quinta-feira, fevereiro 24, 2011
Pistola taser em prisão de Paços de Ferreira
Por causa deste vídeo, por causa da actuação, correcta, dos homens do GISP, anda tudo para aí em bolandas, sobretudo e daquilo que ouvi, afirmações que roçam a estupidez boçal, dos cus almofadados que nos gloriosos planos traçados nos gabinetes do ar condicionado não sabem nem sonham o que custa e comanda a vida.
Um senhor deputado, o tal que à sorrelfa sonegou os gravadores a jornalistas, numa atitude tipicamente Kadafiana, declarou «que é um atentado à dignidade humana», atentando à dignidade e à inteligência humana, é continuarem a permitir que o senhor seja deputado.
Uma outra criatura que ouvi, muito brevemente, que suponho seja da Amnistia Internacional ou de outra treta do género, vociferou a bom tom, contra a malandragem dos polícias, a esse enfiava-lhe um uniforme e deixava-o a servir como guarda prisional durante um dia, bastava.
Os comunas, como de costume, lá vieram com a lenga-lenga da repressão do costume. Resumindo, a começar pelo jornalismo de merda que temos, televisão incluída, chegamos à triste conclusão de que somos informados por uma cambada de imbecis, que se limite a cagar postas de pescada, sobre coisas das quais não faz a mais pálida ideia.
Aquilo que foi feito em Paços de Ferreira, foi o que era exigido, os meios adequados e o uso da força adequada a lidar com aquela criatura, tudo o resto são balelas imbecis de cretinos, aos quais o poder político desejoso de agradar para que se esqueçam as imbecilidades, vai logo dar crédito.
Parabéns à Directora do estabelecimento Prisional, parabéns ao pessoal do GISP, um trabalho muito bem feito e limpo, é para isto que lhes pagam, mal, é isto que devem fazer, um grande aplauso por uma excelente demonstração de método de trabalho e profissionalismo. A todos os lorpas que estão contra este trabalho, aprendam a ser gente e a viver no mundo de merda que ajudaram a criar.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, fevereiro 22, 2011
A «favelização» de Portugal
Onde é isto? Tunísia, praça Tahir no Cairo ou na Líbia? Em nenhum desses locais, ao que sabemos esta cena degradante digna da mais abjecta repulsa por parte de qualquer pessoa com o mínimo de decência e grau civilizacional, passa-se em Portugal, num daqueles subúrbios para onde se atirou a rapaziada que se deixou e deixa entrar neste país, por tudo e por nada sem qualquer crivo de qualidade.
Quando há uns dias o Juiz Mário Mendes falava do perigo de «favelização», era disto que estava a falar. Quando se vêem as notícias sobre incidentes deste tipo há sempre um denominador comum, os prevaricadores são uns anjos, alguns até cantam no coro da igreja lá da terra e os malandros dos polícias é que os agridem, só para se divertir!
Se há violência policial? Não duvido! Mas a maioria destes casos são respostas, proporcionais a actos e ofensas de todo o tipo a representantes da autoridade do Estado, que só pecam por serem, as mais das vezes demasiado brandas!
Tornando-se depois inconsequentes, porque na etapa seguinte, o poder judicial, desfaz todo o trabalho das polícias, recordam-se do tiroteio num bairro em Lisboa, sabem quantos dos intervenientes estão detidos, sabem quantas armas, das que se viram perfeitamente nas imagens, foram aprendidas? Não sabem?
Então eu respondo, ninguém está preso e as únicas armas aprendidas estavam legais, ou seja não era nenhuma daquelas que se viram nas imagens.
Este é o estado de impunidade em que vivemos e viveremos ainda situações piores com o prolongar e agudizar da já péssima situação económica, Acontece que todos precisamos de comer, quando falta, tratamos de arranjar, seja lá de que maneira for!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sábado, fevereiro 19, 2011
Limitação dos ordenados dos gestores públicos!
Ontem ouvi com alguma atenção a entrevista que Louça deu na RTP2, para tentar perceber se aquilo que eu pensava sobre a moção do BE, se revelaria correcto. Revelou-se efectivamente correcto, a moção do BE, é uma acção inconsequente, que se destina a contabilizar ganhos ideológicos no campo da esquerda, antecipando o PCP, que se deixa fintar, mais alcance não tendo que isso.
Claro que a moção do BE provou algumas coisas, provou que o PP é um saco de demagogia, a proposta estapafúrdia do seu líder, declarando que qualquer moção contra Sócrates deveria ser votada favoravelmente, revela-se como todos sabíamos uma falácia, um torpedo dos submarinos que comprou. Provou que o PSD efectivamente não quer derrubar já o PS, por isso apenas falaram os zés-ninguém dos laranjas, Mendes, Santana, Pacheco e outros números ocos, ninguém do núcleo duro do PSD, falou, pelo menos com aquele ódio e violência inusitada, como se a apresentação de uma moção de censura fosse privilégio só de alguns.
Numa outra nota interessante, PS e PSD votaram contra a limitação dos salários babilónicos dos gestores públicos, acusando a proposta de demagógica e populista, o oficce boy laranja para as questões económicas gritou até quase arrepelar os cabelos esgrimindo argumentos mancos, contra esta proposta.
Agora sinceramente, respondam a uma simples pergunta, se pudessem escolher o vosso local de emprego, se pudessem escolher o ordenado, o tipo de telemóvel, carro e cartão de crédito iriam utilizar, deixariam que alguém vos dissesse que agora haveria um limite?
Claro que não, ficariam irritados, votariam contra, gritariam até arrepelarem os cabelos usando todo o tipo de argumentos cretinos e imbecis, porque teriam de manter a teta a correr, não poderiam de forma alguma matar a vaca, por muito esquálida que ela esteja. Pois foi isso que fizeram PS e PSD, mais uma prova da sua igualha, afinal os administradores públicos, são à vez maioritariamente ora de um ora de outro partido, assegurando aqueles lugarzitos porreiraços, onde se continua a ter protagonismo, a aparecer nos almoços, nas jantaradas e nas bebedeiras colectivas, sacando o triplo da massa que se recebia quando se era apenas ministro e ou deputado e não tendo um terço das dores de cabeça, isto meus amigos é o cerne da questão, o resto são balelas, nós temos uma classe política que existe para se servir e não para servir, existe para esbanjar e desbaratar, tal e qual com dizia o outro na cantiga do tempo da outra senhora, « eles comem tudo, eles comem tudo e não deixam nada»!
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
Claro que a moção do BE provou algumas coisas, provou que o PP é um saco de demagogia, a proposta estapafúrdia do seu líder, declarando que qualquer moção contra Sócrates deveria ser votada favoravelmente, revela-se como todos sabíamos uma falácia, um torpedo dos submarinos que comprou. Provou que o PSD efectivamente não quer derrubar já o PS, por isso apenas falaram os zés-ninguém dos laranjas, Mendes, Santana, Pacheco e outros números ocos, ninguém do núcleo duro do PSD, falou, pelo menos com aquele ódio e violência inusitada, como se a apresentação de uma moção de censura fosse privilégio só de alguns.
Numa outra nota interessante, PS e PSD votaram contra a limitação dos salários babilónicos dos gestores públicos, acusando a proposta de demagógica e populista, o oficce boy laranja para as questões económicas gritou até quase arrepelar os cabelos esgrimindo argumentos mancos, contra esta proposta.
Agora sinceramente, respondam a uma simples pergunta, se pudessem escolher o vosso local de emprego, se pudessem escolher o ordenado, o tipo de telemóvel, carro e cartão de crédito iriam utilizar, deixariam que alguém vos dissesse que agora haveria um limite?
Claro que não, ficariam irritados, votariam contra, gritariam até arrepelarem os cabelos usando todo o tipo de argumentos cretinos e imbecis, porque teriam de manter a teta a correr, não poderiam de forma alguma matar a vaca, por muito esquálida que ela esteja. Pois foi isso que fizeram PS e PSD, mais uma prova da sua igualha, afinal os administradores públicos, são à vez maioritariamente ora de um ora de outro partido, assegurando aqueles lugarzitos porreiraços, onde se continua a ter protagonismo, a aparecer nos almoços, nas jantaradas e nas bebedeiras colectivas, sacando o triplo da massa que se recebia quando se era apenas ministro e ou deputado e não tendo um terço das dores de cabeça, isto meus amigos é o cerne da questão, o resto são balelas, nós temos uma classe política que existe para se servir e não para servir, existe para esbanjar e desbaratar, tal e qual com dizia o outro na cantiga do tempo da outra senhora, « eles comem tudo, eles comem tudo e não deixam nada»!
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, fevereiro 18, 2011
Demite-se o Secretário-geral dos sistemas de segurança interna
O objectivo, creio eu, era criar um núcleo de coordenação da Segurança Interna, à laia daquilo que existe em países civilizados e com reais preocupações com a segurança dos seus cidadãos, países que, claro está, estão a anos-luz, deste pardieiro de impunidade e de laxismo chamado Portugal.
Tradicionalmente, os governos de esquerda, são muito fraquinhos em termos de segurança interna e defesa, são pastas complicadas que precisam de gente competente e capaz, conhecedora dos meandros tortuosos, da aplicação de conceitos de segurança, adaptados aos tempos modernos. Nesse campo os governos oriundos da direita, tem apresentado melhores prestações, excepto nos últimos dois governos PSD-PP, em que a bitola foi, igualmente de um miserabilismo atroz.
Na sequência da procura por um modelo, leia-se inventar, o actual governo criou a figura do secretário-geral dos sistemas de segurança interna, investindo nessa qualidade o Juiz Conselheiro Mário Mendes, que apenas dois anos e meio depois bate com a porta e pede a exoneração, diz-se cansado e desiludido.
Numa entrevista à RTP, fala de factos concretos e da absoluta e completa falta de objectividade das políticas de segurança interna de Portugal. Não traz nada de novo, ou pelo menos nada que qualquer polícia de giro ou cidadão mais atento não saiba muito bem. O perigo de «favelização» de algumas áreas da cintura metropolitana de Lisboa, junte-se o mesmo problema no Porto, em Faro ou em Évora, onde nos bairros de mistela subsídio dependente fervem aspirações lícitas, obtidas por meios ilícitos.
A base disto tudo, assenta primordialmente nas questões sociais, este país é uma porcaria e os políticos uma Corja de incompetentes. Em segundo lugar, num modelo de desenvolvimento e ordenamento territorial estapafúrdio, com a criação dos chamados bairros sociais, para onde muitas vezes é atirada a ralé, locais geradores de focos de conflito bárbaro. Em terceiro lugar numa política de emigração imbecil, reparem que Portugal não consegue atrair emigrantes de qualidade e os que por cá passaram atirámo-los para as obras e para a limpeza a dias, a emigração que atraímos actualmente é essencialmente o rebotalho, a escumalha que ninguém quer e que vem engrossar as listas da subsídio dependência, infelizmente raros são os casos em que gente decente, honesta e trabalhadora escolhe esta cloaca para se estabelecer. Em quarto e último lugar a impunidade completa que reina nesta terra, produto de trinta anos de corrupção, que se estende até à administração da Justiça e à legislação, executada a pedido e para favorecer os do costume.
Percebo perfeitamente o desencanto com que o Juiz Mário Mendes abandona o seu cargo, vejo esse desencanto estampado na cara de cada agente da autoridade, manietado, por faltas de toda a ordem, por leis feitas por incompetentes, por uma criminalidade cada vez mais violenta e adaptada ao século XXI, combatida por polícias, que os políticos mantêm reféns do século XIX.
Veja a entrevista do juiz Mário Mendes aqui!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Tradicionalmente, os governos de esquerda, são muito fraquinhos em termos de segurança interna e defesa, são pastas complicadas que precisam de gente competente e capaz, conhecedora dos meandros tortuosos, da aplicação de conceitos de segurança, adaptados aos tempos modernos. Nesse campo os governos oriundos da direita, tem apresentado melhores prestações, excepto nos últimos dois governos PSD-PP, em que a bitola foi, igualmente de um miserabilismo atroz.
Na sequência da procura por um modelo, leia-se inventar, o actual governo criou a figura do secretário-geral dos sistemas de segurança interna, investindo nessa qualidade o Juiz Conselheiro Mário Mendes, que apenas dois anos e meio depois bate com a porta e pede a exoneração, diz-se cansado e desiludido.
Numa entrevista à RTP, fala de factos concretos e da absoluta e completa falta de objectividade das políticas de segurança interna de Portugal. Não traz nada de novo, ou pelo menos nada que qualquer polícia de giro ou cidadão mais atento não saiba muito bem. O perigo de «favelização» de algumas áreas da cintura metropolitana de Lisboa, junte-se o mesmo problema no Porto, em Faro ou em Évora, onde nos bairros de mistela subsídio dependente fervem aspirações lícitas, obtidas por meios ilícitos.
A base disto tudo, assenta primordialmente nas questões sociais, este país é uma porcaria e os políticos uma Corja de incompetentes. Em segundo lugar, num modelo de desenvolvimento e ordenamento territorial estapafúrdio, com a criação dos chamados bairros sociais, para onde muitas vezes é atirada a ralé, locais geradores de focos de conflito bárbaro. Em terceiro lugar numa política de emigração imbecil, reparem que Portugal não consegue atrair emigrantes de qualidade e os que por cá passaram atirámo-los para as obras e para a limpeza a dias, a emigração que atraímos actualmente é essencialmente o rebotalho, a escumalha que ninguém quer e que vem engrossar as listas da subsídio dependência, infelizmente raros são os casos em que gente decente, honesta e trabalhadora escolhe esta cloaca para se estabelecer. Em quarto e último lugar a impunidade completa que reina nesta terra, produto de trinta anos de corrupção, que se estende até à administração da Justiça e à legislação, executada a pedido e para favorecer os do costume.
Percebo perfeitamente o desencanto com que o Juiz Mário Mendes abandona o seu cargo, vejo esse desencanto estampado na cara de cada agente da autoridade, manietado, por faltas de toda a ordem, por leis feitas por incompetentes, por uma criminalidade cada vez mais violenta e adaptada ao século XXI, combatida por polícias, que os políticos mantêm reféns do século XIX.
Veja a entrevista do juiz Mário Mendes aqui!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, fevereiro 16, 2011
Que parva que sou!
Que parva que sou! Este tema dos Deolinda, arrisca-se a ficar como hino da geração do desencanto profundo, pelo menos, a música portuguesa contínua de quando em vez a brindar-nos com os encantos da intervenção, da preocupação social e da pura crítica social tão importante para abrir os olhos à malta.
Li num artigo de opinião que o tema talvez seja um exagero, tal como exagero, ainda segundo o mesmo artigo do JN, seja a opinião de Mariano Gago ao declarar que a música é incentivo ao abandono escolar e ao desprezar e desvalorizar a formação académica, isto num país que tem como heróis máximos os empurra bolas regiamente pagos e uns parolos que aparecem no ecrã televisioneiro em programelhos de oitava categoria.
A ênfase é dada aos jovens, a quem já se chamou mil euristas, geração X e mais não sei quantos epítetos mais ou menos parvos, se exageram ou não? Talvez, hiperbolizem uma situação cada vez mais aguda, do que vejo, percepção de um labrego de província, é que isto tudo falhou, e falhou porque desde 1986, ninguém se preocupou em realmente fazer nascer algo vagamente parecido com uma economia, farto-me de rir, quando oiço alguém pomposamente falar na «economia portuguesa», mas qual economia qual carapuça, Portugal lá tem economia!
Dos mais novos que eu, vejo os que optaram pelos técnico profissionais, entalados sem emprego obrigados a trabalhar por ordenados de miséria, os outros, os licenciados andam aí a saltar de estágio em estágio, migrando para Lisboa, para o Porto, para o estrangeiro, porque por aqui não arranjam nada. Só se safaram os que tiveram um golpe de sorte ou que são filhos, afilhados, primos ou tenham alguma boa relação com os poderosos.
Posso contar-vos a minha experiência, tenho a esta hora 41 anos e 4 meses, trabalho desde os 17, e nunca tive um contrato de trabalho estável, já passei por todo o tipo de contratos de trabalho, até sem contrato, sou licenciado, tenho um curso profissional, estou num mestrado, mais por carolice que por reais benefícios, falo e escrevo 5 línguas e já fiz um pouco de tudo, ganho muito menos de 1000 Euros! Que parvo que eu sou!
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
Li num artigo de opinião que o tema talvez seja um exagero, tal como exagero, ainda segundo o mesmo artigo do JN, seja a opinião de Mariano Gago ao declarar que a música é incentivo ao abandono escolar e ao desprezar e desvalorizar a formação académica, isto num país que tem como heróis máximos os empurra bolas regiamente pagos e uns parolos que aparecem no ecrã televisioneiro em programelhos de oitava categoria.
A ênfase é dada aos jovens, a quem já se chamou mil euristas, geração X e mais não sei quantos epítetos mais ou menos parvos, se exageram ou não? Talvez, hiperbolizem uma situação cada vez mais aguda, do que vejo, percepção de um labrego de província, é que isto tudo falhou, e falhou porque desde 1986, ninguém se preocupou em realmente fazer nascer algo vagamente parecido com uma economia, farto-me de rir, quando oiço alguém pomposamente falar na «economia portuguesa», mas qual economia qual carapuça, Portugal lá tem economia!
Dos mais novos que eu, vejo os que optaram pelos técnico profissionais, entalados sem emprego obrigados a trabalhar por ordenados de miséria, os outros, os licenciados andam aí a saltar de estágio em estágio, migrando para Lisboa, para o Porto, para o estrangeiro, porque por aqui não arranjam nada. Só se safaram os que tiveram um golpe de sorte ou que são filhos, afilhados, primos ou tenham alguma boa relação com os poderosos.
Posso contar-vos a minha experiência, tenho a esta hora 41 anos e 4 meses, trabalho desde os 17, e nunca tive um contrato de trabalho estável, já passei por todo o tipo de contratos de trabalho, até sem contrato, sou licenciado, tenho um curso profissional, estou num mestrado, mais por carolice que por reais benefícios, falo e escrevo 5 línguas e já fiz um pouco de tudo, ganho muito menos de 1000 Euros! Que parvo que eu sou!
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, fevereiro 14, 2011
Costa portuguesa sem radares!
Portugal, continua a marcar pontos, no ranking do disparate e da estupidez. A rede de radares que vigiam a costa portuguesa , estando há muito obsoleta e para lá de qualquer intervenção técnica salvadora foi desactivada e a nova rede (SIVICC), está para ser instalada, lá para Agosto, por isso a malta anda a desenrascar-se com uns radarzitos móveis, umas câmaras térmicas moveis e o topo da tecnologia de vigilância costeira, que são uns desgraçados mal pagos com uns binóculos a tiracolo fazendo de conta que se vigia alguma coisa, caso é para perguntar, então e os submarinos, esses fantásticos dissuasores, de invasões, pois aí ainda estamos pior, um veio e avariou logo o outro ainda está para chegar.
Portas, que se prepara para chegar ao governo novamente, talvez quem sabe para comprar um porta-aviões, isso sim um extraordinário meio de dissuasão, parece que já o estou a ver, comprado numa sucata em Nova Jérsia, excedente da Segunda Guerra Mundial, quase novo, o orgulho da Armada Lusitana, que se chamará obviamente NRP Cavaco Silva, será a glória da nossa marinha de guerra e a epítome da acção ministerial de Portas.
