Este fim de semana assisti a uma prédica interessante que me levou a escrevinhar esta meia dúzia de linhas. Para vos enquadrar, esta semana que passou, foi a semana das festas da cidade de Almeirim, que comemorou o seu décimo nono aniversário como cidade, óptima oportunidade para o empanzinanço báquico e desvario gastronómico tão ao gosto das lusas gentes, estando eu de serviço a um stand que se esforçou por fazer a promoção da Associação de deficientes e pessoas com necessidades especiais criada por alguns deficientes para tentar fazer ver aos ditos normais que existimos, mas adiante.
Ora estava eu sentado lá na barraquita, a ruminar nas questões triviais do dia-a-dia, quando próximo, um grupo de quatro ou cinco pessoas ouvia um deles que do alto dos seus galões, não sabendo eu quais sejam, zurzia afanosamente nas festas, criticando uns e outros, clamando vergonha de ser da terra, e porque torna e porque deixa, os outros basbaques olhavam-no embevecidos, reflectiam naquele verbo fácil e prosápia diletante a sua falta de dons de oratória e mais falhos ainda de neurónios que o papagaio, seguiam-lhe a torrente de impropérios, qual roazes à esteira da fragata.
Botei a cabeçorra cá for a para ver quem seria o insígne campeão da estúrdia e zombeteira falação, mirei-o de alto abaixo e fiquei ali a ouvir, eu sei que é má e ducação, mas que querem não resisti, o homem espumava irado, com as tasquinhas porque no seu dizer era um cóio de ladrões, com os standes de representação porque eram só para promoção disto e daqueleoutro faltando no seu dizer uma dimensão política, querendo dizer que na sua douta opinião também deveriam ali existir representações dos partidelhos politiqueiros.
A personagem é um daqueles PCP caviar, que por aí abundam, um grande carro, digno de capitalista, uma grande casa, enfim todos os sinais ostentatórios do novo riquismo cabotino e saloio desta sociedade moderna, óbviamente sempre temperados com muitas foices e martelos. Voltei para dentro, gente daquela enoja-me, conheço vários, ineptos, serviçais, velhacos, mal formados, mas sempre em prol da sociedade, em especial da deles, gente que nunca participou em nada nesta terra, nunca fizeram nada, excepto coisas que garantidamente lhes ajudassem a encher as algibeiras de alguma maneira. Os rebentos oriundos desta laia são idênticos aos papás, criaturas iluminadas, omnisapientes e irritantes até ao tutano, com a mania da sabedoria. Adoros os PCP caviar, pricipalmente quando estacionam em cima dos passeios, quando cospem no chão e quando são iguais aos outros todos que crtiticam tão acesamente.
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, junho 29, 2010
quarta-feira, junho 23, 2010
adeus oh Rangel!
Anteontem deliciei-me a ouvir Paulo Rangel, aquele homem é um senhor, um verdadeiro homem do Norte, um visionário, orgulha-se a pátria de tal gente. Para aquele iluminado cérebro, o mal do actual estado miserável das finanças públicas deve-se aos governos de Guterres e de Sócrates, apenas a eles, oh grande e luminosa candeia do pensamento, ainda bem que te mandaram para a Europa, para dares a luz redentora aos incréus, que por lá possas ficar até ao próximo milénio.
Confesso que sou um fã, um admirador confesso deste metaleiro feito deputado europeu, uma pujante força dos novos alcances e das novas visões, velhas, da política, um verdadeiro gigante da política e do pensamento Lusitano, todo aquele que comungar das opiniões de Paulo Rangel, nunca se afastará do caminho da inteligência superior e do arguto olho de lince, tremam pássaros da desgraça, que o fero Rangel, está de olho nas vossas trafulhices.
Qual perdigueiro de eleição o brilhante Rangel, logo detectou que todos os males desta Nação radicam na tibieza de um Guterres e na soberba de um Sócrates, oh iluminado arauto da inteligência, douta e preclara mente, este homem vai longe, isolou de uma assentada os bacilos malévolos da sangria económica deste pobre antro de ineptos politiqueiros, aos quatro ventos grito que cada país deveria ter um Rangel, se ocorresse esse facto jamais teríamos esta malfada crise, porque bem antes de ela acontecer, o olho de falcão do Rangel nacional anteciparia a má moeda e expurgaria essa falsidade, essa falcatrua governativa, substituindo-a por correligionários seus, esses sim, exemplos da saudável gestão, da somítica reserva no desbaratar, sumidades como Cavaco Silva, Durão Barroso e Santana Lopes, portentos da gestão, bastiões da contenção e do bem governar.
Não temam portugueses se Passos Coelho soçobrar ou for apunhalado pelas costas, que é o mais provável, nada tendes a temer, Rangel saltará do seu cadeirão europeu e virá salvar a pátria com a sua iluminada inteligência o seu arguto olho observador, nada deixará ao acaso, teremos mais um grande primeiro-ministro, teremos para gáudio das muitas alimárias que nele votam um excelente sucedâneo do Cavaquismo, avança Rangel, é de gente assim que nós precisamos, espertos que nem alhos, finos que nem um ilhós, sim porque Rangel, identificou a causa de tudo isto, os miserandos e maléficos Guterres e Sócrates.
Mas oh iluminado deputado Europeu, Guterres limitou-se a construir auto-estradas e a distribuir dinheiro a esmo sem rei nem roque, seguindo as directivas lançadas pelo grande salvador e guia do desenvolvimento português o actual presidente da república, e que fez Durão, ora fez o mesmo que Guterres, foi uma cópia fiel até deu às de vila Diogo e tudo. E Santana, ah esse malandrete, foi igual a Cavaco, colagem à memória de Carneiro, alusões ao PPD e coisas labregas desse género, modelos de desenvolvimento nada de coisa nenhuma, vá lá mais umas estradas e subsídios à maralha e pronto está feito.
Sócrates por outro lado inovou, para além das estradas e dos subsídios, leva de arruinar o pouco que ainda existia, um digno aprendiz de Cavaco este Sócrates. Por isso, oh Rangel, tens de rever essa análise política pá, companheiro do metal, fica-te mal, de tanto puxares a brasa sempre para a mesma sardinha ainda te queimas, ainda assim desejo-te tudo de bom oh Rangel, o meu maior desejo é que fiques para sempre no parlamento europeu, deputado com assento vitalício, porque da tua laia oh Rangel, já temos cá que cheguem.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Confesso que sou um fã, um admirador confesso deste metaleiro feito deputado europeu, uma pujante força dos novos alcances e das novas visões, velhas, da política, um verdadeiro gigante da política e do pensamento Lusitano, todo aquele que comungar das opiniões de Paulo Rangel, nunca se afastará do caminho da inteligência superior e do arguto olho de lince, tremam pássaros da desgraça, que o fero Rangel, está de olho nas vossas trafulhices.
Qual perdigueiro de eleição o brilhante Rangel, logo detectou que todos os males desta Nação radicam na tibieza de um Guterres e na soberba de um Sócrates, oh iluminado arauto da inteligência, douta e preclara mente, este homem vai longe, isolou de uma assentada os bacilos malévolos da sangria económica deste pobre antro de ineptos politiqueiros, aos quatro ventos grito que cada país deveria ter um Rangel, se ocorresse esse facto jamais teríamos esta malfada crise, porque bem antes de ela acontecer, o olho de falcão do Rangel nacional anteciparia a má moeda e expurgaria essa falsidade, essa falcatrua governativa, substituindo-a por correligionários seus, esses sim, exemplos da saudável gestão, da somítica reserva no desbaratar, sumidades como Cavaco Silva, Durão Barroso e Santana Lopes, portentos da gestão, bastiões da contenção e do bem governar.
Não temam portugueses se Passos Coelho soçobrar ou for apunhalado pelas costas, que é o mais provável, nada tendes a temer, Rangel saltará do seu cadeirão europeu e virá salvar a pátria com a sua iluminada inteligência o seu arguto olho observador, nada deixará ao acaso, teremos mais um grande primeiro-ministro, teremos para gáudio das muitas alimárias que nele votam um excelente sucedâneo do Cavaquismo, avança Rangel, é de gente assim que nós precisamos, espertos que nem alhos, finos que nem um ilhós, sim porque Rangel, identificou a causa de tudo isto, os miserandos e maléficos Guterres e Sócrates.
