Sexta-feira, Setembro 04, 2009

Pela boca morre o peixe!

Desde a saída do seu protector que era previsível que Manuela M. Guedes, seria oportunamente enviada para um sitio onde o Sol não chega. Se se recordarem, a senhora já tinha sido sumariamente saneada e posta a secar, neste caso num sítio onde o Sol podia chegar, entretanto retirada do horário nobre do telejornalismo de lixo apanágio dos vários canais televisivos, a dita, foi recambiada para uma espécie de “talk show” próprio que muito pouco tinha que ver com jornalismo, acolitada pelo decano dos calceteiros, dinossáurio recuperado do “Muppet Show”.
Acusar o PS de manobras escuras, de rocambolescas pressões, associando o perigo espanhol, há que jogar com a psique colectiva do povaréu, é para dizer o mínimo uma cretinice desmesurada que só tem cabimento, em mentes de menor quilate, alias mesmo a ser verdade, seria uma absoluta estupidez política, que traria sempre inevitáveis e nefastas consequências a um PS, já em frangalhos como actualmente está.
Admiro a celeridade com que o PSD, veio à liça, com o discurso já feito, alias como se de antemão já soubessem da marosca, admiro a presteza em crucificar os camaradas do outro PS, memória curta com certeza, em relação às pressões sobre os órgãos de informação no tempo do oásis cavaquista, em que a televisão pública era feudo social-democrata, ou mais recentemente, do caso de Marcelo R. Sousa, se bem que aí não fosse apenas o calar uma voz incómoda mas também o dar asas a um ressentimento mesquinho do camarada que não lhe topava as ventas.
Como noutras ocasiões, a promiscuidade faz parte deste mundo, políticos e jornalistas, policias e políticos, juízes e jornalistas, ladrões e juízes, futeboleiros e políticos e jornalistas, é uma teia que não acaba, onde uns se protegem aos outros, só tirando o tapete no limite extremo e ou quando a relação pessoal amesquinhada pela codícia ou pelo baixo nível de formação e educação dão lugar a tricas.
Fazer desta minudência um caso politico é disparatado, mesmo para os padrões de um Portugal, onde lavra a imbecilidade, muito se dirá ainda sobre este tema, que desviara o país da situação torpe em que se encontra, a meio caminho entre a ruína e a desgraça colectiva de uma sociedade de conformados carneiros capados que insiste em se divertir e preocupar com folhetins de cordel como o ora explicitado, porra que não há pachorra!

Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia

1 comentários:

Abril disse...

Olá amigo

Chegou a altura de chocalharem o balde e agitar a MERDA que ele contem,vão começar a aparecer as moscas,os moscardos,as baratas,os ratos e o resto da "bichesa"que torna este pobre país numa enorme cagadeira onde não existe saneamento básico,mas onde muitos deveriam ser saneados deste mundo,por tão básicos que são.

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