A Guarda Nacional Republicana, cumpriu recentemente o seu nonagésimo nono aniversário natalício, o seu comandante, oriundo do exército, lá fez o choradinho do costume, o ministro da pasta correspondente, lá desdisse o homem apoucando as suas tímidas reclamações, ou seja o costume, os anos vão passando e o fadário é sempre o mesmo.
No dealbar desta nova centúria inauguradora ou não de um novo milénio que se pretende de prosperidade, esta é para rir, a GNR, enfrenta os mesmos problemas do velho século e milénio anteriores, falta de meios, instalações miseráveis, salários de míngua, corte de regalias sociais, desmotivação e desmoralização dos homens e mulheres que fazem parte do efectivo. Por outras palavras, fez-se pouco, fez-se mal e continua quase tudo na mesma.
A extinção da Brigada de Trânsito, foi uma suma cavalidade, não por falta de aviso, foi no entanto preciso todo um ano para que as doutas mentes governativas o percebessem. A legislação e a sua aplicação em sede dos tribunais é o que é, veja-se o recente caso do segurança que é preso por excesso de zelo, excesso de legítima defesa, num acórdão, que convida todos os filhos de meretriz que vivem do esburgar e do polir esquinas a roubar tudo o que queiram, porque ninguém lhes faz nada. Este é o verdadeiro estado miserável a que este pseudo Estado de Direito chegou.
Vivemos numa espécie de anarquia, dominada pelas várias minorias de ladrões, entaipados entre leis miseráveis e estúpidas, que protegem apenas os ladrões e os assassinos, o resto são cantigas para entreter meninos. Nós, os pobres diabos que pagamos, pagamos e pagaremos até mais não, somos roubados por todos e ninguém nos vale, a Justiça é uma vala onde bóiam juízes, advogados e políticos, que para pouco serve. As polícias estão de mãos e pés atados, emparedados entre as leis cretinas, as pressões estúpidas e a natural incapacidade de fazer alguma coisa. Maltratados à esquerda e à direita, sem dignidade, veja-se que hoje bater num polícia é tão comum como respirar, já nem é notícia, caso contrário se o polícia der uma bolachada nalgum energúmeno, é o ai Jesus, malandro do polícia a bater no coitado do ladrão miserável, que coitadinho, prefere viver do rendimento mínimo, traficar droga e roubar, do que vergar a mola e pagar impostos como o resto da malta. A honestidade neste momento em Portugal, não vale nada, ser honesto é sinónimo de ser parvo e estúpido que nem um portão de quinta.
Voltando à GNR, continuo a não perceber o porquê de se manter como instituição de cariz militar, quer dizer, percebo perfeitamente, é necessário um local para colocar os excedentes do exército, os oficiais em final de carreira e que percebem tanto de forças policiais como eu de patinagem artística, excelentes comandantes de secretária,profundos conhecedores do ar condicionado, só isso justifica a pertença da GNR à esfera militar , nesse limbo anacrónico do disparate.
Quem nos defende? Ninguém! Quem se preocupa connosco? Ninguém! O que valemos para o Estado? Nada! Vai porém valendo o facto, de ainda muitos desses homens e mulheres, que todos os dias envergam uma farda com orgulho, que são maltratados, desprezados e mal pagos, lá vão fazendo das tripas coração e tentando defender-nos da ralé e da escumalha miserável que todos os dias engorda à nossa custa, tarefa cada vez mais complicada e difícil, um grande bem haja a todos esses homens e mulheres das forças policiais.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, maio 05, 2010
segunda-feira, maio 03, 2010
Os Calaceiros!
O actual novel líder de um dos partidelhos da oposição, declarou a propósito da actual situação financeira desta cloaca de imundice que dá pelo nome de Portugal, que fomos calaceiros, enquanto sociedade, somos muito lentos.
Tal declaração seguiu-se a mais uma das imensas declarações iluminadas que Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica fez sobre a urgência da necessidade de contenção nas obras públicas, onde claramente excedendo as suas competências Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, vem perorar sobre a obra de outros, confesso que partilho a mesma opinião que Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, no entanto, acho que lhe fica mal, enquanto suposto Presidente de todos os portugueses proferir semelhantes declarações.
Ademais, que tais conselhos, vêm de quem enquanto Primeiro-ministro de Portugal inaugurou o despesismo das obras públicas como solução miraculosa, da pessoa que instalou o monstro de clientelismo, e depois se veio queixar da existência do monstro, a pessoa que entregou, na altura, 5 milhões de contos de mão beijada a um dos maiores vigaristas do planeta.
Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, esqueceu-se de que foi a sua pessoa, que enquanto primeiro-ministro, forçou a política da pouca formação e salários baixos, que foi a sua pessoa que enquanto primeiro-ministro, decidiu alcatroar Portugal, enveredando pela entrega de Portugal aos grupos mafiosos da construção civil acolitados pelas autarquias, Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, deve ter um problema grave de memória, para não se lembrar que desde 1990, as políticas seguidas pelos vários governos pouco variam das que implementou, e são essas políticas, ou a mais das vezes a inexistência de qualquer política que nos conduziram a este estado miserabilista.
Agora voltando aos calaceiros! Passos Coelho, nesse discurso para dentro, com recadinhos para fora, não conseguiu nem pode dizer, algumas das coisas que também fomos, para além de calaceiros. Mas eu posso, ora para além de calaceiros, fomos imbecis, cretinos, vigaristas, ladrões, obtusos, ineptos, laxistas, incompetentes, ignorantes, incapazes, lorpas, burgessos, burros, canhestros, estúpidos, parvos, papalvos, parolos e enormemente palonças.
Fomos isto tudo, porque nos deixamos iludir, por golpes de teatro e girândolas, por festas e festarolas, deixamo-nos enganar por uma elite de incapazes, que só servem desbaratar dinheiro, os mesmos que vindas as próximas eleições, correremos a eleger! Para depois os maldizer e depois irmos a correr eleger os primos, perpetuando assim a roda da rapina e alimentando a doce embalagem do esburgar e do fartar vilanagem que parece ser apanágio da classe dirigente desta terra. Por isso caro Passos Coelho, termos sido calaceiros, foi o menor dos nossos males!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Tal declaração seguiu-se a mais uma das imensas declarações iluminadas que Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica fez sobre a urgência da necessidade de contenção nas obras públicas, onde claramente excedendo as suas competências Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, vem perorar sobre a obra de outros, confesso que partilho a mesma opinião que Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, no entanto, acho que lhe fica mal, enquanto suposto Presidente de todos os portugueses proferir semelhantes declarações.
Ademais, que tais conselhos, vêm de quem enquanto Primeiro-ministro de Portugal inaugurou o despesismo das obras públicas como solução miraculosa, da pessoa que instalou o monstro de clientelismo, e depois se veio queixar da existência do monstro, a pessoa que entregou, na altura, 5 milhões de contos de mão beijada a um dos maiores vigaristas do planeta.
Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, esqueceu-se de que foi a sua pessoa, que enquanto primeiro-ministro, forçou a política da pouca formação e salários baixos, que foi a sua pessoa que enquanto primeiro-ministro, decidiu alcatroar Portugal, enveredando pela entrega de Portugal aos grupos mafiosos da construção civil acolitados pelas autarquias, Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, deve ter um problema grave de memória, para não se lembrar que desde 1990, as políticas seguidas pelos vários governos pouco variam das que implementou, e são essas políticas, ou a mais das vezes a inexistência de qualquer política que nos conduziram a este estado miserabilista.
Agora voltando aos calaceiros! Passos Coelho, nesse discurso para dentro, com recadinhos para fora, não conseguiu nem pode dizer, algumas das coisas que também fomos, para além de calaceiros. Mas eu posso, ora para além de calaceiros, fomos imbecis, cretinos, vigaristas, ladrões, obtusos, ineptos, laxistas, incompetentes, ignorantes, incapazes, lorpas, burgessos, burros, canhestros, estúpidos, parvos, papalvos, parolos e enormemente palonças.
Fomos isto tudo, porque nos deixamos iludir, por golpes de teatro e girândolas, por festas e festarolas, deixamo-nos enganar por uma elite de incapazes, que só servem desbaratar dinheiro, os mesmos que vindas as próximas eleições, correremos a eleger! Para depois os maldizer e depois irmos a correr eleger os primos, perpetuando assim a roda da rapina e alimentando a doce embalagem do esburgar e do fartar vilanagem que parece ser apanágio da classe dirigente desta terra. Por isso caro Passos Coelho, termos sido calaceiros, foi o menor dos nossos males!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, abril 30, 2010
Macacos na Bruma
Diocleciana Fossa, eminente primatóloga, habituada a estudar primatas e símios de todo o tipo ficou espantada, quando percebeu que nada poderia fazer para combater a corrupção que parecia minar o grupo de primatas que estava a estudar. A conceituada investigadora e reputada cientista, com excelentes trabalhos publicados sobre a macacada deste mundo, via-se agora a braços com um dilema superior, um caso de corrupção entre primatas.
No seu escritório montado nas imediações do Parque Natural de Graga, numa zona chamada Gragaparques, conhecida por ser densamente povoada com primatas de todo o tipo, gorilas, macacos, saguins, micos, colobos entre outras duzentas espécies, aquela era uma densa floresta, cheia de névoas,nevoeiros, neblinas e brumas, que faziam com que as pessoas andassem as mais das vezes completamente às cegas.
Deocleciana Fossa, tinha em Sacristão Fernandes o guarda-mor do parque, que não gostava de domingos, porque eram dias complicados em que a macacada fazia as maiores tropelias, aliás nem gostava de alguns dos macacões que por ali apareciam, mas ainda assim era uma pessoa prestável que tentava desempenhar a sua tarefa. Ora e foi precisamente com Sacristão Fernandes, que o caso começou, um certo domingo, foi abordado por um macacão que lhe oferecia dez quilos de amendoim torrado, com sal e piripiri jindungo, mais uma caixa de minis, caso o Sacristão Fernandes intercedesse junto da câmara macacal, para que um certo negócio, que envolvia muita massaroca de milho e bananas, das verdes, corresse de feição para o lado desse macacão. O pobre do Sacristão Fernandes, chamou o mano e decidiram apanhar o macaco, levando depois a coisa ao grande tribunal da macacada, onde os gorilões supremos dominavam a matéria de facto entre outras coisas da sua poderosa omnisciência e omnisapiência iluminada.
Claro que acabou tudo numa grande bananada, porque a gorilada, decidiu que o saguim que era culpado de tentar corromper, o Sacristão Fernandes, para além de saguim era também otário, porque o Sacristão, não podia ser corrompido porque não era ele que tinha a chave do armário das bananas, não tinha perfil nem competências, apesar de saber quem a tinha e de poder muito convenientemente dividir os amendoins com o guarda da chave. Uma inaudita sentença, que fez urrar de espanto, chimpanzés e orangotangos, saguins e gibões.
Naquele dia de névoa, um domingo por sinal, até lhe chamaram o domingo de todos os domingos de névoa, os macacões, decidiram a favor de mais uma grossa macacada na terra insigne das momices e macaquices, uma republica de e para bananas. Diocleciana Fossa e Sacristão Fernandes, ficaram estupefactos, com tamanha macaquice, até porque amanhã, um ou outro saguim macaco, vai usar a mesma macaquice para se escapulir de ramo em ramo, a uma qualquer macacada que pretenda fazer, ao tentar comprar com bananas a conivência de algum orangotango lorpa, desses muitos que ocupam os ramos de cima da grande árvore da macacada.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
No seu escritório montado nas imediações do Parque Natural de Graga, numa zona chamada Gragaparques, conhecida por ser densamente povoada com primatas de todo o tipo, gorilas, macacos, saguins, micos, colobos entre outras duzentas espécies, aquela era uma densa floresta, cheia de névoas,nevoeiros, neblinas e brumas, que faziam com que as pessoas andassem as mais das vezes completamente às cegas.
Deocleciana Fossa, tinha em Sacristão Fernandes o guarda-mor do parque, que não gostava de domingos, porque eram dias complicados em que a macacada fazia as maiores tropelias, aliás nem gostava de alguns dos macacões que por ali apareciam, mas ainda assim era uma pessoa prestável que tentava desempenhar a sua tarefa. Ora e foi precisamente com Sacristão Fernandes, que o caso começou, um certo domingo, foi abordado por um macacão que lhe oferecia dez quilos de amendoim torrado, com sal e piripiri jindungo, mais uma caixa de minis, caso o Sacristão Fernandes intercedesse junto da câmara macacal, para que um certo negócio, que envolvia muita massaroca de milho e bananas, das verdes, corresse de feição para o lado desse macacão. O pobre do Sacristão Fernandes, chamou o mano e decidiram apanhar o macaco, levando depois a coisa ao grande tribunal da macacada, onde os gorilões supremos dominavam a matéria de facto entre outras coisas da sua poderosa omnisciência e omnisapiência iluminada.
Claro que acabou tudo numa grande bananada, porque a gorilada, decidiu que o saguim que era culpado de tentar corromper, o Sacristão Fernandes, para além de saguim era também otário, porque o Sacristão, não podia ser corrompido porque não era ele que tinha a chave do armário das bananas, não tinha perfil nem competências, apesar de saber quem a tinha e de poder muito convenientemente dividir os amendoins com o guarda da chave. Uma inaudita sentença, que fez urrar de espanto, chimpanzés e orangotangos, saguins e gibões.
Naquele dia de névoa, um domingo por sinal, até lhe chamaram o domingo de todos os domingos de névoa, os macacões, decidiram a favor de mais uma grossa macacada na terra insigne das momices e macaquices, uma republica de e para bananas. Diocleciana Fossa e Sacristão Fernandes, ficaram estupefactos, com tamanha macaquice, até porque amanhã, um ou outro saguim macaco, vai usar a mesma macaquice para se escapulir de ramo em ramo, a uma qualquer macacada que pretenda fazer, ao tentar comprar com bananas a conivência de algum orangotango lorpa, desses muitos que ocupam os ramos de cima da grande árvore da macacada.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, abril 29, 2010
Mexia ou não mexia!
As alcavalas oferecidas aos figurões das empresas privadamente públicas, que temos por cá dão-me vontade de rir! No caso da EDP, mais ainda, o porquê, de ofertar de mão beijada um prémio de excelência ao administrador de uma empresa que presta a merda de serviço que presta, aos pobres desgraçados que têm obrigatoriamente de lhe comprar os serviços é mesmo uma grande anedota. Quão difícil será administrar uma empresa destas, que sabe, se a coisa der para o torto, lá vem o governo injectar massaroca para prover ao sustento e equilíbrio da desgovernada nau.
Em relação aos outros senhores administradores de outras empresas semi-públicas que embolsam grossos prémios, a anedota continua, porque ao ver de um simplório quase analfabeto como eu, qual é a dificuldade de fazer dinheiro, quando se detém a exclusividade da prestação de serviços, a equação é muito simples, basta aumentar os preços, reduzir os custos, mandando mais umas centenas de desgraçados para a rua e já está, ao fim do primeiro semestre apresentamos um lucro fantástico, verdadeiro cofre de Midas, qual foi o golpe de génio? Qual foi a intelectualmente superior capacidade administrativa? Nenhum! Nenhuma! Foi o simples bom senso de qualquer merceeiro de aldeia, que sabendo que é único, aumenta o preço e rouba na balança, é simples, fizeram-se fortunas assim.
Por isso pergunto, qual é a lógica de malbaratar assim milhões de euros, em gente que a única coisa que faz é desempenhar o papel de merceeiro de aldeia, o qual é muito bem pago, faraónicamente muito bem pago devo acrescentar, que mais valia traz essa gente ao país e ao bem-estar e felicidade dos seus cidadãos, em que é que contribuem para a melhoria das condições desta infeliz terra? Parece que em nada ou em muito pouco, um pouco tão ínfimo que não serve para nada.
Esta situação é bem exemplo, do estado de miséria intelectual e moral, que assola este país, que nos últimos trintas anos depois de colidir com o icebergue da democracia, tem vindo adornar, qual Titanic, não abrandando a velocidade nem pedindo por socorro, uma sociedade que permite este atentado sem esboçar o mínimo protesto é uma sociedade miserável e imprestável, uma sociedade de carneirada capada seguidista, que vai balindo de êxtase, enquanto com festas e festarolas, lá segue a ser fecundada no ânus mas contente da vida, razão tem o meu amigo Manel, que diz que os portugueses são intrinsecamente homossexuais, quanto mais apanham mais gostam.
É com muita dor de alma, que assisto a este descalabro moral, como sociedade estamos completamente amorfos, resignados a isto, alguns andam já muito contentes porque nas próximas eleições vão passar de Sócrates a Coelho, acabaram de escolher outro Sebastião, daqui a 5 ou 6 anos estarão a maldizer o Coelho e a querer enforca-lo na árvore mais próxima, ou já esqueceram como foi com Sócrates.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Em relação aos outros senhores administradores de outras empresas semi-públicas que embolsam grossos prémios, a anedota continua, porque ao ver de um simplório quase analfabeto como eu, qual é a dificuldade de fazer dinheiro, quando se detém a exclusividade da prestação de serviços, a equação é muito simples, basta aumentar os preços, reduzir os custos, mandando mais umas centenas de desgraçados para a rua e já está, ao fim do primeiro semestre apresentamos um lucro fantástico, verdadeiro cofre de Midas, qual foi o golpe de génio? Qual foi a intelectualmente superior capacidade administrativa? Nenhum! Nenhuma! Foi o simples bom senso de qualquer merceeiro de aldeia, que sabendo que é único, aumenta o preço e rouba na balança, é simples, fizeram-se fortunas assim.
Por isso pergunto, qual é a lógica de malbaratar assim milhões de euros, em gente que a única coisa que faz é desempenhar o papel de merceeiro de aldeia, o qual é muito bem pago, faraónicamente muito bem pago devo acrescentar, que mais valia traz essa gente ao país e ao bem-estar e felicidade dos seus cidadãos, em que é que contribuem para a melhoria das condições desta infeliz terra? Parece que em nada ou em muito pouco, um pouco tão ínfimo que não serve para nada.
Esta situação é bem exemplo, do estado de miséria intelectual e moral, que assola este país, que nos últimos trintas anos depois de colidir com o icebergue da democracia, tem vindo adornar, qual Titanic, não abrandando a velocidade nem pedindo por socorro, uma sociedade que permite este atentado sem esboçar o mínimo protesto é uma sociedade miserável e imprestável, uma sociedade de carneirada capada seguidista, que vai balindo de êxtase, enquanto com festas e festarolas, lá segue a ser fecundada no ânus mas contente da vida, razão tem o meu amigo Manel, que diz que os portugueses são intrinsecamente homossexuais, quanto mais apanham mais gostam.
É com muita dor de alma, que assisto a este descalabro moral, como sociedade estamos completamente amorfos, resignados a isto, alguns andam já muito contentes porque nas próximas eleições vão passar de Sócrates a Coelho, acabaram de escolher outro Sebastião, daqui a 5 ou 6 anos estarão a maldizer o Coelho e a querer enforca-lo na árvore mais próxima, ou já esqueceram como foi com Sócrates.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, abril 26, 2010
Santa Labregada
A tolerância de ponto decretada pelo governo para os trabalhadores que exercem funções públicas na administração central e nos institutos públicos, em todo o território nacional, no dia 13 de Maio de 2010, é a mais absurda e destemperada saloiice, a que esta pseudo república laica, se presta.
Com o país de rastos, com a pouco aptidão para trabalhar que o português já revela, o estado ainda vem ajudar e queima mais um dia, a propósito de uma visita, de um chefe de estado, mais um igual a tantos outros que por cá passam.
Será que Sua Santidade é assim tão especial, para os católicos deve ser, acho eu, se bem que alguns não o tragam nem com molho de tomate e que interesse terá o que vai dizer, seguramente serão doutas e sábias palavras que os católicos tratarão de louvar, apesar de se levantarem algumas vozes que o acusam de atitudes pouco católicas em relação à questão da pedofilia no seio da Santa Madre Igreja.