Mas oh iluminado deputado Europeu, Guterres limitou-se a construir auto-estradas e a distribuir dinheiro a esmo sem rei nem roque, seguindo as directivas lançadas pelo grande salvador e guia do desenvolvimento português o actual presidente da república, e que fez Durão, ora fez o mesmo que Guterres, foi uma cópia fiel até deu às de vila Diogo e tudo. E Santana, ah esse malandrete, foi igual a Cavaco, colagem à memória de Carneiro, alusões ao PPD e coisas labregas desse género, modelos de desenvolvimento nada de coisa nenhuma, vá lá mais umas estradas e subsídios à maralha e pronto está feito.
Sócrates por outro lado inovou, para além das estradas e dos subsídios, leva de arruinar o pouco que ainda existia, um digno aprendiz de Cavaco este Sócrates. Por isso, oh Rangel, tens de rever essa análise política pá, companheiro do metal, fica-te mal, de tanto puxares a brasa sempre para a mesma sardinha ainda te queimas, ainda assim desejo-te tudo de bom oh Rangel, o meu maior desejo é que fiques para sempre no parlamento europeu, deputado com assento vitalício, porque da tua laia oh Rangel, já temos cá que cheguem.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, junho 21, 2010
Justa Homenagem
Saramago era um homem de máscaras. Inquestionável facto. Como toda a gente Saramago criou máscaras, criou sobretudo uma personagem, o Saramago polemista, inflexível e austero, pouco dado a sorrisos e simpatias, mas quem lia os seus livros, facilmente percebia que aquela máscara não era o verdadeiro homem feito escritor. Na sua escrita encontramos a essência de uma pessoa, gentil, verdadeiramente preocupada com os outros, um ser altruísta que procura o bem, ou aquilo que acredita ser o bem, para os outros e para si, nunca se deixando de fora da sociedade.
Saramago foi sem dúvida um patriota, deixando de lado algumas das suas opiniões mais insidiosas, o homem Saramago que não o escritor, foi um patriota convicto que amou a sua pátria como poucos, por isso escreveu tanto e tão bem, acerca da alma lusa, que é o que se pode encontrar nos seus livros, essa alma atormentada e decadente, permanentemente atacada por delírios de grandeza, para logo a seguir se deixar cair em melancólicas tiradas em que tudo se questiona.
Morreu um grande um enorme cultor desta pátria que é a nossa língua, morreu um grande e insigne português. Morreu um homem simples, que produziu excelentes excertos sobre o que é ser português. Ateu e comunista são apenas rótulos, com que os medíocres, que mais não sabem procurar e que mais não atingem por falha intelectual, lançam para o ar tentando denegrir a grandeza do grande escritor que foi Saramago, as suas letras estão aí e perduraram para sempre apoucando os rótulos e trazendo à tona o que verdadeiramente interessa, a soberba prosa de um excelente escritor, nome maior da cultura contemporânea.
Polémicas à parte, Sua Excelência o Senhor Presidente da República, esteve ao seu nível, não esperava melhor do que já tinha feito noutros anos em relação a Saramago, as atitudes tristes ficam com quem as pratica, por isso, nada mais há a comentar. Até porque daqui a trezentos anos se continuará a falar de Saramago, enquanto Cavaco, será apenas pó da memória, e essa como todos bem sabem é muito curta.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Saramago foi sem dúvida um patriota, deixando de lado algumas das suas opiniões mais insidiosas, o homem Saramago que não o escritor, foi um patriota convicto que amou a sua pátria como poucos, por isso escreveu tanto e tão bem, acerca da alma lusa, que é o que se pode encontrar nos seus livros, essa alma atormentada e decadente, permanentemente atacada por delírios de grandeza, para logo a seguir se deixar cair em melancólicas tiradas em que tudo se questiona.
Morreu um grande um enorme cultor desta pátria que é a nossa língua, morreu um grande e insigne português. Morreu um homem simples, que produziu excelentes excertos sobre o que é ser português. Ateu e comunista são apenas rótulos, com que os medíocres, que mais não sabem procurar e que mais não atingem por falha intelectual, lançam para o ar tentando denegrir a grandeza do grande escritor que foi Saramago, as suas letras estão aí e perduraram para sempre apoucando os rótulos e trazendo à tona o que verdadeiramente interessa, a soberba prosa de um excelente escritor, nome maior da cultura contemporânea.
Polémicas à parte, Sua Excelência o Senhor Presidente da República, esteve ao seu nível, não esperava melhor do que já tinha feito noutros anos em relação a Saramago, as atitudes tristes ficam com quem as pratica, por isso, nada mais há a comentar. Até porque daqui a trezentos anos se continuará a falar de Saramago, enquanto Cavaco, será apenas pó da memória, e essa como todos bem sabem é muito curta.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, junho 16, 2010
Sacanice e pulhice. A história de um certo Portugal!

Há coisa de um mês e tal, escutava uma discussão interessante sobre a descolonização, o grupo era pequeno. Ao todo cinco, todos portugueses, um preto nascido em Angola, um branco nascido em Moçambique e um mulato também Angolano, mais dois rafeiros nascidos cá, um deles, este vosso humilde escrevinhador, e digo rafeiros porque carregamos o sangue de todas as raças que por aqui passaram, não somos brancos nem pretos, nem mulatos, somos antes uma salada, que deu origem a esta coisa chamada ser português, e à fantástica capacidade de adaptação e resistência que temos, como prova o facto de estarmos vivos ainda, após estes últimos trinta anos a ser governados por gente que nem classificação merece.
A discussão girava pois à volta da descolonização, do mal e do bem, eterna dicotomia, que esquece sempre o menos-mal, o menos bem e o assim-assim. Entretanto um dos rapazes sugeriu-me a leitura de um livro “Ficheiros Secretos da Descolonização de Angola” da jornalista Leonor Figueiredo e publicado pela Alêtheia.
Este livro bem poderia ter outro título “ Manual das Pulhices, Sacanices e Velhaquices”, este outro título assentar-lhe-ia também como uma luva. Devo confessar que fiquei espantado com o grau de incúria e laxismo demonstrado pelas autoridades no pós-25 de Abril, em especial esse anacronismo chamado PCP, mais uma vez o PCP, tem uma participação brilhante. O livro é revelador de uma teia de maquinações maquiavélicas, de erros de palmatória, de estupidez politiqueira e de pura imbecilidade, que são confrangedoras, é certo que os anos a seguir à Revolução de Abril, são anos muito complicados em que quase se cai na anarquia pura e simples, mas ao ler os “Ficheiros Secretos da Descolonização de Angola” fica a perceber-se, que por detrás de muita dessa arruaça pura, estiveram directivas claras, negociatas escuras e uma certa visão do mundo, que na altura ainda era feito de blocos antagonistas.
Da sua leitura ressaltam, três conclusões importantes, a tibieza da autoridade portuguesa que pura e simplesmente abandonou a ex-colónia, a torpe participação dos esbirros do PCP e a não menos triste participação de alguns governantes ainda vivos e que muitas contas terão a prestar à história, quando a voragem do tempo permitir finalmente que se escreva com seriedade sobre a descolonização. Devo confessar que sempre acreditei na “descolonização possível”, afirmação que justificava a catadupa de cretinices atabalhoadas que ocorreram naqueles anos, depois de ler este livro, começo a ter dúvidas e muito haverá ainda por escrever e investigar. Entretanto topei com outro título, também sugerido pelo meu amigo Piupiu “HOLOCAUSTO EM ANGOLA – Memórias de entre o cárcere e o cemitério” da autoria de Américo Cardoso Botelho editado pela editora Nova Vega, quero ver se o leio.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, junho 14, 2010
A cegueira Lusa!
Mais uma vez, em Portugal, a realidade suplanta a ficção. Saramago na sua obra “Ensaio sobre a cegueira” jamais pensou que a realidade superasse tão grandemente a sua excelente ficção. No entanto foi isso que sucedeu. Este desgoverno que por aqui anda, vai encerrar escolas, vai encerrar mais escolas. Se em alguns casos isso até se justificará, noutros a cegueira tomou conta do governo e do seu alegado Ministério da Educação, que mais serve para deseducar do que para propiciar aos cidadãos nacionais uma educação cívica e académica condigna.
