Os Gregos, esses malandretes lúbricos, enfeitiçados pelos deuses, que nos legaram, tantas e tão boas memórias, inventaram também uma coisa que chamaram Demos Kracia, que como facilmente se adivinha deu em Democracia, que supostamente significará o governo do povo. E sobre esse facto é interessante analisar o conceito que da Democracia, tal como era entendida na época, de um dos seus maiores, Aristóteles na sua obra de título “Politica”
«A verdadeira base da democracia é a liberdade […] Os cidadãos dirigem ou obedecem […] O povo é soberano. O que ele decidir é considerado justo porque todos os cidadãos têm os mesmos direitos. Nas democracias, os pobres são, pois, mais poderosos que os ricos, uma vez que são em maior número e que as suas decisões são soberanas.»
Começando pela primeira frase, nós não somos uma Democracia, é o começo da mentira em que vivemos, este pardieiro é tudo menos uma Democracia, nós não somos livres!
A segunda frase, menos-mal, efectivamente uns poucos mandam, a maioria obedece e só obedece. Em Portugal, porém, o povo não é soberano. O povo é antes, escravizado, vítima de constantes humilhações e maus-tratos, porque na verdade, nem todos temos os mesmos direitos, aliás, uns só têm direitos, a grande maioria só tem deveres, deve a água, deve a luz, deve a casa, deve isto e mais aquilo e tudo o que se lembrem de inventar para que os outros, os que só tem direitos continuem a engordar.
Nesta democracia, os verdadeiros pobres, não mandam nada, sendo objectivo declarado dos vários governos reduzir-nos a todos ao rendimento mínimo e à condição de pobres, nem o número, nos salva, porque como classe somos a mais medíocre e miseravelmente embrutecida além de absolutamente sem coesão.
Que nos resta, então? Acreditar nesta democraciazita que nos dizem existir, onde uns podem tudo e outros não podem nada, onde vivemos no medo sem termos como reagir, sitiados por, taxas, coimas, licenças, impostos e mais alcavalas, que servem apenas para engordar a escumalha prevaricadora, que se passeia em grandes carros, cheia de ostentação, a quem tudo é oferecido de mão beijada. É isto a tal democracia. Então bardamerda o 25 Abril! Abaixo a Democracia!
Há duzentos e vinte e um anos em 5 de Maio de 1789, em França, cansados dos privilégios de uns poucos e da usura despótica imposta à maioria, o povo pegou em armas e cortou o mal pela raiz. Precisaremos da mesma ocorrência, transcorridos todos estes anos? Não sei sinceramente responder! Sei que vivo numa mentira, este não é um estado de Direito, este não é um país democrático. Vivemos antes sob diversas ditaduras, que concorrem para a anarquia em que quase tudo soçobra.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, março 24, 2010
segunda-feira, março 22, 2010
No Reino do Faz-de-conta que faz!
E novas de Portugal? – Pediu El’Rei. Que não há disse o arauto, escudando-se atrás do antigo pergaminho que declarava isento de culpas o portador das mensagens, ainda que fossem as mesmas de muito mau tragar. Como não há, redarguiu o Rei, cansado, como era possível não haver novas do reino do faz de conta.
- Bem Majestade – disse o arauto, a medo – o relato que trago diz assim!
Os governos desgovernam!
Os Juízes, julgam pouco, mal e a desoras!
Os médicos, medicam que se fartam!
Os trabalhadores mandriam!
Os polícias, é saber onde andam!
Os professores, ensinam?
Os alunos pouco aprendem!
- E continua o relato desta guisa:
Por outro lado,
Os ladrões roubam.
Os vigaristas vigarizam.
Os assassinos matam.
Os bandalhos são livres.
Os bandoleiros estão activos.
Os caloteiros não pagam.
- E o povo – pergunta El-Rei – já enfadado.
- Esse – diz o arauto – sei-o bem, o povo, vegeta, num “dolce fare niente” de opiáceos, entorpecido, por futebolices, beatices e crendices, viaja embarcado na nau Catrineta no longo rio do Deiaxa-andar! As velas rotas, o casco com buracos, a mezena deitada abaixo e o gurupés sem cordame, o timão solto, sem governança, mas placidamente embalados, oram às santinhas milagreiras, gastam os soldos nas velinhas e nos bazares da moda e sem mais aquele fazem de conta que estão a fazer sem nada feito!
- Estranho reino – desse El-Rei – estranha gente, serão destituídos de tutano, não tem espinha nem espinhela que os sustenha, vivem assim vergados, sem nada fazer!
- É mercê de estranhar, vossa majestade, que se afogam em álcoois e fumos mágicos, por isso vivem nessa dolência dos pobres de espírito, dando apenas valor a biscates e meios patacos.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
- Bem Majestade – disse o arauto, a medo – o relato que trago diz assim!
Os governos desgovernam!
Os Juízes, julgam pouco, mal e a desoras!
Os médicos, medicam que se fartam!
Os trabalhadores mandriam!
Os polícias, é saber onde andam!
Os professores, ensinam?
Os alunos pouco aprendem!
- E continua o relato desta guisa:
Por outro lado,
Os ladrões roubam.
Os vigaristas vigarizam.
Os assassinos matam.
Os bandalhos são livres.
Os bandoleiros estão activos.
Os caloteiros não pagam.
- E o povo – pergunta El-Rei – já enfadado.
- Esse – diz o arauto – sei-o bem, o povo, vegeta, num “dolce fare niente” de opiáceos, entorpecido, por futebolices, beatices e crendices, viaja embarcado na nau Catrineta no longo rio do Deiaxa-andar! As velas rotas, o casco com buracos, a mezena deitada abaixo e o gurupés sem cordame, o timão solto, sem governança, mas placidamente embalados, oram às santinhas milagreiras, gastam os soldos nas velinhas e nos bazares da moda e sem mais aquele fazem de conta que estão a fazer sem nada feito!
- Estranho reino – desse El-Rei – estranha gente, serão destituídos de tutano, não tem espinha nem espinhela que os sustenha, vivem assim vergados, sem nada fazer!
- É mercê de estranhar, vossa majestade, que se afogam em álcoois e fumos mágicos, por isso vivem nessa dolência dos pobres de espírito, dando apenas valor a biscates e meios patacos.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, março 18, 2010
O Bullying ao inverso!
O professor dos dias de hoje é cada vez mais vítima dos alunos que supostamente deveriam ser os seus melhores amigos, pois essa pessoa disponibiliza horas incontáveis da sua vida a aprender para poder ensinar, os alunos deveriam sentir-se gratos, por receberem essa grande dádiva que é o saber. Utopicamente esta seria uma realidade ideal. Infelizmente com a Corja de imbecis madraços, que hoje frequentam as escolas como alunos, o resultado é o inverso, prova que uma sociedade que não cultiva o conhecimento e que nisso não tem orgulho, é uma sociedade que caminha para o abismo, a quota-parte de burrice não é apenas dos alunos, ele há por aí professores que Deus nos livre, dos auxiliares é melhor nem falar,é dessa grande orgia de cavalidade e burrice crónica, endémica e promovida, que nasce o actual estado de disparate.
Para qualquer bandalheco adolescente a professora e ou o professor, são os seus piores inimigos, são encarados como ameaças à sua liberdade criativa, figuras tenebrosas de um ordálio sem fim que é estudar meia dúzia de porcarias, para tentar ser alguém digno de se poder chamar ser humano, ao invés dos grunhos canhestros e cavernícolas de barrete ao lado e calças a cair pelo traseiro que temos agora. Produtos da modernidade dirão muitos, temos de ter compreensão, temos de saber acompanhar a modernidade.
Os pais, supremo modelo dos fedelhos irritantes, encaram também os professores como inimigos, aqui com uma dupla carga negativa, em primeiro o ódio que tem à classe, ódio esse empolado até ao tutano, por essa classe de indigentes intelectuais que nos serve de governantes, segundo pela mais mesquinha inveja, pelo puro materialismo.
O professor tem estatuto de rico, de pouco fazer, de ter muitos dias de férias e de ser um inútil muito bem pago no dizer de alguma inutilidade televisiva que por aí possa andar.
O pobre professor de música, pessoa já com problemas que ninguém queria ouvir, pôs termo à vida. Acho piada aos papás e aos seus argumentos, como por exemplo, são uma turma de bons alunos, o que não invalida que sejam agressores neste tipo de bullying. Não podemos assacar aos alunos este tipo de culpa! Na totalidade não, devemos responsabiliza-los pela sua quota-parte de culpa, devemos ajuda-los a serem pessoas melhores a não olhar a diferença e os problemas de forma leviana e trocista, devemos em suma educa-los, esse é o papel dos pais, desses mesmo que se demitem dessa função. Citando um excerto do livro “Bullying Guerra na Escola” da Pedagoga argentina Nora Ethel Rodríguez – Se há problemas de disciplina, isto deve-se à perda de autoridade do professor.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Para qualquer bandalheco adolescente a professora e ou o professor, são os seus piores inimigos, são encarados como ameaças à sua liberdade criativa, figuras tenebrosas de um ordálio sem fim que é estudar meia dúzia de porcarias, para tentar ser alguém digno de se poder chamar ser humano, ao invés dos grunhos canhestros e cavernícolas de barrete ao lado e calças a cair pelo traseiro que temos agora. Produtos da modernidade dirão muitos, temos de ter compreensão, temos de saber acompanhar a modernidade.
Os pais, supremo modelo dos fedelhos irritantes, encaram também os professores como inimigos, aqui com uma dupla carga negativa, em primeiro o ódio que tem à classe, ódio esse empolado até ao tutano, por essa classe de indigentes intelectuais que nos serve de governantes, segundo pela mais mesquinha inveja, pelo puro materialismo.
O professor tem estatuto de rico, de pouco fazer, de ter muitos dias de férias e de ser um inútil muito bem pago no dizer de alguma inutilidade televisiva que por aí possa andar.
O pobre professor de música, pessoa já com problemas que ninguém queria ouvir, pôs termo à vida. Acho piada aos papás e aos seus argumentos, como por exemplo, são uma turma de bons alunos, o que não invalida que sejam agressores neste tipo de bullying. Não podemos assacar aos alunos este tipo de culpa! Na totalidade não, devemos responsabiliza-los pela sua quota-parte de culpa, devemos ajuda-los a serem pessoas melhores a não olhar a diferença e os problemas de forma leviana e trocista, devemos em suma educa-los, esse é o papel dos pais, desses mesmo que se demitem dessa função. Citando um excerto do livro “Bullying Guerra na Escola” da Pedagoga argentina Nora Ethel Rodríguez – Se há problemas de disciplina, isto deve-se à perda de autoridade do professor.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, março 17, 2010
José Trocas-te
Não resisti, sei que é uma parolice, mas a gaffe do apresentador não podia ser mais a propósito.
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, março 16, 2010
Auschwitz - Porque é bom ter memória!
Numa época em que memória é coisa que muitos parecem não possuir, deixo-vos com dois livros interessantes, que ajudam a não esquecer o Holocausto. O primeiro é um livro infantil, chama-se "A História de Erika" é editado em Portugal pela editora Kalandraka.
É uma história soberba. Um grande exemplo do amor de uma mãe. Porque importa não esquecer. A sua autora é americana, Ruth Vander Zee de seu nome, o ilustrador, é italiano de seu nome Roberto Innocenti.

A outra proposta é um livro de Banda Desenhada, o tema é o mesmo, o autor é o francês Pascal Croci.Editado em Portugal pela Witloof, que já cessou a actividade. Em excelentes pranchas, vai desfilando o universo estilizado do sofrimento de pessoas, encandeando um horror notro mais moderno, porque o ser humano é capaz das maiores atrocidades em nome de coisas imbecis, como seja a raça, a religião e ou a política.

Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
É uma história soberba. Um grande exemplo do amor de uma mãe. Porque importa não esquecer. A sua autora é americana, Ruth Vander Zee de seu nome, o ilustrador, é italiano de seu nome Roberto Innocenti.

A outra proposta é um livro de Banda Desenhada, o tema é o mesmo, o autor é o francês Pascal Croci.Editado em Portugal pela Witloof, que já cessou a actividade. Em excelentes pranchas, vai desfilando o universo estilizado do sofrimento de pessoas, encandeando um horror notro mais moderno, porque o ser humano é capaz das maiores atrocidades em nome de coisas imbecis, como seja a raça, a religião e ou a política.

Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, março 15, 2010
A Torre das Navalhas
A grande saga do PSD, continua! O realizador da saga “O Senhor dos Anéis”, declarou recentemente que irá realizar uma nova saga em três partes sobre o PSD, os títulos já estão escolhidos, O Senhor das Navalhas, A Torre das Navalhas e o Regresso do Bolo-rei, em entrevista exclusiva a este blogue o autor desvendou um pouco do guião que utilizará para desenvolver os filmes, em primeira-mão ficaremos a conhecer a trama.
A acção situa-se num país fantástico, a Terra de Mérdia povoado de bairros sociais e etnias selvagens, acompanharemos a luta de três companheiros, Aguiar o Branco, Passos o Coelho e Rangel o Metaleiro, os três lutam uns contra os outros para se apoderarem da Torre das Navalhas, onde estão depositadas as navalhas de ouro com que os diversos membros daquele partido navalham as costas uns dos outros em lutas intestinas para acederem à liderança do partido.
Aparecem vários vilões e vários co-adjuvantes que ajudam os heróis a ultrapassar, a pisar e a ridicularizar tudo e todos para acederem ao poleiro. Na categoria dos que ajudam a atrapalhar, encontramos o velho rei, Cavaco o Migalhas, também conhecido por Aníbal Tabu, por causa do perfume que usa, encontramos também o usurpador Sócrates o Pinto, que arrebanhou a governação da Terra Mérdia, a sua governação é tão boa que ele é seguramente um dos melhores argumentos para que um dos três heróis ganhe o trono.
Na categoria dos que atrapalham só de ajudar, encontramos Santana o Menino Guerreiro, o pai da Lei da Rolha, afinal descobre-se que a asfixia democrática que a Fada Manuela, tanto clamava, está dentro do próprio partido, que cada vez mais obscurece as meninges da malta com atitudes fascizóides, disparatadas e completamente fora da realidade, triste é ver a exaltação como os títeres do dito partidelho comemoraram a coisa, mais triste ainda é existir gente que ainda dê ouvidos ao Menino Guerreiro, um verdadeiro mistério que põe à prova a capacidade intelectual de qualquer pessoa dita normal.
Temos assim uma excelente saga, onde a trama da acção passa por andarem todos a tramarem-se uns aos outros, junte-se também a participação de heróis vilões como Marques O Ganda Nóia, Marcelo o Sabão e Meneses o Pedagogo, ficamos com um dos mais completos e ilustrados quadros do miserabilismo político dos últimos duzentos anos, representado num filme cheio de efeitos especiais e paisagens fantásticas, o realizador confidenciou-nos que foi difícil fazer a escolha dos locais para as rodar as cenas em cenários reais, já que Portugal, país em que decorrem as filmagens, tem centenas de excelentes locais, rios e ribeiros cheios de lixo, parques naturais com cimenteiras e construção pelo meio, barragens e açudes a trouxe mouche, lixeiras por todo o lado infestando as pobres florestas que ainda não arderam, grandes praias sem areia.
Arrentela, Cova da Moura, Massamá, Bobadela e outros exemplos de excelente ordenamento territorial, vão ser usados como cenários naturais para rodar as cenas, diz o realizador que rodar no próprio local em que alguns dos protagonistas são os efectivos responsáveis pelo estado miserável da paisagem emprestará ao filme uma visão fantástica da transcendência do ser sobre a matéria, aguardemos então para ver o produto final desta saga que estreará em Portugal lá para Dezembro.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
A acção situa-se num país fantástico, a Terra de Mérdia povoado de bairros sociais e etnias selvagens, acompanharemos a luta de três companheiros, Aguiar o Branco, Passos o Coelho e Rangel o Metaleiro, os três lutam uns contra os outros para se apoderarem da Torre das Navalhas, onde estão depositadas as navalhas de ouro com que os diversos membros daquele partido navalham as costas uns dos outros em lutas intestinas para acederem à liderança do partido.
Aparecem vários vilões e vários co-adjuvantes que ajudam os heróis a ultrapassar, a pisar e a ridicularizar tudo e todos para acederem ao poleiro. Na categoria dos que ajudam a atrapalhar, encontramos o velho rei, Cavaco o Migalhas, também conhecido por Aníbal Tabu, por causa do perfume que usa, encontramos também o usurpador Sócrates o Pinto, que arrebanhou a governação da Terra Mérdia, a sua governação é tão boa que ele é seguramente um dos melhores argumentos para que um dos três heróis ganhe o trono.
Na categoria dos que atrapalham só de ajudar, encontramos Santana o Menino Guerreiro, o pai da Lei da Rolha, afinal descobre-se que a asfixia democrática que a Fada Manuela, tanto clamava, está dentro do próprio partido, que cada vez mais obscurece as meninges da malta com atitudes fascizóides, disparatadas e completamente fora da realidade, triste é ver a exaltação como os títeres do dito partidelho comemoraram a coisa, mais triste ainda é existir gente que ainda dê ouvidos ao Menino Guerreiro, um verdadeiro mistério que põe à prova a capacidade intelectual de qualquer pessoa dita normal.
Temos assim uma excelente saga, onde a trama da acção passa por andarem todos a tramarem-se uns aos outros, junte-se também a participação de heróis vilões como Marques O Ganda Nóia, Marcelo o Sabão e Meneses o Pedagogo, ficamos com um dos mais completos e ilustrados quadros do miserabilismo político dos últimos duzentos anos, representado num filme cheio de efeitos especiais e paisagens fantásticas, o realizador confidenciou-nos que foi difícil fazer a escolha dos locais para as rodar as cenas em cenários reais, já que Portugal, país em que decorrem as filmagens, tem centenas de excelentes locais, rios e ribeiros cheios de lixo, parques naturais com cimenteiras e construção pelo meio, barragens e açudes a trouxe mouche, lixeiras por todo o lado infestando as pobres florestas que ainda não arderam, grandes praias sem areia.
Arrentela, Cova da Moura, Massamá, Bobadela e outros exemplos de excelente ordenamento territorial, vão ser usados como cenários naturais para rodar as cenas, diz o realizador que rodar no próprio local em que alguns dos protagonistas são os efectivos responsáveis pelo estado miserável da paisagem emprestará ao filme uma visão fantástica da transcendência do ser sobre a matéria, aguardemos então para ver o produto final desta saga que estreará em Portugal lá para Dezembro.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, março 12, 2010
Uma Procuradora à procura!
Maria José Morgado foi ouvida naquela coisa parlamentar sobre corrupção, desancar naqueles que todos sabemos serem os maiores culpados do estado miserável deste país, os deputados claro está, mas a meio das declarações, já um deputado armado em prima donna, ofendido com a verdade, pedia um ponto de ordem à mesa, solicitando à Procuradora-geral adjunta, que fosse menos incisiva e contundente nas declarações.
Do pouco que vi, a presença de MJM, foi um fartote de rir, primeiro porque a capacidade intelectual da senhora Procuradora, deixa de queixo à banda se não todos a grande maioria dos deputados daquela infeliz comissão, não estou como é obvio a dizer que os senhores deputados da comissão parlamentar sobre o fenómeno da corrupção sofram de problemas de coeficiente de intelecto, longe de mim proferir tal barbaridade, apenas quero dizer que estão a milhas da proficiência intelectual de MJM, o que tornará complexa a total e real apreensão e assimilação de tudo o que a senhora Procuradora declarou.
Continuei a encher o papinho a rir, com os ares de indignação, surpresa, estupefacção e quiçá inveja, de alguns dos deputados, ares esses que acabam por fundamentar, e bem, uma das principais afirmações de MJM, ao dizer que a culpa deste estado de coisa é do legislador, outra quem é o legislador? Pois, acertaram! Os senhores deputados, são efectivamente a encarnação física dessa figura etérea a que se chama Legislador, o tenebroso culpado oculto, fonte de todos os disparates legais deste país e da teia de burrocracia imbecil, afinal não é nenhum pobre diabo enfiado num gabinete escuso, afinal o legislador é aquela massa crítica de inépcia e pouco arrojo intelectual que enche o parlamento.