Seja como for, acho uma labreguice completa esta decisão do governo, não traz nada de bom, não se pense que critico a resolução por causa de não acreditar em nenhuma destas patranhas etéreas. Aquando da igualmente cretina decisão de retirar os crucifixos das salas de aulas, tive oportunidade de criticar essa decisão, por ser imbecil e não contribuir em nada para a liberdade e para o bom ambiente escolar. Critico a actual decisão, por ser de facto uma grande palhaçada. À cautela, já enviei cartas para ao Patriarca de Constantinopla, Bartolomeu I, para que venha visitar Portugal no dia 10 de Maio, para o Dalai Lama, aceder a visitar-nos no dia 11, para o Grande Mufti de Jerusalém Muhammad Ahmad Hussein, também nos visitar no dia 12 e para o Grão Rabino de Jerusalém comparecer no dia 14, assim podíamos ter uma semana de tolerância de ponto, isso sim seria uma excelente visita de cariz religioso, que promoveria a liberdade religiosa e o ecumenismo.
Assim como vai ser feito, é apenas uma labreguice sacrista e beata, bem típica deste país de ratos de sacristia hipócritas.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Com o país de rastos, com a pouco aptidão para trabalhar que o português já revela, o estado ainda vem ajudar e queima mais um dia, a propósito de uma visita, de um chefe de estado, mais um igual a tantos outros que por cá passam.
Será que Sua Santidade é assim tão especial, para os católicos deve ser, acho eu, se bem que alguns não o tragam nem com molho de tomate e que interesse terá o que vai dizer, seguramente serão doutas e sábias palavras que os católicos tratarão de louvar, apesar de se levantarem algumas vozes que o acusam de atitudes pouco católicas em relação à questão da pedofilia no seio da Santa Madre Igreja.
Seja como for, acho uma labreguice completa esta decisão do governo, não traz nada de bom, não se pense que critico a resolução por causa de não acreditar em nenhuma destas patranhas etéreas. Aquando da igualmente cretina decisão de retirar os crucifixos das salas de aulas, tive oportunidade de criticar essa decisão, por ser imbecil e não contribuir em nada para a liberdade e para o bom ambiente escolar. Critico a actual decisão, por ser de facto uma grande palhaçada. À cautela, já enviei cartas para ao Patriarca de Constantinopla, Bartolomeu I, para que venha visitar Portugal no dia 10 de Maio, para o Dalai Lama, aceder a visitar-nos no dia 11, para o Grande Mufti de Jerusalém Muhammad Ahmad Hussein, também nos visitar no dia 12 e para o Grão Rabino de Jerusalém comparecer no dia 14, assim podíamos ter uma semana de tolerância de ponto, isso sim seria uma excelente visita de cariz religioso, que promoveria a liberdade religiosa e o ecumenismo.
Assim como vai ser feito, é apenas uma labreguice sacrista e beata, bem típica deste país de ratos de sacristia hipócritas.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, abril 23, 2010
Anti corrupção!
Uma proposta recente do governo pretende que os funcionários públicos, apenas possam exercer no sector privado quando devidamente autorizados. Esta proposta está incluída no pacote legislativo de oito projectos-lei que começaram ontem a ser debatidos no Parlamento e que se destinam a combater a corrupção.
A terreiro saiu prestes o inefável representante do sindicato dos médicos, vulgarmente apelido por Ordem dos Médicos, o senhor doutor aprestou-se a dizer cobras e lagartos dessa proposta, que colidirá com os interesses dos senhores doutores, pois claro, porque se pretende, e muito bem, que os optem por trabalhar ou no sistema público ou no privado, excelente proposta que só peca por tardia, que se vier a ser aprovada colocará os senhores doutores nos eixos, terminando assim com décadas de regabofe e patifarias várias.
O senhor Bastonário, acrescentou como defesa do não sancionar, de semelhante proposta, que na sua perspectiva após aprovarem essa legislação, Portugal ficará com uma saúde para pobres e outra para ricos. Caro senhor Bastonário, onde tem vossa excelência pernoitado nas últimas décadas, esse tipo de saúde a que tão bem alude, não decorrerá da proposta de vincular os senhores doutores a um ou a outro sector, até porque esse tipo de saúde para pobres e ricos já existe há muito por cá, por conseguinte labora o douto senhor num equívoco, ou por ventura não conhece vossa excelência uma coisa chamada listas de espera.
Um outro excelente argumento que o senhor Bastonário utilizou, foi o de que as pessoas, leia os senhores doutores e doutoras, se tal proposta for aprovada tenderão a seguir para onde melhor lhes paguem, aí estamos de acordo, querendo o senhor Bastonário dizer que os hospitais ficarão desprovidos de médicos, acredito que mercenários como são efectivamente o farão, no entanto, bastará recorrer à importação de médicos para que em poucos meses possamos equilibrar as coisas, com uma vantagem, ficaremos com profissionais excelentes e muito mais baratos, e mais importante habituados a trabalhar. Segundo Pedro Nunes, isto fará com que «a médio prazo, só trabalhará no Estado, que é quem pior paga, os piores médicos», ou os que não forem mercenários e estejam realmente vocacionados para ser médicos, digo eu, até porque os piores querem é sair para o privado para poderem ganhar ainda mais fazendo o menos possível.
Por último, o senhor Bastonário utilizou um argumento ligeiramente torpe. Disse o senhor Bastonário que os médicos não vendem submarinos, nem estão em centros comerciais. Pois é verdade o senhor Bastonário Pedro Nunes lembrou que corrupção não que ver com actividade normal dos médicos, isto na sua opinião. Então como classificar a prática habitual, dos senhores doutores de dizerem a alguém que precisa de uma operação, “aqui no hospital, tem de aguardar seis meses, mas se quiser na clínica tal, poderá faze-lo já amanhã, custa é cinco mil Euros”. Esta prática é o quê senhor Bastonário?
Já sei, o senhor Bastonário se me respondesse diria que isso são casos pontuais, que não se pode julgar toda uma classe por causa de uma minoria de maus profissionais, sim talvez seja verdade, no entanto nos últimos anos tenho coleccionado histórias destas, e conheço detalhes de muitas, tendo em conta que vivo aqui numa área pequena, fazendo uma extrapolação simples, chego à conclusão que essa sua minoria é uma grande minoria.
Poderia ainda falar da relação fantástica entre senhores doutores e laboratórios farmacêuticos, uma excelente parceria, que tem dado para ver o mundo, viajar, comprar carros e casas, à conta do papalvo que tem o azar de estar doente. Poderia também falar da resistência aos genéricos e à unidose, claro que não serão casos de corrupção, serão no entanto pelo menos ética, deontologicamente e moralmente muito questionáveis.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
A terreiro saiu prestes o inefável representante do sindicato dos médicos, vulgarmente apelido por Ordem dos Médicos, o senhor doutor aprestou-se a dizer cobras e lagartos dessa proposta, que colidirá com os interesses dos senhores doutores, pois claro, porque se pretende, e muito bem, que os optem por trabalhar ou no sistema público ou no privado, excelente proposta que só peca por tardia, que se vier a ser aprovada colocará os senhores doutores nos eixos, terminando assim com décadas de regabofe e patifarias várias.
O senhor Bastonário, acrescentou como defesa do não sancionar, de semelhante proposta, que na sua perspectiva após aprovarem essa legislação, Portugal ficará com uma saúde para pobres e outra para ricos. Caro senhor Bastonário, onde tem vossa excelência pernoitado nas últimas décadas, esse tipo de saúde a que tão bem alude, não decorrerá da proposta de vincular os senhores doutores a um ou a outro sector, até porque esse tipo de saúde para pobres e ricos já existe há muito por cá, por conseguinte labora o douto senhor num equívoco, ou por ventura não conhece vossa excelência uma coisa chamada listas de espera.
Um outro excelente argumento que o senhor Bastonário utilizou, foi o de que as pessoas, leia os senhores doutores e doutoras, se tal proposta for aprovada tenderão a seguir para onde melhor lhes paguem, aí estamos de acordo, querendo o senhor Bastonário dizer que os hospitais ficarão desprovidos de médicos, acredito que mercenários como são efectivamente o farão, no entanto, bastará recorrer à importação de médicos para que em poucos meses possamos equilibrar as coisas, com uma vantagem, ficaremos com profissionais excelentes e muito mais baratos, e mais importante habituados a trabalhar. Segundo Pedro Nunes, isto fará com que «a médio prazo, só trabalhará no Estado, que é quem pior paga, os piores médicos», ou os que não forem mercenários e estejam realmente vocacionados para ser médicos, digo eu, até porque os piores querem é sair para o privado para poderem ganhar ainda mais fazendo o menos possível.
Por último, o senhor Bastonário utilizou um argumento ligeiramente torpe. Disse o senhor Bastonário que os médicos não vendem submarinos, nem estão em centros comerciais. Pois é verdade o senhor Bastonário Pedro Nunes lembrou que corrupção não que ver com actividade normal dos médicos, isto na sua opinião. Então como classificar a prática habitual, dos senhores doutores de dizerem a alguém que precisa de uma operação, “aqui no hospital, tem de aguardar seis meses, mas se quiser na clínica tal, poderá faze-lo já amanhã, custa é cinco mil Euros”. Esta prática é o quê senhor Bastonário?
Já sei, o senhor Bastonário se me respondesse diria que isso são casos pontuais, que não se pode julgar toda uma classe por causa de uma minoria de maus profissionais, sim talvez seja verdade, no entanto nos últimos anos tenho coleccionado histórias destas, e conheço detalhes de muitas, tendo em conta que vivo aqui numa área pequena, fazendo uma extrapolação simples, chego à conclusão que essa sua minoria é uma grande minoria.
Poderia ainda falar da relação fantástica entre senhores doutores e laboratórios farmacêuticos, uma excelente parceria, que tem dado para ver o mundo, viajar, comprar carros e casas, à conta do papalvo que tem o azar de estar doente. Poderia também falar da resistência aos genéricos e à unidose, claro que não serão casos de corrupção, serão no entanto pelo menos ética, deontologicamente e moralmente muito questionáveis.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, abril 22, 2010
O senhor dos Passos
O PSD, encontrou o seu Sócrates! Passos Coelho do PSD, futuro primeiro-ministro de Portugal, é a versão neo-liberal farçola de centro direita, de Sócrates do PS, na sua versão farçola neo-liberal, pseudo socialista de centro direita. Confusos?
É para ficar confuso, quer nas declarações do congresso quer na entrevista aos sinais de fogacho do escritor, comentador supra sumo da sapiência erudita MST, Passos Coelho, revelou o neo-liberalismo quinta via, versão PSD, inaugurada por Sócrates, depois da terceira via de Blair e do partido e dois sistemas da China. Coelho, opta por privatizar, opta pela fuga Pilatos, ou seja, o Estado lava as mãos destas trapalhadas todas da saúde, da educação e dos transportes, porque inepto e incapaz de colocar tudo nos eixos, mantêm a carga fiscal, se não a aumentar, ficaremos a aguardar, e com o mesmo dinheiro, poderá então continuar a engordar os senhores do sistema, deixando o pobre cidadão entregue aos lobos esfaimados empresariais que esfolarão a seu bel-prazer a massa ignorante do povaréu.
Acho Passos Coelho um tipo capaz, desconfio dele, como desconfio de todos os “apparatchiks”, dos partidos, oriundos das jotas, mas ainda assim, estou disposto a conceder-lhe o beneplácito da dúvida persistente, até porque a sua declaração em relação aos círculos uninominais que me parece muito acertada, vindo ao encontro de uma aspiração pessoal que advogo há muito, será pois uma iniciativa muito bem vinda, pena que não proponha uma ainda maior revisão, que acabe com o despesismo patético deste modelo de Estado, optando por um sistema presidencialista, mais magro, mais em conta para o pais pobre de espírito que somos, no entanto desconfio, porque os barões do PSD, a quem Passos Coelho, deve a sua ascensão, não irão engolir facilmente esta mudança, veremos!
E veremos também, que favores políticos terá Passos Coelho de pagar, será curioso, começar a observar quem aparece atrás a esticar a cabeça, para aparecer no boneco, quando o actual líder aparecer na televisão, para já começou por escolher rapaziada das concelhias que mais o promoveram, começou a pagar em géneros os favores, mas os verdadeiros favores estão ainda ocultos e esses facilitadores estão na sombra, veremos quando chegar o tempo das eleições, confesso-me curioso, também apreensivo se voltar a ver certos fantasmas cavaquistas, se bem que todos sabem que Passos não suporta Cavaco e a recíproca também é verdadeira, daí as recentes declarações do actual líder a elogiar a prestação de Sua Excelência o actual Presidente da Republica,a ver vamos.
Na sequência das loas de presteza, uma espécie de passar a escova para amaciar o pêlo. Não gostei da tentativa de Passos Coelho de descolar Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica do partido a que pertence, até porque, a paupérrima actuação de Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, não conseguiu nunca ocultar a sua identidade politica de social-democrata, o que quer que seja isso da social-democracia. Fico portanto na expectativa, ciente porém que teremos mais do mesmo, que Passos Coelho será a continuação de Sócrates, a continuação das politicas liberais, que por insuficiência de competência, são sempre muito mais fáceis de levar por diante do que as verdadeiras transformações de que o pais realmente necessita. Ainda assim, por ora, saúdo o PSD, por uma boa escolha, Passos Coelho, foi de longe a melhor das hipóteses, terá porém tempos difíceis dado que a julgar pelos semblantes de Rangel e Aguiar Branco no congresso, as navalhas estão embainhadas mas prontas para esfolar qualquer coelho que apareça, tão logo se apresente a oportunidade, uma outra esperança que tenho é de que esta escolha sirva para definitivamente afastar da cena, as personagens nefastas do tempo do cavaquistão, Lopes, Mendes, Meneses e outras criaturas dessa laia, deposito alguma esperança de que isso seja verdade.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
É para ficar confuso, quer nas declarações do congresso quer na entrevista aos sinais de fogacho do escritor, comentador supra sumo da sapiência erudita MST, Passos Coelho, revelou o neo-liberalismo quinta via, versão PSD, inaugurada por Sócrates, depois da terceira via de Blair e do partido e dois sistemas da China. Coelho, opta por privatizar, opta pela fuga Pilatos, ou seja, o Estado lava as mãos destas trapalhadas todas da saúde, da educação e dos transportes, porque inepto e incapaz de colocar tudo nos eixos, mantêm a carga fiscal, se não a aumentar, ficaremos a aguardar, e com o mesmo dinheiro, poderá então continuar a engordar os senhores do sistema, deixando o pobre cidadão entregue aos lobos esfaimados empresariais que esfolarão a seu bel-prazer a massa ignorante do povaréu.
Acho Passos Coelho um tipo capaz, desconfio dele, como desconfio de todos os “apparatchiks”, dos partidos, oriundos das jotas, mas ainda assim, estou disposto a conceder-lhe o beneplácito da dúvida persistente, até porque a sua declaração em relação aos círculos uninominais que me parece muito acertada, vindo ao encontro de uma aspiração pessoal que advogo há muito, será pois uma iniciativa muito bem vinda, pena que não proponha uma ainda maior revisão, que acabe com o despesismo patético deste modelo de Estado, optando por um sistema presidencialista, mais magro, mais em conta para o pais pobre de espírito que somos, no entanto desconfio, porque os barões do PSD, a quem Passos Coelho, deve a sua ascensão, não irão engolir facilmente esta mudança, veremos!
E veremos também, que favores políticos terá Passos Coelho de pagar, será curioso, começar a observar quem aparece atrás a esticar a cabeça, para aparecer no boneco, quando o actual líder aparecer na televisão, para já começou por escolher rapaziada das concelhias que mais o promoveram, começou a pagar em géneros os favores, mas os verdadeiros favores estão ainda ocultos e esses facilitadores estão na sombra, veremos quando chegar o tempo das eleições, confesso-me curioso, também apreensivo se voltar a ver certos fantasmas cavaquistas, se bem que todos sabem que Passos não suporta Cavaco e a recíproca também é verdadeira, daí as recentes declarações do actual líder a elogiar a prestação de Sua Excelência o actual Presidente da Republica,a ver vamos.
Na sequência das loas de presteza, uma espécie de passar a escova para amaciar o pêlo. Não gostei da tentativa de Passos Coelho de descolar Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica do partido a que pertence, até porque, a paupérrima actuação de Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, não conseguiu nunca ocultar a sua identidade politica de social-democrata, o que quer que seja isso da social-democracia. Fico portanto na expectativa, ciente porém que teremos mais do mesmo, que Passos Coelho será a continuação de Sócrates, a continuação das politicas liberais, que por insuficiência de competência, são sempre muito mais fáceis de levar por diante do que as verdadeiras transformações de que o pais realmente necessita. Ainda assim, por ora, saúdo o PSD, por uma boa escolha, Passos Coelho, foi de longe a melhor das hipóteses, terá porém tempos difíceis dado que a julgar pelos semblantes de Rangel e Aguiar Branco no congresso, as navalhas estão embainhadas mas prontas para esfolar qualquer coelho que apareça, tão logo se apresente a oportunidade, uma outra esperança que tenho é de que esta escolha sirva para definitivamente afastar da cena, as personagens nefastas do tempo do cavaquistão, Lopes, Mendes, Meneses e outras criaturas dessa laia, deposito alguma esperança de que isso seja verdade.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, abril 20, 2010
Sempre a meter água!
Neste reino do disparate, em que o absurdo, é real e em que por mais disparatadas e absurdas que pareçam as situações é mais que certo que ainda acontecerá algo pior, os casos e os escândalos, são o dia a dia da malta.
Não que existam mais, que anteriormente, a malta começa a estar mais atenta, e caso estivesse ainda mais atenta e participativa, esta Corja iria toda varrida a tiro, mas como isto por cá, são meia dúzia de homens e o resto carneirada capada, ficamos assim.
O recente caso, dos submarinos, protagonizado por muitos figurões de estado, e outros menos conhecidos ilustra bem a qualidade dos políticos travestidos em governantes, que vamos tendo por cá, na altura do pomposo anúncio da compra dos submarinos, não deixei de criticar vivamente a decisão, afinal, e não estranho, a coisa foi ainda pior.
Portas, esteve para a defesa como uma sela está para os costados de um toiro bravo, ou seja, não assenta, quem escolheu Portas para ser ministro da Defesa e dos Assuntos do Mar, ainda hoje me rio com a cara que o outro fez quando soube que era ministro do mar, dizia eu, que quem escolheu Portas para ministro da defesa, deve com toda a certeza sofrer de uma destas doenças, estupidez, burrice ou miopia, pessoalmente acredito que seja a última a hipótese mais correcta.
O senhor que era primeiro-ministro da altura, que interrompeu essas funções para ser mordomo da cimeira dos Açores, onde serviu uns excelentes cafés, tendo depois fugido para a Europa, para ocupar novamente um cargo do tipo mordomo, esse senhor, quer-me parecer que não mediu bem as consequências de colocar Portas na pasta da Defesa, por o não ter feito, temos hoje como dado concreto que o consulado de Portas foi um nunca mais acabar de patadas na poça, terminando com as sessenta e tal mil fotocópias pagas como meu dinheiro que levou para casa. Dificilmente alguém tem um percurso, mais enfastiante, ruinoso e completamente débil, como este Portas submarinista teve, no ministério da Defesa.
Prova de tudo isto que acabo de afirmar é esta negociata dos submarinos, que continuo a afirmar não nos fazerem falta absolutamente nenhuma, nem em termos estratégicos, nem noutros quaisquer termos que nos queiram fazer engolir, apesar de diversos ditos “especialistas” na matéria, eminências ligadas ao meio marítimo militar terem feito uma grande campanha a favor de tais sistemas de armas. O que fica provado mais uma vez é que os decisores políticos, neste caso ministro da pasta e primeiro-ministro da altura, não percebendo patavina do assunto, embarcaram na viagem, acolitados por assessores e assessores dos assessores, que ao que parece estavam era interessados em defender as algibeiras fundas das assessorias e pouco mais.
Este episódio é revelador de duas coisas, a primeira é a falta de qualidade técnica de quem nos governa, a segunda é a completa desorientação que preside às opções estratégicas destas governos que nos calham em sorte, e quanto a isso estamos conversados.
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
Não que existam mais, que anteriormente, a malta começa a estar mais atenta, e caso estivesse ainda mais atenta e participativa, esta Corja iria toda varrida a tiro, mas como isto por cá, são meia dúzia de homens e o resto carneirada capada, ficamos assim.
O recente caso, dos submarinos, protagonizado por muitos figurões de estado, e outros menos conhecidos ilustra bem a qualidade dos políticos travestidos em governantes, que vamos tendo por cá, na altura do pomposo anúncio da compra dos submarinos, não deixei de criticar vivamente a decisão, afinal, e não estranho, a coisa foi ainda pior.
Portas, esteve para a defesa como uma sela está para os costados de um toiro bravo, ou seja, não assenta, quem escolheu Portas para ser ministro da Defesa e dos Assuntos do Mar, ainda hoje me rio com a cara que o outro fez quando soube que era ministro do mar, dizia eu, que quem escolheu Portas para ministro da defesa, deve com toda a certeza sofrer de uma destas doenças, estupidez, burrice ou miopia, pessoalmente acredito que seja a última a hipótese mais correcta.
O senhor que era primeiro-ministro da altura, que interrompeu essas funções para ser mordomo da cimeira dos Açores, onde serviu uns excelentes cafés, tendo depois fugido para a Europa, para ocupar novamente um cargo do tipo mordomo, esse senhor, quer-me parecer que não mediu bem as consequências de colocar Portas na pasta da Defesa, por o não ter feito, temos hoje como dado concreto que o consulado de Portas foi um nunca mais acabar de patadas na poça, terminando com as sessenta e tal mil fotocópias pagas como meu dinheiro que levou para casa. Dificilmente alguém tem um percurso, mais enfastiante, ruinoso e completamente débil, como este Portas submarinista teve, no ministério da Defesa.
Prova de tudo isto que acabo de afirmar é esta negociata dos submarinos, que continuo a afirmar não nos fazerem falta absolutamente nenhuma, nem em termos estratégicos, nem noutros quaisquer termos que nos queiram fazer engolir, apesar de diversos ditos “especialistas” na matéria, eminências ligadas ao meio marítimo militar terem feito uma grande campanha a favor de tais sistemas de armas. O que fica provado mais uma vez é que os decisores políticos, neste caso ministro da pasta e primeiro-ministro da altura, não percebendo patavina do assunto, embarcaram na viagem, acolitados por assessores e assessores dos assessores, que ao que parece estavam era interessados em defender as algibeiras fundas das assessorias e pouco mais.
Este episódio é revelador de duas coisas, a primeira é a falta de qualidade técnica de quem nos governa, a segunda é a completa desorientação que preside às opções estratégicas destas governos que nos calham em sorte, e quanto a isso estamos conversados.
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, abril 19, 2010
Santa Hipocrisia
Dom Bertone, uma espécie de ministro de estado do Vaticano, afirmou num encontro de rapaziada da laia dele, que segundo profissionais clínicos consultados pelo Vaticano, não existe uma relação entre a pedofilia e o celibato e que por outro lado existe uma relação entre a pedofilia e a homossexualidade.
Esta declaração, a juntar a toda a vergonhosa actuação da Santa Madre Igreja, no caso das revelações de padres abusadores, é para ser simpático completamente absurda, senão mesmo estúpida, cretina e completamente imbecil.
O Vaticano, diz-se perseguido, acredito que o seja, essencialmente por causa dos muitos imbecis que lá tem dentro, que são a verdadeira causa da perseguição. O Vaticano, prega até à exaustão a sua imagem de santidade, que não existe, nunca existiu e jamais existirá, dado que é apenas uma, mais uma, instituição dos Homens, essa negação da humanidade, é-me difícil de compreender e teria muito mais a ganhar, o Vaticano, caso ao invés de negar, assumisse a humanidade dos seus propósitos e da sua existência, ao serviço de Deus, pois claro, mas pelo Homem e para o Homem.
Sua Santidade, é uma personagem curiosa, de cardeal sombra do anterior Papa, até à cadeira de Pedro, foi um longo percurso de rabos-de-palha, deixados enquanto agia em funções de homem político da Igreja, um verdadeiro Kissinger do Vaticano, com tudo o que de bom e de mau essa analogia possa ter, confesso que a sua escolha me surpreendeu, apesar de ser um continuador, talvez ainda mais zelota, das politicas do anterior Papa, o seu conservadorismo exacerbado, parece cada vez mais deslocado deste Mundo do século XXI, e bem mais próximo dos talibãs integristas dessa outra desgraça mundial chamada Islão.
Dom Bertone, teria feito um excelente serviço à sua religião, ao mundo e principalmente às crianças vitimas destes abusos, se condenasse os abusos, se revelasse medidas concretas que o Vaticano esteja a tomar para prevenir, sancionar e agir judicialmente contra os criminosos que tem no seu seio, ao invés de inventar patranhas e encontrar bodes expiatórios, até porque a suas declarações são um tiro no pé, significam que a sua instituição, apesar de tão santa e de tantos crivos, que diz possuir para aferir da qualidade dos seus sacerdotes, é ao invés um antro de refúgio de homossexuais tarados, os quais a própria instituição, condena, discrimina e persegue, mas inexplicavelmente protege, numa atitude plena de hipocrisia, para o Vaticano os homossexuais são maus, excepto os que sejam pedófilos e padres.
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
Esta declaração, a juntar a toda a vergonhosa actuação da Santa Madre Igreja, no caso das revelações de padres abusadores, é para ser simpático completamente absurda, senão mesmo estúpida, cretina e completamente imbecil.
O Vaticano, diz-se perseguido, acredito que o seja, essencialmente por causa dos muitos imbecis que lá tem dentro, que são a verdadeira causa da perseguição. O Vaticano, prega até à exaustão a sua imagem de santidade, que não existe, nunca existiu e jamais existirá, dado que é apenas uma, mais uma, instituição dos Homens, essa negação da humanidade, é-me difícil de compreender e teria muito mais a ganhar, o Vaticano, caso ao invés de negar, assumisse a humanidade dos seus propósitos e da sua existência, ao serviço de Deus, pois claro, mas pelo Homem e para o Homem.
Sua Santidade, é uma personagem curiosa, de cardeal sombra do anterior Papa, até à cadeira de Pedro, foi um longo percurso de rabos-de-palha, deixados enquanto agia em funções de homem político da Igreja, um verdadeiro Kissinger do Vaticano, com tudo o que de bom e de mau essa analogia possa ter, confesso que a sua escolha me surpreendeu, apesar de ser um continuador, talvez ainda mais zelota, das politicas do anterior Papa, o seu conservadorismo exacerbado, parece cada vez mais deslocado deste Mundo do século XXI, e bem mais próximo dos talibãs integristas dessa outra desgraça mundial chamada Islão.
Dom Bertone, teria feito um excelente serviço à sua religião, ao mundo e principalmente às crianças vitimas destes abusos, se condenasse os abusos, se revelasse medidas concretas que o Vaticano esteja a tomar para prevenir, sancionar e agir judicialmente contra os criminosos que tem no seu seio, ao invés de inventar patranhas e encontrar bodes expiatórios, até porque a suas declarações são um tiro no pé, significam que a sua instituição, apesar de tão santa e de tantos crivos, que diz possuir para aferir da qualidade dos seus sacerdotes, é ao invés um antro de refúgio de homossexuais tarados, os quais a própria instituição, condena, discrimina e persegue, mas inexplicavelmente protege, numa atitude plena de hipocrisia, para o Vaticano os homossexuais são maus, excepto os que sejam pedófilos e padres.
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, abril 15, 2010
Workshop - Ciberbullying
quinta-feira, abril 08, 2010
Bullying em Mirandela - O inquérito da Inspecção de Educação
Fiquei estupefacto, o pouco crédito que tinha pelo Ministério da Educação, esvaiu-se num torvelinho de sensações das quais as mais confessáveis serão a incredulidade e a desconfiança. Segundo parece o inquérito conduzido pela Inspecção-Geral da Educação, sobre a trágica ocorrência em Mirandela, não considera válida a existência de Bullying, e isenta de culpas toda a gente com a Escola à cabeça.
Por força da decência, não comentarei, porque o que me apetece é chamar-lhes todos os nomes feios que conheço, e olhem que conheço muitos. Opto apenas por dizer que gostaria de saber se quem fez o inquérito em tempo recorde, tem qualificações certas para o fazer, e que as conclusões do mesmo são um atentado à inteligência de qualquer ser humano medianamente dotado de intelecto.
Como já é norma neste paraíso de incompetentes e inúteis, a culpa morreu solteira, a morte de uma criança fica assim, impune. É vergonhoso, é lamentavelmente vergonhoso, tão vergonhoso, que me faz mais uma fez ter nojo desta terra e desta gente!
Pode ler a notícia aqui!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Por força da decência, não comentarei, porque o que me apetece é chamar-lhes todos os nomes feios que conheço, e olhem que conheço muitos. Opto apenas por dizer que gostaria de saber se quem fez o inquérito em tempo recorde, tem qualificações certas para o fazer, e que as conclusões do mesmo são um atentado à inteligência de qualquer ser humano medianamente dotado de intelecto.
Como já é norma neste paraíso de incompetentes e inúteis, a culpa morreu solteira, a morte de uma criança fica assim, impune. É vergonhoso, é lamentavelmente vergonhoso, tão vergonhoso, que me faz mais uma fez ter nojo desta terra e desta gente!
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Barão da Tróia
segunda-feira, abril 05, 2010
Mais uma de Sua Santidade
Sua Santidade resolveu-se pela atitude mais fácil, ignorar. Já é triste que as situações aconteçam, mais triste é ainda quando os responsáveis pelas instituições resolvem pura e simplesmente ignorar que elas acontecem, pior ainda é ocultar, mentir e fazer de conta que não existe. Essa foi a atitude da Santa Madre Igreja, na pessoa do seu chefe de estado, no que concerne à pedofilia, aberração que, como seres humanos que são, também os reverendíssimos padres se vêem incluídos.
Já vem de longe esta ligação, continuo a aconselhar a leitura do excelente livro “Manhã Submersa”, publicado em 1953, fruto da fina pena, desse nome maior das letras lusas Vergílio Ferreira e adaptado ao cinema em, salvo erro 1980 por Lauro António. Aí podemos encontrar, indícios do que se passaria por essas escolas de padres sátiros.
Comparar-se a Cristo, é infame, é despropositado, preferir a defesa dos cobardes, reagindo pela fuga para frente ao invés de realmente assumir o problema e ataca-lo, é para ser simpático uma atitude muito estúpida. Faz-me realmente confusão, que esta Igreja, que se diz católica, cristã, tão cheia de predicados de bondade de protecção aos fracos e por aí adiante, seja na realidade igual a todo o resto, um antro de hipocrisia e mentira.
Tentar fazer crer ao mundo que isto é apenas um ataque, dos inimigos da Igreja, é torpe e revela por si só a inutilidade dessa instituição e dos seus dogmas nefastos, crer que nada se pode fazer e desviar as atenções, quando revelando a verdadeira dimensão da hipocrisia os serviços jurídicos pontifícios tentam obter a equiparação do Papa a chefe de estado para prevenir eventuais processos judiciais, é bem sintomático de que o discurso é um e as atitudes são outras. Ficaria bem que o Vaticano assumisse o problema sem pejo, atacasse e erradicasse do seu seio as muitas ovelhas ranhosas que por lá se escondem debaixo das sotainas e paramentos, preferiu sua Santidade a atitude infeliz de olhar para o outro lado, atirando areia para os olhos dos otários que ainda lhe justificam a existência. É uma atitude vergonhosa, miseravelmente vergonhosa, mas que assenta como uma boa luva de peliça na mão maculada de opróbrio e inepta dessa instituição, que se diz diferente. A Igreja tem dificuldade em aceitar a sua própria humanidade, nunca percebi porquê.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Já vem de longe esta ligação, continuo a aconselhar a leitura do excelente livro “Manhã Submersa”, publicado em 1953, fruto da fina pena, desse nome maior das letras lusas Vergílio Ferreira e adaptado ao cinema em, salvo erro 1980 por Lauro António. Aí podemos encontrar, indícios do que se passaria por essas escolas de padres sátiros.
Comparar-se a Cristo, é infame, é despropositado, preferir a defesa dos cobardes, reagindo pela fuga para frente ao invés de realmente assumir o problema e ataca-lo, é para ser simpático uma atitude muito estúpida. Faz-me realmente confusão, que esta Igreja, que se diz católica, cristã, tão cheia de predicados de bondade de protecção aos fracos e por aí adiante, seja na realidade igual a todo o resto, um antro de hipocrisia e mentira.
Tentar fazer crer ao mundo que isto é apenas um ataque, dos inimigos da Igreja, é torpe e revela por si só a inutilidade dessa instituição e dos seus dogmas nefastos, crer que nada se pode fazer e desviar as atenções, quando revelando a verdadeira dimensão da hipocrisia os serviços jurídicos pontifícios tentam obter a equiparação do Papa a chefe de estado para prevenir eventuais processos judiciais, é bem sintomático de que o discurso é um e as atitudes são outras. Ficaria bem que o Vaticano assumisse o problema sem pejo, atacasse e erradicasse do seu seio as muitas ovelhas ranhosas que por lá se escondem debaixo das sotainas e paramentos, preferiu sua Santidade a atitude infeliz de olhar para o outro lado, atirando areia para os olhos dos otários que ainda lhe justificam a existência. É uma atitude vergonhosa, miseravelmente vergonhosa, mas que assenta como uma boa luva de peliça na mão maculada de opróbrio e inepta dessa instituição, que se diz diferente. A Igreja tem dificuldade em aceitar a sua própria humanidade, nunca percebi porquê.
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Barão da Tróia
quarta-feira, março 31, 2010
Criminalizar o Bullying
A ministra da Educação revelou ontem que pretende apresentar uma proposta, seguindo a indicação do Procurador-geral da Republica, para que o bullying seja criminalizado, ao que parece o colega de gabinete que detém actualmente a pasta da Justiça, acolheu favoravelmente essa proposta, veremos no que isso vai dar.
No entanto a proposta de criminalização, levanta-me algumas dúvidas. Sendo a primeira muito simples, a senhora Ministra pretende criminalizar o quê? As agressões constantes do bullying, o terror e coação psicológica do cyberbullying, o assédio sexual, moral e laboral nas empresas e instituições estatais, de adultos contra adultos, ou só o bullying escolar? Fico na dúvida.
Ao criminalizar, vai impor penas? A quem? Aos agressores, à escola por falta de iniciativa, à família, aos que passivamente assistiram sem intervir, aos que incentivaram, às associações de pais que andam a dormir na forma, às comissões de protecção de menores que nunca sabem de nada? Que tipo de penas? Está contemplada a criação de gabinetes multidisciplinares de apoio com psicólogos, psiquiatras, terapeutas, mediadores de conflitos e polícias que intervenham junto dos agressores, das vítimas, das famílias e dos participantes activos e ou passivos? Está prevista legislação específica para o bullying e principalmente para o ciberbullying que é bastante pior que o bullying? Está previsto e consubstanciado apoio legal a vítimas e a agressores? Estão previstas linhas de alerta na PSP, na GNR e na Judiciária com gabinetes de polícias com formação para gerir este tipo de ocorrências, bem como legislação e meios informáticos adequados para investigar as situações? Nas escolas será dada formação aos professores para lidarem com esta problemática, está prevista a criação de grupos de trabalho nas escolas para coordenar estas ocorrências?
Este anúncio poderá ao incauto cidadão, parecer uma boa medida, a mim, ligeiramente mais avisado, parece-me uma coisa perfeitamente avulsa e sem nexo, são mais as dúvidas que surgem que a segurança que tal medida infunde, até porque um Estado que tem sido incapaz de lidar com a crescente criminalidade juvenil, onde criminosos de 13, 14 anos infundem o terror a comunidades inteiras, resguardos pela impunidade legislativa, vem agora fazer-nos crer que vai por mão neste problema. Alias tenho até quase a certeza que esta será mais uma decisão estapafúrdia dimanada dos sapientíssimos e iluminados cérebros que parece nos governam, não querendo usurpar o álvara bambo de alguma abelha maia futurologista, atrevo-me a dizer que vem aí mais uma resma de papelada inútil, que não servirá a ninguém nem para nada, como é apanágio dos nossos ministérios da Educação mais recentes, últimos 30 anos. Tenho portanto, sérias dúvidas, mas ficarei na expectativa.
Leia a notícia aqui!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
No entanto a proposta de criminalização, levanta-me algumas dúvidas. Sendo a primeira muito simples, a senhora Ministra pretende criminalizar o quê? As agressões constantes do bullying, o terror e coação psicológica do cyberbullying, o assédio sexual, moral e laboral nas empresas e instituições estatais, de adultos contra adultos, ou só o bullying escolar? Fico na dúvida.
Ao criminalizar, vai impor penas? A quem? Aos agressores, à escola por falta de iniciativa, à família, aos que passivamente assistiram sem intervir, aos que incentivaram, às associações de pais que andam a dormir na forma, às comissões de protecção de menores que nunca sabem de nada? Que tipo de penas? Está contemplada a criação de gabinetes multidisciplinares de apoio com psicólogos, psiquiatras, terapeutas, mediadores de conflitos e polícias que intervenham junto dos agressores, das vítimas, das famílias e dos participantes activos e ou passivos? Está prevista legislação específica para o bullying e principalmente para o ciberbullying que é bastante pior que o bullying? Está previsto e consubstanciado apoio legal a vítimas e a agressores? Estão previstas linhas de alerta na PSP, na GNR e na Judiciária com gabinetes de polícias com formação para gerir este tipo de ocorrências, bem como legislação e meios informáticos adequados para investigar as situações? Nas escolas será dada formação aos professores para lidarem com esta problemática, está prevista a criação de grupos de trabalho nas escolas para coordenar estas ocorrências?
Este anúncio poderá ao incauto cidadão, parecer uma boa medida, a mim, ligeiramente mais avisado, parece-me uma coisa perfeitamente avulsa e sem nexo, são mais as dúvidas que surgem que a segurança que tal medida infunde, até porque um Estado que tem sido incapaz de lidar com a crescente criminalidade juvenil, onde criminosos de 13, 14 anos infundem o terror a comunidades inteiras, resguardos pela impunidade legislativa, vem agora fazer-nos crer que vai por mão neste problema. Alias tenho até quase a certeza que esta será mais uma decisão estapafúrdia dimanada dos sapientíssimos e iluminados cérebros que parece nos governam, não querendo usurpar o álvara bambo de alguma abelha maia futurologista, atrevo-me a dizer que vem aí mais uma resma de papelada inútil, que não servirá a ninguém nem para nada, como é apanágio dos nossos ministérios da Educação mais recentes, últimos 30 anos. Tenho portanto, sérias dúvidas, mas ficarei na expectativa.
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Barão da Tróia
segunda-feira, março 29, 2010
Contos de Tontos!
Um recente estudo diz que 23% dos habitantes cá do burgo, sofrem de algum tipo de perturbações mentais! É interessante o resultado. Mas era realmente necessário um estudo? Claro a malta precisa sempre da santificação dos resultados científicos, para assumir a realidade que está à vista de todos, e a realidade é simples. Somos um país de gente tonta!
Somos um país de indigentes mentais, onde as situações rocambolescas servem para constatação empírica daquilo que o estudo científico agora confirma. Este país é kaffkiano, basta para tanto ver as coisas que podem acontecer ao pobre cidadão, quando contacta com as diversas instituições da administração pública, desde a situação mais hilariante até a ocorrências graves que, infelizmente, acarretam nefastas consequências para os pobres diabos, que são obrigados a ter de privar com semelhante alucinação.
Alias a perturbação mental, está visível por todo o lado, neste país. Entre as aberrações construtivas das obras públicas, aos gastos faraónicos em que se pagam coisas duas vezes sem que nunca sejam utilizadas, passando pelas aberrações, nas estradas, nas leis e na burocracia imbecil, própria de incapazes intelectuais, este país, está eivado, de tontices e parvoíces várias.
Dizer que Portugal é um país de tontos pode parecer excessivo, no entanto o que me causa mais espanto é o número divulgado pelo estudo, esse número quer-me parecer que peca por defeito, os tontos deste país são muito mais que 23%.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Somos um país de indigentes mentais, onde as situações rocambolescas servem para constatação empírica daquilo que o estudo científico agora confirma. Este país é kaffkiano, basta para tanto ver as coisas que podem acontecer ao pobre cidadão, quando contacta com as diversas instituições da administração pública, desde a situação mais hilariante até a ocorrências graves que, infelizmente, acarretam nefastas consequências para os pobres diabos, que são obrigados a ter de privar com semelhante alucinação.
Alias a perturbação mental, está visível por todo o lado, neste país. Entre as aberrações construtivas das obras públicas, aos gastos faraónicos em que se pagam coisas duas vezes sem que nunca sejam utilizadas, passando pelas aberrações, nas estradas, nas leis e na burocracia imbecil, própria de incapazes intelectuais, este país, está eivado, de tontices e parvoíces várias.
