“ A Regência nomeada no meio da maior pressa e confusão pelo Príncipe era o governo mais medíocre que possamos imaginar, composto quase todo por generais aposentados, que nunca tinham visto um inimigo, ou por advogados que, caso soubessem alguma coisa da jurisprudência do seu país, certamente demonstravam uma total ignorância política e financeira”
Este pequeno comentário está datado de 29 de Setembro de 1808, foi escrito por um português que se chamou William Warre, nascido que foi na Invicta cidade em 1784, troquem os generais por engenheiros e vejam a actualidade de algo escrito há quase duzentos anos, o que mudou?
Isto vem a propósito do excelso Bastonário da ordem dos advogados, que se mostrou muito agastado com a “violência” do Estado sobre os escritórios de advogados, que na sua ingénua para não dizer algo mais desagradável, opinião, devem ser elevados à categoria de santuários, numa clara atitude medievalista de claro corporativismo bacoco e anacrónico, que levanta também precedentes interessantes.
O excesso de garantias é o maior obstáculo a uma Justiça digna desse nome, ao querer fazer dos escritórios dos advogados uma espécie de offshore dos bandalhos, se como está, a tal Justiça já é o que todos nós sabemos, imaginem, se blindarem completamente os escritórias desses camaradas, é o regabofe total, qualquer pilha galinhas fica a salvo, o interesse em combater o crime e o interesse em cumprir a Justiça, que já anda pelas ruas da amargura, cai a pique, mais por baixo que barriga de crocodilo.
Pois mas os senhores das leis, não vivem de fazer Justiça, vivem de salvar bandalhos, por isso a atitude extraordinária do senhor Bastonário, pessoa que alias, em atitudes e palavreado anteriores até demonstrou alguma coragem em afrontar essa quase seita secreta que mina a Justiça, neste caso porém o senhor Bastonário, digamos que meteu a dita na poça, o corporativismozinho militante veio ao de cima e esqueceu-se do bom senso, o pior é que os limitados intelectuais que escrevem as leis são bem capazes de lhe dar ouvidos e fazer dos escritórios dos senhores advogados santuários.
Mas nesse dia deveremos todos nós exigir que os nossos lares sejam também elevados a essa categoria, sim porque é que para me aterrarem em casa, partindo a fechadura e deixando tudo num caos, as forças da autoridade só necessitam de um mandado assinado por um qualquer juízeco de turno e para irem ao escritório do senhor doutor da mula ruça, é preciso mandados, juízes e mais não sei o quê, caramba eu pago impostos, eu não declaro ordenados minímos nem tenho contas nas ilhas Caimão. Todo este corporativismo, esta mania de superioridade dá-me asco!
Um asco grande que se revela em pequenas, coisas, alias advogados e médicos poderiam competir num concurso de arrogância, de quem tem a psicótica mania de que sabe tudo, em relação aos primeiros, conto-vos um episódio, tenho um amigo que trabalha na área da Justiça apesar de ser meu colega de faculdade licenciado em Portugês, trabalha nos serviços de tradução, de quando em vez envia-me emails com coisas escritas por advogados, só vos posso dizer que é de morrer a rir, tanta é a imbecilidade, a falta de cultura, os erros ortográficos, erros de sintaxe de concordância, ainda que se arrogem o ar de sabichões, o curso de advocacia deveria ter a cadeira de Português como obrigatória no curriculo em todos os anos do curso, por exemplo uma que está na moda, no léxico advoguês é o envio de ofícios iniciando-se com a seguinte pérola do linguajar “ Sou a informar”, numa utilização cretina de um anglicismo, imbecil cuja formulação errónea não existe em Português nem se justifica ser utilizado, valha-me Deus, tanta prosápia, tanto fato Armani, tanta gravata de seda,tanto carro de alta cilindrada, tanta doutorice e tanta labreguice.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, janeiro 29, 2009
terça-feira, janeiro 27, 2009
OCDE
Há já algum tem que andava com a pulga atrás da orelha em relação aos senhores do OCDE, depois de relatório de ontem, fiquei com a certeza! Diz o novo relatório que as reformas e o nosso programa do 1º Ciclo é um sucesso e um modelo a seguir pela Europa, claro que me fartei de rir, ou os camaradas da OCDE, estão mesmo muito toldados por eflúvios etílicos, ou não conhecem a realidade da Europa, ou não conhecem mesmo o modelo Luso, que assenta sobretudo no sumo facilitismo, encapotado de novas tecnologias.
Porque entre aquilo que a OCDE, o senhor Primeiro-ministro e a sua acólita da Educação, dizem e a realidade das escolas e dos alunos, existem incongruências clamorosas, que bradam aos céus, o preparado é uma mistela perigosa, junta, professoredo por vezes a roçar o analfabeto tal e tão flagrante é a falta de qualidade cientifíco pedagógica, e baixo nível cultural, com fedelhos irritantes, mimados e tirânicos, com papás lorpas que não topam um boi desta problemática das escolas, nem querem, o que querem é continuar a ter os aviários abertos para receber a canalha ranhosa e mais nada, querem lá saber de aquisições, de conhecimento e de pedagogia, exemplo modelar disso são as inefáveis confederações de pais, se nunca assistiram a reuniões desse tipo de coisas vão, que é o delírio, a ver quem diz mais cretinices.
Isto das estatísticas e dos passes de magia tem destas coisas, a malta arranja uns programas que comecem pela palavra tecnologia, atira com um navegador, de preferência já morto, para não poder reclamar, e milagre os números começam a saltar e nós a ficar cada vez mais bem vistos, tão bem vistos que até servimos de modelo, a quem copiamos o modelo.
As vitímas do afã reformador, estão agora no 6º Ano, quando chegarem ao 10º, os que chegarem, porque entretanto, podem até já estar com o doutoramento feito, antes de lá chegar e fora do edificio escolar, dizia eu que quando chegarem a esse patamar veremos como estão, se for como os actuais produtos de outras infindáveis reformas, estarão prontos para mão de obra barata, que parece ser isso e só isso que interessa aos mandões cá do luso torrão.
Claro que gostava de ver a nossa Educação ser um modelo para a Europa e para o resto do Mundo, claro que gostava de ter excelentes alunos, claro que não acredito neste relatório da OCDE, muito menos em politiqueiros, até porque quando confrontados com alunos de graus de ensino correspondentes da Europa, os nossos alunos modelo, levam sempre abadas de tirar o chapéu, então como é, somos o modelo a seguir, mas os outros que são uns tansos, levam-nos sempre a palma, porque será?