Quase morri a rir quando, a senhora procuradora disse que a corrupção em Portugal está fora de controlo! Nisto a imagem mostra o ar espantado de três ou quatro deputados. Estão espantados com o quê? Não sabiam? Vivem em que país? Ah, pois, não podemos esquecer que os senhores deputados parecem viver num mundo próprio, o país deles raramente parece ser coincidente com o nosso. O que parece querer sem dúvida significar, que não servem para o lugar que ocupam, é a mesma coisa que colocar um aguadeiro a dirigir uma filarmónica, esse é o grande drama desta nação, andam há anos a fio os aguadeiros a dirigir a filarmónica, daí que a música que tocam seja desafinada a destempo e sempre a meter água.
Quase a recuperar do tremendo golpe de gargalhadas anterior, eis que um senhor deputado da situação, ilustre representante de uma região autónoma se chateia com a verdade inquestionável proferida por MJM, e numa atitude de dama antiga ofendida, faz um ponto de ordem à mesa, para que o senhor presidente da comissão, refreie o ímpeto e ânimo incisivo da Procuradora. A senhora MJM, apenas disse por duas ou três ocasiões a frase e cito “Se os senhores deputados estão satisfeitos com isso, não é problema meu!” Em alusão ao triste estado em que se encontra este pseudo país.
A frase é tão verdade, que o senhor deputado se sentiu ofendido, porque em Portugal a verdade ofende. Os portugueses parecem não gostar da verdade, fogem dela, inventaram até um dito interessante que diz que há verdades que é melhor não serem ditas, por isso percebo perfeitamente a atitude do senhor deputado, até porque a verdade em Portugal parece ofender sempre quem a atropela, até porque se verdadeiramente houvesse da parte dos deputados alguma intenção em dar combate à corrupção, aquela comissão era perfeitamente desnecessária.
Por fim, fui às lágrimas de tanto rir quando aquele bonacheirão galhofeiro do Vera Jardim, afirmou, perante a comissão, que afiançava à senhora Procuradora, que eles os deputados daquela comissão, por aquilo que ele tinha visto, iriam fazer de tudo para mudar as coisas e dar ao combate à corrupção os meios e os instrumentos que MJM, afirmou faltarem. Confesso que com esta quase verti águas de tanto rir!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Do pouco que vi, a presença de MJM, foi um fartote de rir, primeiro porque a capacidade intelectual da senhora Procuradora, deixa de queixo à banda se não todos a grande maioria dos deputados daquela infeliz comissão, não estou como é obvio a dizer que os senhores deputados da comissão parlamentar sobre o fenómeno da corrupção sofram de problemas de coeficiente de intelecto, longe de mim proferir tal barbaridade, apenas quero dizer que estão a milhas da proficiência intelectual de MJM, o que tornará complexa a total e real apreensão e assimilação de tudo o que a senhora Procuradora declarou.
Continuei a encher o papinho a rir, com os ares de indignação, surpresa, estupefacção e quiçá inveja, de alguns dos deputados, ares esses que acabam por fundamentar, e bem, uma das principais afirmações de MJM, ao dizer que a culpa deste estado de coisa é do legislador, outra quem é o legislador? Pois, acertaram! Os senhores deputados, são efectivamente a encarnação física dessa figura etérea a que se chama Legislador, o tenebroso culpado oculto, fonte de todos os disparates legais deste país e da teia de burrocracia imbecil, afinal não é nenhum pobre diabo enfiado num gabinete escuso, afinal o legislador é aquela massa crítica de inépcia e pouco arrojo intelectual que enche o parlamento.
Quase morri a rir quando, a senhora procuradora disse que a corrupção em Portugal está fora de controlo! Nisto a imagem mostra o ar espantado de três ou quatro deputados. Estão espantados com o quê? Não sabiam? Vivem em que país? Ah, pois, não podemos esquecer que os senhores deputados parecem viver num mundo próprio, o país deles raramente parece ser coincidente com o nosso. O que parece querer sem dúvida significar, que não servem para o lugar que ocupam, é a mesma coisa que colocar um aguadeiro a dirigir uma filarmónica, esse é o grande drama desta nação, andam há anos a fio os aguadeiros a dirigir a filarmónica, daí que a música que tocam seja desafinada a destempo e sempre a meter água.
Quase a recuperar do tremendo golpe de gargalhadas anterior, eis que um senhor deputado da situação, ilustre representante de uma região autónoma se chateia com a verdade inquestionável proferida por MJM, e numa atitude de dama antiga ofendida, faz um ponto de ordem à mesa, para que o senhor presidente da comissão, refreie o ímpeto e ânimo incisivo da Procuradora. A senhora MJM, apenas disse por duas ou três ocasiões a frase e cito “Se os senhores deputados estão satisfeitos com isso, não é problema meu!” Em alusão ao triste estado em que se encontra este pseudo país.
A frase é tão verdade, que o senhor deputado se sentiu ofendido, porque em Portugal a verdade ofende. Os portugueses parecem não gostar da verdade, fogem dela, inventaram até um dito interessante que diz que há verdades que é melhor não serem ditas, por isso percebo perfeitamente a atitude do senhor deputado, até porque a verdade em Portugal parece ofender sempre quem a atropela, até porque se verdadeiramente houvesse da parte dos deputados alguma intenção em dar combate à corrupção, aquela comissão era perfeitamente desnecessária.
Por fim, fui às lágrimas de tanto rir quando aquele bonacheirão galhofeiro do Vera Jardim, afirmou, perante a comissão, que afiançava à senhora Procuradora, que eles os deputados daquela comissão, por aquilo que ele tinha visto, iriam fazer de tudo para mudar as coisas e dar ao combate à corrupção os meios e os instrumentos que MJM, afirmou faltarem. Confesso que com esta quase verti águas de tanto rir!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, março 11, 2010
11 de Março de 1975
Estamos no dia 11 de Março de 1975. Aviões da FAP, sobrevoam Lisboa. O PCP, forçara a mão do General Spínola, e dos sectores da extrema-direita intimamente solidários com o General, que intenta nesse dia de Março de 1975, um golpe de estado que iria inverter o rumo da situação a favor da direita e em detrimento do PCP, que já percebera que o seu peso eleitoral, não chegaria para lhe assegurar uma posição dominante, nas eleições próximas que seriam em Abril desse mesmo, posição essa que seria essencial para catapultar os secretos desígnios do PCP, para transformar Portugal num estado socialista avançado, uma espécie de Cuba da Europa.
Vasco Gonçalves, era então primeiro-ministro do III governo provisório, esse governo, utilizando uma expressão habitual, era um grande saco de gatos, com tendências, dissidências e divergências. Do outro lado da barricada um outro duro, Otelo Saraiva de Carvalho, coloca o COPCON em acção.
Os paraquedistas numa manobra orquestrada por Spínola, que garantira o apoio da sua Base de Tancos como da Base Aérea 3 também em Tancos, assaltam o aeroporto de Lisboa e o RAL 1 – Regimento de Artilharia Ligeira 1. O MFA, apela à mobilização popular, Otelo desdobra-se em contra ofensivas, pela noite de 11 de Março o golpe estava dominado. Tinham existido pilhagens de sedes de partidos de direita, alguns oficiais revoltosos presos, de imediato foram libertados, Spínola estava em Espanha, o prelúdio do Verão Quente de 1975 estava aí, a situação só voltaria aos eixos com Eanes e Jaime Neves e o 25 de Novembro de 1975.
Há quem diga que o poder económico, os mesmos que hoje mandam, tentou usar os militares para tomar o poder, há quem desminta, há quem afirme que era a extrema-direita que queria uma contra revolução, para voltar a colocar Portugal sobre a mordaça do fascismo, há quem diga que o PCP sabia do golpe e que o deixou concretizar para capitalizar o seu resultado nas eleições de Abril, facto que também não consegui, daí para a frente e até ao 25 de Novembro o PCP, vai perdendo as ilusões.
Neste dia houve agitação em Washington, o CV 60 USS Saratoga, é enviado para Portugal fundeando no Tejo, a cobertura legal era dada pela operação NATO Locked Gate-75, ao mesmo tempo a base aérea espanhola de Torrejon entra em prevenção, estado que só abandona por volta de 1980, esta base era operada pela força aérea americana e pertencia ao SAC – Strategic Air Command. Franck Carlucci e Henry Kissinger, lançam alertas sobre o perigo vermelho, a CIA, em especial o seu escritório de Lisboa, está em delírio. Com consciência ou não do perigo de intervenção estrangeira, a esquerda portuguesa, debela o golpe sem forçar demasiado e sem cair na tentação de reagir com um contra-golpe que tomasse o poder e instituísse uma república de cariz soviético.
Há 34 anos, sectores da direita e da extrema-direita reaccionária, intentaram um golpe, mas perderam! Mantiveram-se activos posteriormente, queimando sedes dos partidos de esquerda, perpetrando alguns assassinatos, que ficaram impunes, mercê da muito mais mediática actividade das FP-25.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Vasco Gonçalves, era então primeiro-ministro do III governo provisório, esse governo, utilizando uma expressão habitual, era um grande saco de gatos, com tendências, dissidências e divergências. Do outro lado da barricada um outro duro, Otelo Saraiva de Carvalho, coloca o COPCON em acção.
Os paraquedistas numa manobra orquestrada por Spínola, que garantira o apoio da sua Base de Tancos como da Base Aérea 3 também em Tancos, assaltam o aeroporto de Lisboa e o RAL 1 – Regimento de Artilharia Ligeira 1. O MFA, apela à mobilização popular, Otelo desdobra-se em contra ofensivas, pela noite de 11 de Março o golpe estava dominado. Tinham existido pilhagens de sedes de partidos de direita, alguns oficiais revoltosos presos, de imediato foram libertados, Spínola estava em Espanha, o prelúdio do Verão Quente de 1975 estava aí, a situação só voltaria aos eixos com Eanes e Jaime Neves e o 25 de Novembro de 1975.
Há quem diga que o poder económico, os mesmos que hoje mandam, tentou usar os militares para tomar o poder, há quem desminta, há quem afirme que era a extrema-direita que queria uma contra revolução, para voltar a colocar Portugal sobre a mordaça do fascismo, há quem diga que o PCP sabia do golpe e que o deixou concretizar para capitalizar o seu resultado nas eleições de Abril, facto que também não consegui, daí para a frente e até ao 25 de Novembro o PCP, vai perdendo as ilusões.
Neste dia houve agitação em Washington, o CV 60 USS Saratoga, é enviado para Portugal fundeando no Tejo, a cobertura legal era dada pela operação NATO Locked Gate-75, ao mesmo tempo a base aérea espanhola de Torrejon entra em prevenção, estado que só abandona por volta de 1980, esta base era operada pela força aérea americana e pertencia ao SAC – Strategic Air Command. Franck Carlucci e Henry Kissinger, lançam alertas sobre o perigo vermelho, a CIA, em especial o seu escritório de Lisboa, está em delírio. Com consciência ou não do perigo de intervenção estrangeira, a esquerda portuguesa, debela o golpe sem forçar demasiado e sem cair na tentação de reagir com um contra-golpe que tomasse o poder e instituísse uma república de cariz soviético.
Há 34 anos, sectores da direita e da extrema-direita reaccionária, intentaram um golpe, mas perderam! Mantiveram-se activos posteriormente, queimando sedes dos partidos de esquerda, perpetrando alguns assassinatos, que ficaram impunes, mercê da muito mais mediática actividade das FP-25.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, março 10, 2010
PEC
O Governo apresentou, com a maior das satisfações o Programa de Estabilidade e Crescimento vulgarmente conhecido por PEC ou Plano de Esburgamento Colectivo, pois é disso que se fala, de um grande plano para esburgar, aos mesmos do costume, o dinheiro necessário para continuar a alimentar a Corja de escumalha que viva à conta do orçamento.
Para não variar este governo, vai continuar a massacrar os pobres diabos que já alimentam a Corja. Para não variar os mesmos de sempre vão alimentar o enorme leque de energúmenos incapazes que ocupa os bairros sociais e os condomínios fechados, a elite do estrume e a creme de la merde, é para isso que servimos, nós os cretinos que trabalhamos cada vez mais por cada vez menos, a quem nos pedem ajudas para tudo e mais alguma coisa desde o Haiti até à Associação de Calceteiros Marítimos da Moita do Ribatejo, vocês não sei mas eu estou fartinho até ao tutano desta trampa toda.
Objectivamente este PEC, é mais uma mistificação, uma farsa, que deixa de fora os reais cortes necessários e avoluma o fardo a quem ainda tem trabalho. Um PEC, objectivo aumentaria os escalões do IRS a partir dos 50 mil Euros Anuais, um PEC, objectivo taxaria transacções bancárias, grandes fortunas e o sector bancário em geral que paga tuta-e-meia pelos milhões que embolsa.
Por outro lado um governo verdadeiramente preocupado com a economia proporia uma séria revisão constitucional para mudar este modelo despesista, estafado e anacrónico de governo, um governo preocupado, acabaria com as vergonhosas reformas de muitas figuras responsáveis por este actual regabofe, um governo preocupado poria fim a assessorias, estudos, secretarias e motoristas, um governo preocupado seria criterioso nas compras que faz não esbanjando o dinheiro dos contribuintes em inutilidades como podemos ver aqui, um governo preocupado trataria de orçamentar as obras públicas deforma a evitar derrapagens financeiras processando criminalmente os responsáveis por elas, claro que tudo isto pouparia milhões se estes governos fossem governos de gente competente.
Um governo preocupado, trataria os bons cidadãos deste país com consideração, zelando de facto pela sua felicidade e estabilidade. Como o que temos tido são governos de merda, o estado actual é o que se sabe e este PEC, só vem auxiliar o já miserável estado das coisas, e bem podem os economistas, analistas e por aí afora clamarem a favor ou contra, verdade verdadinha é que estamos cada vez mais na merda, atolados nela até às orelhas, isto é, estamos, os cretinos que trabalham e pagam impostos, porque a escumalha subsídio dependente e os politiqueiros e seus apaniguados continuam como dantes a folgar de barriga cheia.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Para não variar este governo, vai continuar a massacrar os pobres diabos que já alimentam a Corja. Para não variar os mesmos de sempre vão alimentar o enorme leque de energúmenos incapazes que ocupa os bairros sociais e os condomínios fechados, a elite do estrume e a creme de la merde, é para isso que servimos, nós os cretinos que trabalhamos cada vez mais por cada vez menos, a quem nos pedem ajudas para tudo e mais alguma coisa desde o Haiti até à Associação de Calceteiros Marítimos da Moita do Ribatejo, vocês não sei mas eu estou fartinho até ao tutano desta trampa toda.
Objectivamente este PEC, é mais uma mistificação, uma farsa, que deixa de fora os reais cortes necessários e avoluma o fardo a quem ainda tem trabalho. Um PEC, objectivo aumentaria os escalões do IRS a partir dos 50 mil Euros Anuais, um PEC, objectivo taxaria transacções bancárias, grandes fortunas e o sector bancário em geral que paga tuta-e-meia pelos milhões que embolsa.
Por outro lado um governo verdadeiramente preocupado com a economia proporia uma séria revisão constitucional para mudar este modelo despesista, estafado e anacrónico de governo, um governo preocupado, acabaria com as vergonhosas reformas de muitas figuras responsáveis por este actual regabofe, um governo preocupado poria fim a assessorias, estudos, secretarias e motoristas, um governo preocupado seria criterioso nas compras que faz não esbanjando o dinheiro dos contribuintes em inutilidades como podemos ver aqui, um governo preocupado trataria de orçamentar as obras públicas deforma a evitar derrapagens financeiras processando criminalmente os responsáveis por elas, claro que tudo isto pouparia milhões se estes governos fossem governos de gente competente.
Um governo preocupado, trataria os bons cidadãos deste país com consideração, zelando de facto pela sua felicidade e estabilidade. Como o que temos tido são governos de merda, o estado actual é o que se sabe e este PEC, só vem auxiliar o já miserável estado das coisas, e bem podem os economistas, analistas e por aí afora clamarem a favor ou contra, verdade verdadinha é que estamos cada vez mais na merda, atolados nela até às orelhas, isto é, estamos, os cretinos que trabalham e pagam impostos, porque a escumalha subsídio dependente e os politiqueiros e seus apaniguados continuam como dantes a folgar de barriga cheia.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, março 09, 2010
Ainda o Bullying!
O programa Sinais de Fogo de MST, ontem versou em parte sobre a infeliz ocorrência em Mirandela. MST, convidou a Pedopsiquiatra Ana Vasconcelos para falar sobre bullying. Podem ver a entrevista aqui.
Confesso que gostei do discurso coerente de Ana Vasconcelos, apesar de não ter aprofundado o tema, foi relativamente certeira em dissecar o tema. Algumas das suas opiniões são utópicas e revelam concordância com algumas das ditas modernas correntes educativas, que deram neste estado actual de miserabilismo educativo. A tentativa de fazer passar um modelo idílico em que a Lei dita a ordem, é utópico, até porque como a própria declarou, existem uma série de complexas relações sociais e implicações culturais que mesclam e maculam a idealização de uma sociedade assente sobre pilares de Justiça, convenhamos que por cá isso é pura utopia, sabendo nós de antemão que a Justiça em Portugal é uma casa em ruínas.
Ao contrário de Ana Vasconcelos, acredito que o caminho seja o da criminalização e do levantamento da inimputabilidade destes actos de selvajaria, ao menosprezar estes actos, estaremos a concorrer para a produção de futuros rufiões adultos, convém também que se diga que o bullying também faz parte do universo dos adultos. Os métodos para criminalizar e punir estes actos, terão de passar claro está por apoios psiquiátricos e psicológicos em gabinetes estruturados que deveriam há muito funcionar nas escolas, claro que isto também é utópico, tendo em conta a vergonhosa realidade deste país de terceiro mundo, em que vivemos.
A pacificação das escolas jamais ocorrerá sem a pacificação da sociedade, sem que as crianças entendam que o mundo de impunidade em que vivem, tem limites, é inquestionável que vivemos numa sociedade onde a impunidade campeia, e se falarmos então das classes dirigentes, esses parecem completamente acima da Lei, facto que as crianças intuem perfeitamente ao contrário do que se possa pensar. Sem uma sociedade assente em verdadeiros princípios de Justiça, de Ordem e respeito mútuo pela Lei, com sanções efectivas e convenientes sobre os prevaricadores, jamais teremos escolas pacíficas.
Achei piada à tentativa de MST, de mais uma vez crucificar os professores, quando pergunta a Ana Vasconcelos, se estes não deveriam estar atentos a “certos sinais” para identificar os agressores. MST, tem uma qualquer malapata com os professores, um fetiche, um ressabiamento ou outra qualquer questão mal resolvida. Respondeu em conformidade a pedopsiquiatra, declarando que é difícil identificar esses sinais, para além de ser difícil, convirá dizer que os professores, não são psicólogos nem psiquiatras, se bem que, as mais das vezes também o tenham de ser. Também não concordo muito com o espartilhar do Bullying, de acordo com uma faixa etária, que segundo Ana Vasconcelos citando estudos elaborados em Itália situa, a partir dos 10 anos. Conheço alguns casos, apesar de poucos, em que determinadas situações, na Pré-primária, podem ser indícios de futuras situações de bullying, mas quem sou eu, para questionar!
Em suma, agradou-me a entrevista de Ana Vasconcelos, sem rodeios, descomplicada, falou acerca do tema, assertivamente e com dados concretos, falou simples num discurso perfeitamente perceptível. Esperemos todos que de uma vez por todas esta temática entre na cabeça dos governantes, mas a julgar pelas declarações da senhora ministra desta espécie de Educação, que temos por cá, creio bem que tudo isto vá cair em saco roto, pelo menos até à próxima vez que acontecer outro drama, esperemos que menos funesto!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Confesso que gostei do discurso coerente de Ana Vasconcelos, apesar de não ter aprofundado o tema, foi relativamente certeira em dissecar o tema. Algumas das suas opiniões são utópicas e revelam concordância com algumas das ditas modernas correntes educativas, que deram neste estado actual de miserabilismo educativo. A tentativa de fazer passar um modelo idílico em que a Lei dita a ordem, é utópico, até porque como a própria declarou, existem uma série de complexas relações sociais e implicações culturais que mesclam e maculam a idealização de uma sociedade assente sobre pilares de Justiça, convenhamos que por cá isso é pura utopia, sabendo nós de antemão que a Justiça em Portugal é uma casa em ruínas.
