domingo, junho 24, 2012

Militar da GNR salva vida de homem que sofreu paragem cardíaca

Militar da GNR salva vida de homem que sofreu paragem cardíaca. Porque será que quando estas coisas acontecem nunca têm horas de horário nobre? Acaso o militar em causa tivesse disparado e morto algum desses muitos imbecis que se dedicam ao roubo, teria caído " o Carmo e a Trindade", com entrevistas aos familiares todos do imbecil da ladroagem.
Neste caso um militar da GNR salva a vida de alguém, e a notícia passa despercebida às televisões demasiado ocupadas a falar de futebóis, que país de merda este! 
Tenho a honra de contar o Ricardo como amigo, somos amigos há umas luas, parabéns Ricardo, dignificas a corporação, mas sobretudo dignificas a tua condição de homem! Parabéns!

Vejam a notícia aqui!

Um abraço destes vosso amigo
Barão da Tróia

terça-feira, junho 12, 2012

A educação. Uma questão!


Ao contrário do que o título possa sugerir, este artigo não pretende falar da Educação, do seu triste estado, de um ministro que prometia muito, mas não passa afinal de mais um erro, um erro grosseiro. Muito poderíamos discorrer sobre como o actual ministério, tal como os anteriores, trata mal a Educação, os cortes cegos, os “merda-Agrupamentos” desculpar-me-ão o torpe recurso ao vernáculo pouco educado, mas na realidade essa agrupação outro termo não pode ter.
Objectivamente, quero falar-lhes de Xadrez. Se o senhor ministro, desejasse realmente fazer algo pela educação, ao invés de “rankings” de escolas, de projectos e projectinhos, de papeladas inúteis e relatórios infindáveis, uma medida simples seria colocar o Xadrez, esse extraordinário jogo, como disciplina curricular.
E porquê o xadrez? E porquê tão aparentemente disparatada ideia? Simples, o xadrez encerra em si tudo, o que é excelente para a criançada, o xadrez é matemática, é filosofia, é estratégia, é desenvolvimento cognitivo puro! Claro que o senhor ministro correria o risco de começar a formar gerações que sabem pensar, que sabem questionar, que sabem usar a cabeça, para mais coisas do que usar chapéu e dar cabeçadas, seria um risco muito grande ter uma população assim, percebo perfeitamente.
O que interessa é continuar a criar gerações de imbecis analfabetos, incivilizados e cretinos, que a esses pelo menos basta acenar com um qualquer osso que eles abanam de imediato a cauda, a esse tipo de grunho bastará continuar a existirem comezainas e alarvices alcoólicas, pateguices futeboleiras e labreguices televisivas, para que tudo esteja bem!
Será por isso que uma simples, barata e muito profícua medida, simples de por em prática, não verá a luz do dia. Xadrez senhor ministro, o xadrez faria milagres!

P.s. - Esta ideia surgiu de um caro amigo, temível xadrezista, que a explanou muito bem, a ele é devida a autoria intelectual do conceito, eu apenas escrevinhei umas lérias, sobre um tema muito inteligente. Um abraço António. 

Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia

terça-feira, junho 05, 2012

Reduzam os salários!