Deixando a brincadeira de lado, continuamos a brincar aos polícias e aos ladrões, a fingir que se faz alguma coisa, com os pobres diabos com ordenados miseráveis que andam nas forças policiais, sujeitos a todas as humilhações, pede-se a estes homens e mulheres que façam e desfaçam a trampa que outros criam, para depois andarmos neste estado de miserabilismo, e pensar que o Egipto está aqui tão perto!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Portas, que se prepara para chegar ao governo novamente, talvez quem sabe para comprar um porta-aviões, isso sim um extraordinário meio de dissuasão, parece que já o estou a ver, comprado numa sucata em Nova Jérsia, excedente da Segunda Guerra Mundial, quase novo, o orgulho da Armada Lusitana, que se chamará obviamente NRP Cavaco Silva, será a glória da nossa marinha de guerra e a epítome da acção ministerial de Portas.
Deixando a brincadeira de lado, continuamos a brincar aos polícias e aos ladrões, a fingir que se faz alguma coisa, com os pobres diabos com ordenados miseráveis que andam nas forças policiais, sujeitos a todas as humilhações, pede-se a estes homens e mulheres que façam e desfaçam a trampa que outros criam, para depois andarmos neste estado de miserabilismo, e pensar que o Egipto está aqui tão perto!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, fevereiro 11, 2011
O Palestiniano de António Salas

Acabei de ler o livro da fotografia aí de cima, «O Palestiniano» de um jornalista espanhol, que escreve com o pseudónimo de António Salas. É um relato extraordinário da visão do outro lado, a visão do mundo vista pelos olhos dos muçulmanos.
Para eles os bárbaros somos nós! Salas, já me tinha surpreendido com um outro trabalho «O Diário de um Skin», com este, superou mesmo as expectativas, admiro a capacidade camaleónica que tem de se transformar numa personagem de que necessita para fazer o seu trabalho. António Salas é um, bom exemplo para os pseudo-jornalistas merdosos que temos cá pelo burgo, presos pelos tomates quer à situação, quer a oposição, que sobem a pulso do beija cu dos políticos e nos entopem as televisões e jornais com pretensos trabalhos jornalísticos de merda. Não querendo ser nefasto e generalista com toda a profissão jornalística, existem felizmente excepções ao comezinho e lambe-botas panorama nacional, são poucos mas são bons, honra lhes seja feita.
Confesso que o livro de Salas me abriu mais os horizontes sobre os muçulmanos, continuo a desconfiar deles como desconfio de toda a gente que professe uma qualquer religião, devo dizer-te António Salas, que convivi de perto durante duas décadas com gente religiosa, eu era um deles, um infiltrado, e nunca vi tamanha corja de filhos de puta, os teus muçulmanos não serão diferentes, alias se uma coisa fiquei ciente e obtive a confirmação da suspeita que já tinha é que muçulmanos e cristão são muito mais iguais do que eles próprios imaginam.
Excelente livro, parabéns!
Podem comprar aqui, aqui ou aqui
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, fevereiro 09, 2011
Veto político presidencial!
Sua Excelência o senhor Presidente da República, resolveu finalmente deixar os tabus e os silêncios tumulares de lado para vetar politicamente um diploma do governo, e fê-lo na minha modestíssima opinião no pior dos momentos e pela mais mesquinha das razões.
Prova-se com este veto, que Sua Excelência o senhor Presidente da República, é uma pessoa algo rancorosa e muito pouco isento. Neste momento Sua Excelência o senhor Presidente da República, deveria pugnar pela defesa dos seus cidadãos eleitores e depois por todos os outros que apesar de não o obsequiarem com o seu voto têm o supremo azar de ter de viver neste país, ao não publicar este diploma Sua Excelência o senhor Presidente da República, revelou a sua falta de isenção, a sua falta de noção das reais dificuldades do povo e provou a sua forma algo enviesada de fazer política.
Da razão primordial para o veto político, quando poderia ter optado por um veto simples, invoca Sua Excelência o senhor Presidente da República, a preocupação com a segurança dos doentes, antecipando assim erros de medicação, acredito, que este é um argumento infeliz e muito fraquinho. Tão preocupado está Sua Excelência o senhor Presidente da República, com a segurança dos doentes portugueses, saberá por ventura Sua Excelência o senhor Presidente da República, que milhares de doentes não têm médico de família e têm inclusive de fazer cinquenta ou mais quilómetros para ir a um médico.
Sua Excelência o senhor Presidente da República, veta um diploma que ajudaria realmente os doentes, infelizmente Sua Excelência o senhor Presidente da República, cedeu à tentação da birra politiqueira, infelizmente Sua Excelência o senhor Presidente da República, vexado pelo governo, começa desde já a promover o seu derrube, que o faça, nada contra, agora que o faça lesando os meus interesses, aí acho uma atitude vergonhosa, típica da politiqueirece de baixo nível que temos em Portugal.
Deixo-vos apenas uma historieta emblemática do caos em que caiu a prescrição de medicamentos, depois não se queixem de espanto com as falcatruas, muitas que se continuam a fazer.
O meu filho teve uma gastroenterite, foi-lhe receitado um regulador da flora intestinal, na farmácia a minha mulher perguntou se não fazia o mesmo que um outro conhecido fármaco para o mesmo fim, neste caso o Ultralevur, o farmacêutico, disse que sim, a minha mulher perguntou qual era a diferença, o homem sorriu e disse, este que lhe foi prescrito, é de uma outra empresa, o princípio activo é em tudo idêntico, mas custa o dobro. Bingo estava descoberta a causa da prescrição, o senhor doutor quer ter a certeza que durante este ano terá acesso a dois ou três congressos em conhecidos pólos de investigação médica, situados curiosamente nas Caraíbas, na Tailândia ou nas Seychelles, locais que como toda a gente sabe, são regiões avançadíssimas em questões da medicina.
Sua Excelência o senhor Presidente da República, como já vem sendo hábito, teria tido melhor prestação se fosse comer um bolo-rei ou um pastelinho de Belém, mas de boca fechada, por causa das migalhas. E diz-se Vossa Excelência senhor Presidente da República, o Presidente de todos os portugueses!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Prova-se com este veto, que Sua Excelência o senhor Presidente da República, é uma pessoa algo rancorosa e muito pouco isento. Neste momento Sua Excelência o senhor Presidente da República, deveria pugnar pela defesa dos seus cidadãos eleitores e depois por todos os outros que apesar de não o obsequiarem com o seu voto têm o supremo azar de ter de viver neste país, ao não publicar este diploma Sua Excelência o senhor Presidente da República, revelou a sua falta de isenção, a sua falta de noção das reais dificuldades do povo e provou a sua forma algo enviesada de fazer política.
Da razão primordial para o veto político, quando poderia ter optado por um veto simples, invoca Sua Excelência o senhor Presidente da República, a preocupação com a segurança dos doentes, antecipando assim erros de medicação, acredito, que este é um argumento infeliz e muito fraquinho. Tão preocupado está Sua Excelência o senhor Presidente da República, com a segurança dos doentes portugueses, saberá por ventura Sua Excelência o senhor Presidente da República, que milhares de doentes não têm médico de família e têm inclusive de fazer cinquenta ou mais quilómetros para ir a um médico.
Sua Excelência o senhor Presidente da República, veta um diploma que ajudaria realmente os doentes, infelizmente Sua Excelência o senhor Presidente da República, cedeu à tentação da birra politiqueira, infelizmente Sua Excelência o senhor Presidente da República, vexado pelo governo, começa desde já a promover o seu derrube, que o faça, nada contra, agora que o faça lesando os meus interesses, aí acho uma atitude vergonhosa, típica da politiqueirece de baixo nível que temos em Portugal.
Deixo-vos apenas uma historieta emblemática do caos em que caiu a prescrição de medicamentos, depois não se queixem de espanto com as falcatruas, muitas que se continuam a fazer.
O meu filho teve uma gastroenterite, foi-lhe receitado um regulador da flora intestinal, na farmácia a minha mulher perguntou se não fazia o mesmo que um outro conhecido fármaco para o mesmo fim, neste caso o Ultralevur, o farmacêutico, disse que sim, a minha mulher perguntou qual era a diferença, o homem sorriu e disse, este que lhe foi prescrito, é de uma outra empresa, o princípio activo é em tudo idêntico, mas custa o dobro. Bingo estava descoberta a causa da prescrição, o senhor doutor quer ter a certeza que durante este ano terá acesso a dois ou três congressos em conhecidos pólos de investigação médica, situados curiosamente nas Caraíbas, na Tailândia ou nas Seychelles, locais que como toda a gente sabe, são regiões avançadíssimas em questões da medicina.
Sua Excelência o senhor Presidente da República, como já vem sendo hábito, teria tido melhor prestação se fosse comer um bolo-rei ou um pastelinho de Belém, mas de boca fechada, por causa das migalhas. E diz-se Vossa Excelência senhor Presidente da República, o Presidente de todos os portugueses!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, fevereiro 08, 2011
quarta-feira, fevereiro 02, 2011
SOS - Educação
Eu gostava realmente de perceber o que é que esta malta dos colégios privados quer, mas não consigo entender ou antes, até entendo, querem o mesmo que todos os outros, querem um subsídiozito para continuarem a folgar as costas, e quem paga, advinham logo que é o Zé Pagão do costume.
Nada contra os projectos educativos do sector privado, nada conta AEC’s, quer sejam equitação, golfe ou renda de Bilros, nada contra as escolas privadas suprirem as deficiências das escolas públicas, contribuindo para dar ensino onde ele não há, nada contra que essas escolas sejam pagas por esse serviço que afinal é público e compete, por enquanto, a este miserável Estado.
No entanto, quando o que se passa é mais uma descarada e despudorada caça a subsídio, em que o dinheiro dos meus impostos serve para andar a pagar colégios aos meninos bem, aí a coisa já me cheira a esturro. Os papás querem os filhos nos colégios e escolas privadas, muito bem, estou de acordo, estamos num país relativamente livre e democrático, pois então paguem para isso.
Os papás não querem os filhos misturados com a rataria da escola pública, acho uma imbecilidade, mas ainda assim, como estamos no tal país relativamente livre e democrático, lá engulo esse arrufo revanchista, pois então paguem para isso.
Os papás querem que os filhos cresçam com um exacerbado e bacoco sentido de classe social de elitismo cabotino, continuo de acordo, querem ter extracurriculares como; hipismo, golfe, matraquilhos, ponto cruz ou bilhar às três tabelas, muito bem completamente de acordo, pois então paguem por isso.
Que a escola privada faça um acordo de parceria em que se compromete a receber um determinado número de alunos, que não conseguem lugar na escolas públicas por não existirem escolas públicas na zona ou por nessas mesmas escolas não existir dotação para esses alunos e que advindo desse facto a instituição privada receba fundos que assegurem os custos do ensino desse determinado número de alunos contratualizado, acho inteiramente correcto.
Não aceito nem acho correcto que o dinheiro dos meus impostos seja desviado, para pagar as escolas privadas, quando a mim me pedem contribuições voluntárias, papel higiénico, garrafas de água e tudo o mais que necessitam na escola pública que a minha criança frequenta, acabo por pagar tudo, mesmo não tendo dinheiro para colocar a criança num colégio privado ajudo a pagar a mensalidade de alguém que seguramente ganha muito mais que eu, ora digam lá se isto não é a verdadeira justiça social a funcionar em pleno.
Ora vão mas é bardamerda!
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
Nada contra os projectos educativos do sector privado, nada conta AEC’s, quer sejam equitação, golfe ou renda de Bilros, nada contra as escolas privadas suprirem as deficiências das escolas públicas, contribuindo para dar ensino onde ele não há, nada contra que essas escolas sejam pagas por esse serviço que afinal é público e compete, por enquanto, a este miserável Estado.
No entanto, quando o que se passa é mais uma descarada e despudorada caça a subsídio, em que o dinheiro dos meus impostos serve para andar a pagar colégios aos meninos bem, aí a coisa já me cheira a esturro. Os papás querem os filhos nos colégios e escolas privadas, muito bem, estou de acordo, estamos num país relativamente livre e democrático, pois então paguem para isso.
Os papás não querem os filhos misturados com a rataria da escola pública, acho uma imbecilidade, mas ainda assim, como estamos no tal país relativamente livre e democrático, lá engulo esse arrufo revanchista, pois então paguem para isso.
Os papás querem que os filhos cresçam com um exacerbado e bacoco sentido de classe social de elitismo cabotino, continuo de acordo, querem ter extracurriculares como; hipismo, golfe, matraquilhos, ponto cruz ou bilhar às três tabelas, muito bem completamente de acordo, pois então paguem por isso.
Que a escola privada faça um acordo de parceria em que se compromete a receber um determinado número de alunos, que não conseguem lugar na escolas públicas por não existirem escolas públicas na zona ou por nessas mesmas escolas não existir dotação para esses alunos e que advindo desse facto a instituição privada receba fundos que assegurem os custos do ensino desse determinado número de alunos contratualizado, acho inteiramente correcto.
Não aceito nem acho correcto que o dinheiro dos meus impostos seja desviado, para pagar as escolas privadas, quando a mim me pedem contribuições voluntárias, papel higiénico, garrafas de água e tudo o mais que necessitam na escola pública que a minha criança frequenta, acabo por pagar tudo, mesmo não tendo dinheiro para colocar a criança num colégio privado ajudo a pagar a mensalidade de alguém que seguramente ganha muito mais que eu, ora digam lá se isto não é a verdadeira justiça social a funcionar em pleno.
Ora vão mas é bardamerda!
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, janeiro 25, 2011
Abutres Reportagem de Rui Araújo para a TVI
A TVI, está novamente de parabéns por dar o conhecimento do povaréu ignorante, a chocante realidade da bandalheira que grassa neste país, não é a primeira vez que tal facto acontece, o que é ressalvar e dar os parabéns à TVI, por um bom trabalho de jornalismo de investigação.
O jornalista Rui Araújo, homem já experimentado nestas andanças, revela aos portugueses a realidade de um país de corruptos, de gatunos, de vigaristas e de bandalhos, que se ocupam a lapidar os dinheiros públicos sem mais aquela.
Esta extraordinária reportagem é emblemática do estado da Nação, um país podre, velhaco e em que a classe dirigente vive do esburgar descarado aos desgraçados que trabalham e sustentam esta parafernália de sanguessugas.
O jornalista Rui Araújo, homem já experimentado nestas andanças, revela aos portugueses a realidade de um país de corruptos, de gatunos, de vigaristas e de bandalhos, que se ocupam a lapidar os dinheiros públicos sem mais aquela.
Esta extraordinária reportagem é emblemática do estado da Nação, um país podre, velhaco e em que a classe dirigente vive do esburgar descarado aos desgraçados que trabalham e sustentam esta parafernália de sanguessugas.
segunda-feira, janeiro 24, 2011
Resultados Presidenciais 2011
Terminou a pepineira da eleição presidencial, como era previsível, Cavaco Silva foi reeleito, para mal dos nossos pecados, portanto tudo como antes. Foi o culminar de um processo eleitoral frouxo e amplamente desprezado pelos portugueses.
Analisado friamente, quanto a perdedores e ganhadores, começo por dizer que quem mais perdeu foi mais uma vez, como sempre, o povo de Portugal, que mostrou claramente, novamente, não ser possuidor de absolutamente nenhum tipo de consciência política. De seguida o grande derrotado, foi Alegre, a sua colagem ao PS foi determinante para a sua derrota, não poderia repetir o sucesso da sua anterior candidatura espontânea, e Alegre teve disso plena consciência, porque o Alegre deste acto eleitoral não foi o mesmo Alegre do anterior.
A candidatura de Francisco Lopes, foi outro desaire, mais um, mais valia ter pegado no dinheiro esturricado em cartazes e comícios e dá-lo aos trabalhadores, isso sim seria colocar em prática os ideais comunistas, ao invés, levar mais uma trepa colossal, e vir como costume dizer patranhas e cantar vitória, é uma cassete já vista e revista, típica dos amantes da foice e do martelo, muitas vitórias como esta e arriscam-se a fazer companhia ao CDS e a partilhar um táxi.
Do lado ganhador, destaco um sentimento a que chamarei, desencanto, apenas para ser simpático e não usar palavrões logo pela manhã, esse desencanto, encontra-se expresso, nos 53% de abstenção, nos votos brancos e nulos que montam a 277 mil eleitores, o que significa que grosso modo, ressalvando que os portugueses residentes no estrangeiro também puderam votar para a eleição do presidente da república, dos 9 milhões de potenciais votantes apenas 4 milhões foram às urnas depositar o seu voto, numa crudelíssima manifestação de fastio para com a miseranda classe política.
José Manuel Coelho, foi o maior dos ganhadores, quase 200 mil votantes, mais uma nota de irreverência e de protesto contra o miserabilismo político, contra a mediocridade governante, contra a indigência intelectual e contra a despudorada e vergonhosa falta de vergonha e vigarice dos nossos políticos. Coelho é sem dúvida o maior dos vencedores, sem máquina política, sem assessores, sem estadão, consegue assumir-se como voz da discórdia.
Nobre e Moura, foram igualmente vencedores, venceram porque o dúplice propósito a que se comprometeram, roubar votos a Alegre, se cumpriu, conseguiram fragmentar a resposta de uma esquerda esfrangalhada e desnorteada, alimentando e engrossando as fileiras dos votadores de Cavaco, por isso e apenas por isso se justifica a sua inclusão no lado dos vencedores.
Resumindo, os pontos positivos desta trapalhada eleitoral, são dois, o primeiro foi perceber que Cavaco afinal não é assim tão impoluto, e que afinal também tem o nome ligado, efectivamente, não são conjecturas são factos, a alguns actos menos próprios de alguém que se diz tão isento e cumpridor, perdoou-se ao homem, afinal é português. O outro aspecto positivo, que deveria ser analisado pelos predilectos e sapientes políticos, é de que o povo se está literalmente nas tintas, para eles, numa atitude que resumida numa palavra poderá ser «bardamerda».
Os pontos negativos, começam pela CNE, é uma lamentável prestação, muita confusão, amadorismo e um incompreensível silêncio. A eleição efectiva de Cavaco é outro ponto negro e negativo, esperam-nos mais 5 anos de miserabilismo, por fim o acto em si, a falta de discussão deste modelo político, continuo a insistir, Portugal não tem recursos para sustentar esta camarilha, esta corja toda de politiqueiros, assessores, casas civis e militares, motoristas e secretárias, urje optar por um sistema de governação mais económico, mas claro que disso ninguém fala!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Analisado friamente, quanto a perdedores e ganhadores, começo por dizer que quem mais perdeu foi mais uma vez, como sempre, o povo de Portugal, que mostrou claramente, novamente, não ser possuidor de absolutamente nenhum tipo de consciência política. De seguida o grande derrotado, foi Alegre, a sua colagem ao PS foi determinante para a sua derrota, não poderia repetir o sucesso da sua anterior candidatura espontânea, e Alegre teve disso plena consciência, porque o Alegre deste acto eleitoral não foi o mesmo Alegre do anterior.
A candidatura de Francisco Lopes, foi outro desaire, mais um, mais valia ter pegado no dinheiro esturricado em cartazes e comícios e dá-lo aos trabalhadores, isso sim seria colocar em prática os ideais comunistas, ao invés, levar mais uma trepa colossal, e vir como costume dizer patranhas e cantar vitória, é uma cassete já vista e revista, típica dos amantes da foice e do martelo, muitas vitórias como esta e arriscam-se a fazer companhia ao CDS e a partilhar um táxi.