Ressalve-se porém, que este actual governo, não é nem mais nem menos cego que os anteriores, porque desde os consulados de Cavaco Silva, que o interior é barbaramente assassinado, os seus assassinos estão bem identificados, são todos os senhores que ocuparam todos os governos desde 1985, cuja política ao invés de desenvolver o interior, foi precisamente o oposto, foi assassinar o interior. E quando digo desenvolver o interior, não quero com isso dizer, construir uma zona industrial de empresas a falir, abrir um hipermercado e fazer prédios de cinco andares, não mil vezes não. Esse modelo de desenvolvimento foi o que nos deixou nesta alhada, foi o que criou as assimetrias cretinas e os disparates anacrónicos em que o rebotalho politiqueiro e a sua rede de amiguismos e compadres caciqueiros nos fizeram cair.
Falo de modelos de desenvolvimento que explorem o turismo, a silvicultura, a pastorícia, modelos que protejam o ambiente, que promovam os produtos da terra, que promovam a qualidade, mas isso claro está seria pedir muito a esta maralha. Eles preferiram os cortes cegos em tudo, aplicando os quarenta e cinco mil milhões de Euros que recebemos em pouco mais que estradas, estradas que servem apenas para os habitantes do interior puderem fugir de lá, onde se morre de tudo como acontecia no século XIX.
Esta onda absurda de encerramentos de escolas, mais não é que a continuação dessa imbecil realidade política. Desde 1985, que a perpetuação da inépcia e da incompetência tem sido o apanágio da administração, é por essas e por outras que acho fantástico ouvir dizer que fulano fez um bom trabalho ou que sicrano foi um excelente ministro, quando na realidade, se estamos como estamos o devemos a essa Corja velhaca de ineptos, alicerçada é verdade nesta não menos imbecil caterva de carneiros capados que somos enquanto sociedade.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Ressalve-se porém, que este actual governo, não é nem mais nem menos cego que os anteriores, porque desde os consulados de Cavaco Silva, que o interior é barbaramente assassinado, os seus assassinos estão bem identificados, são todos os senhores que ocuparam todos os governos desde 1985, cuja política ao invés de desenvolver o interior, foi precisamente o oposto, foi assassinar o interior. E quando digo desenvolver o interior, não quero com isso dizer, construir uma zona industrial de empresas a falir, abrir um hipermercado e fazer prédios de cinco andares, não mil vezes não. Esse modelo de desenvolvimento foi o que nos deixou nesta alhada, foi o que criou as assimetrias cretinas e os disparates anacrónicos em que o rebotalho politiqueiro e a sua rede de amiguismos e compadres caciqueiros nos fizeram cair.
Falo de modelos de desenvolvimento que explorem o turismo, a silvicultura, a pastorícia, modelos que protejam o ambiente, que promovam os produtos da terra, que promovam a qualidade, mas isso claro está seria pedir muito a esta maralha. Eles preferiram os cortes cegos em tudo, aplicando os quarenta e cinco mil milhões de Euros que recebemos em pouco mais que estradas, estradas que servem apenas para os habitantes do interior puderem fugir de lá, onde se morre de tudo como acontecia no século XIX.
Esta onda absurda de encerramentos de escolas, mais não é que a continuação dessa imbecil realidade política. Desde 1985, que a perpetuação da inépcia e da incompetência tem sido o apanágio da administração, é por essas e por outras que acho fantástico ouvir dizer que fulano fez um bom trabalho ou que sicrano foi um excelente ministro, quando na realidade, se estamos como estamos o devemos a essa Corja velhaca de ineptos, alicerçada é verdade nesta não menos imbecil caterva de carneiros capados que somos enquanto sociedade.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, junho 11, 2010
País patético!
Portugal, ou antes a classe política de Portugal, continua a viver num limbo, quiçá promovido pelo consumo de álcoois e ou outras substâncias estupidificantes, que actuam nos parcos neurónios existentes nos mirrados cérebros desta camarilha de intrujões.
Quando pela Europa em crise, se corta a eito nos salários e mordomias despesistas da Corja politiqueira, por cá é ao inverso, arrima-se forte na já desfalcada plebe trabalhadora e faz-se vista grossa às absurdas tenças auferidas e gastas pela rafeirada politiqueira e nos seus apaniguados, contratados a peso de oiro para exercer assessorias de carácter mais que duvidoso, onde se percebe, que eles os tais assessores percebem pouco ou nada do que supostamente deveriam entender, o que importa é o tacho sempre raso, este é o país do fartar vilanagem.
Por outro lado num discurso típico da sua habitual e esfíngica natureza Sua Excelência o Senhor Presidente desta Republica, veio encher a boca, desta vez não de migalhas de bolo-rei, com a sua preclara previsão, sobre a inquestionável natureza insustentável deste reino travestido de Republica. Queria porém relembrar a Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, acaso tenha o douto, sapiente e iluminadíssimo farol da democracia esquecido, o seu grande contributo para o miserável estado desta Nação, não impute Vossa Excelência, apenas aos actuais incapazes, a estúrdia, de que Vossa Excelência e os seus consulados foram os primeiros e grandes promotores, é Vossa Excelência um tão grande culpado como os actuais! Por isso faria melhor em calar-se, como faz o mais das vezes ou então proferir aquelas bojardas inconsequentes que adora ditar aos ecrãs televisivos, do tipo do discurso sobre o estatuto dos Açores.
Outro ponto interessante no discurso de Sua Excelência o Senhor Presidente desta Republica, foi o de apelar descaradamente aos militares, passando-lhe as mãos pelo pêlo, apregoando numa clara atitude demagógica, irreal e sem lógica ao investimento nas Forças Armadas, levantando o fantasma da soberania e mais não sei o quê. Foi uma declaração, infeliz, catastrófica, bem reveladora do estado de delírio dos magistrados deste país, até parece que Sua Excelência o Senhor Presidente desta Republica, não vive num país claramente de rastos!
Estão todos claramente em sintonia, os galarós do poleiro. Da oposição à situação, passando pela presidência, parecem estar todos a viver num outro planeta, num outro país, esquecidos da realidade de pessoas que passam fome, de pessoas excluídas, de pessoas que sofrem. Será tempo de repensar esse país, este modelo de política e principalmente este rebotalho de políticos que temos, utópica consideração esta, até porque sei bem que daqui a um ano desse tempo passado, estaremos a viver uma outra realidade política com os mesmos de sempre, muda apenas a cor, mandando-nos apertar o cinto, cinto esse que já não temos. Este é sem dúvida um dos mais patéticos países do mundo!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Quando pela Europa em crise, se corta a eito nos salários e mordomias despesistas da Corja politiqueira, por cá é ao inverso, arrima-se forte na já desfalcada plebe trabalhadora e faz-se vista grossa às absurdas tenças auferidas e gastas pela rafeirada politiqueira e nos seus apaniguados, contratados a peso de oiro para exercer assessorias de carácter mais que duvidoso, onde se percebe, que eles os tais assessores percebem pouco ou nada do que supostamente deveriam entender, o que importa é o tacho sempre raso, este é o país do fartar vilanagem.
Por outro lado num discurso típico da sua habitual e esfíngica natureza Sua Excelência o Senhor Presidente desta Republica, veio encher a boca, desta vez não de migalhas de bolo-rei, com a sua preclara previsão, sobre a inquestionável natureza insustentável deste reino travestido de Republica. Queria porém relembrar a Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, acaso tenha o douto, sapiente e iluminadíssimo farol da democracia esquecido, o seu grande contributo para o miserável estado desta Nação, não impute Vossa Excelência, apenas aos actuais incapazes, a estúrdia, de que Vossa Excelência e os seus consulados foram os primeiros e grandes promotores, é Vossa Excelência um tão grande culpado como os actuais! Por isso faria melhor em calar-se, como faz o mais das vezes ou então proferir aquelas bojardas inconsequentes que adora ditar aos ecrãs televisivos, do tipo do discurso sobre o estatuto dos Açores.
Outro ponto interessante no discurso de Sua Excelência o Senhor Presidente desta Republica, foi o de apelar descaradamente aos militares, passando-lhe as mãos pelo pêlo, apregoando numa clara atitude demagógica, irreal e sem lógica ao investimento nas Forças Armadas, levantando o fantasma da soberania e mais não sei o quê. Foi uma declaração, infeliz, catastrófica, bem reveladora do estado de delírio dos magistrados deste país, até parece que Sua Excelência o Senhor Presidente desta Republica, não vive num país claramente de rastos!