Dizer que Portugal é um país de tontos pode parecer excessivo, no entanto o que me causa mais espanto é o número divulgado pelo estudo, esse número quer-me parecer que peca por defeito, os tontos deste país são muito mais que 23%.
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Barão da Tróia
sexta-feira, março 26, 2010
Limpar Portugal
No mesmo dia em que cem mil ou mais cidadãos se deram ao trabalho de andar a limpar a trampa que os restantes nove milhões de cavalgaduras fazem, nesse mesmo dia a cinco metros da minha porta este era o estado dos contentores do lixo.
A iniciativa, por muito meritória que seja, Limpar Portugal, não consegue equiparar-se em termos de adesão à iniciativa diária do Vamos Lixar Portugal!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, março 25, 2010
Nem a Propósito do Relatório de Segurança Interna
O senhor Ministro da Administração Interna, veio trazer novas da criminalidade em lusas terras, boas novas traz este arauto, a criminalidade em Portugal desceu, diz o senhor Ministro, pessoa que tenho em estima, pois parece-me ser alguém que percebe do assunto, apesar de lhe faltar alguma capacidade interventora, revelou que; «”a criminalidade participada diminuiu 1,2 por cento em 2009 face aos números do ano anterior, em que houve um aumento de 10,8%. Para a inflexão da tendência que vinha a verificar-se nos últimos anos muito contribuíram as diminuições registadas nos roubos a bancos (menos 13,9%), postos de combustíveis (menos 28,5%), ofensas graves à integridade física (menos 5%), roubos por esticão (menos 6,5%), homicídios (menos 0,6%), furtos em residências (menos 12,2%), furtos de veículos motorizados (menos 10,8%) e carjacking (menos 30%) ", ainda de acordo com os dados do relatório, a "criminalidade violenta e grave diminuiu 0,6%, continuando a ser uma percentagem baixa (5,8%) em relação à totalidade dos crimes".»
Ou seja neste momento em Portugal, praticamente não há crime! Que excelente novidade, no entanto para chatear, apenas para isso, esta madrugada, uns rapazes brincalhões, pegaram numa rebarbadora e assaltaram todas as cabines telefónicas que conseguiram entre Salvaterra de Magos e Almeirim, mas claro que o crime diminuiu, talvez os mesmos meliantes sentindo o ratito a roer, após tanto labor, resolveram também assaltar o quiosque, situado perto da Biblioteca de Almeirim, ressalve-se que este quiosque é vítima de assalto pela enésima vez, alias é tão vulgar que a pessoa que o explora já está habituado e resignado.
Como disse o senhor ministro, a criminalidade participada diminuiu, claro que diminuiu, quem é que no seu perfeito juízo se dá ao trabalho de ir perder tempo para uma esquadra ou posto de agentes da Autoridade, para ir fazer queixa de um crime sabendo de antemão, que nada será feito, que ainda que prendam os bandalhos, nada lhes acontecerá, ficando a vítima a arcar com todos aos prejuízos, se accionar o seguro, leva outra machada e se prosseguir com a queixa tem ainda de pagar, sempre correndo o risco de levar um enxerto de porrada dos bandalhos, que às vítimas ninguém, mas mesmo ninguém protege. Não será então de estranhar que a criminalidade participada tenha diminuído. Isso é apenas sinónimo da resignação de quem trabalha, que vê diariamente os seus parcos haveres esburgados pelos amigos do alheio, alguns dos quais compram as ferramentas de trabalho, armas, pés-de-cabra, rebarbadoras, com o dinheirinho que recebem dos subsídios que o nosso dinheiro lhes proporciona. E querem que eu acredite nisto! Pegando mais uma vez na canção do outro “…deixa-me rir…”
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Ou seja neste momento em Portugal, praticamente não há crime! Que excelente novidade, no entanto para chatear, apenas para isso, esta madrugada, uns rapazes brincalhões, pegaram numa rebarbadora e assaltaram todas as cabines telefónicas que conseguiram entre Salvaterra de Magos e Almeirim, mas claro que o crime diminuiu, talvez os mesmos meliantes sentindo o ratito a roer, após tanto labor, resolveram também assaltar o quiosque, situado perto da Biblioteca de Almeirim, ressalve-se que este quiosque é vítima de assalto pela enésima vez, alias é tão vulgar que a pessoa que o explora já está habituado e resignado.
Como disse o senhor ministro, a criminalidade participada diminuiu, claro que diminuiu, quem é que no seu perfeito juízo se dá ao trabalho de ir perder tempo para uma esquadra ou posto de agentes da Autoridade, para ir fazer queixa de um crime sabendo de antemão, que nada será feito, que ainda que prendam os bandalhos, nada lhes acontecerá, ficando a vítima a arcar com todos aos prejuízos, se accionar o seguro, leva outra machada e se prosseguir com a queixa tem ainda de pagar, sempre correndo o risco de levar um enxerto de porrada dos bandalhos, que às vítimas ninguém, mas mesmo ninguém protege. Não será então de estranhar que a criminalidade participada tenha diminuído. Isso é apenas sinónimo da resignação de quem trabalha, que vê diariamente os seus parcos haveres esburgados pelos amigos do alheio, alguns dos quais compram as ferramentas de trabalho, armas, pés-de-cabra, rebarbadoras, com o dinheirinho que recebem dos subsídios que o nosso dinheiro lhes proporciona. E querem que eu acredite nisto! Pegando mais uma vez na canção do outro “…deixa-me rir…”
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, março 24, 2010
Demos Kracia
Os Gregos, esses malandretes lúbricos, enfeitiçados pelos deuses, que nos legaram, tantas e tão boas memórias, inventaram também uma coisa que chamaram Demos Kracia, que como facilmente se adivinha deu em Democracia, que supostamente significará o governo do povo. E sobre esse facto é interessante analisar o conceito que da Democracia, tal como era entendida na época, de um dos seus maiores, Aristóteles na sua obra de título “Politica”
«A verdadeira base da democracia é a liberdade […] Os cidadãos dirigem ou obedecem […] O povo é soberano. O que ele decidir é considerado justo porque todos os cidadãos têm os mesmos direitos. Nas democracias, os pobres são, pois, mais poderosos que os ricos, uma vez que são em maior número e que as suas decisões são soberanas.»
Começando pela primeira frase, nós não somos uma Democracia, é o começo da mentira em que vivemos, este pardieiro é tudo menos uma Democracia, nós não somos livres!
A segunda frase, menos-mal, efectivamente uns poucos mandam, a maioria obedece e só obedece. Em Portugal, porém, o povo não é soberano. O povo é antes, escravizado, vítima de constantes humilhações e maus-tratos, porque na verdade, nem todos temos os mesmos direitos, aliás, uns só têm direitos, a grande maioria só tem deveres, deve a água, deve a luz, deve a casa, deve isto e mais aquilo e tudo o que se lembrem de inventar para que os outros, os que só tem direitos continuem a engordar.
Nesta democracia, os verdadeiros pobres, não mandam nada, sendo objectivo declarado dos vários governos reduzir-nos a todos ao rendimento mínimo e à condição de pobres, nem o número, nos salva, porque como classe somos a mais medíocre e miseravelmente embrutecida além de absolutamente sem coesão.
Que nos resta, então? Acreditar nesta democraciazita que nos dizem existir, onde uns podem tudo e outros não podem nada, onde vivemos no medo sem termos como reagir, sitiados por, taxas, coimas, licenças, impostos e mais alcavalas, que servem apenas para engordar a escumalha prevaricadora, que se passeia em grandes carros, cheia de ostentação, a quem tudo é oferecido de mão beijada. É isto a tal democracia. Então bardamerda o 25 Abril! Abaixo a Democracia!
Há duzentos e vinte e um anos em 5 de Maio de 1789, em França, cansados dos privilégios de uns poucos e da usura despótica imposta à maioria, o povo pegou em armas e cortou o mal pela raiz. Precisaremos da mesma ocorrência, transcorridos todos estes anos? Não sei sinceramente responder! Sei que vivo numa mentira, este não é um estado de Direito, este não é um país democrático. Vivemos antes sob diversas ditaduras, que concorrem para a anarquia em que quase tudo soçobra.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
«A verdadeira base da democracia é a liberdade […] Os cidadãos dirigem ou obedecem […] O povo é soberano. O que ele decidir é considerado justo porque todos os cidadãos têm os mesmos direitos. Nas democracias, os pobres são, pois, mais poderosos que os ricos, uma vez que são em maior número e que as suas decisões são soberanas.»
Começando pela primeira frase, nós não somos uma Democracia, é o começo da mentira em que vivemos, este pardieiro é tudo menos uma Democracia, nós não somos livres!
A segunda frase, menos-mal, efectivamente uns poucos mandam, a maioria obedece e só obedece. Em Portugal, porém, o povo não é soberano. O povo é antes, escravizado, vítima de constantes humilhações e maus-tratos, porque na verdade, nem todos temos os mesmos direitos, aliás, uns só têm direitos, a grande maioria só tem deveres, deve a água, deve a luz, deve a casa, deve isto e mais aquilo e tudo o que se lembrem de inventar para que os outros, os que só tem direitos continuem a engordar.
Nesta democracia, os verdadeiros pobres, não mandam nada, sendo objectivo declarado dos vários governos reduzir-nos a todos ao rendimento mínimo e à condição de pobres, nem o número, nos salva, porque como classe somos a mais medíocre e miseravelmente embrutecida além de absolutamente sem coesão.
Que nos resta, então? Acreditar nesta democraciazita que nos dizem existir, onde uns podem tudo e outros não podem nada, onde vivemos no medo sem termos como reagir, sitiados por, taxas, coimas, licenças, impostos e mais alcavalas, que servem apenas para engordar a escumalha prevaricadora, que se passeia em grandes carros, cheia de ostentação, a quem tudo é oferecido de mão beijada. É isto a tal democracia. Então bardamerda o 25 Abril! Abaixo a Democracia!
Há duzentos e vinte e um anos em 5 de Maio de 1789, em França, cansados dos privilégios de uns poucos e da usura despótica imposta à maioria, o povo pegou em armas e cortou o mal pela raiz. Precisaremos da mesma ocorrência, transcorridos todos estes anos? Não sei sinceramente responder! Sei que vivo numa mentira, este não é um estado de Direito, este não é um país democrático. Vivemos antes sob diversas ditaduras, que concorrem para a anarquia em que quase tudo soçobra.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, março 22, 2010
No Reino do Faz-de-conta que faz!
E novas de Portugal? – Pediu El’Rei. Que não há disse o arauto, escudando-se atrás do antigo pergaminho que declarava isento de culpas o portador das mensagens, ainda que fossem as mesmas de muito mau tragar. Como não há, redarguiu o Rei, cansado, como era possível não haver novas do reino do faz de conta.
- Bem Majestade – disse o arauto, a medo – o relato que trago diz assim!
Os governos desgovernam!
Os Juízes, julgam pouco, mal e a desoras!
Os médicos, medicam que se fartam!
Os trabalhadores mandriam!
Os polícias, é saber onde andam!
Os professores, ensinam?
Os alunos pouco aprendem!
- E continua o relato desta guisa:
Por outro lado,
Os ladrões roubam.
Os vigaristas vigarizam.
Os assassinos matam.
Os bandalhos são livres.
Os bandoleiros estão activos.
Os caloteiros não pagam.
- E o povo – pergunta El-Rei – já enfadado.
- Esse – diz o arauto – sei-o bem, o povo, vegeta, num “dolce fare niente” de opiáceos, entorpecido, por futebolices, beatices e crendices, viaja embarcado na nau Catrineta no longo rio do Deiaxa-andar! As velas rotas, o casco com buracos, a mezena deitada abaixo e o gurupés sem cordame, o timão solto, sem governança, mas placidamente embalados, oram às santinhas milagreiras, gastam os soldos nas velinhas e nos bazares da moda e sem mais aquele fazem de conta que estão a fazer sem nada feito!
- Estranho reino – desse El-Rei – estranha gente, serão destituídos de tutano, não tem espinha nem espinhela que os sustenha, vivem assim vergados, sem nada fazer!
- É mercê de estranhar, vossa majestade, que se afogam em álcoois e fumos mágicos, por isso vivem nessa dolência dos pobres de espírito, dando apenas valor a biscates e meios patacos.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
- Bem Majestade – disse o arauto, a medo – o relato que trago diz assim!
Os governos desgovernam!
Os Juízes, julgam pouco, mal e a desoras!
Os médicos, medicam que se fartam!
Os trabalhadores mandriam!
Os polícias, é saber onde andam!
Os professores, ensinam?
Os alunos pouco aprendem!
- E continua o relato desta guisa:
Por outro lado,
Os ladrões roubam.
Os vigaristas vigarizam.
Os assassinos matam.
Os bandalhos são livres.
Os bandoleiros estão activos.
Os caloteiros não pagam.
- E o povo – pergunta El-Rei – já enfadado.
- Esse – diz o arauto – sei-o bem, o povo, vegeta, num “dolce fare niente” de opiáceos, entorpecido, por futebolices, beatices e crendices, viaja embarcado na nau Catrineta no longo rio do Deiaxa-andar! As velas rotas, o casco com buracos, a mezena deitada abaixo e o gurupés sem cordame, o timão solto, sem governança, mas placidamente embalados, oram às santinhas milagreiras, gastam os soldos nas velinhas e nos bazares da moda e sem mais aquele fazem de conta que estão a fazer sem nada feito!
- Estranho reino – desse El-Rei – estranha gente, serão destituídos de tutano, não tem espinha nem espinhela que os sustenha, vivem assim vergados, sem nada fazer!
- É mercê de estranhar, vossa majestade, que se afogam em álcoois e fumos mágicos, por isso vivem nessa dolência dos pobres de espírito, dando apenas valor a biscates e meios patacos.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, março 18, 2010
O Bullying ao inverso!
O professor dos dias de hoje é cada vez mais vítima dos alunos que supostamente deveriam ser os seus melhores amigos, pois essa pessoa disponibiliza horas incontáveis da sua vida a aprender para poder ensinar, os alunos deveriam sentir-se gratos, por receberem essa grande dádiva que é o saber. Utopicamente esta seria uma realidade ideal. Infelizmente com a Corja de imbecis madraços, que hoje frequentam as escolas como alunos, o resultado é o inverso, prova que uma sociedade que não cultiva o conhecimento e que nisso não tem orgulho, é uma sociedade que caminha para o abismo, a quota-parte de burrice não é apenas dos alunos, ele há por aí professores que Deus nos livre, dos auxiliares é melhor nem falar,é dessa grande orgia de cavalidade e burrice crónica, endémica e promovida, que nasce o actual estado de disparate.
Para qualquer bandalheco adolescente a professora e ou o professor, são os seus piores inimigos, são encarados como ameaças à sua liberdade criativa, figuras tenebrosas de um ordálio sem fim que é estudar meia dúzia de porcarias, para tentar ser alguém digno de se poder chamar ser humano, ao invés dos grunhos canhestros e cavernícolas de barrete ao lado e calças a cair pelo traseiro que temos agora. Produtos da modernidade dirão muitos, temos de ter compreensão, temos de saber acompanhar a modernidade.
Os pais, supremo modelo dos fedelhos irritantes, encaram também os professores como inimigos, aqui com uma dupla carga negativa, em primeiro o ódio que tem à classe, ódio esse empolado até ao tutano, por essa classe de indigentes intelectuais que nos serve de governantes, segundo pela mais mesquinha inveja, pelo puro materialismo.
O professor tem estatuto de rico, de pouco fazer, de ter muitos dias de férias e de ser um inútil muito bem pago no dizer de alguma inutilidade televisiva que por aí possa andar.
O pobre professor de música, pessoa já com problemas que ninguém queria ouvir, pôs termo à vida. Acho piada aos papás e aos seus argumentos, como por exemplo, são uma turma de bons alunos, o que não invalida que sejam agressores neste tipo de bullying. Não podemos assacar aos alunos este tipo de culpa! Na totalidade não, devemos responsabiliza-los pela sua quota-parte de culpa, devemos ajuda-los a serem pessoas melhores a não olhar a diferença e os problemas de forma leviana e trocista, devemos em suma educa-los, esse é o papel dos pais, desses mesmo que se demitem dessa função. Citando um excerto do livro “Bullying Guerra na Escola” da Pedagoga argentina Nora Ethel Rodríguez – Se há problemas de disciplina, isto deve-se à perda de autoridade do professor.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Para qualquer bandalheco adolescente a professora e ou o professor, são os seus piores inimigos, são encarados como ameaças à sua liberdade criativa, figuras tenebrosas de um ordálio sem fim que é estudar meia dúzia de porcarias, para tentar ser alguém digno de se poder chamar ser humano, ao invés dos grunhos canhestros e cavernícolas de barrete ao lado e calças a cair pelo traseiro que temos agora. Produtos da modernidade dirão muitos, temos de ter compreensão, temos de saber acompanhar a modernidade.
Os pais, supremo modelo dos fedelhos irritantes, encaram também os professores como inimigos, aqui com uma dupla carga negativa, em primeiro o ódio que tem à classe, ódio esse empolado até ao tutano, por essa classe de indigentes intelectuais que nos serve de governantes, segundo pela mais mesquinha inveja, pelo puro materialismo.
O professor tem estatuto de rico, de pouco fazer, de ter muitos dias de férias e de ser um inútil muito bem pago no dizer de alguma inutilidade televisiva que por aí possa andar.
O pobre professor de música, pessoa já com problemas que ninguém queria ouvir, pôs termo à vida. Acho piada aos papás e aos seus argumentos, como por exemplo, são uma turma de bons alunos, o que não invalida que sejam agressores neste tipo de bullying. Não podemos assacar aos alunos este tipo de culpa! Na totalidade não, devemos responsabiliza-los pela sua quota-parte de culpa, devemos ajuda-los a serem pessoas melhores a não olhar a diferença e os problemas de forma leviana e trocista, devemos em suma educa-los, esse é o papel dos pais, desses mesmo que se demitem dessa função. Citando um excerto do livro “Bullying Guerra na Escola” da Pedagoga argentina Nora Ethel Rodríguez – Se há problemas de disciplina, isto deve-se à perda de autoridade do professor.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, março 17, 2010
José Trocas-te
Não resisti, sei que é uma parolice, mas a gaffe do apresentador não podia ser mais a propósito.
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, março 16, 2010
Auschwitz - Porque é bom ter memória!
Numa época em que memória é coisa que muitos parecem não possuir, deixo-vos com dois livros interessantes, que ajudam a não esquecer o Holocausto. O primeiro é um livro infantil, chama-se "A História de Erika" é editado em Portugal pela editora Kalandraka.
É uma história soberba. Um grande exemplo do amor de uma mãe. Porque importa não esquecer. A sua autora é americana, Ruth Vander Zee de seu nome, o ilustrador, é italiano de seu nome Roberto Innocenti.

A outra proposta é um livro de Banda Desenhada, o tema é o mesmo, o autor é o francês Pascal Croci.Editado em Portugal pela Witloof, que já cessou a actividade. Em excelentes pranchas, vai desfilando o universo estilizado do sofrimento de pessoas, encandeando um horror notro mais moderno, porque o ser humano é capaz das maiores atrocidades em nome de coisas imbecis, como seja a raça, a religião e ou a política.

Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
É uma história soberba. Um grande exemplo do amor de uma mãe. Porque importa não esquecer. A sua autora é americana, Ruth Vander Zee de seu nome, o ilustrador, é italiano de seu nome Roberto Innocenti.

A outra proposta é um livro de Banda Desenhada, o tema é o mesmo, o autor é o francês Pascal Croci.Editado em Portugal pela Witloof, que já cessou a actividade. Em excelentes pranchas, vai desfilando o universo estilizado do sofrimento de pessoas, encandeando um horror notro mais moderno, porque o ser humano é capaz das maiores atrocidades em nome de coisas imbecis, como seja a raça, a religião e ou a política.

Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, março 15, 2010
A Torre das Navalhas
A grande saga do PSD, continua! O realizador da saga “O Senhor dos Anéis”, declarou recentemente que irá realizar uma nova saga em três partes sobre o PSD, os títulos já estão escolhidos, O Senhor das Navalhas, A Torre das Navalhas e o Regresso do Bolo-rei, em entrevista exclusiva a este blogue o autor desvendou um pouco do guião que utilizará para desenvolver os filmes, em primeira-mão ficaremos a conhecer a trama.
A acção situa-se num país fantástico, a Terra de Mérdia povoado de bairros sociais e etnias selvagens, acompanharemos a luta de três companheiros, Aguiar o Branco, Passos o Coelho e Rangel o Metaleiro, os três lutam uns contra os outros para se apoderarem da Torre das Navalhas, onde estão depositadas as navalhas de ouro com que os diversos membros daquele partido navalham as costas uns dos outros em lutas intestinas para acederem à liderança do partido.
Aparecem vários vilões e vários co-adjuvantes que ajudam os heróis a ultrapassar, a pisar e a ridicularizar tudo e todos para acederem ao poleiro. Na categoria dos que ajudam a atrapalhar, encontramos o velho rei, Cavaco o Migalhas, também conhecido por Aníbal Tabu, por causa do perfume que usa, encontramos também o usurpador Sócrates o Pinto, que arrebanhou a governação da Terra Mérdia, a sua governação é tão boa que ele é seguramente um dos melhores argumentos para que um dos três heróis ganhe o trono.
Na categoria dos que atrapalham só de ajudar, encontramos Santana o Menino Guerreiro, o pai da Lei da Rolha, afinal descobre-se que a asfixia democrática que a Fada Manuela, tanto clamava, está dentro do próprio partido, que cada vez mais obscurece as meninges da malta com atitudes fascizóides, disparatadas e completamente fora da realidade, triste é ver a exaltação como os títeres do dito partidelho comemoraram a coisa, mais triste ainda é existir gente que ainda dê ouvidos ao Menino Guerreiro, um verdadeiro mistério que põe à prova a capacidade intelectual de qualquer pessoa dita normal.
Temos assim uma excelente saga, onde a trama da acção passa por andarem todos a tramarem-se uns aos outros, junte-se também a participação de heróis vilões como Marques O Ganda Nóia, Marcelo o Sabão e Meneses o Pedagogo, ficamos com um dos mais completos e ilustrados quadros do miserabilismo político dos últimos duzentos anos, representado num filme cheio de efeitos especiais e paisagens fantásticas, o realizador confidenciou-nos que foi difícil fazer a escolha dos locais para as rodar as cenas em cenários reais, já que Portugal, país em que decorrem as filmagens, tem centenas de excelentes locais, rios e ribeiros cheios de lixo, parques naturais com cimenteiras e construção pelo meio, barragens e açudes a trouxe mouche, lixeiras por todo o lado infestando as pobres florestas que ainda não arderam, grandes praias sem areia.
Arrentela, Cova da Moura, Massamá, Bobadela e outros exemplos de excelente ordenamento territorial, vão ser usados como cenários naturais para rodar as cenas, diz o realizador que rodar no próprio local em que alguns dos protagonistas são os efectivos responsáveis pelo estado miserável da paisagem emprestará ao filme uma visão fantástica da transcendência do ser sobre a matéria, aguardemos então para ver o produto final desta saga que estreará em Portugal lá para Dezembro.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
A acção situa-se num país fantástico, a Terra de Mérdia povoado de bairros sociais e etnias selvagens, acompanharemos a luta de três companheiros, Aguiar o Branco, Passos o Coelho e Rangel o Metaleiro, os três lutam uns contra os outros para se apoderarem da Torre das Navalhas, onde estão depositadas as navalhas de ouro com que os diversos membros daquele partido navalham as costas uns dos outros em lutas intestinas para acederem à liderança do partido.
Aparecem vários vilões e vários co-adjuvantes que ajudam os heróis a ultrapassar, a pisar e a ridicularizar tudo e todos para acederem ao poleiro. Na categoria dos que ajudam a atrapalhar, encontramos o velho rei, Cavaco o Migalhas, também conhecido por Aníbal Tabu, por causa do perfume que usa, encontramos também o usurpador Sócrates o Pinto, que arrebanhou a governação da Terra Mérdia, a sua governação é tão boa que ele é seguramente um dos melhores argumentos para que um dos três heróis ganhe o trono.
Na categoria dos que atrapalham só de ajudar, encontramos Santana o Menino Guerreiro, o pai da Lei da Rolha, afinal descobre-se que a asfixia democrática que a Fada Manuela, tanto clamava, está dentro do próprio partido, que cada vez mais obscurece as meninges da malta com atitudes fascizóides, disparatadas e completamente fora da realidade, triste é ver a exaltação como os títeres do dito partidelho comemoraram a coisa, mais triste ainda é existir gente que ainda dê ouvidos ao Menino Guerreiro, um verdadeiro mistério que põe à prova a capacidade intelectual de qualquer pessoa dita normal.
Temos assim uma excelente saga, onde a trama da acção passa por andarem todos a tramarem-se uns aos outros, junte-se também a participação de heróis vilões como Marques O Ganda Nóia, Marcelo o Sabão e Meneses o Pedagogo, ficamos com um dos mais completos e ilustrados quadros do miserabilismo político dos últimos duzentos anos, representado num filme cheio de efeitos especiais e paisagens fantásticas, o realizador confidenciou-nos que foi difícil fazer a escolha dos locais para as rodar as cenas em cenários reais, já que Portugal, país em que decorrem as filmagens, tem centenas de excelentes locais, rios e ribeiros cheios de lixo, parques naturais com cimenteiras e construção pelo meio, barragens e açudes a trouxe mouche, lixeiras por todo o lado infestando as pobres florestas que ainda não arderam, grandes praias sem areia.
Arrentela, Cova da Moura, Massamá, Bobadela e outros exemplos de excelente ordenamento territorial, vão ser usados como cenários naturais para rodar as cenas, diz o realizador que rodar no próprio local em que alguns dos protagonistas são os efectivos responsáveis pelo estado miserável da paisagem emprestará ao filme uma visão fantástica da transcendência do ser sobre a matéria, aguardemos então para ver o produto final desta saga que estreará em Portugal lá para Dezembro.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, março 12, 2010
Uma Procuradora à procura!
Maria José Morgado foi ouvida naquela coisa parlamentar sobre corrupção, desancar naqueles que todos sabemos serem os maiores culpados do estado miserável deste país, os deputados claro está, mas a meio das declarações, já um deputado armado em prima donna, ofendido com a verdade, pedia um ponto de ordem à mesa, solicitando à Procuradora-geral adjunta, que fosse menos incisiva e contundente nas declarações.
Do pouco que vi, a presença de MJM, foi um fartote de rir, primeiro porque a capacidade intelectual da senhora Procuradora, deixa de queixo à banda se não todos a grande maioria dos deputados daquela infeliz comissão, não estou como é obvio a dizer que os senhores deputados da comissão parlamentar sobre o fenómeno da corrupção sofram de problemas de coeficiente de intelecto, longe de mim proferir tal barbaridade, apenas quero dizer que estão a milhas da proficiência intelectual de MJM, o que tornará complexa a total e real apreensão e assimilação de tudo o que a senhora Procuradora declarou.
Continuei a encher o papinho a rir, com os ares de indignação, surpresa, estupefacção e quiçá inveja, de alguns dos deputados, ares esses que acabam por fundamentar, e bem, uma das principais afirmações de MJM, ao dizer que a culpa deste estado de coisa é do legislador, outra quem é o legislador? Pois, acertaram! Os senhores deputados, são efectivamente a encarnação física dessa figura etérea a que se chama Legislador, o tenebroso culpado oculto, fonte de todos os disparates legais deste país e da teia de burrocracia imbecil, afinal não é nenhum pobre diabo enfiado num gabinete escuso, afinal o legislador é aquela massa crítica de inépcia e pouco arrojo intelectual que enche o parlamento.
Quase morri a rir quando, a senhora procuradora disse que a corrupção em Portugal está fora de controlo! Nisto a imagem mostra o ar espantado de três ou quatro deputados. Estão espantados com o quê? Não sabiam? Vivem em que país? Ah, pois, não podemos esquecer que os senhores deputados parecem viver num mundo próprio, o país deles raramente parece ser coincidente com o nosso. O que parece querer sem dúvida significar, que não servem para o lugar que ocupam, é a mesma coisa que colocar um aguadeiro a dirigir uma filarmónica, esse é o grande drama desta nação, andam há anos a fio os aguadeiros a dirigir a filarmónica, daí que a música que tocam seja desafinada a destempo e sempre a meter água.
Quase a recuperar do tremendo golpe de gargalhadas anterior, eis que um senhor deputado da situação, ilustre representante de uma região autónoma se chateia com a verdade inquestionável proferida por MJM, e numa atitude de dama antiga ofendida, faz um ponto de ordem à mesa, para que o senhor presidente da comissão, refreie o ímpeto e ânimo incisivo da Procuradora. A senhora MJM, apenas disse por duas ou três ocasiões a frase e cito “Se os senhores deputados estão satisfeitos com isso, não é problema meu!” Em alusão ao triste estado em que se encontra este pseudo país.
A frase é tão verdade, que o senhor deputado se sentiu ofendido, porque em Portugal a verdade ofende. Os portugueses parecem não gostar da verdade, fogem dela, inventaram até um dito interessante que diz que há verdades que é melhor não serem ditas, por isso percebo perfeitamente a atitude do senhor deputado, até porque a verdade em Portugal parece ofender sempre quem a atropela, até porque se verdadeiramente houvesse da parte dos deputados alguma intenção em dar combate à corrupção, aquela comissão era perfeitamente desnecessária.
Por fim, fui às lágrimas de tanto rir quando aquele bonacheirão galhofeiro do Vera Jardim, afirmou, perante a comissão, que afiançava à senhora Procuradora, que eles os deputados daquela comissão, por aquilo que ele tinha visto, iriam fazer de tudo para mudar as coisas e dar ao combate à corrupção os meios e os instrumentos que MJM, afirmou faltarem. Confesso que com esta quase verti águas de tanto rir!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Do pouco que vi, a presença de MJM, foi um fartote de rir, primeiro porque a capacidade intelectual da senhora Procuradora, deixa de queixo à banda se não todos a grande maioria dos deputados daquela infeliz comissão, não estou como é obvio a dizer que os senhores deputados da comissão parlamentar sobre o fenómeno da corrupção sofram de problemas de coeficiente de intelecto, longe de mim proferir tal barbaridade, apenas quero dizer que estão a milhas da proficiência intelectual de MJM, o que tornará complexa a total e real apreensão e assimilação de tudo o que a senhora Procuradora declarou.
Continuei a encher o papinho a rir, com os ares de indignação, surpresa, estupefacção e quiçá inveja, de alguns dos deputados, ares esses que acabam por fundamentar, e bem, uma das principais afirmações de MJM, ao dizer que a culpa deste estado de coisa é do legislador, outra quem é o legislador? Pois, acertaram! Os senhores deputados, são efectivamente a encarnação física dessa figura etérea a que se chama Legislador, o tenebroso culpado oculto, fonte de todos os disparates legais deste país e da teia de burrocracia imbecil, afinal não é nenhum pobre diabo enfiado num gabinete escuso, afinal o legislador é aquela massa crítica de inépcia e pouco arrojo intelectual que enche o parlamento.
Quase morri a rir quando, a senhora procuradora disse que a corrupção em Portugal está fora de controlo! Nisto a imagem mostra o ar espantado de três ou quatro deputados. Estão espantados com o quê? Não sabiam? Vivem em que país? Ah, pois, não podemos esquecer que os senhores deputados parecem viver num mundo próprio, o país deles raramente parece ser coincidente com o nosso. O que parece querer sem dúvida significar, que não servem para o lugar que ocupam, é a mesma coisa que colocar um aguadeiro a dirigir uma filarmónica, esse é o grande drama desta nação, andam há anos a fio os aguadeiros a dirigir a filarmónica, daí que a música que tocam seja desafinada a destempo e sempre a meter água.
Quase a recuperar do tremendo golpe de gargalhadas anterior, eis que um senhor deputado da situação, ilustre representante de uma região autónoma se chateia com a verdade inquestionável proferida por MJM, e numa atitude de dama antiga ofendida, faz um ponto de ordem à mesa, para que o senhor presidente da comissão, refreie o ímpeto e ânimo incisivo da Procuradora. A senhora MJM, apenas disse por duas ou três ocasiões a frase e cito “Se os senhores deputados estão satisfeitos com isso, não é problema meu!” Em alusão ao triste estado em que se encontra este pseudo país.
A frase é tão verdade, que o senhor deputado se sentiu ofendido, porque em Portugal a verdade ofende. Os portugueses parecem não gostar da verdade, fogem dela, inventaram até um dito interessante que diz que há verdades que é melhor não serem ditas, por isso percebo perfeitamente a atitude do senhor deputado, até porque a verdade em Portugal parece ofender sempre quem a atropela, até porque se verdadeiramente houvesse da parte dos deputados alguma intenção em dar combate à corrupção, aquela comissão era perfeitamente desnecessária.
Por fim, fui às lágrimas de tanto rir quando aquele bonacheirão galhofeiro do Vera Jardim, afirmou, perante a comissão, que afiançava à senhora Procuradora, que eles os deputados daquela comissão, por aquilo que ele tinha visto, iriam fazer de tudo para mudar as coisas e dar ao combate à corrupção os meios e os instrumentos que MJM, afirmou faltarem. Confesso que com esta quase verti águas de tanto rir!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, março 11, 2010
11 de Março de 1975
Estamos no dia 11 de Março de 1975. Aviões da FAP, sobrevoam Lisboa. O PCP, forçara a mão do General Spínola, e dos sectores da extrema-direita intimamente solidários com o General, que intenta nesse dia de Março de 1975, um golpe de estado que iria inverter o rumo da situação a favor da direita e em detrimento do PCP, que já percebera que o seu peso eleitoral, não chegaria para lhe assegurar uma posição dominante, nas eleições próximas que seriam em Abril desse mesmo, posição essa que seria essencial para catapultar os secretos desígnios do PCP, para transformar Portugal num estado socialista avançado, uma espécie de Cuba da Europa.
Vasco Gonçalves, era então primeiro-ministro do III governo provisório, esse governo, utilizando uma expressão habitual, era um grande saco de gatos, com tendências, dissidências e divergências. Do outro lado da barricada um outro duro, Otelo Saraiva de Carvalho, coloca o COPCON em acção.
Os paraquedistas numa manobra orquestrada por Spínola, que garantira o apoio da sua Base de Tancos como da Base Aérea 3 também em Tancos, assaltam o aeroporto de Lisboa e o RAL 1 – Regimento de Artilharia Ligeira 1. O MFA, apela à mobilização popular, Otelo desdobra-se em contra ofensivas, pela noite de 11 de Março o golpe estava dominado. Tinham existido pilhagens de sedes de partidos de direita, alguns oficiais revoltosos presos, de imediato foram libertados, Spínola estava em Espanha, o prelúdio do Verão Quente de 1975 estava aí, a situação só voltaria aos eixos com Eanes e Jaime Neves e o 25 de Novembro de 1975.
Há quem diga que o poder económico, os mesmos que hoje mandam, tentou usar os militares para tomar o poder, há quem desminta, há quem afirme que era a extrema-direita que queria uma contra revolução, para voltar a colocar Portugal sobre a mordaça do fascismo, há quem diga que o PCP sabia do golpe e que o deixou concretizar para capitalizar o seu resultado nas eleições de Abril, facto que também não consegui, daí para a frente e até ao 25 de Novembro o PCP, vai perdendo as ilusões.
Neste dia houve agitação em Washington, o CV 60 USS Saratoga, é enviado para Portugal fundeando no Tejo, a cobertura legal era dada pela operação NATO Locked Gate-75, ao mesmo tempo a base aérea espanhola de Torrejon entra em prevenção, estado que só abandona por volta de 1980, esta base era operada pela força aérea americana e pertencia ao SAC – Strategic Air Command. Franck Carlucci e Henry Kissinger, lançam alertas sobre o perigo vermelho, a CIA, em especial o seu escritório de Lisboa, está em delírio. Com consciência ou não do perigo de intervenção estrangeira, a esquerda portuguesa, debela o golpe sem forçar demasiado e sem cair na tentação de reagir com um contra-golpe que tomasse o poder e instituísse uma república de cariz soviético.
Há 34 anos, sectores da direita e da extrema-direita reaccionária, intentaram um golpe, mas perderam! Mantiveram-se activos posteriormente, queimando sedes dos partidos de esquerda, perpetrando alguns assassinatos, que ficaram impunes, mercê da muito mais mediática actividade das FP-25.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Vasco Gonçalves, era então primeiro-ministro do III governo provisório, esse governo, utilizando uma expressão habitual, era um grande saco de gatos, com tendências, dissidências e divergências. Do outro lado da barricada um outro duro, Otelo Saraiva de Carvalho, coloca o COPCON em acção.
Os paraquedistas numa manobra orquestrada por Spínola, que garantira o apoio da sua Base de Tancos como da Base Aérea 3 também em Tancos, assaltam o aeroporto de Lisboa e o RAL 1 – Regimento de Artilharia Ligeira 1. O MFA, apela à mobilização popular, Otelo desdobra-se em contra ofensivas, pela noite de 11 de Março o golpe estava dominado. Tinham existido pilhagens de sedes de partidos de direita, alguns oficiais revoltosos presos, de imediato foram libertados, Spínola estava em Espanha, o prelúdio do Verão Quente de 1975 estava aí, a situação só voltaria aos eixos com Eanes e Jaime Neves e o 25 de Novembro de 1975.
Há quem diga que o poder económico, os mesmos que hoje mandam, tentou usar os militares para tomar o poder, há quem desminta, há quem afirme que era a extrema-direita que queria uma contra revolução, para voltar a colocar Portugal sobre a mordaça do fascismo, há quem diga que o PCP sabia do golpe e que o deixou concretizar para capitalizar o seu resultado nas eleições de Abril, facto que também não consegui, daí para a frente e até ao 25 de Novembro o PCP, vai perdendo as ilusões.
Neste dia houve agitação em Washington, o CV 60 USS Saratoga, é enviado para Portugal fundeando no Tejo, a cobertura legal era dada pela operação NATO Locked Gate-75, ao mesmo tempo a base aérea espanhola de Torrejon entra em prevenção, estado que só abandona por volta de 1980, esta base era operada pela força aérea americana e pertencia ao SAC – Strategic Air Command. Franck Carlucci e Henry Kissinger, lançam alertas sobre o perigo vermelho, a CIA, em especial o seu escritório de Lisboa, está em delírio. Com consciência ou não do perigo de intervenção estrangeira, a esquerda portuguesa, debela o golpe sem forçar demasiado e sem cair na tentação de reagir com um contra-golpe que tomasse o poder e instituísse uma república de cariz soviético.
Há 34 anos, sectores da direita e da extrema-direita reaccionária, intentaram um golpe, mas perderam! Mantiveram-se activos posteriormente, queimando sedes dos partidos de esquerda, perpetrando alguns assassinatos, que ficaram impunes, mercê da muito mais mediática actividade das FP-25.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, março 10, 2010
PEC
O Governo apresentou, com a maior das satisfações o Programa de Estabilidade e Crescimento vulgarmente conhecido por PEC ou Plano de Esburgamento Colectivo, pois é disso que se fala, de um grande plano para esburgar, aos mesmos do costume, o dinheiro necessário para continuar a alimentar a Corja de escumalha que viva à conta do orçamento.
Para não variar este governo, vai continuar a massacrar os pobres diabos que já alimentam a Corja. Para não variar os mesmos de sempre vão alimentar o enorme leque de energúmenos incapazes que ocupa os bairros sociais e os condomínios fechados, a elite do estrume e a creme de la merde, é para isso que servimos, nós os cretinos que trabalhamos cada vez mais por cada vez menos, a quem nos pedem ajudas para tudo e mais alguma coisa desde o Haiti até à Associação de Calceteiros Marítimos da Moita do Ribatejo, vocês não sei mas eu estou fartinho até ao tutano desta trampa toda.
Objectivamente este PEC, é mais uma mistificação, uma farsa, que deixa de fora os reais cortes necessários e avoluma o fardo a quem ainda tem trabalho. Um PEC, objectivo aumentaria os escalões do IRS a partir dos 50 mil Euros Anuais, um PEC, objectivo taxaria transacções bancárias, grandes fortunas e o sector bancário em geral que paga tuta-e-meia pelos milhões que embolsa.
Por outro lado um governo verdadeiramente preocupado com a economia proporia uma séria revisão constitucional para mudar este modelo despesista, estafado e anacrónico de governo, um governo preocupado, acabaria com as vergonhosas reformas de muitas figuras responsáveis por este actual regabofe, um governo preocupado poria fim a assessorias, estudos, secretarias e motoristas, um governo preocupado seria criterioso nas compras que faz não esbanjando o dinheiro dos contribuintes em inutilidades como podemos ver aqui, um governo preocupado trataria de orçamentar as obras públicas deforma a evitar derrapagens financeiras processando criminalmente os responsáveis por elas, claro que tudo isto pouparia milhões se estes governos fossem governos de gente competente.
