Apodera-se lentamente das hostes da lusa carneirada a “Parvuzela” e o que é a Parvuzela perguntam os ilustres visitantes deste local. Ora já a devem ter visto mas com outro nome, creio que circula por aí com o nome de Vuvuzela, na realidade o seu nome é Parvuzela, porque é um poderoso fenómeno ajuntador de parvos, daí o nome, a coisa é basicamente um bocado de plástico, que emite um barulho quase idêntico a um traque dado depois de um belo almoço de sopa da pedra.
No seu país de origem serve para fazer um cagaçal medonho, no apoio aos empurra bolas lá do sítio, por cá serve para os parolos, fazerem o mesmo, e como os portugueses são donos de uma particular apetência para aderir a tudo o que sejam modas parvas, esta não poderia ser excepção, eis que temos a Parvuzela, promovida até à exaustão.
Para essa promoção, basta pegar num rapaz sul-africano, que muito bem vem ganhar o dele, à conta dos parvos, de seguida colocar o rapaz a ensinar os parolos mediáticos a fazer figuras ridículas na televisão enquanto sopram na Parvuzela, fazendo esgares e pulando como símios, fingindo a alegria dos pobres de espírito, isto tudo para apoiar a selecção dos empurra bolas, que vai gastar o suficiente para equipar decentemente várias escolas.
Depois desta promoção, é só esperar que os parvos, acorram em massa, aos postos da empresa que lucra duplamente com a coisa, uma empresa dedicada aos combustíveis que aumenta os preços por tudo e por nada e quando os baixa é no limite para os aumentar dias depois. Os parvos lá vão a correr loucos e desesperados para possuir uma Parvuzela, podendo depois juntar-se à próxima onda de imbecilidade, que após o campeonato ganho pelas águias e a pepineira Papal, ameaça de novo os poucos neurónios dos carneiros lusitanos, escravos que são dos senhores do poder e da escumalha subsídio dependente. Por isso viva a Parvuzela o ícone da estupidez e parvoíce nacional.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, maio 31, 2010
quinta-feira, maio 27, 2010
Às bengalas, conta a Corja!
Enquanto a notícia desfilava pela televisão, fiquei estarrecido, nem queria acreditar em semelhante coisa, a voz off do jornalista, ressoava dentro da minha cabeça, mais 25%, mais 25%. Uns senhores que alegadamente servem o país, ou se servem dele, ainda não percebi bem qual é a opção mais correcta, aprovaram para si próprios, um aumento generalizado no esbanjamento geral, uma súcia de madraços e calaceiros que parece não ter bem a noção de onde vivem.
Longe da crise, a milhas do mundo real, o orçamento do improdutivo tabernáculo do dar à tramela, vai aumentar, a sua dotação em itens tão importantes, como seminários e decoração, viagens e transportes, despesas gerais e ajudas de custo, Por outras palavras aqueles senhores aumentam a verba para puderem esbanjar mais em cretinices, lixa-se como é óbvio o do costume, o Zé Pagante!
Esse pobre diabo o Zé Pagante, carrega às costas, toda a Corja. A vil Corja que nos suga até ao tutano. Ó pobre povo que semelhantes rapaces tens como gentes, como diriam esses que da vida se diziam vencidos, isto só lá vai à bengalada, por isso meus caros vamos a isso, às bengalas, contra a ladroagem marchar, marchar!
A constituição diz que podem ser apenas 180, os malvados burocratas, mas não, reduzir nem pensar, cortar nos carros de estado, curioso que na Inglaterra os deputados e os ministros vão passar a ter de partilhar as viaturas de estado, que ao que consta são apenas metade das que temos por cá, mas em terras da Lusa cretinice, jamais! É impensável, retirar à Corja as alcavalas que a engorda, visitem este local, para constarem a enormidade dos milhões que por ano são esbanjados, e depois venham dizer que a culpa é apenas e só dos funcionários públicos.
Quando noutros países se assiste a cortes nos salários e mordomias da rafeirada politiqueira, por cá é ao contrário, alias nós andamos sempre em contra ciclo, por cá a Corja engorda com o suor dos pobres cada vez mais pobres, é vergonhoso, que da esquerda à direita nem um pio, é vergonhoso que em todos aqueles duzentos e muitos poltrões, não haja alguém com uma réstia de vergonha na cara!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Longe da crise, a milhas do mundo real, o orçamento do improdutivo tabernáculo do dar à tramela, vai aumentar, a sua dotação em itens tão importantes, como seminários e decoração, viagens e transportes, despesas gerais e ajudas de custo, Por outras palavras aqueles senhores aumentam a verba para puderem esbanjar mais em cretinices, lixa-se como é óbvio o do costume, o Zé Pagante!
Esse pobre diabo o Zé Pagante, carrega às costas, toda a Corja. A vil Corja que nos suga até ao tutano. Ó pobre povo que semelhantes rapaces tens como gentes, como diriam esses que da vida se diziam vencidos, isto só lá vai à bengalada, por isso meus caros vamos a isso, às bengalas, contra a ladroagem marchar, marchar!
A constituição diz que podem ser apenas 180, os malvados burocratas, mas não, reduzir nem pensar, cortar nos carros de estado, curioso que na Inglaterra os deputados e os ministros vão passar a ter de partilhar as viaturas de estado, que ao que consta são apenas metade das que temos por cá, mas em terras da Lusa cretinice, jamais! É impensável, retirar à Corja as alcavalas que a engorda, visitem este local, para constarem a enormidade dos milhões que por ano são esbanjados, e depois venham dizer que a culpa é apenas e só dos funcionários públicos.
Quando noutros países se assiste a cortes nos salários e mordomias da rafeirada politiqueira, por cá é ao contrário, alias nós andamos sempre em contra ciclo, por cá a Corja engorda com o suor dos pobres cada vez mais pobres, é vergonhoso, que da esquerda à direita nem um pio, é vergonhoso que em todos aqueles duzentos e muitos poltrões, não haja alguém com uma réstia de vergonha na cara!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, maio 25, 2010
Águas Passadas!
Todos os anos, é a mesma história. Ainda não começou a época balnear e já há a lamentar uma série de mortos por afogamento, posto que as praias não estão condignamente vigiadas. Este infortúnio levanta logo duas questões, a primeira é a da incúria e da inépcia das autoridades deste paíszeco da treta, passados que estão trezentos e sessenta e cinco dias, e mais uma vez, nada se vez para contrariar esta situação.
A outra questão é a da falta de cuidado dos frequentadores das praias, parece que neste país, esta anedota trágica, ninguém parece prestar absolutamente nenhuma atenção às campanhas de prevenção, nem à segurança, que urge tornar mais série e eficaz, a par de efectivas sanções para os prevaricadores, muitos se queixam da caça à multa, no entanto estou em crer, que se verdadeiramente existisse caça à multa, mais de metade dos excelsos cidadãos desta terra, já tinha vendido a casa para pagar as coimas, tal é a quantidade de burgessos que temos como população.
As autoridades, preferem ao invés de ter uma unidade eficaz de Guarda Costeira ou Polícia Marítima, ou como melhor lhes aprouver chamar-lhe, com um serviço de socorros a náufragos decente, permanente e altamente profissional, essas autoridades preferem submarinos, preferem gastar milhões com visitas de líderes religiosos e milhares de milhões em bancos falidos, que faliram por causa da incúria e falcatruas de banqueiros ladrões, preferem pois a estultice, o puro disparate a fazerem algo para zelar pelos cidadãos que pagam impostos e já agora pelos outros também, que apesar de serem uns parasitas também têm direito de não morrer afogados em praias completamente ao abandono.
Estou quase apostado em que em Maio do próximo ano, estarei de novo a escrever sobre o mesmo tema, porque nada de relevante terá sido feito, ou se for, saíra uma qualquer legislação imbecil, a qual ninguém entenderá e muito menos cumprirá, mas que servirá para escudar a responsabilidade dos senhores do poder, perante tão sábia demonstração de ignorância e laxismo. Não sei se o podem fazer, mas impunha-se uma queixa no Tribunal Europeu em relação a esta questão, uma queixa por incúria e laxismo, por falta de iniciativa, por negligência, pois é a negligência de um Estado que deixa os seus cidadãos morrerem em praias que deveriam estar vigiadas.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
A outra questão é a da falta de cuidado dos frequentadores das praias, parece que neste país, esta anedota trágica, ninguém parece prestar absolutamente nenhuma atenção às campanhas de prevenção, nem à segurança, que urge tornar mais série e eficaz, a par de efectivas sanções para os prevaricadores, muitos se queixam da caça à multa, no entanto estou em crer, que se verdadeiramente existisse caça à multa, mais de metade dos excelsos cidadãos desta terra, já tinha vendido a casa para pagar as coimas, tal é a quantidade de burgessos que temos como população.
As autoridades, preferem ao invés de ter uma unidade eficaz de Guarda Costeira ou Polícia Marítima, ou como melhor lhes aprouver chamar-lhe, com um serviço de socorros a náufragos decente, permanente e altamente profissional, essas autoridades preferem submarinos, preferem gastar milhões com visitas de líderes religiosos e milhares de milhões em bancos falidos, que faliram por causa da incúria e falcatruas de banqueiros ladrões, preferem pois a estultice, o puro disparate a fazerem algo para zelar pelos cidadãos que pagam impostos e já agora pelos outros também, que apesar de serem uns parasitas também têm direito de não morrer afogados em praias completamente ao abandono.
Estou quase apostado em que em Maio do próximo ano, estarei de novo a escrever sobre o mesmo tema, porque nada de relevante terá sido feito, ou se for, saíra uma qualquer legislação imbecil, a qual ninguém entenderá e muito menos cumprirá, mas que servirá para escudar a responsabilidade dos senhores do poder, perante tão sábia demonstração de ignorância e laxismo. Não sei se o podem fazer, mas impunha-se uma queixa no Tribunal Europeu em relação a esta questão, uma queixa por incúria e laxismo, por falta de iniciativa, por negligência, pois é a negligência de um Estado que deixa os seus cidadãos morrerem em praias que deveriam estar vigiadas.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, maio 21, 2010
Filhos e Enteados
Um destes dias no jornal “O Público”, vi na secção dedicada aos blogues, a referência a um blogue, com um artigo muito interessante, onde o autor descasca na função pública, pode ler o original aqui! A verve descomedida e a completa falta de conhecimento do cavalheiro em questão, suscitam-me alguns comentários, na sua maioria indecorosos e impróprios, para este espaço que se quer familiar, por isso, tecerei apenas algumas considerações acerca das bojardas que este cavalheiro alvitra como quem atira migalhas de bolo-rei.
Diz a certa altura o intelectualmente iluminado cavalheiro. “Nesta terra, há os “filhos” (funcionários públicos) e os “enteados”(…). Depreendo que por “enteados”, o excelso senhor se queira referir a todos os que trabalham no sector privado, os heróis, no dizer de um líder duma associação de patrões. Ora são esses heróis, que deixam os patrões, declarar apenas cem quando eles ganham duzentos, esses heróis invejam a função pública mas são incapazes de lutar pelos seus direitos, esses heróis, vão para o desemprego e continuam a trabalhar e a receber por fora. É evidente que depois existe muita gente explorada no sector privado, que se sujeitava a qualquer coisa, e digo sujeitava, porque mesmo esses nos dias de hoje preferem os rendimentos mínimos e os subsídios de desemprego.
Quero dizer ao meu excelente amigo, que trabalho a contrato na função pública há cerca de dez anos, um dia de trabalho típico dos meus, começa no dia anterior com a preparação das aulas de formação que tenho no dia a seguinte, inicio as minhas funções às nove e trinta da manhã, rigorosamente todos os dias às nove e dez nove ou vinte já o meu local de trabalho está pronto para funcionar quando abrir às dez. Dou formação em informática até às doze e trinta, volto a dar formação das dezassete às dezoito, entrementes das catorze às dezassete, zelo para que os utentes do espaço Internet consigam fazre aquilo que pretendem, atendo gente que vem renovar a carta, enviar declarações de IRS, marcar consultas no centro de saúde, estrangeiros com marcações no SEF, ajudo a fazer currículos e procurar emprego, atendo pessoas que vem por questões relacionadas com a segurança social e ainda consigo ajudar as pessoas que utilizam a rede sem fios a configurar os computadores para aceder à rede e ou a utilizar alguma aplicação, resta dizer que recebemos no Verão muitos estrangeiros o que é uma complicação porque eles raramente percebem português, resta dizer que falo e escrevo em quatro línguas para além do português e que ao fim do mês levo para casa cerca de seiscentos euros de ordenado.
Ao contrário dos “enteados” que o iluminado senhor referencia eu não posso estar no café da esquina a beber minis às cinco da tarde, ao contrário dos “enteados” eu não recebo um valor e declaro outro, ao contrário dos “enteados” que realmente vivem numa “bolha fictícia” como o preclaro senhor alude, eu vivo realmente na dura realidade de estar sempre à espera do dia de São Receber, esperando que no próximo ano mesmo assim me voltem a dar trabalho. Vivo escravo de uma dívida a trinta anos para pagar a casa ao banco, o meu telemóvel tem seis anos, a aparelhagem trinta e não tenho plasma nem LCD. Sou apenas um dos milhares de funcionários públicos que se sentem ofendidos, com o seu artigo imbecil.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Diz a certa altura o intelectualmente iluminado cavalheiro. “Nesta terra, há os “filhos” (funcionários públicos) e os “enteados”(…). Depreendo que por “enteados”, o excelso senhor se queira referir a todos os que trabalham no sector privado, os heróis, no dizer de um líder duma associação de patrões. Ora são esses heróis, que deixam os patrões, declarar apenas cem quando eles ganham duzentos, esses heróis invejam a função pública mas são incapazes de lutar pelos seus direitos, esses heróis, vão para o desemprego e continuam a trabalhar e a receber por fora. É evidente que depois existe muita gente explorada no sector privado, que se sujeitava a qualquer coisa, e digo sujeitava, porque mesmo esses nos dias de hoje preferem os rendimentos mínimos e os subsídios de desemprego.
Quero dizer ao meu excelente amigo, que trabalho a contrato na função pública há cerca de dez anos, um dia de trabalho típico dos meus, começa no dia anterior com a preparação das aulas de formação que tenho no dia a seguinte, inicio as minhas funções às nove e trinta da manhã, rigorosamente todos os dias às nove e dez nove ou vinte já o meu local de trabalho está pronto para funcionar quando abrir às dez. Dou formação em informática até às doze e trinta, volto a dar formação das dezassete às dezoito, entrementes das catorze às dezassete, zelo para que os utentes do espaço Internet consigam fazre aquilo que pretendem, atendo gente que vem renovar a carta, enviar declarações de IRS, marcar consultas no centro de saúde, estrangeiros com marcações no SEF, ajudo a fazer currículos e procurar emprego, atendo pessoas que vem por questões relacionadas com a segurança social e ainda consigo ajudar as pessoas que utilizam a rede sem fios a configurar os computadores para aceder à rede e ou a utilizar alguma aplicação, resta dizer que recebemos no Verão muitos estrangeiros o que é uma complicação porque eles raramente percebem português, resta dizer que falo e escrevo em quatro línguas para além do português e que ao fim do mês levo para casa cerca de seiscentos euros de ordenado.
Ao contrário dos “enteados” que o iluminado senhor referencia eu não posso estar no café da esquina a beber minis às cinco da tarde, ao contrário dos “enteados” eu não recebo um valor e declaro outro, ao contrário dos “enteados” que realmente vivem numa “bolha fictícia” como o preclaro senhor alude, eu vivo realmente na dura realidade de estar sempre à espera do dia de São Receber, esperando que no próximo ano mesmo assim me voltem a dar trabalho. Vivo escravo de uma dívida a trinta anos para pagar a casa ao banco, o meu telemóvel tem seis anos, a aparelhagem trinta e não tenho plasma nem LCD. Sou apenas um dos milhares de funcionários públicos que se sentem ofendidos, com o seu artigo imbecil.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, maio 20, 2010
Tristes e sós!
A morte do sub-chefe da PSP, abatido depois de um desacato junto ao local onde residia, é mais um exemplo triste, do abandono a que são votados os homens e mulheres que trabalham e ou trabalharam nas forças policiais e militares, e aquilo que os espera quando por motivos de passagem à reforma, à disponibilidade e ou arredados das instituições por qualquer outro motivo se vejam nalguma situação perigosa em que percam as estribeiras.
Foi mais um exemplo do eterno abandono a que estes quadros profissionais altamente treinados, são votados, por quem deveria pensar um pouco, em todos os que deram muito de si à sociedade, precavendo, acompanhando e cuidando de todos os que um dia representaram a Autoridade deste Estado. Claro que o que se passa é o inverso, assim que estão na rua, é cada um por si, esta política até hoje não tem trazido grandes dissabores, apenas uma ou outra má experiência, o que não quer de todo significar que não nos venham a surgir grandes problemas, aliás a experiência da guerra colonial, só não produziu um grande número desses inadaptados, porque vivíamos em ditadura.
Quantos homens andam na rua, que sabem fazer bombas e matar de mil e uma maneiras, serão com certeza milhares, não falo dos grupos criminosos oriundos de bairros de escumalha, aos quais tudo é dado e não aproveitam nada, só se queixam e enveredam pelo crime, os parvos! Falo sim e acima de tudo de ex-polícias e de ex-militares, aos quais foram ensinadas todas as técnicas necessárias para sobreviver matando, quantos desses camaradas estão em situações complicadas, desorientados, vítimas desta sociedade que os sugou até mais não poder e de seguida os abandonou à sua sorte.
O que se vê, é triste, os polícias, tem as promoções congeladas, os guardas idem, aumentam-se os oficiais de um e de outro lado, o mapa de pessoal da GNR é um atroz atentado ao intelecto de qualquer pessoa medianamente capaz, e é com tudo isto que querem, que esses homens e mulheres, mal pagos, agredidos, achincalhados e abandonados, exerçam a sua profissão e defendam esta sociedade de trampa, ora vão às malvas.
A fazer fé num recente estudo, 23% dos portugueses sofrem de distúrbios do foro mental, acredito até que sejam mais, tal é quantidade de ansiolíticos e ant-idepressivos que se vendem nesta terra, proporcionalmente inverso a esse valor é o investimento que se faz em políticas de saúde mental, que estará seguramente ao nível do Burkina Faso, resumindo somos um pais de tontos, que estultamente nem se dá ao trabalho de os curar, até que o grosso da população seja completamente alienada, coisa que está já perto de acontecer, como alias se pode observar agora com as pasquinices futeboleiras e religiosas.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Foi mais um exemplo do eterno abandono a que estes quadros profissionais altamente treinados, são votados, por quem deveria pensar um pouco, em todos os que deram muito de si à sociedade, precavendo, acompanhando e cuidando de todos os que um dia representaram a Autoridade deste Estado. Claro que o que se passa é o inverso, assim que estão na rua, é cada um por si, esta política até hoje não tem trazido grandes dissabores, apenas uma ou outra má experiência, o que não quer de todo significar que não nos venham a surgir grandes problemas, aliás a experiência da guerra colonial, só não produziu um grande número desses inadaptados, porque vivíamos em ditadura.
Quantos homens andam na rua, que sabem fazer bombas e matar de mil e uma maneiras, serão com certeza milhares, não falo dos grupos criminosos oriundos de bairros de escumalha, aos quais tudo é dado e não aproveitam nada, só se queixam e enveredam pelo crime, os parvos! Falo sim e acima de tudo de ex-polícias e de ex-militares, aos quais foram ensinadas todas as técnicas necessárias para sobreviver matando, quantos desses camaradas estão em situações complicadas, desorientados, vítimas desta sociedade que os sugou até mais não poder e de seguida os abandonou à sua sorte.
O que se vê, é triste, os polícias, tem as promoções congeladas, os guardas idem, aumentam-se os oficiais de um e de outro lado, o mapa de pessoal da GNR é um atroz atentado ao intelecto de qualquer pessoa medianamente capaz, e é com tudo isto que querem, que esses homens e mulheres, mal pagos, agredidos, achincalhados e abandonados, exerçam a sua profissão e defendam esta sociedade de trampa, ora vão às malvas.
A fazer fé num recente estudo, 23% dos portugueses sofrem de distúrbios do foro mental, acredito até que sejam mais, tal é quantidade de ansiolíticos e ant-idepressivos que se vendem nesta terra, proporcionalmente inverso a esse valor é o investimento que se faz em políticas de saúde mental, que estará seguramente ao nível do Burkina Faso, resumindo somos um pais de tontos, que estultamente nem se dá ao trabalho de os curar, até que o grosso da população seja completamente alienada, coisa que está já perto de acontecer, como alias se pode observar agora com as pasquinices futeboleiras e religiosas.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, maio 18, 2010
Um Grande Passo!
Demos um passo em frente na civilidade e no respeito pela liberdade, com a promulgação do casamento entre pessoas do mesmo sexo! Falta-nos ainda muito para que sejamos uma sociedade de gente feliz e normal, ao invés desta corja de recalcados sacristas e infelizes, mas ontem, e ao contrário do que estava à espera, Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, promulgou a lei, isto apesar de do seu pé estar sempre a fugir para a chinela social-democrata e sacrista, como se percebeu pelo seu discurso onde se fartou de falar e não disse nada, como é alias seu apanágio, misturando a crise com o tema do casamento entre pessoas do mesmo sexo, não percebi, o que uma coisa tem que ver com a outra, será que existe um grupo de pressão banqueiro-gay, culpado pela crise?
O que importa, muito para lá, a milhas de distância, do absurdo discurso de Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica e das suas convicções, que devem ficar por isso mesmo, porque as suas convicções, deve guardar para si, porque um presidente da república não tem convicções, um presidente da república tem um mandato de representação da nação, é para isso que é eleito. O que importar é saudar Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, porque desta vez, resolver verdadeiramente assumir o seu papel de Presidente da Republica, ao invés do que tem feito. O que importa é que as pessoas sejam felizes, dentro do respeito pelas liberdades e respeito pelo próximo.
Enquanto sociedade, ontem demos um grande passo em frente, para nos tornarmos uma sociedade evoluída e plural, ainda que ainda sejamos um Estado fraco com uma Justiça miserável, uma democracia titubeante, são pequenas conquistas como a de ontem que vão fazendo este país avançar.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
O que importa, muito para lá, a milhas de distância, do absurdo discurso de Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica e das suas convicções, que devem ficar por isso mesmo, porque as suas convicções, deve guardar para si, porque um presidente da república não tem convicções, um presidente da república tem um mandato de representação da nação, é para isso que é eleito. O que importar é saudar Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, porque desta vez, resolver verdadeiramente assumir o seu papel de Presidente da Republica, ao invés do que tem feito. O que importa é que as pessoas sejam felizes, dentro do respeito pelas liberdades e respeito pelo próximo.
Enquanto sociedade, ontem demos um grande passo em frente, para nos tornarmos uma sociedade evoluída e plural, ainda que ainda sejamos um Estado fraco com uma Justiça miserável, uma democracia titubeante, são pequenas conquistas como a de ontem que vão fazendo este país avançar.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, maio 17, 2010
Ao abandono!
A morte do sub-chefe da PSP, abatido depois de um desacato junto ao local onde residia, é mais um exemplo triste, do abandono a que são votados os homens e mulheres que trabalham e ou trabalharam nas forças policiais e militares, e aquilo que os espera quando por motivos de passagem à reforma, à disponibilidade e ou arredados das instituições por qualquer outro motivo se vejam nalguma situação perigosa em que percam as estribeiras.
Foi mais um exemplo do eterno abandono a que estes quadros profissionais altamente treinados, são votados, por quem deveria pensar um pouco, em todos os que deram muito de si à sociedade, precavendo, acompanhando e cuidando de todos os que um dia representaram a Autoridade deste Estado. Claro que o que se passa é o inverso, assim que estão na rua, é cada um por si, esta política até hoje não tem trazido grandes dissabores, apenas uma ou outra má experiência, o que não quer de todo significar que não nos venham a surgir grandes problemas, aliás a experiência da guerra colonial, só não produziu um grande número desses inadaptados, porque vivíamos em ditadura.
Quantos homens andam na rua, que sabem fazer bombas e matar de mil e uma maneiras, serão com certeza milhares, não falo dos grupos criminosos oriundos de bairros de escumalha, aos quais tudo é dado e não aproveitam nada, só se queixam e enveredam pelo crime, os parvos! Falo sim e acima de tudo de ex-polícias e de ex-militares, aos quais foram ensinadas todas as técnicas necessárias para sobreviver matando, quantos desses camaradas estão em situações complicadas, desorientados, vítimas desta sociedade que os sugou até mais não poder e de seguida os abandonou à sua sorte.
A fazer fé num recente estudo, 23% dos portugueses sofrem de distúrbios do foro mental, acredito até que sejam mais, tal é quantidade de ansiolíticos e ant-idepressivos que se vendem nesta terra, proporcionalmente inverso a esse valor é o investimento que se faz em políticas de saúde mental, que estará seguramente ao nível do Burkina Faso, resumindo somos um pais de tontos, que estultamente nem se dá ao trabalho de os curar, até que o grosso da população seja completamente alienada, coisa que está já perto de acontecer, como alias se pode observar agora com as pasquinices futeboleiras e religiosas.
O que será preciso acontecer, para que os eleitos desta terra percebam, que sem nós os cada vez mais desgraçados pagantes disto tudo, a sua função também será esvaziada de conteúdo, certo é que fizemos um outro ciclo de agruras, mais um, na nossa quase eterna caminhada sempre em crise, ao longo dos quase mil anos que levamos de história, fomos vencendo umas após outras, muitas vezes to,ando mão do ferro e abrindo as entranhas aos energúmenos, findámos em 1974, com aquela coisa a que se chamou revolução, esvaiu-se aí a nossa força, hoje somos o que se vê, um restolho pobre, sem alma, sem cultura, semi analfabetos, divididos em bairros e capelinhas, ciosos do pouco fazer, que futuro teremos?
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Foi mais um exemplo do eterno abandono a que estes quadros profissionais altamente treinados, são votados, por quem deveria pensar um pouco, em todos os que deram muito de si à sociedade, precavendo, acompanhando e cuidando de todos os que um dia representaram a Autoridade deste Estado. Claro que o que se passa é o inverso, assim que estão na rua, é cada um por si, esta política até hoje não tem trazido grandes dissabores, apenas uma ou outra má experiência, o que não quer de todo significar que não nos venham a surgir grandes problemas, aliás a experiência da guerra colonial, só não produziu um grande número desses inadaptados, porque vivíamos em ditadura.
Quantos homens andam na rua, que sabem fazer bombas e matar de mil e uma maneiras, serão com certeza milhares, não falo dos grupos criminosos oriundos de bairros de escumalha, aos quais tudo é dado e não aproveitam nada, só se queixam e enveredam pelo crime, os parvos! Falo sim e acima de tudo de ex-polícias e de ex-militares, aos quais foram ensinadas todas as técnicas necessárias para sobreviver matando, quantos desses camaradas estão em situações complicadas, desorientados, vítimas desta sociedade que os sugou até mais não poder e de seguida os abandonou à sua sorte.
A fazer fé num recente estudo, 23% dos portugueses sofrem de distúrbios do foro mental, acredito até que sejam mais, tal é quantidade de ansiolíticos e ant-idepressivos que se vendem nesta terra, proporcionalmente inverso a esse valor é o investimento que se faz em políticas de saúde mental, que estará seguramente ao nível do Burkina Faso, resumindo somos um pais de tontos, que estultamente nem se dá ao trabalho de os curar, até que o grosso da população seja completamente alienada, coisa que está já perto de acontecer, como alias se pode observar agora com as pasquinices futeboleiras e religiosas.
O que será preciso acontecer, para que os eleitos desta terra percebam, que sem nós os cada vez mais desgraçados pagantes disto tudo, a sua função também será esvaziada de conteúdo, certo é que fizemos um outro ciclo de agruras, mais um, na nossa quase eterna caminhada sempre em crise, ao longo dos quase mil anos que levamos de história, fomos vencendo umas após outras, muitas vezes to,ando mão do ferro e abrindo as entranhas aos energúmenos, findámos em 1974, com aquela coisa a que se chamou revolução, esvaiu-se aí a nossa força, hoje somos o que se vê, um restolho pobre, sem alma, sem cultura, semi analfabetos, divididos em bairros e capelinhas, ciosos do pouco fazer, que futuro teremos?
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, maio 11, 2010
Então e a Produtividade?
Há tempos, em conversa um amigo dizia-me que Portugal tem uma grande propensão gastronómica, dada a quantidade de “tachos” que existem por cá, fartei-me de rir, realmente pensando atentamente na coisa é bem verdade nós somos um reles tachocracia, beata e hipócrita, adora como estas palavras se ligam na perfeição.
A vinda de SS o Papa Bento XIV ou seja Sua Santidade, não pensem já coisas malévolas suas cabeças chocas, não estou a atentar contra a santidade da criatura. Mas dizia eu que com a vinda do Papa, lá se vai o discurso da produtividade e da contenção. Os senhores distribuíram tolerâncias de ponto a esmo, sem preocupação alguma, haverá muito bom menino que a partir de hoje já não faz nada, e não se pense que são apenas os funcionários públicos, porque essa parolada peregrina não é de certeza toda da função pública, ora se o nosso maior problema, dito pelos sumos-sacerdotes da omnisapiência económica, é a produtividade, este é seguramente mais um excelente exemplo, de miserabilismo e falta de produtividade.
Por outro lado, os senhores ministros que pedem contenção, que cortam a eito em todos os direitos e nos já miseráveis ordenados do Zé Pagante, são os mesmos a sancionar os milhões esbanjados na visita do Papa, querem que fique contente, pois não fico, vão todos bardamerda, mais a contenção e as visitas esbanjadoras e a produtividade. Cambada de carneiros capados, eunucos cretinos e lesmas palonças, ratos de sacristia hipócritas, que merecem bem a merda em que se estão a afundar, corja de pategos miseráveis que adora dar o cu aos grandes para parecer mais pequeno, parolos nojentos, com tanta gente em dificuldades e vocês a esbanjarem dinheiro a rodos por causa de um estúpida quimera. Então e onde fica a produtividade e a contenção.
QUE PAÍS DE MERDA!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
A vinda de SS o Papa Bento XIV ou seja Sua Santidade, não pensem já coisas malévolas suas cabeças chocas, não estou a atentar contra a santidade da criatura. Mas dizia eu que com a vinda do Papa, lá se vai o discurso da produtividade e da contenção. Os senhores distribuíram tolerâncias de ponto a esmo, sem preocupação alguma, haverá muito bom menino que a partir de hoje já não faz nada, e não se pense que são apenas os funcionários públicos, porque essa parolada peregrina não é de certeza toda da função pública, ora se o nosso maior problema, dito pelos sumos-sacerdotes da omnisapiência económica, é a produtividade, este é seguramente mais um excelente exemplo, de miserabilismo e falta de produtividade.
Por outro lado, os senhores ministros que pedem contenção, que cortam a eito em todos os direitos e nos já miseráveis ordenados do Zé Pagante, são os mesmos a sancionar os milhões esbanjados na visita do Papa, querem que fique contente, pois não fico, vão todos bardamerda, mais a contenção e as visitas esbanjadoras e a produtividade. Cambada de carneiros capados, eunucos cretinos e lesmas palonças, ratos de sacristia hipócritas, que merecem bem a merda em que se estão a afundar, corja de pategos miseráveis que adora dar o cu aos grandes para parecer mais pequeno, parolos nojentos, com tanta gente em dificuldades e vocês a esbanjarem dinheiro a rodos por causa de um estúpida quimera. Então e onde fica a produtividade e a contenção.
QUE PAÍS DE MERDA!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, maio 10, 2010
Homem de craveira
O líder da bancada do PS no parlamento declarou que o senhor deputado Ricardo Rodrigues, conhecido por ser possuidor de um tal magnetismo pessoal que consegue atrair equipamentos de gravação de áudio para adentro das suas algibeiras, como se viu no caso dos gravadores de voz dos jornalistas da revista com mais falta de visão de Portugal.
Vamos por partes. Primeiro, o jornalismo que se faz por cá, é miserável e absolutamente tão corrupto como o resto da sociedade! Partindo desta especulação facilmente consubstanciada com provas, se a isso se derem ao trabalho, apesar de sabermos que depois em tribunal nenhuma dessas provas será admitida, chegamos à inevitável conclusão, de que os jornalistas, são igualmente maus profissionais, alias basta ver as reportagens televisivas e jornalísticas, onde desde as simples argoladas na dicção até aos erros grosseiros de português, evoluindo para a defesa de opções pessoais, ditadas muitas vezes por imposições dos detentores, leia-se donos, desses órgãos de informação, que estão presos a filiações partidárias e institucionais, através das quais discretamente exercem a sua censurazita, condicionando as notícias aos interesses terceiros alheios à verdade, cujo busca e divulgação é o que menos interessa.
Os meios de comunicação social, são abjectamente sectários e quase sempre ligados a um patrono invisível que mexe os cordelinhos, Estado, governantes, membros da situação ou da oposição, partidos políticos, grupos de pressão, Igreja, Autarquias e autarcas, enfim, há para todos os gostos e géneros, desde o pasquim de tiragem local dedicado à paróquia, até ao órgão de tiragem nacional filtrado por um dado governo ou por uma dada facção da oposição, onde são promovidas as faltas de uns e escondidas as de outros, onde se perseguem e arrasam pessoas ou se promovem e endeusam, conforme a vontade dos mandantes. Isto senhoras e senhores é a nossa comunicação social!
Segundo. Por muito baixo nível, que tenham as perguntas feitas por um qualquer jornalista, a um titular de um cargo público, o mesmo não pode nunca descer ao nível do jornalismo reles que por cá se vai fazendo, no entanto ressalvo que no caso do deputado em questão, não era essa a situação, os jornalistas faziam perguntas perfeitamente licitas a um detentor de um cargo público, que não soube respeitar-se, que não soube fazer-se respeitar, que não respeitou quem o elegeu, que não respeitou o local onde estava nem os profissionais a quem tinha concedido a entrevista. Ora se isto é um homem de craveira, eu vou ali e já venho.
O senhor deputado, não pode, comportar-se como um vulgar trolha arruaceiro para depois invocar, pressões insuportáveis e outras desculpas de cariz igualmente miserabilista, o senhor deputado, se não sabe lidar com a comunicação social, deve abster-se de dar entrevistas, contrate um assessor, pague-lhe do seu bolso, não do erário público, tá bem abelha, e aprenda a interagir com os jornalistas. Reagindo daquela forma inconsequente o senhor deputado revelou duas coisas muitos tristes, a primeira é que lhe falta auto domínio, pecha grave para quem é ou pretende ser político, a segunda e mais grave é que um deputado não pode sob pretexto absolutamente nenhum reagir como o senhor reagiu, é uma vergonha para um detentor de um cargo público, tal como foram as atitudes daquele senhor a fazer corninhos ao outro e o outro senhor deputado a mandar o colega a um local do vernáculo lusitano. Se este é tipo de atitudes de homens de craveira, muito mal vai esta terra.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Vamos por partes. Primeiro, o jornalismo que se faz por cá, é miserável e absolutamente tão corrupto como o resto da sociedade! Partindo desta especulação facilmente consubstanciada com provas, se a isso se derem ao trabalho, apesar de sabermos que depois em tribunal nenhuma dessas provas será admitida, chegamos à inevitável conclusão, de que os jornalistas, são igualmente maus profissionais, alias basta ver as reportagens televisivas e jornalísticas, onde desde as simples argoladas na dicção até aos erros grosseiros de português, evoluindo para a defesa de opções pessoais, ditadas muitas vezes por imposições dos detentores, leia-se donos, desses órgãos de informação, que estão presos a filiações partidárias e institucionais, através das quais discretamente exercem a sua censurazita, condicionando as notícias aos interesses terceiros alheios à verdade, cujo busca e divulgação é o que menos interessa.
Os meios de comunicação social, são abjectamente sectários e quase sempre ligados a um patrono invisível que mexe os cordelinhos, Estado, governantes, membros da situação ou da oposição, partidos políticos, grupos de pressão, Igreja, Autarquias e autarcas, enfim, há para todos os gostos e géneros, desde o pasquim de tiragem local dedicado à paróquia, até ao órgão de tiragem nacional filtrado por um dado governo ou por uma dada facção da oposição, onde são promovidas as faltas de uns e escondidas as de outros, onde se perseguem e arrasam pessoas ou se promovem e endeusam, conforme a vontade dos mandantes. Isto senhoras e senhores é a nossa comunicação social!
Segundo. Por muito baixo nível, que tenham as perguntas feitas por um qualquer jornalista, a um titular de um cargo público, o mesmo não pode nunca descer ao nível do jornalismo reles que por cá se vai fazendo, no entanto ressalvo que no caso do deputado em questão, não era essa a situação, os jornalistas faziam perguntas perfeitamente licitas a um detentor de um cargo público, que não soube respeitar-se, que não soube fazer-se respeitar, que não respeitou quem o elegeu, que não respeitou o local onde estava nem os profissionais a quem tinha concedido a entrevista. Ora se isto é um homem de craveira, eu vou ali e já venho.
O senhor deputado, não pode, comportar-se como um vulgar trolha arruaceiro para depois invocar, pressões insuportáveis e outras desculpas de cariz igualmente miserabilista, o senhor deputado, se não sabe lidar com a comunicação social, deve abster-se de dar entrevistas, contrate um assessor, pague-lhe do seu bolso, não do erário público, tá bem abelha, e aprenda a interagir com os jornalistas. Reagindo daquela forma inconsequente o senhor deputado revelou duas coisas muitos tristes, a primeira é que lhe falta auto domínio, pecha grave para quem é ou pretende ser político, a segunda e mais grave é que um deputado não pode sob pretexto absolutamente nenhum reagir como o senhor reagiu, é uma vergonha para um detentor de um cargo público, tal como foram as atitudes daquele senhor a fazer corninhos ao outro e o outro senhor deputado a mandar o colega a um local do vernáculo lusitano. Se este é tipo de atitudes de homens de craveira, muito mal vai esta terra.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, maio 06, 2010
Comissões para lamentar!
O título da croniqueta de hoje, surgiu em conversa com um excelente amigo, que com os seus oitenta e picos anos faz inveja a muito rapaz novo, quer pela argúcia quer pela sapiência, escusado será dizer, que este homem, é um homem simples, que dedicou a sua vida à cultura e à coisa pública, dizer também que não tem iates, nem carro tem, nem casas no Algarve, foi autarca, mas é dos casos raros, de honestidade, por isso vou plagiar aquela sua brilhante tirada, sobre as famosas Comissões Parlamentares.
A febre das Comissões Parlamentares, atingiu o nosso Parlamento! Não soubéssemos nós, que aquele é um local cada vez mais oco e ficaríamos contentes em saber que existem as tais ditas comissões, curioso que estão cheias de gente nova, jotinhas dos partidos, que parecem muito dedicados e empenhados. É vê-los com aqueles ares e esgares de estadão, a fazer figura de muito atentos, valha-nos Deus, é um verdadeiro caso para lamentar, as coisas a que se prestam!
Parecem os meninos no recreio, alias até acredito que os mandem para lá, para isso mesmo, assim não chateiam, os mais velhos. Uns até deixam crescer a barba para parecerem mais adultos e responsáveis, elas vestem-se de avozinha para parecerem mais adultas, enfim, o que escrevo não é falta de respeito aos senhores e senhoras deputados, é apenas a visão que tenho e devo confessar, que não sou o único a pensar deste modo, é verdadeiramente para lamentar.
E afinal, qual é o sacrossanto objectivo destas comissões pretensiosas, alguém o divisa? Não? Ora nem eu, não consigo perceber, por mais tratos que dê à bola para que servem, ou a quem servem estas puras perdas de tempo e estes gastos injustificados, almejam o quê, para além do risível confronto politiqueirote. Não servem para absolutamente nada, excepto, dar recomendações ao parlamento, que as seguirá ou não, são por isso coisas para lamentar estas comissões.
Ao cidadão mais desavisado, poderá parecer que o nome pomposo “Comissão Parlamentar”, poderá ser indício de alguma instituição forte e com poderes, erro crasso, estas comissões para lamentar, podem tanto como uma pata coxa e marreca a tentar atravessar o deserto, não percebo que se gaste tempo e dinheiro do erário público em semelhantes estultices parolas, cujo préstimo é idêntico ao de um abcesso num dente, há porém uma qualidade que devemos ressalvar, a da coerência, estas comissões são coerentes com o Parlamento, ambos servem a poucos e para quase nada, uma, mais uma, situação verdadeiramente para lamentar.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
A febre das Comissões Parlamentares, atingiu o nosso Parlamento! Não soubéssemos nós, que aquele é um local cada vez mais oco e ficaríamos contentes em saber que existem as tais ditas comissões, curioso que estão cheias de gente nova, jotinhas dos partidos, que parecem muito dedicados e empenhados. É vê-los com aqueles ares e esgares de estadão, a fazer figura de muito atentos, valha-nos Deus, é um verdadeiro caso para lamentar, as coisas a que se prestam!
Parecem os meninos no recreio, alias até acredito que os mandem para lá, para isso mesmo, assim não chateiam, os mais velhos. Uns até deixam crescer a barba para parecerem mais adultos e responsáveis, elas vestem-se de avozinha para parecerem mais adultas, enfim, o que escrevo não é falta de respeito aos senhores e senhoras deputados, é apenas a visão que tenho e devo confessar, que não sou o único a pensar deste modo, é verdadeiramente para lamentar.
E afinal, qual é o sacrossanto objectivo destas comissões pretensiosas, alguém o divisa? Não? Ora nem eu, não consigo perceber, por mais tratos que dê à bola para que servem, ou a quem servem estas puras perdas de tempo e estes gastos injustificados, almejam o quê, para além do risível confronto politiqueirote. Não servem para absolutamente nada, excepto, dar recomendações ao parlamento, que as seguirá ou não, são por isso coisas para lamentar estas comissões.
Ao cidadão mais desavisado, poderá parecer que o nome pomposo “Comissão Parlamentar”, poderá ser indício de alguma instituição forte e com poderes, erro crasso, estas comissões para lamentar, podem tanto como uma pata coxa e marreca a tentar atravessar o deserto, não percebo que se gaste tempo e dinheiro do erário público em semelhantes estultices parolas, cujo préstimo é idêntico ao de um abcesso num dente, há porém uma qualidade que devemos ressalvar, a da coerência, estas comissões são coerentes com o Parlamento, ambos servem a poucos e para quase nada, uma, mais uma, situação verdadeiramente para lamentar.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, maio 05, 2010
99 Anos da Guarda Nacional Republicana
A Guarda Nacional Republicana, cumpriu recentemente o seu nonagésimo nono aniversário natalício, o seu comandante, oriundo do exército, lá fez o choradinho do costume, o ministro da pasta correspondente, lá desdisse o homem apoucando as suas tímidas reclamações, ou seja o costume, os anos vão passando e o fadário é sempre o mesmo.
No dealbar desta nova centúria inauguradora ou não de um novo milénio que se pretende de prosperidade, esta é para rir, a GNR, enfrenta os mesmos problemas do velho século e milénio anteriores, falta de meios, instalações miseráveis, salários de míngua, corte de regalias sociais, desmotivação e desmoralização dos homens e mulheres que fazem parte do efectivo. Por outras palavras, fez-se pouco, fez-se mal e continua quase tudo na mesma.
A extinção da Brigada de Trânsito, foi uma suma cavalidade, não por falta de aviso, foi no entanto preciso todo um ano para que as doutas mentes governativas o percebessem. A legislação e a sua aplicação em sede dos tribunais é o que é, veja-se o recente caso do segurança que é preso por excesso de zelo, excesso de legítima defesa, num acórdão, que convida todos os filhos de meretriz que vivem do esburgar e do polir esquinas a roubar tudo o que queiram, porque ninguém lhes faz nada. Este é o verdadeiro estado miserável a que este pseudo Estado de Direito chegou.
Vivemos numa espécie de anarquia, dominada pelas várias minorias de ladrões, entaipados entre leis miseráveis e estúpidas, que protegem apenas os ladrões e os assassinos, o resto são cantigas para entreter meninos. Nós, os pobres diabos que pagamos, pagamos e pagaremos até mais não, somos roubados por todos e ninguém nos vale, a Justiça é uma vala onde bóiam juízes, advogados e políticos, que para pouco serve. As polícias estão de mãos e pés atados, emparedados entre as leis cretinas, as pressões estúpidas e a natural incapacidade de fazer alguma coisa. Maltratados à esquerda e à direita, sem dignidade, veja-se que hoje bater num polícia é tão comum como respirar, já nem é notícia, caso contrário se o polícia der uma bolachada nalgum energúmeno, é o ai Jesus, malandro do polícia a bater no coitado do ladrão miserável, que coitadinho, prefere viver do rendimento mínimo, traficar droga e roubar, do que vergar a mola e pagar impostos como o resto da malta. A honestidade neste momento em Portugal, não vale nada, ser honesto é sinónimo de ser parvo e estúpido que nem um portão de quinta.
Voltando à GNR, continuo a não perceber o porquê de se manter como instituição de cariz militar, quer dizer, percebo perfeitamente, é necessário um local para colocar os excedentes do exército, os oficiais em final de carreira e que percebem tanto de forças policiais como eu de patinagem artística, excelentes comandantes de secretária,profundos conhecedores do ar condicionado, só isso justifica a pertença da GNR à esfera militar , nesse limbo anacrónico do disparate.
Quem nos defende? Ninguém! Quem se preocupa connosco? Ninguém! O que valemos para o Estado? Nada! Vai porém valendo o facto, de ainda muitos desses homens e mulheres, que todos os dias envergam uma farda com orgulho, que são maltratados, desprezados e mal pagos, lá vão fazendo das tripas coração e tentando defender-nos da ralé e da escumalha miserável que todos os dias engorda à nossa custa, tarefa cada vez mais complicada e difícil, um grande bem haja a todos esses homens e mulheres das forças policiais.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
No dealbar desta nova centúria inauguradora ou não de um novo milénio que se pretende de prosperidade, esta é para rir, a GNR, enfrenta os mesmos problemas do velho século e milénio anteriores, falta de meios, instalações miseráveis, salários de míngua, corte de regalias sociais, desmotivação e desmoralização dos homens e mulheres que fazem parte do efectivo. Por outras palavras, fez-se pouco, fez-se mal e continua quase tudo na mesma.
A extinção da Brigada de Trânsito, foi uma suma cavalidade, não por falta de aviso, foi no entanto preciso todo um ano para que as doutas mentes governativas o percebessem. A legislação e a sua aplicação em sede dos tribunais é o que é, veja-se o recente caso do segurança que é preso por excesso de zelo, excesso de legítima defesa, num acórdão, que convida todos os filhos de meretriz que vivem do esburgar e do polir esquinas a roubar tudo o que queiram, porque ninguém lhes faz nada. Este é o verdadeiro estado miserável a que este pseudo Estado de Direito chegou.
Vivemos numa espécie de anarquia, dominada pelas várias minorias de ladrões, entaipados entre leis miseráveis e estúpidas, que protegem apenas os ladrões e os assassinos, o resto são cantigas para entreter meninos. Nós, os pobres diabos que pagamos, pagamos e pagaremos até mais não, somos roubados por todos e ninguém nos vale, a Justiça é uma vala onde bóiam juízes, advogados e políticos, que para pouco serve. As polícias estão de mãos e pés atados, emparedados entre as leis cretinas, as pressões estúpidas e a natural incapacidade de fazer alguma coisa. Maltratados à esquerda e à direita, sem dignidade, veja-se que hoje bater num polícia é tão comum como respirar, já nem é notícia, caso contrário se o polícia der uma bolachada nalgum energúmeno, é o ai Jesus, malandro do polícia a bater no coitado do ladrão miserável, que coitadinho, prefere viver do rendimento mínimo, traficar droga e roubar, do que vergar a mola e pagar impostos como o resto da malta. A honestidade neste momento em Portugal, não vale nada, ser honesto é sinónimo de ser parvo e estúpido que nem um portão de quinta.
Voltando à GNR, continuo a não perceber o porquê de se manter como instituição de cariz militar, quer dizer, percebo perfeitamente, é necessário um local para colocar os excedentes do exército, os oficiais em final de carreira e que percebem tanto de forças policiais como eu de patinagem artística, excelentes comandantes de secretária,profundos conhecedores do ar condicionado, só isso justifica a pertença da GNR à esfera militar , nesse limbo anacrónico do disparate.
Quem nos defende? Ninguém! Quem se preocupa connosco? Ninguém! O que valemos para o Estado? Nada! Vai porém valendo o facto, de ainda muitos desses homens e mulheres, que todos os dias envergam uma farda com orgulho, que são maltratados, desprezados e mal pagos, lá vão fazendo das tripas coração e tentando defender-nos da ralé e da escumalha miserável que todos os dias engorda à nossa custa, tarefa cada vez mais complicada e difícil, um grande bem haja a todos esses homens e mulheres das forças policiais.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, maio 03, 2010
Os Calaceiros!
O actual novel líder de um dos partidelhos da oposição, declarou a propósito da actual situação financeira desta cloaca de imundice que dá pelo nome de Portugal, que fomos calaceiros, enquanto sociedade, somos muito lentos.
Tal declaração seguiu-se a mais uma das imensas declarações iluminadas que Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica fez sobre a urgência da necessidade de contenção nas obras públicas, onde claramente excedendo as suas competências Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, vem perorar sobre a obra de outros, confesso que partilho a mesma opinião que Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, no entanto, acho que lhe fica mal, enquanto suposto Presidente de todos os portugueses proferir semelhantes declarações.
Ademais, que tais conselhos, vêm de quem enquanto Primeiro-ministro de Portugal inaugurou o despesismo das obras públicas como solução miraculosa, da pessoa que instalou o monstro de clientelismo, e depois se veio queixar da existência do monstro, a pessoa que entregou, na altura, 5 milhões de contos de mão beijada a um dos maiores vigaristas do planeta.
Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, esqueceu-se de que foi a sua pessoa, que enquanto primeiro-ministro, forçou a política da pouca formação e salários baixos, que foi a sua pessoa que enquanto primeiro-ministro, decidiu alcatroar Portugal, enveredando pela entrega de Portugal aos grupos mafiosos da construção civil acolitados pelas autarquias, Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, deve ter um problema grave de memória, para não se lembrar que desde 1990, as políticas seguidas pelos vários governos pouco variam das que implementou, e são essas políticas, ou a mais das vezes a inexistência de qualquer política que nos conduziram a este estado miserabilista.
Agora voltando aos calaceiros! Passos Coelho, nesse discurso para dentro, com recadinhos para fora, não conseguiu nem pode dizer, algumas das coisas que também fomos, para além de calaceiros. Mas eu posso, ora para além de calaceiros, fomos imbecis, cretinos, vigaristas, ladrões, obtusos, ineptos, laxistas, incompetentes, ignorantes, incapazes, lorpas, burgessos, burros, canhestros, estúpidos, parvos, papalvos, parolos e enormemente palonças.
Fomos isto tudo, porque nos deixamos iludir, por golpes de teatro e girândolas, por festas e festarolas, deixamo-nos enganar por uma elite de incapazes, que só servem desbaratar dinheiro, os mesmos que vindas as próximas eleições, correremos a eleger! Para depois os maldizer e depois irmos a correr eleger os primos, perpetuando assim a roda da rapina e alimentando a doce embalagem do esburgar e do fartar vilanagem que parece ser apanágio da classe dirigente desta terra. Por isso caro Passos Coelho, termos sido calaceiros, foi o menor dos nossos males!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Tal declaração seguiu-se a mais uma das imensas declarações iluminadas que Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica fez sobre a urgência da necessidade de contenção nas obras públicas, onde claramente excedendo as suas competências Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, vem perorar sobre a obra de outros, confesso que partilho a mesma opinião que Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, no entanto, acho que lhe fica mal, enquanto suposto Presidente de todos os portugueses proferir semelhantes declarações.
Ademais, que tais conselhos, vêm de quem enquanto Primeiro-ministro de Portugal inaugurou o despesismo das obras públicas como solução miraculosa, da pessoa que instalou o monstro de clientelismo, e depois se veio queixar da existência do monstro, a pessoa que entregou, na altura, 5 milhões de contos de mão beijada a um dos maiores vigaristas do planeta.
Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, esqueceu-se de que foi a sua pessoa, que enquanto primeiro-ministro, forçou a política da pouca formação e salários baixos, que foi a sua pessoa que enquanto primeiro-ministro, decidiu alcatroar Portugal, enveredando pela entrega de Portugal aos grupos mafiosos da construção civil acolitados pelas autarquias, Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, deve ter um problema grave de memória, para não se lembrar que desde 1990, as políticas seguidas pelos vários governos pouco variam das que implementou, e são essas políticas, ou a mais das vezes a inexistência de qualquer política que nos conduziram a este estado miserabilista.
Agora voltando aos calaceiros! Passos Coelho, nesse discurso para dentro, com recadinhos para fora, não conseguiu nem pode dizer, algumas das coisas que também fomos, para além de calaceiros. Mas eu posso, ora para além de calaceiros, fomos imbecis, cretinos, vigaristas, ladrões, obtusos, ineptos, laxistas, incompetentes, ignorantes, incapazes, lorpas, burgessos, burros, canhestros, estúpidos, parvos, papalvos, parolos e enormemente palonças.
Fomos isto tudo, porque nos deixamos iludir, por golpes de teatro e girândolas, por festas e festarolas, deixamo-nos enganar por uma elite de incapazes, que só servem desbaratar dinheiro, os mesmos que vindas as próximas eleições, correremos a eleger! Para depois os maldizer e depois irmos a correr eleger os primos, perpetuando assim a roda da rapina e alimentando a doce embalagem do esburgar e do fartar vilanagem que parece ser apanágio da classe dirigente desta terra. Por isso caro Passos Coelho, termos sido calaceiros, foi o menor dos nossos males!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, abril 30, 2010
Macacos na Bruma
Diocleciana Fossa, eminente primatóloga, habituada a estudar primatas e símios de todo o tipo ficou espantada, quando percebeu que nada poderia fazer para combater a corrupção que parecia minar o grupo de primatas que estava a estudar. A conceituada investigadora e reputada cientista, com excelentes trabalhos publicados sobre a macacada deste mundo, via-se agora a braços com um dilema superior, um caso de corrupção entre primatas.
No seu escritório montado nas imediações do Parque Natural de Graga, numa zona chamada Gragaparques, conhecida por ser densamente povoada com primatas de todo o tipo, gorilas, macacos, saguins, micos, colobos entre outras duzentas espécies, aquela era uma densa floresta, cheia de névoas,nevoeiros, neblinas e brumas, que faziam com que as pessoas andassem as mais das vezes completamente às cegas.
Deocleciana Fossa, tinha em Sacristão Fernandes o guarda-mor do parque, que não gostava de domingos, porque eram dias complicados em que a macacada fazia as maiores tropelias, aliás nem gostava de alguns dos macacões que por ali apareciam, mas ainda assim era uma pessoa prestável que tentava desempenhar a sua tarefa. Ora e foi precisamente com Sacristão Fernandes, que o caso começou, um certo domingo, foi abordado por um macacão que lhe oferecia dez quilos de amendoim torrado, com sal e piripiri jindungo, mais uma caixa de minis, caso o Sacristão Fernandes intercedesse junto da câmara macacal, para que um certo negócio, que envolvia muita massaroca de milho e bananas, das verdes, corresse de feição para o lado desse macacão. O pobre do Sacristão Fernandes, chamou o mano e decidiram apanhar o macaco, levando depois a coisa ao grande tribunal da macacada, onde os gorilões supremos dominavam a matéria de facto entre outras coisas da sua poderosa omnisciência e omnisapiência iluminada.
Claro que acabou tudo numa grande bananada, porque a gorilada, decidiu que o saguim que era culpado de tentar corromper, o Sacristão Fernandes, para além de saguim era também otário, porque o Sacristão, não podia ser corrompido porque não era ele que tinha a chave do armário das bananas, não tinha perfil nem competências, apesar de saber quem a tinha e de poder muito convenientemente dividir os amendoins com o guarda da chave. Uma inaudita sentença, que fez urrar de espanto, chimpanzés e orangotangos, saguins e gibões.
Naquele dia de névoa, um domingo por sinal, até lhe chamaram o domingo de todos os domingos de névoa, os macacões, decidiram a favor de mais uma grossa macacada na terra insigne das momices e macaquices, uma republica de e para bananas. Diocleciana Fossa e Sacristão Fernandes, ficaram estupefactos, com tamanha macaquice, até porque amanhã, um ou outro saguim macaco, vai usar a mesma macaquice para se escapulir de ramo em ramo, a uma qualquer macacada que pretenda fazer, ao tentar comprar com bananas a conivência de algum orangotango lorpa, desses muitos que ocupam os ramos de cima da grande árvore da macacada.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
No seu escritório montado nas imediações do Parque Natural de Graga, numa zona chamada Gragaparques, conhecida por ser densamente povoada com primatas de todo o tipo, gorilas, macacos, saguins, micos, colobos entre outras duzentas espécies, aquela era uma densa floresta, cheia de névoas,nevoeiros, neblinas e brumas, que faziam com que as pessoas andassem as mais das vezes completamente às cegas.
Deocleciana Fossa, tinha em Sacristão Fernandes o guarda-mor do parque, que não gostava de domingos, porque eram dias complicados em que a macacada fazia as maiores tropelias, aliás nem gostava de alguns dos macacões que por ali apareciam, mas ainda assim era uma pessoa prestável que tentava desempenhar a sua tarefa. Ora e foi precisamente com Sacristão Fernandes, que o caso começou, um certo domingo, foi abordado por um macacão que lhe oferecia dez quilos de amendoim torrado, com sal e piripiri jindungo, mais uma caixa de minis, caso o Sacristão Fernandes intercedesse junto da câmara macacal, para que um certo negócio, que envolvia muita massaroca de milho e bananas, das verdes, corresse de feição para o lado desse macacão. O pobre do Sacristão Fernandes, chamou o mano e decidiram apanhar o macaco, levando depois a coisa ao grande tribunal da macacada, onde os gorilões supremos dominavam a matéria de facto entre outras coisas da sua poderosa omnisciência e omnisapiência iluminada.
Claro que acabou tudo numa grande bananada, porque a gorilada, decidiu que o saguim que era culpado de tentar corromper, o Sacristão Fernandes, para além de saguim era também otário, porque o Sacristão, não podia ser corrompido porque não era ele que tinha a chave do armário das bananas, não tinha perfil nem competências, apesar de saber quem a tinha e de poder muito convenientemente dividir os amendoins com o guarda da chave. Uma inaudita sentença, que fez urrar de espanto, chimpanzés e orangotangos, saguins e gibões.
Naquele dia de névoa, um domingo por sinal, até lhe chamaram o domingo de todos os domingos de névoa, os macacões, decidiram a favor de mais uma grossa macacada na terra insigne das momices e macaquices, uma republica de e para bananas. Diocleciana Fossa e Sacristão Fernandes, ficaram estupefactos, com tamanha macaquice, até porque amanhã, um ou outro saguim macaco, vai usar a mesma macaquice para se escapulir de ramo em ramo, a uma qualquer macacada que pretenda fazer, ao tentar comprar com bananas a conivência de algum orangotango lorpa, desses muitos que ocupam os ramos de cima da grande árvore da macacada.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, abril 29, 2010
Mexia ou não mexia!
As alcavalas oferecidas aos figurões das empresas privadamente públicas, que temos por cá dão-me vontade de rir! No caso da EDP, mais ainda, o porquê, de ofertar de mão beijada um prémio de excelência ao administrador de uma empresa que presta a merda de serviço que presta, aos pobres desgraçados que têm obrigatoriamente de lhe comprar os serviços é mesmo uma grande anedota. Quão difícil será administrar uma empresa destas, que sabe, se a coisa der para o torto, lá vem o governo injectar massaroca para prover ao sustento e equilíbrio da desgovernada nau.
Em relação aos outros senhores administradores de outras empresas semi-públicas que embolsam grossos prémios, a anedota continua, porque ao ver de um simplório quase analfabeto como eu, qual é a dificuldade de fazer dinheiro, quando se detém a exclusividade da prestação de serviços, a equação é muito simples, basta aumentar os preços, reduzir os custos, mandando mais umas centenas de desgraçados para a rua e já está, ao fim do primeiro semestre apresentamos um lucro fantástico, verdadeiro cofre de Midas, qual foi o golpe de génio? Qual foi a intelectualmente superior capacidade administrativa? Nenhum! Nenhuma! Foi o simples bom senso de qualquer merceeiro de aldeia, que sabendo que é único, aumenta o preço e rouba na balança, é simples, fizeram-se fortunas assim.
Por isso pergunto, qual é a lógica de malbaratar assim milhões de euros, em gente que a única coisa que faz é desempenhar o papel de merceeiro de aldeia, o qual é muito bem pago, faraónicamente muito bem pago devo acrescentar, que mais valia traz essa gente ao país e ao bem-estar e felicidade dos seus cidadãos, em que é que contribuem para a melhoria das condições desta infeliz terra? Parece que em nada ou em muito pouco, um pouco tão ínfimo que não serve para nada.
Esta situação é bem exemplo, do estado de miséria intelectual e moral, que assola este país, que nos últimos trintas anos depois de colidir com o icebergue da democracia, tem vindo adornar, qual Titanic, não abrandando a velocidade nem pedindo por socorro, uma sociedade que permite este atentado sem esboçar o mínimo protesto é uma sociedade miserável e imprestável, uma sociedade de carneirada capada seguidista, que vai balindo de êxtase, enquanto com festas e festarolas, lá segue a ser fecundada no ânus mas contente da vida, razão tem o meu amigo Manel, que diz que os portugueses são intrinsecamente homossexuais, quanto mais apanham mais gostam.
É com muita dor de alma, que assisto a este descalabro moral, como sociedade estamos completamente amorfos, resignados a isto, alguns andam já muito contentes porque nas próximas eleições vão passar de Sócrates a Coelho, acabaram de escolher outro Sebastião, daqui a 5 ou 6 anos estarão a maldizer o Coelho e a querer enforca-lo na árvore mais próxima, ou já esqueceram como foi com Sócrates.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Em relação aos outros senhores administradores de outras empresas semi-públicas que embolsam grossos prémios, a anedota continua, porque ao ver de um simplório quase analfabeto como eu, qual é a dificuldade de fazer dinheiro, quando se detém a exclusividade da prestação de serviços, a equação é muito simples, basta aumentar os preços, reduzir os custos, mandando mais umas centenas de desgraçados para a rua e já está, ao fim do primeiro semestre apresentamos um lucro fantástico, verdadeiro cofre de Midas, qual foi o golpe de génio? Qual foi a intelectualmente superior capacidade administrativa? Nenhum! Nenhuma! Foi o simples bom senso de qualquer merceeiro de aldeia, que sabendo que é único, aumenta o preço e rouba na balança, é simples, fizeram-se fortunas assim.
Por isso pergunto, qual é a lógica de malbaratar assim milhões de euros, em gente que a única coisa que faz é desempenhar o papel de merceeiro de aldeia, o qual é muito bem pago, faraónicamente muito bem pago devo acrescentar, que mais valia traz essa gente ao país e ao bem-estar e felicidade dos seus cidadãos, em que é que contribuem para a melhoria das condições desta infeliz terra? Parece que em nada ou em muito pouco, um pouco tão ínfimo que não serve para nada.
Esta situação é bem exemplo, do estado de miséria intelectual e moral, que assola este país, que nos últimos trintas anos depois de colidir com o icebergue da democracia, tem vindo adornar, qual Titanic, não abrandando a velocidade nem pedindo por socorro, uma sociedade que permite este atentado sem esboçar o mínimo protesto é uma sociedade miserável e imprestável, uma sociedade de carneirada capada seguidista, que vai balindo de êxtase, enquanto com festas e festarolas, lá segue a ser fecundada no ânus mas contente da vida, razão tem o meu amigo Manel, que diz que os portugueses são intrinsecamente homossexuais, quanto mais apanham mais gostam.
É com muita dor de alma, que assisto a este descalabro moral, como sociedade estamos completamente amorfos, resignados a isto, alguns andam já muito contentes porque nas próximas eleições vão passar de Sócrates a Coelho, acabaram de escolher outro Sebastião, daqui a 5 ou 6 anos estarão a maldizer o Coelho e a querer enforca-lo na árvore mais próxima, ou já esqueceram como foi com Sócrates.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, abril 26, 2010
Santa Labregada
A tolerância de ponto decretada pelo governo para os trabalhadores que exercem funções públicas na administração central e nos institutos públicos, em todo o território nacional, no dia 13 de Maio de 2010, é a mais absurda e destemperada saloiice, a que esta pseudo república laica, se presta.
Com o país de rastos, com a pouco aptidão para trabalhar que o português já revela, o estado ainda vem ajudar e queima mais um dia, a propósito de uma visita, de um chefe de estado, mais um igual a tantos outros que por cá passam.
Será que Sua Santidade é assim tão especial, para os católicos deve ser, acho eu, se bem que alguns não o tragam nem com molho de tomate e que interesse terá o que vai dizer, seguramente serão doutas e sábias palavras que os católicos tratarão de louvar, apesar de se levantarem algumas vozes que o acusam de atitudes pouco católicas em relação à questão da pedofilia no seio da Santa Madre Igreja.
Seja como for, acho uma labreguice completa esta decisão do governo, não traz nada de bom, não se pense que critico a resolução por causa de não acreditar em nenhuma destas patranhas etéreas. Aquando da igualmente cretina decisão de retirar os crucifixos das salas de aulas, tive oportunidade de criticar essa decisão, por ser imbecil e não contribuir em nada para a liberdade e para o bom ambiente escolar. Critico a actual decisão, por ser de facto uma grande palhaçada. À cautela, já enviei cartas para ao Patriarca de Constantinopla, Bartolomeu I, para que venha visitar Portugal no dia 10 de Maio, para o Dalai Lama, aceder a visitar-nos no dia 11, para o Grande Mufti de Jerusalém Muhammad Ahmad Hussein, também nos visitar no dia 12 e para o Grão Rabino de Jerusalém comparecer no dia 14, assim podíamos ter uma semana de tolerância de ponto, isso sim seria uma excelente visita de cariz religioso, que promoveria a liberdade religiosa e o ecumenismo.
Assim como vai ser feito, é apenas uma labreguice sacrista e beata, bem típica deste país de ratos de sacristia hipócritas.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Com o país de rastos, com a pouco aptidão para trabalhar que o português já revela, o estado ainda vem ajudar e queima mais um dia, a propósito de uma visita, de um chefe de estado, mais um igual a tantos outros que por cá passam.
Será que Sua Santidade é assim tão especial, para os católicos deve ser, acho eu, se bem que alguns não o tragam nem com molho de tomate e que interesse terá o que vai dizer, seguramente serão doutas e sábias palavras que os católicos tratarão de louvar, apesar de se levantarem algumas vozes que o acusam de atitudes pouco católicas em relação à questão da pedofilia no seio da Santa Madre Igreja.
Seja como for, acho uma labreguice completa esta decisão do governo, não traz nada de bom, não se pense que critico a resolução por causa de não acreditar em nenhuma destas patranhas etéreas. Aquando da igualmente cretina decisão de retirar os crucifixos das salas de aulas, tive oportunidade de criticar essa decisão, por ser imbecil e não contribuir em nada para a liberdade e para o bom ambiente escolar. Critico a actual decisão, por ser de facto uma grande palhaçada. À cautela, já enviei cartas para ao Patriarca de Constantinopla, Bartolomeu I, para que venha visitar Portugal no dia 10 de Maio, para o Dalai Lama, aceder a visitar-nos no dia 11, para o Grande Mufti de Jerusalém Muhammad Ahmad Hussein, também nos visitar no dia 12 e para o Grão Rabino de Jerusalém comparecer no dia 14, assim podíamos ter uma semana de tolerância de ponto, isso sim seria uma excelente visita de cariz religioso, que promoveria a liberdade religiosa e o ecumenismo.
Assim como vai ser feito, é apenas uma labreguice sacrista e beata, bem típica deste país de ratos de sacristia hipócritas.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, abril 23, 2010
Anti corrupção!
Uma proposta recente do governo pretende que os funcionários públicos, apenas possam exercer no sector privado quando devidamente autorizados. Esta proposta está incluída no pacote legislativo de oito projectos-lei que começaram ontem a ser debatidos no Parlamento e que se destinam a combater a corrupção.
A terreiro saiu prestes o inefável representante do sindicato dos médicos, vulgarmente apelido por Ordem dos Médicos, o senhor doutor aprestou-se a dizer cobras e lagartos dessa proposta, que colidirá com os interesses dos senhores doutores, pois claro, porque se pretende, e muito bem, que os optem por trabalhar ou no sistema público ou no privado, excelente proposta que só peca por tardia, que se vier a ser aprovada colocará os senhores doutores nos eixos, terminando assim com décadas de regabofe e patifarias várias.
O senhor Bastonário, acrescentou como defesa do não sancionar, de semelhante proposta, que na sua perspectiva após aprovarem essa legislação, Portugal ficará com uma saúde para pobres e outra para ricos. Caro senhor Bastonário, onde tem vossa excelência pernoitado nas últimas décadas, esse tipo de saúde a que tão bem alude, não decorrerá da proposta de vincular os senhores doutores a um ou a outro sector, até porque esse tipo de saúde para pobres e ricos já existe há muito por cá, por conseguinte labora o douto senhor num equívoco, ou por ventura não conhece vossa excelência uma coisa chamada listas de espera.
Um outro excelente argumento que o senhor Bastonário utilizou, foi o de que as pessoas, leia os senhores doutores e doutoras, se tal proposta for aprovada tenderão a seguir para onde melhor lhes paguem, aí estamos de acordo, querendo o senhor Bastonário dizer que os hospitais ficarão desprovidos de médicos, acredito que mercenários como são efectivamente o farão, no entanto, bastará recorrer à importação de médicos para que em poucos meses possamos equilibrar as coisas, com uma vantagem, ficaremos com profissionais excelentes e muito mais baratos, e mais importante habituados a trabalhar. Segundo Pedro Nunes, isto fará com que «a médio prazo, só trabalhará no Estado, que é quem pior paga, os piores médicos», ou os que não forem mercenários e estejam realmente vocacionados para ser médicos, digo eu, até porque os piores querem é sair para o privado para poderem ganhar ainda mais fazendo o menos possível.
Por último, o senhor Bastonário utilizou um argumento ligeiramente torpe. Disse o senhor Bastonário que os médicos não vendem submarinos, nem estão em centros comerciais. Pois é verdade o senhor Bastonário Pedro Nunes lembrou que corrupção não que ver com actividade normal dos médicos, isto na sua opinião. Então como classificar a prática habitual, dos senhores doutores de dizerem a alguém que precisa de uma operação, “aqui no hospital, tem de aguardar seis meses, mas se quiser na clínica tal, poderá faze-lo já amanhã, custa é cinco mil Euros”. Esta prática é o quê senhor Bastonário?
Já sei, o senhor Bastonário se me respondesse diria que isso são casos pontuais, que não se pode julgar toda uma classe por causa de uma minoria de maus profissionais, sim talvez seja verdade, no entanto nos últimos anos tenho coleccionado histórias destas, e conheço detalhes de muitas, tendo em conta que vivo aqui numa área pequena, fazendo uma extrapolação simples, chego à conclusão que essa sua minoria é uma grande minoria.
Poderia ainda falar da relação fantástica entre senhores doutores e laboratórios farmacêuticos, uma excelente parceria, que tem dado para ver o mundo, viajar, comprar carros e casas, à conta do papalvo que tem o azar de estar doente. Poderia também falar da resistência aos genéricos e à unidose, claro que não serão casos de corrupção, serão no entanto pelo menos ética, deontologicamente e moralmente muito questionáveis.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
A terreiro saiu prestes o inefável representante do sindicato dos médicos, vulgarmente apelido por Ordem dos Médicos, o senhor doutor aprestou-se a dizer cobras e lagartos dessa proposta, que colidirá com os interesses dos senhores doutores, pois claro, porque se pretende, e muito bem, que os optem por trabalhar ou no sistema público ou no privado, excelente proposta que só peca por tardia, que se vier a ser aprovada colocará os senhores doutores nos eixos, terminando assim com décadas de regabofe e patifarias várias.
O senhor Bastonário, acrescentou como defesa do não sancionar, de semelhante proposta, que na sua perspectiva após aprovarem essa legislação, Portugal ficará com uma saúde para pobres e outra para ricos. Caro senhor Bastonário, onde tem vossa excelência pernoitado nas últimas décadas, esse tipo de saúde a que tão bem alude, não decorrerá da proposta de vincular os senhores doutores a um ou a outro sector, até porque esse tipo de saúde para pobres e ricos já existe há muito por cá, por conseguinte labora o douto senhor num equívoco, ou por ventura não conhece vossa excelência uma coisa chamada listas de espera.
Um outro excelente argumento que o senhor Bastonário utilizou, foi o de que as pessoas, leia os senhores doutores e doutoras, se tal proposta for aprovada tenderão a seguir para onde melhor lhes paguem, aí estamos de acordo, querendo o senhor Bastonário dizer que os hospitais ficarão desprovidos de médicos, acredito que mercenários como são efectivamente o farão, no entanto, bastará recorrer à importação de médicos para que em poucos meses possamos equilibrar as coisas, com uma vantagem, ficaremos com profissionais excelentes e muito mais baratos, e mais importante habituados a trabalhar. Segundo Pedro Nunes, isto fará com que «a médio prazo, só trabalhará no Estado, que é quem pior paga, os piores médicos», ou os que não forem mercenários e estejam realmente vocacionados para ser médicos, digo eu, até porque os piores querem é sair para o privado para poderem ganhar ainda mais fazendo o menos possível.
Por último, o senhor Bastonário utilizou um argumento ligeiramente torpe. Disse o senhor Bastonário que os médicos não vendem submarinos, nem estão em centros comerciais. Pois é verdade o senhor Bastonário Pedro Nunes lembrou que corrupção não que ver com actividade normal dos médicos, isto na sua opinião. Então como classificar a prática habitual, dos senhores doutores de dizerem a alguém que precisa de uma operação, “aqui no hospital, tem de aguardar seis meses, mas se quiser na clínica tal, poderá faze-lo já amanhã, custa é cinco mil Euros”. Esta prática é o quê senhor Bastonário?
Já sei, o senhor Bastonário se me respondesse diria que isso são casos pontuais, que não se pode julgar toda uma classe por causa de uma minoria de maus profissionais, sim talvez seja verdade, no entanto nos últimos anos tenho coleccionado histórias destas, e conheço detalhes de muitas, tendo em conta que vivo aqui numa área pequena, fazendo uma extrapolação simples, chego à conclusão que essa sua minoria é uma grande minoria.
Poderia ainda falar da relação fantástica entre senhores doutores e laboratórios farmacêuticos, uma excelente parceria, que tem dado para ver o mundo, viajar, comprar carros e casas, à conta do papalvo que tem o azar de estar doente. Poderia também falar da resistência aos genéricos e à unidose, claro que não serão casos de corrupção, serão no entanto pelo menos ética, deontologicamente e moralmente muito questionáveis.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, abril 22, 2010
O senhor dos Passos
O PSD, encontrou o seu Sócrates! Passos Coelho do PSD, futuro primeiro-ministro de Portugal, é a versão neo-liberal farçola de centro direita, de Sócrates do PS, na sua versão farçola neo-liberal, pseudo socialista de centro direita. Confusos?
É para ficar confuso, quer nas declarações do congresso quer na entrevista aos sinais de fogacho do escritor, comentador supra sumo da sapiência erudita MST, Passos Coelho, revelou o neo-liberalismo quinta via, versão PSD, inaugurada por Sócrates, depois da terceira via de Blair e do partido e dois sistemas da China. Coelho, opta por privatizar, opta pela fuga Pilatos, ou seja, o Estado lava as mãos destas trapalhadas todas da saúde, da educação e dos transportes, porque inepto e incapaz de colocar tudo nos eixos, mantêm a carga fiscal, se não a aumentar, ficaremos a aguardar, e com o mesmo dinheiro, poderá então continuar a engordar os senhores do sistema, deixando o pobre cidadão entregue aos lobos esfaimados empresariais que esfolarão a seu bel-prazer a massa ignorante do povaréu.
Acho Passos Coelho um tipo capaz, desconfio dele, como desconfio de todos os “apparatchiks”, dos partidos, oriundos das jotas, mas ainda assim, estou disposto a conceder-lhe o beneplácito da dúvida persistente, até porque a sua declaração em relação aos círculos uninominais que me parece muito acertada, vindo ao encontro de uma aspiração pessoal que advogo há muito, será pois uma iniciativa muito bem vinda, pena que não proponha uma ainda maior revisão, que acabe com o despesismo patético deste modelo de Estado, optando por um sistema presidencialista, mais magro, mais em conta para o pais pobre de espírito que somos, no entanto desconfio, porque os barões do PSD, a quem Passos Coelho, deve a sua ascensão, não irão engolir facilmente esta mudança, veremos!
E veremos também, que favores políticos terá Passos Coelho de pagar, será curioso, começar a observar quem aparece atrás a esticar a cabeça, para aparecer no boneco, quando o actual líder aparecer na televisão, para já começou por escolher rapaziada das concelhias que mais o promoveram, começou a pagar em géneros os favores, mas os verdadeiros favores estão ainda ocultos e esses facilitadores estão na sombra, veremos quando chegar o tempo das eleições, confesso-me curioso, também apreensivo se voltar a ver certos fantasmas cavaquistas, se bem que todos sabem que Passos não suporta Cavaco e a recíproca também é verdadeira, daí as recentes declarações do actual líder a elogiar a prestação de Sua Excelência o actual Presidente da Republica,a ver vamos.
Na sequência das loas de presteza, uma espécie de passar a escova para amaciar o pêlo. Não gostei da tentativa de Passos Coelho de descolar Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica do partido a que pertence, até porque, a paupérrima actuação de Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, não conseguiu nunca ocultar a sua identidade politica de social-democrata, o que quer que seja isso da social-democracia. Fico portanto na expectativa, ciente porém que teremos mais do mesmo, que Passos Coelho será a continuação de Sócrates, a continuação das politicas liberais, que por insuficiência de competência, são sempre muito mais fáceis de levar por diante do que as verdadeiras transformações de que o pais realmente necessita. Ainda assim, por ora, saúdo o PSD, por uma boa escolha, Passos Coelho, foi de longe a melhor das hipóteses, terá porém tempos difíceis dado que a julgar pelos semblantes de Rangel e Aguiar Branco no congresso, as navalhas estão embainhadas mas prontas para esfolar qualquer coelho que apareça, tão logo se apresente a oportunidade, uma outra esperança que tenho é de que esta escolha sirva para definitivamente afastar da cena, as personagens nefastas do tempo do cavaquistão, Lopes, Mendes, Meneses e outras criaturas dessa laia, deposito alguma esperança de que isso seja verdade.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
É para ficar confuso, quer nas declarações do congresso quer na entrevista aos sinais de fogacho do escritor, comentador supra sumo da sapiência erudita MST, Passos Coelho, revelou o neo-liberalismo quinta via, versão PSD, inaugurada por Sócrates, depois da terceira via de Blair e do partido e dois sistemas da China. Coelho, opta por privatizar, opta pela fuga Pilatos, ou seja, o Estado lava as mãos destas trapalhadas todas da saúde, da educação e dos transportes, porque inepto e incapaz de colocar tudo nos eixos, mantêm a carga fiscal, se não a aumentar, ficaremos a aguardar, e com o mesmo dinheiro, poderá então continuar a engordar os senhores do sistema, deixando o pobre cidadão entregue aos lobos esfaimados empresariais que esfolarão a seu bel-prazer a massa ignorante do povaréu.
Acho Passos Coelho um tipo capaz, desconfio dele, como desconfio de todos os “apparatchiks”, dos partidos, oriundos das jotas, mas ainda assim, estou disposto a conceder-lhe o beneplácito da dúvida persistente, até porque a sua declaração em relação aos círculos uninominais que me parece muito acertada, vindo ao encontro de uma aspiração pessoal que advogo há muito, será pois uma iniciativa muito bem vinda, pena que não proponha uma ainda maior revisão, que acabe com o despesismo patético deste modelo de Estado, optando por um sistema presidencialista, mais magro, mais em conta para o pais pobre de espírito que somos, no entanto desconfio, porque os barões do PSD, a quem Passos Coelho, deve a sua ascensão, não irão engolir facilmente esta mudança, veremos!
E veremos também, que favores políticos terá Passos Coelho de pagar, será curioso, começar a observar quem aparece atrás a esticar a cabeça, para aparecer no boneco, quando o actual líder aparecer na televisão, para já começou por escolher rapaziada das concelhias que mais o promoveram, começou a pagar em géneros os favores, mas os verdadeiros favores estão ainda ocultos e esses facilitadores estão na sombra, veremos quando chegar o tempo das eleições, confesso-me curioso, também apreensivo se voltar a ver certos fantasmas cavaquistas, se bem que todos sabem que Passos não suporta Cavaco e a recíproca também é verdadeira, daí as recentes declarações do actual líder a elogiar a prestação de Sua Excelência o actual Presidente da Republica,a ver vamos.
Na sequência das loas de presteza, uma espécie de passar a escova para amaciar o pêlo. Não gostei da tentativa de Passos Coelho de descolar Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica do partido a que pertence, até porque, a paupérrima actuação de Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, não conseguiu nunca ocultar a sua identidade politica de social-democrata, o que quer que seja isso da social-democracia. Fico portanto na expectativa, ciente porém que teremos mais do mesmo, que Passos Coelho será a continuação de Sócrates, a continuação das politicas liberais, que por insuficiência de competência, são sempre muito mais fáceis de levar por diante do que as verdadeiras transformações de que o pais realmente necessita. Ainda assim, por ora, saúdo o PSD, por uma boa escolha, Passos Coelho, foi de longe a melhor das hipóteses, terá porém tempos difíceis dado que a julgar pelos semblantes de Rangel e Aguiar Branco no congresso, as navalhas estão embainhadas mas prontas para esfolar qualquer coelho que apareça, tão logo se apresente a oportunidade, uma outra esperança que tenho é de que esta escolha sirva para definitivamente afastar da cena, as personagens nefastas do tempo do cavaquistão, Lopes, Mendes, Meneses e outras criaturas dessa laia, deposito alguma esperança de que isso seja verdade.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, abril 20, 2010
Sempre a meter água!
Neste reino do disparate, em que o absurdo, é real e em que por mais disparatadas e absurdas que pareçam as situações é mais que certo que ainda acontecerá algo pior, os casos e os escândalos, são o dia a dia da malta.
Não que existam mais, que anteriormente, a malta começa a estar mais atenta, e caso estivesse ainda mais atenta e participativa, esta Corja iria toda varrida a tiro, mas como isto por cá, são meia dúzia de homens e o resto carneirada capada, ficamos assim.
O recente caso, dos submarinos, protagonizado por muitos figurões de estado, e outros menos conhecidos ilustra bem a qualidade dos políticos travestidos em governantes, que vamos tendo por cá, na altura do pomposo anúncio da compra dos submarinos, não deixei de criticar vivamente a decisão, afinal, e não estranho, a coisa foi ainda pior.
Portas, esteve para a defesa como uma sela está para os costados de um toiro bravo, ou seja, não assenta, quem escolheu Portas para ser ministro da Defesa e dos Assuntos do Mar, ainda hoje me rio com a cara que o outro fez quando soube que era ministro do mar, dizia eu, que quem escolheu Portas para ministro da defesa, deve com toda a certeza sofrer de uma destas doenças, estupidez, burrice ou miopia, pessoalmente acredito que seja a última a hipótese mais correcta.
O senhor que era primeiro-ministro da altura, que interrompeu essas funções para ser mordomo da cimeira dos Açores, onde serviu uns excelentes cafés, tendo depois fugido para a Europa, para ocupar novamente um cargo do tipo mordomo, esse senhor, quer-me parecer que não mediu bem as consequências de colocar Portas na pasta da Defesa, por o não ter feito, temos hoje como dado concreto que o consulado de Portas foi um nunca mais acabar de patadas na poça, terminando com as sessenta e tal mil fotocópias pagas como meu dinheiro que levou para casa. Dificilmente alguém tem um percurso, mais enfastiante, ruinoso e completamente débil, como este Portas submarinista teve, no ministério da Defesa.
Prova de tudo isto que acabo de afirmar é esta negociata dos submarinos, que continuo a afirmar não nos fazerem falta absolutamente nenhuma, nem em termos estratégicos, nem noutros quaisquer termos que nos queiram fazer engolir, apesar de diversos ditos “especialistas” na matéria, eminências ligadas ao meio marítimo militar terem feito uma grande campanha a favor de tais sistemas de armas. O que fica provado mais uma vez é que os decisores políticos, neste caso ministro da pasta e primeiro-ministro da altura, não percebendo patavina do assunto, embarcaram na viagem, acolitados por assessores e assessores dos assessores, que ao que parece estavam era interessados em defender as algibeiras fundas das assessorias e pouco mais.
Este episódio é revelador de duas coisas, a primeira é a falta de qualidade técnica de quem nos governa, a segunda é a completa desorientação que preside às opções estratégicas destas governos que nos calham em sorte, e quanto a isso estamos conversados.
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
Não que existam mais, que anteriormente, a malta começa a estar mais atenta, e caso estivesse ainda mais atenta e participativa, esta Corja iria toda varrida a tiro, mas como isto por cá, são meia dúzia de homens e o resto carneirada capada, ficamos assim.
O recente caso, dos submarinos, protagonizado por muitos figurões de estado, e outros menos conhecidos ilustra bem a qualidade dos políticos travestidos em governantes, que vamos tendo por cá, na altura do pomposo anúncio da compra dos submarinos, não deixei de criticar vivamente a decisão, afinal, e não estranho, a coisa foi ainda pior.
Portas, esteve para a defesa como uma sela está para os costados de um toiro bravo, ou seja, não assenta, quem escolheu Portas para ser ministro da Defesa e dos Assuntos do Mar, ainda hoje me rio com a cara que o outro fez quando soube que era ministro do mar, dizia eu, que quem escolheu Portas para ministro da defesa, deve com toda a certeza sofrer de uma destas doenças, estupidez, burrice ou miopia, pessoalmente acredito que seja a última a hipótese mais correcta.
O senhor que era primeiro-ministro da altura, que interrompeu essas funções para ser mordomo da cimeira dos Açores, onde serviu uns excelentes cafés, tendo depois fugido para a Europa, para ocupar novamente um cargo do tipo mordomo, esse senhor, quer-me parecer que não mediu bem as consequências de colocar Portas na pasta da Defesa, por o não ter feito, temos hoje como dado concreto que o consulado de Portas foi um nunca mais acabar de patadas na poça, terminando com as sessenta e tal mil fotocópias pagas como meu dinheiro que levou para casa. Dificilmente alguém tem um percurso, mais enfastiante, ruinoso e completamente débil, como este Portas submarinista teve, no ministério da Defesa.
Prova de tudo isto que acabo de afirmar é esta negociata dos submarinos, que continuo a afirmar não nos fazerem falta absolutamente nenhuma, nem em termos estratégicos, nem noutros quaisquer termos que nos queiram fazer engolir, apesar de diversos ditos “especialistas” na matéria, eminências ligadas ao meio marítimo militar terem feito uma grande campanha a favor de tais sistemas de armas. O que fica provado mais uma vez é que os decisores políticos, neste caso ministro da pasta e primeiro-ministro da altura, não percebendo patavina do assunto, embarcaram na viagem, acolitados por assessores e assessores dos assessores, que ao que parece estavam era interessados em defender as algibeiras fundas das assessorias e pouco mais.
Este episódio é revelador de duas coisas, a primeira é a falta de qualidade técnica de quem nos governa, a segunda é a completa desorientação que preside às opções estratégicas destas governos que nos calham em sorte, e quanto a isso estamos conversados.
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, abril 19, 2010
Santa Hipocrisia
Dom Bertone, uma espécie de ministro de estado do Vaticano, afirmou num encontro de rapaziada da laia dele, que segundo profissionais clínicos consultados pelo Vaticano, não existe uma relação entre a pedofilia e o celibato e que por outro lado existe uma relação entre a pedofilia e a homossexualidade.
Esta declaração, a juntar a toda a vergonhosa actuação da Santa Madre Igreja, no caso das revelações de padres abusadores, é para ser simpático completamente absurda, senão mesmo estúpida, cretina e completamente imbecil.
O Vaticano, diz-se perseguido, acredito que o seja, essencialmente por causa dos muitos imbecis que lá tem dentro, que são a verdadeira causa da perseguição. O Vaticano, prega até à exaustão a sua imagem de santidade, que não existe, nunca existiu e jamais existirá, dado que é apenas uma, mais uma, instituição dos Homens, essa negação da humanidade, é-me difícil de compreender e teria muito mais a ganhar, o Vaticano, caso ao invés de negar, assumisse a humanidade dos seus propósitos e da sua existência, ao serviço de Deus, pois claro, mas pelo Homem e para o Homem.
Sua Santidade, é uma personagem curiosa, de cardeal sombra do anterior Papa, até à cadeira de Pedro, foi um longo percurso de rabos-de-palha, deixados enquanto agia em funções de homem político da Igreja, um verdadeiro Kissinger do Vaticano, com tudo o que de bom e de mau essa analogia possa ter, confesso que a sua escolha me surpreendeu, apesar de ser um continuador, talvez ainda mais zelota, das politicas do anterior Papa, o seu conservadorismo exacerbado, parece cada vez mais deslocado deste Mundo do século XXI, e bem mais próximo dos talibãs integristas dessa outra desgraça mundial chamada Islão.
Dom Bertone, teria feito um excelente serviço à sua religião, ao mundo e principalmente às crianças vitimas destes abusos, se condenasse os abusos, se revelasse medidas concretas que o Vaticano esteja a tomar para prevenir, sancionar e agir judicialmente contra os criminosos que tem no seu seio, ao invés de inventar patranhas e encontrar bodes expiatórios, até porque a suas declarações são um tiro no pé, significam que a sua instituição, apesar de tão santa e de tantos crivos, que diz possuir para aferir da qualidade dos seus sacerdotes, é ao invés um antro de refúgio de homossexuais tarados, os quais a própria instituição, condena, discrimina e persegue, mas inexplicavelmente protege, numa atitude plena de hipocrisia, para o Vaticano os homossexuais são maus, excepto os que sejam pedófilos e padres.
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
Esta declaração, a juntar a toda a vergonhosa actuação da Santa Madre Igreja, no caso das revelações de padres abusadores, é para ser simpático completamente absurda, senão mesmo estúpida, cretina e completamente imbecil.
O Vaticano, diz-se perseguido, acredito que o seja, essencialmente por causa dos muitos imbecis que lá tem dentro, que são a verdadeira causa da perseguição. O Vaticano, prega até à exaustão a sua imagem de santidade, que não existe, nunca existiu e jamais existirá, dado que é apenas uma, mais uma, instituição dos Homens, essa negação da humanidade, é-me difícil de compreender e teria muito mais a ganhar, o Vaticano, caso ao invés de negar, assumisse a humanidade dos seus propósitos e da sua existência, ao serviço de Deus, pois claro, mas pelo Homem e para o Homem.
Sua Santidade, é uma personagem curiosa, de cardeal sombra do anterior Papa, até à cadeira de Pedro, foi um longo percurso de rabos-de-palha, deixados enquanto agia em funções de homem político da Igreja, um verdadeiro Kissinger do Vaticano, com tudo o que de bom e de mau essa analogia possa ter, confesso que a sua escolha me surpreendeu, apesar de ser um continuador, talvez ainda mais zelota, das politicas do anterior Papa, o seu conservadorismo exacerbado, parece cada vez mais deslocado deste Mundo do século XXI, e bem mais próximo dos talibãs integristas dessa outra desgraça mundial chamada Islão.
Dom Bertone, teria feito um excelente serviço à sua religião, ao mundo e principalmente às crianças vitimas destes abusos, se condenasse os abusos, se revelasse medidas concretas que o Vaticano esteja a tomar para prevenir, sancionar e agir judicialmente contra os criminosos que tem no seu seio, ao invés de inventar patranhas e encontrar bodes expiatórios, até porque a suas declarações são um tiro no pé, significam que a sua instituição, apesar de tão santa e de tantos crivos, que diz possuir para aferir da qualidade dos seus sacerdotes, é ao invés um antro de refúgio de homossexuais tarados, os quais a própria instituição, condena, discrimina e persegue, mas inexplicavelmente protege, numa atitude plena de hipocrisia, para o Vaticano os homossexuais são maus, excepto os que sejam pedófilos e padres.
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, abril 15, 2010
Workshop - Ciberbullying
quinta-feira, abril 08, 2010
Bullying em Mirandela - O inquérito da Inspecção de Educação
Fiquei estupefacto, o pouco crédito que tinha pelo Ministério da Educação, esvaiu-se num torvelinho de sensações das quais as mais confessáveis serão a incredulidade e a desconfiança. Segundo parece o inquérito conduzido pela Inspecção-Geral da Educação, sobre a trágica ocorrência em Mirandela, não considera válida a existência de Bullying, e isenta de culpas toda a gente com a Escola à cabeça.
Por força da decência, não comentarei, porque o que me apetece é chamar-lhes todos os nomes feios que conheço, e olhem que conheço muitos. Opto apenas por dizer que gostaria de saber se quem fez o inquérito em tempo recorde, tem qualificações certas para o fazer, e que as conclusões do mesmo são um atentado à inteligência de qualquer ser humano medianamente dotado de intelecto.
Como já é norma neste paraíso de incompetentes e inúteis, a culpa morreu solteira, a morte de uma criança fica assim, impune. É vergonhoso, é lamentavelmente vergonhoso, tão vergonhoso, que me faz mais uma fez ter nojo desta terra e desta gente!
Pode ler a notícia aqui!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Por força da decência, não comentarei, porque o que me apetece é chamar-lhes todos os nomes feios que conheço, e olhem que conheço muitos. Opto apenas por dizer que gostaria de saber se quem fez o inquérito em tempo recorde, tem qualificações certas para o fazer, e que as conclusões do mesmo são um atentado à inteligência de qualquer ser humano medianamente dotado de intelecto.
Como já é norma neste paraíso de incompetentes e inúteis, a culpa morreu solteira, a morte de uma criança fica assim, impune. É vergonhoso, é lamentavelmente vergonhoso, tão vergonhoso, que me faz mais uma fez ter nojo desta terra e desta gente!
Pode ler a notícia aqui!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, abril 05, 2010
Mais uma de Sua Santidade
Sua Santidade resolveu-se pela atitude mais fácil, ignorar. Já é triste que as situações aconteçam, mais triste é ainda quando os responsáveis pelas instituições resolvem pura e simplesmente ignorar que elas acontecem, pior ainda é ocultar, mentir e fazer de conta que não existe. Essa foi a atitude da Santa Madre Igreja, na pessoa do seu chefe de estado, no que concerne à pedofilia, aberração que, como seres humanos que são, também os reverendíssimos padres se vêem incluídos.
Já vem de longe esta ligação, continuo a aconselhar a leitura do excelente livro “Manhã Submersa”, publicado em 1953, fruto da fina pena, desse nome maior das letras lusas Vergílio Ferreira e adaptado ao cinema em, salvo erro 1980 por Lauro António. Aí podemos encontrar, indícios do que se passaria por essas escolas de padres sátiros.
Comparar-se a Cristo, é infame, é despropositado, preferir a defesa dos cobardes, reagindo pela fuga para frente ao invés de realmente assumir o problema e ataca-lo, é para ser simpático uma atitude muito estúpida. Faz-me realmente confusão, que esta Igreja, que se diz católica, cristã, tão cheia de predicados de bondade de protecção aos fracos e por aí adiante, seja na realidade igual a todo o resto, um antro de hipocrisia e mentira.
Tentar fazer crer ao mundo que isto é apenas um ataque, dos inimigos da Igreja, é torpe e revela por si só a inutilidade dessa instituição e dos seus dogmas nefastos, crer que nada se pode fazer e desviar as atenções, quando revelando a verdadeira dimensão da hipocrisia os serviços jurídicos pontifícios tentam obter a equiparação do Papa a chefe de estado para prevenir eventuais processos judiciais, é bem sintomático de que o discurso é um e as atitudes são outras. Ficaria bem que o Vaticano assumisse o problema sem pejo, atacasse e erradicasse do seu seio as muitas ovelhas ranhosas que por lá se escondem debaixo das sotainas e paramentos, preferiu sua Santidade a atitude infeliz de olhar para o outro lado, atirando areia para os olhos dos otários que ainda lhe justificam a existência. É uma atitude vergonhosa, miseravelmente vergonhosa, mas que assenta como uma boa luva de peliça na mão maculada de opróbrio e inepta dessa instituição, que se diz diferente. A Igreja tem dificuldade em aceitar a sua própria humanidade, nunca percebi porquê.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Já vem de longe esta ligação, continuo a aconselhar a leitura do excelente livro “Manhã Submersa”, publicado em 1953, fruto da fina pena, desse nome maior das letras lusas Vergílio Ferreira e adaptado ao cinema em, salvo erro 1980 por Lauro António. Aí podemos encontrar, indícios do que se passaria por essas escolas de padres sátiros.
Comparar-se a Cristo, é infame, é despropositado, preferir a defesa dos cobardes, reagindo pela fuga para frente ao invés de realmente assumir o problema e ataca-lo, é para ser simpático uma atitude muito estúpida. Faz-me realmente confusão, que esta Igreja, que se diz católica, cristã, tão cheia de predicados de bondade de protecção aos fracos e por aí adiante, seja na realidade igual a todo o resto, um antro de hipocrisia e mentira.
Tentar fazer crer ao mundo que isto é apenas um ataque, dos inimigos da Igreja, é torpe e revela por si só a inutilidade dessa instituição e dos seus dogmas nefastos, crer que nada se pode fazer e desviar as atenções, quando revelando a verdadeira dimensão da hipocrisia os serviços jurídicos pontifícios tentam obter a equiparação do Papa a chefe de estado para prevenir eventuais processos judiciais, é bem sintomático de que o discurso é um e as atitudes são outras. Ficaria bem que o Vaticano assumisse o problema sem pejo, atacasse e erradicasse do seu seio as muitas ovelhas ranhosas que por lá se escondem debaixo das sotainas e paramentos, preferiu sua Santidade a atitude infeliz de olhar para o outro lado, atirando areia para os olhos dos otários que ainda lhe justificam a existência. É uma atitude vergonhosa, miseravelmente vergonhosa, mas que assenta como uma boa luva de peliça na mão maculada de opróbrio e inepta dessa instituição, que se diz diferente. A Igreja tem dificuldade em aceitar a sua própria humanidade, nunca percebi porquê.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, março 31, 2010
Criminalizar o Bullying
A ministra da Educação revelou ontem que pretende apresentar uma proposta, seguindo a indicação do Procurador-geral da Republica, para que o bullying seja criminalizado, ao que parece o colega de gabinete que detém actualmente a pasta da Justiça, acolheu favoravelmente essa proposta, veremos no que isso vai dar.
No entanto a proposta de criminalização, levanta-me algumas dúvidas. Sendo a primeira muito simples, a senhora Ministra pretende criminalizar o quê? As agressões constantes do bullying, o terror e coação psicológica do cyberbullying, o assédio sexual, moral e laboral nas empresas e instituições estatais, de adultos contra adultos, ou só o bullying escolar? Fico na dúvida.
Ao criminalizar, vai impor penas? A quem? Aos agressores, à escola por falta de iniciativa, à família, aos que passivamente assistiram sem intervir, aos que incentivaram, às associações de pais que andam a dormir na forma, às comissões de protecção de menores que nunca sabem de nada? Que tipo de penas? Está contemplada a criação de gabinetes multidisciplinares de apoio com psicólogos, psiquiatras, terapeutas, mediadores de conflitos e polícias que intervenham junto dos agressores, das vítimas, das famílias e dos participantes activos e ou passivos? Está prevista legislação específica para o bullying e principalmente para o ciberbullying que é bastante pior que o bullying? Está previsto e consubstanciado apoio legal a vítimas e a agressores? Estão previstas linhas de alerta na PSP, na GNR e na Judiciária com gabinetes de polícias com formação para gerir este tipo de ocorrências, bem como legislação e meios informáticos adequados para investigar as situações? Nas escolas será dada formação aos professores para lidarem com esta problemática, está prevista a criação de grupos de trabalho nas escolas para coordenar estas ocorrências?
Este anúncio poderá ao incauto cidadão, parecer uma boa medida, a mim, ligeiramente mais avisado, parece-me uma coisa perfeitamente avulsa e sem nexo, são mais as dúvidas que surgem que a segurança que tal medida infunde, até porque um Estado que tem sido incapaz de lidar com a crescente criminalidade juvenil, onde criminosos de 13, 14 anos infundem o terror a comunidades inteiras, resguardos pela impunidade legislativa, vem agora fazer-nos crer que vai por mão neste problema. Alias tenho até quase a certeza que esta será mais uma decisão estapafúrdia dimanada dos sapientíssimos e iluminados cérebros que parece nos governam, não querendo usurpar o álvara bambo de alguma abelha maia futurologista, atrevo-me a dizer que vem aí mais uma resma de papelada inútil, que não servirá a ninguém nem para nada, como é apanágio dos nossos ministérios da Educação mais recentes, últimos 30 anos. Tenho portanto, sérias dúvidas, mas ficarei na expectativa.
Leia a notícia aqui!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
No entanto a proposta de criminalização, levanta-me algumas dúvidas. Sendo a primeira muito simples, a senhora Ministra pretende criminalizar o quê? As agressões constantes do bullying, o terror e coação psicológica do cyberbullying, o assédio sexual, moral e laboral nas empresas e instituições estatais, de adultos contra adultos, ou só o bullying escolar? Fico na dúvida.
Ao criminalizar, vai impor penas? A quem? Aos agressores, à escola por falta de iniciativa, à família, aos que passivamente assistiram sem intervir, aos que incentivaram, às associações de pais que andam a dormir na forma, às comissões de protecção de menores que nunca sabem de nada? Que tipo de penas? Está contemplada a criação de gabinetes multidisciplinares de apoio com psicólogos, psiquiatras, terapeutas, mediadores de conflitos e polícias que intervenham junto dos agressores, das vítimas, das famílias e dos participantes activos e ou passivos? Está prevista legislação específica para o bullying e principalmente para o ciberbullying que é bastante pior que o bullying? Está previsto e consubstanciado apoio legal a vítimas e a agressores? Estão previstas linhas de alerta na PSP, na GNR e na Judiciária com gabinetes de polícias com formação para gerir este tipo de ocorrências, bem como legislação e meios informáticos adequados para investigar as situações? Nas escolas será dada formação aos professores para lidarem com esta problemática, está prevista a criação de grupos de trabalho nas escolas para coordenar estas ocorrências?
Este anúncio poderá ao incauto cidadão, parecer uma boa medida, a mim, ligeiramente mais avisado, parece-me uma coisa perfeitamente avulsa e sem nexo, são mais as dúvidas que surgem que a segurança que tal medida infunde, até porque um Estado que tem sido incapaz de lidar com a crescente criminalidade juvenil, onde criminosos de 13, 14 anos infundem o terror a comunidades inteiras, resguardos pela impunidade legislativa, vem agora fazer-nos crer que vai por mão neste problema. Alias tenho até quase a certeza que esta será mais uma decisão estapafúrdia dimanada dos sapientíssimos e iluminados cérebros que parece nos governam, não querendo usurpar o álvara bambo de alguma abelha maia futurologista, atrevo-me a dizer que vem aí mais uma resma de papelada inútil, que não servirá a ninguém nem para nada, como é apanágio dos nossos ministérios da Educação mais recentes, últimos 30 anos. Tenho portanto, sérias dúvidas, mas ficarei na expectativa.
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Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, março 29, 2010
Contos de Tontos!
Um recente estudo diz que 23% dos habitantes cá do burgo, sofrem de algum tipo de perturbações mentais! É interessante o resultado. Mas era realmente necessário um estudo? Claro a malta precisa sempre da santificação dos resultados científicos, para assumir a realidade que está à vista de todos, e a realidade é simples. Somos um país de gente tonta!
Somos um país de indigentes mentais, onde as situações rocambolescas servem para constatação empírica daquilo que o estudo científico agora confirma. Este país é kaffkiano, basta para tanto ver as coisas que podem acontecer ao pobre cidadão, quando contacta com as diversas instituições da administração pública, desde a situação mais hilariante até a ocorrências graves que, infelizmente, acarretam nefastas consequências para os pobres diabos, que são obrigados a ter de privar com semelhante alucinação.
Alias a perturbação mental, está visível por todo o lado, neste país. Entre as aberrações construtivas das obras públicas, aos gastos faraónicos em que se pagam coisas duas vezes sem que nunca sejam utilizadas, passando pelas aberrações, nas estradas, nas leis e na burocracia imbecil, própria de incapazes intelectuais, este país, está eivado, de tontices e parvoíces várias.