Estão todos claramente em sintonia, os galarós do poleiro. Da oposição à situação, passando pela presidência, parecem estar todos a viver num outro planeta, num outro país, esquecidos da realidade de pessoas que passam fome, de pessoas excluídas, de pessoas que sofrem. Será tempo de repensar esse país, este modelo de política e principalmente este rebotalho de políticos que temos, utópica consideração esta, até porque sei bem que daqui a um ano desse tempo passado, estaremos a viver uma outra realidade política com os mesmos de sempre, muda apenas a cor, mandando-nos apertar o cinto, cinto esse que já não temos. Este é sem dúvida um dos mais patéticos países do mundo!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, junho 09, 2010
5030.64
O Partido Social Democrata anunciou ontem com a pompa e circunstância costumeira, que vai apresentar um projecto à Assembleia da República, onde propõe que se legisle um tecto máximo para as pensões de reforma, apresentou o maravilhoso número de cinco mil e trinta Euros e sessenta e quatro cêntimos.
O conteúdo de tal proposta suscita-me apenas o seguinte comentário:
Senhores do PSD VÃO BARDAMERDA!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
O conteúdo de tal proposta suscita-me apenas o seguinte comentário:
Senhores do PSD VÃO BARDAMERDA!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, junho 07, 2010
Escola Canguru
Portugal, o país que deu novos mundos ao mundo, nunca percebi esta, deu o quê se as terras já lá estavam, mas andando, dizia eu que Portugal esta egrégia e nobre nação, não cessa de espantar o mundo com a clareza e argúcia do alcance dos seus governantes, que quais argonautas, lançam mão de cabos e enxárcias para timonar a nau que aparenta perdição, mas não se deixem ludibriar ó incautos nautas da cibernética navegação, os visionários governantes portugueses levam milhas marítimas de avanço dos seus congéneres do mundo.
Veja-se essa maravilhosa ideia da actual ministra da Educação, de fazer os mocinhos com 15 anos que ainda vegetam no 8º Ano, fazerem uns exames e saltarem para o 10º, uma inaudita ideia que segundo a senhora ministra serve de incentivo ao estudo, claro só se for estudar as lesmas que vegetam pelas escolas e completa falta de aprumo que as escolas vivem nos dias que correm.
O conceito não é de todo inovador, dado que na língua inglesa existe já uma coisa chamada “Kangaroo Court”, este tribunal canguru, significa que uma pessoa passa por um processo que arrepia a Lei e é uma completa farsa, ora estou pois em crer que a medida proposta pela senhora ministra desta espécie de educação, conhece bem o conceito de tribunal canguru, decidido por isso criar em Portugal a Escola Canguru, onde os cretinos dos alunos, vão saltando de ano em ano.
Permita senhora ministra que este pobre escrevinhador de cretinices blogueiras, dê uma sugestão, que estou em crer muito melhorará o ensino em Portugal, fazendo-nos saltar nos ranquingues estatísticos que a senhora e seu governo tanto gostam. Assim que o garoto e ou a garota entrarem na pré-escola, faça-se um exame terrível, e podem saltar logo para a primeira classe, aí fazem um exame que é dizer quantos dedos tem uma mão e passam para o 1º ano depois podem fazer um exame duríssimo em que terão de dizer quantos gormitis existem e passam para o 10º ano. Aí chegados, fazem um outro super exame, que passará pela elaboração de uma redacção de cinco linhas versando o tema, “Um dia a ver televisão e a jogar playstation”, tendo sucesso, entram de imediato na universidade, aí fazem um exame de inglês técnico, de preferência ao domingo, e acabam o curso, podendo até quem sabe um dia serem primeiro-ministro ou mesmo presidente da república. Faço apenas uma ressalva, nos cursos de medicina, os meninos e meninas, só terminarão os cursos, se souberem tirar as espinhas a uma posta de bacalhau e se conseguirem comer uma perna de frango sem engolir nenhum osso e ou cartilagem, aqui pede-se a máxima atenção e a mais rigorosa inflexibilidade dos examinadores.
Obrigado pela atenção senhora ministra desta espécie de educação, estou certo que com a sua escola canguru em breve estaremos a ombrear com os melhores, teremos com certeza mais de cem por cento da população com graus académicos superiores a doutoramento, aliás teremos de encontrar novos graus académicos, porque neste altura doutor será coisa pouca, como agora, na televisão e no parlamento é tudo doutores. Estou consigo senhora ministra, este é o impulso que a escola portuguesa precisava, é um grande salto para a humanidade, viva Portugal que inventou a escola canguru.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Veja-se essa maravilhosa ideia da actual ministra da Educação, de fazer os mocinhos com 15 anos que ainda vegetam no 8º Ano, fazerem uns exames e saltarem para o 10º, uma inaudita ideia que segundo a senhora ministra serve de incentivo ao estudo, claro só se for estudar as lesmas que vegetam pelas escolas e completa falta de aprumo que as escolas vivem nos dias que correm.
O conceito não é de todo inovador, dado que na língua inglesa existe já uma coisa chamada “Kangaroo Court”, este tribunal canguru, significa que uma pessoa passa por um processo que arrepia a Lei e é uma completa farsa, ora estou pois em crer que a medida proposta pela senhora ministra desta espécie de educação, conhece bem o conceito de tribunal canguru, decidido por isso criar em Portugal a Escola Canguru, onde os cretinos dos alunos, vão saltando de ano em ano.
Permita senhora ministra que este pobre escrevinhador de cretinices blogueiras, dê uma sugestão, que estou em crer muito melhorará o ensino em Portugal, fazendo-nos saltar nos ranquingues estatísticos que a senhora e seu governo tanto gostam. Assim que o garoto e ou a garota entrarem na pré-escola, faça-se um exame terrível, e podem saltar logo para a primeira classe, aí fazem um exame que é dizer quantos dedos tem uma mão e passam para o 1º ano depois podem fazer um exame duríssimo em que terão de dizer quantos gormitis existem e passam para o 10º ano. Aí chegados, fazem um outro super exame, que passará pela elaboração de uma redacção de cinco linhas versando o tema, “Um dia a ver televisão e a jogar playstation”, tendo sucesso, entram de imediato na universidade, aí fazem um exame de inglês técnico, de preferência ao domingo, e acabam o curso, podendo até quem sabe um dia serem primeiro-ministro ou mesmo presidente da república. Faço apenas uma ressalva, nos cursos de medicina, os meninos e meninas, só terminarão os cursos, se souberem tirar as espinhas a uma posta de bacalhau e se conseguirem comer uma perna de frango sem engolir nenhum osso e ou cartilagem, aqui pede-se a máxima atenção e a mais rigorosa inflexibilidade dos examinadores.
Obrigado pela atenção senhora ministra desta espécie de educação, estou certo que com a sua escola canguru em breve estaremos a ombrear com os melhores, teremos com certeza mais de cem por cento da população com graus académicos superiores a doutoramento, aliás teremos de encontrar novos graus académicos, porque neste altura doutor será coisa pouca, como agora, na televisão e no parlamento é tudo doutores. Estou consigo senhora ministra, este é o impulso que a escola portuguesa precisava, é um grande salto para a humanidade, viva Portugal que inventou a escola canguru.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, junho 02, 2010
Festival Zombi!
O Fantasporto, é dos melhores e mais fantásticos eventos culturais deste país, merece ser visitado, no entanto parece ultimamente ter um sério concorrente, na forma de um festival informal, onde cavalheiros que estão mortos e não sabem, volta e meia aparecem nos jornais e nas televisões a dizer baboseiras, o pior é que existem jornais e televisões que lhes dão ouvidos, o que claramente mostra bem a qualidade da comunicação social que por cá vegeta, tirando umas honrosas excepções de pessoas, poucas, que vão produzindo grandes trabalhos jornalísticos e de informação, o mais são Manelas da boca grande e Marias de garganta funda, com uns roubos de gravadores à mistura, um miserabilismo atroz!