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Porque entre aquilo que a OCDE, o senhor Primeiro-ministro e a sua acólita da Educação, dizem e a realidade das escolas e dos alunos, existem incongruências clamorosas, que bradam aos céus, o preparado é uma mistela perigosa, junta, professoredo por vezes a roçar o analfabeto tal e tão flagrante é a falta de qualidade cientifíco pedagógica, e baixo nível cultural, com fedelhos irritantes, mimados e tirânicos, com papás lorpas que não topam um boi desta problemática das escolas, nem querem, o que querem é continuar a ter os aviários abertos para receber a canalha ranhosa e mais nada, querem lá saber de aquisições, de conhecimento e de pedagogia, exemplo modelar disso são as inefáveis confederações de pais, se nunca assistiram a reuniões desse tipo de coisas vão, que é o delírio, a ver quem diz mais cretinices.
Isto das estatísticas e dos passes de magia tem destas coisas, a malta arranja uns programas que comecem pela palavra tecnologia, atira com um navegador, de preferência já morto, para não poder reclamar, e milagre os números começam a saltar e nós a ficar cada vez mais bem vistos, tão bem vistos que até servimos de modelo, a quem copiamos o modelo.
As vitímas do afã reformador, estão agora no 6º Ano, quando chegarem ao 10º, os que chegarem, porque entretanto, podem até já estar com o doutoramento feito, antes de lá chegar e fora do edificio escolar, dizia eu que quando chegarem a esse patamar veremos como estão, se for como os actuais produtos de outras infindáveis reformas, estarão prontos para mão de obra barata, que parece ser isso e só isso que interessa aos mandões cá do luso torrão.
Claro que gostava de ver a nossa Educação ser um modelo para a Europa e para o resto do Mundo, claro que gostava de ter excelentes alunos, claro que não acredito neste relatório da OCDE, muito menos em politiqueiros, até porque quando confrontados com alunos de graus de ensino correspondentes da Europa, os nossos alunos modelo, levam sempre abadas de tirar o chapéu, então como é, somos o modelo a seguir, mas os outros que são uns tansos, levam-nos sempre a palma, porque será?
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, janeiro 26, 2009
Imbecis
A tal avaliação de professores foi de novo a votos, naquela coisa chamada Parlamento, em mais uma vergonhosa etapa deste ordálio chamado Educação, vergonhosa porque foi uma facécia de aproveitamento político, não que não devam suspender, direi mesmo extinguir esta imbecilidade chamada Processo de Avaliação de Professores, que no modelo “simplex”, prova para quem anda distraído que o que está em causa é uma medida simples de poupança e não a qualidade do exercício da docência, e muito menos a qualidade dos docentes, a avaliação é uma simples conta de merceeiro de bairro, que é ao tipo de gente a quem está entregue este país, mas atenção, poupamos só onde não atinge o nosso bolso, pois claro!
Mas vamos ao início, porque isto está tudo mal desde o início, comecemos pelas universidades que formam os futuros professores, o Estado, dá o aval a essas universidades para que tenham nos seus curriculos cursos “Via Ensino”, que supostamente formam professores, o Estado arrecada, impostos e prebendas, as Universidades propinas e os alunos acabados os cursos vêem esse mesmo Estado declarar abertamente a sua desconfiança em relação às competências das pessoas que as universidades às quais dá o seu aval, formam, esta é a primeira imbecilidade, deste Estado. Sim porque a tal “Via Ensino” não ensina ninguém a dar aulas, os pobres diabos que frequentam essas aulas e esses cursos são massacrados com cadeiras teóricas sem nexo que não servem para nada, não existe um minuto de Pedagogia, de funcionamento de administrativo de escolas, de psicologia de nada, existe um vasto curriculo de cretinices que formam bons investigadores, mas concerteza não forma professores. Esta é segunda das imbecilidades.
De seguida inventou-se um tal estágio, a que se chamou “profissionalização”, durante um ano lectivo, o pobre dianho que queira dar aulas, é “orientado” por um colega orientador que depois o avalia, esta é a primeira avaliação, tem sido esquecida, mas aqui já são avaliados, mal dirão uns, péssimamente digo eu, porque essa coisa da “profissionalização” é mais uma imbecilidade, sem pés nem cabeça, que não avalia porra nenhuma, e pior não ensina nada a ninguém. O que já é a quarta das imbecilidades.
Continuo certo, de que metade dos professores em todos os graus de ensino, estariam melhor noutra qualquer função, como professores são uma nulidade, culpa de quem, claro dum Estado que maltrata a Educação, que desbarata recursos e que não promove o conhecimento e a investigação, na quinta das imbecilidades. Nos anos 80, passaram a ser aceites como professores, todo e qualquer gato sapato que tivesse o 12º ano, foi o fartar vilanagem, engenheiros, arquitectos, advogados entre outras nulidades caíram n o ensino, porque havia falta terrível de professores, dos bons, ora na falta desses, entrou tudo, vinte anos mais tarde, mandaram-se esses para a rua, mas muitos ficaram, o mal estava feito, a imbecilidade foi-se perpetuando. Jardins-de-infância, escolas primárias, secundárias e Universidades, estão cheias de nulidades docentes, que entulham e atropelam a nobre arte de ensinar.
A grande inovação do método da Educação em Portugal é não existir método, ao invés de existir uma linha sequencial nos vários graus de ensino, não, cada um funciona em compartimento estanque, que só aqui e além apresenta pontos comuns, naquilo que é mais uma imbecilidade, não existe a menor preocupação com as crianças, com os alunos, que são o real objecto da Educação, a luta centra-se nas capelinhas, nos feudos de cada classe dentro da classe mais alargada, num exercício de estultíce pura, a tal união da classe, que parece existir nesta recente luta é mera miragem, o que tantos criticaram com a divisão imbecil entre “proessores titulares” e “só professores”, foi simplesmente, colocar em pé de lei uma norma não escrita que os próprios professores já promoviam entre si, vá-se lá saber por quê. Vejam por exemplo o caso dos senhores deputados e deputadas, que no dito “Parlamento”, defendem em antes os privilégios, do seu tacho, esquecendo a profissão, é que bem vistas as coisas, se se portarem bem sempre ficam par a apróxima e 8 anitos de parlamento são uma grande ajuda para a reforma.
Os professores precisam de ser avaliados? Sim sem dúvida! Precisam de ser avaliados para corrigirem vícios, para serem melhores profissionais, para que ser possam extirpar as nulidades que vegetam nas escolas, muitos havia, que agora já na reforma deveriam estar também no banco dos reus, culpados que são do descrédito que caiu a classe, mas a esses já não podemos chegar.