Do lado ganhador, destaco um sentimento a que chamarei, desencanto, apenas para ser simpático e não usar palavrões logo pela manhã, esse desencanto, encontra-se expresso, nos 53% de abstenção, nos votos brancos e nulos que montam a 277 mil eleitores, o que significa que grosso modo, ressalvando que os portugueses residentes no estrangeiro também puderam votar para a eleição do presidente da república, dos 9 milhões de potenciais votantes apenas 4 milhões foram às urnas depositar o seu voto, numa crudelíssima manifestação de fastio para com a miseranda classe política.
José Manuel Coelho, foi o maior dos ganhadores, quase 200 mil votantes, mais uma nota de irreverência e de protesto contra o miserabilismo político, contra a mediocridade governante, contra a indigência intelectual e contra a despudorada e vergonhosa falta de vergonha e vigarice dos nossos políticos. Coelho é sem dúvida o maior dos vencedores, sem máquina política, sem assessores, sem estadão, consegue assumir-se como voz da discórdia.
Nobre e Moura, foram igualmente vencedores, venceram porque o dúplice propósito a que se comprometeram, roubar votos a Alegre, se cumpriu, conseguiram fragmentar a resposta de uma esquerda esfrangalhada e desnorteada, alimentando e engrossando as fileiras dos votadores de Cavaco, por isso e apenas por isso se justifica a sua inclusão no lado dos vencedores.
Resumindo, os pontos positivos desta trapalhada eleitoral, são dois, o primeiro foi perceber que Cavaco afinal não é assim tão impoluto, e que afinal também tem o nome ligado, efectivamente, não são conjecturas são factos, a alguns actos menos próprios de alguém que se diz tão isento e cumpridor, perdoou-se ao homem, afinal é português. O outro aspecto positivo, que deveria ser analisado pelos predilectos e sapientes políticos, é de que o povo se está literalmente nas tintas, para eles, numa atitude que resumida numa palavra poderá ser «bardamerda».
Os pontos negativos, começam pela CNE, é uma lamentável prestação, muita confusão, amadorismo e um incompreensível silêncio. A eleição efectiva de Cavaco é outro ponto negro e negativo, esperam-nos mais 5 anos de miserabilismo, por fim o acto em si, a falta de discussão deste modelo político, continuo a insistir, Portugal não tem recursos para sustentar esta camarilha, esta corja toda de politiqueiros, assessores, casas civis e militares, motoristas e secretárias, urje optar por um sistema de governação mais económico, mas claro que disso ninguém fala!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, janeiro 21, 2011
Espectáculo de Solidariedade
quarta-feira, janeiro 19, 2011
Coelho ao Poleiro
Por ser o único candidato genuíno, por não ser mais um representante da classe do rebotalho político que tem vigarizado este país. VOTA COELHO!
Belém precisa de um candidato honesto, o Coelho é honesto, é do povo, será um grande Presidente, por isso VOTA COELHO!
Visita o site do Coelho!
Nem mais um alegre cavaco,
nem um nobre defensor,
se queres sair do buraco,
sem temor,
vota Coelho!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, janeiro 18, 2011
Novo Zodíaco
sexta-feira, janeiro 14, 2011
Baixar salários é um tipo de competitividade que não é próprio de países europeus!
"Baixar salários é um tipo de competitividade que não é próprio de países europeus...», declarou o comissário europeu Joaquín Almunía à entrada da audição da comissão parlamentar de Assuntos Económicos.
Almunia tocou no cerne da questão, uma questão que algumas pessoas, infelizmente poucas, colocam a diversos níveis e há pelo menos duas décadas, tentando perceber o que é que os sapientes governantes que temos tido andam a pensar desta problemática, dado que pouco temos evoluído.
O senhor dos alertas o experiente e sapiente actual Presidente da República, putativo candidato ao poleiro presidencial, e é seguro dize-lo, próximo Presidente da República, foi dos que à boca cheia propalou esta política dos baixos salários, praticante acérrimo da mesma enquanto primeiro-ministro esqueceu-se de preparar o país com bases económicas, com educação e formação dos seus cidadãos, para que estes se tornassem mais produtivos, preparando uma estrutura produtiva competitiva, com meios para alcançar novos mercados. Mas não, Cavaco apenas lançou as bases, da falcatrua na agricultura, da falcatrua nos esquemas de formação profissional, do alcatroamento do país, da ladroagem da construção civil, que descambou nisto que agora vivemos, a sua autoproclamada clarividência, não lhe deu para prever que as novas tecnologias e o consequente investimento nessas áreas seriam um sector estratégico de capital importância, não, o sapiente, inteligente, preclaro e quase místico Cavaco montou este país à laia de uma qualquer república das bananas sul-americana em plena Europa.
No seu rasto seguiram todos os outros que atrás dele vieram, rosas e laranjas e rosas outra vez, limitaram-se a camuflar as más políticas imbecis do primeiro quadro comunitário, agora que estamos quase no fim do terceiro quadro comunitário, em plena crise, com mais países aferrados ao bolo e com os europeus do norte civilizado e organizado fartos de engordarem os gordurosos patos bravos das bandalhocracias do sul, agora, aparecem todos os magos, todos os alertas, todas as frases feitas que apenas revelam uma coisa, a miserável qualidade do rebotalho que nos tem desgovernado. Mas nós realmente merecemos estes ineptos, porque a cada oportunidade corremos a elege-los para os seus poleiros dourados. País de trampa este!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
P.S. VOTA COELHO O CANDIDATO GENUÍNO
Almunia tocou no cerne da questão, uma questão que algumas pessoas, infelizmente poucas, colocam a diversos níveis e há pelo menos duas décadas, tentando perceber o que é que os sapientes governantes que temos tido andam a pensar desta problemática, dado que pouco temos evoluído.
O senhor dos alertas o experiente e sapiente actual Presidente da República, putativo candidato ao poleiro presidencial, e é seguro dize-lo, próximo Presidente da República, foi dos que à boca cheia propalou esta política dos baixos salários, praticante acérrimo da mesma enquanto primeiro-ministro esqueceu-se de preparar o país com bases económicas, com educação e formação dos seus cidadãos, para que estes se tornassem mais produtivos, preparando uma estrutura produtiva competitiva, com meios para alcançar novos mercados. Mas não, Cavaco apenas lançou as bases, da falcatrua na agricultura, da falcatrua nos esquemas de formação profissional, do alcatroamento do país, da ladroagem da construção civil, que descambou nisto que agora vivemos, a sua autoproclamada clarividência, não lhe deu para prever que as novas tecnologias e o consequente investimento nessas áreas seriam um sector estratégico de capital importância, não, o sapiente, inteligente, preclaro e quase místico Cavaco montou este país à laia de uma qualquer república das bananas sul-americana em plena Europa.
No seu rasto seguiram todos os outros que atrás dele vieram, rosas e laranjas e rosas outra vez, limitaram-se a camuflar as más políticas imbecis do primeiro quadro comunitário, agora que estamos quase no fim do terceiro quadro comunitário, em plena crise, com mais países aferrados ao bolo e com os europeus do norte civilizado e organizado fartos de engordarem os gordurosos patos bravos das bandalhocracias do sul, agora, aparecem todos os magos, todos os alertas, todas as frases feitas que apenas revelam uma coisa, a miserável qualidade do rebotalho que nos tem desgovernado. Mas nós realmente merecemos estes ineptos, porque a cada oportunidade corremos a elege-los para os seus poleiros dourados. País de trampa este!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
P.S. VOTA COELHO O CANDIDATO GENUÍNO
segunda-feira, janeiro 10, 2011
Faleceu Vitor Alves
Passos Coelho e o fracasso político!
O líder do PSD, Passos Coelho, disse um destes dias e cito; «… a entrada do FMI em Portugal significa o fracasso político do governo…». Devo esclarecer que o líder do PSD, está certo em metade da afirmação, a saber, realmente a entrada do FMI neste quase estado falhado chamado Portugal é efectivamente um cataclísmico fracasso político, porém não se trata de um mero fracasso que se possa assacar apenas e tão-somente ao actual governo, isso é simplista em demasia, isso é demagógico e é mentira, porque este é um fracasso político com várias caras.
Desde logo toda a súcia que tem «desgovernado» este país de 1986 para diante, todos os cavalheiros de sagaz argúcia, que lançam muitos alertas, que fogem aos seus deveres, que fazem da política uma profissão, que mais se servem da coisa publica do que servem. Não valerá muito a pena citar nomes, porque são muitos, a Corja é grande e gorda, mas apenas para citar os mais relevantes, Cavaco, Guterres, Barroso, Santana e o actual Sócrates.
E estes são apenas os cabecilhas da quadrilha, abaixo deles, aparece todo o tipo de ineptos regiamente pagos a quem poderemos brindar com a paternidade deste fracasso político de que fala o actual líder do PSD, futuro continuador do fracasso político. Estes são os verdadeiros culpados, não são porém os únicos, às oposições apontam-se também culpas, porque omitiram sempre questões essenciais, o excesso de deputados, que até ajuda, o modelo de governo, que satisfaz as elites dos partidelhos vários que assim vão arranjando uns poleirinhos catitas, a coisa vergonhosa chamada Lei de Financiamento dos Partidos, entre outras pérolas da governação lusitana que ajudam ao fracasso.
Uma parte do fracasso político, poderá também ser atribuído à Europa, à falta de solidariedade nesta Europa que se diz «Unida», mas que na realidade é falha de união, fracasso porque lhe faltaram os mecanismos que controlassem de forma eficaz estas «repúblicas das bananas» europeias como Portugal, mecanismos de controlo e de intervenção, que pudessem ter obstado à actual situação extrema.
Temos pois que o líder do PSD acerta em parte com a questão, falha apenas ao sacudir água do capote, no que toca à participação do seu partido, intimamente responsável pelo actual estado de coisas. Tal como Cavaco, recordo ainda os tempos em que se dizia que Portugal era um modelo de aluno aplicado, já nessa altura eu disse que isso era uma falácia, prova-se hoje que quem tinha razão era eu e não Cavaco, mas como eu, muitos outros, poucos, infelizmente poucos, alertavam a maralha para o que aí vinha, ninguém dá ouvidos a um labrego de província como eu, mas aí está a conjuntura a provar que o fracasso estava já a ser delineado nesses tempos do Oásis, pena é que os camelos sejam sempre os mesmos!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Desde logo toda a súcia que tem «desgovernado» este país de 1986 para diante, todos os cavalheiros de sagaz argúcia, que lançam muitos alertas, que fogem aos seus deveres, que fazem da política uma profissão, que mais se servem da coisa publica do que servem. Não valerá muito a pena citar nomes, porque são muitos, a Corja é grande e gorda, mas apenas para citar os mais relevantes, Cavaco, Guterres, Barroso, Santana e o actual Sócrates.
E estes são apenas os cabecilhas da quadrilha, abaixo deles, aparece todo o tipo de ineptos regiamente pagos a quem poderemos brindar com a paternidade deste fracasso político de que fala o actual líder do PSD, futuro continuador do fracasso político. Estes são os verdadeiros culpados, não são porém os únicos, às oposições apontam-se também culpas, porque omitiram sempre questões essenciais, o excesso de deputados, que até ajuda, o modelo de governo, que satisfaz as elites dos partidelhos vários que assim vão arranjando uns poleirinhos catitas, a coisa vergonhosa chamada Lei de Financiamento dos Partidos, entre outras pérolas da governação lusitana que ajudam ao fracasso.
Uma parte do fracasso político, poderá também ser atribuído à Europa, à falta de solidariedade nesta Europa que se diz «Unida», mas que na realidade é falha de união, fracasso porque lhe faltaram os mecanismos que controlassem de forma eficaz estas «repúblicas das bananas» europeias como Portugal, mecanismos de controlo e de intervenção, que pudessem ter obstado à actual situação extrema.
Temos pois que o líder do PSD acerta em parte com a questão, falha apenas ao sacudir água do capote, no que toca à participação do seu partido, intimamente responsável pelo actual estado de coisas. Tal como Cavaco, recordo ainda os tempos em que se dizia que Portugal era um modelo de aluno aplicado, já nessa altura eu disse que isso era uma falácia, prova-se hoje que quem tinha razão era eu e não Cavaco, mas como eu, muitos outros, poucos, infelizmente poucos, alertavam a maralha para o que aí vinha, ninguém dá ouvidos a um labrego de província como eu, mas aí está a conjuntura a provar que o fracasso estava já a ser delineado nesses tempos do Oásis, pena é que os camelos sejam sempre os mesmos!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, janeiro 07, 2011
Mais um cavaco no BPN!
O caso BPN como era previsível espoletou uma série de explosões mais ou menos cretinas que apanham os putativos candidatos ao poleiro presidencial, para as margens da dúbia moralidade. No entanto não se pode crucificar Cavaco por ter comprado acções aos amiguinhos do BPN e da SLN, afinal aquele era um banco dos seus, um banco do PSD, onde pontuavam as figuras gradas da época afectas maioritariamente aos laranjas, mas também e isso ainda falta vir a lume aos camaradas do PS.
Daí a tentar colar Cavaco às falcatruíces do BPN é um passo arrojado, Cavaco é muito pouco temerário para entrar em esquemas, e a honestidade até ver, é sem dúvida um dos atributos que tem, muito honestamente não acredito que Cavaco tenha participado em nenhum esquema fraudulento. A única coisa que se lhe pode apontar, será eventualmente dizer-lhe que afinal toda a sua sapiência e experiência valem muito pouco porque o BPN, enganam meio mundo, a bem dizer nas barbas do tipo que diz que é muito experiente e sabedor, deixa portanto muito a desejar este candidato experiente e sapiente.
Da mesma forma que tentar arrastar Alegre para a lama por causa de um textozito de publicidade, não me parece muito honesto e isso vindo pela voz de um senhora deputada de um partido que, o CDS, que se enlameou no caso Portucale, nos submarinos e noutros que ainda se irão descobrir.
S e algo de bom advêm do caso do BPN é que hoje começa-se a perceber, porque é que o governo de Sócrates, se apressou a ir «salvar» o BPN, precisamente porque anda muito companheiro e muito camarada com o rabo lá preso, daí a pressa em tapar a trampa.
A campanha presidencial é uma estopada monumental, em que vai ganhar por margem mínima o menos incapaz, deixo-vos com uma excelente tirada do imortal António Sérgio que escrevendo ao amigo Raul Proença a propósito do seu descrédito na I República, notem que de então para cá bem pouco mudou! Dizia então António Sérgio.
«Temo bem que sem tirania não será possível meter na organização um país em que o governo, as classes dirigentes, são uma súcia de bandidos, charlatães e parasitas como entre nós».
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Daí a tentar colar Cavaco às falcatruíces do BPN é um passo arrojado, Cavaco é muito pouco temerário para entrar em esquemas, e a honestidade até ver, é sem dúvida um dos atributos que tem, muito honestamente não acredito que Cavaco tenha participado em nenhum esquema fraudulento. A única coisa que se lhe pode apontar, será eventualmente dizer-lhe que afinal toda a sua sapiência e experiência valem muito pouco porque o BPN, enganam meio mundo, a bem dizer nas barbas do tipo que diz que é muito experiente e sabedor, deixa portanto muito a desejar este candidato experiente e sapiente.
Da mesma forma que tentar arrastar Alegre para a lama por causa de um textozito de publicidade, não me parece muito honesto e isso vindo pela voz de um senhora deputada de um partido que, o CDS, que se enlameou no caso Portucale, nos submarinos e noutros que ainda se irão descobrir.
S e algo de bom advêm do caso do BPN é que hoje começa-se a perceber, porque é que o governo de Sócrates, se apressou a ir «salvar» o BPN, precisamente porque anda muito companheiro e muito camarada com o rabo lá preso, daí a pressa em tapar a trampa.
A campanha presidencial é uma estopada monumental, em que vai ganhar por margem mínima o menos incapaz, deixo-vos com uma excelente tirada do imortal António Sérgio que escrevendo ao amigo Raul Proença a propósito do seu descrédito na I República, notem que de então para cá bem pouco mudou! Dizia então António Sérgio.
«Temo bem que sem tirania não será possível meter na organização um país em que o governo, as classes dirigentes, são uma súcia de bandidos, charlatães e parasitas como entre nós».
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, janeiro 05, 2011
Malangatana!

Faleceu o grande pintor Moçambicano Malangatana! Desaparece mais um excelente homem, um homem bom, um homem grande em todos os sentidos. Um notável da cultura, um amigo de Portugal, que guardava no coração.
Que pena quando desaparecem homens desta grandeza simples que os faz extravasar a sua própria pequenez de simples homens, não é só a Arte que perde um dos seus melhores, não é só Moçambique que perde um dos seus grandes embaixadores, é a humanidaded que perde um dos seus nomes grandes. Que descanse em paz!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, janeiro 03, 2011
Coelho ao Poleiro

Desejo-vos um bom ano de 2011, se tal for possível! Segui com alguma atenção os debates frouxos, fraquinhos mesmo débeis, tidos entre os vários candidatos à presidência da república, creio que essa visão dantesca deveria ter sido suficiente para que os eventuais eleitores se decidam a não votar, ignorando essa facécia parola ou a exercer o seu direito, inócuo, de votar, colocando na urna um boletim mais branco que a cal da parede.
Confesso que nenhum dos candidatos me agrada. Se Cavaco é um enjoo, Alegre não se presta a melhor, dos outros mais vale nem falar porque não vale a pena perder tempo com insignificâncias, até porque está claro como a água, que o povaréu irá recolocar Cavaco no poleiro, para que este possa continuar o seu trabalho de esfinge política, que nunca se compromete com nada, além disso Passos Coelho precisa dessa alavanca em Belém, para continuar a política de Sócrates.
Achei de muito mau gosto a referência de Alegre sobre a ficha que Cavaco preencheu, ainda no tempo da outra senhora, declarando que era bom rapaz e não estava comprometido com politiquices esquerdelhas. Cavaco fez o que todos os bons rapazes da altura fizeram, rapazes que nunca se comprometem, os cinzentões que afinal singram, porque precisamente, nunca se declaram contra nada nem a favor de coisa alguma, Cavaco é um desses, a única coisa que se lhe poderá eventualmente apontar é que não foi, não pode e ou não quis ser corajoso o suficiente para lutar contra a ditadura, mas isso já todos sabíamos, já as suas ligações às negociatas do BPN são outra história, e não são contas deste rosário.
Temos pois a difícil decisão de escolher dentro de um lote de miserabilismo o próximo rendeiro de Belém, por mim opto pelo candidato madeirense José Manuel Coelho que é deputado na Assembleia Regional da Madeira onde tem protagonizado algumas das mais extraordinários e imaginativas críticas à labregocracia da ilhota. É sem dúvida o melhor candidato para nos representar, por conseguinte, “Coelho ao poleiro” .
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, dezembro 24, 2010
quarta-feira, dezembro 15, 2010
Carlos Pinto Coelho

Faleceu o grande homem da cultura Carlos Pinto Coelho, esta quarta-feira, aos 66 anos, vítima de ataque cardíaco, adiantou fonte da RTP. Depois da pulhice de terem acabado com o único programa com qualidade que passava na RTP, agora foi o coração que traiu essa figura extraordinária da cultura, acontece que sempre admirei esse homem e a sua postura e trabalho.
Os meus sinceros sentimentos à família, Portugal perde um homem notável, fica ainda mais pobre esta terra de imbecis.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, dezembro 13, 2010
Porugal da impunidade
Portugal vive mais um dos seus costumeiros maus momentos, ao longo destes quase novecentos anos que levamos como país, a nossa história tem sido particularmente pródiga em broncas, burrices e barracadas, actualmente vivemos um desses períodos.