O que eu gosto deste país, porque este país é excelente. Não passamos um dia sem motivos para rir a bandeiras despregadas. Num dia são as trapalhadas com espiões de quinta categoria, em que ministros de meia tigela, conseguem mentir a cada passo, sempre a declarar que nunca mentiram.
Ainda não refeitos, ouvimos o Primeiro-ministro a declarar que já não estamos à beira do precipício, o que para quem vive realmente aqui em baixo na terra só pode ser motivo para soltar as mais profundas e gostosas gargalhadas. Entrementes um desses gurus da economia, um dos vários labregos que se intitulam economistas, que fazem alarde disso, como se ser economista valesse alguma coisa, dado que se há coisa que esta crise nos ensinou é que os economistas não percebem patavina de economia, dizia eu, que esse tropeço, veio dizer à boca cheia que um dos problemas da nossa economia são os salários. Nós, os otários que vivemos na terra, temos de rir com estas declarações imbecis, de quem não tem a mínima noção do que é este país.
Do outro lado, na ilhota perdida, um líder despótico, uma espécie de Kim Il Sung, um palhaço da pior espécie que só nos faz rir, pior mesmo e mais hilariante só ver o presidente da juventude partidária do palhaço, a chorar frente às câmaras depois de andar a mijar para cima dos carros da PSP, numa verdadeira comédia que só é tragédia por causa dos milhões desbaratados que eu e outros papalvos andamos a pagar. Diga-se en passant que um tal senhor Silva, que por vezes se diz Presidente da República, uma verdadeira esfinge, muda e queda, que mais vale que esteja calado pois abre a boca e sai quase sempre asneiredo, permite que tal regabofe continue, digam lá se isto não é só rir.
Infelizmente Portugal, está dominado por este rebotalho, a nós os tristes que se arrastam por cá só nos resta rir às gargalhadas com estes tipos, ainda dizem que somos um país triste, rotunda mentira, somos um país alegre, muito alegre, onde motivos para chorar a rir não faltam, basta ver as televisões, e os jornais, por exemplo somos o país cuja selecção mais vai gastar em estadias no campeonato europeu de futebol, como somos ricos e já estamos fora do precipício, toca a esbanjar à tripa forra, ora digam lá os meus amigos se isto não é só rir!

Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia

quarta-feira, maio 30, 2012

Portugal Campeão do Mundo!


Sem milhões, sem hotéis de cinco estrelas, sem reportagens nauseantes na televisão, quase sem apoios, mais uma vez a demonstração que temos gente extraordinário entre nós. PARABÉNS em especial ao atleta almeirinense, meu amigo e vizinho, o grande Bruno Leitão

O Bruno e os seus colegas são verdadeiramente um orgulho para esta porcaria de país que os trata tão mal, são também uma grande "chapada de luva branca" para o merdum futeboleiro e para este país miserável que tão mal trata os seus deficientes.

Um abraço, deste vosso orgulhoso amigo
Barão da Tróia
 

quinta-feira, maio 24, 2012

A história do "cão do Relvas"!


Aqui pela minha terra, naquilo que antigamente já se chamou Ribatejo, antes de ter sido estraçalhada como identidade cultural por autarcas medíocres e politiqueiros imbecis, costumamos usar uma expressão muito engraçada, quando queremos dizer que alguém é velhaco ou sacana, dizemos; “esse tipo é como o cão do Relvas”.
Não se sabe ao certo de que Relvas se está a falar, mas diz a “vox populi” que o canídeo seria de matriz traiçoeira e aleivosa, atacava à sorrelfa e pela calada, defendendo o dono com verdadeira devoção canina.
Passos Coelho precisava de “um cão do Relvas”, encontrou-o cedo, ainda durante a campanha que o levaria ao cadeirão do poder e consequentemente a tomar as rédeas deste dislate chamado Portugal. Ao início não percebi o que a criatura fazia no elenco, o curriculum miserando de politiqueirote típico, daqueles que se percebe que nunca trabalhou verdadeiramente uma hora que seja a fazer algo que realmente se aproveite, por si só num país decente tal curriculum não lhe daria direito a caber no elenco de tecnocratas escolhidos por Coelho para levar avante a sua politiquice neo-liberal, esquecendo-me eu, “mea culpa” de que os favores políticos têm de ser pagos e que o senhor Coelho necessitava de alguém que servisse de escudo, enquanto malham no testa de ferro não malham no Coelho e para esse lugar era necessário alguém que fizesse o papel de “cão do Relvas”, alguém que não se importasse de ser queimado, vilipendiado e atropelado pelo rolo compressor mediático que zurze a torto e a direito num governo já por si muito mau.
Pressões sobre jornaleiros, não são de agora, uns atrás, outros agora e outros ainda lá adiante o fizeram, o fazem e o farão, até porque existem muitos “cães do Relvas”, verdadeiros cães de fila, herdeiros da tradição antiga das tropas de choque, a quem se pedia que estraçalhassem que fossem estraçalhados e que aguentassem firme, esta é a insigne história do “cão do Relvas”, o canídeo que leva a porrada no lombo que outros destinaram ao seu dono, que sai incólume e airoso. Claro que isto não é isento de custos, há que alimentar o cachorro e prover à sua dieta e boa forma física com bife do lombo, acabado o serviço o “canito”, estará esgotado e irá seguramente ocupar um lugar mais calmo numa qualquer empresa pública refastelado na área da administração, onde não fará nada que justifique o faraónico pecúlio que embolsará, por nada fazer, aliás não sabendo fazer nada, nada pode fazer!
É assim que termina a resenha do “cão do Relvas”, cachorro atrevidote, calaceiro e trauliteiro que sempre soube escolher o dono certo e que por isso será recompensado, abonado e jubilado conforme à lei vigente que o próprio tratou de fazer aprovar em seu benefício como outros antes dele o fizeram, assim se constroem carreiras extraordinárias e assim se amealham fortunas extraordinárias em poucas décadas, fortunas que os pobres que trabalham jamais almejam alcançar.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia

terça-feira, maio 22, 2012

Portugal e a vigarice!


Autarcas sem vergonha que devassam e envergonham a democracia com esquemas e fraudes de todo o tipo, deputados vigaristas, envolvidos em esquemas e falcatruas, deputados que roubam gravadores em entrevistas, ministros que chantageiam jornalistas, ministros que aprovam abates de sobreiros para benefício de interesses privados, outros ainda entram em esquemas corruptos de compra de sistemas de armas, primeiros-ministros que entram em esquemas de corrupção na construção de centros comerciais, presidentes da república envolvidos em negociatas com acções e trapalhadas com imobiliário, juntem-se-lhes os vigaristas da ralé, os parasitas sociais profissionais que vivem da subsídio dependência vergonhosa e eis-nos no paraíso dos vigaristas.
Ele há para todos os gostos, Portugal é um paraíso, é sobretudo o paraíso dos vigaristas, dos corruptos e dos velhacos, somos aliás um país de aldrabões de vigaristas que aproveitam toda e qualquer oportunidade para de forma criminosa esburgar o erário público e espoliar o cidadão pagante. Os políticos no sector público e os gananciosos patrões do sector privado, são as duas faces da mesma moeda da vigarice, da falcatrua e da aldrabice, as mais das vezes irmanados no mesmo objectivo, roubar o mais que podem para engrossar as suas fortunas pessoais sem dar cavaco a ninguém, cientes que estão da sua impunidade, cientes que estão de que nada, nunca lhes acontece. 
Entre uns e outros estão os pobres diabos, que pagam tudo isto, beneficiando pouco ou mesmo nada, num país onde tudo se paga, mesmo com a carga de impostos babilónica que assalta a carteira do pobre cidadão. Nem nestes tempos de carestia, os vergonhosos vigaristas da elite abrandam a sua cruzada do esburgar dos dinheiros públicos, apesar das inverdades e das ilusões vendidas pelo actual governo. A maralha triste e cabisbaixa anda por aí a festejar futebolices e outras parvoíces do género, com a já tradicional atitude de carneiro capado que é apanágio desta súcia de energúmenos que habita Portugal, poucas são as vozes, menos ainda as atitudes, impávidos e serenos, sempre que podem correm a fazer o mesmo que aos outros condenam, numa orgia de vigarice colectiva que atravessa de lés a lés esta terra esquecida dos deuses.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia

terça-feira, maio 15, 2012

As canas do pescador – Relato de um crime hediondo!