Os professores precisam de ser avaliados para serem melhores profissionais, para que possam ensinar mais e melhor, nunca para serem impedidos de progredir nas suas carreiras, nunca para tal como estão atulhados em banalidades burocráticas tenham de fazer directas sem dormir, conduzir 50 quilómetros e para estar duas horas com os alunos e cinco a tratar de papéis. Este Estado, imbecil, assassina o ensino público, gasta milhões a subvencionar o ensino privado, desbarata recursos, em escolas miseráveis, mal equipadas, troca de manuaias escolares por tudo e por nada, promove estatutos de aluno, que em nada beneficiam ninguém, incluíndo os alunos, ajudados por confederações de pais que pouco ajudam antes atrapalham, num estado de pura imbecilidade, num país de desiducação, onde a Escola, serve para cada vez menos.
O quotidiano, dá razão aos descrentes, a Educação, ensina pouco, os jovens já nem sentem falta da Educação, para não falar que até há uns a quem se paga para estarem na escola e que nem isso aproveitam.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Mas vamos ao início, porque isto está tudo mal desde o início, comecemos pelas universidades que formam os futuros professores, o Estado, dá o aval a essas universidades para que tenham nos seus curriculos cursos “Via Ensino”, que supostamente formam professores, o Estado arrecada, impostos e prebendas, as Universidades propinas e os alunos acabados os cursos vêem esse mesmo Estado declarar abertamente a sua desconfiança em relação às competências das pessoas que as universidades às quais dá o seu aval, formam, esta é a primeira imbecilidade, deste Estado. Sim porque a tal “Via Ensino” não ensina ninguém a dar aulas, os pobres diabos que frequentam essas aulas e esses cursos são massacrados com cadeiras teóricas sem nexo que não servem para nada, não existe um minuto de Pedagogia, de funcionamento de administrativo de escolas, de psicologia de nada, existe um vasto curriculo de cretinices que formam bons investigadores, mas concerteza não forma professores. Esta é segunda das imbecilidades.
De seguida inventou-se um tal estágio, a que se chamou “profissionalização”, durante um ano lectivo, o pobre dianho que queira dar aulas, é “orientado” por um colega orientador que depois o avalia, esta é a primeira avaliação, tem sido esquecida, mas aqui já são avaliados, mal dirão uns, péssimamente digo eu, porque essa coisa da “profissionalização” é mais uma imbecilidade, sem pés nem cabeça, que não avalia porra nenhuma, e pior não ensina nada a ninguém. O que já é a quarta das imbecilidades.
Continuo certo, de que metade dos professores em todos os graus de ensino, estariam melhor noutra qualquer função, como professores são uma nulidade, culpa de quem, claro dum Estado que maltrata a Educação, que desbarata recursos e que não promove o conhecimento e a investigação, na quinta das imbecilidades. Nos anos 80, passaram a ser aceites como professores, todo e qualquer gato sapato que tivesse o 12º ano, foi o fartar vilanagem, engenheiros, arquitectos, advogados entre outras nulidades caíram n o ensino, porque havia falta terrível de professores, dos bons, ora na falta desses, entrou tudo, vinte anos mais tarde, mandaram-se esses para a rua, mas muitos ficaram, o mal estava feito, a imbecilidade foi-se perpetuando. Jardins-de-infância, escolas primárias, secundárias e Universidades, estão cheias de nulidades docentes, que entulham e atropelam a nobre arte de ensinar.
A grande inovação do método da Educação em Portugal é não existir método, ao invés de existir uma linha sequencial nos vários graus de ensino, não, cada um funciona em compartimento estanque, que só aqui e além apresenta pontos comuns, naquilo que é mais uma imbecilidade, não existe a menor preocupação com as crianças, com os alunos, que são o real objecto da Educação, a luta centra-se nas capelinhas, nos feudos de cada classe dentro da classe mais alargada, num exercício de estultíce pura, a tal união da classe, que parece existir nesta recente luta é mera miragem, o que tantos criticaram com a divisão imbecil entre “proessores titulares” e “só professores”, foi simplesmente, colocar em pé de lei uma norma não escrita que os próprios professores já promoviam entre si, vá-se lá saber por quê. Vejam por exemplo o caso dos senhores deputados e deputadas, que no dito “Parlamento”, defendem em antes os privilégios, do seu tacho, esquecendo a profissão, é que bem vistas as coisas, se se portarem bem sempre ficam par a apróxima e 8 anitos de parlamento são uma grande ajuda para a reforma.
Os professores precisam de ser avaliados? Sim sem dúvida! Precisam de ser avaliados para corrigirem vícios, para serem melhores profissionais, para que ser possam extirpar as nulidades que vegetam nas escolas, muitos havia, que agora já na reforma deveriam estar também no banco dos reus, culpados que são do descrédito que caiu a classe, mas a esses já não podemos chegar.
Os professores precisam de ser avaliados para serem melhores profissionais, para que possam ensinar mais e melhor, nunca para serem impedidos de progredir nas suas carreiras, nunca para tal como estão atulhados em banalidades burocráticas tenham de fazer directas sem dormir, conduzir 50 quilómetros e para estar duas horas com os alunos e cinco a tratar de papéis. Este Estado, imbecil, assassina o ensino público, gasta milhões a subvencionar o ensino privado, desbarata recursos, em escolas miseráveis, mal equipadas, troca de manuaias escolares por tudo e por nada, promove estatutos de aluno, que em nada beneficiam ninguém, incluíndo os alunos, ajudados por confederações de pais que pouco ajudam antes atrapalham, num estado de pura imbecilidade, num país de desiducação, onde a Escola, serve para cada vez menos.
O quotidiano, dá razão aos descrentes, a Educação, ensina pouco, os jovens já nem sentem falta da Educação, para não falar que até há uns a quem se paga para estarem na escola e que nem isso aproveitam.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, janeiro 19, 2009
A Oitava Maravilha!
A OCDE, o INE, e todos os outros institutos e instituições, públicas e privadas, portuguesas e estrangeiras, que se dedicam a reduzir a números a vida das pessoas, publicaram um relatório onde se afirma que Portugal é a oitava maravilha do mundo. Segundo essas várias instituições, Portugal é o país mais coerente e constante do mundo, com alguns dos profissionais mais bem pagos e melhor funcionamento da administração pública.