A juntar à sacrossanta crise, junta-se a impunidade. Os vigaristas, os ladrões, os galfarros, os pilha-galinhas, os assassinos e todo género de ineptos bandalhos vivem na maior das impunidades, este país poderia até trocar de nome, passar a ser conhecido como Bandalhal ao invés de Portugal, porque é nisto que estamos realmente transformados, numa das mais ruinosas e despesistas bandalheiras do hemisfério ocidental.
A impunidade é tanta que os ladrões já nem se dão ao trabalho de tapar o rosto, longe vão os tempos dos bandos de facínoras de cara tapada. A impunidade é tanta, que os ladrões já nem se dão ao trabalho de roubar de noite, agora rouba-se a qualquer hora, ou seja a roubalheira já não tem horário, é uma actividade liberal como outra qualquer, em calhando, alguns até descontam para a segurança social.
A impunidade é tanta, que os bandalhos do colarinho branco, e é vê-los todos os dias ufanos e velidos, nos ecrãs televisivos arreados de belas fatiotas de seda e gravatas da mesma igualha, todos ostentando o sobre título do Doutor, não havendo porém notícia de se terem doutorado em coisa nenhum, alguns nem curso superior possuem, apenas têm um dom, sabem desviar, sem roubar, sabem apropriar-se sem sonegar, sabem encher as algibeiras sem esburgar, pior sabem perfeitamente aproveitar as malhas largas das leis que eles mesmos aprovaram, para nunca serem postos à sombra.
A impunidade, com que neste país se rouba mata e esfola, é uma vergonha para um suposto estado de direito, é uma vergonha para uma democracia parlamentar, bem pode o senhor ministro da Administração Interna, gritar aos lobos, alardeando esta ou aquela medida salobra e ineficaz. Portugal é um antro de bandalhos, Portugal é um país à deriva, onde não há Justiça!
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
A juntar à sacrossanta crise, junta-se a impunidade. Os vigaristas, os ladrões, os galfarros, os pilha-galinhas, os assassinos e todo género de ineptos bandalhos vivem na maior das impunidades, este país poderia até trocar de nome, passar a ser conhecido como Bandalhal ao invés de Portugal, porque é nisto que estamos realmente transformados, numa das mais ruinosas e despesistas bandalheiras do hemisfério ocidental.
A impunidade é tanta que os ladrões já nem se dão ao trabalho de tapar o rosto, longe vão os tempos dos bandos de facínoras de cara tapada. A impunidade é tanta, que os ladrões já nem se dão ao trabalho de roubar de noite, agora rouba-se a qualquer hora, ou seja a roubalheira já não tem horário, é uma actividade liberal como outra qualquer, em calhando, alguns até descontam para a segurança social.
A impunidade é tanta, que os bandalhos do colarinho branco, e é vê-los todos os dias ufanos e velidos, nos ecrãs televisivos arreados de belas fatiotas de seda e gravatas da mesma igualha, todos ostentando o sobre título do Doutor, não havendo porém notícia de se terem doutorado em coisa nenhum, alguns nem curso superior possuem, apenas têm um dom, sabem desviar, sem roubar, sabem apropriar-se sem sonegar, sabem encher as algibeiras sem esburgar, pior sabem perfeitamente aproveitar as malhas largas das leis que eles mesmos aprovaram, para nunca serem postos à sombra.
A impunidade, com que neste país se rouba mata e esfola, é uma vergonha para um suposto estado de direito, é uma vergonha para uma democracia parlamentar, bem pode o senhor ministro da Administração Interna, gritar aos lobos, alardeando esta ou aquela medida salobra e ineficaz. Portugal é um antro de bandalhos, Portugal é um país à deriva, onde não há Justiça!
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, dezembro 07, 2010
Uma aventura no Centro de Saúde de Almeirim
Hoje enviei este mail a reclamar, para o ministério da saúde, porque cada vez que vou ao Centro de Saúde de Almeirim, é um filme, quele local é um tratado de más práticas, inépcia e falta de profissionalismo.
Quase de certeza que esta reclamação não dará em nada, ainda assim, reclamei, vou voltar a marcar a consulta para ver o que irá acontecer, seguramente mais uma anedota parecida com esta, numa outra aventura no Centro de Saúde de Almeirim.
Exmos. srs.
No dia 24 de Novembro de 2010, tinha uma consulta agendada para a médica de família, consulta marcada através do programa eAgenda, como coincidiu com a greve, fiquei sem consulta. Voltei a marcar nova consulta utilizando o mesmo procedimento, a mesma foi agendada para hoje dia 7 de Dezembro de 2010, com o número 497-0300 no Centro de Saúde de Almeirim.
Chegado ao dito Centro de Saúde, a funcionário informa-me que; ...a sra. doutora não está e se eu quizer posso ir às 14.00h ao atendimento complementar para ver se sou atendido...
É uma vergonha, isto não é saúde, isto é algo saído de uma novela de Kafka. Estou indignado com este tratamente reles dispensado a um utente desta coisa chamada Serviço Nacional de Saúde. Ainda solicitei o livro de reclamações, fui enviado para a sala da telefonista e daí para uma sala onde após cumprimentar as duas senhoras presentes, que continuaram na sua atarefada diligência, não dispensando sequer um segundo em perguntar o que me levava à sua excelsa presença, voltei costas vencido pela inépcia deste sistema de burocracias bacocas.
Assim sendo, desejo reclamar contra este estado de indigência intelectual, o serviço eAgenda, poderá estar muito bem concebido no caso presente não serve para nada, mais valia ter ido às 4 ou 5 da manhã apanhar vez ao frio e à chuva, o resultado seria idêntico. É impressionante a falta de sensibilidade, sensatez e profissionalismo desta coisa chamada saúde.
Voltarei a marcar nova consulta, voltarei a reclamar quase de certeza.
Cordialmente
O reclamante
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Quase de certeza que esta reclamação não dará em nada, ainda assim, reclamei, vou voltar a marcar a consulta para ver o que irá acontecer, seguramente mais uma anedota parecida com esta, numa outra aventura no Centro de Saúde de Almeirim.
Exmos. srs.
No dia 24 de Novembro de 2010, tinha uma consulta agendada para a médica de família, consulta marcada através do programa eAgenda, como coincidiu com a greve, fiquei sem consulta. Voltei a marcar nova consulta utilizando o mesmo procedimento, a mesma foi agendada para hoje dia 7 de Dezembro de 2010, com o número 497-0300 no Centro de Saúde de Almeirim.
Chegado ao dito Centro de Saúde, a funcionário informa-me que; ...a sra. doutora não está e se eu quizer posso ir às 14.00h ao atendimento complementar para ver se sou atendido...
É uma vergonha, isto não é saúde, isto é algo saído de uma novela de Kafka. Estou indignado com este tratamente reles dispensado a um utente desta coisa chamada Serviço Nacional de Saúde. Ainda solicitei o livro de reclamações, fui enviado para a sala da telefonista e daí para uma sala onde após cumprimentar as duas senhoras presentes, que continuaram na sua atarefada diligência, não dispensando sequer um segundo em perguntar o que me levava à sua excelsa presença, voltei costas vencido pela inépcia deste sistema de burocracias bacocas.
Assim sendo, desejo reclamar contra este estado de indigência intelectual, o serviço eAgenda, poderá estar muito bem concebido no caso presente não serve para nada, mais valia ter ido às 4 ou 5 da manhã apanhar vez ao frio e à chuva, o resultado seria idêntico. É impressionante a falta de sensibilidade, sensatez e profissionalismo desta coisa chamada saúde.
Voltarei a marcar nova consulta, voltarei a reclamar quase de certeza.
Cordialmente
O reclamante
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, dezembro 06, 2010
Wikileaks
Gosto muito da página Wikileaks! Primeiro porque se esforça por mostrar ao mundo a verdadeira dimensão da podridão dos poderosos de todas as cores, segundo porque rema contra a maré da cretinização mundial.
Ao passar os olhos pelas centenas de ocorrências que lá aparecem facilmente percebemos que é mais aquilo que nos é sonegado do que aquilo que realmente sabemos. A prova de que a informação que aparece no Wikileaks é verdadeira, é-nos fornecida pela campanha de desinformação que está a ser perpetrada contra a face visível do Wikileaks, Julian Assange, acusado de uma série de coisas, procurado inclusivamente pela Interpol, incapaz de apanhar grandes traficantes de armas e de droga, incapaz de apanhar os grandes trânsfugas da falcatruice económica, dedica-se antes a perseguir um tipo que resolveu apenas mostrar ao mundo que andamos todos a ser embarretados.
Se conseguirem calar a Wikileaks, calar-se-á mais um farol da liberdade desta era da globalização, um farol das liberdades, uma pequena fresta de luz, aberta no grande vazio da ignorância mundial, no entanto já não sei bem se melhor não será ficar na ignorância!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Ao passar os olhos pelas centenas de ocorrências que lá aparecem facilmente percebemos que é mais aquilo que nos é sonegado do que aquilo que realmente sabemos. A prova de que a informação que aparece no Wikileaks é verdadeira, é-nos fornecida pela campanha de desinformação que está a ser perpetrada contra a face visível do Wikileaks, Julian Assange, acusado de uma série de coisas, procurado inclusivamente pela Interpol, incapaz de apanhar grandes traficantes de armas e de droga, incapaz de apanhar os grandes trânsfugas da falcatruice económica, dedica-se antes a perseguir um tipo que resolveu apenas mostrar ao mundo que andamos todos a ser embarretados.
Se conseguirem calar a Wikileaks, calar-se-á mais um farol da liberdade desta era da globalização, um farol das liberdades, uma pequena fresta de luz, aberta no grande vazio da ignorância mundial, no entanto já não sei bem se melhor não será ficar na ignorância!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, novembro 25, 2010
Greve Geral em Portugal
Todas as vezes que uma greve assola as costas da Lusitânia. A preocupação é sempre a mesma, os números da adesão, as percentagens, nem sequer se discutindo as causas, que levam uns a fazer greve e outros a ficarem de fora dos protestos. Esclareço que não vou em greves, menos ainda em greves e manifestações à portuguesa, o salário que ganho e a precariedade que me vincula à entidade patronal, não me permite veleidades ufanas e disparatadas como sejam as greves e as manifestações inconsequentes e cretinas como a greve geral de ontem.
Curioso que ontem no Reino Unido os estudantes universitários se manifestaram contra o aumento das propinas e partiram a loiça toda, por cá é o pacifismo da triste carneirada capada, o marasmo até nas greves e nas manifestações, o sector privado onde os trabalhadores estão bem afilados pelas sanguessugas do patronato, é um sector tradicionalmente morto para os protestos, se o sector público consegue alguma coisa e eles beneficiam muito bem vivas à pátria, quando não, é o chorrilho de nomes do costume e o geral achincalhamento do funcionalismo público, a esses bravos do sector privado que fogem aos impostos o meu muito obrigado, continuem a fugir e a dizer mal dos funcionários públicos.
A greve geral afigurou-se patética e vazia de conteúdo, até correu bem porque os vendidos da UGT até participaram, mas esse foi o único ponto positivo, todo o resto foi o arraial típico de organizações à pé de porco, ou seja uma valente chachada, que apenas conseguiu chatear e enervar os otários que não fizeram greve ou os desgraçados que precisavam mesmo de recorrer a certos serviços, alcance prático foi nenhum.
Esse alcance prático será sempre o mesmo enquanto persistirem estas mentalidades imbecis que ainda dominam as cabeças do Zé Povinho bebedolas e madraço, enquanto não perceberem que um trabalhador é um trabalhador, seja ele da função pública ou do privado, enquanto não perceberem que isto só lá vai a tiro, enquanto não agirmos como uma sociedade, poderão fazer as greves todas que quiserem, que não servirão para nada excepto para perder tempo e dinheiro.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Curioso que ontem no Reino Unido os estudantes universitários se manifestaram contra o aumento das propinas e partiram a loiça toda, por cá é o pacifismo da triste carneirada capada, o marasmo até nas greves e nas manifestações, o sector privado onde os trabalhadores estão bem afilados pelas sanguessugas do patronato, é um sector tradicionalmente morto para os protestos, se o sector público consegue alguma coisa e eles beneficiam muito bem vivas à pátria, quando não, é o chorrilho de nomes do costume e o geral achincalhamento do funcionalismo público, a esses bravos do sector privado que fogem aos impostos o meu muito obrigado, continuem a fugir e a dizer mal dos funcionários públicos.
A greve geral afigurou-se patética e vazia de conteúdo, até correu bem porque os vendidos da UGT até participaram, mas esse foi o único ponto positivo, todo o resto foi o arraial típico de organizações à pé de porco, ou seja uma valente chachada, que apenas conseguiu chatear e enervar os otários que não fizeram greve ou os desgraçados que precisavam mesmo de recorrer a certos serviços, alcance prático foi nenhum.
Esse alcance prático será sempre o mesmo enquanto persistirem estas mentalidades imbecis que ainda dominam as cabeças do Zé Povinho bebedolas e madraço, enquanto não perceberem que um trabalhador é um trabalhador, seja ele da função pública ou do privado, enquanto não perceberem que isto só lá vai a tiro, enquanto não agirmos como uma sociedade, poderão fazer as greves todas que quiserem, que não servirão para nada excepto para perder tempo e dinheiro.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, novembro 22, 2010
Uma Tragédia Portuguesa - O Livro!

Ontem no Corte Inglês em Lisboa foi apresentado o livro "Uma Tragédia Portuguesa" de António Nogueira Leite. António Nogueira Leite, é economista, professor universitário e um antigo secretário de estado, na qualidade de independente de um governo do PS, no caso do XIV Governo Constitucional, presidido pelo fugitivo Guterres, actualmente é consultor do mesmo partido para a área económica e um apoiante do actual líder dos sociais-democratas. O livro é produto de uma entrevista dada ao actual editor de economia da RTP Paulo Ferreira.
É um livro que conviria ser lido por muita gente, muita gente que tem objectivamente andado completamente alheada da realidade, nele o autor finalmente revela que os culpados deste estado miserável de coisas, são todos os governantes, dos últimos vinte anos, sem isenção de nenhum, incluindo o grande guru dos avisos, que actualmente ocupa o cadeirão presidencial e que António Nogueira Leite identifica como o pai do monstro.
Vou gostar de ler este livro, até porque confirma algo que este modesto escriba de insignificâncias blogueiras já advoga faz algum tempo, sempre fui crítico do endeusamente, que faz com que se coloquem no pedestal, ineptos e incapazes, uma característica muito ao gosto lusitano, cultural dirão uns, imbecilidade pura dirão outros, o facto é que a veia sebastianista, sempre nos assentou como uma luva, creio bem que o livro de António Nogueira Leite servirá para desmistificar essa propensão asneiral que nos vem de antanho.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, novembro 19, 2010
Cimeira da Nato em Lisboa
Estamos perante um dos maiores atentados à inteligência dos últimos tempos, uma saloiada impressionante, um circo, uma grossa palhaçada, em que os média televisivos portugueses repetem até à exaustão os lugares comuns e as imbecilidades próprias de um jornalismo medíocre e merdoso, tão ao gosto das lusas maralhas.
Se estou contra a cimeira, nem contra nem a favor, a Nato ou Otan, conforme queiram é um anacronismo político imbecil, em que a Europa se presta ao seu papel subserviente, costumeiro, dobrando a espinha e fazendo vénia aos Estados Unidos, sim eu entendo, estamos gratos pelos Sammies de 1918, pelos GI’s de 1945 e pelo Plano Marshal, mas acreditem pagamos isso tudo muito, mas mesmo muito caro aquando da ruína da Fanny Mae e do Freddie Mac, por outras palavras, é graças a esta Nato e ao seu patrão, os Estados Unidos, que nós os Europeus estamos atolados em trampa até às orelhas.
Mas não devemos só a terceiros o nosso actual estado de miséria, devemo-lo essencialmente a nós, à nossa tibieza, não se esqueçam do mordomo do Açores, o rapazote que andou a servir cafezinhos aos poderosos pondo-se em bicos de pés para aparecer em terceiro plano na fotografia, foi por isso agraciado com uma promoção, foi promovido a mordomo da Europa, o limpa cus da Alemanha, da França e do Reino Unido.
Mas adiante, esta saloiada da cimeira, em que um país inteiro quase pára, onde a capital desse país, efectivamente parou, um país em profunda crise, e que ao contrário, precisamente o oposto do que diz o seu máximo representante, vegeta há largos anos na maior pedinchice, de mão sempre estendida aos subsídios e migalhas da Europa, a mesma que esquecida da solidariedade, incapaz de refrear os cães danados da especulação, olha de soslaio para a parolada portuguesa, o antro dos labregos gastadores.
À margem disto tudo, ainda aparecem uns cretinos que estão contra a guerra do Afeganistão, uns imbecis, que ainda não perceberam que ali se joga o futuro de um modelo de mundo, que se não defendido, acabará por fazer soçobrar este mundo ocidental em vagas de sangue, e esses esquerdeirotes fumadores de ganzas serão dos primeiros a ver o gorgomilo apertado, mas aí será tarde. A guerra do Afeganistão não é uma guerra justa, não existem guerras justa, mas é uma guerra necessária, nisso a Nato tem toda a razão, só nisso, o resto porém são balelas, para entreter apresentadoras boazonas e comentadores néscios dos noticiários pasquins televisivos.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Se estou contra a cimeira, nem contra nem a favor, a Nato ou Otan, conforme queiram é um anacronismo político imbecil, em que a Europa se presta ao seu papel subserviente, costumeiro, dobrando a espinha e fazendo vénia aos Estados Unidos, sim eu entendo, estamos gratos pelos Sammies de 1918, pelos GI’s de 1945 e pelo Plano Marshal, mas acreditem pagamos isso tudo muito, mas mesmo muito caro aquando da ruína da Fanny Mae e do Freddie Mac, por outras palavras, é graças a esta Nato e ao seu patrão, os Estados Unidos, que nós os Europeus estamos atolados em trampa até às orelhas.
Mas não devemos só a terceiros o nosso actual estado de miséria, devemo-lo essencialmente a nós, à nossa tibieza, não se esqueçam do mordomo do Açores, o rapazote que andou a servir cafezinhos aos poderosos pondo-se em bicos de pés para aparecer em terceiro plano na fotografia, foi por isso agraciado com uma promoção, foi promovido a mordomo da Europa, o limpa cus da Alemanha, da França e do Reino Unido.
Mas adiante, esta saloiada da cimeira, em que um país inteiro quase pára, onde a capital desse país, efectivamente parou, um país em profunda crise, e que ao contrário, precisamente o oposto do que diz o seu máximo representante, vegeta há largos anos na maior pedinchice, de mão sempre estendida aos subsídios e migalhas da Europa, a mesma que esquecida da solidariedade, incapaz de refrear os cães danados da especulação, olha de soslaio para a parolada portuguesa, o antro dos labregos gastadores.
À margem disto tudo, ainda aparecem uns cretinos que estão contra a guerra do Afeganistão, uns imbecis, que ainda não perceberam que ali se joga o futuro de um modelo de mundo, que se não defendido, acabará por fazer soçobrar este mundo ocidental em vagas de sangue, e esses esquerdeirotes fumadores de ganzas serão dos primeiros a ver o gorgomilo apertado, mas aí será tarde. A guerra do Afeganistão não é uma guerra justa, não existem guerras justa, mas é uma guerra necessária, nisso a Nato tem toda a razão, só nisso, o resto porém são balelas, para entreter apresentadoras boazonas e comentadores néscios dos noticiários pasquins televisivos.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, novembro 18, 2010
Carros da PSP das Caldas da Rainha conduzidos por agentes com máscaras!