Um governo preocupado, trataria os bons cidadãos deste país com consideração, zelando de facto pela sua felicidade e estabilidade. Como o que temos tido são governos de merda, o estado actual é o que se sabe e este PEC, só vem auxiliar o já miserável estado das coisas, e bem podem os economistas, analistas e por aí afora clamarem a favor ou contra, verdade verdadinha é que estamos cada vez mais na merda, atolados nela até às orelhas, isto é, estamos, os cretinos que trabalham e pagam impostos, porque a escumalha subsídio dependente e os politiqueiros e seus apaniguados continuam como dantes a folgar de barriga cheia.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Para não variar este governo, vai continuar a massacrar os pobres diabos que já alimentam a Corja. Para não variar os mesmos de sempre vão alimentar o enorme leque de energúmenos incapazes que ocupa os bairros sociais e os condomínios fechados, a elite do estrume e a creme de la merde, é para isso que servimos, nós os cretinos que trabalhamos cada vez mais por cada vez menos, a quem nos pedem ajudas para tudo e mais alguma coisa desde o Haiti até à Associação de Calceteiros Marítimos da Moita do Ribatejo, vocês não sei mas eu estou fartinho até ao tutano desta trampa toda.
Objectivamente este PEC, é mais uma mistificação, uma farsa, que deixa de fora os reais cortes necessários e avoluma o fardo a quem ainda tem trabalho. Um PEC, objectivo aumentaria os escalões do IRS a partir dos 50 mil Euros Anuais, um PEC, objectivo taxaria transacções bancárias, grandes fortunas e o sector bancário em geral que paga tuta-e-meia pelos milhões que embolsa.
Por outro lado um governo verdadeiramente preocupado com a economia proporia uma séria revisão constitucional para mudar este modelo despesista, estafado e anacrónico de governo, um governo preocupado, acabaria com as vergonhosas reformas de muitas figuras responsáveis por este actual regabofe, um governo preocupado poria fim a assessorias, estudos, secretarias e motoristas, um governo preocupado seria criterioso nas compras que faz não esbanjando o dinheiro dos contribuintes em inutilidades como podemos ver aqui, um governo preocupado trataria de orçamentar as obras públicas deforma a evitar derrapagens financeiras processando criminalmente os responsáveis por elas, claro que tudo isto pouparia milhões se estes governos fossem governos de gente competente.
Um governo preocupado, trataria os bons cidadãos deste país com consideração, zelando de facto pela sua felicidade e estabilidade. Como o que temos tido são governos de merda, o estado actual é o que se sabe e este PEC, só vem auxiliar o já miserável estado das coisas, e bem podem os economistas, analistas e por aí afora clamarem a favor ou contra, verdade verdadinha é que estamos cada vez mais na merda, atolados nela até às orelhas, isto é, estamos, os cretinos que trabalham e pagam impostos, porque a escumalha subsídio dependente e os politiqueiros e seus apaniguados continuam como dantes a folgar de barriga cheia.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, março 09, 2010
Ainda o Bullying!
O programa Sinais de Fogo de MST, ontem versou em parte sobre a infeliz ocorrência em Mirandela. MST, convidou a Pedopsiquiatra Ana Vasconcelos para falar sobre bullying. Podem ver a entrevista aqui.
Confesso que gostei do discurso coerente de Ana Vasconcelos, apesar de não ter aprofundado o tema, foi relativamente certeira em dissecar o tema. Algumas das suas opiniões são utópicas e revelam concordância com algumas das ditas modernas correntes educativas, que deram neste estado actual de miserabilismo educativo. A tentativa de fazer passar um modelo idílico em que a Lei dita a ordem, é utópico, até porque como a própria declarou, existem uma série de complexas relações sociais e implicações culturais que mesclam e maculam a idealização de uma sociedade assente sobre pilares de Justiça, convenhamos que por cá isso é pura utopia, sabendo nós de antemão que a Justiça em Portugal é uma casa em ruínas.
Ao contrário de Ana Vasconcelos, acredito que o caminho seja o da criminalização e do levantamento da inimputabilidade destes actos de selvajaria, ao menosprezar estes actos, estaremos a concorrer para a produção de futuros rufiões adultos, convém também que se diga que o bullying também faz parte do universo dos adultos. Os métodos para criminalizar e punir estes actos, terão de passar claro está por apoios psiquiátricos e psicológicos em gabinetes estruturados que deveriam há muito funcionar nas escolas, claro que isto também é utópico, tendo em conta a vergonhosa realidade deste país de terceiro mundo, em que vivemos.
A pacificação das escolas jamais ocorrerá sem a pacificação da sociedade, sem que as crianças entendam que o mundo de impunidade em que vivem, tem limites, é inquestionável que vivemos numa sociedade onde a impunidade campeia, e se falarmos então das classes dirigentes, esses parecem completamente acima da Lei, facto que as crianças intuem perfeitamente ao contrário do que se possa pensar. Sem uma sociedade assente em verdadeiros princípios de Justiça, de Ordem e respeito mútuo pela Lei, com sanções efectivas e convenientes sobre os prevaricadores, jamais teremos escolas pacíficas.
Achei piada à tentativa de MST, de mais uma vez crucificar os professores, quando pergunta a Ana Vasconcelos, se estes não deveriam estar atentos a “certos sinais” para identificar os agressores. MST, tem uma qualquer malapata com os professores, um fetiche, um ressabiamento ou outra qualquer questão mal resolvida. Respondeu em conformidade a pedopsiquiatra, declarando que é difícil identificar esses sinais, para além de ser difícil, convirá dizer que os professores, não são psicólogos nem psiquiatras, se bem que, as mais das vezes também o tenham de ser. Também não concordo muito com o espartilhar do Bullying, de acordo com uma faixa etária, que segundo Ana Vasconcelos citando estudos elaborados em Itália situa, a partir dos 10 anos. Conheço alguns casos, apesar de poucos, em que determinadas situações, na Pré-primária, podem ser indícios de futuras situações de bullying, mas quem sou eu, para questionar!
Em suma, agradou-me a entrevista de Ana Vasconcelos, sem rodeios, descomplicada, falou acerca do tema, assertivamente e com dados concretos, falou simples num discurso perfeitamente perceptível. Esperemos todos que de uma vez por todas esta temática entre na cabeça dos governantes, mas a julgar pelas declarações da senhora ministra desta espécie de Educação, que temos por cá, creio bem que tudo isto vá cair em saco roto, pelo menos até à próxima vez que acontecer outro drama, esperemos que menos funesto!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Confesso que gostei do discurso coerente de Ana Vasconcelos, apesar de não ter aprofundado o tema, foi relativamente certeira em dissecar o tema. Algumas das suas opiniões são utópicas e revelam concordância com algumas das ditas modernas correntes educativas, que deram neste estado actual de miserabilismo educativo. A tentativa de fazer passar um modelo idílico em que a Lei dita a ordem, é utópico, até porque como a própria declarou, existem uma série de complexas relações sociais e implicações culturais que mesclam e maculam a idealização de uma sociedade assente sobre pilares de Justiça, convenhamos que por cá isso é pura utopia, sabendo nós de antemão que a Justiça em Portugal é uma casa em ruínas.
Ao contrário de Ana Vasconcelos, acredito que o caminho seja o da criminalização e do levantamento da inimputabilidade destes actos de selvajaria, ao menosprezar estes actos, estaremos a concorrer para a produção de futuros rufiões adultos, convém também que se diga que o bullying também faz parte do universo dos adultos. Os métodos para criminalizar e punir estes actos, terão de passar claro está por apoios psiquiátricos e psicológicos em gabinetes estruturados que deveriam há muito funcionar nas escolas, claro que isto também é utópico, tendo em conta a vergonhosa realidade deste país de terceiro mundo, em que vivemos.
A pacificação das escolas jamais ocorrerá sem a pacificação da sociedade, sem que as crianças entendam que o mundo de impunidade em que vivem, tem limites, é inquestionável que vivemos numa sociedade onde a impunidade campeia, e se falarmos então das classes dirigentes, esses parecem completamente acima da Lei, facto que as crianças intuem perfeitamente ao contrário do que se possa pensar. Sem uma sociedade assente em verdadeiros princípios de Justiça, de Ordem e respeito mútuo pela Lei, com sanções efectivas e convenientes sobre os prevaricadores, jamais teremos escolas pacíficas.
Achei piada à tentativa de MST, de mais uma vez crucificar os professores, quando pergunta a Ana Vasconcelos, se estes não deveriam estar atentos a “certos sinais” para identificar os agressores. MST, tem uma qualquer malapata com os professores, um fetiche, um ressabiamento ou outra qualquer questão mal resolvida. Respondeu em conformidade a pedopsiquiatra, declarando que é difícil identificar esses sinais, para além de ser difícil, convirá dizer que os professores, não são psicólogos nem psiquiatras, se bem que, as mais das vezes também o tenham de ser. Também não concordo muito com o espartilhar do Bullying, de acordo com uma faixa etária, que segundo Ana Vasconcelos citando estudos elaborados em Itália situa, a partir dos 10 anos. Conheço alguns casos, apesar de poucos, em que determinadas situações, na Pré-primária, podem ser indícios de futuras situações de bullying, mas quem sou eu, para questionar!
Em suma, agradou-me a entrevista de Ana Vasconcelos, sem rodeios, descomplicada, falou acerca do tema, assertivamente e com dados concretos, falou simples num discurso perfeitamente perceptível. Esperemos todos que de uma vez por todas esta temática entre na cabeça dos governantes, mas a julgar pelas declarações da senhora ministra desta espécie de Educação, que temos por cá, creio bem que tudo isto vá cair em saco roto, pelo menos até à próxima vez que acontecer outro drama, esperemos que menos funesto!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, março 08, 2010
Bullying
O Bullying, não é um fenómeno recente. Sê-lo-á, apenas enquanto denominação, uma questão de terminologia moderna, e quiçá de maior atenção para epifenómenos de violência, que varrem as sociedades ditas modernas e progressistas.
Os rufiões sempre existiram, todos recordamos que na escola existiam um ou dois cretinos que batiam nos mais indefesos, o problema é que hoje, como a maioria dos cobardes, agem em manada e só em manada se sentem seguros. Outra diferença dos tempos de antigamente, é que hoje, culpa do progresso iluminado, que se esqueceu de educar e civilizar as gentes, na escola mandam os alunos, os pais dos alunos, os gangues os ministros e muita mais gente, quem lá trabalha não manda e tem até medo de se tentar impor.
O bullying mais não é do que a violência das ruas levada par dentro de locais que não deveriam conhecer esse tipo de problemáticas, as escolas são hoje locais de extrema violência, professores e auxiliares, são joguetes, nas mãos de alunos e pais. A perda completa de autoridade e a inversão completa da mesma, descambam neste quadro de anarquia do salve-se quem puder geral, que infelizmente domina as nossas escolas. Os vários actores desta opereta bufa, pecam as mais das vezes por inacção, desleixo, incúria e pura estupidez crónica. Assim dos ministérios e governos, não podemos esperar muito, andam completamente a contra ciclo daquilo que é a realidade, cada medida proposta é ainda mais cretina que a anterior, a escola pública tem sido gradualmente destruída, esvaziada do seu propósito educacional e pedagógico. Só assim se percebe a falta de assistentes operacionais, actual nome pomposo para os antigos contínuos, não só a falta física, também a falta de formação e a completa falta de autoridade.
Os professores, esses estão reduzidos a meros assistentes administrativos, que por vezes tem de dar aulas. A sua autoridade é praticamente nula. As associações de pais, como foi perceptível no caso recente de Mirandela, servirão para promoção pessoal, para entrar nas guerrinhas politicas e para pouco mais, o que é de lamentar porque quem está nas associações de pais são os pais mais responsáveis, os que se preocupam, os que vão sempre às reuniões, os mais atentos e despertos para uma cidadania activa e participativa, ora se com estes assim se passa, imaginem o grosso da coluna que são todos os que se estão nas tintas e para quem as escolas dos vários graus de ensino são apenas depósitos de crianças ou incómodos que tem de se sujeitar para receberem mais um subsídio para puderem comprar mais uma arma ilegal ou mais um carrão topo gama.
As comissões de protecção de menores e coisas do género, servem essencialmente para manter os empregos e absorver a enorme catadupa de licenciados em assistência social, que de outro modo teriam de ir para caixas de supermercado ou outra coisa parecida, a sua actividade é para ser simpático, misteriosa.
Ora neste caldeirão de várias sensibilidades, onde o denominador comum é a penas a ignorância e a inoperância, chegamos a esta actual situação. De referir ainda que a maioria dos casos não chega ao conhecimento das autoridades, porque as crianças sabem perfeitamente que não vale a pena, que existem grupos intocáveis, um filho de alguém ter o azar de ser espancado por alguns elementos dessas várias etnias de sanguessugas subsídios dependentes que por aí abundam, o melhor que tem a fazer é comer e calar, porque ninguém age, excepto se alguém irado proferir alguma palavra mais a quente, aí lá vêm os arautos do racismo apontar o dedo, ao malvado branco racista, é preciso que isto também seja dito porque faz infelizmente parte da equação.
Disto tudo nasce o sentimento de impunidade, dos agressores e o sentimento de abandono e impotência das vítimas, sentimentos que são reais, não são imaginados. Depois é fácil, os agressores não são apenas miúdos oriundos de famílias ditas problemáticas ou de etnias de selvagens com conceitos muito próprios de civismo, os agressores são oriundos de todos os estratos sociais, o bullying, quer físico, com recurso a espancamento, quer psicológico, através de ameaças à vida, impropérios e palavrões com que se aterroriza a vítima, quer o cyberbullying, que se socorre das novas tecnologias, ou então de uma mescla de todos os métodos anteriores, incluindo coação psicológica e ou sexual com ou sem agressão física, numa actividade continuada , que por vezes se estende por anos, é uma ameaça real, já estudada noutros países mais atentos, onde este fenómeno já atrapalha, ainda mais, há muito tempo a vida das crianças, por conseguinte por cá não é preciso estudos, nem planos, nem comissões de avaliação nem nada dessas imbecilidades que não adiantam nada e só atrapalham.
É preciso agir, colocar as coisas em prática, criar gabinetes de apoio, dar mais autoridade às escolas, proteger os professores e auxiliares, coordenar métodos de repressão, reprimir seriamente esta gentalha, formar pais, professores e auxiliares para esta realidade, as escolas devem ser locais seguros sem ingerências e mais que tudo PROTEGER AS CRIANÇAS!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Os rufiões sempre existiram, todos recordamos que na escola existiam um ou dois cretinos que batiam nos mais indefesos, o problema é que hoje, como a maioria dos cobardes, agem em manada e só em manada se sentem seguros. Outra diferença dos tempos de antigamente, é que hoje, culpa do progresso iluminado, que se esqueceu de educar e civilizar as gentes, na escola mandam os alunos, os pais dos alunos, os gangues os ministros e muita mais gente, quem lá trabalha não manda e tem até medo de se tentar impor.
O bullying mais não é do que a violência das ruas levada par dentro de locais que não deveriam conhecer esse tipo de problemáticas, as escolas são hoje locais de extrema violência, professores e auxiliares, são joguetes, nas mãos de alunos e pais. A perda completa de autoridade e a inversão completa da mesma, descambam neste quadro de anarquia do salve-se quem puder geral, que infelizmente domina as nossas escolas. Os vários actores desta opereta bufa, pecam as mais das vezes por inacção, desleixo, incúria e pura estupidez crónica. Assim dos ministérios e governos, não podemos esperar muito, andam completamente a contra ciclo daquilo que é a realidade, cada medida proposta é ainda mais cretina que a anterior, a escola pública tem sido gradualmente destruída, esvaziada do seu propósito educacional e pedagógico. Só assim se percebe a falta de assistentes operacionais, actual nome pomposo para os antigos contínuos, não só a falta física, também a falta de formação e a completa falta de autoridade.
Os professores, esses estão reduzidos a meros assistentes administrativos, que por vezes tem de dar aulas. A sua autoridade é praticamente nula. As associações de pais, como foi perceptível no caso recente de Mirandela, servirão para promoção pessoal, para entrar nas guerrinhas politicas e para pouco mais, o que é de lamentar porque quem está nas associações de pais são os pais mais responsáveis, os que se preocupam, os que vão sempre às reuniões, os mais atentos e despertos para uma cidadania activa e participativa, ora se com estes assim se passa, imaginem o grosso da coluna que são todos os que se estão nas tintas e para quem as escolas dos vários graus de ensino são apenas depósitos de crianças ou incómodos que tem de se sujeitar para receberem mais um subsídio para puderem comprar mais uma arma ilegal ou mais um carrão topo gama.
As comissões de protecção de menores e coisas do género, servem essencialmente para manter os empregos e absorver a enorme catadupa de licenciados em assistência social, que de outro modo teriam de ir para caixas de supermercado ou outra coisa parecida, a sua actividade é para ser simpático, misteriosa.
Ora neste caldeirão de várias sensibilidades, onde o denominador comum é a penas a ignorância e a inoperância, chegamos a esta actual situação. De referir ainda que a maioria dos casos não chega ao conhecimento das autoridades, porque as crianças sabem perfeitamente que não vale a pena, que existem grupos intocáveis, um filho de alguém ter o azar de ser espancado por alguns elementos dessas várias etnias de sanguessugas subsídios dependentes que por aí abundam, o melhor que tem a fazer é comer e calar, porque ninguém age, excepto se alguém irado proferir alguma palavra mais a quente, aí lá vêm os arautos do racismo apontar o dedo, ao malvado branco racista, é preciso que isto também seja dito porque faz infelizmente parte da equação.
Disto tudo nasce o sentimento de impunidade, dos agressores e o sentimento de abandono e impotência das vítimas, sentimentos que são reais, não são imaginados. Depois é fácil, os agressores não são apenas miúdos oriundos de famílias ditas problemáticas ou de etnias de selvagens com conceitos muito próprios de civismo, os agressores são oriundos de todos os estratos sociais, o bullying, quer físico, com recurso a espancamento, quer psicológico, através de ameaças à vida, impropérios e palavrões com que se aterroriza a vítima, quer o cyberbullying, que se socorre das novas tecnologias, ou então de uma mescla de todos os métodos anteriores, incluindo coação psicológica e ou sexual com ou sem agressão física, numa actividade continuada , que por vezes se estende por anos, é uma ameaça real, já estudada noutros países mais atentos, onde este fenómeno já atrapalha, ainda mais, há muito tempo a vida das crianças, por conseguinte por cá não é preciso estudos, nem planos, nem comissões de avaliação nem nada dessas imbecilidades que não adiantam nada e só atrapalham.
É preciso agir, colocar as coisas em prática, criar gabinetes de apoio, dar mais autoridade às escolas, proteger os professores e auxiliares, coordenar métodos de repressão, reprimir seriamente esta gentalha, formar pais, professores e auxiliares para esta realidade, as escolas devem ser locais seguros sem ingerências e mais que tudo PROTEGER AS CRIANÇAS!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, março 05, 2010
Bullying são “Brincadeiras de miúdos”
A fazer fé nalguns comentários que ontem ouviu, foi com a frase “Isto são brincadeiras de miúdos”, que o presidente do concelho executivo da escola de Mirandela, tentou explicar a insuficiente actuação da escola, nesta questão da violência. Ontem também ouviu alguns “especialistas” sobre a questão. Fico espantado, porque a meia dúzia de curiosos, à qual me junto, visitem o endereço miudossegurosna.net, que há já muito tempo se dedicam a estas questões, parecem indubitavelmente, muito mais capazes de falar sobre o tema do que estes senhores “especialistas”, que são claro está professores de universidades, que têm estudos, a propósito, um desses estudos até diz que a violência decresceu até 2008, gostaria de saber em que escolas andou o dito estudioso ou estudiosa, para chegar a essa conclusão.
Os arautos do estado perfeito apareceram a terreiro negando o facto, como de costume, proferindo as habituais frases chocarreiras sobre o alarme social, com aqueles ares de presunção cretina. O ministério da Educação diz que vai efectuar um processo de averiguações, já conhecemos bem esse tipo de processos, que as mais das vezes, dá em nada. Timidamente, e para espantar, essa coisa chamada CONFAP, lá veio propor medidas para sancionar os pais e retirar apoios sociais a alunos prevaricadores, medidas alias copiadas de Inglaterra onde isso já se faz, há algum tempo.