Ao contrário de Ana Vasconcelos, acredito que o caminho seja o da criminalização e do levantamento da inimputabilidade destes actos de selvajaria, ao menosprezar estes actos, estaremos a concorrer para a produção de futuros rufiões adultos, convém também que se diga que o bullying também faz parte do universo dos adultos. Os métodos para criminalizar e punir estes actos, terão de passar claro está por apoios psiquiátricos e psicológicos em gabinetes estruturados que deveriam há muito funcionar nas escolas, claro que isto também é utópico, tendo em conta a vergonhosa realidade deste país de terceiro mundo, em que vivemos.
A pacificação das escolas jamais ocorrerá sem a pacificação da sociedade, sem que as crianças entendam que o mundo de impunidade em que vivem, tem limites, é inquestionável que vivemos numa sociedade onde a impunidade campeia, e se falarmos então das classes dirigentes, esses parecem completamente acima da Lei, facto que as crianças intuem perfeitamente ao contrário do que se possa pensar. Sem uma sociedade assente em verdadeiros princípios de Justiça, de Ordem e respeito mútuo pela Lei, com sanções efectivas e convenientes sobre os prevaricadores, jamais teremos escolas pacíficas.
Achei piada à tentativa de MST, de mais uma vez crucificar os professores, quando pergunta a Ana Vasconcelos, se estes não deveriam estar atentos a “certos sinais” para identificar os agressores. MST, tem uma qualquer malapata com os professores, um fetiche, um ressabiamento ou outra qualquer questão mal resolvida. Respondeu em conformidade a pedopsiquiatra, declarando que é difícil identificar esses sinais, para além de ser difícil, convirá dizer que os professores, não são psicólogos nem psiquiatras, se bem que, as mais das vezes também o tenham de ser. Também não concordo muito com o espartilhar do Bullying, de acordo com uma faixa etária, que segundo Ana Vasconcelos citando estudos elaborados em Itália situa, a partir dos 10 anos. Conheço alguns casos, apesar de poucos, em que determinadas situações, na Pré-primária, podem ser indícios de futuras situações de bullying, mas quem sou eu, para questionar!
Em suma, agradou-me a entrevista de Ana Vasconcelos, sem rodeios, descomplicada, falou acerca do tema, assertivamente e com dados concretos, falou simples num discurso perfeitamente perceptível. Esperemos todos que de uma vez por todas esta temática entre na cabeça dos governantes, mas a julgar pelas declarações da senhora ministra desta espécie de Educação, que temos por cá, creio bem que tudo isto vá cair em saco roto, pelo menos até à próxima vez que acontecer outro drama, esperemos que menos funesto!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, março 08, 2010
Bullying
O Bullying, não é um fenómeno recente. Sê-lo-á, apenas enquanto denominação, uma questão de terminologia moderna, e quiçá de maior atenção para epifenómenos de violência, que varrem as sociedades ditas modernas e progressistas.
Os rufiões sempre existiram, todos recordamos que na escola existiam um ou dois cretinos que batiam nos mais indefesos, o problema é que hoje, como a maioria dos cobardes, agem em manada e só em manada se sentem seguros. Outra diferença dos tempos de antigamente, é que hoje, culpa do progresso iluminado, que se esqueceu de educar e civilizar as gentes, na escola mandam os alunos, os pais dos alunos, os gangues os ministros e muita mais gente, quem lá trabalha não manda e tem até medo de se tentar impor.
O bullying mais não é do que a violência das ruas levada par dentro de locais que não deveriam conhecer esse tipo de problemáticas, as escolas são hoje locais de extrema violência, professores e auxiliares, são joguetes, nas mãos de alunos e pais. A perda completa de autoridade e a inversão completa da mesma, descambam neste quadro de anarquia do salve-se quem puder geral, que infelizmente domina as nossas escolas. Os vários actores desta opereta bufa, pecam as mais das vezes por inacção, desleixo, incúria e pura estupidez crónica. Assim dos ministérios e governos, não podemos esperar muito, andam completamente a contra ciclo daquilo que é a realidade, cada medida proposta é ainda mais cretina que a anterior, a escola pública tem sido gradualmente destruída, esvaziada do seu propósito educacional e pedagógico. Só assim se percebe a falta de assistentes operacionais, actual nome pomposo para os antigos contínuos, não só a falta física, também a falta de formação e a completa falta de autoridade.
Os professores, esses estão reduzidos a meros assistentes administrativos, que por vezes tem de dar aulas. A sua autoridade é praticamente nula. As associações de pais, como foi perceptível no caso recente de Mirandela, servirão para promoção pessoal, para entrar nas guerrinhas politicas e para pouco mais, o que é de lamentar porque quem está nas associações de pais são os pais mais responsáveis, os que se preocupam, os que vão sempre às reuniões, os mais atentos e despertos para uma cidadania activa e participativa, ora se com estes assim se passa, imaginem o grosso da coluna que são todos os que se estão nas tintas e para quem as escolas dos vários graus de ensino são apenas depósitos de crianças ou incómodos que tem de se sujeitar para receberem mais um subsídio para puderem comprar mais uma arma ilegal ou mais um carrão topo gama.
As comissões de protecção de menores e coisas do género, servem essencialmente para manter os empregos e absorver a enorme catadupa de licenciados em assistência social, que de outro modo teriam de ir para caixas de supermercado ou outra coisa parecida, a sua actividade é para ser simpático, misteriosa.
Ora neste caldeirão de várias sensibilidades, onde o denominador comum é a penas a ignorância e a inoperância, chegamos a esta actual situação. De referir ainda que a maioria dos casos não chega ao conhecimento das autoridades, porque as crianças sabem perfeitamente que não vale a pena, que existem grupos intocáveis, um filho de alguém ter o azar de ser espancado por alguns elementos dessas várias etnias de sanguessugas subsídios dependentes que por aí abundam, o melhor que tem a fazer é comer e calar, porque ninguém age, excepto se alguém irado proferir alguma palavra mais a quente, aí lá vêm os arautos do racismo apontar o dedo, ao malvado branco racista, é preciso que isto também seja dito porque faz infelizmente parte da equação.
Disto tudo nasce o sentimento de impunidade, dos agressores e o sentimento de abandono e impotência das vítimas, sentimentos que são reais, não são imaginados. Depois é fácil, os agressores não são apenas miúdos oriundos de famílias ditas problemáticas ou de etnias de selvagens com conceitos muito próprios de civismo, os agressores são oriundos de todos os estratos sociais, o bullying, quer físico, com recurso a espancamento, quer psicológico, através de ameaças à vida, impropérios e palavrões com que se aterroriza a vítima, quer o cyberbullying, que se socorre das novas tecnologias, ou então de uma mescla de todos os métodos anteriores, incluindo coação psicológica e ou sexual com ou sem agressão física, numa actividade continuada , que por vezes se estende por anos, é uma ameaça real, já estudada noutros países mais atentos, onde este fenómeno já atrapalha, ainda mais, há muito tempo a vida das crianças, por conseguinte por cá não é preciso estudos, nem planos, nem comissões de avaliação nem nada dessas imbecilidades que não adiantam nada e só atrapalham.
É preciso agir, colocar as coisas em prática, criar gabinetes de apoio, dar mais autoridade às escolas, proteger os professores e auxiliares, coordenar métodos de repressão, reprimir seriamente esta gentalha, formar pais, professores e auxiliares para esta realidade, as escolas devem ser locais seguros sem ingerências e mais que tudo PROTEGER AS CRIANÇAS!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Os rufiões sempre existiram, todos recordamos que na escola existiam um ou dois cretinos que batiam nos mais indefesos, o problema é que hoje, como a maioria dos cobardes, agem em manada e só em manada se sentem seguros. Outra diferença dos tempos de antigamente, é que hoje, culpa do progresso iluminado, que se esqueceu de educar e civilizar as gentes, na escola mandam os alunos, os pais dos alunos, os gangues os ministros e muita mais gente, quem lá trabalha não manda e tem até medo de se tentar impor.
O bullying mais não é do que a violência das ruas levada par dentro de locais que não deveriam conhecer esse tipo de problemáticas, as escolas são hoje locais de extrema violência, professores e auxiliares, são joguetes, nas mãos de alunos e pais. A perda completa de autoridade e a inversão completa da mesma, descambam neste quadro de anarquia do salve-se quem puder geral, que infelizmente domina as nossas escolas. Os vários actores desta opereta bufa, pecam as mais das vezes por inacção, desleixo, incúria e pura estupidez crónica. Assim dos ministérios e governos, não podemos esperar muito, andam completamente a contra ciclo daquilo que é a realidade, cada medida proposta é ainda mais cretina que a anterior, a escola pública tem sido gradualmente destruída, esvaziada do seu propósito educacional e pedagógico. Só assim se percebe a falta de assistentes operacionais, actual nome pomposo para os antigos contínuos, não só a falta física, também a falta de formação e a completa falta de autoridade.
Os professores, esses estão reduzidos a meros assistentes administrativos, que por vezes tem de dar aulas. A sua autoridade é praticamente nula. As associações de pais, como foi perceptível no caso recente de Mirandela, servirão para promoção pessoal, para entrar nas guerrinhas politicas e para pouco mais, o que é de lamentar porque quem está nas associações de pais são os pais mais responsáveis, os que se preocupam, os que vão sempre às reuniões, os mais atentos e despertos para uma cidadania activa e participativa, ora se com estes assim se passa, imaginem o grosso da coluna que são todos os que se estão nas tintas e para quem as escolas dos vários graus de ensino são apenas depósitos de crianças ou incómodos que tem de se sujeitar para receberem mais um subsídio para puderem comprar mais uma arma ilegal ou mais um carrão topo gama.
As comissões de protecção de menores e coisas do género, servem essencialmente para manter os empregos e absorver a enorme catadupa de licenciados em assistência social, que de outro modo teriam de ir para caixas de supermercado ou outra coisa parecida, a sua actividade é para ser simpático, misteriosa.
Ora neste caldeirão de várias sensibilidades, onde o denominador comum é a penas a ignorância e a inoperância, chegamos a esta actual situação. De referir ainda que a maioria dos casos não chega ao conhecimento das autoridades, porque as crianças sabem perfeitamente que não vale a pena, que existem grupos intocáveis, um filho de alguém ter o azar de ser espancado por alguns elementos dessas várias etnias de sanguessugas subsídios dependentes que por aí abundam, o melhor que tem a fazer é comer e calar, porque ninguém age, excepto se alguém irado proferir alguma palavra mais a quente, aí lá vêm os arautos do racismo apontar o dedo, ao malvado branco racista, é preciso que isto também seja dito porque faz infelizmente parte da equação.
Disto tudo nasce o sentimento de impunidade, dos agressores e o sentimento de abandono e impotência das vítimas, sentimentos que são reais, não são imaginados. Depois é fácil, os agressores não são apenas miúdos oriundos de famílias ditas problemáticas ou de etnias de selvagens com conceitos muito próprios de civismo, os agressores são oriundos de todos os estratos sociais, o bullying, quer físico, com recurso a espancamento, quer psicológico, através de ameaças à vida, impropérios e palavrões com que se aterroriza a vítima, quer o cyberbullying, que se socorre das novas tecnologias, ou então de uma mescla de todos os métodos anteriores, incluindo coação psicológica e ou sexual com ou sem agressão física, numa actividade continuada , que por vezes se estende por anos, é uma ameaça real, já estudada noutros países mais atentos, onde este fenómeno já atrapalha, ainda mais, há muito tempo a vida das crianças, por conseguinte por cá não é preciso estudos, nem planos, nem comissões de avaliação nem nada dessas imbecilidades que não adiantam nada e só atrapalham.
É preciso agir, colocar as coisas em prática, criar gabinetes de apoio, dar mais autoridade às escolas, proteger os professores e auxiliares, coordenar métodos de repressão, reprimir seriamente esta gentalha, formar pais, professores e auxiliares para esta realidade, as escolas devem ser locais seguros sem ingerências e mais que tudo PROTEGER AS CRIANÇAS!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, março 05, 2010
Bullying são “Brincadeiras de miúdos”
A fazer fé nalguns comentários que ontem ouviu, foi com a frase “Isto são brincadeiras de miúdos”, que o presidente do concelho executivo da escola de Mirandela, tentou explicar a insuficiente actuação da escola, nesta questão da violência. Ontem também ouviu alguns “especialistas” sobre a questão. Fico espantado, porque a meia dúzia de curiosos, à qual me junto, visitem o endereço miudossegurosna.net, que há já muito tempo se dedicam a estas questões, parecem indubitavelmente, muito mais capazes de falar sobre o tema do que estes senhores “especialistas”, que são claro está professores de universidades, que têm estudos, a propósito, um desses estudos até diz que a violência decresceu até 2008, gostaria de saber em que escolas andou o dito estudioso ou estudiosa, para chegar a essa conclusão.
Os arautos do estado perfeito apareceram a terreiro negando o facto, como de costume, proferindo as habituais frases chocarreiras sobre o alarme social, com aqueles ares de presunção cretina. O ministério da Educação diz que vai efectuar um processo de averiguações, já conhecemos bem esse tipo de processos, que as mais das vezes, dá em nada. Timidamente, e para espantar, essa coisa chamada CONFAP, lá veio propor medidas para sancionar os pais e retirar apoios sociais a alunos prevaricadores, medidas alias copiadas de Inglaterra onde isso já se faz, há algum tempo.
Espantosamente mudos, continuam os senhores governantes e restantes politiqueirotes de pacotilha, parece que a questão não é importante, da esquerda à direita, nem um comentário. Claro estão demasiado ocupados com as suas politiquices da trampa, a tentar fazer demitir o governo e a garantir os seus lugarzinhos, para que possam continuar a encher os bolsos, quando assim é, quando quem nos devia proteger prima por este tipo de atitudes, estamos em crer que só resta uma solução emigrar, fugir a sete pés destes medíocres.
Sobre o Tema Bullying:
Miúdos Seguros na Net
Proteja a Sua Internet
Cyberbullying
Bullying
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
Os arautos do estado perfeito apareceram a terreiro negando o facto, como de costume, proferindo as habituais frases chocarreiras sobre o alarme social, com aqueles ares de presunção cretina. O ministério da Educação diz que vai efectuar um processo de averiguações, já conhecemos bem esse tipo de processos, que as mais das vezes, dá em nada. Timidamente, e para espantar, essa coisa chamada CONFAP, lá veio propor medidas para sancionar os pais e retirar apoios sociais a alunos prevaricadores, medidas alias copiadas de Inglaterra onde isso já se faz, há algum tempo.
Espantosamente mudos, continuam os senhores governantes e restantes politiqueirotes de pacotilha, parece que a questão não é importante, da esquerda à direita, nem um comentário. Claro estão demasiado ocupados com as suas politiquices da trampa, a tentar fazer demitir o governo e a garantir os seus lugarzinhos, para que possam continuar a encher os bolsos, quando assim é, quando quem nos devia proteger prima por este tipo de atitudes, estamos em crer que só resta uma solução emigrar, fugir a sete pés destes medíocres.
Sobre o Tema Bullying:
Miúdos Seguros na Net
Proteja a Sua Internet
Cyberbullying
Bullying
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, março 03, 2010
Bullying em Mirandela
Num outro blogue que possuo, já agora faço publicidade, http://protejainternet.blogspot.com, onde discorro acerca da problemática da segurança da Internet, não me tenho cansado de alertar para o fenómeno do bulying, e das suas variantes, que rodam todas mais ou menos à volta da violência, quer física quer psicológica, quer ambas.
Hoje o jornal Correio da Manhã, faz referência a um desses casos. Em Mirandela um rapaz de 12 anos ter-se-á suicidado após mais uma sessão de agressões. Foi o culminar de uma situação, que já durava há muito, sendo que no ano anterior, essa criança teria dado entrada numa unidade hospitalar, após ter sido violentamente agredido, por colegas da escola.
O assunto é complexo, o bullying é um fenómeno, complicado, como complicado é o actual universo das crianças. Mais perigoso se torna, quando, como é o caso de Portugal, autoridades, escolas, associações de pais, comissões disto e daquilo, estão completamente alheias ao que se passa verdadeiramente nas escolas, a esse propósito leiam aqui uma reportagem do jornal Sol sobre o tema, reparem que a data é de 2008 salvo erro, mas continua actual, porque daí para cá nada mudou. Também aqui neste bloguelho, tenho vezes sem conta alertado para o facto de que as escolas serem campos de batalha, fui até já acusado de alarmista, o facto é que infelizmente as coisas acontecem.
Em relação ao caso de Mirandela, a questão é a já usual, a Comissão de protecção de Crianças não sabia, alias é raro essa gente saber de alguma coisa o que me faz questionar há já muito tempo sobre a utilidade de semelhante instituição, servirá para quê essa comissão? A associação de pais diz que também desconhecia, claro, esses também as mais das vezes andam mais preocupados nas guerrinhas políticas e em crucificar os professores, do que realmente preocupados com os filhos, por último da escola nem um pio, o que também é normal, porque o clima institucional não é favorável a estas coisas e mesmo que saibam as mais das vezes ou actuam com a maior das irresponsabilidades, também me pergunto par que servem tantas reuniões tantos conselhos pedagógicos e por aí adiante, outras vezes a atitude é titubeante, desresponsabilizando completamente os precoces criminosos que cometem tais actos, ou seja, à boa maneira lusa se de um lado chove do outro faz vento.
Lembro-me de um caso aqui perto, em que alunas mais velhas filmaram as mais pequenas nos balneários e depois andaram a distribuir as imagens pela escola, a escola a pena mais dura que se lembrou foi a de uma repreensão verbal, valha-nos São Pancrácio Salustiano, mais valia estarem quietos e calados do que fazerem esse figura ridícula, pior foi a atitude passiva dos pais, quer das lesadas quer das prevaricadoras, que deixaram tudo assim com os habituais paninhos quentes que nós Portugueses tanto gostamos, há quem chame a isso hipocrisia!
Trago este assunto de novo aqui, para mais uma vez, gritar bem alto a indignação, de alguém que vê este país atulhado de animais de carroça, que preferem enterrar a cabeça na areia a fazer alguma coisa. De uma vez por todas admitam que as escolas são violentas, tratem dessa violência, não escondam o sol com a peneira, façam alguma coisa, reajam, participem, interessem-se, assumam as coisas sem pruridos e falinhas mansas, deixem, de mentir. Hoje foi o filho de alguém, amanhã pode bem ser o seu!
Notícias sobre esta temática:
Aqui!
Aqui!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Hoje o jornal Correio da Manhã, faz referência a um desses casos. Em Mirandela um rapaz de 12 anos ter-se-á suicidado após mais uma sessão de agressões. Foi o culminar de uma situação, que já durava há muito, sendo que no ano anterior, essa criança teria dado entrada numa unidade hospitalar, após ter sido violentamente agredido, por colegas da escola.
O assunto é complexo, o bullying é um fenómeno, complicado, como complicado é o actual universo das crianças. Mais perigoso se torna, quando, como é o caso de Portugal, autoridades, escolas, associações de pais, comissões disto e daquilo, estão completamente alheias ao que se passa verdadeiramente nas escolas, a esse propósito leiam aqui uma reportagem do jornal Sol sobre o tema, reparem que a data é de 2008 salvo erro, mas continua actual, porque daí para cá nada mudou. Também aqui neste bloguelho, tenho vezes sem conta alertado para o facto de que as escolas serem campos de batalha, fui até já acusado de alarmista, o facto é que infelizmente as coisas acontecem.