Dizer que Portugal é um país de tontos pode parecer excessivo, no entanto o que me causa mais espanto é o número divulgado pelo estudo, esse número quer-me parecer que peca por defeito, os tontos deste país são muito mais que 23%.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Somos um país de indigentes mentais, onde as situações rocambolescas servem para constatação empírica daquilo que o estudo científico agora confirma. Este país é kaffkiano, basta para tanto ver as coisas que podem acontecer ao pobre cidadão, quando contacta com as diversas instituições da administração pública, desde a situação mais hilariante até a ocorrências graves que, infelizmente, acarretam nefastas consequências para os pobres diabos, que são obrigados a ter de privar com semelhante alucinação.
Alias a perturbação mental, está visível por todo o lado, neste país. Entre as aberrações construtivas das obras públicas, aos gastos faraónicos em que se pagam coisas duas vezes sem que nunca sejam utilizadas, passando pelas aberrações, nas estradas, nas leis e na burocracia imbecil, própria de incapazes intelectuais, este país, está eivado, de tontices e parvoíces várias.
Dizer que Portugal é um país de tontos pode parecer excessivo, no entanto o que me causa mais espanto é o número divulgado pelo estudo, esse número quer-me parecer que peca por defeito, os tontos deste país são muito mais que 23%.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, março 26, 2010
Limpar Portugal
No mesmo dia em que cem mil ou mais cidadãos se deram ao trabalho de andar a limpar a trampa que os restantes nove milhões de cavalgaduras fazem, nesse mesmo dia a cinco metros da minha porta este era o estado dos contentores do lixo.
A iniciativa, por muito meritória que seja, Limpar Portugal, não consegue equiparar-se em termos de adesão à iniciativa diária do Vamos Lixar Portugal!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, março 25, 2010
Nem a Propósito do Relatório de Segurança Interna
O senhor Ministro da Administração Interna, veio trazer novas da criminalidade em lusas terras, boas novas traz este arauto, a criminalidade em Portugal desceu, diz o senhor Ministro, pessoa que tenho em estima, pois parece-me ser alguém que percebe do assunto, apesar de lhe faltar alguma capacidade interventora, revelou que; «”a criminalidade participada diminuiu 1,2 por cento em 2009 face aos números do ano anterior, em que houve um aumento de 10,8%. Para a inflexão da tendência que vinha a verificar-se nos últimos anos muito contribuíram as diminuições registadas nos roubos a bancos (menos 13,9%), postos de combustíveis (menos 28,5%), ofensas graves à integridade física (menos 5%), roubos por esticão (menos 6,5%), homicídios (menos 0,6%), furtos em residências (menos 12,2%), furtos de veículos motorizados (menos 10,8%) e carjacking (menos 30%) ", ainda de acordo com os dados do relatório, a "criminalidade violenta e grave diminuiu 0,6%, continuando a ser uma percentagem baixa (5,8%) em relação à totalidade dos crimes".»
Ou seja neste momento em Portugal, praticamente não há crime! Que excelente novidade, no entanto para chatear, apenas para isso, esta madrugada, uns rapazes brincalhões, pegaram numa rebarbadora e assaltaram todas as cabines telefónicas que conseguiram entre Salvaterra de Magos e Almeirim, mas claro que o crime diminuiu, talvez os mesmos meliantes sentindo o ratito a roer, após tanto labor, resolveram também assaltar o quiosque, situado perto da Biblioteca de Almeirim, ressalve-se que este quiosque é vítima de assalto pela enésima vez, alias é tão vulgar que a pessoa que o explora já está habituado e resignado.
Como disse o senhor ministro, a criminalidade participada diminuiu, claro que diminuiu, quem é que no seu perfeito juízo se dá ao trabalho de ir perder tempo para uma esquadra ou posto de agentes da Autoridade, para ir fazer queixa de um crime sabendo de antemão, que nada será feito, que ainda que prendam os bandalhos, nada lhes acontecerá, ficando a vítima a arcar com todos aos prejuízos, se accionar o seguro, leva outra machada e se prosseguir com a queixa tem ainda de pagar, sempre correndo o risco de levar um enxerto de porrada dos bandalhos, que às vítimas ninguém, mas mesmo ninguém protege. Não será então de estranhar que a criminalidade participada tenha diminuído. Isso é apenas sinónimo da resignação de quem trabalha, que vê diariamente os seus parcos haveres esburgados pelos amigos do alheio, alguns dos quais compram as ferramentas de trabalho, armas, pés-de-cabra, rebarbadoras, com o dinheirinho que recebem dos subsídios que o nosso dinheiro lhes proporciona. E querem que eu acredite nisto! Pegando mais uma vez na canção do outro “…deixa-me rir…”
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Ou seja neste momento em Portugal, praticamente não há crime! Que excelente novidade, no entanto para chatear, apenas para isso, esta madrugada, uns rapazes brincalhões, pegaram numa rebarbadora e assaltaram todas as cabines telefónicas que conseguiram entre Salvaterra de Magos e Almeirim, mas claro que o crime diminuiu, talvez os mesmos meliantes sentindo o ratito a roer, após tanto labor, resolveram também assaltar o quiosque, situado perto da Biblioteca de Almeirim, ressalve-se que este quiosque é vítima de assalto pela enésima vez, alias é tão vulgar que a pessoa que o explora já está habituado e resignado.
Como disse o senhor ministro, a criminalidade participada diminuiu, claro que diminuiu, quem é que no seu perfeito juízo se dá ao trabalho de ir perder tempo para uma esquadra ou posto de agentes da Autoridade, para ir fazer queixa de um crime sabendo de antemão, que nada será feito, que ainda que prendam os bandalhos, nada lhes acontecerá, ficando a vítima a arcar com todos aos prejuízos, se accionar o seguro, leva outra machada e se prosseguir com a queixa tem ainda de pagar, sempre correndo o risco de levar um enxerto de porrada dos bandalhos, que às vítimas ninguém, mas mesmo ninguém protege. Não será então de estranhar que a criminalidade participada tenha diminuído. Isso é apenas sinónimo da resignação de quem trabalha, que vê diariamente os seus parcos haveres esburgados pelos amigos do alheio, alguns dos quais compram as ferramentas de trabalho, armas, pés-de-cabra, rebarbadoras, com o dinheirinho que recebem dos subsídios que o nosso dinheiro lhes proporciona. E querem que eu acredite nisto! Pegando mais uma vez na canção do outro “…deixa-me rir…”
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, março 24, 2010
Demos Kracia
Os Gregos, esses malandretes lúbricos, enfeitiçados pelos deuses, que nos legaram, tantas e tão boas memórias, inventaram também uma coisa que chamaram Demos Kracia, que como facilmente se adivinha deu em Democracia, que supostamente significará o governo do povo. E sobre esse facto é interessante analisar o conceito que da Democracia, tal como era entendida na época, de um dos seus maiores, Aristóteles na sua obra de título “Politica”
«A verdadeira base da democracia é a liberdade […] Os cidadãos dirigem ou obedecem […] O povo é soberano. O que ele decidir é considerado justo porque todos os cidadãos têm os mesmos direitos. Nas democracias, os pobres são, pois, mais poderosos que os ricos, uma vez que são em maior número e que as suas decisões são soberanas.»
Começando pela primeira frase, nós não somos uma Democracia, é o começo da mentira em que vivemos, este pardieiro é tudo menos uma Democracia, nós não somos livres!
A segunda frase, menos-mal, efectivamente uns poucos mandam, a maioria obedece e só obedece. Em Portugal, porém, o povo não é soberano. O povo é antes, escravizado, vítima de constantes humilhações e maus-tratos, porque na verdade, nem todos temos os mesmos direitos, aliás, uns só têm direitos, a grande maioria só tem deveres, deve a água, deve a luz, deve a casa, deve isto e mais aquilo e tudo o que se lembrem de inventar para que os outros, os que só tem direitos continuem a engordar.
Nesta democracia, os verdadeiros pobres, não mandam nada, sendo objectivo declarado dos vários governos reduzir-nos a todos ao rendimento mínimo e à condição de pobres, nem o número, nos salva, porque como classe somos a mais medíocre e miseravelmente embrutecida além de absolutamente sem coesão.
Que nos resta, então? Acreditar nesta democraciazita que nos dizem existir, onde uns podem tudo e outros não podem nada, onde vivemos no medo sem termos como reagir, sitiados por, taxas, coimas, licenças, impostos e mais alcavalas, que servem apenas para engordar a escumalha prevaricadora, que se passeia em grandes carros, cheia de ostentação, a quem tudo é oferecido de mão beijada. É isto a tal democracia. Então bardamerda o 25 Abril! Abaixo a Democracia!
Há duzentos e vinte e um anos em 5 de Maio de 1789, em França, cansados dos privilégios de uns poucos e da usura despótica imposta à maioria, o povo pegou em armas e cortou o mal pela raiz. Precisaremos da mesma ocorrência, transcorridos todos estes anos? Não sei sinceramente responder! Sei que vivo numa mentira, este não é um estado de Direito, este não é um país democrático. Vivemos antes sob diversas ditaduras, que concorrem para a anarquia em que quase tudo soçobra.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
«A verdadeira base da democracia é a liberdade […] Os cidadãos dirigem ou obedecem […] O povo é soberano. O que ele decidir é considerado justo porque todos os cidadãos têm os mesmos direitos. Nas democracias, os pobres são, pois, mais poderosos que os ricos, uma vez que são em maior número e que as suas decisões são soberanas.»
Começando pela primeira frase, nós não somos uma Democracia, é o começo da mentira em que vivemos, este pardieiro é tudo menos uma Democracia, nós não somos livres!
A segunda frase, menos-mal, efectivamente uns poucos mandam, a maioria obedece e só obedece. Em Portugal, porém, o povo não é soberano. O povo é antes, escravizado, vítima de constantes humilhações e maus-tratos, porque na verdade, nem todos temos os mesmos direitos, aliás, uns só têm direitos, a grande maioria só tem deveres, deve a água, deve a luz, deve a casa, deve isto e mais aquilo e tudo o que se lembrem de inventar para que os outros, os que só tem direitos continuem a engordar.
Nesta democracia, os verdadeiros pobres, não mandam nada, sendo objectivo declarado dos vários governos reduzir-nos a todos ao rendimento mínimo e à condição de pobres, nem o número, nos salva, porque como classe somos a mais medíocre e miseravelmente embrutecida além de absolutamente sem coesão.
Que nos resta, então? Acreditar nesta democraciazita que nos dizem existir, onde uns podem tudo e outros não podem nada, onde vivemos no medo sem termos como reagir, sitiados por, taxas, coimas, licenças, impostos e mais alcavalas, que servem apenas para engordar a escumalha prevaricadora, que se passeia em grandes carros, cheia de ostentação, a quem tudo é oferecido de mão beijada. É isto a tal democracia. Então bardamerda o 25 Abril! Abaixo a Democracia!
Há duzentos e vinte e um anos em 5 de Maio de 1789, em França, cansados dos privilégios de uns poucos e da usura despótica imposta à maioria, o povo pegou em armas e cortou o mal pela raiz. Precisaremos da mesma ocorrência, transcorridos todos estes anos? Não sei sinceramente responder! Sei que vivo numa mentira, este não é um estado de Direito, este não é um país democrático. Vivemos antes sob diversas ditaduras, que concorrem para a anarquia em que quase tudo soçobra.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, março 22, 2010
No Reino do Faz-de-conta que faz!
E novas de Portugal? – Pediu El’Rei. Que não há disse o arauto, escudando-se atrás do antigo pergaminho que declarava isento de culpas o portador das mensagens, ainda que fossem as mesmas de muito mau tragar. Como não há, redarguiu o Rei, cansado, como era possível não haver novas do reino do faz de conta.
- Bem Majestade – disse o arauto, a medo – o relato que trago diz assim!
Os governos desgovernam!
Os Juízes, julgam pouco, mal e a desoras!
Os médicos, medicam que se fartam!
Os trabalhadores mandriam!
Os polícias, é saber onde andam!
Os professores, ensinam?
Os alunos pouco aprendem!
- E continua o relato desta guisa:
Por outro lado,
Os ladrões roubam.
Os vigaristas vigarizam.
Os assassinos matam.
Os bandalhos são livres.
Os bandoleiros estão activos.
Os caloteiros não pagam.
- E o povo – pergunta El-Rei – já enfadado.
- Esse – diz o arauto – sei-o bem, o povo, vegeta, num “dolce fare niente” de opiáceos, entorpecido, por futebolices, beatices e crendices, viaja embarcado na nau Catrineta no longo rio do Deiaxa-andar! As velas rotas, o casco com buracos, a mezena deitada abaixo e o gurupés sem cordame, o timão solto, sem governança, mas placidamente embalados, oram às santinhas milagreiras, gastam os soldos nas velinhas e nos bazares da moda e sem mais aquele fazem de conta que estão a fazer sem nada feito!
- Estranho reino – desse El-Rei – estranha gente, serão destituídos de tutano, não tem espinha nem espinhela que os sustenha, vivem assim vergados, sem nada fazer!
- É mercê de estranhar, vossa majestade, que se afogam em álcoois e fumos mágicos, por isso vivem nessa dolência dos pobres de espírito, dando apenas valor a biscates e meios patacos.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
- Bem Majestade – disse o arauto, a medo – o relato que trago diz assim!
Os governos desgovernam!
Os Juízes, julgam pouco, mal e a desoras!
Os médicos, medicam que se fartam!
Os trabalhadores mandriam!
Os polícias, é saber onde andam!
Os professores, ensinam?
Os alunos pouco aprendem!
- E continua o relato desta guisa:
Por outro lado,
Os ladrões roubam.
Os vigaristas vigarizam.
Os assassinos matam.
Os bandalhos são livres.
Os bandoleiros estão activos.
Os caloteiros não pagam.
- E o povo – pergunta El-Rei – já enfadado.
- Esse – diz o arauto – sei-o bem, o povo, vegeta, num “dolce fare niente” de opiáceos, entorpecido, por futebolices, beatices e crendices, viaja embarcado na nau Catrineta no longo rio do Deiaxa-andar! As velas rotas, o casco com buracos, a mezena deitada abaixo e o gurupés sem cordame, o timão solto, sem governança, mas placidamente embalados, oram às santinhas milagreiras, gastam os soldos nas velinhas e nos bazares da moda e sem mais aquele fazem de conta que estão a fazer sem nada feito!
- Estranho reino – desse El-Rei – estranha gente, serão destituídos de tutano, não tem espinha nem espinhela que os sustenha, vivem assim vergados, sem nada fazer!
- É mercê de estranhar, vossa majestade, que se afogam em álcoois e fumos mágicos, por isso vivem nessa dolência dos pobres de espírito, dando apenas valor a biscates e meios patacos.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, março 18, 2010
O Bullying ao inverso!
O professor dos dias de hoje é cada vez mais vítima dos alunos que supostamente deveriam ser os seus melhores amigos, pois essa pessoa disponibiliza horas incontáveis da sua vida a aprender para poder ensinar, os alunos deveriam sentir-se gratos, por receberem essa grande dádiva que é o saber. Utopicamente esta seria uma realidade ideal. Infelizmente com a Corja de imbecis madraços, que hoje frequentam as escolas como alunos, o resultado é o inverso, prova que uma sociedade que não cultiva o conhecimento e que nisso não tem orgulho, é uma sociedade que caminha para o abismo, a quota-parte de burrice não é apenas dos alunos, ele há por aí professores que Deus nos livre, dos auxiliares é melhor nem falar,é dessa grande orgia de cavalidade e burrice crónica, endémica e promovida, que nasce o actual estado de disparate.
Para qualquer bandalheco adolescente a professora e ou o professor, são os seus piores inimigos, são encarados como ameaças à sua liberdade criativa, figuras tenebrosas de um ordálio sem fim que é estudar meia dúzia de porcarias, para tentar ser alguém digno de se poder chamar ser humano, ao invés dos grunhos canhestros e cavernícolas de barrete ao lado e calças a cair pelo traseiro que temos agora. Produtos da modernidade dirão muitos, temos de ter compreensão, temos de saber acompanhar a modernidade.
Os pais, supremo modelo dos fedelhos irritantes, encaram também os professores como inimigos, aqui com uma dupla carga negativa, em primeiro o ódio que tem à classe, ódio esse empolado até ao tutano, por essa classe de indigentes intelectuais que nos serve de governantes, segundo pela mais mesquinha inveja, pelo puro materialismo.
O professor tem estatuto de rico, de pouco fazer, de ter muitos dias de férias e de ser um inútil muito bem pago no dizer de alguma inutilidade televisiva que por aí possa andar.
O pobre professor de música, pessoa já com problemas que ninguém queria ouvir, pôs termo à vida. Acho piada aos papás e aos seus argumentos, como por exemplo, são uma turma de bons alunos, o que não invalida que sejam agressores neste tipo de bullying. Não podemos assacar aos alunos este tipo de culpa! Na totalidade não, devemos responsabiliza-los pela sua quota-parte de culpa, devemos ajuda-los a serem pessoas melhores a não olhar a diferença e os problemas de forma leviana e trocista, devemos em suma educa-los, esse é o papel dos pais, desses mesmo que se demitem dessa função. Citando um excerto do livro “Bullying Guerra na Escola” da Pedagoga argentina Nora Ethel Rodríguez – Se há problemas de disciplina, isto deve-se à perda de autoridade do professor.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Para qualquer bandalheco adolescente a professora e ou o professor, são os seus piores inimigos, são encarados como ameaças à sua liberdade criativa, figuras tenebrosas de um ordálio sem fim que é estudar meia dúzia de porcarias, para tentar ser alguém digno de se poder chamar ser humano, ao invés dos grunhos canhestros e cavernícolas de barrete ao lado e calças a cair pelo traseiro que temos agora. Produtos da modernidade dirão muitos, temos de ter compreensão, temos de saber acompanhar a modernidade.
Os pais, supremo modelo dos fedelhos irritantes, encaram também os professores como inimigos, aqui com uma dupla carga negativa, em primeiro o ódio que tem à classe, ódio esse empolado até ao tutano, por essa classe de indigentes intelectuais que nos serve de governantes, segundo pela mais mesquinha inveja, pelo puro materialismo.
O professor tem estatuto de rico, de pouco fazer, de ter muitos dias de férias e de ser um inútil muito bem pago no dizer de alguma inutilidade televisiva que por aí possa andar.
O pobre professor de música, pessoa já com problemas que ninguém queria ouvir, pôs termo à vida. Acho piada aos papás e aos seus argumentos, como por exemplo, são uma turma de bons alunos, o que não invalida que sejam agressores neste tipo de bullying. Não podemos assacar aos alunos este tipo de culpa! Na totalidade não, devemos responsabiliza-los pela sua quota-parte de culpa, devemos ajuda-los a serem pessoas melhores a não olhar a diferença e os problemas de forma leviana e trocista, devemos em suma educa-los, esse é o papel dos pais, desses mesmo que se demitem dessa função. Citando um excerto do livro “Bullying Guerra na Escola” da Pedagoga argentina Nora Ethel Rodríguez – Se há problemas de disciplina, isto deve-se à perda de autoridade do professor.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, março 17, 2010
José Trocas-te
Não resisti, sei que é uma parolice, mas a gaffe do apresentador não podia ser mais a propósito.
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, março 16, 2010
Auschwitz - Porque é bom ter memória!
Numa época em que memória é coisa que muitos parecem não possuir, deixo-vos com dois livros interessantes, que ajudam a não esquecer o Holocausto. O primeiro é um livro infantil, chama-se "A História de Erika" é editado em Portugal pela editora Kalandraka.
É uma história soberba. Um grande exemplo do amor de uma mãe. Porque importa não esquecer. A sua autora é americana, Ruth Vander Zee de seu nome, o ilustrador, é italiano de seu nome Roberto Innocenti.

A outra proposta é um livro de Banda Desenhada, o tema é o mesmo, o autor é o francês Pascal Croci.Editado em Portugal pela Witloof, que já cessou a actividade. Em excelentes pranchas, vai desfilando o universo estilizado do sofrimento de pessoas, encandeando um horror notro mais moderno, porque o ser humano é capaz das maiores atrocidades em nome de coisas imbecis, como seja a raça, a religião e ou a política.

Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
É uma história soberba. Um grande exemplo do amor de uma mãe. Porque importa não esquecer. A sua autora é americana, Ruth Vander Zee de seu nome, o ilustrador, é italiano de seu nome Roberto Innocenti.

A outra proposta é um livro de Banda Desenhada, o tema é o mesmo, o autor é o francês Pascal Croci.Editado em Portugal pela Witloof, que já cessou a actividade. Em excelentes pranchas, vai desfilando o universo estilizado do sofrimento de pessoas, encandeando um horror notro mais moderno, porque o ser humano é capaz das maiores atrocidades em nome de coisas imbecis, como seja a raça, a religião e ou a política.

Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, março 15, 2010
A Torre das Navalhas
A grande saga do PSD, continua! O realizador da saga “O Senhor dos Anéis”, declarou recentemente que irá realizar uma nova saga em três partes sobre o PSD, os títulos já estão escolhidos, O Senhor das Navalhas, A Torre das Navalhas e o Regresso do Bolo-rei, em entrevista exclusiva a este blogue o autor desvendou um pouco do guião que utilizará para desenvolver os filmes, em primeira-mão ficaremos a conhecer a trama.
A acção situa-se num país fantástico, a Terra de Mérdia povoado de bairros sociais e etnias selvagens, acompanharemos a luta de três companheiros, Aguiar o Branco, Passos o Coelho e Rangel o Metaleiro, os três lutam uns contra os outros para se apoderarem da Torre das Navalhas, onde estão depositadas as navalhas de ouro com que os diversos membros daquele partido navalham as costas uns dos outros em lutas intestinas para acederem à liderança do partido.