Espantosamente mudos, continuam os senhores governantes e restantes politiqueirotes de pacotilha, parece que a questão não é importante, da esquerda à direita, nem um comentário. Claro estão demasiado ocupados com as suas politiquices da trampa, a tentar fazer demitir o governo e a garantir os seus lugarzinhos, para que possam continuar a encher os bolsos, quando assim é, quando quem nos devia proteger prima por este tipo de atitudes, estamos em crer que só resta uma solução emigrar, fugir a sete pés destes medíocres.
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Barão da Tróia
Os arautos do estado perfeito apareceram a terreiro negando o facto, como de costume, proferindo as habituais frases chocarreiras sobre o alarme social, com aqueles ares de presunção cretina. O ministério da Educação diz que vai efectuar um processo de averiguações, já conhecemos bem esse tipo de processos, que as mais das vezes, dá em nada. Timidamente, e para espantar, essa coisa chamada CONFAP, lá veio propor medidas para sancionar os pais e retirar apoios sociais a alunos prevaricadores, medidas alias copiadas de Inglaterra onde isso já se faz, há algum tempo.
Espantosamente mudos, continuam os senhores governantes e restantes politiqueirotes de pacotilha, parece que a questão não é importante, da esquerda à direita, nem um comentário. Claro estão demasiado ocupados com as suas politiquices da trampa, a tentar fazer demitir o governo e a garantir os seus lugarzinhos, para que possam continuar a encher os bolsos, quando assim é, quando quem nos devia proteger prima por este tipo de atitudes, estamos em crer que só resta uma solução emigrar, fugir a sete pés destes medíocres.
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Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, março 03, 2010
Bullying em Mirandela
Num outro blogue que possuo, já agora faço publicidade, http://protejainternet.blogspot.com, onde discorro acerca da problemática da segurança da Internet, não me tenho cansado de alertar para o fenómeno do bulying, e das suas variantes, que rodam todas mais ou menos à volta da violência, quer física quer psicológica, quer ambas.
Hoje o jornal Correio da Manhã, faz referência a um desses casos. Em Mirandela um rapaz de 12 anos ter-se-á suicidado após mais uma sessão de agressões. Foi o culminar de uma situação, que já durava há muito, sendo que no ano anterior, essa criança teria dado entrada numa unidade hospitalar, após ter sido violentamente agredido, por colegas da escola.
O assunto é complexo, o bullying é um fenómeno, complicado, como complicado é o actual universo das crianças. Mais perigoso se torna, quando, como é o caso de Portugal, autoridades, escolas, associações de pais, comissões disto e daquilo, estão completamente alheias ao que se passa verdadeiramente nas escolas, a esse propósito leiam aqui uma reportagem do jornal Sol sobre o tema, reparem que a data é de 2008 salvo erro, mas continua actual, porque daí para cá nada mudou. Também aqui neste bloguelho, tenho vezes sem conta alertado para o facto de que as escolas serem campos de batalha, fui até já acusado de alarmista, o facto é que infelizmente as coisas acontecem.
Em relação ao caso de Mirandela, a questão é a já usual, a Comissão de protecção de Crianças não sabia, alias é raro essa gente saber de alguma coisa o que me faz questionar há já muito tempo sobre a utilidade de semelhante instituição, servirá para quê essa comissão? A associação de pais diz que também desconhecia, claro, esses também as mais das vezes andam mais preocupados nas guerrinhas políticas e em crucificar os professores, do que realmente preocupados com os filhos, por último da escola nem um pio, o que também é normal, porque o clima institucional não é favorável a estas coisas e mesmo que saibam as mais das vezes ou actuam com a maior das irresponsabilidades, também me pergunto par que servem tantas reuniões tantos conselhos pedagógicos e por aí adiante, outras vezes a atitude é titubeante, desresponsabilizando completamente os precoces criminosos que cometem tais actos, ou seja, à boa maneira lusa se de um lado chove do outro faz vento.
Lembro-me de um caso aqui perto, em que alunas mais velhas filmaram as mais pequenas nos balneários e depois andaram a distribuir as imagens pela escola, a escola a pena mais dura que se lembrou foi a de uma repreensão verbal, valha-nos São Pancrácio Salustiano, mais valia estarem quietos e calados do que fazerem esse figura ridícula, pior foi a atitude passiva dos pais, quer das lesadas quer das prevaricadoras, que deixaram tudo assim com os habituais paninhos quentes que nós Portugueses tanto gostamos, há quem chame a isso hipocrisia!
Trago este assunto de novo aqui, para mais uma vez, gritar bem alto a indignação, de alguém que vê este país atulhado de animais de carroça, que preferem enterrar a cabeça na areia a fazer alguma coisa. De uma vez por todas admitam que as escolas são violentas, tratem dessa violência, não escondam o sol com a peneira, façam alguma coisa, reajam, participem, interessem-se, assumam as coisas sem pruridos e falinhas mansas, deixem, de mentir. Hoje foi o filho de alguém, amanhã pode bem ser o seu!
Notícias sobre esta temática:
Aqui!
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Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Hoje o jornal Correio da Manhã, faz referência a um desses casos. Em Mirandela um rapaz de 12 anos ter-se-á suicidado após mais uma sessão de agressões. Foi o culminar de uma situação, que já durava há muito, sendo que no ano anterior, essa criança teria dado entrada numa unidade hospitalar, após ter sido violentamente agredido, por colegas da escola.
O assunto é complexo, o bullying é um fenómeno, complicado, como complicado é o actual universo das crianças. Mais perigoso se torna, quando, como é o caso de Portugal, autoridades, escolas, associações de pais, comissões disto e daquilo, estão completamente alheias ao que se passa verdadeiramente nas escolas, a esse propósito leiam aqui uma reportagem do jornal Sol sobre o tema, reparem que a data é de 2008 salvo erro, mas continua actual, porque daí para cá nada mudou. Também aqui neste bloguelho, tenho vezes sem conta alertado para o facto de que as escolas serem campos de batalha, fui até já acusado de alarmista, o facto é que infelizmente as coisas acontecem.
Em relação ao caso de Mirandela, a questão é a já usual, a Comissão de protecção de Crianças não sabia, alias é raro essa gente saber de alguma coisa o que me faz questionar há já muito tempo sobre a utilidade de semelhante instituição, servirá para quê essa comissão? A associação de pais diz que também desconhecia, claro, esses também as mais das vezes andam mais preocupados nas guerrinhas políticas e em crucificar os professores, do que realmente preocupados com os filhos, por último da escola nem um pio, o que também é normal, porque o clima institucional não é favorável a estas coisas e mesmo que saibam as mais das vezes ou actuam com a maior das irresponsabilidades, também me pergunto par que servem tantas reuniões tantos conselhos pedagógicos e por aí adiante, outras vezes a atitude é titubeante, desresponsabilizando completamente os precoces criminosos que cometem tais actos, ou seja, à boa maneira lusa se de um lado chove do outro faz vento.
Lembro-me de um caso aqui perto, em que alunas mais velhas filmaram as mais pequenas nos balneários e depois andaram a distribuir as imagens pela escola, a escola a pena mais dura que se lembrou foi a de uma repreensão verbal, valha-nos São Pancrácio Salustiano, mais valia estarem quietos e calados do que fazerem esse figura ridícula, pior foi a atitude passiva dos pais, quer das lesadas quer das prevaricadoras, que deixaram tudo assim com os habituais paninhos quentes que nós Portugueses tanto gostamos, há quem chame a isso hipocrisia!
Trago este assunto de novo aqui, para mais uma vez, gritar bem alto a indignação, de alguém que vê este país atulhado de animais de carroça, que preferem enterrar a cabeça na areia a fazer alguma coisa. De uma vez por todas admitam que as escolas são violentas, tratem dessa violência, não escondam o sol com a peneira, façam alguma coisa, reajam, participem, interessem-se, assumam as coisas sem pruridos e falinhas mansas, deixem, de mentir. Hoje foi o filho de alguém, amanhã pode bem ser o seu!
Notícias sobre esta temática:
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Barão da Tróia
terça-feira, março 02, 2010
Ao Sabor deste Rio!
Tomada está a decisão que fará desaparecer mais, do pouco que resta, património natural desta pobre terra de Portugal, um dos últimos rios verdadeiramente selvagens da Europa, desaparecerá, engolido pelas promessas da modernidade cabotina e dos engulhos míopes dos quais se diz que nos governam.
Nas entranhas da Sierra de la Culebra, nasce esse curso de água que fazendo jus ao local onde nasce serpenteia descuidado por barrancos e vales, vindo aterrar a este malfadado antro de canhestros imbecis, que se preparam para o entaipar, amuralhado, o ria perderá a sua personalidade, levando com ele fauna e flora muita endémica e pouco estudada, que sem dúvida fará deste inferno de Dante na Terra, um local ainda mais pobre.
O discurso oficial e oficioso é o mesmo de sempre, o desenvolvimento e o progresso, viu-se no que esse progresso dá com a catástrofe da Madeira, acena-se com os empregos e o desenvolvimento económico, se assim fosse, Trás-os-Montes seria das províncias mais ricas de Portugal, tal é a quantidade de açudes, represas e barragens que possui. Rotunda mentira, disparate cretino, que mostra bem o tempo de palonças e títeres que ocupam as cadeiras da decisão, nem sequer vou atirar aos autarcas, são na maioria uns pobres diabos que se viram no cadeirão por mera oportunidade casuística de engrandecer o seu ego, para ali atirados pela politiqueirice rafeira, que tanto adoram, competências técnicas, bem basta ver o estado deste país e mais não digo.
O homicídio do Rio Sabor, deixará mais uma mácula inevitável no depauperado e desrespeitado património natural deste país, querem no entanto fazer-nos engolir a patranha, do emprego, do evitar a desertificação, bem como de outras patranhas que se sabe de antemão serem falsas, a barragem será feita, durante 5 ou 6 anos, haverá trabalho braçal para as bestas de carga do costume, que depois irão à sua vida tentando alimentar as proles de outra forma, de seguida a barragem começara a funcionar e a meia dúzia de funcionários especializada terá de vir de fora. Restará uma grande albufeira, os terrenos em volta serão comprados por espanhóis, holandeses, alemães e por aí adiante, como no caso do Alqueva, o autóctone, perderá, perderá tudo!
Foz Côa, teve sorte, só falhou a dinamização do espaço, sintoma da falta completa de apetência para a gestão e promoção de projectos que não envolvam betão, sinal característico dos espoliadores da terra, que assentam arraiais nas várias cadeiras do poder, central e local, enfermam ambos de uma pobreza de espírito atroz e de uma miopia galopante, que hipotecará ainda mais o futuro desta coisa a que continuamos a chamar país. Aos arautos do progresso, desejo um bom dia!
Imagens como esta serão isso mesmo, fantasmas de um passado, irrepetível!

foto emprestada daqui!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Nas entranhas da Sierra de la Culebra, nasce esse curso de água que fazendo jus ao local onde nasce serpenteia descuidado por barrancos e vales, vindo aterrar a este malfadado antro de canhestros imbecis, que se preparam para o entaipar, amuralhado, o ria perderá a sua personalidade, levando com ele fauna e flora muita endémica e pouco estudada, que sem dúvida fará deste inferno de Dante na Terra, um local ainda mais pobre.
O discurso oficial e oficioso é o mesmo de sempre, o desenvolvimento e o progresso, viu-se no que esse progresso dá com a catástrofe da Madeira, acena-se com os empregos e o desenvolvimento económico, se assim fosse, Trás-os-Montes seria das províncias mais ricas de Portugal, tal é a quantidade de açudes, represas e barragens que possui. Rotunda mentira, disparate cretino, que mostra bem o tempo de palonças e títeres que ocupam as cadeiras da decisão, nem sequer vou atirar aos autarcas, são na maioria uns pobres diabos que se viram no cadeirão por mera oportunidade casuística de engrandecer o seu ego, para ali atirados pela politiqueirice rafeira, que tanto adoram, competências técnicas, bem basta ver o estado deste país e mais não digo.
O homicídio do Rio Sabor, deixará mais uma mácula inevitável no depauperado e desrespeitado património natural deste país, querem no entanto fazer-nos engolir a patranha, do emprego, do evitar a desertificação, bem como de outras patranhas que se sabe de antemão serem falsas, a barragem será feita, durante 5 ou 6 anos, haverá trabalho braçal para as bestas de carga do costume, que depois irão à sua vida tentando alimentar as proles de outra forma, de seguida a barragem começara a funcionar e a meia dúzia de funcionários especializada terá de vir de fora. Restará uma grande albufeira, os terrenos em volta serão comprados por espanhóis, holandeses, alemães e por aí adiante, como no caso do Alqueva, o autóctone, perderá, perderá tudo!
Foz Côa, teve sorte, só falhou a dinamização do espaço, sintoma da falta completa de apetência para a gestão e promoção de projectos que não envolvam betão, sinal característico dos espoliadores da terra, que assentam arraiais nas várias cadeiras do poder, central e local, enfermam ambos de uma pobreza de espírito atroz e de uma miopia galopante, que hipotecará ainda mais o futuro desta coisa a que continuamos a chamar país. Aos arautos do progresso, desejo um bom dia!
Imagens como esta serão isso mesmo, fantasmas de um passado, irrepetível!

foto emprestada daqui!
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Barão da Tróia
quinta-feira, fevereiro 25, 2010
Sinais do quê?
MST, regressou aos ecrãs na pele de “jornalista”! Saudamos esse regresso. Trocando de camisola, o que é inteiramente lícito, passou de ser uma espécie de Marcelo/Vitorino da RTP, para ser uma espécie de Fátima Campos também da RTP, o que não deixa de ser um fetiche curioso. Onde há fumo há fogo, diz o adágio popular, neste caso o título sinais de fogo, ficaria muito bem num romance sobre a vida de um bombeiro pirómano da Arrentela, que aos fins-de-semana vendia na feira da ladra, Miguelito aproveita a ideia.
No entanto se a ideia de dar tão pomposo título era dar algum sainete ao programa, tal foi o secretismo em volta do primeiro convidado, como se não fosse óbvio, e a publicitação do mesmo, atrevo-me a dizer que destes sinais de fogo, o fumo que sai é de pólvora seca, porque mais um programa onde os mesmos de sempre aparecem para chover no molhado a contar o patranhedo que já lhes ouvimos milhentas vezes, com o MST, a fazer aqueles esgares e aquela voz cavernosa a imitar um gajo que está irritado, deixem que vos diga, que é mais do mesmo e disso estamos fartos.
Se a primeira edição, for o exemplo de que será o programa daqui para a frente, então estamos mal, até porque já temos essa coisa insonsa e anódina do “Prós e Contras”, já temos a pepineira da “Grande Entrevista”, programas onde os do costume falam até à exaustão deles, da família, do cão, do quanto gostam de nós e do país, da abenegação com que encaram a tal “Res Publica”, do sentido de missão e de tudo o mais que se lembrem de inventar para aparecerem como os mais brilhantes e iluminados seres à face da terra, porque é que e apesar da existência de tanto diamante intelectual, este país é esta incomensurável bandalheira, continua a ser um mistério digno de um programa do Arthur C. Clark.
Tenho esperança, que daqueles sinais de fogo, ainda surja algo que valha a pena ver, recordo-me da Grande Reportagem, onde MST, produziu à altura, as suas mais fantásticas prestações como jornalista televisivo, isso sim era um programa de jornalismo de investigação, não mudou grande coisa mas falou de coisas muito importantes, e se, recordarem, lançou importantes alertas para o que aí vinha, faziam futurologia que afinal se veio a tornar realidade, mas nessa época vivíamos o delírio do oásis cavaquista, com dinheiro a rodos, para betão e muito ladrão, nem eram precisas pressões, ainda que saibamos que existissem, mas o estado de optimismo geral e muito trafulhice com fundos comunitários, colocavam noventa por cento da população em êxtase, os restantes dez eram os pessimistas, que já diziam que havia que ter calma e cuidado, que não se estava a proceder correctamente, que ainda pagaríamos caro todos aqueles disparates megalómanos, a Grande Reportagem fazia parte da onda do inconformismo, tão distante dessa onda de nacional porreirismo saloio que varria as costas do paraíso dos bananas à beira mar plantado.
Veremos, que sinais virão desse fogo, veremos se tudo afinal não passará de um fogo-fátuo!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
No entanto se a ideia de dar tão pomposo título era dar algum sainete ao programa, tal foi o secretismo em volta do primeiro convidado, como se não fosse óbvio, e a publicitação do mesmo, atrevo-me a dizer que destes sinais de fogo, o fumo que sai é de pólvora seca, porque mais um programa onde os mesmos de sempre aparecem para chover no molhado a contar o patranhedo que já lhes ouvimos milhentas vezes, com o MST, a fazer aqueles esgares e aquela voz cavernosa a imitar um gajo que está irritado, deixem que vos diga, que é mais do mesmo e disso estamos fartos.
Se a primeira edição, for o exemplo de que será o programa daqui para a frente, então estamos mal, até porque já temos essa coisa insonsa e anódina do “Prós e Contras”, já temos a pepineira da “Grande Entrevista”, programas onde os do costume falam até à exaustão deles, da família, do cão, do quanto gostam de nós e do país, da abenegação com que encaram a tal “Res Publica”, do sentido de missão e de tudo o mais que se lembrem de inventar para aparecerem como os mais brilhantes e iluminados seres à face da terra, porque é que e apesar da existência de tanto diamante intelectual, este país é esta incomensurável bandalheira, continua a ser um mistério digno de um programa do Arthur C. Clark.
Tenho esperança, que daqueles sinais de fogo, ainda surja algo que valha a pena ver, recordo-me da Grande Reportagem, onde MST, produziu à altura, as suas mais fantásticas prestações como jornalista televisivo, isso sim era um programa de jornalismo de investigação, não mudou grande coisa mas falou de coisas muito importantes, e se, recordarem, lançou importantes alertas para o que aí vinha, faziam futurologia que afinal se veio a tornar realidade, mas nessa época vivíamos o delírio do oásis cavaquista, com dinheiro a rodos, para betão e muito ladrão, nem eram precisas pressões, ainda que saibamos que existissem, mas o estado de optimismo geral e muito trafulhice com fundos comunitários, colocavam noventa por cento da população em êxtase, os restantes dez eram os pessimistas, que já diziam que havia que ter calma e cuidado, que não se estava a proceder correctamente, que ainda pagaríamos caro todos aqueles disparates megalómanos, a Grande Reportagem fazia parte da onda do inconformismo, tão distante dessa onda de nacional porreirismo saloio que varria as costas do paraíso dos bananas à beira mar plantado.
Veremos, que sinais virão desse fogo, veremos se tudo afinal não passará de um fogo-fátuo!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, fevereiro 22, 2010
Dia Europeu da Vítima de Crime
Convém não esquecer as estatísticas, que nos colocam, para não variar no cimo da lista dos prevaricadores. Mais uma vez se repete a frase chavão, "em tudo o que é mau os melhores, no bem os piores".
Violência doméstica, violência sobre crianças, velhos e mulheres, continuamos campeões. Já para não falar no crime, no terror provocado em certos bairros por etnias de selvagens boçais e pela violência diária de uma sociedade podre. Somos uma terra de bestas de carroça, heróis que batem em velhinhos, em mulheres e em crianças, uns tristes carneiros capados que não reagem a quem os verdadeiramente ameaça e só atacam os mais indefesos,bela terra e heróis descobridores de caminhos marítimos!
Ligações sobre o tema:
APAV
Victim Support Europe
Associação Mulheres Contra a Violência
Provedor de Justiça - Linha do Cidadão Idoso
Instituto de Apoio à Criança
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, fevereiro 18, 2010
Dia Mundial da Síndrome de Asperger

Comemora-se hoje 18 de Fevereiro o Dia Mundial da Síndrome de Asperger. A síndrome de Asperger, é uma síndrome do espectro autista, diferencia-se do autismo clássico por não comportar nenhum atraso global no desenvolvimento cognitivo ou da linguagem do indivíduo.
Algumas personalidades da História possuíam fortes traços da síndrome de Asperger,como sejam os casos dos físicos Isaac Newton e Albert Einstein, ou de Mozart, o filósofo Wittgenstein, o naturalista Charles Darwin, o pintor renascentista Michelangelo, os cineastas Stanley Kubrick e Andy Warhol e o xadrezista Bobby Fischer ou o patrão da Microsoft Bill Gates.