Em relação ao caso de Mirandela, a questão é a já usual, a Comissão de protecção de Crianças não sabia, alias é raro essa gente saber de alguma coisa o que me faz questionar há já muito tempo sobre a utilidade de semelhante instituição, servirá para quê essa comissão? A associação de pais diz que também desconhecia, claro, esses também as mais das vezes andam mais preocupados nas guerrinhas políticas e em crucificar os professores, do que realmente preocupados com os filhos, por último da escola nem um pio, o que também é normal, porque o clima institucional não é favorável a estas coisas e mesmo que saibam as mais das vezes ou actuam com a maior das irresponsabilidades, também me pergunto par que servem tantas reuniões tantos conselhos pedagógicos e por aí adiante, outras vezes a atitude é titubeante, desresponsabilizando completamente os precoces criminosos que cometem tais actos, ou seja, à boa maneira lusa se de um lado chove do outro faz vento.
Lembro-me de um caso aqui perto, em que alunas mais velhas filmaram as mais pequenas nos balneários e depois andaram a distribuir as imagens pela escola, a escola a pena mais dura que se lembrou foi a de uma repreensão verbal, valha-nos São Pancrácio Salustiano, mais valia estarem quietos e calados do que fazerem esse figura ridícula, pior foi a atitude passiva dos pais, quer das lesadas quer das prevaricadoras, que deixaram tudo assim com os habituais paninhos quentes que nós Portugueses tanto gostamos, há quem chame a isso hipocrisia!
Trago este assunto de novo aqui, para mais uma vez, gritar bem alto a indignação, de alguém que vê este país atulhado de animais de carroça, que preferem enterrar a cabeça na areia a fazer alguma coisa. De uma vez por todas admitam que as escolas são violentas, tratem dessa violência, não escondam o sol com a peneira, façam alguma coisa, reajam, participem, interessem-se, assumam as coisas sem pruridos e falinhas mansas, deixem, de mentir. Hoje foi o filho de alguém, amanhã pode bem ser o seu!
Notícias sobre esta temática:
Aqui!
Aqui!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, março 02, 2010
Ao Sabor deste Rio!
Tomada está a decisão que fará desaparecer mais, do pouco que resta, património natural desta pobre terra de Portugal, um dos últimos rios verdadeiramente selvagens da Europa, desaparecerá, engolido pelas promessas da modernidade cabotina e dos engulhos míopes dos quais se diz que nos governam.
Nas entranhas da Sierra de la Culebra, nasce esse curso de água que fazendo jus ao local onde nasce serpenteia descuidado por barrancos e vales, vindo aterrar a este malfadado antro de canhestros imbecis, que se preparam para o entaipar, amuralhado, o ria perderá a sua personalidade, levando com ele fauna e flora muita endémica e pouco estudada, que sem dúvida fará deste inferno de Dante na Terra, um local ainda mais pobre.
O discurso oficial e oficioso é o mesmo de sempre, o desenvolvimento e o progresso, viu-se no que esse progresso dá com a catástrofe da Madeira, acena-se com os empregos e o desenvolvimento económico, se assim fosse, Trás-os-Montes seria das províncias mais ricas de Portugal, tal é a quantidade de açudes, represas e barragens que possui. Rotunda mentira, disparate cretino, que mostra bem o tempo de palonças e títeres que ocupam as cadeiras da decisão, nem sequer vou atirar aos autarcas, são na maioria uns pobres diabos que se viram no cadeirão por mera oportunidade casuística de engrandecer o seu ego, para ali atirados pela politiqueirice rafeira, que tanto adoram, competências técnicas, bem basta ver o estado deste país e mais não digo.
O homicídio do Rio Sabor, deixará mais uma mácula inevitável no depauperado e desrespeitado património natural deste país, querem no entanto fazer-nos engolir a patranha, do emprego, do evitar a desertificação, bem como de outras patranhas que se sabe de antemão serem falsas, a barragem será feita, durante 5 ou 6 anos, haverá trabalho braçal para as bestas de carga do costume, que depois irão à sua vida tentando alimentar as proles de outra forma, de seguida a barragem começara a funcionar e a meia dúzia de funcionários especializada terá de vir de fora. Restará uma grande albufeira, os terrenos em volta serão comprados por espanhóis, holandeses, alemães e por aí adiante, como no caso do Alqueva, o autóctone, perderá, perderá tudo!
Foz Côa, teve sorte, só falhou a dinamização do espaço, sintoma da falta completa de apetência para a gestão e promoção de projectos que não envolvam betão, sinal característico dos espoliadores da terra, que assentam arraiais nas várias cadeiras do poder, central e local, enfermam ambos de uma pobreza de espírito atroz e de uma miopia galopante, que hipotecará ainda mais o futuro desta coisa a que continuamos a chamar país. Aos arautos do progresso, desejo um bom dia!
Imagens como esta serão isso mesmo, fantasmas de um passado, irrepetível!

foto emprestada daqui!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Nas entranhas da Sierra de la Culebra, nasce esse curso de água que fazendo jus ao local onde nasce serpenteia descuidado por barrancos e vales, vindo aterrar a este malfadado antro de canhestros imbecis, que se preparam para o entaipar, amuralhado, o ria perderá a sua personalidade, levando com ele fauna e flora muita endémica e pouco estudada, que sem dúvida fará deste inferno de Dante na Terra, um local ainda mais pobre.
O discurso oficial e oficioso é o mesmo de sempre, o desenvolvimento e o progresso, viu-se no que esse progresso dá com a catástrofe da Madeira, acena-se com os empregos e o desenvolvimento económico, se assim fosse, Trás-os-Montes seria das províncias mais ricas de Portugal, tal é a quantidade de açudes, represas e barragens que possui. Rotunda mentira, disparate cretino, que mostra bem o tempo de palonças e títeres que ocupam as cadeiras da decisão, nem sequer vou atirar aos autarcas, são na maioria uns pobres diabos que se viram no cadeirão por mera oportunidade casuística de engrandecer o seu ego, para ali atirados pela politiqueirice rafeira, que tanto adoram, competências técnicas, bem basta ver o estado deste país e mais não digo.
O homicídio do Rio Sabor, deixará mais uma mácula inevitável no depauperado e desrespeitado património natural deste país, querem no entanto fazer-nos engolir a patranha, do emprego, do evitar a desertificação, bem como de outras patranhas que se sabe de antemão serem falsas, a barragem será feita, durante 5 ou 6 anos, haverá trabalho braçal para as bestas de carga do costume, que depois irão à sua vida tentando alimentar as proles de outra forma, de seguida a barragem começara a funcionar e a meia dúzia de funcionários especializada terá de vir de fora. Restará uma grande albufeira, os terrenos em volta serão comprados por espanhóis, holandeses, alemães e por aí adiante, como no caso do Alqueva, o autóctone, perderá, perderá tudo!
Foz Côa, teve sorte, só falhou a dinamização do espaço, sintoma da falta completa de apetência para a gestão e promoção de projectos que não envolvam betão, sinal característico dos espoliadores da terra, que assentam arraiais nas várias cadeiras do poder, central e local, enfermam ambos de uma pobreza de espírito atroz e de uma miopia galopante, que hipotecará ainda mais o futuro desta coisa a que continuamos a chamar país. Aos arautos do progresso, desejo um bom dia!
Imagens como esta serão isso mesmo, fantasmas de um passado, irrepetível!

foto emprestada daqui!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, fevereiro 25, 2010
Sinais do quê?
MST, regressou aos ecrãs na pele de “jornalista”! Saudamos esse regresso. Trocando de camisola, o que é inteiramente lícito, passou de ser uma espécie de Marcelo/Vitorino da RTP, para ser uma espécie de Fátima Campos também da RTP, o que não deixa de ser um fetiche curioso. Onde há fumo há fogo, diz o adágio popular, neste caso o título sinais de fogo, ficaria muito bem num romance sobre a vida de um bombeiro pirómano da Arrentela, que aos fins-de-semana vendia na feira da ladra, Miguelito aproveita a ideia.
No entanto se a ideia de dar tão pomposo título era dar algum sainete ao programa, tal foi o secretismo em volta do primeiro convidado, como se não fosse óbvio, e a publicitação do mesmo, atrevo-me a dizer que destes sinais de fogo, o fumo que sai é de pólvora seca, porque mais um programa onde os mesmos de sempre aparecem para chover no molhado a contar o patranhedo que já lhes ouvimos milhentas vezes, com o MST, a fazer aqueles esgares e aquela voz cavernosa a imitar um gajo que está irritado, deixem que vos diga, que é mais do mesmo e disso estamos fartos.
Se a primeira edição, for o exemplo de que será o programa daqui para a frente, então estamos mal, até porque já temos essa coisa insonsa e anódina do “Prós e Contras”, já temos a pepineira da “Grande Entrevista”, programas onde os do costume falam até à exaustão deles, da família, do cão, do quanto gostam de nós e do país, da abenegação com que encaram a tal “Res Publica”, do sentido de missão e de tudo o mais que se lembrem de inventar para aparecerem como os mais brilhantes e iluminados seres à face da terra, porque é que e apesar da existência de tanto diamante intelectual, este país é esta incomensurável bandalheira, continua a ser um mistério digno de um programa do Arthur C. Clark.
Tenho esperança, que daqueles sinais de fogo, ainda surja algo que valha a pena ver, recordo-me da Grande Reportagem, onde MST, produziu à altura, as suas mais fantásticas prestações como jornalista televisivo, isso sim era um programa de jornalismo de investigação, não mudou grande coisa mas falou de coisas muito importantes, e se, recordarem, lançou importantes alertas para o que aí vinha, faziam futurologia que afinal se veio a tornar realidade, mas nessa época vivíamos o delírio do oásis cavaquista, com dinheiro a rodos, para betão e muito ladrão, nem eram precisas pressões, ainda que saibamos que existissem, mas o estado de optimismo geral e muito trafulhice com fundos comunitários, colocavam noventa por cento da população em êxtase, os restantes dez eram os pessimistas, que já diziam que havia que ter calma e cuidado, que não se estava a proceder correctamente, que ainda pagaríamos caro todos aqueles disparates megalómanos, a Grande Reportagem fazia parte da onda do inconformismo, tão distante dessa onda de nacional porreirismo saloio que varria as costas do paraíso dos bananas à beira mar plantado.
Veremos, que sinais virão desse fogo, veremos se tudo afinal não passará de um fogo-fátuo!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
No entanto se a ideia de dar tão pomposo título era dar algum sainete ao programa, tal foi o secretismo em volta do primeiro convidado, como se não fosse óbvio, e a publicitação do mesmo, atrevo-me a dizer que destes sinais de fogo, o fumo que sai é de pólvora seca, porque mais um programa onde os mesmos de sempre aparecem para chover no molhado a contar o patranhedo que já lhes ouvimos milhentas vezes, com o MST, a fazer aqueles esgares e aquela voz cavernosa a imitar um gajo que está irritado, deixem que vos diga, que é mais do mesmo e disso estamos fartos.
Se a primeira edição, for o exemplo de que será o programa daqui para a frente, então estamos mal, até porque já temos essa coisa insonsa e anódina do “Prós e Contras”, já temos a pepineira da “Grande Entrevista”, programas onde os do costume falam até à exaustão deles, da família, do cão, do quanto gostam de nós e do país, da abenegação com que encaram a tal “Res Publica”, do sentido de missão e de tudo o mais que se lembrem de inventar para aparecerem como os mais brilhantes e iluminados seres à face da terra, porque é que e apesar da existência de tanto diamante intelectual, este país é esta incomensurável bandalheira, continua a ser um mistério digno de um programa do Arthur C. Clark.
Tenho esperança, que daqueles sinais de fogo, ainda surja algo que valha a pena ver, recordo-me da Grande Reportagem, onde MST, produziu à altura, as suas mais fantásticas prestações como jornalista televisivo, isso sim era um programa de jornalismo de investigação, não mudou grande coisa mas falou de coisas muito importantes, e se, recordarem, lançou importantes alertas para o que aí vinha, faziam futurologia que afinal se veio a tornar realidade, mas nessa época vivíamos o delírio do oásis cavaquista, com dinheiro a rodos, para betão e muito ladrão, nem eram precisas pressões, ainda que saibamos que existissem, mas o estado de optimismo geral e muito trafulhice com fundos comunitários, colocavam noventa por cento da população em êxtase, os restantes dez eram os pessimistas, que já diziam que havia que ter calma e cuidado, que não se estava a proceder correctamente, que ainda pagaríamos caro todos aqueles disparates megalómanos, a Grande Reportagem fazia parte da onda do inconformismo, tão distante dessa onda de nacional porreirismo saloio que varria as costas do paraíso dos bananas à beira mar plantado.
Veremos, que sinais virão desse fogo, veremos se tudo afinal não passará de um fogo-fátuo!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, fevereiro 22, 2010
Dia Europeu da Vítima de Crime
Convém não esquecer as estatísticas, que nos colocam, para não variar no cimo da lista dos prevaricadores. Mais uma vez se repete a frase chavão, "em tudo o que é mau os melhores, no bem os piores".
Violência doméstica, violência sobre crianças, velhos e mulheres, continuamos campeões. Já para não falar no crime, no terror provocado em certos bairros por etnias de selvagens boçais e pela violência diária de uma sociedade podre. Somos uma terra de bestas de carroça, heróis que batem em velhinhos, em mulheres e em crianças, uns tristes carneiros capados que não reagem a quem os verdadeiramente ameaça e só atacam os mais indefesos,bela terra e heróis descobridores de caminhos marítimos!
Ligações sobre o tema:
APAV
Victim Support Europe
Associação Mulheres Contra a Violência
Provedor de Justiça - Linha do Cidadão Idoso
Instituto de Apoio à Criança
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, fevereiro 18, 2010
Dia Mundial da Síndrome de Asperger

Comemora-se hoje 18 de Fevereiro o Dia Mundial da Síndrome de Asperger. A síndrome de Asperger, é uma síndrome do espectro autista, diferencia-se do autismo clássico por não comportar nenhum atraso global no desenvolvimento cognitivo ou da linguagem do indivíduo.
Algumas personalidades da História possuíam fortes traços da síndrome de Asperger,como sejam os casos dos físicos Isaac Newton e Albert Einstein, ou de Mozart, o filósofo Wittgenstein, o naturalista Charles Darwin, o pintor renascentista Michelangelo, os cineastas Stanley Kubrick e Andy Warhol e o xadrezista Bobby Fischer ou o patrão da Microsoft Bill Gates.
Para assinar essa data é hoje lançado o livro "Einstein nunca amou", do professor José Eduardo Carvalho, cujas receitas revertem na íntegra para a Associação Portuguesa de Síndrome de Asperger (APSA).
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, fevereiro 15, 2010
É incrível, mas verdadeiro!
Na mesma semana, Jardim consegue chegar ao extremo de dizer duas verdades. Nem queria crer no que estava a ouvir, a propósito de toda esta palhaçada acerca das escutas e do controlo de certa comunicação social e por aí adiante, às perguntas dos jornaleiros do telelixo nacional os vários responsáveis dos partidos da oposição, iam produzindo, as mais inenarráveis e cretinas afirmações, nisto sai, Jardim, e à mesma pergunta, pasmem-se foi o único que respondeu com sinceridade, revelando desde logo o objecto de toda esta balbúrdia, disse Jardim que o Primeiro-ministro devia era demitir-se.
Ao responder desse modo, sincero e verdadeiro, por incrível que pareça Jardim foi o único que assumiu frontalmente, que toda esta palhaçada se destina única e exclusivamente a fazer com que o governo se demita, só isso é que interessa, até porque não tarda estamos em 31 de Março, data após a qual já não poderá ser requerida a dissolução do governo, interessa por isso faze-lo cair o quanto antes. Torpe maneira de politicar, que faz com os acusadores, sejam tão maus como os acusados, como de costume trocaremos a merda pelo cagalhão, como quem diz trocaremos o PS pelo PSD, num quadro típico de mudam-se as moscas porque a trampa é a mesma.
Ainda na mesma semana uns dias depois à saída do Conselho de Estado, Jardim volta a dizer uma verdade, Portugal parece a Sícilia, numa clara alusão às semelhanças da lusa pátria, com o berçário da Máfia. Incrível, Jardim consegue dizer duas verdades na mesma semana, realmente isto está a mudar. No entanto quanto a esta última verdade, pecou por um menos conseguido enquadramento geográfico, Jardim deveria ter dito, Portugal parece Itália, seria mais justa analogia, porque vejamos, ambos os países tem Primeiros-ministros a cheirar a esturro, os dois países são donos da maior concentração per capita da Europa de bufões, títeres, aldrabões, vigaristas e falcatos, ambos possuem uma ilha gerida por mafiosos, eles a Sicília nós a Madeira, ambos são países de cariz Mediterrânico, habituados ao deixa andar, por fim ambos são antros de gente sem vergonha e sanguessugas sociais oportunistas que vivem do trabalho dos outros.
Na modesta opinião deste pobre escriba, Jardim deu uma lição ao mundo, a verdade vem sempre a cima, mesmo que isso demore anos e anos, veja-se este caso, em que um pequeno descuido e Jardim disse duas verdades na mesma semana, a idade não perdoa!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Ao responder desse modo, sincero e verdadeiro, por incrível que pareça Jardim foi o único que assumiu frontalmente, que toda esta palhaçada se destina única e exclusivamente a fazer com que o governo se demita, só isso é que interessa, até porque não tarda estamos em 31 de Março, data após a qual já não poderá ser requerida a dissolução do governo, interessa por isso faze-lo cair o quanto antes. Torpe maneira de politicar, que faz com os acusadores, sejam tão maus como os acusados, como de costume trocaremos a merda pelo cagalhão, como quem diz trocaremos o PS pelo PSD, num quadro típico de mudam-se as moscas porque a trampa é a mesma.
Ainda na mesma semana uns dias depois à saída do Conselho de Estado, Jardim volta a dizer uma verdade, Portugal parece a Sícilia, numa clara alusão às semelhanças da lusa pátria, com o berçário da Máfia. Incrível, Jardim consegue dizer duas verdades na mesma semana, realmente isto está a mudar. No entanto quanto a esta última verdade, pecou por um menos conseguido enquadramento geográfico, Jardim deveria ter dito, Portugal parece Itália, seria mais justa analogia, porque vejamos, ambos os países tem Primeiros-ministros a cheirar a esturro, os dois países são donos da maior concentração per capita da Europa de bufões, títeres, aldrabões, vigaristas e falcatos, ambos possuem uma ilha gerida por mafiosos, eles a Sicília nós a Madeira, ambos são países de cariz Mediterrânico, habituados ao deixa andar, por fim ambos são antros de gente sem vergonha e sanguessugas sociais oportunistas que vivem do trabalho dos outros.
Na modesta opinião deste pobre escriba, Jardim deu uma lição ao mundo, a verdade vem sempre a cima, mesmo que isso demore anos e anos, veja-se este caso, em que um pequeno descuido e Jardim disse duas verdades na mesma semana, a idade não perdoa!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, fevereiro 12, 2010
Red Hand Day (Dia da mão vermelha)

Comemora-se hoje o dia contra a utilização de crianças, por parte dos vários exércitos envolvidos nas duas dezenas de conflitos esquecidos que ainda subsistem no mundo. Angola, Burundi, Chade, Costa do Marfim, Libéria, Quénia, República Centro Africana, República Democrática do Congo, República do Congo, Ruanda, Serra Leoa, Somália, Sudão e Uganda, Afeganistão, Índia, Indonésia, Laos, Myanmar, Nepal, Filipinas, Sri Lanka, Iémen, Irão, Iraque, Israel, Palestina, Colômbia, Rússia e Palestina são alguns dos países onde se verificam mais casos de crianças recrutadas para actuar como elementos beligerantes activos em guerras e usar armas, com as quais cometem as maiores atrocidades.
Não esquecer também o uso de crianças por traficantes de droga, neste caso como no anterior, as crianças de ambos os sexos são utilizadas para todo o tipo de tarefas, das mais rotineiras, como sejam cozinheiros e carregadores, às tarefas de agentes de informação e correios até tarefas mais perigosas e sórdidas como assassinos e escravos sexuais.