Aparecem vários vilões e vários co-adjuvantes que ajudam os heróis a ultrapassar, a pisar e a ridicularizar tudo e todos para acederem ao poleiro. Na categoria dos que ajudam a atrapalhar, encontramos o velho rei, Cavaco o Migalhas, também conhecido por Aníbal Tabu, por causa do perfume que usa, encontramos também o usurpador Sócrates o Pinto, que arrebanhou a governação da Terra Mérdia, a sua governação é tão boa que ele é seguramente um dos melhores argumentos para que um dos três heróis ganhe o trono.
Na categoria dos que atrapalham só de ajudar, encontramos Santana o Menino Guerreiro, o pai da Lei da Rolha, afinal descobre-se que a asfixia democrática que a Fada Manuela, tanto clamava, está dentro do próprio partido, que cada vez mais obscurece as meninges da malta com atitudes fascizóides, disparatadas e completamente fora da realidade, triste é ver a exaltação como os títeres do dito partidelho comemoraram a coisa, mais triste ainda é existir gente que ainda dê ouvidos ao Menino Guerreiro, um verdadeiro mistério que põe à prova a capacidade intelectual de qualquer pessoa dita normal.
Temos assim uma excelente saga, onde a trama da acção passa por andarem todos a tramarem-se uns aos outros, junte-se também a participação de heróis vilões como Marques O Ganda Nóia, Marcelo o Sabão e Meneses o Pedagogo, ficamos com um dos mais completos e ilustrados quadros do miserabilismo político dos últimos duzentos anos, representado num filme cheio de efeitos especiais e paisagens fantásticas, o realizador confidenciou-nos que foi difícil fazer a escolha dos locais para as rodar as cenas em cenários reais, já que Portugal, país em que decorrem as filmagens, tem centenas de excelentes locais, rios e ribeiros cheios de lixo, parques naturais com cimenteiras e construção pelo meio, barragens e açudes a trouxe mouche, lixeiras por todo o lado infestando as pobres florestas que ainda não arderam, grandes praias sem areia.
Arrentela, Cova da Moura, Massamá, Bobadela e outros exemplos de excelente ordenamento territorial, vão ser usados como cenários naturais para rodar as cenas, diz o realizador que rodar no próprio local em que alguns dos protagonistas são os efectivos responsáveis pelo estado miserável da paisagem emprestará ao filme uma visão fantástica da transcendência do ser sobre a matéria, aguardemos então para ver o produto final desta saga que estreará em Portugal lá para Dezembro.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
A acção situa-se num país fantástico, a Terra de Mérdia povoado de bairros sociais e etnias selvagens, acompanharemos a luta de três companheiros, Aguiar o Branco, Passos o Coelho e Rangel o Metaleiro, os três lutam uns contra os outros para se apoderarem da Torre das Navalhas, onde estão depositadas as navalhas de ouro com que os diversos membros daquele partido navalham as costas uns dos outros em lutas intestinas para acederem à liderança do partido.
Aparecem vários vilões e vários co-adjuvantes que ajudam os heróis a ultrapassar, a pisar e a ridicularizar tudo e todos para acederem ao poleiro. Na categoria dos que ajudam a atrapalhar, encontramos o velho rei, Cavaco o Migalhas, também conhecido por Aníbal Tabu, por causa do perfume que usa, encontramos também o usurpador Sócrates o Pinto, que arrebanhou a governação da Terra Mérdia, a sua governação é tão boa que ele é seguramente um dos melhores argumentos para que um dos três heróis ganhe o trono.
Na categoria dos que atrapalham só de ajudar, encontramos Santana o Menino Guerreiro, o pai da Lei da Rolha, afinal descobre-se que a asfixia democrática que a Fada Manuela, tanto clamava, está dentro do próprio partido, que cada vez mais obscurece as meninges da malta com atitudes fascizóides, disparatadas e completamente fora da realidade, triste é ver a exaltação como os títeres do dito partidelho comemoraram a coisa, mais triste ainda é existir gente que ainda dê ouvidos ao Menino Guerreiro, um verdadeiro mistério que põe à prova a capacidade intelectual de qualquer pessoa dita normal.
Temos assim uma excelente saga, onde a trama da acção passa por andarem todos a tramarem-se uns aos outros, junte-se também a participação de heróis vilões como Marques O Ganda Nóia, Marcelo o Sabão e Meneses o Pedagogo, ficamos com um dos mais completos e ilustrados quadros do miserabilismo político dos últimos duzentos anos, representado num filme cheio de efeitos especiais e paisagens fantásticas, o realizador confidenciou-nos que foi difícil fazer a escolha dos locais para as rodar as cenas em cenários reais, já que Portugal, país em que decorrem as filmagens, tem centenas de excelentes locais, rios e ribeiros cheios de lixo, parques naturais com cimenteiras e construção pelo meio, barragens e açudes a trouxe mouche, lixeiras por todo o lado infestando as pobres florestas que ainda não arderam, grandes praias sem areia.
Arrentela, Cova da Moura, Massamá, Bobadela e outros exemplos de excelente ordenamento territorial, vão ser usados como cenários naturais para rodar as cenas, diz o realizador que rodar no próprio local em que alguns dos protagonistas são os efectivos responsáveis pelo estado miserável da paisagem emprestará ao filme uma visão fantástica da transcendência do ser sobre a matéria, aguardemos então para ver o produto final desta saga que estreará em Portugal lá para Dezembro.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, março 12, 2010
Uma Procuradora à procura!
Maria José Morgado foi ouvida naquela coisa parlamentar sobre corrupção, desancar naqueles que todos sabemos serem os maiores culpados do estado miserável deste país, os deputados claro está, mas a meio das declarações, já um deputado armado em prima donna, ofendido com a verdade, pedia um ponto de ordem à mesa, solicitando à Procuradora-geral adjunta, que fosse menos incisiva e contundente nas declarações.
Do pouco que vi, a presença de MJM, foi um fartote de rir, primeiro porque a capacidade intelectual da senhora Procuradora, deixa de queixo à banda se não todos a grande maioria dos deputados daquela infeliz comissão, não estou como é obvio a dizer que os senhores deputados da comissão parlamentar sobre o fenómeno da corrupção sofram de problemas de coeficiente de intelecto, longe de mim proferir tal barbaridade, apenas quero dizer que estão a milhas da proficiência intelectual de MJM, o que tornará complexa a total e real apreensão e assimilação de tudo o que a senhora Procuradora declarou.
Continuei a encher o papinho a rir, com os ares de indignação, surpresa, estupefacção e quiçá inveja, de alguns dos deputados, ares esses que acabam por fundamentar, e bem, uma das principais afirmações de MJM, ao dizer que a culpa deste estado de coisa é do legislador, outra quem é o legislador? Pois, acertaram! Os senhores deputados, são efectivamente a encarnação física dessa figura etérea a que se chama Legislador, o tenebroso culpado oculto, fonte de todos os disparates legais deste país e da teia de burrocracia imbecil, afinal não é nenhum pobre diabo enfiado num gabinete escuso, afinal o legislador é aquela massa crítica de inépcia e pouco arrojo intelectual que enche o parlamento.
Quase morri a rir quando, a senhora procuradora disse que a corrupção em Portugal está fora de controlo! Nisto a imagem mostra o ar espantado de três ou quatro deputados. Estão espantados com o quê? Não sabiam? Vivem em que país? Ah, pois, não podemos esquecer que os senhores deputados parecem viver num mundo próprio, o país deles raramente parece ser coincidente com o nosso. O que parece querer sem dúvida significar, que não servem para o lugar que ocupam, é a mesma coisa que colocar um aguadeiro a dirigir uma filarmónica, esse é o grande drama desta nação, andam há anos a fio os aguadeiros a dirigir a filarmónica, daí que a música que tocam seja desafinada a destempo e sempre a meter água.
Quase a recuperar do tremendo golpe de gargalhadas anterior, eis que um senhor deputado da situação, ilustre representante de uma região autónoma se chateia com a verdade inquestionável proferida por MJM, e numa atitude de dama antiga ofendida, faz um ponto de ordem à mesa, para que o senhor presidente da comissão, refreie o ímpeto e ânimo incisivo da Procuradora. A senhora MJM, apenas disse por duas ou três ocasiões a frase e cito “Se os senhores deputados estão satisfeitos com isso, não é problema meu!” Em alusão ao triste estado em que se encontra este pseudo país.
A frase é tão verdade, que o senhor deputado se sentiu ofendido, porque em Portugal a verdade ofende. Os portugueses parecem não gostar da verdade, fogem dela, inventaram até um dito interessante que diz que há verdades que é melhor não serem ditas, por isso percebo perfeitamente a atitude do senhor deputado, até porque a verdade em Portugal parece ofender sempre quem a atropela, até porque se verdadeiramente houvesse da parte dos deputados alguma intenção em dar combate à corrupção, aquela comissão era perfeitamente desnecessária.
Por fim, fui às lágrimas de tanto rir quando aquele bonacheirão galhofeiro do Vera Jardim, afirmou, perante a comissão, que afiançava à senhora Procuradora, que eles os deputados daquela comissão, por aquilo que ele tinha visto, iriam fazer de tudo para mudar as coisas e dar ao combate à corrupção os meios e os instrumentos que MJM, afirmou faltarem. Confesso que com esta quase verti águas de tanto rir!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Do pouco que vi, a presença de MJM, foi um fartote de rir, primeiro porque a capacidade intelectual da senhora Procuradora, deixa de queixo à banda se não todos a grande maioria dos deputados daquela infeliz comissão, não estou como é obvio a dizer que os senhores deputados da comissão parlamentar sobre o fenómeno da corrupção sofram de problemas de coeficiente de intelecto, longe de mim proferir tal barbaridade, apenas quero dizer que estão a milhas da proficiência intelectual de MJM, o que tornará complexa a total e real apreensão e assimilação de tudo o que a senhora Procuradora declarou.
Continuei a encher o papinho a rir, com os ares de indignação, surpresa, estupefacção e quiçá inveja, de alguns dos deputados, ares esses que acabam por fundamentar, e bem, uma das principais afirmações de MJM, ao dizer que a culpa deste estado de coisa é do legislador, outra quem é o legislador? Pois, acertaram! Os senhores deputados, são efectivamente a encarnação física dessa figura etérea a que se chama Legislador, o tenebroso culpado oculto, fonte de todos os disparates legais deste país e da teia de burrocracia imbecil, afinal não é nenhum pobre diabo enfiado num gabinete escuso, afinal o legislador é aquela massa crítica de inépcia e pouco arrojo intelectual que enche o parlamento.
Quase morri a rir quando, a senhora procuradora disse que a corrupção em Portugal está fora de controlo! Nisto a imagem mostra o ar espantado de três ou quatro deputados. Estão espantados com o quê? Não sabiam? Vivem em que país? Ah, pois, não podemos esquecer que os senhores deputados parecem viver num mundo próprio, o país deles raramente parece ser coincidente com o nosso. O que parece querer sem dúvida significar, que não servem para o lugar que ocupam, é a mesma coisa que colocar um aguadeiro a dirigir uma filarmónica, esse é o grande drama desta nação, andam há anos a fio os aguadeiros a dirigir a filarmónica, daí que a música que tocam seja desafinada a destempo e sempre a meter água.
Quase a recuperar do tremendo golpe de gargalhadas anterior, eis que um senhor deputado da situação, ilustre representante de uma região autónoma se chateia com a verdade inquestionável proferida por MJM, e numa atitude de dama antiga ofendida, faz um ponto de ordem à mesa, para que o senhor presidente da comissão, refreie o ímpeto e ânimo incisivo da Procuradora. A senhora MJM, apenas disse por duas ou três ocasiões a frase e cito “Se os senhores deputados estão satisfeitos com isso, não é problema meu!” Em alusão ao triste estado em que se encontra este pseudo país.
A frase é tão verdade, que o senhor deputado se sentiu ofendido, porque em Portugal a verdade ofende. Os portugueses parecem não gostar da verdade, fogem dela, inventaram até um dito interessante que diz que há verdades que é melhor não serem ditas, por isso percebo perfeitamente a atitude do senhor deputado, até porque a verdade em Portugal parece ofender sempre quem a atropela, até porque se verdadeiramente houvesse da parte dos deputados alguma intenção em dar combate à corrupção, aquela comissão era perfeitamente desnecessária.
Por fim, fui às lágrimas de tanto rir quando aquele bonacheirão galhofeiro do Vera Jardim, afirmou, perante a comissão, que afiançava à senhora Procuradora, que eles os deputados daquela comissão, por aquilo que ele tinha visto, iriam fazer de tudo para mudar as coisas e dar ao combate à corrupção os meios e os instrumentos que MJM, afirmou faltarem. Confesso que com esta quase verti águas de tanto rir!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, março 11, 2010
11 de Março de 1975
Estamos no dia 11 de Março de 1975. Aviões da FAP, sobrevoam Lisboa. O PCP, forçara a mão do General Spínola, e dos sectores da extrema-direita intimamente solidários com o General, que intenta nesse dia de Março de 1975, um golpe de estado que iria inverter o rumo da situação a favor da direita e em detrimento do PCP, que já percebera que o seu peso eleitoral, não chegaria para lhe assegurar uma posição dominante, nas eleições próximas que seriam em Abril desse mesmo, posição essa que seria essencial para catapultar os secretos desígnios do PCP, para transformar Portugal num estado socialista avançado, uma espécie de Cuba da Europa.
Vasco Gonçalves, era então primeiro-ministro do III governo provisório, esse governo, utilizando uma expressão habitual, era um grande saco de gatos, com tendências, dissidências e divergências. Do outro lado da barricada um outro duro, Otelo Saraiva de Carvalho, coloca o COPCON em acção.
Os paraquedistas numa manobra orquestrada por Spínola, que garantira o apoio da sua Base de Tancos como da Base Aérea 3 também em Tancos, assaltam o aeroporto de Lisboa e o RAL 1 – Regimento de Artilharia Ligeira 1. O MFA, apela à mobilização popular, Otelo desdobra-se em contra ofensivas, pela noite de 11 de Março o golpe estava dominado. Tinham existido pilhagens de sedes de partidos de direita, alguns oficiais revoltosos presos, de imediato foram libertados, Spínola estava em Espanha, o prelúdio do Verão Quente de 1975 estava aí, a situação só voltaria aos eixos com Eanes e Jaime Neves e o 25 de Novembro de 1975.
Há quem diga que o poder económico, os mesmos que hoje mandam, tentou usar os militares para tomar o poder, há quem desminta, há quem afirme que era a extrema-direita que queria uma contra revolução, para voltar a colocar Portugal sobre a mordaça do fascismo, há quem diga que o PCP sabia do golpe e que o deixou concretizar para capitalizar o seu resultado nas eleições de Abril, facto que também não consegui, daí para a frente e até ao 25 de Novembro o PCP, vai perdendo as ilusões.
Neste dia houve agitação em Washington, o CV 60 USS Saratoga, é enviado para Portugal fundeando no Tejo, a cobertura legal era dada pela operação NATO Locked Gate-75, ao mesmo tempo a base aérea espanhola de Torrejon entra em prevenção, estado que só abandona por volta de 1980, esta base era operada pela força aérea americana e pertencia ao SAC – Strategic Air Command. Franck Carlucci e Henry Kissinger, lançam alertas sobre o perigo vermelho, a CIA, em especial o seu escritório de Lisboa, está em delírio. Com consciência ou não do perigo de intervenção estrangeira, a esquerda portuguesa, debela o golpe sem forçar demasiado e sem cair na tentação de reagir com um contra-golpe que tomasse o poder e instituísse uma república de cariz soviético.
Há 34 anos, sectores da direita e da extrema-direita reaccionária, intentaram um golpe, mas perderam! Mantiveram-se activos posteriormente, queimando sedes dos partidos de esquerda, perpetrando alguns assassinatos, que ficaram impunes, mercê da muito mais mediática actividade das FP-25.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Vasco Gonçalves, era então primeiro-ministro do III governo provisório, esse governo, utilizando uma expressão habitual, era um grande saco de gatos, com tendências, dissidências e divergências. Do outro lado da barricada um outro duro, Otelo Saraiva de Carvalho, coloca o COPCON em acção.
Os paraquedistas numa manobra orquestrada por Spínola, que garantira o apoio da sua Base de Tancos como da Base Aérea 3 também em Tancos, assaltam o aeroporto de Lisboa e o RAL 1 – Regimento de Artilharia Ligeira 1. O MFA, apela à mobilização popular, Otelo desdobra-se em contra ofensivas, pela noite de 11 de Março o golpe estava dominado. Tinham existido pilhagens de sedes de partidos de direita, alguns oficiais revoltosos presos, de imediato foram libertados, Spínola estava em Espanha, o prelúdio do Verão Quente de 1975 estava aí, a situação só voltaria aos eixos com Eanes e Jaime Neves e o 25 de Novembro de 1975.
Há quem diga que o poder económico, os mesmos que hoje mandam, tentou usar os militares para tomar o poder, há quem desminta, há quem afirme que era a extrema-direita que queria uma contra revolução, para voltar a colocar Portugal sobre a mordaça do fascismo, há quem diga que o PCP sabia do golpe e que o deixou concretizar para capitalizar o seu resultado nas eleições de Abril, facto que também não consegui, daí para a frente e até ao 25 de Novembro o PCP, vai perdendo as ilusões.
Neste dia houve agitação em Washington, o CV 60 USS Saratoga, é enviado para Portugal fundeando no Tejo, a cobertura legal era dada pela operação NATO Locked Gate-75, ao mesmo tempo a base aérea espanhola de Torrejon entra em prevenção, estado que só abandona por volta de 1980, esta base era operada pela força aérea americana e pertencia ao SAC – Strategic Air Command. Franck Carlucci e Henry Kissinger, lançam alertas sobre o perigo vermelho, a CIA, em especial o seu escritório de Lisboa, está em delírio. Com consciência ou não do perigo de intervenção estrangeira, a esquerda portuguesa, debela o golpe sem forçar demasiado e sem cair na tentação de reagir com um contra-golpe que tomasse o poder e instituísse uma república de cariz soviético.
Há 34 anos, sectores da direita e da extrema-direita reaccionária, intentaram um golpe, mas perderam! Mantiveram-se activos posteriormente, queimando sedes dos partidos de esquerda, perpetrando alguns assassinatos, que ficaram impunes, mercê da muito mais mediática actividade das FP-25.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, março 10, 2010
PEC
O Governo apresentou, com a maior das satisfações o Programa de Estabilidade e Crescimento vulgarmente conhecido por PEC ou Plano de Esburgamento Colectivo, pois é disso que se fala, de um grande plano para esburgar, aos mesmos do costume, o dinheiro necessário para continuar a alimentar a Corja de escumalha que viva à conta do orçamento.
Para não variar este governo, vai continuar a massacrar os pobres diabos que já alimentam a Corja. Para não variar os mesmos de sempre vão alimentar o enorme leque de energúmenos incapazes que ocupa os bairros sociais e os condomínios fechados, a elite do estrume e a creme de la merde, é para isso que servimos, nós os cretinos que trabalhamos cada vez mais por cada vez menos, a quem nos pedem ajudas para tudo e mais alguma coisa desde o Haiti até à Associação de Calceteiros Marítimos da Moita do Ribatejo, vocês não sei mas eu estou fartinho até ao tutano desta trampa toda.
Objectivamente este PEC, é mais uma mistificação, uma farsa, que deixa de fora os reais cortes necessários e avoluma o fardo a quem ainda tem trabalho. Um PEC, objectivo aumentaria os escalões do IRS a partir dos 50 mil Euros Anuais, um PEC, objectivo taxaria transacções bancárias, grandes fortunas e o sector bancário em geral que paga tuta-e-meia pelos milhões que embolsa.
Por outro lado um governo verdadeiramente preocupado com a economia proporia uma séria revisão constitucional para mudar este modelo despesista, estafado e anacrónico de governo, um governo preocupado, acabaria com as vergonhosas reformas de muitas figuras responsáveis por este actual regabofe, um governo preocupado poria fim a assessorias, estudos, secretarias e motoristas, um governo preocupado seria criterioso nas compras que faz não esbanjando o dinheiro dos contribuintes em inutilidades como podemos ver aqui, um governo preocupado trataria de orçamentar as obras públicas deforma a evitar derrapagens financeiras processando criminalmente os responsáveis por elas, claro que tudo isto pouparia milhões se estes governos fossem governos de gente competente.
Um governo preocupado, trataria os bons cidadãos deste país com consideração, zelando de facto pela sua felicidade e estabilidade. Como o que temos tido são governos de merda, o estado actual é o que se sabe e este PEC, só vem auxiliar o já miserável estado das coisas, e bem podem os economistas, analistas e por aí afora clamarem a favor ou contra, verdade verdadinha é que estamos cada vez mais na merda, atolados nela até às orelhas, isto é, estamos, os cretinos que trabalham e pagam impostos, porque a escumalha subsídio dependente e os politiqueiros e seus apaniguados continuam como dantes a folgar de barriga cheia.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Para não variar este governo, vai continuar a massacrar os pobres diabos que já alimentam a Corja. Para não variar os mesmos de sempre vão alimentar o enorme leque de energúmenos incapazes que ocupa os bairros sociais e os condomínios fechados, a elite do estrume e a creme de la merde, é para isso que servimos, nós os cretinos que trabalhamos cada vez mais por cada vez menos, a quem nos pedem ajudas para tudo e mais alguma coisa desde o Haiti até à Associação de Calceteiros Marítimos da Moita do Ribatejo, vocês não sei mas eu estou fartinho até ao tutano desta trampa toda.
Objectivamente este PEC, é mais uma mistificação, uma farsa, que deixa de fora os reais cortes necessários e avoluma o fardo a quem ainda tem trabalho. Um PEC, objectivo aumentaria os escalões do IRS a partir dos 50 mil Euros Anuais, um PEC, objectivo taxaria transacções bancárias, grandes fortunas e o sector bancário em geral que paga tuta-e-meia pelos milhões que embolsa.
Por outro lado um governo verdadeiramente preocupado com a economia proporia uma séria revisão constitucional para mudar este modelo despesista, estafado e anacrónico de governo, um governo preocupado, acabaria com as vergonhosas reformas de muitas figuras responsáveis por este actual regabofe, um governo preocupado poria fim a assessorias, estudos, secretarias e motoristas, um governo preocupado seria criterioso nas compras que faz não esbanjando o dinheiro dos contribuintes em inutilidades como podemos ver aqui, um governo preocupado trataria de orçamentar as obras públicas deforma a evitar derrapagens financeiras processando criminalmente os responsáveis por elas, claro que tudo isto pouparia milhões se estes governos fossem governos de gente competente.
Um governo preocupado, trataria os bons cidadãos deste país com consideração, zelando de facto pela sua felicidade e estabilidade. Como o que temos tido são governos de merda, o estado actual é o que se sabe e este PEC, só vem auxiliar o já miserável estado das coisas, e bem podem os economistas, analistas e por aí afora clamarem a favor ou contra, verdade verdadinha é que estamos cada vez mais na merda, atolados nela até às orelhas, isto é, estamos, os cretinos que trabalham e pagam impostos, porque a escumalha subsídio dependente e os politiqueiros e seus apaniguados continuam como dantes a folgar de barriga cheia.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, março 09, 2010
Ainda o Bullying!
O programa Sinais de Fogo de MST, ontem versou em parte sobre a infeliz ocorrência em Mirandela. MST, convidou a Pedopsiquiatra Ana Vasconcelos para falar sobre bullying. Podem ver a entrevista aqui.
Confesso que gostei do discurso coerente de Ana Vasconcelos, apesar de não ter aprofundado o tema, foi relativamente certeira em dissecar o tema. Algumas das suas opiniões são utópicas e revelam concordância com algumas das ditas modernas correntes educativas, que deram neste estado actual de miserabilismo educativo. A tentativa de fazer passar um modelo idílico em que a Lei dita a ordem, é utópico, até porque como a própria declarou, existem uma série de complexas relações sociais e implicações culturais que mesclam e maculam a idealização de uma sociedade assente sobre pilares de Justiça, convenhamos que por cá isso é pura utopia, sabendo nós de antemão que a Justiça em Portugal é uma casa em ruínas.
Ao contrário de Ana Vasconcelos, acredito que o caminho seja o da criminalização e do levantamento da inimputabilidade destes actos de selvajaria, ao menosprezar estes actos, estaremos a concorrer para a produção de futuros rufiões adultos, convém também que se diga que o bullying também faz parte do universo dos adultos. Os métodos para criminalizar e punir estes actos, terão de passar claro está por apoios psiquiátricos e psicológicos em gabinetes estruturados que deveriam há muito funcionar nas escolas, claro que isto também é utópico, tendo em conta a vergonhosa realidade deste país de terceiro mundo, em que vivemos.
A pacificação das escolas jamais ocorrerá sem a pacificação da sociedade, sem que as crianças entendam que o mundo de impunidade em que vivem, tem limites, é inquestionável que vivemos numa sociedade onde a impunidade campeia, e se falarmos então das classes dirigentes, esses parecem completamente acima da Lei, facto que as crianças intuem perfeitamente ao contrário do que se possa pensar. Sem uma sociedade assente em verdadeiros princípios de Justiça, de Ordem e respeito mútuo pela Lei, com sanções efectivas e convenientes sobre os prevaricadores, jamais teremos escolas pacíficas.
Achei piada à tentativa de MST, de mais uma vez crucificar os professores, quando pergunta a Ana Vasconcelos, se estes não deveriam estar atentos a “certos sinais” para identificar os agressores. MST, tem uma qualquer malapata com os professores, um fetiche, um ressabiamento ou outra qualquer questão mal resolvida. Respondeu em conformidade a pedopsiquiatra, declarando que é difícil identificar esses sinais, para além de ser difícil, convirá dizer que os professores, não são psicólogos nem psiquiatras, se bem que, as mais das vezes também o tenham de ser. Também não concordo muito com o espartilhar do Bullying, de acordo com uma faixa etária, que segundo Ana Vasconcelos citando estudos elaborados em Itália situa, a partir dos 10 anos. Conheço alguns casos, apesar de poucos, em que determinadas situações, na Pré-primária, podem ser indícios de futuras situações de bullying, mas quem sou eu, para questionar!
Em suma, agradou-me a entrevista de Ana Vasconcelos, sem rodeios, descomplicada, falou acerca do tema, assertivamente e com dados concretos, falou simples num discurso perfeitamente perceptível. Esperemos todos que de uma vez por todas esta temática entre na cabeça dos governantes, mas a julgar pelas declarações da senhora ministra desta espécie de Educação, que temos por cá, creio bem que tudo isto vá cair em saco roto, pelo menos até à próxima vez que acontecer outro drama, esperemos que menos funesto!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Confesso que gostei do discurso coerente de Ana Vasconcelos, apesar de não ter aprofundado o tema, foi relativamente certeira em dissecar o tema. Algumas das suas opiniões são utópicas e revelam concordância com algumas das ditas modernas correntes educativas, que deram neste estado actual de miserabilismo educativo. A tentativa de fazer passar um modelo idílico em que a Lei dita a ordem, é utópico, até porque como a própria declarou, existem uma série de complexas relações sociais e implicações culturais que mesclam e maculam a idealização de uma sociedade assente sobre pilares de Justiça, convenhamos que por cá isso é pura utopia, sabendo nós de antemão que a Justiça em Portugal é uma casa em ruínas.
Ao contrário de Ana Vasconcelos, acredito que o caminho seja o da criminalização e do levantamento da inimputabilidade destes actos de selvajaria, ao menosprezar estes actos, estaremos a concorrer para a produção de futuros rufiões adultos, convém também que se diga que o bullying também faz parte do universo dos adultos. Os métodos para criminalizar e punir estes actos, terão de passar claro está por apoios psiquiátricos e psicológicos em gabinetes estruturados que deveriam há muito funcionar nas escolas, claro que isto também é utópico, tendo em conta a vergonhosa realidade deste país de terceiro mundo, em que vivemos.
A pacificação das escolas jamais ocorrerá sem a pacificação da sociedade, sem que as crianças entendam que o mundo de impunidade em que vivem, tem limites, é inquestionável que vivemos numa sociedade onde a impunidade campeia, e se falarmos então das classes dirigentes, esses parecem completamente acima da Lei, facto que as crianças intuem perfeitamente ao contrário do que se possa pensar. Sem uma sociedade assente em verdadeiros princípios de Justiça, de Ordem e respeito mútuo pela Lei, com sanções efectivas e convenientes sobre os prevaricadores, jamais teremos escolas pacíficas.
Achei piada à tentativa de MST, de mais uma vez crucificar os professores, quando pergunta a Ana Vasconcelos, se estes não deveriam estar atentos a “certos sinais” para identificar os agressores. MST, tem uma qualquer malapata com os professores, um fetiche, um ressabiamento ou outra qualquer questão mal resolvida. Respondeu em conformidade a pedopsiquiatra, declarando que é difícil identificar esses sinais, para além de ser difícil, convirá dizer que os professores, não são psicólogos nem psiquiatras, se bem que, as mais das vezes também o tenham de ser. Também não concordo muito com o espartilhar do Bullying, de acordo com uma faixa etária, que segundo Ana Vasconcelos citando estudos elaborados em Itália situa, a partir dos 10 anos. Conheço alguns casos, apesar de poucos, em que determinadas situações, na Pré-primária, podem ser indícios de futuras situações de bullying, mas quem sou eu, para questionar!
Em suma, agradou-me a entrevista de Ana Vasconcelos, sem rodeios, descomplicada, falou acerca do tema, assertivamente e com dados concretos, falou simples num discurso perfeitamente perceptível. Esperemos todos que de uma vez por todas esta temática entre na cabeça dos governantes, mas a julgar pelas declarações da senhora ministra desta espécie de Educação, que temos por cá, creio bem que tudo isto vá cair em saco roto, pelo menos até à próxima vez que acontecer outro drama, esperemos que menos funesto!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, março 08, 2010
Bullying
O Bullying, não é um fenómeno recente. Sê-lo-á, apenas enquanto denominação, uma questão de terminologia moderna, e quiçá de maior atenção para epifenómenos de violência, que varrem as sociedades ditas modernas e progressistas.
Os rufiões sempre existiram, todos recordamos que na escola existiam um ou dois cretinos que batiam nos mais indefesos, o problema é que hoje, como a maioria dos cobardes, agem em manada e só em manada se sentem seguros. Outra diferença dos tempos de antigamente, é que hoje, culpa do progresso iluminado, que se esqueceu de educar e civilizar as gentes, na escola mandam os alunos, os pais dos alunos, os gangues os ministros e muita mais gente, quem lá trabalha não manda e tem até medo de se tentar impor.
O bullying mais não é do que a violência das ruas levada par dentro de locais que não deveriam conhecer esse tipo de problemáticas, as escolas são hoje locais de extrema violência, professores e auxiliares, são joguetes, nas mãos de alunos e pais. A perda completa de autoridade e a inversão completa da mesma, descambam neste quadro de anarquia do salve-se quem puder geral, que infelizmente domina as nossas escolas. Os vários actores desta opereta bufa, pecam as mais das vezes por inacção, desleixo, incúria e pura estupidez crónica. Assim dos ministérios e governos, não podemos esperar muito, andam completamente a contra ciclo daquilo que é a realidade, cada medida proposta é ainda mais cretina que a anterior, a escola pública tem sido gradualmente destruída, esvaziada do seu propósito educacional e pedagógico. Só assim se percebe a falta de assistentes operacionais, actual nome pomposo para os antigos contínuos, não só a falta física, também a falta de formação e a completa falta de autoridade.
Os professores, esses estão reduzidos a meros assistentes administrativos, que por vezes tem de dar aulas. A sua autoridade é praticamente nula. As associações de pais, como foi perceptível no caso recente de Mirandela, servirão para promoção pessoal, para entrar nas guerrinhas politicas e para pouco mais, o que é de lamentar porque quem está nas associações de pais são os pais mais responsáveis, os que se preocupam, os que vão sempre às reuniões, os mais atentos e despertos para uma cidadania activa e participativa, ora se com estes assim se passa, imaginem o grosso da coluna que são todos os que se estão nas tintas e para quem as escolas dos vários graus de ensino são apenas depósitos de crianças ou incómodos que tem de se sujeitar para receberem mais um subsídio para puderem comprar mais uma arma ilegal ou mais um carrão topo gama.
As comissões de protecção de menores e coisas do género, servem essencialmente para manter os empregos e absorver a enorme catadupa de licenciados em assistência social, que de outro modo teriam de ir para caixas de supermercado ou outra coisa parecida, a sua actividade é para ser simpático, misteriosa.
Ora neste caldeirão de várias sensibilidades, onde o denominador comum é a penas a ignorância e a inoperância, chegamos a esta actual situação. De referir ainda que a maioria dos casos não chega ao conhecimento das autoridades, porque as crianças sabem perfeitamente que não vale a pena, que existem grupos intocáveis, um filho de alguém ter o azar de ser espancado por alguns elementos dessas várias etnias de sanguessugas subsídios dependentes que por aí abundam, o melhor que tem a fazer é comer e calar, porque ninguém age, excepto se alguém irado proferir alguma palavra mais a quente, aí lá vêm os arautos do racismo apontar o dedo, ao malvado branco racista, é preciso que isto também seja dito porque faz infelizmente parte da equação.
Disto tudo nasce o sentimento de impunidade, dos agressores e o sentimento de abandono e impotência das vítimas, sentimentos que são reais, não são imaginados. Depois é fácil, os agressores não são apenas miúdos oriundos de famílias ditas problemáticas ou de etnias de selvagens com conceitos muito próprios de civismo, os agressores são oriundos de todos os estratos sociais, o bullying, quer físico, com recurso a espancamento, quer psicológico, através de ameaças à vida, impropérios e palavrões com que se aterroriza a vítima, quer o cyberbullying, que se socorre das novas tecnologias, ou então de uma mescla de todos os métodos anteriores, incluindo coação psicológica e ou sexual com ou sem agressão física, numa actividade continuada , que por vezes se estende por anos, é uma ameaça real, já estudada noutros países mais atentos, onde este fenómeno já atrapalha, ainda mais, há muito tempo a vida das crianças, por conseguinte por cá não é preciso estudos, nem planos, nem comissões de avaliação nem nada dessas imbecilidades que não adiantam nada e só atrapalham.
É preciso agir, colocar as coisas em prática, criar gabinetes de apoio, dar mais autoridade às escolas, proteger os professores e auxiliares, coordenar métodos de repressão, reprimir seriamente esta gentalha, formar pais, professores e auxiliares para esta realidade, as escolas devem ser locais seguros sem ingerências e mais que tudo PROTEGER AS CRIANÇAS!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Os rufiões sempre existiram, todos recordamos que na escola existiam um ou dois cretinos que batiam nos mais indefesos, o problema é que hoje, como a maioria dos cobardes, agem em manada e só em manada se sentem seguros. Outra diferença dos tempos de antigamente, é que hoje, culpa do progresso iluminado, que se esqueceu de educar e civilizar as gentes, na escola mandam os alunos, os pais dos alunos, os gangues os ministros e muita mais gente, quem lá trabalha não manda e tem até medo de se tentar impor.
O bullying mais não é do que a violência das ruas levada par dentro de locais que não deveriam conhecer esse tipo de problemáticas, as escolas são hoje locais de extrema violência, professores e auxiliares, são joguetes, nas mãos de alunos e pais. A perda completa de autoridade e a inversão completa da mesma, descambam neste quadro de anarquia do salve-se quem puder geral, que infelizmente domina as nossas escolas. Os vários actores desta opereta bufa, pecam as mais das vezes por inacção, desleixo, incúria e pura estupidez crónica. Assim dos ministérios e governos, não podemos esperar muito, andam completamente a contra ciclo daquilo que é a realidade, cada medida proposta é ainda mais cretina que a anterior, a escola pública tem sido gradualmente destruída, esvaziada do seu propósito educacional e pedagógico. Só assim se percebe a falta de assistentes operacionais, actual nome pomposo para os antigos contínuos, não só a falta física, também a falta de formação e a completa falta de autoridade.
Os professores, esses estão reduzidos a meros assistentes administrativos, que por vezes tem de dar aulas. A sua autoridade é praticamente nula. As associações de pais, como foi perceptível no caso recente de Mirandela, servirão para promoção pessoal, para entrar nas guerrinhas politicas e para pouco mais, o que é de lamentar porque quem está nas associações de pais são os pais mais responsáveis, os que se preocupam, os que vão sempre às reuniões, os mais atentos e despertos para uma cidadania activa e participativa, ora se com estes assim se passa, imaginem o grosso da coluna que são todos os que se estão nas tintas e para quem as escolas dos vários graus de ensino são apenas depósitos de crianças ou incómodos que tem de se sujeitar para receberem mais um subsídio para puderem comprar mais uma arma ilegal ou mais um carrão topo gama.
As comissões de protecção de menores e coisas do género, servem essencialmente para manter os empregos e absorver a enorme catadupa de licenciados em assistência social, que de outro modo teriam de ir para caixas de supermercado ou outra coisa parecida, a sua actividade é para ser simpático, misteriosa.
Ora neste caldeirão de várias sensibilidades, onde o denominador comum é a penas a ignorância e a inoperância, chegamos a esta actual situação. De referir ainda que a maioria dos casos não chega ao conhecimento das autoridades, porque as crianças sabem perfeitamente que não vale a pena, que existem grupos intocáveis, um filho de alguém ter o azar de ser espancado por alguns elementos dessas várias etnias de sanguessugas subsídios dependentes que por aí abundam, o melhor que tem a fazer é comer e calar, porque ninguém age, excepto se alguém irado proferir alguma palavra mais a quente, aí lá vêm os arautos do racismo apontar o dedo, ao malvado branco racista, é preciso que isto também seja dito porque faz infelizmente parte da equação.
Disto tudo nasce o sentimento de impunidade, dos agressores e o sentimento de abandono e impotência das vítimas, sentimentos que são reais, não são imaginados. Depois é fácil, os agressores não são apenas miúdos oriundos de famílias ditas problemáticas ou de etnias de selvagens com conceitos muito próprios de civismo, os agressores são oriundos de todos os estratos sociais, o bullying, quer físico, com recurso a espancamento, quer psicológico, através de ameaças à vida, impropérios e palavrões com que se aterroriza a vítima, quer o cyberbullying, que se socorre das novas tecnologias, ou então de uma mescla de todos os métodos anteriores, incluindo coação psicológica e ou sexual com ou sem agressão física, numa actividade continuada , que por vezes se estende por anos, é uma ameaça real, já estudada noutros países mais atentos, onde este fenómeno já atrapalha, ainda mais, há muito tempo a vida das crianças, por conseguinte por cá não é preciso estudos, nem planos, nem comissões de avaliação nem nada dessas imbecilidades que não adiantam nada e só atrapalham.
É preciso agir, colocar as coisas em prática, criar gabinetes de apoio, dar mais autoridade às escolas, proteger os professores e auxiliares, coordenar métodos de repressão, reprimir seriamente esta gentalha, formar pais, professores e auxiliares para esta realidade, as escolas devem ser locais seguros sem ingerências e mais que tudo PROTEGER AS CRIANÇAS!
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Barão da Tróia
sexta-feira, março 05, 2010
Bullying são “Brincadeiras de miúdos”
A fazer fé nalguns comentários que ontem ouviu, foi com a frase “Isto são brincadeiras de miúdos”, que o presidente do concelho executivo da escola de Mirandela, tentou explicar a insuficiente actuação da escola, nesta questão da violência. Ontem também ouviu alguns “especialistas” sobre a questão. Fico espantado, porque a meia dúzia de curiosos, à qual me junto, visitem o endereço miudossegurosna.net, que há já muito tempo se dedicam a estas questões, parecem indubitavelmente, muito mais capazes de falar sobre o tema do que estes senhores “especialistas”, que são claro está professores de universidades, que têm estudos, a propósito, um desses estudos até diz que a violência decresceu até 2008, gostaria de saber em que escolas andou o dito estudioso ou estudiosa, para chegar a essa conclusão.
Os arautos do estado perfeito apareceram a terreiro negando o facto, como de costume, proferindo as habituais frases chocarreiras sobre o alarme social, com aqueles ares de presunção cretina. O ministério da Educação diz que vai efectuar um processo de averiguações, já conhecemos bem esse tipo de processos, que as mais das vezes, dá em nada. Timidamente, e para espantar, essa coisa chamada CONFAP, lá veio propor medidas para sancionar os pais e retirar apoios sociais a alunos prevaricadores, medidas alias copiadas de Inglaterra onde isso já se faz, há algum tempo.
Espantosamente mudos, continuam os senhores governantes e restantes politiqueirotes de pacotilha, parece que a questão não é importante, da esquerda à direita, nem um comentário. Claro estão demasiado ocupados com as suas politiquices da trampa, a tentar fazer demitir o governo e a garantir os seus lugarzinhos, para que possam continuar a encher os bolsos, quando assim é, quando quem nos devia proteger prima por este tipo de atitudes, estamos em crer que só resta uma solução emigrar, fugir a sete pés destes medíocres.
Sobre o Tema Bullying:
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Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
Os arautos do estado perfeito apareceram a terreiro negando o facto, como de costume, proferindo as habituais frases chocarreiras sobre o alarme social, com aqueles ares de presunção cretina. O ministério da Educação diz que vai efectuar um processo de averiguações, já conhecemos bem esse tipo de processos, que as mais das vezes, dá em nada. Timidamente, e para espantar, essa coisa chamada CONFAP, lá veio propor medidas para sancionar os pais e retirar apoios sociais a alunos prevaricadores, medidas alias copiadas de Inglaterra onde isso já se faz, há algum tempo.
Espantosamente mudos, continuam os senhores governantes e restantes politiqueirotes de pacotilha, parece que a questão não é importante, da esquerda à direita, nem um comentário. Claro estão demasiado ocupados com as suas politiquices da trampa, a tentar fazer demitir o governo e a garantir os seus lugarzinhos, para que possam continuar a encher os bolsos, quando assim é, quando quem nos devia proteger prima por este tipo de atitudes, estamos em crer que só resta uma solução emigrar, fugir a sete pés destes medíocres.
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