quinta-feira, março 19, 2009

São Bento da Porta Aberta

Bentinho esse sacripanta bonacheirão, que por ora, ocupa a cadeira de Pedro, de cada vez que abre a sua santa boca, diz asneirada da grossa, a ele junta-se o nosso revendo Feytor Pinto, que claro comunga da linha embrutecida dos senhores do clero Vaticano, comunga mas não excomunga como a igreja do Brasil.
Ele há coisas que me escapam, nesta coisa das religiões, outras porém só as posso ver à perversa luz da estupidez militante, da arrogância e da falta de bom senso. No caso desta nova investida papal contra o uso do preservativo, a única coisa que me causa é asco, um nojo profundo de partilhar o mundo com semelhantes criaturas que apregoam estas barbaridades como verdades insofismáveis da humanidade, sendo eles os únicos detentores da verdade, quando ao olhar-mos a história vemos que as mais das vezes os avanços e vislumbres dessa verdade estiveram quase sempre mais além da tacanhez retrógrada e maléfica das igrejas.
A promiscuidade sexual é um acto transversal na natureza, o facto de sermos supostamente donos de uma inteligência acima da média em relação ao restante das criaturas deste planeta, não significa que não sejamos na mesma filhos deste planeta membros desta ordem natural, animais na nossa essência, espécie evoluída, o que lhe queiram chamar. A Sexualidade é antes de mais uma multiplicidade complexa de comportamentos, originados por reacções químicas, sujeitas que estão a erros e desvios às normas tidas como padrões, que só o são, na nossa mente racional, porque objectivamente tudo faz parte da natureza.
Mas eis que por decreto surgem as religiões, sancionando, padronizando e orientando a queca, o bom Judeu, o bom Cristão o bom Muçulmano, só dão quecas a dias certos com determinados propósitos e em determinada posição, claro que depois é vê-los a todos esses bons rapazes, correrem a entupir as casas de meninas para satisfazer os delírios que a boa da moral da família imposta por estas religiosidades impõem, há uma palavra que aqui cai deliciosamente, a hipocrisia.
Ao desvalorizar, ao condenar o uso do preservativo, sua santidade, peca! Eis a humanidade revelada em toda o seu mais absoluto esplendor miserabilista e maléfico. Com religiões assim, quem precisa de demónios?

Um abraço fraterno, deste vosso amigo
Barão da Tróia

1 comentário:

Abril disse...

Estes caras de apêndice onde são usados os preservativo,deviam de á semelhança do que fez o Marquês de Pombal com os jesuítas,serem todos postos num paquete e quando estivessem no alto mar,tiravam a "rolha" ao batel e era um festim para os tubarões.
Ainda falam do Hitler... O que esta gente anda a fazer cada vez que abre o "contentor"é bem pior,deixem morrer milhares de pessoas com HIV,porque é esssa a vontade da santa madre,que pariu esta escumalha.
santa madre que os pariu!!!!!