Depois queixam-se que a polícia, é assim e é assado! Este é apenas um dos muitos infelizes exemplos de quem deveria ter condições de trabalho, e apenas tem o que se vê. Este país é uma estrumeira sem eira nem beira, pena que o FMI tarde a chegar cá para ver se conseguimos por um travão nesta bandalheira, tenho muitas dúvidas, mas veremos.
Fonte do vídeo:http://sic.sapo.pt/
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, novembro 11, 2010
O Clister Nacional
Estamos à beira do princípio do fim! Com esta firme certeza, avançamos céleres para o ocaso desta torpe coisa chamada Portugal. O negrume que o FMI projecta nas mentes toldadas dos nossos governantes, fá-los ainda mais pequenos, ainda lhes diminui mais a pouca capacidade que parecem ter.
Catastrofista! Epíteto por demasia usado para classificar tais discursos, afinal os poucos catrastrofistas, são indubitavelmente e também, os poucos realistas que restam neste país de sonho, nesta quimera, neste oásis onde até quase se decretou o fim da crise por decreto ministerial. Afinal a crise não acabou, afinal a crise ainda nem tinha começado, afinal a crise sempre existiu, é uma crise cultural, é toda uma sociedade em crise, que duvida que tenha cura, eventualmente levará um paliativo, daqueles fortes, um grande clister de medidas economicistas, que lançarão para os escombros da pré miséria, todos os que ainda flutuam no caldeirão de merda em que soçobra este país.
Esse clister nacional, essa purga divina, qual castigo de Sodoma, irá varrer os traseiros nacionais de norte a sul, é porém um fármaco selectivo, que escolherá bem os rabiosques em que entra, porque aos que muito acumulam, não tocará, privilegiará antes os que já se debatem com o crepúsculo da miséria, quase entrados na longa noite da subnutrição, da doença e da carência económica.
O até agora gorduroso traseiro da quase extinta classe média, que durante anos sustentou esta loucura, este estado falhado chamado Portugal, vê-se agora penetrado sem apelo nem agravo, pelo malicioso pipo do FMI, que o penetrará com ganas redobradas, acolitado pela poderosa Corja politiqueira. Nem tudo serão rosas para os aprendizes de poloitiqueiros que temos, também eles verão os seus lautos e untuosos buracos anais violados pelo poderoso clister económico que mais tarde ou mais cedo aí virá, lá se vão as prebendas e alcavalas, lá se vão as nomeações da família para institutos e fundações, governos civis e outros habitáculos da tachocracia lusitana.
A preparação mental para este próximo capítulo, terá de ser feita por cada um, não existem formulas redutoras e preparatórias, quem não pode arreia, como diz o ditado, só é pena, que com tanto líder inteligente e sagaz, chegue agora este país à triste evidência, de que os seus dirigentes são uma corja de mentecaptos ineptos e incapazes.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Catastrofista! Epíteto por demasia usado para classificar tais discursos, afinal os poucos catrastrofistas, são indubitavelmente e também, os poucos realistas que restam neste país de sonho, nesta quimera, neste oásis onde até quase se decretou o fim da crise por decreto ministerial. Afinal a crise não acabou, afinal a crise ainda nem tinha começado, afinal a crise sempre existiu, é uma crise cultural, é toda uma sociedade em crise, que duvida que tenha cura, eventualmente levará um paliativo, daqueles fortes, um grande clister de medidas economicistas, que lançarão para os escombros da pré miséria, todos os que ainda flutuam no caldeirão de merda em que soçobra este país.
Esse clister nacional, essa purga divina, qual castigo de Sodoma, irá varrer os traseiros nacionais de norte a sul, é porém um fármaco selectivo, que escolherá bem os rabiosques em que entra, porque aos que muito acumulam, não tocará, privilegiará antes os que já se debatem com o crepúsculo da miséria, quase entrados na longa noite da subnutrição, da doença e da carência económica.
O até agora gorduroso traseiro da quase extinta classe média, que durante anos sustentou esta loucura, este estado falhado chamado Portugal, vê-se agora penetrado sem apelo nem agravo, pelo malicioso pipo do FMI, que o penetrará com ganas redobradas, acolitado pela poderosa Corja politiqueira. Nem tudo serão rosas para os aprendizes de poloitiqueiros que temos, também eles verão os seus lautos e untuosos buracos anais violados pelo poderoso clister económico que mais tarde ou mais cedo aí virá, lá se vão as prebendas e alcavalas, lá se vão as nomeações da família para institutos e fundações, governos civis e outros habitáculos da tachocracia lusitana.
A preparação mental para este próximo capítulo, terá de ser feita por cada um, não existem formulas redutoras e preparatórias, quem não pode arreia, como diz o ditado, só é pena, que com tanto líder inteligente e sagaz, chegue agora este país à triste evidência, de que os seus dirigentes são uma corja de mentecaptos ineptos e incapazes.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, novembro 04, 2010
Orçamento aprovado, povo descansado!
Orçamento aprovado, povo descansado! Eis um novo ditado popular, bem adequado ao actual estado de miserabilismo nacional. Ontem naquela coisa chamada Assembleia da República, lá foi aprovado o orçamento Robin dos Bosques ao contrário.
A triste e paupérrima sessão parlamentar, deu ao mundo e para quem quis e se dispôs a perder tempo, um triste espectáculo, um extraordinário patético espectáculo da política “made in Lusitânia”. O ponto mais alto foi quando a senhora deputada Manuela Ferreira Leite, outra das grandes culpadas do actual estado de miserabilismo, declarou no seu tom de voz cavernoso, que aquele era um mero entendimento para iludir os mercados, como se os mercados não o soubessem de antemão.
Mas pegando na deixa dos Gatos Fedorentos, vamos lá esmiuçar esta aprovação farsola, primeira questão, quem ganha e quem perde com este orçamento? Resposta pronta e simples, ganha o país político, os aparatchiks, as nomenclaturas clientelares que gravitam em torno dos círculos do poder, ganham as máquinas partidárias, que mantêm os seus estatutos e prorrogativas, as nomeações a esmo para os gordos tachos da insolente inépcia deste Estado. Perdemos todos nós, os infelizes, que ainda têm trabalho, que pagam impostos, que não fogem ao fisco e que cada vez mais estão asfixiados pelos parasitas sociais e politiqueiros.
Os mercados vão responder? Claro que vão! Os mercados vão continuar a afundar Portugal, até porque esse jogo rende milhões aos especuladores, irão mudar quando o governo revelar as contas públicas no próximo semestre, se mudarem e se as contas mostrarem recuperação, os mercados não se regem pela lógica, mas pela imperiosa necessidade, quase compulsão obsessiva de ganhar dinheiro. No extremo este orçamento não servirá para nada e teremos mesmo de accionar o fundo de garantia. Até porque os cortes da despesa estão a certo feitos maioritariamente no lado mais fraco, comprometendo a economia e o futuro sempre incerto das próximas gerações.
Então porquê este orçamento? Caso ainda não tenham percebido o mundo mudou muito. Nestes últimos 30 anos, Portugal ao invés de criar modelos económicos sustentáveis, limitou-se a andar de mão estendida, pela Europa a pedinchar e criar fundações, conselhos de administração, direcções regionais e outras que tais, para onde foram sendo enfiados os ineptos a quem se deviam favores políticos. O dinheiro da Europa foi esbanjado em alcatrão e cimento e pouco mais, daí resultando que a economia portuguesa, é um eufemismo que se manifesta por não se manifestar, Portugal não tem economia, Portugal vive na dependência da Europa, a Europa é o nosso suporte de vida, se aprovarem uma lei de eutanásia, e desligarem o botão, o doente morre.
Exceptuando alguns, demasiadamente poucos, sectores produtivos, a produção em Portugal está morta ou no estertor final, ninguém nos últimos 30 anos se preocupou, minimamente em equacionar e desenvolver politicas produtivas coerentes e sustentadas, ninguém, incluindo esses mesmos que hoje, estando ainda nos poleiros políticos, de quando em vez, lançam alertas por isto e por aqueloutro.
Resta-nos infelizmente a velha esperança, tão grata à alma Lusa, resta-nos ir sobrevivendo aos choques, como sempre o fizemos, ainda que os de antanho tendo outra têmpera, volta e meia davam coices à carroça e punham tudo de pantanas, os burros de hoje, ajeitaram-se de tal modo à canga que andam impávidos e serenos, por isso resta-nos ter esperança, essa ilusão vã de melhores dias que hão de chegar.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
A triste e paupérrima sessão parlamentar, deu ao mundo e para quem quis e se dispôs a perder tempo, um triste espectáculo, um extraordinário patético espectáculo da política “made in Lusitânia”. O ponto mais alto foi quando a senhora deputada Manuela Ferreira Leite, outra das grandes culpadas do actual estado de miserabilismo, declarou no seu tom de voz cavernoso, que aquele era um mero entendimento para iludir os mercados, como se os mercados não o soubessem de antemão.
Mas pegando na deixa dos Gatos Fedorentos, vamos lá esmiuçar esta aprovação farsola, primeira questão, quem ganha e quem perde com este orçamento? Resposta pronta e simples, ganha o país político, os aparatchiks, as nomenclaturas clientelares que gravitam em torno dos círculos do poder, ganham as máquinas partidárias, que mantêm os seus estatutos e prorrogativas, as nomeações a esmo para os gordos tachos da insolente inépcia deste Estado. Perdemos todos nós, os infelizes, que ainda têm trabalho, que pagam impostos, que não fogem ao fisco e que cada vez mais estão asfixiados pelos parasitas sociais e politiqueiros.
Os mercados vão responder? Claro que vão! Os mercados vão continuar a afundar Portugal, até porque esse jogo rende milhões aos especuladores, irão mudar quando o governo revelar as contas públicas no próximo semestre, se mudarem e se as contas mostrarem recuperação, os mercados não se regem pela lógica, mas pela imperiosa necessidade, quase compulsão obsessiva de ganhar dinheiro. No extremo este orçamento não servirá para nada e teremos mesmo de accionar o fundo de garantia. Até porque os cortes da despesa estão a certo feitos maioritariamente no lado mais fraco, comprometendo a economia e o futuro sempre incerto das próximas gerações.
Então porquê este orçamento? Caso ainda não tenham percebido o mundo mudou muito. Nestes últimos 30 anos, Portugal ao invés de criar modelos económicos sustentáveis, limitou-se a andar de mão estendida, pela Europa a pedinchar e criar fundações, conselhos de administração, direcções regionais e outras que tais, para onde foram sendo enfiados os ineptos a quem se deviam favores políticos. O dinheiro da Europa foi esbanjado em alcatrão e cimento e pouco mais, daí resultando que a economia portuguesa, é um eufemismo que se manifesta por não se manifestar, Portugal não tem economia, Portugal vive na dependência da Europa, a Europa é o nosso suporte de vida, se aprovarem uma lei de eutanásia, e desligarem o botão, o doente morre.
Exceptuando alguns, demasiadamente poucos, sectores produtivos, a produção em Portugal está morta ou no estertor final, ninguém nos últimos 30 anos se preocupou, minimamente em equacionar e desenvolver politicas produtivas coerentes e sustentadas, ninguém, incluindo esses mesmos que hoje, estando ainda nos poleiros políticos, de quando em vez, lançam alertas por isto e por aqueloutro.
Resta-nos infelizmente a velha esperança, tão grata à alma Lusa, resta-nos ir sobrevivendo aos choques, como sempre o fizemos, ainda que os de antanho tendo outra têmpera, volta e meia davam coices à carroça e punham tudo de pantanas, os burros de hoje, ajeitaram-se de tal modo à canga que andam impávidos e serenos, por isso resta-nos ter esperança, essa ilusão vã de melhores dias que hão de chegar.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
domingo, outubro 31, 2010
Finalmente acordaram
Previsivelmente, os plenipotenciários do PS e do PSD, chegaram a um acordo de viabilização do orçamento de Estado. Digo que era previsível, porque aquela manigância de prima donna, em que os dois partidos andaram nestes últimos tempos não interessava a nenhum dos dois, porque o não acordo pressupunha um terrível futuro para qualquer deles.
Imaginando que não tinha existido acordo, teríamos seguramente de recorrer ao fundo de apoio comunitário e daí ao FMI era um passo. Passo esse que seria uma grande provação um verdadeiro ordálio de sacrifício digno das procissões do senhor dos Passos. Para os partidos da hegemonia, seria terrível. Imaginem, que não mais e durante sabe Deus quanto tempo, poderiam nomear a esmo, os familiares, amigos e conhecidos a quem devem favores, para cargos na administração pública.
Seria uma catástrofe para as máquinas partidárias, de todos os partidos, que vão enfiando, as esposas, as filhas, os filhos, os maridos, os primos e os amiguinhos na monstruosa administração pública, correndo o risco, toda essa gente, de ter mesmo de ir trabalhar, por salários miseráveis, ou seja viver como o resto de nós, a grande maioria de cretinos mudos.
Ora sucede que PS e PSD, bem cientes dessa desgraça, dessa negra procela de negrume que pairava sobre as suas cabeças, decidiram-se por criar um entendimento que os salve da miseranda condição de escravos do FMI, tal como nós o restante desta sociedade de rebotalho, somos deles agora e para todo o sempre, tou muito religioso hoje, deve ser influência do Samhain Celta.
Desmistificando esta mentira ridícula do orçamento, a sua falta não faria mal nenhum ao país, faria era bem, traria o FMI para cá, seriam draconianos nas suas imposições, mas bem poderia ser que conseguissem enviar todas estas sanguessugas politiqueiras para o seu devido lugar, bem poderia ser que este país efectivamente começasse a pensar verdadeiramente em reavaliar os seus modelos políticos e governativos que continua a ser necessário transformar. Infelizmente ainda não foi desta, infelizmente ficou tudo na mesma!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Imaginando que não tinha existido acordo, teríamos seguramente de recorrer ao fundo de apoio comunitário e daí ao FMI era um passo. Passo esse que seria uma grande provação um verdadeiro ordálio de sacrifício digno das procissões do senhor dos Passos. Para os partidos da hegemonia, seria terrível. Imaginem, que não mais e durante sabe Deus quanto tempo, poderiam nomear a esmo, os familiares, amigos e conhecidos a quem devem favores, para cargos na administração pública.
Seria uma catástrofe para as máquinas partidárias, de todos os partidos, que vão enfiando, as esposas, as filhas, os filhos, os maridos, os primos e os amiguinhos na monstruosa administração pública, correndo o risco, toda essa gente, de ter mesmo de ir trabalhar, por salários miseráveis, ou seja viver como o resto de nós, a grande maioria de cretinos mudos.
Ora sucede que PS e PSD, bem cientes dessa desgraça, dessa negra procela de negrume que pairava sobre as suas cabeças, decidiram-se por criar um entendimento que os salve da miseranda condição de escravos do FMI, tal como nós o restante desta sociedade de rebotalho, somos deles agora e para todo o sempre, tou muito religioso hoje, deve ser influência do Samhain Celta.
Desmistificando esta mentira ridícula do orçamento, a sua falta não faria mal nenhum ao país, faria era bem, traria o FMI para cá, seriam draconianos nas suas imposições, mas bem poderia ser que conseguissem enviar todas estas sanguessugas politiqueiras para o seu devido lugar, bem poderia ser que este país efectivamente começasse a pensar verdadeiramente em reavaliar os seus modelos políticos e governativos que continua a ser necessário transformar. Infelizmente ainda não foi desta, infelizmente ficou tudo na mesma!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, outubro 26, 2010
Presidente da República
Ainda tive esperança, que Sua Excelência o Senhor Presidente da República não se revelasse como putativo recandidato ao cargo simbólico, de Presidente da República, gorou-se infelizmente a minha esperança. Sua Excelência o Senhor Presidente da República, foi pelo menos coerente, igual a ele próprio, cinzentão, enfadonho e completamente anódino.
Um discurso, completamente estapafúrdio, alusões a ridicularias e minudências, próprias de alguém enfastiado, quiçá indigestão provocada por excesso de bolo-rei, será que Sua Excelência o Senhor Presidente da República não intui realmente as barbaridades que diz, será que Sua Excelência o Senhor Presidente da República, acredita realmente nas pantominices que diz, mal desta terra se isso for realmente verdade.
Sua Excelência o Senhor Presidente da República, tentou passar a mensagem de que o seu cargo é de suma importância, quando na realidade a importância do cargo de Presidente da República é idêntico aquele horrível jarrão velho que uma tia idosa nos oferece, ou seja é um cargo honorífico, regiamente bem pago, o que não deixa de ser caricato, porque estamos ao que parece numa república, um cargo limitadíssimo de poderes, que apenas ajuda ao despesismo faraónico de um estado miserável, como é o nosso. Como é bondoso da parte de Sua Excelência o Senhor Presidente da República, declarar que a sua campanha apenas gastará metade da verba que pode despender, que generosidade, é a mesma generosidade com que declarava que Portugal deveria competir através de uma política de baixos salários, tão diferente das declarações actuais Sua Excelência o Senhor Presidente da República, mais um caso de bem prega Frei Tomás.
Como estaríamos sem Sua Excelência o Senhor Presidente da República? Estaríamos muito melhor sem sombra de dúvida, mas como somos um povo de imbecis, lá irão correr a votar de novo na criatura, bom proveito vos faça!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Um discurso, completamente estapafúrdio, alusões a ridicularias e minudências, próprias de alguém enfastiado, quiçá indigestão provocada por excesso de bolo-rei, será que Sua Excelência o Senhor Presidente da República não intui realmente as barbaridades que diz, será que Sua Excelência o Senhor Presidente da República, acredita realmente nas pantominices que diz, mal desta terra se isso for realmente verdade.
Sua Excelência o Senhor Presidente da República, tentou passar a mensagem de que o seu cargo é de suma importância, quando na realidade a importância do cargo de Presidente da República é idêntico aquele horrível jarrão velho que uma tia idosa nos oferece, ou seja é um cargo honorífico, regiamente bem pago, o que não deixa de ser caricato, porque estamos ao que parece numa república, um cargo limitadíssimo de poderes, que apenas ajuda ao despesismo faraónico de um estado miserável, como é o nosso. Como é bondoso da parte de Sua Excelência o Senhor Presidente da República, declarar que a sua campanha apenas gastará metade da verba que pode despender, que generosidade, é a mesma generosidade com que declarava que Portugal deveria competir através de uma política de baixos salários, tão diferente das declarações actuais Sua Excelência o Senhor Presidente da República, mais um caso de bem prega Frei Tomás.
Como estaríamos sem Sua Excelência o Senhor Presidente da República? Estaríamos muito melhor sem sombra de dúvida, mas como somos um povo de imbecis, lá irão correr a votar de novo na criatura, bom proveito vos faça!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, outubro 21, 2010
Brigada de Trânsito
Vivemos tempos complicados, piores ainda porque não cessam de nos mentir, não cessam de brincar com coisas sérias, as politiquices imundas e os seus múltiplos jogadores. Uma dessas mentiras tem que ver com a extinção da Brigada de Trânsito, na altura algumas vozes, onde humildemente me incluo, avisaram sobre a cretinice de tal decisão.
Nem um ano depois, afinal parece que todos, muito poucos, os que avisadamente e com insistência avisaram sobre as nefastas consequências de tal acto imbecil, tinham razão. E era fácil antever o desastre, porque acabar com uma estrutura que mal ou bem, que com óbvios defeitos e situações menos boas, cumpria as funções que lhe estavam incumbidas, para criar algo completamente diferente, retalhado e atamancado, só podia dar com os burros na água.