O dia dealbava, Mercúrio cavalgava o céu num largo arco anunciando a chegada do rei celeste resplendoroso, ao de cima das águas uma ligeira neblina denunciava o ar quente que fazia evaporar lentamente o aquífero, no éter meio nevoso os pardais chilreavam de prazer, anunciando aos rivais a posse dos seus territórios, abaixo da linha de água, as lestas enguias caminhavam para as tocas, as bogas brincalhonas saltitavam, mais longe, o grande “tchapppp” sonoro das grandes carpas, que deixavam a água prenhe de círculos concêntricos, acordava a manhã, o escuro breu fugia para Este procurando a sombra protectora da sua amada Selene.
Na margem, o homem afadigava-se a deitar à água os anzóis, primeiro um, empatado com o desvelo de um profissional dedicado, depois outro, e mais um terceiro, apensos a outras tantas canas, terminada a tarefa, pensou para consigo – vou para a carrinha e passo pelas brasas – dito e feito, arriou um pouco o banco e fechou os olhos sonhando com um mundo em que não estivesse, como está à beira do desemprego, afinal era ainda um homem jovem, tramado apenas por uma conjuntura pouco favorável e pela cruz de ter nascido num país miserável, governado por ineptos e incapazes.
- Ora bom dia! O amigo tem licença para pescar!
Foi assim que acordou do pequeno transe induzido pelo mavioso Morfeu, respondeu afirmativamente, endireitando-se no assento da carrinha e abrindo a porta para vir à fala com o representante da autoridade. O outro barrete enfiado no cocuruto continuou, - então tem licença e não sabe que não pode pescar com três canas!
Atónito, olhou para o homem sem sabe o que responder. Era um dia de semana, aproveitara para ir espairecer, o patrão tinha trabalho uns dias, outros não, ganhava à míngua, má hora em que viera pescar, as malvadas Parcas, tinham urdido as más teias.
Sem bem perceber e já estava no posto da guarda, material apreendido, auto tomado e indicação para esperar pela apresentação em sede judicial. Dois dias depois da ocorrência, estava já frente ao Juiz, pena passada, 20 dias de prisão remíveis a multa pecuniária de 80 Euros, o malvado meliante piscatório estava sentenciado, o seu hediondo crime sancionado, a beleza, a justeza e a presteza da justiça portuguesa efectuada a contento em todo o seu esplendor.
No mesmo dia em que essa coisa vergonhosa chamada Justiça portuguesa, ilibava um Isaltino, um pobre homem honesto e trabalhador, à beira do desemprego era detido e posteriormente condenado, por ter três canas à pesca, crime violentíssimo, nada comparado em grau de violência, ao de todos os assassinos, violadores, corruptos, vigaristas e ladrões que escapam impunes, pelo qual foi condenado na forma que acima se descreveu. Este país é surreal, este país é uma grande MERDA, pobres de todos os que tenham de viver em semelhante estrumeira a que pomposamente se insiste em chamar país!

P.S. – A história do pescador é verdadeira, contada pelo próprio, vi inclusive o auto, a sentença e o recibo da multa, que o mesmo pagou mas, e muito bem, pediu que fosse atribuída a uma instituição de solidariedade social.   

Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia

sábado, maio 12, 2012

Carmen Morena - Um blogue a visitar!


Para não dizerem que passo a vida a falar de desgraças, hoje trago-vos uma excelente maneira de educarem o palato e abrirem a vossa experiência degustativa, dando um "banho" de novas sensações às vossas papilas gustativas, no blogue que trago hoje, pertença de um ilustre amigo, dedicado alquimista dos sabores equilibrados é-vos revelado todo um novo mundo de novas experiências de sabores.
Podem inclusivamente a título experimental adquirir alguns dos excelentes produtos que este blogue propõe, já provei alguns e asseguro-vos que são extraordinários, além disso podem ajudar-vos a sublimar as vossas experiências culinárias abrindo novos caminhos à vossa parafernália gastronómica, com a qual poderão fazer soberbas surpresas aos comensais que escolherem para partilhar a mesa de vossas casas, arrisquem e vão ver que vale bem a pena.
Podem encontrar o blogue AQUI!

Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia

sexta-feira, maio 11, 2012

Estar desemprego não pode ser um sinal negativo!