Ora acontece que o evento a que apelidei de Festival Zombi, ocorre inopinadamente de quando em vez, o modus operandi, é quase sempre o mesmo, acontece algo, quase sempre um qualquer não facto político, e catrapumba lá aparece um gajo que está completamente morto, mais seco que uma faneca da praia da Nazaré, e põe-se o camarada a debitar patacoadas sobre isto e sobre aquilo, porque se eu mandasse faria assim, com muitos arroubos e pudores de consciência cívica e honestidade intelectual moral, para inglês ler, acaso o pobre filho da pérfida Albion, saiba decifrar as garatujas ridiculamente escritas que se podem observar nos jornais ou os comentários dos jornaleiros televisivos travestidos em produtores e fazedores de opiniões, cujas calinadas passam para a maralha torpe e inculta, semi-analfabeta como tiradas de grande alcance intelectual, repetidas até à exaustão entre uma sardinha assada e um toque de vuvuzela.
A propósito do empenho que o PS finalmente colocou no apoio à candidatura de Alegre, um desses zombis, que aparece de quando em vez, lá veio clamar da razão que lhe assiste, com um artigo, cheio de raiva, não esquecendo nós que foi ele o grande promotor de uma nobre candidatura presidencial, que de tão vazia e inconsequente, merecia ser multada por fazer pouco da republica, antes o candidato Vieira, porque com esse já sabemos com que contar. Triste muito triste, até porque ainda há dias outro um zombi, qual naufrago em eterna luta para se manter à tona, veio também arengar à maralha, como é seu hábito, parecendo esquecer que só foi ministro porque o outro fugiu para a Europa e que lhe tiraram o poleiro porque o seu governo era um desgoverno, como se viu na quantidade de absurdos que produziu em apenas seis meses.
Este constante festival zombi, zomba da maralha, porque à maralha, não basta a pouca sanidade que tem, não bastam os que estão vivos e só fazem asneiras, como ainda tem de apanhar com estes mortos vivos que insistem em cagar lampanas sempre que podem, como se não soubéssemos de antemão o que vão dizer, como se não dissessem o mesmo que disseram ontem, ou há vinte anos, a quem interessa esta gente e as suas opiniões. Sinceramente a ninguém, mas lá que eles insistem, insistem!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Ora acontece que o evento a que apelidei de Festival Zombi, ocorre inopinadamente de quando em vez, o modus operandi, é quase sempre o mesmo, acontece algo, quase sempre um qualquer não facto político, e catrapumba lá aparece um gajo que está completamente morto, mais seco que uma faneca da praia da Nazaré, e põe-se o camarada a debitar patacoadas sobre isto e sobre aquilo, porque se eu mandasse faria assim, com muitos arroubos e pudores de consciência cívica e honestidade intelectual moral, para inglês ler, acaso o pobre filho da pérfida Albion, saiba decifrar as garatujas ridiculamente escritas que se podem observar nos jornais ou os comentários dos jornaleiros televisivos travestidos em produtores e fazedores de opiniões, cujas calinadas passam para a maralha torpe e inculta, semi-analfabeta como tiradas de grande alcance intelectual, repetidas até à exaustão entre uma sardinha assada e um toque de vuvuzela.
A propósito do empenho que o PS finalmente colocou no apoio à candidatura de Alegre, um desses zombis, que aparece de quando em vez, lá veio clamar da razão que lhe assiste, com um artigo, cheio de raiva, não esquecendo nós que foi ele o grande promotor de uma nobre candidatura presidencial, que de tão vazia e inconsequente, merecia ser multada por fazer pouco da republica, antes o candidato Vieira, porque com esse já sabemos com que contar. Triste muito triste, até porque ainda há dias outro um zombi, qual naufrago em eterna luta para se manter à tona, veio também arengar à maralha, como é seu hábito, parecendo esquecer que só foi ministro porque o outro fugiu para a Europa e que lhe tiraram o poleiro porque o seu governo era um desgoverno, como se viu na quantidade de absurdos que produziu em apenas seis meses.
Este constante festival zombi, zomba da maralha, porque à maralha, não basta a pouca sanidade que tem, não bastam os que estão vivos e só fazem asneiras, como ainda tem de apanhar com estes mortos vivos que insistem em cagar lampanas sempre que podem, como se não soubéssemos de antemão o que vão dizer, como se não dissessem o mesmo que disseram ontem, ou há vinte anos, a quem interessa esta gente e as suas opiniões. Sinceramente a ninguém, mas lá que eles insistem, insistem!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, maio 31, 2010
A Parvuzela e o massificar da cretinice!
Apodera-se lentamente das hostes da lusa carneirada a “Parvuzela” e o que é a Parvuzela perguntam os ilustres visitantes deste local. Ora já a devem ter visto mas com outro nome, creio que circula por aí com o nome de Vuvuzela, na realidade o seu nome é Parvuzela, porque é um poderoso fenómeno ajuntador de parvos, daí o nome, a coisa é basicamente um bocado de plástico, que emite um barulho quase idêntico a um traque dado depois de um belo almoço de sopa da pedra.
No seu país de origem serve para fazer um cagaçal medonho, no apoio aos empurra bolas lá do sítio, por cá serve para os parolos, fazerem o mesmo, e como os portugueses são donos de uma particular apetência para aderir a tudo o que sejam modas parvas, esta não poderia ser excepção, eis que temos a Parvuzela, promovida até à exaustão.
Para essa promoção, basta pegar num rapaz sul-africano, que muito bem vem ganhar o dele, à conta dos parvos, de seguida colocar o rapaz a ensinar os parolos mediáticos a fazer figuras ridículas na televisão enquanto sopram na Parvuzela, fazendo esgares e pulando como símios, fingindo a alegria dos pobres de espírito, isto tudo para apoiar a selecção dos empurra bolas, que vai gastar o suficiente para equipar decentemente várias escolas.
Depois desta promoção, é só esperar que os parvos, acorram em massa, aos postos da empresa que lucra duplamente com a coisa, uma empresa dedicada aos combustíveis que aumenta os preços por tudo e por nada e quando os baixa é no limite para os aumentar dias depois. Os parvos lá vão a correr loucos e desesperados para possuir uma Parvuzela, podendo depois juntar-se à próxima onda de imbecilidade, que após o campeonato ganho pelas águias e a pepineira Papal, ameaça de novo os poucos neurónios dos carneiros lusitanos, escravos que são dos senhores do poder e da escumalha subsídio dependente. Por isso viva a Parvuzela o ícone da estupidez e parvoíce nacional.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
No seu país de origem serve para fazer um cagaçal medonho, no apoio aos empurra bolas lá do sítio, por cá serve para os parolos, fazerem o mesmo, e como os portugueses são donos de uma particular apetência para aderir a tudo o que sejam modas parvas, esta não poderia ser excepção, eis que temos a Parvuzela, promovida até à exaustão.
Para essa promoção, basta pegar num rapaz sul-africano, que muito bem vem ganhar o dele, à conta dos parvos, de seguida colocar o rapaz a ensinar os parolos mediáticos a fazer figuras ridículas na televisão enquanto sopram na Parvuzela, fazendo esgares e pulando como símios, fingindo a alegria dos pobres de espírito, isto tudo para apoiar a selecção dos empurra bolas, que vai gastar o suficiente para equipar decentemente várias escolas.
Depois desta promoção, é só esperar que os parvos, acorram em massa, aos postos da empresa que lucra duplamente com a coisa, uma empresa dedicada aos combustíveis que aumenta os preços por tudo e por nada e quando os baixa é no limite para os aumentar dias depois. Os parvos lá vão a correr loucos e desesperados para possuir uma Parvuzela, podendo depois juntar-se à próxima onda de imbecilidade, que após o campeonato ganho pelas águias e a pepineira Papal, ameaça de novo os poucos neurónios dos carneiros lusitanos, escravos que são dos senhores do poder e da escumalha subsídio dependente. Por isso viva a Parvuzela o ícone da estupidez e parvoíce nacional.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, maio 27, 2010
Às bengalas, conta a Corja!
Enquanto a notícia desfilava pela televisão, fiquei estarrecido, nem queria acreditar em semelhante coisa, a voz off do jornalista, ressoava dentro da minha cabeça, mais 25%, mais 25%. Uns senhores que alegadamente servem o país, ou se servem dele, ainda não percebi bem qual é a opção mais correcta, aprovaram para si próprios, um aumento generalizado no esbanjamento geral, uma súcia de madraços e calaceiros que parece não ter bem a noção de onde vivem.
Longe da crise, a milhas do mundo real, o orçamento do improdutivo tabernáculo do dar à tramela, vai aumentar, a sua dotação em itens tão importantes, como seminários e decoração, viagens e transportes, despesas gerais e ajudas de custo, Por outras palavras aqueles senhores aumentam a verba para puderem esbanjar mais em cretinices, lixa-se como é óbvio o do costume, o Zé Pagante!
Esse pobre diabo o Zé Pagante, carrega às costas, toda a Corja. A vil Corja que nos suga até ao tutano. Ó pobre povo que semelhantes rapaces tens como gentes, como diriam esses que da vida se diziam vencidos, isto só lá vai à bengalada, por isso meus caros vamos a isso, às bengalas, contra a ladroagem marchar, marchar!
A constituição diz que podem ser apenas 180, os malvados burocratas, mas não, reduzir nem pensar, cortar nos carros de estado, curioso que na Inglaterra os deputados e os ministros vão passar a ter de partilhar as viaturas de estado, que ao que consta são apenas metade das que temos por cá, mas em terras da Lusa cretinice, jamais! É impensável, retirar à Corja as alcavalas que a engorda, visitem este local, para constarem a enormidade dos milhões que por ano são esbanjados, e depois venham dizer que a culpa é apenas e só dos funcionários públicos.
Quando noutros países se assiste a cortes nos salários e mordomias da rafeirada politiqueira, por cá é ao contrário, alias nós andamos sempre em contra ciclo, por cá a Corja engorda com o suor dos pobres cada vez mais pobres, é vergonhoso, que da esquerda à direita nem um pio, é vergonhoso que em todos aqueles duzentos e muitos poltrões, não haja alguém com uma réstia de vergonha na cara!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Longe da crise, a milhas do mundo real, o orçamento do improdutivo tabernáculo do dar à tramela, vai aumentar, a sua dotação em itens tão importantes, como seminários e decoração, viagens e transportes, despesas gerais e ajudas de custo, Por outras palavras aqueles senhores aumentam a verba para puderem esbanjar mais em cretinices, lixa-se como é óbvio o do costume, o Zé Pagante!
Esse pobre diabo o Zé Pagante, carrega às costas, toda a Corja. A vil Corja que nos suga até ao tutano. Ó pobre povo que semelhantes rapaces tens como gentes, como diriam esses que da vida se diziam vencidos, isto só lá vai à bengalada, por isso meus caros vamos a isso, às bengalas, contra a ladroagem marchar, marchar!
A constituição diz que podem ser apenas 180, os malvados burocratas, mas não, reduzir nem pensar, cortar nos carros de estado, curioso que na Inglaterra os deputados e os ministros vão passar a ter de partilhar as viaturas de estado, que ao que consta são apenas metade das que temos por cá, mas em terras da Lusa cretinice, jamais! É impensável, retirar à Corja as alcavalas que a engorda, visitem este local, para constarem a enormidade dos milhões que por ano são esbanjados, e depois venham dizer que a culpa é apenas e só dos funcionários públicos.
Quando noutros países se assiste a cortes nos salários e mordomias da rafeirada politiqueira, por cá é ao contrário, alias nós andamos sempre em contra ciclo, por cá a Corja engorda com o suor dos pobres cada vez mais pobres, é vergonhoso, que da esquerda à direita nem um pio, é vergonhoso que em todos aqueles duzentos e muitos poltrões, não haja alguém com uma réstia de vergonha na cara!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, maio 25, 2010
Águas Passadas!
Todos os anos, é a mesma história. Ainda não começou a época balnear e já há a lamentar uma série de mortos por afogamento, posto que as praias não estão condignamente vigiadas. Este infortúnio levanta logo duas questões, a primeira é a da incúria e da inépcia das autoridades deste paíszeco da treta, passados que estão trezentos e sessenta e cinco dias, e mais uma vez, nada se vez para contrariar esta situação.
A outra questão é a da falta de cuidado dos frequentadores das praias, parece que neste país, esta anedota trágica, ninguém parece prestar absolutamente nenhuma atenção às campanhas de prevenção, nem à segurança, que urge tornar mais série e eficaz, a par de efectivas sanções para os prevaricadores, muitos se queixam da caça à multa, no entanto estou em crer, que se verdadeiramente existisse caça à multa, mais de metade dos excelsos cidadãos desta terra, já tinha vendido a casa para pagar as coimas, tal é a quantidade de burgessos que temos como população.
As autoridades, preferem ao invés de ter uma unidade eficaz de Guarda Costeira ou Polícia Marítima, ou como melhor lhes aprouver chamar-lhe, com um serviço de socorros a náufragos decente, permanente e altamente profissional, essas autoridades preferem submarinos, preferem gastar milhões com visitas de líderes religiosos e milhares de milhões em bancos falidos, que faliram por causa da incúria e falcatruas de banqueiros ladrões, preferem pois a estultice, o puro disparate a fazerem algo para zelar pelos cidadãos que pagam impostos e já agora pelos outros também, que apesar de serem uns parasitas também têm direito de não morrer afogados em praias completamente ao abandono.
Estou quase apostado em que em Maio do próximo ano, estarei de novo a escrever sobre o mesmo tema, porque nada de relevante terá sido feito, ou se for, saíra uma qualquer legislação imbecil, a qual ninguém entenderá e muito menos cumprirá, mas que servirá para escudar a responsabilidade dos senhores do poder, perante tão sábia demonstração de ignorância e laxismo. Não sei se o podem fazer, mas impunha-se uma queixa no Tribunal Europeu em relação a esta questão, uma queixa por incúria e laxismo, por falta de iniciativa, por negligência, pois é a negligência de um Estado que deixa os seus cidadãos morrerem em praias que deveriam estar vigiadas.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
A outra questão é a da falta de cuidado dos frequentadores das praias, parece que neste país, esta anedota trágica, ninguém parece prestar absolutamente nenhuma atenção às campanhas de prevenção, nem à segurança, que urge tornar mais série e eficaz, a par de efectivas sanções para os prevaricadores, muitos se queixam da caça à multa, no entanto estou em crer, que se verdadeiramente existisse caça à multa, mais de metade dos excelsos cidadãos desta terra, já tinha vendido a casa para pagar as coimas, tal é a quantidade de burgessos que temos como população.
As autoridades, preferem ao invés de ter uma unidade eficaz de Guarda Costeira ou Polícia Marítima, ou como melhor lhes aprouver chamar-lhe, com um serviço de socorros a náufragos decente, permanente e altamente profissional, essas autoridades preferem submarinos, preferem gastar milhões com visitas de líderes religiosos e milhares de milhões em bancos falidos, que faliram por causa da incúria e falcatruas de banqueiros ladrões, preferem pois a estultice, o puro disparate a fazerem algo para zelar pelos cidadãos que pagam impostos e já agora pelos outros também, que apesar de serem uns parasitas também têm direito de não morrer afogados em praias completamente ao abandono.
Estou quase apostado em que em Maio do próximo ano, estarei de novo a escrever sobre o mesmo tema, porque nada de relevante terá sido feito, ou se for, saíra uma qualquer legislação imbecil, a qual ninguém entenderá e muito menos cumprirá, mas que servirá para escudar a responsabilidade dos senhores do poder, perante tão sábia demonstração de ignorância e laxismo. Não sei se o podem fazer, mas impunha-se uma queixa no Tribunal Europeu em relação a esta questão, uma queixa por incúria e laxismo, por falta de iniciativa, por negligência, pois é a negligência de um Estado que deixa os seus cidadãos morrerem em praias que deveriam estar vigiadas.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, maio 21, 2010
Filhos e Enteados
Um destes dias no jornal “O Público”, vi na secção dedicada aos blogues, a referência a um blogue, com um artigo muito interessante, onde o autor descasca na função pública, pode ler o original aqui! A verve descomedida e a completa falta de conhecimento do cavalheiro em questão, suscitam-me alguns comentários, na sua maioria indecorosos e impróprios, para este espaço que se quer familiar, por isso, tecerei apenas algumas considerações acerca das bojardas que este cavalheiro alvitra como quem atira migalhas de bolo-rei.
Diz a certa altura o intelectualmente iluminado cavalheiro. “Nesta terra, há os “filhos” (funcionários públicos) e os “enteados”(…). Depreendo que por “enteados”, o excelso senhor se queira referir a todos os que trabalham no sector privado, os heróis, no dizer de um líder duma associação de patrões. Ora são esses heróis, que deixam os patrões, declarar apenas cem quando eles ganham duzentos, esses heróis invejam a função pública mas são incapazes de lutar pelos seus direitos, esses heróis, vão para o desemprego e continuam a trabalhar e a receber por fora. É evidente que depois existe muita gente explorada no sector privado, que se sujeitava a qualquer coisa, e digo sujeitava, porque mesmo esses nos dias de hoje preferem os rendimentos mínimos e os subsídios de desemprego.
Quero dizer ao meu excelente amigo, que trabalho a contrato na função pública há cerca de dez anos, um dia de trabalho típico dos meus, começa no dia anterior com a preparação das aulas de formação que tenho no dia a seguinte, inicio as minhas funções às nove e trinta da manhã, rigorosamente todos os dias às nove e dez nove ou vinte já o meu local de trabalho está pronto para funcionar quando abrir às dez. Dou formação em informática até às doze e trinta, volto a dar formação das dezassete às dezoito, entrementes das catorze às dezassete, zelo para que os utentes do espaço Internet consigam fazre aquilo que pretendem, atendo gente que vem renovar a carta, enviar declarações de IRS, marcar consultas no centro de saúde, estrangeiros com marcações no SEF, ajudo a fazer currículos e procurar emprego, atendo pessoas que vem por questões relacionadas com a segurança social e ainda consigo ajudar as pessoas que utilizam a rede sem fios a configurar os computadores para aceder à rede e ou a utilizar alguma aplicação, resta dizer que recebemos no Verão muitos estrangeiros o que é uma complicação porque eles raramente percebem português, resta dizer que falo e escrevo em quatro línguas para além do português e que ao fim do mês levo para casa cerca de seiscentos euros de ordenado.
Ao contrário dos “enteados” que o iluminado senhor referencia eu não posso estar no café da esquina a beber minis às cinco da tarde, ao contrário dos “enteados” eu não recebo um valor e declaro outro, ao contrário dos “enteados” que realmente vivem numa “bolha fictícia” como o preclaro senhor alude, eu vivo realmente na dura realidade de estar sempre à espera do dia de São Receber, esperando que no próximo ano mesmo assim me voltem a dar trabalho. Vivo escravo de uma dívida a trinta anos para pagar a casa ao banco, o meu telemóvel tem seis anos, a aparelhagem trinta e não tenho plasma nem LCD. Sou apenas um dos milhares de funcionários públicos que se sentem ofendidos, com o seu artigo imbecil.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Diz a certa altura o intelectualmente iluminado cavalheiro. “Nesta terra, há os “filhos” (funcionários públicos) e os “enteados”(…). Depreendo que por “enteados”, o excelso senhor se queira referir a todos os que trabalham no sector privado, os heróis, no dizer de um líder duma associação de patrões. Ora são esses heróis, que deixam os patrões, declarar apenas cem quando eles ganham duzentos, esses heróis invejam a função pública mas são incapazes de lutar pelos seus direitos, esses heróis, vão para o desemprego e continuam a trabalhar e a receber por fora. É evidente que depois existe muita gente explorada no sector privado, que se sujeitava a qualquer coisa, e digo sujeitava, porque mesmo esses nos dias de hoje preferem os rendimentos mínimos e os subsídios de desemprego.
Quero dizer ao meu excelente amigo, que trabalho a contrato na função pública há cerca de dez anos, um dia de trabalho típico dos meus, começa no dia anterior com a preparação das aulas de formação que tenho no dia a seguinte, inicio as minhas funções às nove e trinta da manhã, rigorosamente todos os dias às nove e dez nove ou vinte já o meu local de trabalho está pronto para funcionar quando abrir às dez. Dou formação em informática até às doze e trinta, volto a dar formação das dezassete às dezoito, entrementes das catorze às dezassete, zelo para que os utentes do espaço Internet consigam fazre aquilo que pretendem, atendo gente que vem renovar a carta, enviar declarações de IRS, marcar consultas no centro de saúde, estrangeiros com marcações no SEF, ajudo a fazer currículos e procurar emprego, atendo pessoas que vem por questões relacionadas com a segurança social e ainda consigo ajudar as pessoas que utilizam a rede sem fios a configurar os computadores para aceder à rede e ou a utilizar alguma aplicação, resta dizer que recebemos no Verão muitos estrangeiros o que é uma complicação porque eles raramente percebem português, resta dizer que falo e escrevo em quatro línguas para além do português e que ao fim do mês levo para casa cerca de seiscentos euros de ordenado.
Ao contrário dos “enteados” que o iluminado senhor referencia eu não posso estar no café da esquina a beber minis às cinco da tarde, ao contrário dos “enteados” eu não recebo um valor e declaro outro, ao contrário dos “enteados” que realmente vivem numa “bolha fictícia” como o preclaro senhor alude, eu vivo realmente na dura realidade de estar sempre à espera do dia de São Receber, esperando que no próximo ano mesmo assim me voltem a dar trabalho. Vivo escravo de uma dívida a trinta anos para pagar a casa ao banco, o meu telemóvel tem seis anos, a aparelhagem trinta e não tenho plasma nem LCD. Sou apenas um dos milhares de funcionários públicos que se sentem ofendidos, com o seu artigo imbecil.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, maio 20, 2010
Tristes e sós!
A morte do sub-chefe da PSP, abatido depois de um desacato junto ao local onde residia, é mais um exemplo triste, do abandono a que são votados os homens e mulheres que trabalham e ou trabalharam nas forças policiais e militares, e aquilo que os espera quando por motivos de passagem à reforma, à disponibilidade e ou arredados das instituições por qualquer outro motivo se vejam nalguma situação perigosa em que percam as estribeiras.
Foi mais um exemplo do eterno abandono a que estes quadros profissionais altamente treinados, são votados, por quem deveria pensar um pouco, em todos os que deram muito de si à sociedade, precavendo, acompanhando e cuidando de todos os que um dia representaram a Autoridade deste Estado. Claro que o que se passa é o inverso, assim que estão na rua, é cada um por si, esta política até hoje não tem trazido grandes dissabores, apenas uma ou outra má experiência, o que não quer de todo significar que não nos venham a surgir grandes problemas, aliás a experiência da guerra colonial, só não produziu um grande número desses inadaptados, porque vivíamos em ditadura.
Quantos homens andam na rua, que sabem fazer bombas e matar de mil e uma maneiras, serão com certeza milhares, não falo dos grupos criminosos oriundos de bairros de escumalha, aos quais tudo é dado e não aproveitam nada, só se queixam e enveredam pelo crime, os parvos! Falo sim e acima de tudo de ex-polícias e de ex-militares, aos quais foram ensinadas todas as técnicas necessárias para sobreviver matando, quantos desses camaradas estão em situações complicadas, desorientados, vítimas desta sociedade que os sugou até mais não poder e de seguida os abandonou à sua sorte.
O que se vê, é triste, os polícias, tem as promoções congeladas, os guardas idem, aumentam-se os oficiais de um e de outro lado, o mapa de pessoal da GNR é um atroz atentado ao intelecto de qualquer pessoa medianamente capaz, e é com tudo isto que querem, que esses homens e mulheres, mal pagos, agredidos, achincalhados e abandonados, exerçam a sua profissão e defendam esta sociedade de trampa, ora vão às malvas.
A fazer fé num recente estudo, 23% dos portugueses sofrem de distúrbios do foro mental, acredito até que sejam mais, tal é quantidade de ansiolíticos e ant-idepressivos que se vendem nesta terra, proporcionalmente inverso a esse valor é o investimento que se faz em políticas de saúde mental, que estará seguramente ao nível do Burkina Faso, resumindo somos um pais de tontos, que estultamente nem se dá ao trabalho de os curar, até que o grosso da população seja completamente alienada, coisa que está já perto de acontecer, como alias se pode observar agora com as pasquinices futeboleiras e religiosas.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Foi mais um exemplo do eterno abandono a que estes quadros profissionais altamente treinados, são votados, por quem deveria pensar um pouco, em todos os que deram muito de si à sociedade, precavendo, acompanhando e cuidando de todos os que um dia representaram a Autoridade deste Estado. Claro que o que se passa é o inverso, assim que estão na rua, é cada um por si, esta política até hoje não tem trazido grandes dissabores, apenas uma ou outra má experiência, o que não quer de todo significar que não nos venham a surgir grandes problemas, aliás a experiência da guerra colonial, só não produziu um grande número desses inadaptados, porque vivíamos em ditadura.