Para assinar essa data é hoje lançado o livro "Einstein nunca amou", do professor José Eduardo Carvalho, cujas receitas revertem na íntegra para a Associação Portuguesa de Síndrome de Asperger (APSA).
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, fevereiro 15, 2010
É incrível, mas verdadeiro!
Na mesma semana, Jardim consegue chegar ao extremo de dizer duas verdades. Nem queria crer no que estava a ouvir, a propósito de toda esta palhaçada acerca das escutas e do controlo de certa comunicação social e por aí adiante, às perguntas dos jornaleiros do telelixo nacional os vários responsáveis dos partidos da oposição, iam produzindo, as mais inenarráveis e cretinas afirmações, nisto sai, Jardim, e à mesma pergunta, pasmem-se foi o único que respondeu com sinceridade, revelando desde logo o objecto de toda esta balbúrdia, disse Jardim que o Primeiro-ministro devia era demitir-se.
Ao responder desse modo, sincero e verdadeiro, por incrível que pareça Jardim foi o único que assumiu frontalmente, que toda esta palhaçada se destina única e exclusivamente a fazer com que o governo se demita, só isso é que interessa, até porque não tarda estamos em 31 de Março, data após a qual já não poderá ser requerida a dissolução do governo, interessa por isso faze-lo cair o quanto antes. Torpe maneira de politicar, que faz com os acusadores, sejam tão maus como os acusados, como de costume trocaremos a merda pelo cagalhão, como quem diz trocaremos o PS pelo PSD, num quadro típico de mudam-se as moscas porque a trampa é a mesma.
Ainda na mesma semana uns dias depois à saída do Conselho de Estado, Jardim volta a dizer uma verdade, Portugal parece a Sícilia, numa clara alusão às semelhanças da lusa pátria, com o berçário da Máfia. Incrível, Jardim consegue dizer duas verdades na mesma semana, realmente isto está a mudar. No entanto quanto a esta última verdade, pecou por um menos conseguido enquadramento geográfico, Jardim deveria ter dito, Portugal parece Itália, seria mais justa analogia, porque vejamos, ambos os países tem Primeiros-ministros a cheirar a esturro, os dois países são donos da maior concentração per capita da Europa de bufões, títeres, aldrabões, vigaristas e falcatos, ambos possuem uma ilha gerida por mafiosos, eles a Sicília nós a Madeira, ambos são países de cariz Mediterrânico, habituados ao deixa andar, por fim ambos são antros de gente sem vergonha e sanguessugas sociais oportunistas que vivem do trabalho dos outros.
Na modesta opinião deste pobre escriba, Jardim deu uma lição ao mundo, a verdade vem sempre a cima, mesmo que isso demore anos e anos, veja-se este caso, em que um pequeno descuido e Jardim disse duas verdades na mesma semana, a idade não perdoa!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Ao responder desse modo, sincero e verdadeiro, por incrível que pareça Jardim foi o único que assumiu frontalmente, que toda esta palhaçada se destina única e exclusivamente a fazer com que o governo se demita, só isso é que interessa, até porque não tarda estamos em 31 de Março, data após a qual já não poderá ser requerida a dissolução do governo, interessa por isso faze-lo cair o quanto antes. Torpe maneira de politicar, que faz com os acusadores, sejam tão maus como os acusados, como de costume trocaremos a merda pelo cagalhão, como quem diz trocaremos o PS pelo PSD, num quadro típico de mudam-se as moscas porque a trampa é a mesma.
Ainda na mesma semana uns dias depois à saída do Conselho de Estado, Jardim volta a dizer uma verdade, Portugal parece a Sícilia, numa clara alusão às semelhanças da lusa pátria, com o berçário da Máfia. Incrível, Jardim consegue dizer duas verdades na mesma semana, realmente isto está a mudar. No entanto quanto a esta última verdade, pecou por um menos conseguido enquadramento geográfico, Jardim deveria ter dito, Portugal parece Itália, seria mais justa analogia, porque vejamos, ambos os países tem Primeiros-ministros a cheirar a esturro, os dois países são donos da maior concentração per capita da Europa de bufões, títeres, aldrabões, vigaristas e falcatos, ambos possuem uma ilha gerida por mafiosos, eles a Sicília nós a Madeira, ambos são países de cariz Mediterrânico, habituados ao deixa andar, por fim ambos são antros de gente sem vergonha e sanguessugas sociais oportunistas que vivem do trabalho dos outros.
Na modesta opinião deste pobre escriba, Jardim deu uma lição ao mundo, a verdade vem sempre a cima, mesmo que isso demore anos e anos, veja-se este caso, em que um pequeno descuido e Jardim disse duas verdades na mesma semana, a idade não perdoa!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, fevereiro 12, 2010
Red Hand Day (Dia da mão vermelha)

Comemora-se hoje o dia contra a utilização de crianças, por parte dos vários exércitos envolvidos nas duas dezenas de conflitos esquecidos que ainda subsistem no mundo. Angola, Burundi, Chade, Costa do Marfim, Libéria, Quénia, República Centro Africana, República Democrática do Congo, República do Congo, Ruanda, Serra Leoa, Somália, Sudão e Uganda, Afeganistão, Índia, Indonésia, Laos, Myanmar, Nepal, Filipinas, Sri Lanka, Iémen, Irão, Iraque, Israel, Palestina, Colômbia, Rússia e Palestina são alguns dos países onde se verificam mais casos de crianças recrutadas para actuar como elementos beligerantes activos em guerras e usar armas, com as quais cometem as maiores atrocidades.
Não esquecer também o uso de crianças por traficantes de droga, neste caso como no anterior, as crianças de ambos os sexos são utilizadas para todo o tipo de tarefas, das mais rotineiras, como sejam cozinheiros e carregadores, às tarefas de agentes de informação e correios até tarefas mais perigosas e sórdidas como assassinos e escravos sexuais.
A UNICEF, desde de 1999 que vem adoptando resoluções sobre esta questão, em 2007 foram inclusivamente assinados os Princípios de Paris, sobre a questão da utilização de crianças com agentes activos de conflitos bélicos, tudo não tem passado porém de boas intenções, a maioria dos países que continua a utilizar crianças soldado, são países em que os conceitos de democracia e direitos humanos, praticamente não existem nem fazem parte da cultura local.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, fevereiro 10, 2010
Daqui da Somalilândia!
A anedota em que se transformou este país, faz-nos cada vez mais parecer com a Somália, caminhamos a larguíssimas passadas para ser um não Estado, lá como cá, os piratas mandam, existem pequenos reinos, de terror, dentro do estado, tudo condimentado com várias etnias com conceitos diferentes sobre o que é ser civilizado, possuidoras de muitas armas e vontades selvagens de se assumirem como donos do bairro.
A Farsa Oculta, tenta arrastar o primeiro dos ministros para a demissão, intento tentado mas frustrado, com a votação completamente apalhaçada do orçamento das regiões autónomas, onde os políticos fizeram uma figura perfeitamente cretina, demonstrando mais uma vez a que tipo de gentinha, estamos nós entregues. Por outro lado juízes e procuradores esforçam-se para que a indigente Justiça, pareça credível, quando aos olhos do pobre coitado que paga impostos, a doença de que enferma tal instituição não tenha já nenhuma remissão possível.
No parlamento Europeu, um senhor deputado, arroga-se o direito de falar por todo um país, clamando aqui d’el Rei que assassinam a liberdade de expressão, como se isso alguma vez tenha existido por cá, como se esta imundice de terra, seja, tenha sido ou vá alguma vez ser um verdadeiro Estado de Direito, pobre tolo, à Europa interessa que continuemos a gastar o que produzem e pouco mais. Num arroubo de “prima donna”, uma senhora deputada, numa daquelas comissões parlamentares, que têm como único proveito, o desígnio firmado de servir para encher as algibeiras aos seus frequentadores, insurge-se contra as patacoadas de um colega oposicionista, que defendera as bojardas do seu colega no parlamento europeu, a senhora deputada deveria continuar a fazer filmes com o Manuel!
Estas últimas três semanas, foram um brilhante repositório da desgraça e pobreza que nos assalta, politiqueiros medíocres acusam-se uns aos outros de fazerem o que outros já fizeram, sendo verdade que convém não esquecer os casos antigos de pressões sobre os jornaleiros, datando, caso a vossa memória seja igual ao do português mediano, muito curta, do tempo de Cavaco Ministro, passando por Santana, e agora Sócrates, todos irmanados na mesma senda, sem moral para acusar. Triste a sina deste país, continuar eivado de gente desta.
Uma nota final para a campanha publicitária sobre a não discriminação dos seropositivos, do PS e do PSD, nenhum responsável esteve disponível para dar a cara por essa campanha, o que é bem revelador da qualidade da gentinha que preenche esses dois antros de incúria.
Daqui da Somalilândia recebam,
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
A Farsa Oculta, tenta arrastar o primeiro dos ministros para a demissão, intento tentado mas frustrado, com a votação completamente apalhaçada do orçamento das regiões autónomas, onde os políticos fizeram uma figura perfeitamente cretina, demonstrando mais uma vez a que tipo de gentinha, estamos nós entregues. Por outro lado juízes e procuradores esforçam-se para que a indigente Justiça, pareça credível, quando aos olhos do pobre coitado que paga impostos, a doença de que enferma tal instituição não tenha já nenhuma remissão possível.
No parlamento Europeu, um senhor deputado, arroga-se o direito de falar por todo um país, clamando aqui d’el Rei que assassinam a liberdade de expressão, como se isso alguma vez tenha existido por cá, como se esta imundice de terra, seja, tenha sido ou vá alguma vez ser um verdadeiro Estado de Direito, pobre tolo, à Europa interessa que continuemos a gastar o que produzem e pouco mais. Num arroubo de “prima donna”, uma senhora deputada, numa daquelas comissões parlamentares, que têm como único proveito, o desígnio firmado de servir para encher as algibeiras aos seus frequentadores, insurge-se contra as patacoadas de um colega oposicionista, que defendera as bojardas do seu colega no parlamento europeu, a senhora deputada deveria continuar a fazer filmes com o Manuel!
Estas últimas três semanas, foram um brilhante repositório da desgraça e pobreza que nos assalta, politiqueiros medíocres acusam-se uns aos outros de fazerem o que outros já fizeram, sendo verdade que convém não esquecer os casos antigos de pressões sobre os jornaleiros, datando, caso a vossa memória seja igual ao do português mediano, muito curta, do tempo de Cavaco Ministro, passando por Santana, e agora Sócrates, todos irmanados na mesma senda, sem moral para acusar. Triste a sina deste país, continuar eivado de gente desta.
Uma nota final para a campanha publicitária sobre a não discriminação dos seropositivos, do PS e do PSD, nenhum responsável esteve disponível para dar a cara por essa campanha, o que é bem revelador da qualidade da gentinha que preenche esses dois antros de incúria.
Daqui da Somalilândia recebam,
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, fevereiro 04, 2010
Estamos na Merda!
Há uma ou duas semanas, eram só sorrisos, e comentários mais ou menos imbecis sobre os Gregos, ninguém percebeu, que o que se passava na Grécia era um bom espelho, do que poderia ocorrer noutro paraíso de ladrões, vigaristas, corruptos e ineptos como é Portugal, hoje porém alguns parece que acordaram, as pressões conjuntas do FMI, de Almunia e das Agências de rating, fizeram com que o descalabro atingisse a bolsa de Lisboa, que caiu a pique.
O sinal é claro, os potenciais investidores estrangeiros, aqueles que nos emprestam dinheiro, deixam de o fazer, ou então fazem com taxas de juro faraónicas, e porquê, porque temem e tem toda a razão para temer que este quase não Estado chamado Portugal, esta Somália da Europa, possa de um momento para o outro entrar em colapso financeiro, facto propiciado por um Orçamento de Estado miserável, despesista e mentiroso, facto que não passou despercebido aos profissionais estrangeiros que vivem da venda de dinheiro, apenas os papalvos por cá engoliram a patranha.
O mais interessante disto, é o facto de os senhores e senhoras que ocupam o Parlamento, estarem muito divertidos a discutir imbecilidades, como se devem ou não, engordar mais o traseiro madeirense, ao invés de atalhar a direito e começar a tratar de fazer alguma coisa para tratar da desgraça que nos ameaça, esses e os senhores ministros deveriam estar a tentar fazer alguma coisa, tal como Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, que espantosamente se quedou como um pato mudo!
Infelizmente é a esta malta que estamos entregues, é um fartote ver os ares graves e sérios, nas cerimónias, estou a lembrar-me da condecoração entregue à má moeda, um acto que só poderia ocorrer numa gaiola de malucas como esta. Estamos entregues a uma Corja, ainda pior do que aquele que Eça e Ortigão se queixavam, no constante fartar vilanagem corriqueiro, costumeiro e quotidiano, não se salva grande coisa, como podemos assistir todos os dias, televisionado até ao vómito, a palavra mais ouvida é absolvido, o que para além do óbvio significa que Portugal é um pais onde as leis da Física não se aplicam, porque se há uma causa existe um efeito, verdade insofismável, excepto em Portugal onde os efeitos raramente tem causa, o senhor é ladrão, não se provou, mas o dinheiro efectivamente desapareceu, fantástico!
Pois meus e minhas caras, estamos atolados de merda até às orelhas, a culpa também é nossa que há muito que deveríamos ter enchido esta Corja de balázios, mas ao invés apaparicamos e engordamos todas estas ratazanas, brancas, pretas, castanhas, verdes e de todas as cores, por isso, aguentem!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
O sinal é claro, os potenciais investidores estrangeiros, aqueles que nos emprestam dinheiro, deixam de o fazer, ou então fazem com taxas de juro faraónicas, e porquê, porque temem e tem toda a razão para temer que este quase não Estado chamado Portugal, esta Somália da Europa, possa de um momento para o outro entrar em colapso financeiro, facto propiciado por um Orçamento de Estado miserável, despesista e mentiroso, facto que não passou despercebido aos profissionais estrangeiros que vivem da venda de dinheiro, apenas os papalvos por cá engoliram a patranha.
O mais interessante disto, é o facto de os senhores e senhoras que ocupam o Parlamento, estarem muito divertidos a discutir imbecilidades, como se devem ou não, engordar mais o traseiro madeirense, ao invés de atalhar a direito e começar a tratar de fazer alguma coisa para tratar da desgraça que nos ameaça, esses e os senhores ministros deveriam estar a tentar fazer alguma coisa, tal como Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, que espantosamente se quedou como um pato mudo!
Infelizmente é a esta malta que estamos entregues, é um fartote ver os ares graves e sérios, nas cerimónias, estou a lembrar-me da condecoração entregue à má moeda, um acto que só poderia ocorrer numa gaiola de malucas como esta. Estamos entregues a uma Corja, ainda pior do que aquele que Eça e Ortigão se queixavam, no constante fartar vilanagem corriqueiro, costumeiro e quotidiano, não se salva grande coisa, como podemos assistir todos os dias, televisionado até ao vómito, a palavra mais ouvida é absolvido, o que para além do óbvio significa que Portugal é um pais onde as leis da Física não se aplicam, porque se há uma causa existe um efeito, verdade insofismável, excepto em Portugal onde os efeitos raramente tem causa, o senhor é ladrão, não se provou, mas o dinheiro efectivamente desapareceu, fantástico!
Pois meus e minhas caras, estamos atolados de merda até às orelhas, a culpa também é nossa que há muito que deveríamos ter enchido esta Corja de balázios, mas ao invés apaparicamos e engordamos todas estas ratazanas, brancas, pretas, castanhas, verdes e de todas as cores, por isso, aguentem!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, fevereiro 02, 2010
Orçamento deste Estado
2010 DC
Quiçá o Mundo revolve, gases dirão uns, problemas de vesícula dirão outros, facto é que o Mundo se convulsiona, entre a patetice da gripe A e a imundice da Al-Qaeda, o Mundo anda em bolandas com os milhões que se esfumaram, engolidos pelos mesmos banqueiros especuladores e lambisqueiros, que continuam a dirigir os tostões dos pobres, o Mundo todo está em expectativa e em contenção, o Mundo todo não, um pequeno país de irredutíveis campónios, plantado à beira-mar, resiste ao invasor, peço desculpa ao Goscinny e ao Uderzo, hoje como sempre orgulhosamente só, rodeado de inimigos tendo por única saída o mar, este pequeno país resiste, resiste sobretudo à sobriedade, à qualidade e ao uso da inteligência.
Há uns dias, este Governo, atirou cá para fora o seu Orçamento do seu Estado, ontem comemorou numa daquelas cerimónias da treta os cem dias de governação que afinal só se cumprem hoje, o que inevitavelmente dará azo a outra cerimoniazeca, que se arrastará para mais uma comezaina num daqueles sítios onde só o arrotar custa cem Euros, todo o orçamento, é ponderação, contenção e cortes, todo não, uma pequena fatia recebe um soberbo aumento que nalguns casos chega aos 300%, essa rubrica que escapa ao corte é a rubrica da despesa dos senhores Ministros, despesas com viagens, carros, hotéis, cartões de crédito, horas extraordinárias, combustíveis, telemóveis e outras ajudas de custo, com os senhores Ministros se presentearam a eles próprios num típico, faz com eu digo não faças como eu faço.
Os irredutíveis Ministros gastadores, resistem contra tudo e contra todos, assemelhando-se aqueles bandos de gafanhotos que se atiram às colheitas, ceifando tudo, numa orgia consumista, acabando por morrer de fome porque nada mais há para comer, a única diferença será, que neste caso quem morre de fome somos nós, porque os senhores Ministros, vivem num mundo à parte, num mundo deles, que vive de malbaratar milhões, precavendo-se sempre da fome, que só toca aos papalvos que trabalham e que vêem cortados todos os seus direitos, sem aumentos, com o custo de vida sempre a subir, com ordenados miseráveis e sempre a exigirem-nos mais e mais horas, muitas pagas em horas, como se pudéssemos pegar em duas horas e comprar um litro de leite e um pão.
Senhores mandões ide bardamerda!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Quiçá o Mundo revolve, gases dirão uns, problemas de vesícula dirão outros, facto é que o Mundo se convulsiona, entre a patetice da gripe A e a imundice da Al-Qaeda, o Mundo anda em bolandas com os milhões que se esfumaram, engolidos pelos mesmos banqueiros especuladores e lambisqueiros, que continuam a dirigir os tostões dos pobres, o Mundo todo está em expectativa e em contenção, o Mundo todo não, um pequeno país de irredutíveis campónios, plantado à beira-mar, resiste ao invasor, peço desculpa ao Goscinny e ao Uderzo, hoje como sempre orgulhosamente só, rodeado de inimigos tendo por única saída o mar, este pequeno país resiste, resiste sobretudo à sobriedade, à qualidade e ao uso da inteligência.
Há uns dias, este Governo, atirou cá para fora o seu Orçamento do seu Estado, ontem comemorou numa daquelas cerimónias da treta os cem dias de governação que afinal só se cumprem hoje, o que inevitavelmente dará azo a outra cerimoniazeca, que se arrastará para mais uma comezaina num daqueles sítios onde só o arrotar custa cem Euros, todo o orçamento, é ponderação, contenção e cortes, todo não, uma pequena fatia recebe um soberbo aumento que nalguns casos chega aos 300%, essa rubrica que escapa ao corte é a rubrica da despesa dos senhores Ministros, despesas com viagens, carros, hotéis, cartões de crédito, horas extraordinárias, combustíveis, telemóveis e outras ajudas de custo, com os senhores Ministros se presentearam a eles próprios num típico, faz com eu digo não faças como eu faço.
Os irredutíveis Ministros gastadores, resistem contra tudo e contra todos, assemelhando-se aqueles bandos de gafanhotos que se atiram às colheitas, ceifando tudo, numa orgia consumista, acabando por morrer de fome porque nada mais há para comer, a única diferença será, que neste caso quem morre de fome somos nós, porque os senhores Ministros, vivem num mundo à parte, num mundo deles, que vive de malbaratar milhões, precavendo-se sempre da fome, que só toca aos papalvos que trabalham e que vêem cortados todos os seus direitos, sem aumentos, com o custo de vida sempre a subir, com ordenados miseráveis e sempre a exigirem-nos mais e mais horas, muitas pagas em horas, como se pudéssemos pegar em duas horas e comprar um litro de leite e um pão.
Senhores mandões ide bardamerda!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
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