Este recente estudo desmente claramente todos esses arautos da desgraça que por aí saltaricam, enchendo o mundo de lamentos, segundo o estudo, a nossa educação é a terceira melhor do planeta, só suplantada pelo Mali e pela Croácia, somos os melhores médicos, cirurgiões e clínicos. A Justiça em Portugal é a mais diligente e rápida de todas quantas se analisou, a rapidez dos processos, acelerada por novos códigos de processo penal e civil, aligeirou o peso da burocracia, além de que as populares medidas de despenalização, fizeram maravilhas pela estatística, sendo nós também um dos países mais seguros do mundo, onde, praticamente não existem crimes, ou antes onde quase nada é considerado crime, o que é bastante diferente.
A nossa diligente e sapiente Educação, a persistente paixão por ensinar, fez com que em cada cem portugueses, cento e trinta e sete virgula oito por cento tenham um ou mais doutoramentos, ao que parece só aquele antro comuna de Cuba, apresenta um melhor desempenho, somos realmente os maiores. Quando olhamos para a corrupção ela é quase inexistente, uns meros vinte e oito por cento dos internados no modelar sistema prisional português estão a cumprir penas por corrupção, o que nos torna o país menos corrupto do universo.
Os nossos médicos e cirurgiões, nunca erram, de tão excelsa e profissional que é a sua formação, os óbitos ocorrem por pura negligência do doente que não é capaz de entender nem reagir aos excelentes e soberbos desempenhos dos discípulos de Galeno, estão em igual proporção os nossos brilhantes e clarividentes Juízes e Advogados, únicos detentores da chave da verdade, a eles se deve em grande parte o estrepitoso sucesso deste país, que faz inveja aos grandes da Europa.
No ambiente damos cartas ao mundo, o nosso país é o mais bem cuidado do planeta, as nossas estações de tratamento de esgotos as mais eficientes da galáxia, não existe um só cagalhão que fuja ao nosso diligente e soberbo processo de reciclagem, a nossa rede de reservas, parques naturais e zonas de paisagem protegida, faz inveja a muitos dos ditos países desenvolvidos, porque mais uma vez o inovador génio português produziu o que de melhor se faz em termos de protecção do ambiente, quem se lembraria de colocar uma cimenteira dentro de um parque natural para o proteger dos obscuros interesses da construção civil, que melhor forma à de preservar uma arriba ou um sistema de dunas do que lhe espetar em cima umas valentes toneladas de betão e construir condomínios de luxo, ou arrasar pinhais e montados para fazer campos de golfe que efectivamente protejam a fauna e a flora.
Os nossos sistemas de combate a incêndios, de socorro a náufragos e de protecção civil, enchem de inveja os maiores da Europa tal é a sapiência e abundância de meios que possuímos, a par com as nossas forças policiais e forças armadas que fazem a inveja de países ditos civilizados pela elevada qualidade dos seus sistemas de comunicações e armamento, que ombreia com tudo o que de melhor se faz no mundo, desmentindo aqueles que fazem do bota abaixo o seu culto diário. Arautos da desgraça, Portugal progride!
Para culminar, estamos na ponta da lança, no que concerne à utilização, das novas tecnologias, que interessa que fábricas centenárias de loiça, produtos genuínos e fantásticos pereçam na voragem da globalização, se por outro lado parimos para o mundo centos de Magalhães, e bandas largas aos milhares, calai-vos aves de mau agoiro! Que Portugal segue indemne e veloz, à velocidade da luz, directo para os lugares mais cimeiros.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Este recente estudo desmente claramente todos esses arautos da desgraça que por aí saltaricam, enchendo o mundo de lamentos, segundo o estudo, a nossa educação é a terceira melhor do planeta, só suplantada pelo Mali e pela Croácia, somos os melhores médicos, cirurgiões e clínicos. A Justiça em Portugal é a mais diligente e rápida de todas quantas se analisou, a rapidez dos processos, acelerada por novos códigos de processo penal e civil, aligeirou o peso da burocracia, além de que as populares medidas de despenalização, fizeram maravilhas pela estatística, sendo nós também um dos países mais seguros do mundo, onde, praticamente não existem crimes, ou antes onde quase nada é considerado crime, o que é bastante diferente.
A nossa diligente e sapiente Educação, a persistente paixão por ensinar, fez com que em cada cem portugueses, cento e trinta e sete virgula oito por cento tenham um ou mais doutoramentos, ao que parece só aquele antro comuna de Cuba, apresenta um melhor desempenho, somos realmente os maiores. Quando olhamos para a corrupção ela é quase inexistente, uns meros vinte e oito por cento dos internados no modelar sistema prisional português estão a cumprir penas por corrupção, o que nos torna o país menos corrupto do universo.
Os nossos médicos e cirurgiões, nunca erram, de tão excelsa e profissional que é a sua formação, os óbitos ocorrem por pura negligência do doente que não é capaz de entender nem reagir aos excelentes e soberbos desempenhos dos discípulos de Galeno, estão em igual proporção os nossos brilhantes e clarividentes Juízes e Advogados, únicos detentores da chave da verdade, a eles se deve em grande parte o estrepitoso sucesso deste país, que faz inveja aos grandes da Europa.
No ambiente damos cartas ao mundo, o nosso país é o mais bem cuidado do planeta, as nossas estações de tratamento de esgotos as mais eficientes da galáxia, não existe um só cagalhão que fuja ao nosso diligente e soberbo processo de reciclagem, a nossa rede de reservas, parques naturais e zonas de paisagem protegida, faz inveja a muitos dos ditos países desenvolvidos, porque mais uma vez o inovador génio português produziu o que de melhor se faz em termos de protecção do ambiente, quem se lembraria de colocar uma cimenteira dentro de um parque natural para o proteger dos obscuros interesses da construção civil, que melhor forma à de preservar uma arriba ou um sistema de dunas do que lhe espetar em cima umas valentes toneladas de betão e construir condomínios de luxo, ou arrasar pinhais e montados para fazer campos de golfe que efectivamente protejam a fauna e a flora.
Os nossos sistemas de combate a incêndios, de socorro a náufragos e de protecção civil, enchem de inveja os maiores da Europa tal é a sapiência e abundância de meios que possuímos, a par com as nossas forças policiais e forças armadas que fazem a inveja de países ditos civilizados pela elevada qualidade dos seus sistemas de comunicações e armamento, que ombreia com tudo o que de melhor se faz no mundo, desmentindo aqueles que fazem do bota abaixo o seu culto diário. Arautos da desgraça, Portugal progride!
Para culminar, estamos na ponta da lança, no que concerne à utilização, das novas tecnologias, que interessa que fábricas centenárias de loiça, produtos genuínos e fantásticos pereçam na voragem da globalização, se por outro lado parimos para o mundo centos de Magalhães, e bandas largas aos milhares, calai-vos aves de mau agoiro! Que Portugal segue indemne e veloz, à velocidade da luz, directo para os lugares mais cimeiros.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, janeiro 14, 2009
Fait divers!
I
Nesta barafunda a que continuamos a insistir chamar um país, a esta farsa que chamamos Estado de Direito, só para alguns claro está, ficamos hoje a saber que o buraco do BPN ascende 1300 milhões de Euros! Como é possível um cataclismo destes, como é possível que tanta gente séria e respeitável acima de qualquer suspeita cometa tais esburgos, sem mais aquela, pior, como é possível que um Estado vá cobrir aquele autêntico buraco negro bancário, aplicando naquela cloaca o dinheiro de todos nós para salvar o que dificilmente terá salvação.
Quem será punido por mais esta imbecilidade económica? Como de costume ninguém, ou se alguém for dentro será por pouco tempo, até porque os milhõeszinhos já estão há muito em lugar seguro. E nós a pagar claro está!
II
Cardeal Patriarca de Lisboa, Dom José Policarpo, pessoa que me habituei a ouvir com agrado mesmo quando discordo em absoluto do que diz, aprecio o homem e a coragem da defesa das suas convicções, pessoa com quem me cruzei duas ou três vezes enquanto fui Escuteiro, proferiu umas declarações que subscrevo inteiramente, insuspeita é esta minha anuência pois como todos sabem sou completamente ateu, não perco um segundo com religiões, no entanto sempre gostei de José Policarpo pessoa, pela sua intransigente defesa do ser humano do respeito e civismo, as declarações que proferiu em relação aos Muçulmanos, são a mais pura e dura realidade, quer se queira quer não, e ponto final.
III
Portugal é um país, produto de alguma experiência diabólica, que junta várias qualidades humanas, leia-se defeitos, num só tipo humano, o Homo Lusitanus, essa criatura, labrega e boçal, que arrasta a sua boçalidade em actividades futeboleiras e festarolas báquicas, em que o objectivo primordial é entorpecer completamente os pequenos e mirrados cérebros, demolhados em álcoois, ensopados por coiratos e bifanas de barrasco espanhol a saber a mijo.
E é este fedor a urina, fezes e demais pestilências, que faz do cada vez mais ameaçado meio ambiente de uma terra que não há muitos anos era um ainda paraíso nesta Europa devastada, hoje muitos desses países há décadas despertos para os problemas ambientais foram a tempo salvar o pouco que lhes restava e tentam salvar e preservar o que ainda tem salvação, por cá é o contrário, caminhamos alegremente para a perdição, numa orgia de cimento e betão, fazendo lembrar os piores tempos do Cavaquismo neo-liberal, que veio desembocar a isto que temos agora.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Nesta barafunda a que continuamos a insistir chamar um país, a esta farsa que chamamos Estado de Direito, só para alguns claro está, ficamos hoje a saber que o buraco do BPN ascende 1300 milhões de Euros! Como é possível um cataclismo destes, como é possível que tanta gente séria e respeitável acima de qualquer suspeita cometa tais esburgos, sem mais aquela, pior, como é possível que um Estado vá cobrir aquele autêntico buraco negro bancário, aplicando naquela cloaca o dinheiro de todos nós para salvar o que dificilmente terá salvação.
Quem será punido por mais esta imbecilidade económica? Como de costume ninguém, ou se alguém for dentro será por pouco tempo, até porque os milhõeszinhos já estão há muito em lugar seguro. E nós a pagar claro está!
II
Cardeal Patriarca de Lisboa, Dom José Policarpo, pessoa que me habituei a ouvir com agrado mesmo quando discordo em absoluto do que diz, aprecio o homem e a coragem da defesa das suas convicções, pessoa com quem me cruzei duas ou três vezes enquanto fui Escuteiro, proferiu umas declarações que subscrevo inteiramente, insuspeita é esta minha anuência pois como todos sabem sou completamente ateu, não perco um segundo com religiões, no entanto sempre gostei de José Policarpo pessoa, pela sua intransigente defesa do ser humano do respeito e civismo, as declarações que proferiu em relação aos Muçulmanos, são a mais pura e dura realidade, quer se queira quer não, e ponto final.
III
Portugal é um país, produto de alguma experiência diabólica, que junta várias qualidades humanas, leia-se defeitos, num só tipo humano, o Homo Lusitanus, essa criatura, labrega e boçal, que arrasta a sua boçalidade em actividades futeboleiras e festarolas báquicas, em que o objectivo primordial é entorpecer completamente os pequenos e mirrados cérebros, demolhados em álcoois, ensopados por coiratos e bifanas de barrasco espanhol a saber a mijo.
E é este fedor a urina, fezes e demais pestilências, que faz do cada vez mais ameaçado meio ambiente de uma terra que não há muitos anos era um ainda paraíso nesta Europa devastada, hoje muitos desses países há décadas despertos para os problemas ambientais foram a tempo salvar o pouco que lhes restava e tentam salvar e preservar o que ainda tem salvação, por cá é o contrário, caminhamos alegremente para a perdição, numa orgia de cimento e betão, fazendo lembrar os piores tempos do Cavaquismo neo-liberal, que veio desembocar a isto que temos agora.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, janeiro 13, 2009
Nós por cá!
Em boa hora a SIC decidiu transportar um apontamento integrado no jornal da noite, para um formato de programa, direi mais naquele que é o melhor programa de comédia da televisão nacional. O CQC, da TVI, também é excelente, mas o Nós Por Cá, é mesmo soberbo. O repositório do portuga, do tuga, do labrego lusitano, sob as suas mais variadas roupagens, o lorpa, o politico idiota, o autarca mentecapto, o cretino, o nódoa, o estafermo, o paspalho, o nabo, o basbaque, o energúmeno, o suíno, o borrabotas, o bobo, o bandalho, o badalhoco, o bardamerda, o cavalgadura ou mesmo o imbecil anónimo estão todos lá, todo, todo o excepcional espectro da avifauna lusa, as avantesmas analfabrutas desta terra esplanadas em tecnologia de ponta nos plasmas e LCD de Portugal, mostrando que a Banda Larga, o TGV, o Magalhães e outras brincadeiras, precisavam de ser repensadas, porque nas mais das vezes aquilo que se assiste são a tramas medievais, passadas claro está na ubiquidade perene deste passar do tempo à lusitana, a rataria nacional no seu melhor, em grande e à grande. Parabéns ao programa.
Dispensável, é aquela coisa de levar lá uns zezinhos para botar faladura, dispensável e chato, que ninguém tem pachorra para estar a aturar as bojardas daqueles convivas de circunstâncias, alguns com ar de absoluto enfado, como que tolhidos pela surpresa das muitas e variadas imbecilidades a que assistem ficam quase que sem pio perante as estúrdias e inenarráveis faltas de civismo que denotam em antes uma atroz e pavorosa indigência intelectual de um povo. O programa “Nós por cá” irá fazer mais por este país que cem tratados de sociologia, será uma maneira excelente de ver o que realmente somos, uma cambada de emplastros, canhestros analfabetos e sem o mínimo rasgo de civismo, asseio e respeito pelos outros.
Por outro lado o programa serve de paliativo à crise, numa catarse colectiva, dá para rir a bandeiras despregadas, eu pelo menos encho o papinho, é rir a bom rir, de tanto imbecil e tanta imbecilidade, das mais rocambolescas, até aquelas que se nos metem pelos olhos adentro, onde de imediato se percebe o cheiro da corrupção do compadrio do amiguismo, daquela coisa tão nossa de untar as mãos e viver à conta de esquemas e roubo dos dinheiros públicos, é só rir!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Dispensável, é aquela coisa de levar lá uns zezinhos para botar faladura, dispensável e chato, que ninguém tem pachorra para estar a aturar as bojardas daqueles convivas de circunstâncias, alguns com ar de absoluto enfado, como que tolhidos pela surpresa das muitas e variadas imbecilidades a que assistem ficam quase que sem pio perante as estúrdias e inenarráveis faltas de civismo que denotam em antes uma atroz e pavorosa indigência intelectual de um povo. O programa “Nós por cá” irá fazer mais por este país que cem tratados de sociologia, será uma maneira excelente de ver o que realmente somos, uma cambada de emplastros, canhestros analfabetos e sem o mínimo rasgo de civismo, asseio e respeito pelos outros.
Por outro lado o programa serve de paliativo à crise, numa catarse colectiva, dá para rir a bandeiras despregadas, eu pelo menos encho o papinho, é rir a bom rir, de tanto imbecil e tanta imbecilidade, das mais rocambolescas, até aquelas que se nos metem pelos olhos adentro, onde de imediato se percebe o cheiro da corrupção do compadrio do amiguismo, daquela coisa tão nossa de untar as mãos e viver à conta de esquemas e roubo dos dinheiros públicos, é só rir!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, janeiro 09, 2009
Reestruturação ou talvez Não!
Dizia o outro que “por vezes é necessário fazer alguma coisa para que tudo fique na mesma”, ou então que é “preciso fazer alguma coisa para que tudo fique pior” digo eu! ´Que é o que se passa com a famigerada reestruturação da Guarda Nacional Republicana. Uma vez mais os doutos e sapientes cérebros que desgovernam as forças de segurança, fizeram parir uma reestruturação, que na modesta opinião de quem como eu é um simples observador desprovido de conhecimentos técnicos, vai ser como se dizia na minha “guerra” uma valente e “real cagada em três actos”.
Quer-me a mim parecer que a rapaziada do ar condicionado que pensa nestas coisas, não tem muito bem a noção do país onde vive, o que como em outros casos se percebe perfeitamente, pela pura e dura imbecilidade das alterações, não discuto as soluções técnicas se bem que sobre elas tenha opinião formada há muito tempo. Centrar-me-ei só num pontinho que a mim me fez confusão, que passo a explicar.
As nossas forças policiais estão num grau crescendo de desmoralização, seguramente atingiram o zero, desmotivados, mal pagos, insultados e as mais das vezes sem meios, estes homens e mulheres tentam cumprir o melhor que podem a tarefa que lhes está atribuída, quantas e quantas vezes de forma abnegada e em detrimento da família, esta gente devia ser acarinhada e bem tratada, porque são cada vez mais a nossa “thin red line”contra a escumalha subsídio dependente da roubalheira, do tráfico e do homicídio, visto como está que os tribunais estão apostados em libertar todos os tabardilhas galfarros por mais perigosos que sejam.
Não admira pois que nos jornais, surjam notícias a dizer que os homens e mulheres das forças policiais estão desmotivados, insensato seria que não estivessem, tal o abandono a que têm sido votados, relembre-se a trapalhice das Glock, a legislação completamente desadequada do novo mundo do crime, os salários miseráveis, a assustadora taxa de suícidios e doenças do foro psiquiátrico e psicológico que deveria fazer a rapaziada do ar condicionado sentir-se envergonhada, ainda a semana passada uma jovem militar da GNR se suicidou deixando orfão uma criancinha pequena, nas televisões não dei por terem dado cobertura ao caso, estavam demasiado ocupados a dar enfase a um entulho que depois de roubar um carro e disparar para o polícia levou e bem um balázio nos cornos. Esta dualidade de critérios em que se defende e promove a escumalha e se esquecem de quem nos defende, dá-me nojo.
Voltando à reestruturação, as tragalhadancices usuais extinguem umas unidades, ou antes dão-lhes um novo nome, e, ponto que realmente me faz chocar, criam 3 ou 4 novos tachos para Major-general, dentro da estrutura da GNR, vai até existir um major general a comandar uma unidade de 750 homens, ora isto é claramente deitar dinheiro à rua, além de vergonhoso, já nem falo no fecho de postos, nos transtornos para o pessoal que terá de se deslocar para novas unidades, falo na vergonhosa e despendiosa criação de mais lugares de tacho, quando as necessidades de meios de instalações e de condições são tão gritantes.
Aos homens e mulheres das nossas forças policiais só posso, infelizmente dizer obrigado, obrigado por continuarem a desempenhar a vossa função o melhor que podem e sabem, na certeza porém de que, muita coisa está mal, que existe dentro dessa estrutura gente sem brio, mas que não serão essas poucas ovelhas ronhosas que farão manchar a vossa excelente prestação.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Quer-me a mim parecer que a rapaziada do ar condicionado que pensa nestas coisas, não tem muito bem a noção do país onde vive, o que como em outros casos se percebe perfeitamente, pela pura e dura imbecilidade das alterações, não discuto as soluções técnicas se bem que sobre elas tenha opinião formada há muito tempo. Centrar-me-ei só num pontinho que a mim me fez confusão, que passo a explicar.
As nossas forças policiais estão num grau crescendo de desmoralização, seguramente atingiram o zero, desmotivados, mal pagos, insultados e as mais das vezes sem meios, estes homens e mulheres tentam cumprir o melhor que podem a tarefa que lhes está atribuída, quantas e quantas vezes de forma abnegada e em detrimento da família, esta gente devia ser acarinhada e bem tratada, porque são cada vez mais a nossa “thin red line”contra a escumalha subsídio dependente da roubalheira, do tráfico e do homicídio, visto como está que os tribunais estão apostados em libertar todos os tabardilhas galfarros por mais perigosos que sejam.
Não admira pois que nos jornais, surjam notícias a dizer que os homens e mulheres das forças policiais estão desmotivados, insensato seria que não estivessem, tal o abandono a que têm sido votados, relembre-se a trapalhice das Glock, a legislação completamente desadequada do novo mundo do crime, os salários miseráveis, a assustadora taxa de suícidios e doenças do foro psiquiátrico e psicológico que deveria fazer a rapaziada do ar condicionado sentir-se envergonhada, ainda a semana passada uma jovem militar da GNR se suicidou deixando orfão uma criancinha pequena, nas televisões não dei por terem dado cobertura ao caso, estavam demasiado ocupados a dar enfase a um entulho que depois de roubar um carro e disparar para o polícia levou e bem um balázio nos cornos. Esta dualidade de critérios em que se defende e promove a escumalha e se esquecem de quem nos defende, dá-me nojo.
Voltando à reestruturação, as tragalhadancices usuais extinguem umas unidades, ou antes dão-lhes um novo nome, e, ponto que realmente me faz chocar, criam 3 ou 4 novos tachos para Major-general, dentro da estrutura da GNR, vai até existir um major general a comandar uma unidade de 750 homens, ora isto é claramente deitar dinheiro à rua, além de vergonhoso, já nem falo no fecho de postos, nos transtornos para o pessoal que terá de se deslocar para novas unidades, falo na vergonhosa e despendiosa criação de mais lugares de tacho, quando as necessidades de meios de instalações e de condições são tão gritantes.
Aos homens e mulheres das nossas forças policiais só posso, infelizmente dizer obrigado, obrigado por continuarem a desempenhar a vossa função o melhor que podem e sabem, na certeza porém de que, muita coisa está mal, que existe dentro dessa estrutura gente sem brio, mas que não serão essas poucas ovelhas ronhosas que farão manchar a vossa excelente prestação.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, janeiro 06, 2009
A montanha não pariu! Sequer um rato.
Falou e disse, nada! O senhor Primeiro entre os ministros, arengou durante largeirões minutos, sobre tudo em especialmente sobre absolutamente nada, limitando-se a defender o indefensável, honra lhe seja feita o homem é inamovível, na coragem e coerência com que defende as abstruzidades que vai declarando defendendo-as como se fossem as maiores das verdades deste mundo lusitano.
Mal, muito mal também os dois jornaleiros que até são rapaziada esperta, nervosos, com o assunto estudado, mas que se atropelaram indignamente tentando confundir o PM, nesse jogo o senhor em causa é exímio e os dois rapazes saíram claramente de rabo de rojo, o início também foi péssimo a escolha do célebre estatuto dos Açores, foi um escolha estulta e desprovida de senso, a quem interessam as guerrinhas mesquinhas da partidarite lusa, a ninguém excepto aos seus promotores que tentam ensacar ganhos estratégicos obscuros na lógica da politiquice rafeira e cretina que há já largos tempos conspurca os corredores do poder cá no burgo, porque a não ser assim, a discussão assentaria sobre o estatuto da Madeira, intocável, sobre o próprio modelo politíco da nação, que urge reforma séria e sobre a vergonhosa lei de financiamento dos partidos, mas quanto a isso nada a declarar.
Esperei palavras sobre os dois milhões de idosos que vivem com pensões miseráveis, enquanto uns milhares de galfarros de minorias várias, umas a cor outras sem cor, folgam de costa direita com rendimentos para tudo e por nada com casas à borla, porque nem renda pagam, já para não falar nas reformas milionárias de outros reformados aos cinquenta anos, esperei em vão, novas de políticas concretas de acerto com uma Europa que nos foge a sete pés, nada! Palavreado oco sem conteúdo, meias verdades, propaganda antiga de encher o bicho do ouvido aos acólitos que agitam a bandeirinha nos discursos inflamados, isto é Socialismo? O tanas, isto pode ser muita coisa, socialismo, não será, será vento, ou chuva que não bate assim. Esperei novas, e das novas não tive sequer um vislumbre!
Versejou alegremente o doutor senhor Engenheiro sobre a Educação, sobre o sucesso magalhânico, nas escolas, não há giz, telhados, aquecimento, laboratórias, equipamentos, cultura, civismo, educação, mas existem os Magalhães, perdão, também não existem, afinal o que há nas escolas? O sucesso inaudito do ensino profissional, que conjunto com curriculos alternativos e novas oportunidades, lançam no mercado de trabalho gente cheia de diplomas e que não sabe uma letra do tamanho de um boi, como se pode falar de avaliar de massacrar os professores quando existem escolas onde o ensino tecnológico carece de meios, escolas onde na mesma turma se dois alunos precisarem de lixar um prancha de pinho, só um o pode fazer porque só existe uma lixadeira, tenha vergonha senhor ministro! Como espera o senhor que se aprenda e se ensine em sitíos que servem para tudo excepto para ensinar, onde professores miseravelmente pagos, tem de aturar os fedelhos birrentos filhos desta sociedade imbecil, atulhados em papelada, obrigados a fazer formação que tem de pagar do seu bolso, tenha vergonha senhor ministro!
Para além disto, mais nada disse de relevante, excepto umas bojardas sobre a recessão, a crise que ninguém previu, mentira, porque muitos a previram, começando pelo seu inefável ministro Pinho que chegou ao ponto de decretar o fim da crise, quando ela ainda nem sequer tinha começado. Junte-se esta entrevista ao discurso de Sua Excelência o senhor Presidente da Republica e temos o mais acabado exemplo da ruinosa classe que nos governa. Resumindo foi triste, muito triste, notem que até tinha começado bem às 19.00h com o “Nós Por Cá”!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Mal, muito mal também os dois jornaleiros que até são rapaziada esperta, nervosos, com o assunto estudado, mas que se atropelaram indignamente tentando confundir o PM, nesse jogo o senhor em causa é exímio e os dois rapazes saíram claramente de rabo de rojo, o início também foi péssimo a escolha do célebre estatuto dos Açores, foi um escolha estulta e desprovida de senso, a quem interessam as guerrinhas mesquinhas da partidarite lusa, a ninguém excepto aos seus promotores que tentam ensacar ganhos estratégicos obscuros na lógica da politiquice rafeira e cretina que há já largos tempos conspurca os corredores do poder cá no burgo, porque a não ser assim, a discussão assentaria sobre o estatuto da Madeira, intocável, sobre o próprio modelo politíco da nação, que urge reforma séria e sobre a vergonhosa lei de financiamento dos partidos, mas quanto a isso nada a declarar.
Esperei palavras sobre os dois milhões de idosos que vivem com pensões miseráveis, enquanto uns milhares de galfarros de minorias várias, umas a cor outras sem cor, folgam de costa direita com rendimentos para tudo e por nada com casas à borla, porque nem renda pagam, já para não falar nas reformas milionárias de outros reformados aos cinquenta anos, esperei em vão, novas de políticas concretas de acerto com uma Europa que nos foge a sete pés, nada! Palavreado oco sem conteúdo, meias verdades, propaganda antiga de encher o bicho do ouvido aos acólitos que agitam a bandeirinha nos discursos inflamados, isto é Socialismo? O tanas, isto pode ser muita coisa, socialismo, não será, será vento, ou chuva que não bate assim. Esperei novas, e das novas não tive sequer um vislumbre!
Versejou alegremente o doutor senhor Engenheiro sobre a Educação, sobre o sucesso magalhânico, nas escolas, não há giz, telhados, aquecimento, laboratórias, equipamentos, cultura, civismo, educação, mas existem os Magalhães, perdão, também não existem, afinal o que há nas escolas? O sucesso inaudito do ensino profissional, que conjunto com curriculos alternativos e novas oportunidades, lançam no mercado de trabalho gente cheia de diplomas e que não sabe uma letra do tamanho de um boi, como se pode falar de avaliar de massacrar os professores quando existem escolas onde o ensino tecnológico carece de meios, escolas onde na mesma turma se dois alunos precisarem de lixar um prancha de pinho, só um o pode fazer porque só existe uma lixadeira, tenha vergonha senhor ministro! Como espera o senhor que se aprenda e se ensine em sitíos que servem para tudo excepto para ensinar, onde professores miseravelmente pagos, tem de aturar os fedelhos birrentos filhos desta sociedade imbecil, atulhados em papelada, obrigados a fazer formação que tem de pagar do seu bolso, tenha vergonha senhor ministro!
Para além disto, mais nada disse de relevante, excepto umas bojardas sobre a recessão, a crise que ninguém previu, mentira, porque muitos a previram, começando pelo seu inefável ministro Pinho que chegou ao ponto de decretar o fim da crise, quando ela ainda nem sequer tinha começado. Junte-se esta entrevista ao discurso de Sua Excelência o senhor Presidente da Republica e temos o mais acabado exemplo da ruinosa classe que nos governa. Resumindo foi triste, muito triste, notem que até tinha começado bem às 19.00h com o “Nós Por Cá”!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
domingo, janeiro 04, 2009
Monsieur Le President!
Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, finalmente abriu o armazém de migalhas de bolo-rei para proferir um inusitado discurso de miserabilismo novel anual, concorde-se ou não com a criatura, é triste verificar que os lugares comuns do senso catastrófico “demodé”, tão ao gosto do género hollyodesco do filme catástrofe de classe B dos anos 70, voltam neste ressuscitado Ed Wood à portuguesa em tonitruantes silvos na voz cava e macilenta quase imperceptível naquele sotaque, meio taberna de Alfama, meio algarvio com toques de sopinha de massa, que Sua Excelência exibe nestas ocasiões de estadão e protocolo, como se alguém com um pingo de massa cinzenta lhe desse algum crédito.
No entanto devo confessar que gostei do discurso, genericamente gostei, o que claramente demonstra que não tenho um grama de neurónios, Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, finalmente trouxe à baila algo que nos interessa a nós pobres diabos que pagamos os vários ordenados que alimentam Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, bem como a muitos dos seus acólitos, a crise.
O endividamento excessivo, o viver acima das posses, ora estes são temas que Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, bem conhece, nos seus já esquecidos e longínquos tempos de Primeiro-ministro, Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, lançou as bases deste endividamento excessivo e criou a política do miserabilismo intelectual, recordemos o caso Saramago e aquela criatura chamada Sousa Lara, o miserabilismo salarial, o miserabilismo académico, enfim enquanto Primeiro-ministro Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, foi o campeão do miserabilismo Luso, é pois com todo o mérito e propriedade, que transvestido em paladino da verdade, Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, fala da crise e do miserabilismo, por oposição aos fadários rosa do senhor Primeiro-ministro actual que vive num conto de fadas magalhânico, sonhando com velas desfraldas a singrar mares oceanos de fio a pavio em internauticas navegações, com os endividados municípios a terem de assumir a despesa dos navegantes.
Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, falou e bem! Falou essencialmente, de si, do seu passado e presente, falou da escola que criou, directivas que todos os posteriores seguidores no cargo copiaram, avolumando o “mostro”, o endividamento, o despesismo e a falta de norte disto tudo. Faltou a Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, falar dos pobres, dos que trabalham sustentando esta cloaca, do sistema político infecto, olha razão tem o Alberto que quer ser um estado federal.
Um abraço de bem-vindas ao novo ano deste vosso amigo
Barão da Tróia
No entanto devo confessar que gostei do discurso, genericamente gostei, o que claramente demonstra que não tenho um grama de neurónios, Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, finalmente trouxe à baila algo que nos interessa a nós pobres diabos que pagamos os vários ordenados que alimentam Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, bem como a muitos dos seus acólitos, a crise.
O endividamento excessivo, o viver acima das posses, ora estes são temas que Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, bem conhece, nos seus já esquecidos e longínquos tempos de Primeiro-ministro, Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, lançou as bases deste endividamento excessivo e criou a política do miserabilismo intelectual, recordemos o caso Saramago e aquela criatura chamada Sousa Lara, o miserabilismo salarial, o miserabilismo académico, enfim enquanto Primeiro-ministro Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, foi o campeão do miserabilismo Luso, é pois com todo o mérito e propriedade, que transvestido em paladino da verdade, Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, fala da crise e do miserabilismo, por oposição aos fadários rosa do senhor Primeiro-ministro actual que vive num conto de fadas magalhânico, sonhando com velas desfraldas a singrar mares oceanos de fio a pavio em internauticas navegações, com os endividados municípios a terem de assumir a despesa dos navegantes.
Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, falou e bem! Falou essencialmente, de si, do seu passado e presente, falou da escola que criou, directivas que todos os posteriores seguidores no cargo copiaram, avolumando o “mostro”, o endividamento, o despesismo e a falta de norte disto tudo. Faltou a Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, falar dos pobres, dos que trabalham sustentando esta cloaca, do sistema político infecto, olha razão tem o Alberto que quer ser um estado federal.
Um abraço de bem-vindas ao novo ano deste vosso amigo
Barão da Tróia
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