A atroz pobreza franciscana intelectual dos nossos governantes nunca me espantou, rapazelhos insalubres, que deixam crescer barbitas mal semeadas para parecem com mais siso, mas que infelizmente não disfarçam a palonciçe saloia dos labregos politiqueiros, criados no seio das juventudes partidárias e que singram à conta de cartões partidários, sem nunca trabalharem honestamente 1 hora que seja.
Igual reparo posso fazer às declarações dos mesmos ignorantes, nenhuma estupidez é a última, nenhuma é a final, ainda não passados 5 segundos são e já um outro imbecil dessa laia debita uma outra qualquer barbaridade. Em suma os nossos políticos são uma atroz anedota, uma caterva de energúmenos com muito poucas excepções.
Serve este intróito para dar seguimento, à até ao momento maior bojarda que ouvi um político dizer, e pasmemo-nos pois não é um daqueles ratos de parlamento anónimos, mas um ministro, pior o primeiro deles. Declarou hoje o dito senhor, perante os esbugalhados globos oculares dos parolos que ainda lhe dão atenção, as seguintes pérolas:
- “Estar desemprego não pode ser um sinal negativo. Despedir-se ou ser despedido não tem de ser um estigma. Tem de representar também uma oportunidade para mudar de vida.”
Que me lembre, pelas histórias do meu avô e do meu pai, que cobrem grosso modo quase 100 anos, estar desempregado nunca foi estigma, porque existia emprego, porque existiam oportunidades, melhor ou pior existia sempre um nicho para onde uma pessoa se podia dirigir, aliás só não trabalhavam os madraços e esses sim eram mal olhados por todos. A realidade de hoje, que o senhor Primeiro-ministro parece não conhecer é que pura e simplesmente não há onde trabalhar, não existe nicho, aliás estamos na política de terra queimada.
Prossegue o senhor Coelho com mais inteligentíssimas cogitações, de sua lavra:
- “…a cultura média é a da adversão ao risco” e que “a generalidade dos nossos jovens licenciados, que têm hoje um nível de qualificações muitíssimo mais elevado do que alguma vez aconteceu na história portuguesa, preferem ser trabalhadores por conta de outrem do que serem empreendedores.”
Mais uma vez mete o senhor Coelho o pé na argola, quer gente mais empreendedora que o português, que até emigra sem sequer falar uma única língua, que apesar da asquerosa burocracia imbecil deste país se atira a criar um negócio, que passa meio ano atolado em papeis e licenças para poder abrir a porta de um qualquer negociozito, quer o senhor gente mais empreendedora?  E que mal tem trabalhar por conta de outrem, não é afinal o que o senhor faz e se é tão bom ser empreendedor porque é que o senhor não seguiu essa via?
Prosseguiu o senhor Primeiro-ministro com o seu continuado rosário de inenarráveis estultices, destaco para não enfastiar quem teve coragem de ler até aqui está última:
- “…nós não temos emprego para a vida inteira, como não temos empresas para a eternidade…”
É bem verdade senhor Primeiro-ministro, não temos nada disso, porque o senhor e os da sua laia, destruíram este país, não temos, nós os labregos que lhe pagamos o ordenado a si e aos milhares de ineptos que enxameiam os corredores da administração pública central e local, até porque no seu caso e dos outros politiqueirotes de meia tigela, no vosso caso, existe emprego para a vida que é o tacho político e a vossa empresa a politiquice é para a vida, pelo menos até se reformarem aos 50 anos, exaustos e irem descansar para administradores de uma qualquer empresa pública, cargo para o qual não tem absolutamente nenhuma qualificação excepto o portentoso currículo de malbaratarem durante anos a fio o erário público. Cheguei a ter alguma esperança em o senhor actual primeiro-ministro fosse alguém capaz, alguém com capacidades, com coragem e inteligência, infelizmente, enganei-me. Hoje pela primeira vez em quase 43 anos de existência, senti asco, nojo e profunda vergonha de ser português e de ser governado por semelhante gentalha!

Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia