sexta-feira, setembro 19, 2008

Sem Segurança

A justiça ou a falta da mesma, estão na ordem do dia! Todos, ou quase todos deveríamos exprimir uma séria preocupação por essa questão, pois é a nós os cidadãos diligentes, cumpridores, honestos e pagadores de impostos que ela mais importa, nós os que alimentamos toda esta cáfila de energúmenos que nos esventram e esburgam, por tostões, por vezes com o prazer sádico dos pobres de espírito, sandeus a cuja cabeça a maleita toldou a compreensão.
Importa, sendo esse o objectivo destas escrevinhadelas, ilustrar o curso dos vários actores desta tragicomédia bufa, desde logo a minoria de imbecis que faz gato de sapato da lei e de todos nós, vivendo à conta de subsídios, essas sanguessugas de várias cores e etnias, a quem se permite tudo, vivendo o fausto de quem sabe estar acima de tudo e de todos, digo minoria porque creio que serão uma minoria entre os 10 milhões que dizem habitar nesta anedota chamada Portugal, divergentes em vários aspectos, cor, raça, etnia, cultura, partilham duas coisas, os mesmos bairros infectos criados pela pouca actividade cerebral de politiqueirotes de quinta categoria, partilham também a estupidez selvagem de escumalha à qual só com muita imaginação posso conceder a humanidade, confesso-vos desde já que me merece muito mais respeito a mais insignificante criatura terrestre do que essa estirpe de imbecis humanos.
Quanto aos outros actores comecemos pelo Legislador, essa figura vinda das brumas, para quem os politiqueiros rafeiros atiram as culpas da sua própria imbecilidade, sim até porque quem aprova as leis são esses mesmos senhores ministros, deputados e aí por diante, num sem fim de gente sem préstimo, de baixa qualidade à qual torpemente continuamos a entregar os destinos deste país, e cuja proficiência é tão baixa, tão baixa que ao invés de serem pagos deveriam pagar para estar onde estão. Quem é o Legislador? Alguém sabe? Se souber avise, para que todos juntos possamos enxertar a tromba ao galfarro a ver se cria tino.
Seguem-se os magistrados, que se desculpam com a Lei e fazem as mais das vezes juízos sobre os quais se questiona a lógica, se lógica é termo que possa caber nisto da Justiça, nunca os ouviu queixar, nunca os ouvi propor novas, recusar lugares de estadão e ou mordomias das que têm muitas e variadas, nunca!
Assestados no pedestal, foi preciso, terem alguns, levados as fuças limpas a toque de murraça para se alevantarem as primeiras vozes de crítica, foi preciso provarem do fel que os outros, todos nós, provamos diariamente, para que os anafados traseiros da magistratura se dignassem esboçar um ténue movimento de contestação.
Os últimos actores, são as polícias, se os anteriores demonstrassem um terço da eficiência destes desacreditados, mal pagos, mal equipados, mal instalados mas excelentes profissionais outro galo cantaria. As polícias com todos os males de que enfermam, falta de regulamentação profissional, como é o caso da GNR e PJ, instrumentalização e ingerências do poder político, o estatuto militar da GNR, continuo a afirma-lo ser um disparate completo sem cabeça, com todos esses males, as nossas polícias continuam a ser excelentes quando comparadas com os tristes e vergonhosos exemplos mais cimeiros, das nossas polícias sinto orgulho, tenho respeito e ainda acredito, de todo o resto tenho vergonha!

Post Scriptum: Envergonha-me o silêncio mudo de Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, tão célere a vomitar migalhas e minudências dignas de banda de desenhada. Envergonha-me o silêncio embaraçado do Senhor Primeiro-ministro, tão célere a vomitar demagogia bacoca sobre qualquer actividade miserenta. Envergonha-me esta gente, que se diz governante!

Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia

2 comentários:

yulunga disse...

Tu a vomitares verdades é que não és nada meigo.
É assim "memo".

GUILHERME PIÃO disse...

Tanto ai como aqui a malandragem é a mesma, só muda os nomes...
Parabéns pelo post, muito oportuno e bem escrito.
Abraços