A UNICEF, desde de 1999 que vem adoptando resoluções sobre esta questão, em 2007 foram inclusivamente assinados os Princípios de Paris, sobre a questão da utilização de crianças com agentes activos de conflitos bélicos, tudo não tem passado porém de boas intenções, a maioria dos países que continua a utilizar crianças soldado, são países em que os conceitos de democracia e direitos humanos, praticamente não existem nem fazem parte da cultura local.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, fevereiro 10, 2010
Daqui da Somalilândia!
A anedota em que se transformou este país, faz-nos cada vez mais parecer com a Somália, caminhamos a larguíssimas passadas para ser um não Estado, lá como cá, os piratas mandam, existem pequenos reinos, de terror, dentro do estado, tudo condimentado com várias etnias com conceitos diferentes sobre o que é ser civilizado, possuidoras de muitas armas e vontades selvagens de se assumirem como donos do bairro.
A Farsa Oculta, tenta arrastar o primeiro dos ministros para a demissão, intento tentado mas frustrado, com a votação completamente apalhaçada do orçamento das regiões autónomas, onde os políticos fizeram uma figura perfeitamente cretina, demonstrando mais uma vez a que tipo de gentinha, estamos nós entregues. Por outro lado juízes e procuradores esforçam-se para que a indigente Justiça, pareça credível, quando aos olhos do pobre coitado que paga impostos, a doença de que enferma tal instituição não tenha já nenhuma remissão possível.
No parlamento Europeu, um senhor deputado, arroga-se o direito de falar por todo um país, clamando aqui d’el Rei que assassinam a liberdade de expressão, como se isso alguma vez tenha existido por cá, como se esta imundice de terra, seja, tenha sido ou vá alguma vez ser um verdadeiro Estado de Direito, pobre tolo, à Europa interessa que continuemos a gastar o que produzem e pouco mais. Num arroubo de “prima donna”, uma senhora deputada, numa daquelas comissões parlamentares, que têm como único proveito, o desígnio firmado de servir para encher as algibeiras aos seus frequentadores, insurge-se contra as patacoadas de um colega oposicionista, que defendera as bojardas do seu colega no parlamento europeu, a senhora deputada deveria continuar a fazer filmes com o Manuel!
Estas últimas três semanas, foram um brilhante repositório da desgraça e pobreza que nos assalta, politiqueiros medíocres acusam-se uns aos outros de fazerem o que outros já fizeram, sendo verdade que convém não esquecer os casos antigos de pressões sobre os jornaleiros, datando, caso a vossa memória seja igual ao do português mediano, muito curta, do tempo de Cavaco Ministro, passando por Santana, e agora Sócrates, todos irmanados na mesma senda, sem moral para acusar. Triste a sina deste país, continuar eivado de gente desta.
Uma nota final para a campanha publicitária sobre a não discriminação dos seropositivos, do PS e do PSD, nenhum responsável esteve disponível para dar a cara por essa campanha, o que é bem revelador da qualidade da gentinha que preenche esses dois antros de incúria.
Daqui da Somalilândia recebam,
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
A Farsa Oculta, tenta arrastar o primeiro dos ministros para a demissão, intento tentado mas frustrado, com a votação completamente apalhaçada do orçamento das regiões autónomas, onde os políticos fizeram uma figura perfeitamente cretina, demonstrando mais uma vez a que tipo de gentinha, estamos nós entregues. Por outro lado juízes e procuradores esforçam-se para que a indigente Justiça, pareça credível, quando aos olhos do pobre coitado que paga impostos, a doença de que enferma tal instituição não tenha já nenhuma remissão possível.
No parlamento Europeu, um senhor deputado, arroga-se o direito de falar por todo um país, clamando aqui d’el Rei que assassinam a liberdade de expressão, como se isso alguma vez tenha existido por cá, como se esta imundice de terra, seja, tenha sido ou vá alguma vez ser um verdadeiro Estado de Direito, pobre tolo, à Europa interessa que continuemos a gastar o que produzem e pouco mais. Num arroubo de “prima donna”, uma senhora deputada, numa daquelas comissões parlamentares, que têm como único proveito, o desígnio firmado de servir para encher as algibeiras aos seus frequentadores, insurge-se contra as patacoadas de um colega oposicionista, que defendera as bojardas do seu colega no parlamento europeu, a senhora deputada deveria continuar a fazer filmes com o Manuel!
Estas últimas três semanas, foram um brilhante repositório da desgraça e pobreza que nos assalta, politiqueiros medíocres acusam-se uns aos outros de fazerem o que outros já fizeram, sendo verdade que convém não esquecer os casos antigos de pressões sobre os jornaleiros, datando, caso a vossa memória seja igual ao do português mediano, muito curta, do tempo de Cavaco Ministro, passando por Santana, e agora Sócrates, todos irmanados na mesma senda, sem moral para acusar. Triste a sina deste país, continuar eivado de gente desta.
Uma nota final para a campanha publicitária sobre a não discriminação dos seropositivos, do PS e do PSD, nenhum responsável esteve disponível para dar a cara por essa campanha, o que é bem revelador da qualidade da gentinha que preenche esses dois antros de incúria.
Daqui da Somalilândia recebam,
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, fevereiro 04, 2010
Estamos na Merda!
Há uma ou duas semanas, eram só sorrisos, e comentários mais ou menos imbecis sobre os Gregos, ninguém percebeu, que o que se passava na Grécia era um bom espelho, do que poderia ocorrer noutro paraíso de ladrões, vigaristas, corruptos e ineptos como é Portugal, hoje porém alguns parece que acordaram, as pressões conjuntas do FMI, de Almunia e das Agências de rating, fizeram com que o descalabro atingisse a bolsa de Lisboa, que caiu a pique.
O sinal é claro, os potenciais investidores estrangeiros, aqueles que nos emprestam dinheiro, deixam de o fazer, ou então fazem com taxas de juro faraónicas, e porquê, porque temem e tem toda a razão para temer que este quase não Estado chamado Portugal, esta Somália da Europa, possa de um momento para o outro entrar em colapso financeiro, facto propiciado por um Orçamento de Estado miserável, despesista e mentiroso, facto que não passou despercebido aos profissionais estrangeiros que vivem da venda de dinheiro, apenas os papalvos por cá engoliram a patranha.
O mais interessante disto, é o facto de os senhores e senhoras que ocupam o Parlamento, estarem muito divertidos a discutir imbecilidades, como se devem ou não, engordar mais o traseiro madeirense, ao invés de atalhar a direito e começar a tratar de fazer alguma coisa para tratar da desgraça que nos ameaça, esses e os senhores ministros deveriam estar a tentar fazer alguma coisa, tal como Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, que espantosamente se quedou como um pato mudo!
Infelizmente é a esta malta que estamos entregues, é um fartote ver os ares graves e sérios, nas cerimónias, estou a lembrar-me da condecoração entregue à má moeda, um acto que só poderia ocorrer numa gaiola de malucas como esta. Estamos entregues a uma Corja, ainda pior do que aquele que Eça e Ortigão se queixavam, no constante fartar vilanagem corriqueiro, costumeiro e quotidiano, não se salva grande coisa, como podemos assistir todos os dias, televisionado até ao vómito, a palavra mais ouvida é absolvido, o que para além do óbvio significa que Portugal é um pais onde as leis da Física não se aplicam, porque se há uma causa existe um efeito, verdade insofismável, excepto em Portugal onde os efeitos raramente tem causa, o senhor é ladrão, não se provou, mas o dinheiro efectivamente desapareceu, fantástico!
Pois meus e minhas caras, estamos atolados de merda até às orelhas, a culpa também é nossa que há muito que deveríamos ter enchido esta Corja de balázios, mas ao invés apaparicamos e engordamos todas estas ratazanas, brancas, pretas, castanhas, verdes e de todas as cores, por isso, aguentem!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
O sinal é claro, os potenciais investidores estrangeiros, aqueles que nos emprestam dinheiro, deixam de o fazer, ou então fazem com taxas de juro faraónicas, e porquê, porque temem e tem toda a razão para temer que este quase não Estado chamado Portugal, esta Somália da Europa, possa de um momento para o outro entrar em colapso financeiro, facto propiciado por um Orçamento de Estado miserável, despesista e mentiroso, facto que não passou despercebido aos profissionais estrangeiros que vivem da venda de dinheiro, apenas os papalvos por cá engoliram a patranha.
O mais interessante disto, é o facto de os senhores e senhoras que ocupam o Parlamento, estarem muito divertidos a discutir imbecilidades, como se devem ou não, engordar mais o traseiro madeirense, ao invés de atalhar a direito e começar a tratar de fazer alguma coisa para tratar da desgraça que nos ameaça, esses e os senhores ministros deveriam estar a tentar fazer alguma coisa, tal como Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, que espantosamente se quedou como um pato mudo!
Infelizmente é a esta malta que estamos entregues, é um fartote ver os ares graves e sérios, nas cerimónias, estou a lembrar-me da condecoração entregue à má moeda, um acto que só poderia ocorrer numa gaiola de malucas como esta. Estamos entregues a uma Corja, ainda pior do que aquele que Eça e Ortigão se queixavam, no constante fartar vilanagem corriqueiro, costumeiro e quotidiano, não se salva grande coisa, como podemos assistir todos os dias, televisionado até ao vómito, a palavra mais ouvida é absolvido, o que para além do óbvio significa que Portugal é um pais onde as leis da Física não se aplicam, porque se há uma causa existe um efeito, verdade insofismável, excepto em Portugal onde os efeitos raramente tem causa, o senhor é ladrão, não se provou, mas o dinheiro efectivamente desapareceu, fantástico!
Pois meus e minhas caras, estamos atolados de merda até às orelhas, a culpa também é nossa que há muito que deveríamos ter enchido esta Corja de balázios, mas ao invés apaparicamos e engordamos todas estas ratazanas, brancas, pretas, castanhas, verdes e de todas as cores, por isso, aguentem!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, fevereiro 02, 2010
Orçamento deste Estado
2010 DC
Quiçá o Mundo revolve, gases dirão uns, problemas de vesícula dirão outros, facto é que o Mundo se convulsiona, entre a patetice da gripe A e a imundice da Al-Qaeda, o Mundo anda em bolandas com os milhões que se esfumaram, engolidos pelos mesmos banqueiros especuladores e lambisqueiros, que continuam a dirigir os tostões dos pobres, o Mundo todo está em expectativa e em contenção, o Mundo todo não, um pequeno país de irredutíveis campónios, plantado à beira-mar, resiste ao invasor, peço desculpa ao Goscinny e ao Uderzo, hoje como sempre orgulhosamente só, rodeado de inimigos tendo por única saída o mar, este pequeno país resiste, resiste sobretudo à sobriedade, à qualidade e ao uso da inteligência.
Há uns dias, este Governo, atirou cá para fora o seu Orçamento do seu Estado, ontem comemorou numa daquelas cerimónias da treta os cem dias de governação que afinal só se cumprem hoje, o que inevitavelmente dará azo a outra cerimoniazeca, que se arrastará para mais uma comezaina num daqueles sítios onde só o arrotar custa cem Euros, todo o orçamento, é ponderação, contenção e cortes, todo não, uma pequena fatia recebe um soberbo aumento que nalguns casos chega aos 300%, essa rubrica que escapa ao corte é a rubrica da despesa dos senhores Ministros, despesas com viagens, carros, hotéis, cartões de crédito, horas extraordinárias, combustíveis, telemóveis e outras ajudas de custo, com os senhores Ministros se presentearam a eles próprios num típico, faz com eu digo não faças como eu faço.
Os irredutíveis Ministros gastadores, resistem contra tudo e contra todos, assemelhando-se aqueles bandos de gafanhotos que se atiram às colheitas, ceifando tudo, numa orgia consumista, acabando por morrer de fome porque nada mais há para comer, a única diferença será, que neste caso quem morre de fome somos nós, porque os senhores Ministros, vivem num mundo à parte, num mundo deles, que vive de malbaratar milhões, precavendo-se sempre da fome, que só toca aos papalvos que trabalham e que vêem cortados todos os seus direitos, sem aumentos, com o custo de vida sempre a subir, com ordenados miseráveis e sempre a exigirem-nos mais e mais horas, muitas pagas em horas, como se pudéssemos pegar em duas horas e comprar um litro de leite e um pão.
Senhores mandões ide bardamerda!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Quiçá o Mundo revolve, gases dirão uns, problemas de vesícula dirão outros, facto é que o Mundo se convulsiona, entre a patetice da gripe A e a imundice da Al-Qaeda, o Mundo anda em bolandas com os milhões que se esfumaram, engolidos pelos mesmos banqueiros especuladores e lambisqueiros, que continuam a dirigir os tostões dos pobres, o Mundo todo está em expectativa e em contenção, o Mundo todo não, um pequeno país de irredutíveis campónios, plantado à beira-mar, resiste ao invasor, peço desculpa ao Goscinny e ao Uderzo, hoje como sempre orgulhosamente só, rodeado de inimigos tendo por única saída o mar, este pequeno país resiste, resiste sobretudo à sobriedade, à qualidade e ao uso da inteligência.
Há uns dias, este Governo, atirou cá para fora o seu Orçamento do seu Estado, ontem comemorou numa daquelas cerimónias da treta os cem dias de governação que afinal só se cumprem hoje, o que inevitavelmente dará azo a outra cerimoniazeca, que se arrastará para mais uma comezaina num daqueles sítios onde só o arrotar custa cem Euros, todo o orçamento, é ponderação, contenção e cortes, todo não, uma pequena fatia recebe um soberbo aumento que nalguns casos chega aos 300%, essa rubrica que escapa ao corte é a rubrica da despesa dos senhores Ministros, despesas com viagens, carros, hotéis, cartões de crédito, horas extraordinárias, combustíveis, telemóveis e outras ajudas de custo, com os senhores Ministros se presentearam a eles próprios num típico, faz com eu digo não faças como eu faço.
Os irredutíveis Ministros gastadores, resistem contra tudo e contra todos, assemelhando-se aqueles bandos de gafanhotos que se atiram às colheitas, ceifando tudo, numa orgia consumista, acabando por morrer de fome porque nada mais há para comer, a única diferença será, que neste caso quem morre de fome somos nós, porque os senhores Ministros, vivem num mundo à parte, num mundo deles, que vive de malbaratar milhões, precavendo-se sempre da fome, que só toca aos papalvos que trabalham e que vêem cortados todos os seus direitos, sem aumentos, com o custo de vida sempre a subir, com ordenados miseráveis e sempre a exigirem-nos mais e mais horas, muitas pagas em horas, como se pudéssemos pegar em duas horas e comprar um litro de leite e um pão.
Senhores mandões ide bardamerda!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, janeiro 28, 2010
Um espanto de cerimónia
A televisão estava ligada, num qualquer canal do telelixo nacional, inaugurava-se o ano judicial com a pompa, a circunstância e o estadão costumeiro que por cá se colocam nestas cerimoniazecas insalubres, querendo presumir muito, quando afinal todos sabemos o que a casa gasta.
Remexia nos DVD, descobrindo um, excelente, protagonizado por Rowan Atkinson, não, não é o Mr. Bean, é um DVD da séria Black Adder, aprestando-me para visionar o dito, quedei-me porém estarrecido a ouvir a tal cerimónia, orava, o fleumático Bastonário da Ordem dos Advogados, ali fiquei a ouvir os vários discursos pastelões das personagens do costume.
O excelso Bastonário igual a si próprio conseguiu o prodígio de alagar de cuspo as três primeiras fileiras de ouvintes, dizendo mal de tudo e de todos, sorte a minha que tinha um ecrã pelo meio, o senhor Procurador Geral com o seu fantástico sotaque de merceeiro de Fornos de Algodres, também pouco ou nada adiantou.
Mas a “piece de resistance”, que fez valer o esforço foi Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, desde já vos confesso que não teria rido mais se preterisse esta cómica cerimónia ao DVD de Black Adder, sem dúvida que não. Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, é um dos mais prazenteiros bonacheirões deste país, digno de figurar na história da comédia, alias Atkinson, bem poderia usar os seus discursos para escrever novos episódios de Black Adder.
Vejam lá que foram precisos quase trinta anos, para que Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, percebesse que as leis produzidas em Portugal pouco tem que ver com a realidade do país, e que a qualidade legislativa é de muito pouca qualidade. Uma pergunta assaltou de imediato as minhas fracas e pouco objectivas meninges, por onde tem andado Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, onde tem vivido nestes últimos trinta anos?
Ao ouvir ontem Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, poderíamos, falaciosamente ser tentados a pensar que Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, esteve ausente do país durante a última trintena de anos, afinal não, Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, foi professor universitário, ministro, Presidente de um partidelho politico, Primeiro-ministro e agora “la cerise” Presidente da Republica, num culminar da escalada do poleiro por terras lusas, e por incrível que pareça apenas agora descobriu Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, as evidências que qualquer borra-botas iletrado já à muito que percebeu.
Oh mui iluminadas, doutas e sapientíssimas mentes que temos por mais altos magistrados da nação, oh doutos filhos do Iluminismo humanista, ontem naquela cerimónia, foram proferidos os mais fantásticos atestados de tudo o que significa incompetência, sendo o mais interessante, o facto de que esses atestados foram passados ao Estado, principalmente pelos seus maiores, mais duradoiros e diligentes actores.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Remexia nos DVD, descobrindo um, excelente, protagonizado por Rowan Atkinson, não, não é o Mr. Bean, é um DVD da séria Black Adder, aprestando-me para visionar o dito, quedei-me porém estarrecido a ouvir a tal cerimónia, orava, o fleumático Bastonário da Ordem dos Advogados, ali fiquei a ouvir os vários discursos pastelões das personagens do costume.
O excelso Bastonário igual a si próprio conseguiu o prodígio de alagar de cuspo as três primeiras fileiras de ouvintes, dizendo mal de tudo e de todos, sorte a minha que tinha um ecrã pelo meio, o senhor Procurador Geral com o seu fantástico sotaque de merceeiro de Fornos de Algodres, também pouco ou nada adiantou.
Mas a “piece de resistance”, que fez valer o esforço foi Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, desde já vos confesso que não teria rido mais se preterisse esta cómica cerimónia ao DVD de Black Adder, sem dúvida que não. Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, é um dos mais prazenteiros bonacheirões deste país, digno de figurar na história da comédia, alias Atkinson, bem poderia usar os seus discursos para escrever novos episódios de Black Adder.
Vejam lá que foram precisos quase trinta anos, para que Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, percebesse que as leis produzidas em Portugal pouco tem que ver com a realidade do país, e que a qualidade legislativa é de muito pouca qualidade. Uma pergunta assaltou de imediato as minhas fracas e pouco objectivas meninges, por onde tem andado Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, onde tem vivido nestes últimos trinta anos?
Ao ouvir ontem Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, poderíamos, falaciosamente ser tentados a pensar que Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, esteve ausente do país durante a última trintena de anos, afinal não, Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, foi professor universitário, ministro, Presidente de um partidelho politico, Primeiro-ministro e agora “la cerise” Presidente da Republica, num culminar da escalada do poleiro por terras lusas, e por incrível que pareça apenas agora descobriu Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, as evidências que qualquer borra-botas iletrado já à muito que percebeu.
Oh mui iluminadas, doutas e sapientíssimas mentes que temos por mais altos magistrados da nação, oh doutos filhos do Iluminismo humanista, ontem naquela cerimónia, foram proferidos os mais fantásticos atestados de tudo o que significa incompetência, sendo o mais interessante, o facto de que esses atestados foram passados ao Estado, principalmente pelos seus maiores, mais duradoiros e diligentes actores.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, janeiro 27, 2010

Comemora-se hoje o dia da Lembrança e do Holocausto. Façamos pois um acto de contrição e lembremos todas as vítimas da insanidade humana, todas as vítimas da barbárie e da prepotência.
Importa, mais do que escalpelizar os quês e os porquês, não esquecer, não apagar da memória as atrocidades, em cada homem deverá estar presente essa memória colectiva, a cegueira inumana do fanatismo, político, religioso ou de outra qualquer índole, traduzir-se-á sempre em incontáveis e estúpidas acções de homens sobre outros homens, essa tem sido a história da humanidade, essa continuará a ser a história da humanidade.
Importa pois, guardar essa lembrança, promover o seu conhecimento, sendo o mais objectivo possível, recordando e mantendo viva a chama dos que pereceram, por caprichos e insanos motivos dos vários monstros que a humanidade produziu.
Deixo-vos alguns links para que conheçam mais sobre os holocaustos.
Aristides Sousa Mendes - Um Justo Português
Yad VaShem - Autoridade de Recordação dos Mártires e Heróis do Holocausto
The United States Holocaust Memorial Museum
The Holocaust History Project
The Trail of Tears
Wounded Knee
Kigali Memorial Centre
Armenian Genocide Museum
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, janeiro 25, 2010
Por Cá
Por cá continuamos iguais a ontem, parecidos com há cem anos o mesmo que há duzentos, entregues a um bando de ineptos. Instalou-se na nossa sociedade uma “medíocreocracia”, onde os mangas-de-alpaca vegetam emperrando o sistema com as suas minudências imbecis sem jamais solucionarem os reais problemas de que soçobra entalado até ao tutano entre a podridão das elites e a porcaria do rebotalho do bairro social.
Por cá, continuamos, entregues a nós mesmos, numa espécie de paraíso da auto-gestão, onde o Estado falha, mas falha sempre para os mesmos, curiosamente para os que alimentam esta cloaca imunda de analfabetismo boçal. Vivendo no regabofe do faz de conta diário, corremos a ajudar o Haiti, como se não fossemos nós um Haiti europeu, alias a tragédia do Haiti é um bom espelho para o que mais tarde ou mais cedo irá suceder por cá. E para todos os que estão à espera que por cá a coisa corra melhor, espero enganar-me, mas duvido!
Por cá a imutabilidade de um sistema corporativista e semi-feudal, mantêm-se, a parafernália de irresponsáveis e irresponsabilidades torna redundante toda a tentativa de sarar a hemorragia de estupidez que correr nas veia do país, para onde quer que se olhe, é a alarve devassidão, podridão e laxismo, que despontam com ervas daninhas, a cultura da irresponsabilidade e do amiguismo clientelar, pontua sobre todo o mérito, de que vale ser profissional e diligente, de que vale ser cumpridor e activo, de nada vale, porque a torpe maralha do poder tudo corrompe com os seus exemplos bandalhos de gentinha mal formada e ignorante, velhacos cujo único poder advêm, do cargo que ocupam por mor das politiqueirices rafeiras, tiranetes impotentes e frustrados que descarregam todo seu fel e santíssima imbecilidade no pobre que ouse contestar as suas pindéricas alarvidades e sumptuosas acções de desvario intelectual, alias a fraqueza intelectual dos nossos maiores é confrangedora.
Por cá, é isto, o fado da tristeza singular que se mata com saudades de um tempo em que se podia orgulhar de viver, hoje quem se orgulhe disto é sandeu. Que orgulho verde rubro pode haver neste vale de lágrimas de estupidez em que se tornou esta terra, onde as instituições são tuteladas por títeres burrocratas, com a visa oespartilhada por óculos de cabedal, e a reata sempre puxada pelos senhores do dinheiro que untam as palmas aos seus validos, que em troca promovem as leis para cegar ainda mais uma Justiça merdosa. Por cá há dias que mais valia, não estar por cá.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Por cá, continuamos, entregues a nós mesmos, numa espécie de paraíso da auto-gestão, onde o Estado falha, mas falha sempre para os mesmos, curiosamente para os que alimentam esta cloaca imunda de analfabetismo boçal. Vivendo no regabofe do faz de conta diário, corremos a ajudar o Haiti, como se não fossemos nós um Haiti europeu, alias a tragédia do Haiti é um bom espelho para o que mais tarde ou mais cedo irá suceder por cá. E para todos os que estão à espera que por cá a coisa corra melhor, espero enganar-me, mas duvido!
Por cá a imutabilidade de um sistema corporativista e semi-feudal, mantêm-se, a parafernália de irresponsáveis e irresponsabilidades torna redundante toda a tentativa de sarar a hemorragia de estupidez que correr nas veia do país, para onde quer que se olhe, é a alarve devassidão, podridão e laxismo, que despontam com ervas daninhas, a cultura da irresponsabilidade e do amiguismo clientelar, pontua sobre todo o mérito, de que vale ser profissional e diligente, de que vale ser cumpridor e activo, de nada vale, porque a torpe maralha do poder tudo corrompe com os seus exemplos bandalhos de gentinha mal formada e ignorante, velhacos cujo único poder advêm, do cargo que ocupam por mor das politiqueirices rafeiras, tiranetes impotentes e frustrados que descarregam todo seu fel e santíssima imbecilidade no pobre que ouse contestar as suas pindéricas alarvidades e sumptuosas acções de desvario intelectual, alias a fraqueza intelectual dos nossos maiores é confrangedora.
Por cá, é isto, o fado da tristeza singular que se mata com saudades de um tempo em que se podia orgulhar de viver, hoje quem se orgulhe disto é sandeu. Que orgulho verde rubro pode haver neste vale de lágrimas de estupidez em que se tornou esta terra, onde as instituições são tuteladas por títeres burrocratas, com a visa oespartilhada por óculos de cabedal, e a reata sempre puxada pelos senhores do dinheiro que untam as palmas aos seus validos, que em troca promovem as leis para cegar ainda mais uma Justiça merdosa. Por cá há dias que mais valia, não estar por cá.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, janeiro 20, 2010
Escolas de Intervenção Prioritária
Sempre achei deliciosos estes projectos de merda! Para que percebam, ou não, o que supostamente são Escolas Prioritárias, rebusquei a legislação, elaborei uma súmula da mesma, que ora transcrevo.
”1 - São consideradas escolas de intervenção prioritária as escolas que se enquadram no disposto no n.º 6 do Artigo 4.º do Dec.- Lei 35/88, de 4-2, designadamente as seguintes:
a)As situadas em zonas degradadas ou em localidades cujo isolamento dificulta a fixação dos professores;
b)As frequentadas por número significativo de crianças com dificuldades de aprendizagem, inadaptadas ou portadoras de deficiência;
c)Nas que se verifique um insucesso escolar sistemático;
d)Nas abrangidas pelo programa de promoção do sucesso escolar.”
Vamos descodificar isto, a algaraviada legislativa traduzida em língua de gente deverá ser entendida mais ou menos assim;
a) Escolas situadas perto de antros de escumalha inútil subsídio dependente, que vivem do tráfico e da venda em feiras, e que se comportam como se não pertencessem a um estado cada vez menos de Direito, roubando, vigarizando e matando quem bem lhes apetece ou tem o azar de criar algum desaguisado com semelhantes imbecis, que curiosamente são de todas as cores, irmanados que estão na estupidez endémica dos pobres de espírito, que duvido que o sejam, são isso sim um bando de velhacos aproveitando-se dos pategos que se matam a trabalhar para os engordar.
b) Crianças com necessidades especiais, às quais, o tal Ensino Especial deveria tentar ajudar mas que não ajuda, antes contribui para esse mesmo insucesso, que diz combater, porque o ensino especial é uma miserável mentira, Ensino Especial, digno e eficaz, em Portugal não existe.
c) Escolas essas, que seriam praticamente todas, acaso existisse algo parecido com Educação em Portugal, como o que temos, está à vista, tapamos o Sol com a peneira e escolhemos algumas das mais complicadas, daquelas em que os alunos fazem 40 quilómetros para ir à escola, 4 ou 5 dos quais a pé, daqueles em que não existe aquecimento, recreio, segurança e condições mínimas de serem apelidadas de escolas.
d) Programa de promoção do sucesso escolar, igual a desresponsabilizar, não ensinar, não educar e facilitar, também conhecido por Novas Oportunidades.
Ora tendo em conta a verdadeira redacção da legislação, não espanta que surjam notícias como esta. Ou seja as tais escolas prioritárias, são mais uma treta, para dar cobertura a futuros rufias subsídio dependentes, que usam os subsídios para comprar armas, cães, ouros e xanatos da moda, burros e estúpidos que nem portões de ferro, que continuarão na senda da boçalidade endémica, perpetuada e promovida pela camarilha de oportunistas politiqueiros que vive à conta dos desgraçados que pagam isto tudo.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
”1 - São consideradas escolas de intervenção prioritária as escolas que se enquadram no disposto no n.º 6 do Artigo 4.º do Dec.- Lei 35/88, de 4-2, designadamente as seguintes:
a)As situadas em zonas degradadas ou em localidades cujo isolamento dificulta a fixação dos professores;
b)As frequentadas por número significativo de crianças com dificuldades de aprendizagem, inadaptadas ou portadoras de deficiência;
c)Nas que se verifique um insucesso escolar sistemático;
d)Nas abrangidas pelo programa de promoção do sucesso escolar.”
Vamos descodificar isto, a algaraviada legislativa traduzida em língua de gente deverá ser entendida mais ou menos assim;
a) Escolas situadas perto de antros de escumalha inútil subsídio dependente, que vivem do tráfico e da venda em feiras, e que se comportam como se não pertencessem a um estado cada vez menos de Direito, roubando, vigarizando e matando quem bem lhes apetece ou tem o azar de criar algum desaguisado com semelhantes imbecis, que curiosamente são de todas as cores, irmanados que estão na estupidez endémica dos pobres de espírito, que duvido que o sejam, são isso sim um bando de velhacos aproveitando-se dos pategos que se matam a trabalhar para os engordar.
b) Crianças com necessidades especiais, às quais, o tal Ensino Especial deveria tentar ajudar mas que não ajuda, antes contribui para esse mesmo insucesso, que diz combater, porque o ensino especial é uma miserável mentira, Ensino Especial, digno e eficaz, em Portugal não existe.
c) Escolas essas, que seriam praticamente todas, acaso existisse algo parecido com Educação em Portugal, como o que temos, está à vista, tapamos o Sol com a peneira e escolhemos algumas das mais complicadas, daquelas em que os alunos fazem 40 quilómetros para ir à escola, 4 ou 5 dos quais a pé, daqueles em que não existe aquecimento, recreio, segurança e condições mínimas de serem apelidadas de escolas.
d) Programa de promoção do sucesso escolar, igual a desresponsabilizar, não ensinar, não educar e facilitar, também conhecido por Novas Oportunidades.
Ora tendo em conta a verdadeira redacção da legislação, não espanta que surjam notícias como esta. Ou seja as tais escolas prioritárias, são mais uma treta, para dar cobertura a futuros rufias subsídio dependentes, que usam os subsídios para comprar armas, cães, ouros e xanatos da moda, burros e estúpidos que nem portões de ferro, que continuarão na senda da boçalidade endémica, perpetuada e promovida pela camarilha de oportunistas politiqueiros que vive à conta dos desgraçados que pagam isto tudo.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, janeiro 18, 2010
Milhões e Milhões!
Enquanto os basbaques andam preocupados com quem vai ganhar o campeonato de empurra bolas, ou a quem vai aquela tipa esgalgalhada e pateta da telenovelucha fazer um felácio desta vez. O Monstro, apropria-se de mais uns milhões para encher os bolsos aos seus apaniguados e cumprir com as suas medíocres metas partidárias.
Por Monstro entenda-se estes partidos ditos políticos, que cada vez mais semelham a tortuosas associações vistas em filmes. Os Corleones à portuguesa, modificaram o paradigma do esburgo, não o fazem à mão armada, nem exercem violência física, os roubos são feitos às claras, sem preocupações, até porque muitos estão protegidos pela capa da legalidade e mesmo quando não estão os prevaricadores sabem perfeitamente como engulhar a Justiça, essa coisa patética, que neste país não serve para grande coisa.
Desta vez a fazer fé nos números do Correio da Manhã, são apenas 5,7 milhões de Euros, que o PS, PSD e CDS engolfaram sem mais aquela. Típico desta malta, não dão cavaco a ninguém, alias nem o próprio, abotoam-se com a massaroca e deixa cantar a carriça haja quem pague. Para quando uma punição exemplar para esta gentalha, pois para nunca, até porque de memória qualquer um de nós consegue prever o percurso disto tudo, nomeiam uma comissão parlamentar, onde figuram alguns dos que assinaram as ordens de pagamento, depois de seis ou sete meses o relatório da tal comissão baixa à câmara para análise, que por estarmos no fim da sessão legislativa adia a coisa para a sessão seguinte, que depois adia a sua discussão por existirem assuntos mais prementes, como o estatuto de autonomia das Berlengas, ou a necessidade de instalar aquecimento nos assentos parlamentares ou ainda um aumento no subsídio de utilização dos transportes públicos aos senhores deputados, transportes alias que não usam mas recebem o subsídio na mesma.
Resumindo, acaba a legislatura vem eleições, os Tribunais cheios de processos até às orelhas, fazem-nas moucas a mais este processo que cai nas malhas da comunicação social imbecilocrata, daí até à nomeação de uma equipa especial da Judiciária com 52 procuradores, 2 Inspectores e uma datilógrafa perneta, que demorará seis anos a investigar, quando finalmente o processo der entrada no tribunal dois terços dos crimes já prescreveram e os restantes foram mal investigados, porque os polícias portugueses são uns nabos! Ah, já me esquecia, entretanto a Lei foi alterada e passa só a ser crime roubar mais de 5, 8 milhões, pelo que 5,7 fica claramente abaixo não podendo ser imputado aos arguidos qualquer responsabilidade, até porque um é ministro, o outro é secretário de estado e o outro está a desempenhar um cargo muito importante no parlamento europeu ou numa qualquer empresa pública, que são os mais óbvios santuários do lixo político nacional.
Mais uma vez dane-se a legalidade, a ética e a moral, danem-se vocês todos pobres patetoides pagantes de impostos, o Monstro fez das suas de novo, este é o verdadeiro Monstro de que falava o Presidente Frankstein, o mesmo que durante 10 anos o promoveu, acarinhou e engordou. Nós, os papalvos pagantes, por cá ficamos, entalados com mais um acrescento à dívida pública “per capita” muito felizes porque a Leonor finalmente casou com o Pedro e o malvado do Afonso foi parar ao Blue Oyster, vestido de marinheiro.
Tristeza, franciscana esta terra de imbecis!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Por Monstro entenda-se estes partidos ditos políticos, que cada vez mais semelham a tortuosas associações vistas em filmes. Os Corleones à portuguesa, modificaram o paradigma do esburgo, não o fazem à mão armada, nem exercem violência física, os roubos são feitos às claras, sem preocupações, até porque muitos estão protegidos pela capa da legalidade e mesmo quando não estão os prevaricadores sabem perfeitamente como engulhar a Justiça, essa coisa patética, que neste país não serve para grande coisa.
Desta vez a fazer fé nos números do Correio da Manhã, são apenas 5,7 milhões de Euros, que o PS, PSD e CDS engolfaram sem mais aquela. Típico desta malta, não dão cavaco a ninguém, alias nem o próprio, abotoam-se com a massaroca e deixa cantar a carriça haja quem pague. Para quando uma punição exemplar para esta gentalha, pois para nunca, até porque de memória qualquer um de nós consegue prever o percurso disto tudo, nomeiam uma comissão parlamentar, onde figuram alguns dos que assinaram as ordens de pagamento, depois de seis ou sete meses o relatório da tal comissão baixa à câmara para análise, que por estarmos no fim da sessão legislativa adia a coisa para a sessão seguinte, que depois adia a sua discussão por existirem assuntos mais prementes, como o estatuto de autonomia das Berlengas, ou a necessidade de instalar aquecimento nos assentos parlamentares ou ainda um aumento no subsídio de utilização dos transportes públicos aos senhores deputados, transportes alias que não usam mas recebem o subsídio na mesma.
Resumindo, acaba a legislatura vem eleições, os Tribunais cheios de processos até às orelhas, fazem-nas moucas a mais este processo que cai nas malhas da comunicação social imbecilocrata, daí até à nomeação de uma equipa especial da Judiciária com 52 procuradores, 2 Inspectores e uma datilógrafa perneta, que demorará seis anos a investigar, quando finalmente o processo der entrada no tribunal dois terços dos crimes já prescreveram e os restantes foram mal investigados, porque os polícias portugueses são uns nabos! Ah, já me esquecia, entretanto a Lei foi alterada e passa só a ser crime roubar mais de 5, 8 milhões, pelo que 5,7 fica claramente abaixo não podendo ser imputado aos arguidos qualquer responsabilidade, até porque um é ministro, o outro é secretário de estado e o outro está a desempenhar um cargo muito importante no parlamento europeu ou numa qualquer empresa pública, que são os mais óbvios santuários do lixo político nacional.
Mais uma vez dane-se a legalidade, a ética e a moral, danem-se vocês todos pobres patetoides pagantes de impostos, o Monstro fez das suas de novo, este é o verdadeiro Monstro de que falava o Presidente Frankstein, o mesmo que durante 10 anos o promoveu, acarinhou e engordou. Nós, os papalvos pagantes, por cá ficamos, entalados com mais um acrescento à dívida pública “per capita” muito felizes porque a Leonor finalmente casou com o Pedro e o malvado do Afonso foi parar ao Blue Oyster, vestido de marinheiro.
Tristeza, franciscana esta terra de imbecis!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, janeiro 12, 2010
Hoje é assim!
Este país não tem emenda, estamos condenados à impassível e transida inoperância dos fracos de espírito, supostamente dirigidos, que somos por uma súcia de bandalhos, cuja fraca competência mais os faz semelhar a orangotangos engravatados, pobres dos orangotangos, damos tímidos passos para nos tornarmos um local mais civilizado, claro que incipientes e sempre contestados pelos zelotas dos costumes.
Os bandalhos fazedores de opinião, a quem a torpe maralha desenxabida adora dar orelhas, esses azedos pategos televisionados até à exaustão, que vomitam as suas incomensuráveis patetices, em nobres horários espartilhados entre morangadas e corações perfeitos plenos de lugares comuns da idiossincrasia cretina desta sociedade de dejectos puritanos, que alardeiam pureza de coração enquanto escamoteiam as violências domésticas várias e sevícias sexuais que praticam sobre os mais indefesos.
Ressalve-se que pelo meio desta tragédia, pontualmente surgem casos de excelência, quase sempre por iniciativa privada, prova do imenso potencial que está escondido por entre o pântano imenso em que este país está transformado.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Os bandalhos fazedores de opinião, a quem a torpe maralha desenxabida adora dar orelhas, esses azedos pategos televisionados até à exaustão, que vomitam as suas incomensuráveis patetices, em nobres horários espartilhados entre morangadas e corações perfeitos plenos de lugares comuns da idiossincrasia cretina desta sociedade de dejectos puritanos, que alardeiam pureza de coração enquanto escamoteiam as violências domésticas várias e sevícias sexuais que praticam sobre os mais indefesos.
Ressalve-se que pelo meio desta tragédia, pontualmente surgem casos de excelência, quase sempre por iniciativa privada, prova do imenso potencial que está escondido por entre o pântano imenso em que este país está transformado.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, janeiro 06, 2010
Incentivos à Natalidade – Subsídios para o entendimento da estupidez Lusitana
Esse sorvedouro de dinheiro públicos que dá pelo nome de Transportadora Aérea Nacional, vulgarmente mais conhecida por TAP, decidiu premiar uma dezena de funcionárias que estiveram de licença por gravidez, com a sua não inclusão no sistema de prémios de produtividade, porque estiveram ausentes. Pior ainda, o Governo deu o seu aval a esta exclusão, permitindo assim, que a discriminação ainda fosse maior.
Ora aqui está um belo exemplo de incentivo à natalidade. Numa altura em que a demografia portuguesa toca a finados, com sorte daqui a cem anos estamos extintos, numa altura em que parece que nem a estrangeirada que por cá aterra serve para aumentar o número de gente nascida neste fim de mundo, a maior empresa pública e o próprio Governo dão um excelente exemplo à Nação, este sim um verdadeiro exemplo de incentivo à natalidade.
Escudar-se na aplicação de uma qualquer lei idiota, para cometer este acto cretino, é de uma vergonhosa cobardia intelectual, sancionar esse acto é, para ser o mais cordato possível, uma enorme estupidez, leia-se estupidez colectiva. O que nos leva a pensar ainda pior sobre a súcia de galfarros que ocupa os lugares de poder.
Então, neste tipo de situações, não se deveria ao invés de amputar os direitos, aumenta-los, promove-los e incentiva-los, belo exemplo que dão ao resto do país sem dúvida, essas mulheres são heroínas nesta tragédia cómica de país, deveriam ser acarinhadas e protegidas, ao invés, empresas públicas e Governo fazem precisamente o oposto.
Recordo ainda aquela ridicularia, do senhor Primeiro-ministro assaltar os ecrãs televisivos para anunciar que o Estado Português pretendia gratificar cada nascimento com uma conta poupança de duzentos Euros, ou seja o equivalente a um carregamento de fraldas para um ano, partindo do principio que o bebé não é muito cagão, ora como para cagar e mijar a criança precisa de comer, bem poderão os pais limpar o cu aos duzentos euros, que serviram para muito pouco. A isto chama-se aqui na terreola, ideia de merda!
A atitude cretina, imbecil e estúpida do acto de cortar o prémio a mulheres que escolheram assumir a maternidade e dar ao mundo uma criança, é típica deste país de faz de conta, onde continuamos a presumir e a pretender o que não conseguimos alcançar ao invés de olhar ao que de forma simples podemos fazer para melhorar a vida das pessoas, este exemplo deveria também fazer pensar as cavalgaduras, sobre como realmente combater o défice demográfico, ao invés de apresentar pretensas medidas salvadoras, que não passam de dejectos vomitados pelo pouco intelecto e alcance de quem se promove como sendo dono da mais insigne sapiência.
Pode ler a notícia aqui!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Ora aqui está um belo exemplo de incentivo à natalidade. Numa altura em que a demografia portuguesa toca a finados, com sorte daqui a cem anos estamos extintos, numa altura em que parece que nem a estrangeirada que por cá aterra serve para aumentar o número de gente nascida neste fim de mundo, a maior empresa pública e o próprio Governo dão um excelente exemplo à Nação, este sim um verdadeiro exemplo de incentivo à natalidade.
Escudar-se na aplicação de uma qualquer lei idiota, para cometer este acto cretino, é de uma vergonhosa cobardia intelectual, sancionar esse acto é, para ser o mais cordato possível, uma enorme estupidez, leia-se estupidez colectiva. O que nos leva a pensar ainda pior sobre a súcia de galfarros que ocupa os lugares de poder.
Então, neste tipo de situações, não se deveria ao invés de amputar os direitos, aumenta-los, promove-los e incentiva-los, belo exemplo que dão ao resto do país sem dúvida, essas mulheres são heroínas nesta tragédia cómica de país, deveriam ser acarinhadas e protegidas, ao invés, empresas públicas e Governo fazem precisamente o oposto.
Recordo ainda aquela ridicularia, do senhor Primeiro-ministro assaltar os ecrãs televisivos para anunciar que o Estado Português pretendia gratificar cada nascimento com uma conta poupança de duzentos Euros, ou seja o equivalente a um carregamento de fraldas para um ano, partindo do principio que o bebé não é muito cagão, ora como para cagar e mijar a criança precisa de comer, bem poderão os pais limpar o cu aos duzentos euros, que serviram para muito pouco. A isto chama-se aqui na terreola, ideia de merda!
A atitude cretina, imbecil e estúpida do acto de cortar o prémio a mulheres que escolheram assumir a maternidade e dar ao mundo uma criança, é típica deste país de faz de conta, onde continuamos a presumir e a pretender o que não conseguimos alcançar ao invés de olhar ao que de forma simples podemos fazer para melhorar a vida das pessoas, este exemplo deveria também fazer pensar as cavalgaduras, sobre como realmente combater o défice demográfico, ao invés de apresentar pretensas medidas salvadoras, que não passam de dejectos vomitados pelo pouco intelecto e alcance de quem se promove como sendo dono da mais insigne sapiência.
Pode ler a notícia aqui!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, janeiro 04, 2010
Animais e outros que tais!
Esta semana o WWF, sigla que designa o World Wildlife Fund, decidiu atribuir a Portugal um prémio pelo esforço na preservação da fauna e da biodiversidade, que se tem traduzido num enorme sucesso com o aumento exponencial de várias espécies endémicas que não só aumentaram o seu número nas suas tradicionais áreas de reprodução como com sucesso se expandiram e colonizaram outras localizações geográficas inclusivamente além fronteiras.
O WWF, assinala o esforço dos vários governos em proteger e fazer crescer as espécies de sanguessugas, os excelentes programas de ajuda, como o rendimento de inserção social e outros do género, que ajudam e incentivam o aparecimento e a engorda das várias etnias de sanguessugas que por cá encontraram um novo El Dourado.
Também segundo o WWF é de ressalvar o excelente resultado obtido, na protecção ao pato bravo, ao pilha galinhas, ao abutre e a várias outras espécies de aves raras, que por cá não só prosperam como aumentam a olhos vistos, devemos agradecer também neste caso aos governos dos últimos trinta anos a excelente protecção e desvelo colocado na defesa destas aves.
No capítulo dos mamíferos o WWF, exalta também a excelente conduta do Estado Português, que tem conseguido, não só proteger como também fazer crescer a rataria, os camelos, os porcos, os asnos bem como outras espécies de cavalgaduras, numa soberba e bem coordenada acção de promoção da biodiversidade. Está portanto Portugal de parabéns na protecção à sua biodiversidade.
Claro que não há bela sem senão, o WWF alerta porém que Portugal precisa de fazer um esforço sério de conservação, da flora e dos recursos hídricos, que desbarata sem objectivo claro há mais de cem anos, perde mancha florestal, abuso do eucalipto, não protege aquíferos, não tem uma rede aceitável de estações de tratamento de esgotos e efluentes urbanos, e o que tem é uma mentira, em que mais de metade não funciona ou funciona mal, a reciclagem que continua a não funcionar os tratamentos de resíduos perigosos que quase não se fazem, a Lei do ruído que não se cumpre, enfim uma enorme série de atentados ao ambiente, dos quais o absoluto caos no ordenamento territorial e a construção a esmo e sem regras levada a cabo nas cidades e vilas deste país é só um dos mais gritantes exemplos.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
O WWF, assinala o esforço dos vários governos em proteger e fazer crescer as espécies de sanguessugas, os excelentes programas de ajuda, como o rendimento de inserção social e outros do género, que ajudam e incentivam o aparecimento e a engorda das várias etnias de sanguessugas que por cá encontraram um novo El Dourado.
Também segundo o WWF é de ressalvar o excelente resultado obtido, na protecção ao pato bravo, ao pilha galinhas, ao abutre e a várias outras espécies de aves raras, que por cá não só prosperam como aumentam a olhos vistos, devemos agradecer também neste caso aos governos dos últimos trinta anos a excelente protecção e desvelo colocado na defesa destas aves.
No capítulo dos mamíferos o WWF, exalta também a excelente conduta do Estado Português, que tem conseguido, não só proteger como também fazer crescer a rataria, os camelos, os porcos, os asnos bem como outras espécies de cavalgaduras, numa soberba e bem coordenada acção de promoção da biodiversidade. Está portanto Portugal de parabéns na protecção à sua biodiversidade.
Claro que não há bela sem senão, o WWF alerta porém que Portugal precisa de fazer um esforço sério de conservação, da flora e dos recursos hídricos, que desbarata sem objectivo claro há mais de cem anos, perde mancha florestal, abuso do eucalipto, não protege aquíferos, não tem uma rede aceitável de estações de tratamento de esgotos e efluentes urbanos, e o que tem é uma mentira, em que mais de metade não funciona ou funciona mal, a reciclagem que continua a não funcionar os tratamentos de resíduos perigosos que quase não se fazem, a Lei do ruído que não se cumpre, enfim uma enorme série de atentados ao ambiente, dos quais o absoluto caos no ordenamento territorial e a construção a esmo e sem regras levada a cabo nas cidades e vilas deste país é só um dos mais gritantes exemplos.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sábado, janeiro 02, 2010
Próspero Ano Novo
Depois de ouvir o discurso de ano novo de Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, vieram-me à mente, várias analogias, que poderia fazer em relação à prestigiosa figura. Mas qualquer delas, junto com os muitos insultos que desejava dirigir a Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, seriam tidas como insultuosas e alvo de procedimento legal contra a minha pessoa, sim porque fora eu um qualquer bandalho e não só obteria um perdão como talvez nem me importunassem, como fazem com os ladrões, os assassinos e os vigaristas deste país, ora como sou um cidadão respeitador da Lei, o mais certo era ser logo engavetado por isso ficarei por aqui.
Posso apenas dizer que a pouquíssima consideração que tinha por Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, enquanto governante, entenda-se, não a pessoa, nem o cargo, dizia eu que essa ínfima consideração se esvaiu ontem, provando que todos os muitos insultos que desejo dirigir a Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, estão correctos.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Posso apenas dizer que a pouquíssima consideração que tinha por Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, enquanto governante, entenda-se, não a pessoa, nem o cargo, dizia eu que essa ínfima consideração se esvaiu ontem, provando que todos os muitos insultos que desejo dirigir a Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, estão correctos.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, dezembro 22, 2009
segunda-feira, dezembro 21, 2009
Mariquices!
Alevanta-se por estes dias outra procela, tormentosa. Tudo por causa do casamento entre homossexuais. A beatagem arregimenta já as hordas dos ratos de sacristia, para que de cruz ao alto possam seguir para os autos de fé, actividade tão cara a esses megalomaníacos da regulação da moral e dos comportamentos, dos outros, porque quanto aos próprios, enfim nem é bom falar.
Um senhor deputado, afecto à social-democracia, veio por estes dias proferir as mais infelizes, obtusas e inqualificáveis bojardas sobre o assunto, reanimando o meu interesse pelo aborto livre até às 50 semanas ou mais, porque com aborto livre, nulidades que aquele senhor jamais chegariam a deputados.
Se sou a favor do casamento entre homossexuais, claro que sim! Prefiro pessoas felizes, a trabalhar, a produzir e a pagar impostos, do que gente infeliz, que emigra, que cai na depressão e que aumenta os custos da saúde. Choca-me? Nada!
O que verdadeiramente me choca, é a corrupção e os corruptos deste país que ocupam lugares de poder e que continuam a engordar com o meu dinheiro, choca-me ver os arrogantes parasitas sociais viverem em casas pagas com o meu dinheiro, a usufruírem de belos carros a portarem-se como selvagens, sempre aos berros. Choca-me a falta de civismo a boçalidade e a incompetência desta sociedade de carneiros capados, de indigentes mentais, retrógrados e mentirosos. Choca-me a porcalhice, a imundice em que ruas, ruelas e vielas, regatos e rios, matas e bosques estão transformados pela incúria, pela falta de regras e pelos comportamentos suínos dos mesmos beatos de pacotilha, que volta e meia são apanhados na casa de putas lá da terra ou a levar o cu papado por miúdos.
Choca-me esta absoluta e desavergonhada falta de rigor, falta de competência e miserabilismo, choca-me as trafulhices dos patos bravos misturados com autarcas e presidentes de clubes de futebol, que transformam as cidades e vilas deste país, em coisas atrozes e sem nexo, mal construídas, mal desenhadas e completamente estapafúrdias. Choca-me o gastar a esmo do dinheiro dos meus impostos, malbaratado em cretinices, em projectos e projectinhos e em abstrusidades miseráveis.
Choca-me, a falta de educação, a miserável falta de educação, civismo, rigor e humanidade de muita gentinha torpe e mal formada que caga postas de pescada sobre coisas de que não sabe nada, chocam-me estes merdosos moralizadores da moral dos outros, que se intrometem nas vidas alheias lançando a infelicidade e a miséria sobre o que tocam, não se preocupando em serem felizes sem molestarem a felicidade dos outros.
Isto é que me choca verdadeiramente. Agora lá se o Manel gosta do João ou a Maria gosta da Joana, tanto se me dá como se me deu, é lá com eles! Quero é que sejam pessoas felizes, educadas, participativas, cívicas e honradas, porque assim como assim, velhacos, egoístas, mal-formados e porcos. Já existem, mais que o suficiente, nesses tabernáculos da fé que por aí pululam.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Um senhor deputado, afecto à social-democracia, veio por estes dias proferir as mais infelizes, obtusas e inqualificáveis bojardas sobre o assunto, reanimando o meu interesse pelo aborto livre até às 50 semanas ou mais, porque com aborto livre, nulidades que aquele senhor jamais chegariam a deputados.
Se sou a favor do casamento entre homossexuais, claro que sim! Prefiro pessoas felizes, a trabalhar, a produzir e a pagar impostos, do que gente infeliz, que emigra, que cai na depressão e que aumenta os custos da saúde. Choca-me? Nada!
O que verdadeiramente me choca, é a corrupção e os corruptos deste país que ocupam lugares de poder e que continuam a engordar com o meu dinheiro, choca-me ver os arrogantes parasitas sociais viverem em casas pagas com o meu dinheiro, a usufruírem de belos carros a portarem-se como selvagens, sempre aos berros. Choca-me a falta de civismo a boçalidade e a incompetência desta sociedade de carneiros capados, de indigentes mentais, retrógrados e mentirosos. Choca-me a porcalhice, a imundice em que ruas, ruelas e vielas, regatos e rios, matas e bosques estão transformados pela incúria, pela falta de regras e pelos comportamentos suínos dos mesmos beatos de pacotilha, que volta e meia são apanhados na casa de putas lá da terra ou a levar o cu papado por miúdos.
Choca-me esta absoluta e desavergonhada falta de rigor, falta de competência e miserabilismo, choca-me as trafulhices dos patos bravos misturados com autarcas e presidentes de clubes de futebol, que transformam as cidades e vilas deste país, em coisas atrozes e sem nexo, mal construídas, mal desenhadas e completamente estapafúrdias. Choca-me o gastar a esmo do dinheiro dos meus impostos, malbaratado em cretinices, em projectos e projectinhos e em abstrusidades miseráveis.
Choca-me, a falta de educação, a miserável falta de educação, civismo, rigor e humanidade de muita gentinha torpe e mal formada que caga postas de pescada sobre coisas de que não sabe nada, chocam-me estes merdosos moralizadores da moral dos outros, que se intrometem nas vidas alheias lançando a infelicidade e a miséria sobre o que tocam, não se preocupando em serem felizes sem molestarem a felicidade dos outros.
Isto é que me choca verdadeiramente. Agora lá se o Manel gosta do João ou a Maria gosta da Joana, tanto se me dá como se me deu, é lá com eles! Quero é que sejam pessoas felizes, educadas, participativas, cívicas e honradas, porque assim como assim, velhacos, egoístas, mal-formados e porcos. Já existem, mais que o suficiente, nesses tabernáculos da fé que por aí pululam.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, dezembro 16, 2009
A desordem desta Ordem!
Os Italianos inventaram a Máfia, diz a história que em 1282 os reis franceses da casa de Anjou, dominavam a Sicília com mão de ferro, cansados da opressão os camponeses revoltaram-se ao grito de "Morte Alla Francia Italia Anelia!" traduzindo de forma mais ou menos livre será algo como, a morte da França e o grito de Itália. Essa frase formaria mais tarde o acrónimo Máfia, têm muito que aprender os Italianos sobre a verdadeira máfia connosco Portugueses.
Após este pequeno intróito, queria falar-vos do senhor bastonário da Ordem dos Médicos e das suas declarações acerca da abertura de um novo curso de medicina. Foi um fartote de rir, o senhor não conseguiu despir a fatiota de chefe de um sindicato, o esforço que fez para justificar a vergonhosa situação da Medicina em Portugal, a manutenção desse corporativismo anacrónico que representa a Ordem dos Médicos e seu poder absolutamente discricionário.
O argumento de que estão médicos em formação e que daqui a dez anos haverá médicos em excesso, é anedótico, primeiro porque o meio milhão ou mais de pobres diabos que por agora sofrem sem médico, só podem ter uma de duas saídas ou morrem ou adiam a doença, depois, porque a falta de médicos deve-se pura e simplesmente aos senhores doutores não quererem sair dos grandes centros urbanos, senão como explicar que no Centro de Saúde aqui da minha terreola a uns meros quarenta e cinco minutos de Lisboa, faltem médicos, sim como explicar isso!
O senhor bastonário ainda atirou ao ar com argumentos técnicos de falta de qualidade do ensino, pois caro amigo, até lhe dou razão, mas tendo em conta as muitas bestas de carga que por aí abundam portadoras de licença para praticar medicina, estou em crer que pior não será. Outro argumento técnico foi o do número de cursos de medicina por cada dois milhões de habitantes ser de um, número constante de recomendações da OMS, ora uma recomendação serve para isso mesmo recomendar, podendo o número ser maior dentro claro está de uma lógica de necessidade efectiva, essa recomendação destina-se essencialmente a fazer progredir os países de terceiro mundo, como o nosso, esse argumento até seria tido como válido caso os cursos de medicina em Portugal não sofressem de uma coisa cretina, obra da tal Ordem, que se chama numerus clausus, ainda mais exacerbado pelas completamente imbecis notas de ingresso, como se ter um dezanove queira dizer obrigatoriamente que se é melhor do que quem teve um catorze.
O senhor Bastonário, perdeu mais uma excelente oportunidade para estar de boca calada, evitaria assim o chorrilho de asneiredo que proferiu, por outro lado a querer dizer alguma coisa, o senhor saudaria a iniciativa. Pode até ser contraproducente mas haja alguém que faça alguma coisa para acabar com essa verdadeira Máfia.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Após este pequeno intróito, queria falar-vos do senhor bastonário da Ordem dos Médicos e das suas declarações acerca da abertura de um novo curso de medicina. Foi um fartote de rir, o senhor não conseguiu despir a fatiota de chefe de um sindicato, o esforço que fez para justificar a vergonhosa situação da Medicina em Portugal, a manutenção desse corporativismo anacrónico que representa a Ordem dos Médicos e seu poder absolutamente discricionário.
O argumento de que estão médicos em formação e que daqui a dez anos haverá médicos em excesso, é anedótico, primeiro porque o meio milhão ou mais de pobres diabos que por agora sofrem sem médico, só podem ter uma de duas saídas ou morrem ou adiam a doença, depois, porque a falta de médicos deve-se pura e simplesmente aos senhores doutores não quererem sair dos grandes centros urbanos, senão como explicar que no Centro de Saúde aqui da minha terreola a uns meros quarenta e cinco minutos de Lisboa, faltem médicos, sim como explicar isso!
O senhor bastonário ainda atirou ao ar com argumentos técnicos de falta de qualidade do ensino, pois caro amigo, até lhe dou razão, mas tendo em conta as muitas bestas de carga que por aí abundam portadoras de licença para praticar medicina, estou em crer que pior não será. Outro argumento técnico foi o do número de cursos de medicina por cada dois milhões de habitantes ser de um, número constante de recomendações da OMS, ora uma recomendação serve para isso mesmo recomendar, podendo o número ser maior dentro claro está de uma lógica de necessidade efectiva, essa recomendação destina-se essencialmente a fazer progredir os países de terceiro mundo, como o nosso, esse argumento até seria tido como válido caso os cursos de medicina em Portugal não sofressem de uma coisa cretina, obra da tal Ordem, que se chama numerus clausus, ainda mais exacerbado pelas completamente imbecis notas de ingresso, como se ter um dezanove queira dizer obrigatoriamente que se é melhor do que quem teve um catorze.
O senhor Bastonário, perdeu mais uma excelente oportunidade para estar de boca calada, evitaria assim o chorrilho de asneiredo que proferiu, por outro lado a querer dizer alguma coisa, o senhor saudaria a iniciativa. Pode até ser contraproducente mas haja alguém que faça alguma coisa para acabar com essa verdadeira Máfia.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, dezembro 14, 2009
É sempre a aviar!
Fui sempre muito crítico em relação ao sector Defesa Nacional, reportando-nos apenas ao período de 1974 ao presente, a longa sucessão de ministros da defesa é um lamentável e triste cortejo de casos de homem errado no local errado.
