionado. Desesperados, porque ameaçados de novo regressam a casa e recolhem alguns poucos haveres que tinham ficado intactos, dado que a casa tinha sido completamente vandalizada, móveis partidos roupas rasgadas, enfim os requintes normais dos parasitas étnicos. A solução foi fugirem do seu país, fugirem da sua terra e emigrarem, para um local onde possam estar um pouco mais em paz.
Isto aconteceu em Portugal no Século XXI, faz agora dois anos mais mês menos mês, aconteceu antes, irá acontecer de novo, porque neste país apenas existem carneiros capados, que tudo aceitam e tudo acatam, incapazes de se defender, destas pseudo etnias de sanguessugas subsídio dependentes. Curioso que nestes casos nunca se fala de racismo, de xenofobia e de outras mentiras, curioso que nunca se vêem declarações de todas essas organizações muito preocupadas com estas questões vir a terreiro condenar estes actos vergonhosos de ralé inclassificável. Quando terminará esta selvajaria? Quando se ganhará coragem para dizer a esta gentalha que este país tem leis? Estou em crer que nunca! Neste país de carneiros eunucos, nada muda, estão demasiado ocupados a bater em mulheres e a maltratar crianças, verdadeiramente corajosos estes cidadãos!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
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Segunda-feira, Setembro 13, 2010
O meu amigo Bruno

O Bruno é uma pessoa especial, não é por ser meu amigo. Conheço o Bruno desde que ele era pequeno e vi-o crescer como pessoa excelente que é e como campeão que também é. Campeão de uma vida que poderiamos dizer que à partida o condicionou, o meu amigo Bruno nasceu com síndrome de Downs.
No entanto essa pequena partida da vida, não impediu o Bruno de prosseguir no seu caminho, de ser uma pessoa extraordinária, um ser humano maravilhoso que dá lições de vida muito a imbecil que por aí vegeta, o meu amigo Bruno faz teatro, é um actor consagrado, o meu amigo Bruno é também um extraordinário atleta.
o Bruno é sobretudo o triunfo da decência, da educação e do civismo, o triunfo da humanidade, o triunfo de alguém que nasceu com uma deficiência, mas que a superou, superando também a indiferença e a cobardia dos seus pares ditos normais. O Bruno ultrapassou todas essas dificuldades, tornando-se um extraordinário exemplo de pessoa. Ajudou-o ter uma família que o apoia, ter professores e amigos que acreditaram nele e nas suas capacidades, mas na essência a bondade, a preserverança e a humanidade já estavam lá, foi só dar um pequeno empurrão para desabrochar.
O meu amigo Bruno, merece esta pequena homenagem de um amigo e admirador.
Já agora visitem este endereço, para verem uma selecção que nos orgulha, uma selecção sem milhões, sem estágios em hotéis de cinco estrelas, mas com gente que vale verdadeiramente o seu peso em ouro.
um abraço deste vosso amigoo
Barão da Tróia
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Terça-feira, Setembro 07, 2010
Processo Casa Pia
Finalmente chegou ao fim o Processo Casa Pia. Ontem jogou-se um dos capítulos finais, com os Prós e Contras, onde mais uma vez se deram largas à incomensurável estúrdia que tudo isto representou durante seis anos.
Este processo, para além da sua génese levantou três questões com muito maior pertinência, que vistas sob o fácil ângulo do leigo importam analisar e quiçá, no interesse de uma sociedade mais justa e mais atenta aos seus cidadãos, implementar, urge mudar, porque o que existe é duma ineficácia atroz.
A primeira das questões levantadas por este processo centra-se numa cada vez mais visível verdade, Portugal trata muito mal as suas crianças. Sobre esta matéria os acontecimentos não apenas ligados a este caso mas todas as ocorrências que se verificam com as crianças provam que de uma vez por todas necessitamos enquanto sociedade de proteger as nossas crianças, protege-las não apenas de actos monstruosos, mas também de acidentes perfeitamente evitáveis e protege-las cabalmente, para que possam ser cidadãos íntegros e participativos. Sobre esta matéria estará quase tudo por fazer, porque a nossa actual sociedade pouco faz para efectivamente proteger as nossas crianças.