O mesmo sucedeu, com a extinção da Brigada Fiscal, outra concludente asneirada, que facilmente se constata diariamente, mas o caso da Brigada de Trânsito é uma evidente grande burrice. E porque sucedem este tipo de coisas? Pois caros amigos, este tipo de coisas sucedem-se, porque os decisores políticos, são isso mesmo decisores políticos, alguns de vós estarão a cogitar, que decisores políticos e asnos são palavras sinónimas, qual Pilatos daí lavo as minhas mãos.
Enquanto a Guarda Nacional Republica, continuar agregada regra militar, enquanto alguém com poder de decisão, não deixar de prestar vassalagem e completa subserviência à camarilha de oficialidade inepta que anseia por postos de chefia, onde pouco ou nada tenha de fazer, ainda me hão de explicar o que fazem quatro mil homens no comando da GNR em Lisboa, fazem o quê, ocupam-se a fazer o quê?
Este parece um facto sem importância, sê-lo-á na imediata proporção em que muitos outros em vários sectores o são, todos juntos concorrem para que se perceba, quão miserável é este país, quão ineptos e incapazes são os nossos governantes, quão imbecis somos enquanto sociedade. Espero que haja dos decisores políticos a ombridade de fazre um "mea culpa", voltando a activar a BT, purgada que deve estar dos seus frutos podres, que os tinha, como os terão mil outras instituições. Espero que haja alguma réstea de inteligência, que permita encarar com ombridade e colmatar a estulta decisão.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Nem um ano depois, afinal parece que todos, muito poucos, os que avisadamente e com insistência avisaram sobre as nefastas consequências de tal acto imbecil, tinham razão. E era fácil antever o desastre, porque acabar com uma estrutura que mal ou bem, que com óbvios defeitos e situações menos boas, cumpria as funções que lhe estavam incumbidas, para criar algo completamente diferente, retalhado e atamancado, só podia dar com os burros na água.
O mesmo sucedeu, com a extinção da Brigada Fiscal, outra concludente asneirada, que facilmente se constata diariamente, mas o caso da Brigada de Trânsito é uma evidente grande burrice. E porque sucedem este tipo de coisas? Pois caros amigos, este tipo de coisas sucedem-se, porque os decisores políticos, são isso mesmo decisores políticos, alguns de vós estarão a cogitar, que decisores políticos e asnos são palavras sinónimas, qual Pilatos daí lavo as minhas mãos.
Enquanto a Guarda Nacional Republica, continuar agregada regra militar, enquanto alguém com poder de decisão, não deixar de prestar vassalagem e completa subserviência à camarilha de oficialidade inepta que anseia por postos de chefia, onde pouco ou nada tenha de fazer, ainda me hão de explicar o que fazem quatro mil homens no comando da GNR em Lisboa, fazem o quê, ocupam-se a fazer o quê?
Este parece um facto sem importância, sê-lo-á na imediata proporção em que muitos outros em vários sectores o são, todos juntos concorrem para que se perceba, quão miserável é este país, quão ineptos e incapazes são os nossos governantes, quão imbecis somos enquanto sociedade. Espero que haja dos decisores políticos a ombridade de fazre um "mea culpa", voltando a activar a BT, purgada que deve estar dos seus frutos podres, que os tinha, como os terão mil outras instituições. Espero que haja alguma réstea de inteligência, que permita encarar com ombridade e colmatar a estulta decisão.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, outubro 15, 2010
Porque estamos nós à beira da indigência
Salários Auferidos anualmente por alguns administradores de empresas públicas:
420.000,00 € TAP administrador
371.000,00 € CGD administrador
365.000,00 € PT administrador
50.040,00 € RTP administrador
249.448,00 € Banco Portugal administrador
247.938,00 € ISP administrador
245.552,00 € CMVM Presidente
233.857,00 € ERSE administrador
224.000,00 € ANACOM administrador
200.200,00 € CTT Presidente
134.197,00 € Parpublica administrador
133.000,00 € ANA administrador
126.686,00 € ADP administrador
96.507,00 € Metro Porto administrador
89.299,00 € LUSA administrador
69.110,00 € CP administrador
66.536,00 € REFER administrador
66.536,00 € Metro Lisboa administrador
58.865,00 € CARRIS administrador
58.859,00 € STCP administrador
3.706.630,00 € Total anual gasto com estes camaradas.
Nem contabilizo as mordomias para não estragar a contabilidade, os cartões de crédito, as ajudas de custo e despesas várias, os telemóveis e por aí adiante. Ora sabendo que o ordenado médio dos trabalhadores das empresas onde estas sumidades da administração passeiam, rondará os 800 a 900 Euros, teríamos mais 4000 mil empregos se despedíssemos estes ineptos, porque é disso que estamos a falar de incapazes que nem em empresas que dominam o mercado conseguem ter lucros, porque se virem bem, a maioria dessas empresas estão atoladas em prejuízos, que já agora nós também temos de pagar porque são empresas do sector Estado.
Sucede então que é a um pobre Barão arruinado, que ganha 300 Euros abaixo da média dos trabalhadores das empresas dos inúteis administradores, com um vínculo contratual precário, é mim que as bestas quadrúpedes governativas, vêm cortar o lauto abono do filhote, as despesas de saúde e ainda por cima aumentar o IVA, do papo-seco. Senhores da situação e da oposição ide todos bardamerda!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
420.000,00 € TAP administrador
371.000,00 € CGD administrador
365.000,00 € PT administrador
50.040,00 € RTP administrador
249.448,00 € Banco Portugal administrador
247.938,00 € ISP administrador
245.552,00 € CMVM Presidente
233.857,00 € ERSE administrador
224.000,00 € ANACOM administrador
200.200,00 € CTT Presidente
134.197,00 € Parpublica administrador
133.000,00 € ANA administrador
126.686,00 € ADP administrador
96.507,00 € Metro Porto administrador
89.299,00 € LUSA administrador
69.110,00 € CP administrador
66.536,00 € REFER administrador
66.536,00 € Metro Lisboa administrador
58.865,00 € CARRIS administrador
58.859,00 € STCP administrador
3.706.630,00 € Total anual gasto com estes camaradas.
Nem contabilizo as mordomias para não estragar a contabilidade, os cartões de crédito, as ajudas de custo e despesas várias, os telemóveis e por aí adiante. Ora sabendo que o ordenado médio dos trabalhadores das empresas onde estas sumidades da administração passeiam, rondará os 800 a 900 Euros, teríamos mais 4000 mil empregos se despedíssemos estes ineptos, porque é disso que estamos a falar de incapazes que nem em empresas que dominam o mercado conseguem ter lucros, porque se virem bem, a maioria dessas empresas estão atoladas em prejuízos, que já agora nós também temos de pagar porque são empresas do sector Estado.
Sucede então que é a um pobre Barão arruinado, que ganha 300 Euros abaixo da média dos trabalhadores das empresas dos inúteis administradores, com um vínculo contratual precário, é mim que as bestas quadrúpedes governativas, vêm cortar o lauto abono do filhote, as despesas de saúde e ainda por cima aumentar o IVA, do papo-seco. Senhores da situação e da oposição ide todos bardamerda!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, outubro 11, 2010
Andamos ao sabor da maré!
Somos cada vez mais um país abominável e asqueroso, povoado de imbecis e de rebotalho, senão vejam a tristeza que é esta história do orçamento, impávidos e serenos os politiqueiros rafeiros que nos calharam em sorte, andam por aí com as suas disputazinhas chocas, mesmo os apaziguadores, culpados até ao tutano disto que ora vivemos desempenham a patética tarefa de parecer bem na fotografia, apenas e só.
Os pategos anquilosados, divididos entre os segredos da casa, a novelucha da época e a futebolada, invariavelmente perdidos. Porque nunca perceberam que o mundo avançou a uma velocidade incompatível com quimeras construídas sobre dunas, que ao sabor do vento vão e voltam, assim anda este povo, de embuste em embuste, a cada nova salvadora etapa, a cada novo Sebastião redentor, nos afundamos mais, porque o jogo está viciado. Incapazes de assumir a cidadania plena e participativa, o povaréu cretino continua polarizado pelo agitar das bandeirinhas partidárias, exigindo depois ao Estado que tudo faça, quando ele cidadão que deveria ser participativo e activo se borrifa para tudo.
Caminhamos para a cova com a alegria dos pobres de espírito, guiados pela redentora sabedoria da ignorância, após três décadas de Estado de Direito, continuamos os melhores entre os maus e os piores entre os bons, são expectáveis melhorias neste quadro? Claro que não, mas os optimistas, todos os que ganham acima da tabela e à conta do orçamento acham que sim. Todos os outros a quem doem ao fim do dia de trabalho e que no fim do mês vêem o fundo negro das algibeiras, a esses resta ter esperança.
Portugal é um país de assimetrias dignas de um romance de Kafka, minorias racistas, pobres que são ricos, remediados que são pobres, maiorias oprimidas, trabalhadores desprezados, bandalhos mimados, quem produz é um indesejável e os indesejáveis são aplaudidos, a única assimetria que converge ao resto do mundo é a de que os ricos estão cada vez mais ricos.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Os pategos anquilosados, divididos entre os segredos da casa, a novelucha da época e a futebolada, invariavelmente perdidos. Porque nunca perceberam que o mundo avançou a uma velocidade incompatível com quimeras construídas sobre dunas, que ao sabor do vento vão e voltam, assim anda este povo, de embuste em embuste, a cada nova salvadora etapa, a cada novo Sebastião redentor, nos afundamos mais, porque o jogo está viciado. Incapazes de assumir a cidadania plena e participativa, o povaréu cretino continua polarizado pelo agitar das bandeirinhas partidárias, exigindo depois ao Estado que tudo faça, quando ele cidadão que deveria ser participativo e activo se borrifa para tudo.
Caminhamos para a cova com a alegria dos pobres de espírito, guiados pela redentora sabedoria da ignorância, após três décadas de Estado de Direito, continuamos os melhores entre os maus e os piores entre os bons, são expectáveis melhorias neste quadro? Claro que não, mas os optimistas, todos os que ganham acima da tabela e à conta do orçamento acham que sim. Todos os outros a quem doem ao fim do dia de trabalho e que no fim do mês vêem o fundo negro das algibeiras, a esses resta ter esperança.
Portugal é um país de assimetrias dignas de um romance de Kafka, minorias racistas, pobres que são ricos, remediados que são pobres, maiorias oprimidas, trabalhadores desprezados, bandalhos mimados, quem produz é um indesejável e os indesejáveis são aplaudidos, a única assimetria que converge ao resto do mundo é a de que os ricos estão cada vez mais ricos.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, outubro 06, 2010
Centenário da República!
E já está, o centenário da República foi comemorado com o estadão típico, desta república de bananas! Ressalvo como positivos os discursos delirantes da politiqueirada, positivos porque uma vez mais fica demonstrada a inépcia e a incapacidade dos políticos que temos para fazer algo mais do que viver à conta do orçamento.
Duas personagens fugiram à sacrossanta ida aos Paços do Conselho, Coelho e Portas, resolveram ir por aí, fazer figura para outro lado, numa atitude bem reveladora da fraca e apoucada qualidade desta rapaziada e desta república.
Aliás esta república é antes uma repulhica, tantos e tão bons são os pulhas que a compõem, este pulhedo, esta Corja, que desde cedo aprende a sugar o tutano ao povaréu imbecil, que embevecido pela ignominiosa e santa ignorância, continua impávido e sereno, apostado em chegar ao próximo fim de semana. A julgar pelas entrevistas de rua, depressa se percebe que os objectivos da Republica, foram por água abaixo, continuamos uma povo de analfabetos, um povacho de asnos, umas bestas quadrúpedes, sem eira nem beira.
Cem outros anos se hão de passar e continuaremos nisto, nesta torpeza, neste ramerrão de idiotice, pontilhados por questiúnculas ridículas e imbecis, cheias de discursos muito floridos, muito bem conseguidos, cheios de boas intenções, das mesmas que prenhe está o Inferno. Sua Excelência o Senhor Presidente da República, uma vez mais primou, por um daqueles seus discursos que mais valia ter estado calado, bem prega Frei Tomás, podia ser o lema deste Presidente, porque verdade que o homem prega muito bem, mas enquanto governante limitou-se a fazer o oposto daquilo que agora afirma ser preciso fazer.
Em suma, tudo pesado, foi mais um acto vergonhoso desta opereta bufa, transmutada em paiszeco de rebotalho, que sem dúvida somos! Muita inauguração, muita bandeira, muita gente completamente a leste da realidade! A triste realidade, que mina esta terra, a realidade da brutalidade, expressa nos números do crime violento, da violência contra mulheres, contra crianças e contra velhos, a realidade da carestia de vida asfixiante, a realidade brutal da fome e das carências diárias de milhões de pobres, a realidade atroz do despesismo dos actores do poder e do novo riquismo cabotino.
Às malvas a República, viva antes a Repúlhica de Portugal, paraíso de pulhas e bandalhos, éden de energúmenos e analfabetos. Em cada canto um déspota, um velhaco, um pulha subsídio dependente. VIVA A REPÚLHICA!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Duas personagens fugiram à sacrossanta ida aos Paços do Conselho, Coelho e Portas, resolveram ir por aí, fazer figura para outro lado, numa atitude bem reveladora da fraca e apoucada qualidade desta rapaziada e desta república.
Aliás esta república é antes uma repulhica, tantos e tão bons são os pulhas que a compõem, este pulhedo, esta Corja, que desde cedo aprende a sugar o tutano ao povaréu imbecil, que embevecido pela ignominiosa e santa ignorância, continua impávido e sereno, apostado em chegar ao próximo fim de semana. A julgar pelas entrevistas de rua, depressa se percebe que os objectivos da Republica, foram por água abaixo, continuamos uma povo de analfabetos, um povacho de asnos, umas bestas quadrúpedes, sem eira nem beira.
Cem outros anos se hão de passar e continuaremos nisto, nesta torpeza, neste ramerrão de idiotice, pontilhados por questiúnculas ridículas e imbecis, cheias de discursos muito floridos, muito bem conseguidos, cheios de boas intenções, das mesmas que prenhe está o Inferno. Sua Excelência o Senhor Presidente da República, uma vez mais primou, por um daqueles seus discursos que mais valia ter estado calado, bem prega Frei Tomás, podia ser o lema deste Presidente, porque verdade que o homem prega muito bem, mas enquanto governante limitou-se a fazer o oposto daquilo que agora afirma ser preciso fazer.
Em suma, tudo pesado, foi mais um acto vergonhoso desta opereta bufa, transmutada em paiszeco de rebotalho, que sem dúvida somos! Muita inauguração, muita bandeira, muita gente completamente a leste da realidade! A triste realidade, que mina esta terra, a realidade da brutalidade, expressa nos números do crime violento, da violência contra mulheres, contra crianças e contra velhos, a realidade da carestia de vida asfixiante, a realidade brutal da fome e das carências diárias de milhões de pobres, a realidade atroz do despesismo dos actores do poder e do novo riquismo cabotino.
Às malvas a República, viva antes a Repúlhica de Portugal, paraíso de pulhas e bandalhos, éden de energúmenos e analfabetos. Em cada canto um déspota, um velhaco, um pulha subsídio dependente. VIVA A REPÚLHICA!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, setembro 30, 2010
FMI para ontem!
Ontem com ar grave e compungido, duas personagens desta opereta bufa chamada Portugal, vieram à televisão anunciar mais um corte a esmo nos mesmos do costume. No cômputo geral até sou dos que teve sorte, como tenho um salário que roça a indigência não serei afectado pelo corte, gramo claro está com o aumento do IVA e com mais 1% para a Caixa Geral de Aposentações.
O senhor primeiro dos Ministros, declarou, à laia de revelação bíblica, que chegou a altura de ele como político perceber que a coisa anda mesmo má e por conseguinte ser necessário este corte nos salários, abonos de família e por aí adiante. À cautela, e tal como anteriores doutos e sapientes gestores do desgoverno nacional, lá vem uma transferência de fundos para as pensões desta vez sacados à PT, Durão sacou salvo erro à Caixa Geral de Depósitos, este assalta a PT, como está claro de ver, a diferença entre uns e outros é a bem dizer nenhuma.
Por outro lado o senhor Ministro das Finanças desafia a oposição a dizer onde poderá cortar mais na despesa, certo como está que já fez tudo. Não sendo oposição a nada nem a ninguém deixo-lhe senhor ministro umas dicas.
1- Fim das despesas de representação, ajudas de custo, despesas de deslocação e outros subterfúgios para todos os agentes da administração central, regional e local que aufiram mais de 1500 Euros mensais.
2- Fim da distribuição a esmo de cartões de crédito, senhas de combustível, telemóveis, computadores e demais alcavalas para todos os agentes da administração central, regional e local que aufiram mais de 1500 Euros mensais.
3- Extinção imediato dos Governos Civis.
4- Colocar em prática o PRACE, coisa que o senhor ministro parece ter esquecido, extinguindo os institutos, fundações e outros cancros politico partidários que servem apenas para engordar o défice e a despesa, bem como para pagar favores plíticos, neste tipo de organismos que não servem para nada se colocam os filhos, sobrinhos e conhecidos de todos os senhores importantes de todos os partidos.
5- Acabar com a vergonhosa Lei de Financiamento dos partidos.
6- Vender os submarinos que não servem para nada excepto para gastar dinheiro e não são como diz a mentira propalada até à exaustão, elemento de dissuasão de coisa nenhuma.
7- Diminuir o número de deputados e instituir os círculos uninominais.
8- Diminuir o número de representações diplomáticas e pessoal das mesmas.
9- Cortar os apoios a PALOPS e outras cretinices do género, pobres somos nós e cada vez estamos pior.
10- Taxar a banca e os grandes grupos económicos pelo real valor dos seus ganhos, tal como faz com os pobres diabos que ganham ordenados de miséria.
Ora diga lá senhor ministro, dez locais onde cortar, e foi apenas de memória, imagine o que não pode fazer alguém com dados mais concretos. Não minta pois ao país senhor Ministro das Finanças.
Depois da diarreia verbal de ontem, não restam dúvidas de que o FMI, deveria ter vindo em 1990, teria evitado muita trampa, que esta corja tem andado a fazer, transformando esta terra na choldra que é. Quem tem medo do FMI? Eu não, assim como assim já estou atascado até às orelhas.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
O senhor primeiro dos Ministros, declarou, à laia de revelação bíblica, que chegou a altura de ele como político perceber que a coisa anda mesmo má e por conseguinte ser necessário este corte nos salários, abonos de família e por aí adiante. À cautela, e tal como anteriores doutos e sapientes gestores do desgoverno nacional, lá vem uma transferência de fundos para as pensões desta vez sacados à PT, Durão sacou salvo erro à Caixa Geral de Depósitos, este assalta a PT, como está claro de ver, a diferença entre uns e outros é a bem dizer nenhuma.
Por outro lado o senhor Ministro das Finanças desafia a oposição a dizer onde poderá cortar mais na despesa, certo como está que já fez tudo. Não sendo oposição a nada nem a ninguém deixo-lhe senhor ministro umas dicas.
1- Fim das despesas de representação, ajudas de custo, despesas de deslocação e outros subterfúgios para todos os agentes da administração central, regional e local que aufiram mais de 1500 Euros mensais.
2- Fim da distribuição a esmo de cartões de crédito, senhas de combustível, telemóveis, computadores e demais alcavalas para todos os agentes da administração central, regional e local que aufiram mais de 1500 Euros mensais.
3- Extinção imediato dos Governos Civis.