Não terão sido todos péssimos, verdade seja dita, de 1974 até 1982 a coisa nem foi má de todo, homens da estatura de Firmino Miguel, Vítor Alves e Loureiro dos Santos, conhecedores do meio tiveram desempenhos razoáveis tendo em conta que vivíamos tempos de vacas magras, a Defesa andava na incerteza!
De 1982 ao presente é a miséria total, cada um pior que o outro. Os últimos quatro então, é de bradar aos céus, Portas, Amado, Teixeira e Santos Silva, respectivamente, são excelentes exemplos daquilo que não deve ser um Ministro da Defesa, honra seja feita ao último que ainda não teve tempo de meter a pata na poça, aguardemos. Teixeira, foi inócuo, foi uma espécie de “melhoral” à Defesa nem fez bem nem mal, é um intelectual, sente-se mais à vontade com papéis, com livros e aulas em universidades, o papel que deveria ter cumprido era o de alguém firme e decidido com profundos conhecimentos sobre a área, infelizmente, nunca o foi capaz de preencher, foi o único dos quatro em que depositava alguma confiança, mas apresentou-se frouxo e limitou-se a gerir, mal, as abstrusidades causadas por Portas, que diga-se em abono da verdade é do ponto de vista do trabalho um tipo com garra, mas peca por perceber tanto de Defesa como eu de patinagem no gelo, resultado está à vista, trapalhadas e mais trapalhadas, dinheiro gasto a esmo e sem objectivo nenhum. Foi incoerente, acumulou disparate a seguir a disparate, não chega ter uma excelente capacidade de trabalho, é necessário entender, saber e perceber de Defesa, o que claramente não foi o caso.
Amado, foi mais um “melhoral”, apagado, completamente anódino, caiu na Defesa como poderia ter caído na Cultura ou no Ponto Cruz, daria no mesmo, uma nulidade, mais uma. Quanto a santos Silva, prevejo mais um desempenho para cumprir calendário e pouco mais, não se sente à vontade, não vê um boi daquilo e pior tal como os demais será completamente manobrado e enganado pelos lobbies da Defesa.
O resultado deste fadário de ignorância, temo-lo à vista desarmada, como convém à Defesa, nos milhares de milhões de euros malbaratados, que como é costume ninguém assume a culpa de ter feito desperdiçar, presumindo alguns dos propiciadores do disparate de capacidades superiores tal é a verve de superioridade e as certezas que apresentam quando falam em público na qualidade de deputados de líderes partidários e ou membros de governo, aqui das duas três ou nos estão a tentar enganar, ou são tão ignorantes que acreditam verdadeiramente que fizeram um bom trabalho, mesmo quando todas as provas apontam para o contrário.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia insignes
Não terão sido todos péssimos, verdade seja dita, de 1974 até 1982 a coisa nem foi má de todo, homens da estatura de Firmino Miguel, Vítor Alves e Loureiro dos Santos, conhecedores do meio tiveram desempenhos razoáveis tendo em conta que vivíamos tempos de vacas magras, a Defesa andava na incerteza!
De 1982 ao presente é a miséria total, cada um pior que o outro. Os últimos quatro então, é de bradar aos céus, Portas, Amado, Teixeira e Santos Silva, respectivamente, são excelentes exemplos daquilo que não deve ser um Ministro da Defesa, honra seja feita ao último que ainda não teve tempo de meter a pata na poça, aguardemos. Teixeira, foi inócuo, foi uma espécie de “melhoral” à Defesa nem fez bem nem mal, é um intelectual, sente-se mais à vontade com papéis, com livros e aulas em universidades, o papel que deveria ter cumprido era o de alguém firme e decidido com profundos conhecimentos sobre a área, infelizmente, nunca o foi capaz de preencher, foi o único dos quatro em que depositava alguma confiança, mas apresentou-se frouxo e limitou-se a gerir, mal, as abstrusidades causadas por Portas, que diga-se em abono da verdade é do ponto de vista do trabalho um tipo com garra, mas peca por perceber tanto de Defesa como eu de patinagem no gelo, resultado está à vista, trapalhadas e mais trapalhadas, dinheiro gasto a esmo e sem objectivo nenhum. Foi incoerente, acumulou disparate a seguir a disparate, não chega ter uma excelente capacidade de trabalho, é necessário entender, saber e perceber de Defesa, o que claramente não foi o caso.
Amado, foi mais um “melhoral”, apagado, completamente anódino, caiu na Defesa como poderia ter caído na Cultura ou no Ponto Cruz, daria no mesmo, uma nulidade, mais uma. Quanto a santos Silva, prevejo mais um desempenho para cumprir calendário e pouco mais, não se sente à vontade, não vê um boi daquilo e pior tal como os demais será completamente manobrado e enganado pelos lobbies da Defesa.
O resultado deste fadário de ignorância, temo-lo à vista desarmada, como convém à Defesa, nos milhares de milhões de euros malbaratados, que como é costume ninguém assume a culpa de ter feito desperdiçar, presumindo alguns dos propiciadores do disparate de capacidades superiores tal é a verve de superioridade e as certezas que apresentam quando falam em público na qualidade de deputados de líderes partidários e ou membros de governo, aqui das duas três ou nos estão a tentar enganar, ou são tão ignorantes que acreditam verdadeiramente que fizeram um bom trabalho, mesmo quando todas as provas apontam para o contrário.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia insignes
sexta-feira, dezembro 11, 2009
Corruptos, Amiguinhos e Cunhas – Crónica de uma realidade Nacional!
Portugal é um país de corruptos, cunhas e amiguismo clientelar. Verdade insofismável, que revela bem a podridão desta sociedade. As razões são inevitavelmente a ganância, a pobreza, o vício e a falha do sistema, senão não encontraríamos gente a vender-se por garrafas de uísque e por sacos de couves e caixas de pêssegos, ora se há gente que se vende por bagatelas, que hipoteca a deontologia, a ética e o profissionalismo por tão pouco, mais óbvio se torna, que existam aqueles que por ocupação, por profissão ou por ocasião se vendam e ou se deixem comprar por milhares ou por milhões.
Diz um relatório recente que 9 em cada 10 portugueses acham que os políticos são corruptos, sendo esses mesmos políticos, o cerne de todo o mal. Esquecemo-nos porém dessa lusa instituição que é a cunha e o amiguismo, que entope, emperra e desespera a nossa sociedade, basta analisar friamente a nossa conduta e sempre descobriremos a tentação em face de alguma dificuldade, de contactar aquele amigo, que nos porá na frente da fila ou se esquecerá de nos fazer pagar a multa, é o país que não funciona e por há que encontrar estratagemas de sobrevivência, em suma é cultural!
Ainda há tempo passei por uma dessas, do meu conteúdo funcional faz parte assegurar formação básica gratuita em informática, serviço que a minha autarquia disponibiliza aos seus munícipes, numa actuação pioneira e digna de nota, desde 2001. Os interessados inscrevem-se e na sua vez são contactados para vir frequentar a Formação de 35 horas, ora sucede que uma pessoa muito importante que ocupava, já não ocupa, um cargo público, resolveu inscrever-se, claro que recebi a inscrição dessa pessoa e a coloquei no devido lugar, actualmente existe uma lista de espera com 116 inscritos, qual é o meu espanto quando sou relembrado por uma outra pessoa que ocupa um cargo de chefia, uma pessoa que é também como eu, um funcionário não é político, que a tal pessoa importante se tinha inscrito e para eu não me esquecer dela, sei que sou limitado, que sou um simplório labrego de província, mas sei ler nas entrelinhas, era um caso claro de cunha, o que essa pessoa quis dizer foi, passa a pessoa muito importante que é minha amiga para a frente dos outros que estão há meses há espera, pois foi precisamente o que não fiz.
E não o fiz, primeiro porque é contra todos os meus princípios éticos e morais, depois porque não alinho nestes esquemas de amiguismo, com os quais gente que se diz tão sofistica e tão avant guard, conspurca este país, sim porque é nesta mentalidade que tudo isto começa, por último não o fiz porque tenho felizmente muitos bons princípios ensinados por um pai motorista com a quarta classe e uma mãe empregada de limpeza com a terceira classe, mas que dão lições de honestidade, de moral, de ética e civismo a esta corja de doutores e doutoras da mula ruça.
Represálias? Não sei! Infelizmente este país vive disto, tipos como eu, não podem ter moral nem ética nem porra nenhuma, mesmo que sejam excelentes profissionais, se querem ter trabalho e ganhar para a sopa, tipos como eu têm de ser pragmáticos e engolir sapos, dizer sim e abanar a cauda. E é nestes pequenos nadas que tudo começa!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Diz um relatório recente que 9 em cada 10 portugueses acham que os políticos são corruptos, sendo esses mesmos políticos, o cerne de todo o mal. Esquecemo-nos porém dessa lusa instituição que é a cunha e o amiguismo, que entope, emperra e desespera a nossa sociedade, basta analisar friamente a nossa conduta e sempre descobriremos a tentação em face de alguma dificuldade, de contactar aquele amigo, que nos porá na frente da fila ou se esquecerá de nos fazer pagar a multa, é o país que não funciona e por há que encontrar estratagemas de sobrevivência, em suma é cultural!
Ainda há tempo passei por uma dessas, do meu conteúdo funcional faz parte assegurar formação básica gratuita em informática, serviço que a minha autarquia disponibiliza aos seus munícipes, numa actuação pioneira e digna de nota, desde 2001. Os interessados inscrevem-se e na sua vez são contactados para vir frequentar a Formação de 35 horas, ora sucede que uma pessoa muito importante que ocupava, já não ocupa, um cargo público, resolveu inscrever-se, claro que recebi a inscrição dessa pessoa e a coloquei no devido lugar, actualmente existe uma lista de espera com 116 inscritos, qual é o meu espanto quando sou relembrado por uma outra pessoa que ocupa um cargo de chefia, uma pessoa que é também como eu, um funcionário não é político, que a tal pessoa importante se tinha inscrito e para eu não me esquecer dela, sei que sou limitado, que sou um simplório labrego de província, mas sei ler nas entrelinhas, era um caso claro de cunha, o que essa pessoa quis dizer foi, passa a pessoa muito importante que é minha amiga para a frente dos outros que estão há meses há espera, pois foi precisamente o que não fiz.
E não o fiz, primeiro porque é contra todos os meus princípios éticos e morais, depois porque não alinho nestes esquemas de amiguismo, com os quais gente que se diz tão sofistica e tão avant guard, conspurca este país, sim porque é nesta mentalidade que tudo isto começa, por último não o fiz porque tenho felizmente muitos bons princípios ensinados por um pai motorista com a quarta classe e uma mãe empregada de limpeza com a terceira classe, mas que dão lições de honestidade, de moral, de ética e civismo a esta corja de doutores e doutoras da mula ruça.
Represálias? Não sei! Infelizmente este país vive disto, tipos como eu, não podem ter moral nem ética nem porra nenhuma, mesmo que sejam excelentes profissionais, se querem ter trabalho e ganhar para a sopa, tipos como eu têm de ser pragmáticos e engolir sapos, dizer sim e abanar a cauda. E é nestes pequenos nadas que tudo começa!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, dezembro 10, 2009
Gli Pagliacci - Cosi Fan Tutte
O país está na mais absoluta miséria, o mundo discute a sobrevivência, e estas criaturas, divertem a chamar nomes uns aos outros, a propósito de minudências pessoais.
Triste mais triste não há. E pensar que somos nós que andamos a trabalhar e a pagar impostos para alimentar isto, por junto com a corja imunda de parasitas sociais de várias cores que por aí andam.
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
Triste mais triste não há. E pensar que somos nós que andamos a trabalhar e a pagar impostos para alimentar isto, por junto com a corja imunda de parasitas sociais de várias cores que por aí andam.
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, dezembro 09, 2009
Tiro ao alvo!
Vilipendiar, ferir e assassinar agentes das forças de ordem pública, é neste momento a moda em terras de Portugal. É moda por muitas e variadas razões, que poderíamos tratar acaso o espaço fosse maior e o tempo o permitisse. Vamos cingir a coisa às mais incisivas. A primeira é desde logo, como sempre, a completa e vergonhosa atitude de laxismo e inépcia dos actores decisores, mudanças de orgânica que para pouco servem, sem uma legislação e meios minimamente decentes.
O decisor político e o legislador, figuras nebulosas, quase espectros macabros desta lusa “farsocracia”, insistem em fazer promulgar leizecas medíocres, perfeitamente adaptadas a países desenvolvidos e culturalmente avançados, mas que neste pardieiro de babuínos mentecaptos não leva a lado nenhum excepto claro está a um estado de guerra civil, onde uma facção tem as armas todas e a outra limita-se a pagar, a ser roubada e a morrer, nessa facção incluem-se as polícias que para além deterem de pagar todos os “extras” que necessitam para a sua profissão, fardas, qualquer cretina decisão de mudança de fardamento é paga pelos próprios, meios de comunicação, os telemóveis pessoais são o meio mais rápido e muitas vezes funcional e único de comunicar, algemas que tem de comprar também, gasolina, impressoras monitores para computador, computadores, tinteiros e papel, e tantas outras coisas que se não fosse a boa vontade destes profissionais dignos de toda a nossa admiração e estima, não existiriam, quanto dinheiro poupa o Estado?
O código penal é outra nódoa negra do sistema, molduras penais de ir às lágrimas, medidas de coacção ridículas, cauções que fazem rir, como foi o caso dos 25 mil euros aplicados a alguns arguidos do caso Face Oculta. Junte-se a Lei do Desarmamento, que só funcionou para as pessoas honestas, que duplamente desarmadas soçobram, uma Lei de Legítima Defesa completa e totalmente imbecil e uma protecção à propriedade privada inexistente, hoje qualquer imbecil consegue entrar na casa de qualquer pessoa e roubar o que bem lhe aprouver sem que sofra, senão a mais leve das consequências.
Do acesso à Justiça nem é bom falar, essa coisa cega, surda, coxa, maneta, corcunda e corrupta só existe para proteger as hordas de corruptos, de absurdos nepotismos, de verdadeiras Máfias de amiguismo e ladrões que se instalou nesta sociedade.
Posto isto, neste venerando país de alimárias sem espinha, meros carneiros capados subservientes, intriguistas e invejosos, amantes de pouco labutar e pouco afeitos à legalidade ao trabalho e ao mérito, dar um tiro num polícia é hoje o mesmo que fazer tiro ao alvo, custa até menos! Cá andamos ledos e velidos entretidos em romarias e festarolas, para o ano há mundial de empurra bolas e pronto!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
O decisor político e o legislador, figuras nebulosas, quase espectros macabros desta lusa “farsocracia”, insistem em fazer promulgar leizecas medíocres, perfeitamente adaptadas a países desenvolvidos e culturalmente avançados, mas que neste pardieiro de babuínos mentecaptos não leva a lado nenhum excepto claro está a um estado de guerra civil, onde uma facção tem as armas todas e a outra limita-se a pagar, a ser roubada e a morrer, nessa facção incluem-se as polícias que para além deterem de pagar todos os “extras” que necessitam para a sua profissão, fardas, qualquer cretina decisão de mudança de fardamento é paga pelos próprios, meios de comunicação, os telemóveis pessoais são o meio mais rápido e muitas vezes funcional e único de comunicar, algemas que tem de comprar também, gasolina, impressoras monitores para computador, computadores, tinteiros e papel, e tantas outras coisas que se não fosse a boa vontade destes profissionais dignos de toda a nossa admiração e estima, não existiriam, quanto dinheiro poupa o Estado?
O código penal é outra nódoa negra do sistema, molduras penais de ir às lágrimas, medidas de coacção ridículas, cauções que fazem rir, como foi o caso dos 25 mil euros aplicados a alguns arguidos do caso Face Oculta. Junte-se a Lei do Desarmamento, que só funcionou para as pessoas honestas, que duplamente desarmadas soçobram, uma Lei de Legítima Defesa completa e totalmente imbecil e uma protecção à propriedade privada inexistente, hoje qualquer imbecil consegue entrar na casa de qualquer pessoa e roubar o que bem lhe aprouver sem que sofra, senão a mais leve das consequências.
Do acesso à Justiça nem é bom falar, essa coisa cega, surda, coxa, maneta, corcunda e corrupta só existe para proteger as hordas de corruptos, de absurdos nepotismos, de verdadeiras Máfias de amiguismo e ladrões que se instalou nesta sociedade.
Posto isto, neste venerando país de alimárias sem espinha, meros carneiros capados subservientes, intriguistas e invejosos, amantes de pouco labutar e pouco afeitos à legalidade ao trabalho e ao mérito, dar um tiro num polícia é hoje o mesmo que fazer tiro ao alvo, custa até menos! Cá andamos ledos e velidos entretidos em romarias e festarolas, para o ano há mundial de empurra bolas e pronto!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, dezembro 04, 2009
quinta-feira, dezembro 03, 2009
A Treta Continua!
O famigerado desacordo da ortografia Portuguesa, que mares de tinta, verteu pelas veredas alvas do papel, de referir que o reciclado é meio amarelado e mais carote, está a bem dizer nas ruas da amargura. À boa maneira portuguesa ninguém se entende a começar por essa coisa chamada Ministério da Educação, que apesar da recauchutagem, continua a leste do mundo.
É um facto que um fato, passar a ser o outro não sendo de vestir, é um fato que o Ministério pretende incluir as alterações já no próximo ano lectivo, é um fato que as editoras estão à nora sem saber o que por ao prelo, é um fato que tanto fato e tanta subserviência em prol de uma inutilidade, excepto daqui a vinte anos a literatura brasileira invadir o mercado português, tirando esses fatos, o que resta são minudências.
O facto é que isto tudo é uma incomensurável palhaçada, uma pertinente cretinice, uma burrada estúpida e inqualificável, precisamos tanto de um acordo ortográfico como de pústulas sarnentas nos entre folhos, a bem dizer o acordo beneficia o maior e o mais apto dos PALOP, é a Darwinizição da Lusa língua, a mais apto evolui sobrevive, o rebotalho adapta-se ou perece, numa espécie de determinismo linguístico que exacerbou e exasperou os ânimos de uns e de outros.
Nada me opõe ao Brasil, aos brasileiros à literatura brasileira, oponho-me a esse colonialismo linguístico invertido, oponho-me à falta de nervo destas elites traposas do lado de cá, que as do lado de lá fazem o papel que lhes cabe. Por mim facto será a certeza de que até que em mim intervenha a negra segadora dos corpos, porque dizem que as almas são imortais, farei por escrever como aprendi, o meu português, quem não me entender, que compre um dicionário.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
P.S. O título é assumidamente um plágio, singela homenagem ao António Feio que vive lutas duras e a quem muito prezo pelas horas de fantástico riso que me proporcionou.
É um facto que um fato, passar a ser o outro não sendo de vestir, é um fato que o Ministério pretende incluir as alterações já no próximo ano lectivo, é um fato que as editoras estão à nora sem saber o que por ao prelo, é um fato que tanto fato e tanta subserviência em prol de uma inutilidade, excepto daqui a vinte anos a literatura brasileira invadir o mercado português, tirando esses fatos, o que resta são minudências.
O facto é que isto tudo é uma incomensurável palhaçada, uma pertinente cretinice, uma burrada estúpida e inqualificável, precisamos tanto de um acordo ortográfico como de pústulas sarnentas nos entre folhos, a bem dizer o acordo beneficia o maior e o mais apto dos PALOP, é a Darwinizição da Lusa língua, a mais apto evolui sobrevive, o rebotalho adapta-se ou perece, numa espécie de determinismo linguístico que exacerbou e exasperou os ânimos de uns e de outros.
Nada me opõe ao Brasil, aos brasileiros à literatura brasileira, oponho-me a esse colonialismo linguístico invertido, oponho-me à falta de nervo destas elites traposas do lado de cá, que as do lado de lá fazem o papel que lhes cabe. Por mim facto será a certeza de que até que em mim intervenha a negra segadora dos corpos, porque dizem que as almas são imortais, farei por escrever como aprendi, o meu português, quem não me entender, que compre um dicionário.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
P.S. O título é assumidamente um plágio, singela homenagem ao António Feio que vive lutas duras e a quem muito prezo pelas horas de fantástico riso que me proporcionou.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