Uma segunda questão, tem a sua relevância nas políticas sociais e encontra-se directamente relacionada com a questão anterior, urge reavaliar, modificar e implementar novas dinâmicas sociais de protecção de crianças e jovens em risco, temos com seriedade de reavaliar as Casas Pias e todas as outras instituições do género, bem como os centros de reintegração social e as políticas de apoio social, os lares os orfanatos, tudo isso tem de ser reavaliado e reequacionando, com a certeza de que apesar de muito se fazer de correcto, mais ainda se faz de completamente contra producente, como aliás é apanágio deste nosso país.
A terceira e última questão centra indubitavelmente na Justiça. Ontem ouviu da boca do bastonário das advogados que a Justiça tem de se preocupar com os prevaricadores e não com as vítimas, ouviu também da boca de um senhor jornalista a velha máxima do pretenso Estado de Direito, que diz que mais vale um criminoso à solta do que um inocente preso, uma e outra dessas declarações provocaram-me um profundo desgosto, são declarações de gente que vive em redomas longe deste país real, a Justiça que nos rege está podre, caduca, eivada de incongruências e longe do cidadão. Quando o senhor bastonário diz que as vítimas não importam à Justiça, o senhor bastonário cospe no prato que lhe dá a comida, porque são as vítimas que pagam toda esta merda, somos nós as permanentes vítimas de políticos medíocres, de advogados imbecis e de toda a classe de sanguessugas criminosas, que pagamos esta porcaria toda, e quando vemos os nossos, interesses, os haveres e os nossos familiares vítimas de crimes por vezes hediondos para os quais não existe resposta deste pretenso Estado de Direito, apetece mandar-vos todos bardamerda bem alto, enfiem a vossa Justiça e vosso estado de direito lá onde o sol não chega.
Gostaria pois que se aproveitasse a lição desta palhaçada chamada caso Casa Pia, para melhorarmos este país, infelizmente temo bem a julgar pelo que tenho lido e visto, que a prescrição vá acabar por ser o fim deste triste evento, e tudo continuará na mesma.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
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Sábado, Setembro 04, 2010
José Torres

Morreu um grande homem! Um excelente exemplo de desportista, raro no trato e na decência, um dos nossos melhores de todos os tempos. Um grande homem, que infelizmente não viu em vida os homens honrarem a sua excelsa qualidade de desportista e de ser humano.
Descanse em paz.
um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
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Barão da Tróia II
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Quarta-feira, Setembro 01, 2010
Voltei
De volta para o regaço laboral, pelo menos até Dezembro, volto com o mesmo país de merda que deixei há um mês, porque será que ano após ano os temas são recorrentes, este país não tem absolutamente crédito nenhum, ano após ano, ele é incêndios, baldrocas jurídicas, assaltos e cretinices em bairros sociais, tudo regado com pessimismos e optimismos imbecis dos galarós da situação e da oposição.
Ano após ano vegetamos entre as euforias futeboleiras e as alegorias profanas da miséria humana retocadas com o merdum primevo do ab inicio da estúrdia em que isto anda, ah Afonso, Afonso, pudesse eu dar-te uma vintena de tabefes, grande velhaco! Quantas vezes te disseram que não se bate na mãe!
Eufóricos os eunucos lusos, atiram-se como gato a bofe à vidinha medíocre do dia-a-dia ufano, preparam o tempo de depressão a invernal frieza dos números, manipulados, diz que Portugal cresce, só se for na egocêntrica e despropositada vaidade de alguns alucinados, só se for na impossível, na cada vez mais impossível esperança de que esta imundice chegue a algum lado.
Este país é uma desgraça, mais uma, pegada a este mundo, um rincão de estrume à beira mar plantado, onde uma cáfila de camelos cretinos, um rebanho de carneiros capados, se recusa a tomar conta do seu destino e a defender os seus, mantendo a atitude passiva do bicho sacrificial imolado no altar da cobiça e da velhacaria que se instalou neste pardieiro.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
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