4- Colocar em prática o PRACE, coisa que o senhor ministro parece ter esquecido, extinguindo os institutos, fundações e outros cancros politico partidários que servem apenas para engordar o défice e a despesa, bem como para pagar favores plíticos, neste tipo de organismos que não servem para nada se colocam os filhos, sobrinhos e conhecidos de todos os senhores importantes de todos os partidos.
5- Acabar com a vergonhosa Lei de Financiamento dos partidos.
6- Vender os submarinos que não servem para nada excepto para gastar dinheiro e não são como diz a mentira propalada até à exaustão, elemento de dissuasão de coisa nenhuma.
7- Diminuir o número de deputados e instituir os círculos uninominais.
8- Diminuir o número de representações diplomáticas e pessoal das mesmas.
9- Cortar os apoios a PALOPS e outras cretinices do género, pobres somos nós e cada vez estamos pior.
10- Taxar a banca e os grandes grupos económicos pelo real valor dos seus ganhos, tal como faz com os pobres diabos que ganham ordenados de miséria.
Ora diga lá senhor ministro, dez locais onde cortar, e foi apenas de memória, imagine o que não pode fazer alguém com dados mais concretos. Não minta pois ao país senhor Ministro das Finanças.
Depois da diarreia verbal de ontem, não restam dúvidas de que o FMI, deveria ter vindo em 1990, teria evitado muita trampa, que esta corja tem andado a fazer, transformando esta terra na choldra que é. Quem tem medo do FMI? Eu não, assim como assim já estou atascado até às orelhas.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, setembro 29, 2010
Mais uma do MST
Miguel Sousa Tavares, tem um qualquer fetiche com os professores que ainda não percebi. Depois da célebre tirada “…os inúteis mais bem pagos de Portugal…”, na segunda-feira voltou a ter uma tirada igualmente fantástica.
Disse que o governo cedeu ao grupo de pressão dos professores, dando avaliações de bom e muito bom a todos daí resultando que na opinião de MST os professores foram todos aumentados nos seus vencimentos, para além disso, e ainda na douta e sapiente opinião do verboso MST, o governo demitiu uma excelente ministra da educação e trocou-a por outra com menor capacidade.
MST, que até tenho em consideração como um tipo com alguma capacidade, um tipo interventivo, de quando em vez tem destes arroubos de prima donna que me deixam de cara à banda. Ó Miguel, põe mais tabaco nisso, rapaz, que isso puro só te faz é mal!
Quanto à troca ministerial, discordo completamente, até porque se Maria de Lurdes Rodrigues não pescava nada de Educação, Isabel Alçada, está na mesma, a Educação para a senhora actual ministra é uma grande aventura, uma triste aventura.
Agora dizer que os professores foram aumentados, essa é que me custou a engolir, ainda fiquei na dúvida, comecei a pensar, tu queres ver que a minha cara-metade me anda a esconder o aumento e a converter tudo em malas louis vuitton, em spas, nome fino para termas, em modelitos da chanel e da fátima lopes e coisas do género, mas não. A cachopa ainda se me riu na cara e disse-me que não desse ouvidos a parolos, o seu sorriso de gozo logo me fez perceber, MST gosta da antiga ministra da Educação, porque tal como ela, também MST não percebe porra nenhuma de Educação, MST e MLR são duas almas gémeas no que toca à Educação, duas almas ingénuas e simples, por causa dessa proximidade de ideias é que de quando em vez, MST atira estas bojardas para o ar.
Caro amigo MST, não sei que mal lhe terão feito os seus professores, mas ó homem, cure-se, visite um psiquiatra, um psicólogo, uma mãe de santo, um vidente, o que quiser mas faça qualquer coisa, livre-se dessa tara! É um conselho de amigo que muito o estima.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Disse que o governo cedeu ao grupo de pressão dos professores, dando avaliações de bom e muito bom a todos daí resultando que na opinião de MST os professores foram todos aumentados nos seus vencimentos, para além disso, e ainda na douta e sapiente opinião do verboso MST, o governo demitiu uma excelente ministra da educação e trocou-a por outra com menor capacidade.
MST, que até tenho em consideração como um tipo com alguma capacidade, um tipo interventivo, de quando em vez tem destes arroubos de prima donna que me deixam de cara à banda. Ó Miguel, põe mais tabaco nisso, rapaz, que isso puro só te faz é mal!
Quanto à troca ministerial, discordo completamente, até porque se Maria de Lurdes Rodrigues não pescava nada de Educação, Isabel Alçada, está na mesma, a Educação para a senhora actual ministra é uma grande aventura, uma triste aventura.
Agora dizer que os professores foram aumentados, essa é que me custou a engolir, ainda fiquei na dúvida, comecei a pensar, tu queres ver que a minha cara-metade me anda a esconder o aumento e a converter tudo em malas louis vuitton, em spas, nome fino para termas, em modelitos da chanel e da fátima lopes e coisas do género, mas não. A cachopa ainda se me riu na cara e disse-me que não desse ouvidos a parolos, o seu sorriso de gozo logo me fez perceber, MST gosta da antiga ministra da Educação, porque tal como ela, também MST não percebe porra nenhuma de Educação, MST e MLR são duas almas gémeas no que toca à Educação, duas almas ingénuas e simples, por causa dessa proximidade de ideias é que de quando em vez, MST atira estas bojardas para o ar.
Caro amigo MST, não sei que mal lhe terão feito os seus professores, mas ó homem, cure-se, visite um psiquiatra, um psicólogo, uma mãe de santo, um vidente, o que quiser mas faça qualquer coisa, livre-se dessa tara! É um conselho de amigo que muito o estima.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, setembro 22, 2010
Uma questão de Chefes
Um destes dias, ficamos a saber que a CP a TAP e a Refer possuem no seu conjunto cerca de 525 chefes, sendo que a CP é o campeão dos chefes com um chefe para cada 16 funcionários, é tal e qual as forças armadas onde existem 70 ou 80 generais no activo mais uns 130 ou 150 na reserva ou seja o equivalente a possuirmos um exército de um milhão e tal de homens, actualmente possuímos se tanto uns 40 mil se tanto.
E quanto custam os 525 chefes das três empresas públicas referidas, ora fazendo umas contitas baseadas nos salários médios dos camaradas, chegamos ao número mágico de 30 milhões de euros anuais. Sim leu bem caro amigo, considerando que o ordenado médio destes 525 chefes é de 4 mil euros, ao fim de um ano cada um recebe 56 mil euros, se multiplicarmos esse número por 525 obtemos o fantástico número de 30 milhões de euros esbanjados em criaturas que vivem em empresas atoladas em prejuízos.
Não estão sequer contabilizadas as alcavalas e mordomias que esta rapaziada embolsa, carros, combustíveis, ajudas de custo, despesas de representação, deslocações, hotéis, telefones, cartões de crédito, almoços e jantaradas e por aí adiante, a contabilidade é muito mais atroz, mas só por este número estimado por baixo, se percebe realmente onde está o monstro o tal que sua Excelência o Senhor Presidente da Republica aludiu entre uma mordiscada de bolo-rei e mais um devaneio marítimo.
E isto são factos relativos apenas a três empresas, agora imaginem se contabilizarmos os 18 governos civis que não servem para nada, as centenas de institutos da treta e de fundações fandangas mais as centenas de buracos esconsos da burocracia alimentada pelo sistema da partidocracia dominante que para lá nomeia os seus apaniguados ao sabor da oscilação entre ser da situação ou ser da oposição, ao fim e ao cabo são milhares de entidades cheias de chefes e assessores de carros, motoristas e secretárias. É este polvo gigantesco, esta vaca sagrada na qual todos mamam, da esquerda à direita, que importa emagrecer.
Se por ventura na CP, na TAP e na Refer, apenas existem 260 chefes ou seja metade, as empresas continuariam a dar prejuízo, continuariam a funcionar mal, mas o Estado teria mais 15 milhões de contas para contratar, por exemplo 30 mil Assistentes Operacionais para as escolas, por exemplo 7500 professores, por exemplo 12 mil enfermeiros, por exemplo 15 mil polícias. É por isso que eu acho que andamos a dormir na forma, entupidos de mentirolas, intoxicados por uma comunicação social mentirosa, por politiqueiros medíocres, por gentalha miserável que vive do ócio com gravatas de seda que custam o mesmo que o que eu ganho num mês. E é mim que criticam e apontam por ser um contratado da função pública, ora vão bardamerda, cambada de capados, súcia de ramelosos!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
E quanto custam os 525 chefes das três empresas públicas referidas, ora fazendo umas contitas baseadas nos salários médios dos camaradas, chegamos ao número mágico de 30 milhões de euros anuais. Sim leu bem caro amigo, considerando que o ordenado médio destes 525 chefes é de 4 mil euros, ao fim de um ano cada um recebe 56 mil euros, se multiplicarmos esse número por 525 obtemos o fantástico número de 30 milhões de euros esbanjados em criaturas que vivem em empresas atoladas em prejuízos.
Não estão sequer contabilizadas as alcavalas e mordomias que esta rapaziada embolsa, carros, combustíveis, ajudas de custo, despesas de representação, deslocações, hotéis, telefones, cartões de crédito, almoços e jantaradas e por aí adiante, a contabilidade é muito mais atroz, mas só por este número estimado por baixo, se percebe realmente onde está o monstro o tal que sua Excelência o Senhor Presidente da Republica aludiu entre uma mordiscada de bolo-rei e mais um devaneio marítimo.
E isto são factos relativos apenas a três empresas, agora imaginem se contabilizarmos os 18 governos civis que não servem para nada, as centenas de institutos da treta e de fundações fandangas mais as centenas de buracos esconsos da burocracia alimentada pelo sistema da partidocracia dominante que para lá nomeia os seus apaniguados ao sabor da oscilação entre ser da situação ou ser da oposição, ao fim e ao cabo são milhares de entidades cheias de chefes e assessores de carros, motoristas e secretárias. É este polvo gigantesco, esta vaca sagrada na qual todos mamam, da esquerda à direita, que importa emagrecer.
Se por ventura na CP, na TAP e na Refer, apenas existem 260 chefes ou seja metade, as empresas continuariam a dar prejuízo, continuariam a funcionar mal, mas o Estado teria mais 15 milhões de contas para contratar, por exemplo 30 mil Assistentes Operacionais para as escolas, por exemplo 7500 professores, por exemplo 12 mil enfermeiros, por exemplo 15 mil polícias. É por isso que eu acho que andamos a dormir na forma, entupidos de mentirolas, intoxicados por uma comunicação social mentirosa, por politiqueiros medíocres, por gentalha miserável que vive do ócio com gravatas de seda que custam o mesmo que o que eu ganho num mês. E é mim que criticam e apontam por ser um contratado da função pública, ora vão bardamerda, cambada de capados, súcia de ramelosos!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, setembro 20, 2010
Esclarecimento
O caríssimo amigo Astroquack, teve a gentileza de deixar um comentário sobre um dos meus desabafos. Agradeço a fineza de V.exa. e das suas sapientes e doutas recomendações, reza assim o comentário:
“Ò Sr. Barão, o cidadão honesto que paga os seus impostos não é mais que um escravo que abdica dos seus direitos e liberdades para servir o seu "superior", o seu xulo, e que tem inveja de quem não o quer fazer, ou seja, os ciganos. O sr. devia reflectir sobre a sua própria condição humana...”
Dilecto amigo, infelizmente tem o escorreito escrevinhador de comentários muita razão, os cretinos que pagam impostos e trabalham são escravos que servem a chulos, um pequeno aparte meu caro, se me quiser insultar acerte ao menos na grafia da palavra, chulo é com “ch” mesmo com acordo ortográfico, ora dizia eu, que o meu dedicado amigo acertou nessa coisa dos escravos e dos chulos.
É verdade, uma cada vez mais maioria de cretinos, na qual para seu gáudio me incluo, não passamos de imbecis escravizados pelas hipotecas e por impostos, escravizados pelas margens de uma sociedade de facilitismo social, em que o colarinho branco politiqueiro e a ralé subsídio dependente da qual fazem parte os ciganos, usam e abusam da nossa boa vontade, vivendo à larga enquanto eu estico e estico o já parco orçamento familiar.
O meu mui estimado interlocutor cibernauta, não conhece as minhas invejas, mas posso dizer-lhe que se há coisas que não invejo são a estupidez, a boçalidade, a sem-vergonhice, a imbecilidade e o racismo encapotados de pseudo cultura étnica, que permite cagar verdadeiramente para as regras da sã convivência civilizadas e do respeito pelos outros, afianço-lhe que não sinto a mais pequena gota de fel verde por tais criaturas.
Todas as manhãs reflicto sobre a minha condição humana, às sete da matina quando me levanto, passo todo o dia a reflectir, até quando volto a casa doze horas depois, reflicto mais ainda quando ao fim de mês vejo que levo para casa pouco mais de cem contos da moeda antiga. Tenho ainda mais que reflectir quando vejo a minha avô que ganha 150 Euros por mês de reforma, ou o meu pai 400 ou a minha mãe 250, um verdadeiro tesouro ao fim de uma vida de trabalho, já outros ganham o triplo sem bulirem uma palha, reflicto mais ainda quando vou a uma farmácia e vejo os velhotes que trabalharam vidas inteiras para agora andarem a passar fome porque o dinheiro é necessário para os remédios, quando outros andam de carros de alta cilindrada pagos com os meus impostos convertidos na vergonhosa subsídiocracia do ócio.
Tenho ainda mais momentos de reflexão quando vejo amigos portadores de deficiências várias, a viver sem trabalho e sem perspectivas, com pensões miseráveis, votados à mais profunda exclusão e ostracismo, esses sim verdadeiros excluídos, a todos os anteriores casos ninguém dá casa nem subsídios por tudo e por nada, não a todos os casos anteriores o que se lhes pede é que apertem o cinto, e garanto-lhe que muitas vezes me apetece deixar de pagar impostos, mas depois começo a reflectir, se eu deixar de pagar impostos, muita gente, incluída a rataria subsídio dependente, acabará a comer merda dos passeios, por isso caro amigo, eu deixo de lado a soberba e lá vou, tal como os outros escravos trabalhar para os chulos.
Mas deixe que lhe diga meu dilecto Astroqack, a minha esperança é que um dia os escravos se revoltem, desta vez sem a merda das flores a entupir os canos, porque deixe que lhe diga uma coisa, estou farto de copinhos de leite de merda de esquerda e de direita que se arrogam em donos do mundo, estou farto de alimentar esta súcia de javardos que come a minha carne, farto até à raiz dos cabelos de ter de conviver com escumalha malcheirosa e mal-educada, farto de politiqueiros ineptos e incapazes, farto desta merda de sociedade de energúmenos, farto até à raiz dos cabelos de ser escravo!
Creia-me um seu devotado amigo.
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
“Ò Sr. Barão, o cidadão honesto que paga os seus impostos não é mais que um escravo que abdica dos seus direitos e liberdades para servir o seu "superior", o seu xulo, e que tem inveja de quem não o quer fazer, ou seja, os ciganos. O sr. devia reflectir sobre a sua própria condição humana...”
Dilecto amigo, infelizmente tem o escorreito escrevinhador de comentários muita razão, os cretinos que pagam impostos e trabalham são escravos que servem a chulos, um pequeno aparte meu caro, se me quiser insultar acerte ao menos na grafia da palavra, chulo é com “ch” mesmo com acordo ortográfico, ora dizia eu, que o meu dedicado amigo acertou nessa coisa dos escravos e dos chulos.
É verdade, uma cada vez mais maioria de cretinos, na qual para seu gáudio me incluo, não passamos de imbecis escravizados pelas hipotecas e por impostos, escravizados pelas margens de uma sociedade de facilitismo social, em que o colarinho branco politiqueiro e a ralé subsídio dependente da qual fazem parte os ciganos, usam e abusam da nossa boa vontade, vivendo à larga enquanto eu estico e estico o já parco orçamento familiar.
O meu mui estimado interlocutor cibernauta, não conhece as minhas invejas, mas posso dizer-lhe que se há coisas que não invejo são a estupidez, a boçalidade, a sem-vergonhice, a imbecilidade e o racismo encapotados de pseudo cultura étnica, que permite cagar verdadeiramente para as regras da sã convivência civilizadas e do respeito pelos outros, afianço-lhe que não sinto a mais pequena gota de fel verde por tais criaturas.
Todas as manhãs reflicto sobre a minha condição humana, às sete da matina quando me levanto, passo todo o dia a reflectir, até quando volto a casa doze horas depois, reflicto mais ainda quando ao fim de mês vejo que levo para casa pouco mais de cem contos da moeda antiga. Tenho ainda mais que reflectir quando vejo a minha avô que ganha 150 Euros por mês de reforma, ou o meu pai 400 ou a minha mãe 250, um verdadeiro tesouro ao fim de uma vida de trabalho, já outros ganham o triplo sem bulirem uma palha, reflicto mais ainda quando vou a uma farmácia e vejo os velhotes que trabalharam vidas inteiras para agora andarem a passar fome porque o dinheiro é necessário para os remédios, quando outros andam de carros de alta cilindrada pagos com os meus impostos convertidos na vergonhosa subsídiocracia do ócio.
Tenho ainda mais momentos de reflexão quando vejo amigos portadores de deficiências várias, a viver sem trabalho e sem perspectivas, com pensões miseráveis, votados à mais profunda exclusão e ostracismo, esses sim verdadeiros excluídos, a todos os anteriores casos ninguém dá casa nem subsídios por tudo e por nada, não a todos os casos anteriores o que se lhes pede é que apertem o cinto, e garanto-lhe que muitas vezes me apetece deixar de pagar impostos, mas depois começo a reflectir, se eu deixar de pagar impostos, muita gente, incluída a rataria subsídio dependente, acabará a comer merda dos passeios, por isso caro amigo, eu deixo de lado a soberba e lá vou, tal como os outros escravos trabalhar para os chulos.
Mas deixe que lhe diga meu dilecto Astroqack, a minha esperança é que um dia os escravos se revoltem, desta vez sem a merda das flores a entupir os canos, porque deixe que lhe diga uma coisa, estou farto de copinhos de leite de merda de esquerda e de direita que se arrogam em donos do mundo, estou farto de alimentar esta súcia de javardos que come a minha carne, farto até à raiz dos cabelos de ter de conviver com escumalha malcheirosa e mal-educada, farto de politiqueiros ineptos e incapazes, farto desta merda de sociedade de energúmenos, farto até à raiz dos cabelos de ser escravo!
Creia-me um seu devotado amigo.
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
Efeito Sarkozy
A atitude do governo Francês de recambiar a ciganada romena lá para a terra deles, despoletou uma crise institucional no seio da Europa, que poderá finalmente provocar uma discussão séria sobre essa rapaziada.
Os franceses, e muito bem, cansados de mais uma vaga de desocupados profissionais, de ladrões, de assassinos e vigaristas subsídio dependentes, decidiram recambia-los de volta para o seu país, se é que a Roménia é o seu país. A Europa que tem sido tão célere e determinada a combater a exclusão por esse mundo fora, evita há décadas a resolução desta situação que não interessa a ninguém, que é a questão do povo cigano.
Os ciganos são originários do norte da Índia, tendo sido expulsos de lá por causa de guerras étnicas, começaram a migrar lentamente para Oeste, chegam à Roménia por volta do ano 1000 D.C. A Portugal aportaram por volta de 1400, a sua particular visão do mundo, avessos ao trabalho, nomadismo e atitude racista para com todos os não ciganos, fez com que fossem perseguidos ao longo dos anos.
Esta etnia fez abalar algumas estruturas da Europa, que não sabe o que fazer a gente que nem se governa nem se deixa governar, temo bem que a longo prazo, assistamos a desacatos graves na Europa, e que esta gente vá provar do mesmo remédio que tem usado para aterrorizar as pessoas dos locais onde estão instalados. A ver vamos se futuramente não estaremos perante um levantamento popular que dará lugar a massacres e outras más situações.
Entre a eterna dicotomia da esquerda, apologista da protecção a todo o tipo de ralé e da direita, apostada em cortar cegamente a direito, quem sai duplamente prejudicado é o cidadão honesto que trabalha e paga os seus impostos, está entre a espada e a parede, espoliado por ambos os bandos de sevandijas, o cidadão trabalhador que alimenta com os seus impostos e trabalho esta corja, está refém da ditadura consentida das minorias, abandonado por todos deixado à sua sorte, sem poder reagir conforme.
Alheados dos povos que governam, os politiqueiros europeus, condenam a França, pelo envio dos ciganos para a terra deles, alheios a que essa atitude colhe largos e amplos aplausos por entre a maioria das populações dos diversos países, que fartos de serem roubados, assassinados e vilipendiados por esta corja, estão a atingir o limite.
Pessoalmente só posso concordar com Sarkozy, e com pesar ver que apesar de fazer falta, em Portugal não há nenhum Sarkozy, alguém com eles no sítio que de forma civilizada diga basta às sanguessugas subsídio dependentes, porque se ninguém o fizer de um modo civilizado estou em crer que um destes dias, a coisa dará para o torto, porque tal como eu anda muita gente farta desta gentalha toda.
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
Os franceses, e muito bem, cansados de mais uma vaga de desocupados profissionais, de ladrões, de assassinos e vigaristas subsídio dependentes, decidiram recambia-los de volta para o seu país, se é que a Roménia é o seu país. A Europa que tem sido tão célere e determinada a combater a exclusão por esse mundo fora, evita há décadas a resolução desta situação que não interessa a ninguém, que é a questão do povo cigano.
Os ciganos são originários do norte da Índia, tendo sido expulsos de lá por causa de guerras étnicas, começaram a migrar lentamente para Oeste, chegam à Roménia por volta do ano 1000 D.C. A Portugal aportaram por volta de 1400, a sua particular visão do mundo, avessos ao trabalho, nomadismo e atitude racista para com todos os não ciganos, fez com que fossem perseguidos ao longo dos anos.
Esta etnia fez abalar algumas estruturas da Europa, que não sabe o que fazer a gente que nem se governa nem se deixa governar, temo bem que a longo prazo, assistamos a desacatos graves na Europa, e que esta gente vá provar do mesmo remédio que tem usado para aterrorizar as pessoas dos locais onde estão instalados. A ver vamos se futuramente não estaremos perante um levantamento popular que dará lugar a massacres e outras más situações.
Entre a eterna dicotomia da esquerda, apologista da protecção a todo o tipo de ralé e da direita, apostada em cortar cegamente a direito, quem sai duplamente prejudicado é o cidadão honesto que trabalha e paga os seus impostos, está entre a espada e a parede, espoliado por ambos os bandos de sevandijas, o cidadão trabalhador que alimenta com os seus impostos e trabalho esta corja, está refém da ditadura consentida das minorias, abandonado por todos deixado à sua sorte, sem poder reagir conforme.
Alheados dos povos que governam, os politiqueiros europeus, condenam a França, pelo envio dos ciganos para a terra deles, alheios a que essa atitude colhe largos e amplos aplausos por entre a maioria das populações dos diversos países, que fartos de serem roubados, assassinados e vilipendiados por esta corja, estão a atingir o limite.
Pessoalmente só posso concordar com Sarkozy, e com pesar ver que apesar de fazer falta, em Portugal não há nenhum Sarkozy, alguém com eles no sítio que de forma civilizada diga basta às sanguessugas subsídio dependentes, porque se ninguém o fizer de um modo civilizado estou em crer que um destes dias, a coisa dará para o torto, porque tal como eu anda muita gente farta desta gentalha toda.
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, setembro 15, 2010
Uma estória!
Imaginem um país de terceiro mundo, daqueles sobre os quais lemos notícias nos jornais ou vemos na televisão, enquanto estamos agradavelmente refastelados no sofá lá de casa já um pouco gasto, mas que não dá para trocar que isto anda mau.
Imaginem esse país eivado de sevandijas de várias etnias, que se odeiam uns aos outros e que apenas a fraca autoridade do Estado mantém mais ou menos funcional enquanto sociedade. Agora imaginem que qual Romeu e Julieta, porém sem as tribulações, os fantásticos cenários nem a grandeza de Montecchios e Capuletos, uma jovem de uma etnia casa com um jovem de outra.
Tudo corre aparentemente bem até que um dia a jovem pede o divórcio, coisa que não é bem aceite pela família do marido nem pelo próprio que como honesto praticante dos ditames da sua etnia, crê a sua honra molestada por tal desacato, vai daí que a família do homem, desagua qual maré viva de eflúvios de alguma ETAR, entre pela casa da família da rapariga espancando de forma violenta toda a gente incluindo o pai da rapariga que estando doente não pode opor resistência alguma, revelando absoluto desrespeito pelas leis desse titubeante e anémico Estado, com o maior desprezo pela dignidade humana e respeito pelos outros, demonstrando a verdadeira natureza de animais selvagens que são.
Os espancados recorrem aos agentes da Autoridade, que também pouco ou nada podem fazer, manietados que estão por leis estúpidas elaboradas por imbecis que passam a vida dentro de gabinetes com ar condicionado. Desesperados, porque ameaçados de novo regressam a casa e recolhem alguns poucos haveres que tinham ficado intactos, dado que a casa tinha sido completamente vandalizada, móveis partidos roupas rasgadas, enfim os requintes normais dos parasitas étnicos. A solução foi fugirem do seu país, fugirem da sua terra e emigrarem, para um local onde possam estar um pouco mais em paz.
Isto aconteceu em Portugal no Século XXI, faz agora dois anos mais mês menos mês, aconteceu antes, irá acontecer de novo, porque neste país apenas existem carneiros capados, que tudo aceitam e tudo acatam, incapazes de se defender, destas pseudo etnias de sanguessugas subsídio dependentes. Curioso que nestes casos nunca se fala de racismo, de xenofobia e de outras mentiras, curioso que nunca se vêem declarações de todas essas organizações muito preocupadas com estas questões vir a terreiro condenar estes actos vergonhosos de ralé inclassificável. Quando terminará esta selvajaria? Quando se ganhará coragem para dizer a esta gentalha que este país tem leis? Estou em crer que nunca! Neste país de carneiros eunucos, nada muda, estão demasiado ocupados a bater em mulheres e a maltratar crianças, verdadeiramente corajosos estes cidadãos!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Imaginem esse país eivado de sevandijas de várias etnias, que se odeiam uns aos outros e que apenas a fraca autoridade do Estado mantém mais ou menos funcional enquanto sociedade. Agora imaginem que qual Romeu e Julieta, porém sem as tribulações, os fantásticos cenários nem a grandeza de Montecchios e Capuletos, uma jovem de uma etnia casa com um jovem de outra.
Tudo corre aparentemente bem até que um dia a jovem pede o divórcio, coisa que não é bem aceite pela família do marido nem pelo próprio que como honesto praticante dos ditames da sua etnia, crê a sua honra molestada por tal desacato, vai daí que a família do homem, desagua qual maré viva de eflúvios de alguma ETAR, entre pela casa da família da rapariga espancando de forma violenta toda a gente incluindo o pai da rapariga que estando doente não pode opor resistência alguma, revelando absoluto desrespeito pelas leis desse titubeante e anémico Estado, com o maior desprezo pela dignidade humana e respeito pelos outros, demonstrando a verdadeira natureza de animais selvagens que são.
Os espancados recorrem aos agentes da Autoridade, que também pouco ou nada podem fazer, manietados que estão por leis estúpidas elaboradas por imbecis que passam a vida dentro de gabinetes com ar condicionado. Desesperados, porque ameaçados de novo regressam a casa e recolhem alguns poucos haveres que tinham ficado intactos, dado que a casa tinha sido completamente vandalizada, móveis partidos roupas rasgadas, enfim os requintes normais dos parasitas étnicos. A solução foi fugirem do seu país, fugirem da sua terra e emigrarem, para um local onde possam estar um pouco mais em paz.
Isto aconteceu em Portugal no Século XXI, faz agora dois anos mais mês menos mês, aconteceu antes, irá acontecer de novo, porque neste país apenas existem carneiros capados, que tudo aceitam e tudo acatam, incapazes de se defender, destas pseudo etnias de sanguessugas subsídio dependentes. Curioso que nestes casos nunca se fala de racismo, de xenofobia e de outras mentiras, curioso que nunca se vêem declarações de todas essas organizações muito preocupadas com estas questões vir a terreiro condenar estes actos vergonhosos de ralé inclassificável. Quando terminará esta selvajaria? Quando se ganhará coragem para dizer a esta gentalha que este país tem leis? Estou em crer que nunca! Neste país de carneiros eunucos, nada muda, estão demasiado ocupados a bater em mulheres e a maltratar crianças, verdadeiramente corajosos estes cidadãos!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, setembro 13, 2010
O meu amigo Bruno

O Bruno é uma pessoa especial, não é por ser meu amigo. Conheço o Bruno desde que ele era pequeno e vi-o crescer como pessoa excelente que é e como campeão que também é. Campeão de uma vida que poderiamos dizer que à partida o condicionou, o meu amigo Bruno nasceu com síndrome de Downs.
No entanto essa pequena partida da vida, não impediu o Bruno de prosseguir no seu caminho, de ser uma pessoa extraordinária, um ser humano maravilhoso que dá lições de vida muito a imbecil que por aí vegeta, o meu amigo Bruno faz teatro, é um actor consagrado, o meu amigo Bruno é também um extraordinário atleta.
o Bruno é sobretudo o triunfo da decência, da educação e do civismo, o triunfo da humanidade, o triunfo de alguém que nasceu com uma deficiência, mas que a superou, superando também a indiferença e a cobardia dos seus pares ditos normais. O Bruno ultrapassou todas essas dificuldades, tornando-se um extraordinário exemplo de pessoa. Ajudou-o ter uma família que o apoia, ter professores e amigos que acreditaram nele e nas suas capacidades, mas na essência a bondade, a preserverança e a humanidade já estavam lá, foi só dar um pequeno empurrão para desabrochar.
O meu amigo Bruno, merece esta pequena homenagem de um amigo e admirador.
Já agora visitem este endereço, para verem uma selecção que nos orgulha, uma selecção sem milhões, sem estágios em hotéis de cinco estrelas, mas com gente que vale verdadeiramente o seu peso em ouro.
um abraço deste vosso amigoo
Barão da Tróia
terça-feira, setembro 07, 2010
Processo Casa Pia
Finalmente chegou ao fim o Processo Casa Pia. Ontem jogou-se um dos capítulos finais, com os Prós e Contras, onde mais uma vez se deram largas à incomensurável estúrdia que tudo isto representou durante seis anos.
Este processo, para além da sua génese levantou três questões com muito maior pertinência, que vistas sob o fácil ângulo do leigo importam analisar e quiçá, no interesse de uma sociedade mais justa e mais atenta aos seus cidadãos, implementar, urge mudar, porque o que existe é duma ineficácia atroz.
A primeira das questões levantadas por este processo centra-se numa cada vez mais visível verdade, Portugal trata muito mal as suas crianças. Sobre esta matéria os acontecimentos não apenas ligados a este caso mas todas as ocorrências que se verificam com as crianças provam que de uma vez por todas necessitamos enquanto sociedade de proteger as nossas crianças, protege-las não apenas de actos monstruosos, mas também de acidentes perfeitamente evitáveis e protege-las cabalmente, para que possam ser cidadãos íntegros e participativos. Sobre esta matéria estará quase tudo por fazer, porque a nossa actual sociedade pouco faz para efectivamente proteger as nossas crianças.
Uma segunda questão, tem a sua relevância nas políticas sociais e encontra-se directamente relacionada com a questão anterior, urge reavaliar, modificar e implementar novas dinâmicas sociais de protecção de crianças e jovens em risco, temos com seriedade de reavaliar as Casas Pias e todas as outras instituições do género, bem como os centros de reintegração social e as políticas de apoio social, os lares os orfanatos, tudo isso tem de ser reavaliado e reequacionando, com a certeza de que apesar de muito se fazer de correcto, mais ainda se faz de completamente contra producente, como aliás é apanágio deste nosso país.
A terceira e última questão centra indubitavelmente na Justiça. Ontem ouviu da boca do bastonário das advogados que a Justiça tem de se preocupar com os prevaricadores e não com as vítimas, ouviu também da boca de um senhor jornalista a velha máxima do pretenso Estado de Direito, que diz que mais vale um criminoso à solta do que um inocente preso, uma e outra dessas declarações provocaram-me um profundo desgosto, são declarações de gente que vive em redomas longe deste país real, a Justiça que nos rege está podre, caduca, eivada de incongruências e longe do cidadão. Quando o senhor bastonário diz que as vítimas não importam à Justiça, o senhor bastonário cospe no prato que lhe dá a comida, porque são as vítimas que pagam toda esta merda, somos nós as permanentes vítimas de políticos medíocres, de advogados imbecis e de toda a classe de sanguessugas criminosas, que pagamos esta porcaria toda, e quando vemos os nossos, interesses, os haveres e os nossos familiares vítimas de crimes por vezes hediondos para os quais não existe resposta deste pretenso Estado de Direito, apetece mandar-vos todos bardamerda bem alto, enfiem a vossa Justiça e vosso estado de direito lá onde o sol não chega.
Gostaria pois que se aproveitasse a lição desta palhaçada chamada caso Casa Pia, para melhorarmos este país, infelizmente temo bem a julgar pelo que tenho lido e visto, que a prescrição vá acabar por ser o fim deste triste evento, e tudo continuará na mesma.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Este processo, para além da sua génese levantou três questões com muito maior pertinência, que vistas sob o fácil ângulo do leigo importam analisar e quiçá, no interesse de uma sociedade mais justa e mais atenta aos seus cidadãos, implementar, urge mudar, porque o que existe é duma ineficácia atroz.
A primeira das questões levantadas por este processo centra-se numa cada vez mais visível verdade, Portugal trata muito mal as suas crianças. Sobre esta matéria os acontecimentos não apenas ligados a este caso mas todas as ocorrências que se verificam com as crianças provam que de uma vez por todas necessitamos enquanto sociedade de proteger as nossas crianças, protege-las não apenas de actos monstruosos, mas também de acidentes perfeitamente evitáveis e protege-las cabalmente, para que possam ser cidadãos íntegros e participativos. Sobre esta matéria estará quase tudo por fazer, porque a nossa actual sociedade pouco faz para efectivamente proteger as nossas crianças.
Uma segunda questão, tem a sua relevância nas políticas sociais e encontra-se directamente relacionada com a questão anterior, urge reavaliar, modificar e implementar novas dinâmicas sociais de protecção de crianças e jovens em risco, temos com seriedade de reavaliar as Casas Pias e todas as outras instituições do género, bem como os centros de reintegração social e as políticas de apoio social, os lares os orfanatos, tudo isso tem de ser reavaliado e reequacionando, com a certeza de que apesar de muito se fazer de correcto, mais ainda se faz de completamente contra producente, como aliás é apanágio deste nosso país.
A terceira e última questão centra indubitavelmente na Justiça. Ontem ouviu da boca do bastonário das advogados que a Justiça tem de se preocupar com os prevaricadores e não com as vítimas, ouviu também da boca de um senhor jornalista a velha máxima do pretenso Estado de Direito, que diz que mais vale um criminoso à solta do que um inocente preso, uma e outra dessas declarações provocaram-me um profundo desgosto, são declarações de gente que vive em redomas longe deste país real, a Justiça que nos rege está podre, caduca, eivada de incongruências e longe do cidadão. Quando o senhor bastonário diz que as vítimas não importam à Justiça, o senhor bastonário cospe no prato que lhe dá a comida, porque são as vítimas que pagam toda esta merda, somos nós as permanentes vítimas de políticos medíocres, de advogados imbecis e de toda a classe de sanguessugas criminosas, que pagamos esta porcaria toda, e quando vemos os nossos, interesses, os haveres e os nossos familiares vítimas de crimes por vezes hediondos para os quais não existe resposta deste pretenso Estado de Direito, apetece mandar-vos todos bardamerda bem alto, enfiem a vossa Justiça e vosso estado de direito lá onde o sol não chega.
Gostaria pois que se aproveitasse a lição desta palhaçada chamada caso Casa Pia, para melhorarmos este país, infelizmente temo bem a julgar pelo que tenho lido e visto, que a prescrição vá acabar por ser o fim deste triste evento, e tudo continuará na mesma.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sábado, setembro 04, 2010
José Torres

Morreu um grande homem! Um excelente exemplo de desportista, raro no trato e na decência, um dos nossos melhores de todos os tempos. Um grande homem, que infelizmente não viu em vida os homens honrarem a sua excelsa qualidade de desportista e de ser humano.
Descanse em paz.
um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, setembro 01, 2010
Voltei
De volta para o regaço laboral, pelo menos até Dezembro, volto com o mesmo país de merda que deixei há um mês, porque será que ano após ano os temas são recorrentes, este país não tem absolutamente crédito nenhum, ano após ano, ele é incêndios, baldrocas jurídicas, assaltos e cretinices em bairros sociais, tudo regado com pessimismos e optimismos imbecis dos galarós da situação e da oposição.
Ano após ano vegetamos entre as euforias futeboleiras e as alegorias profanas da miséria humana retocadas com o merdum primevo do ab inicio da estúrdia em que isto anda, ah Afonso, Afonso, pudesse eu dar-te uma vintena de tabefes, grande velhaco! Quantas vezes te disseram que não se bate na mãe!
Eufóricos os eunucos lusos, atiram-se como gato a bofe à vidinha medíocre do dia-a-dia ufano, preparam o tempo de depressão a invernal frieza dos números, manipulados, diz que Portugal cresce, só se for na egocêntrica e despropositada vaidade de alguns alucinados, só se for na impossível, na cada vez mais impossível esperança de que esta imundice chegue a algum lado.
Este país é uma desgraça, mais uma, pegada a este mundo, um rincão de estrume à beira mar plantado, onde uma cáfila de camelos cretinos, um rebanho de carneiros capados, se recusa a tomar conta do seu destino e a defender os seus, mantendo a atitude passiva do bicho sacrificial imolado no altar da cobiça e da velhacaria que se instalou neste pardieiro.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Ano após ano vegetamos entre as euforias futeboleiras e as alegorias profanas da miséria humana retocadas com o merdum primevo do ab inicio da estúrdia em que isto anda, ah Afonso, Afonso, pudesse eu dar-te uma vintena de tabefes, grande velhaco! Quantas vezes te disseram que não se bate na mãe!
Eufóricos os eunucos lusos, atiram-se como gato a bofe à vidinha medíocre do dia-a-dia ufano, preparam o tempo de depressão a invernal frieza dos números, manipulados, diz que Portugal cresce, só se for na egocêntrica e despropositada vaidade de alguns alucinados, só se for na impossível, na cada vez mais impossível esperança de que esta imundice chegue a algum lado.
Este país é uma desgraça, mais uma, pegada a este mundo, um rincão de estrume à beira mar plantado, onde uma cáfila de camelos cretinos, um rebanho de carneiros capados, se recusa a tomar conta do seu destino e a defender os seus, mantendo a atitude passiva do bicho sacrificial imolado no altar da cobiça e da velhacaria que se instalou neste pardieiro.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, agosto 04, 2010
Fui mas volto!
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