Quantos homens andam na rua, que sabem fazer bombas e matar de mil e uma maneiras, serão com certeza milhares, não falo dos grupos criminosos oriundos de bairros de escumalha, aos quais tudo é dado e não aproveitam nada, só se queixam e enveredam pelo crime, os parvos! Falo sim e acima de tudo de ex-polícias e de ex-militares, aos quais foram ensinadas todas as técnicas necessárias para sobreviver matando, quantos desses camaradas estão em situações complicadas, desorientados, vítimas desta sociedade que os sugou até mais não poder e de seguida os abandonou à sua sorte.
O que se vê, é triste, os polícias, tem as promoções congeladas, os guardas idem, aumentam-se os oficiais de um e de outro lado, o mapa de pessoal da GNR é um atroz atentado ao intelecto de qualquer pessoa medianamente capaz, e é com tudo isto que querem, que esses homens e mulheres, mal pagos, agredidos, achincalhados e abandonados, exerçam a sua profissão e defendam esta sociedade de trampa, ora vão às malvas.
A fazer fé num recente estudo, 23% dos portugueses sofrem de distúrbios do foro mental, acredito até que sejam mais, tal é quantidade de ansiolíticos e ant-idepressivos que se vendem nesta terra, proporcionalmente inverso a esse valor é o investimento que se faz em políticas de saúde mental, que estará seguramente ao nível do Burkina Faso, resumindo somos um pais de tontos, que estultamente nem se dá ao trabalho de os curar, até que o grosso da população seja completamente alienada, coisa que está já perto de acontecer, como alias se pode observar agora com as pasquinices futeboleiras e religiosas.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, maio 18, 2010
Um Grande Passo!
Demos um passo em frente na civilidade e no respeito pela liberdade, com a promulgação do casamento entre pessoas do mesmo sexo! Falta-nos ainda muito para que sejamos uma sociedade de gente feliz e normal, ao invés desta corja de recalcados sacristas e infelizes, mas ontem, e ao contrário do que estava à espera, Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, promulgou a lei, isto apesar de do seu pé estar sempre a fugir para a chinela social-democrata e sacrista, como se percebeu pelo seu discurso onde se fartou de falar e não disse nada, como é alias seu apanágio, misturando a crise com o tema do casamento entre pessoas do mesmo sexo, não percebi, o que uma coisa tem que ver com a outra, será que existe um grupo de pressão banqueiro-gay, culpado pela crise?
O que importa, muito para lá, a milhas de distância, do absurdo discurso de Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica e das suas convicções, que devem ficar por isso mesmo, porque as suas convicções, deve guardar para si, porque um presidente da república não tem convicções, um presidente da república tem um mandato de representação da nação, é para isso que é eleito. O que importar é saudar Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, porque desta vez, resolver verdadeiramente assumir o seu papel de Presidente da Republica, ao invés do que tem feito. O que importa é que as pessoas sejam felizes, dentro do respeito pelas liberdades e respeito pelo próximo.
Enquanto sociedade, ontem demos um grande passo em frente, para nos tornarmos uma sociedade evoluída e plural, ainda que ainda sejamos um Estado fraco com uma Justiça miserável, uma democracia titubeante, são pequenas conquistas como a de ontem que vão fazendo este país avançar.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
O que importa, muito para lá, a milhas de distância, do absurdo discurso de Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica e das suas convicções, que devem ficar por isso mesmo, porque as suas convicções, deve guardar para si, porque um presidente da república não tem convicções, um presidente da república tem um mandato de representação da nação, é para isso que é eleito. O que importar é saudar Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, porque desta vez, resolver verdadeiramente assumir o seu papel de Presidente da Republica, ao invés do que tem feito. O que importa é que as pessoas sejam felizes, dentro do respeito pelas liberdades e respeito pelo próximo.
Enquanto sociedade, ontem demos um grande passo em frente, para nos tornarmos uma sociedade evoluída e plural, ainda que ainda sejamos um Estado fraco com uma Justiça miserável, uma democracia titubeante, são pequenas conquistas como a de ontem que vão fazendo este país avançar.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, maio 17, 2010
Ao abandono!
A morte do sub-chefe da PSP, abatido depois de um desacato junto ao local onde residia, é mais um exemplo triste, do abandono a que são votados os homens e mulheres que trabalham e ou trabalharam nas forças policiais e militares, e aquilo que os espera quando por motivos de passagem à reforma, à disponibilidade e ou arredados das instituições por qualquer outro motivo se vejam nalguma situação perigosa em que percam as estribeiras.
Foi mais um exemplo do eterno abandono a que estes quadros profissionais altamente treinados, são votados, por quem deveria pensar um pouco, em todos os que deram muito de si à sociedade, precavendo, acompanhando e cuidando de todos os que um dia representaram a Autoridade deste Estado. Claro que o que se passa é o inverso, assim que estão na rua, é cada um por si, esta política até hoje não tem trazido grandes dissabores, apenas uma ou outra má experiência, o que não quer de todo significar que não nos venham a surgir grandes problemas, aliás a experiência da guerra colonial, só não produziu um grande número desses inadaptados, porque vivíamos em ditadura.
Quantos homens andam na rua, que sabem fazer bombas e matar de mil e uma maneiras, serão com certeza milhares, não falo dos grupos criminosos oriundos de bairros de escumalha, aos quais tudo é dado e não aproveitam nada, só se queixam e enveredam pelo crime, os parvos! Falo sim e acima de tudo de ex-polícias e de ex-militares, aos quais foram ensinadas todas as técnicas necessárias para sobreviver matando, quantos desses camaradas estão em situações complicadas, desorientados, vítimas desta sociedade que os sugou até mais não poder e de seguida os abandonou à sua sorte.
A fazer fé num recente estudo, 23% dos portugueses sofrem de distúrbios do foro mental, acredito até que sejam mais, tal é quantidade de ansiolíticos e ant-idepressivos que se vendem nesta terra, proporcionalmente inverso a esse valor é o investimento que se faz em políticas de saúde mental, que estará seguramente ao nível do Burkina Faso, resumindo somos um pais de tontos, que estultamente nem se dá ao trabalho de os curar, até que o grosso da população seja completamente alienada, coisa que está já perto de acontecer, como alias se pode observar agora com as pasquinices futeboleiras e religiosas.
O que será preciso acontecer, para que os eleitos desta terra percebam, que sem nós os cada vez mais desgraçados pagantes disto tudo, a sua função também será esvaziada de conteúdo, certo é que fizemos um outro ciclo de agruras, mais um, na nossa quase eterna caminhada sempre em crise, ao longo dos quase mil anos que levamos de história, fomos vencendo umas após outras, muitas vezes to,ando mão do ferro e abrindo as entranhas aos energúmenos, findámos em 1974, com aquela coisa a que se chamou revolução, esvaiu-se aí a nossa força, hoje somos o que se vê, um restolho pobre, sem alma, sem cultura, semi analfabetos, divididos em bairros e capelinhas, ciosos do pouco fazer, que futuro teremos?
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Foi mais um exemplo do eterno abandono a que estes quadros profissionais altamente treinados, são votados, por quem deveria pensar um pouco, em todos os que deram muito de si à sociedade, precavendo, acompanhando e cuidando de todos os que um dia representaram a Autoridade deste Estado. Claro que o que se passa é o inverso, assim que estão na rua, é cada um por si, esta política até hoje não tem trazido grandes dissabores, apenas uma ou outra má experiência, o que não quer de todo significar que não nos venham a surgir grandes problemas, aliás a experiência da guerra colonial, só não produziu um grande número desses inadaptados, porque vivíamos em ditadura.
Quantos homens andam na rua, que sabem fazer bombas e matar de mil e uma maneiras, serão com certeza milhares, não falo dos grupos criminosos oriundos de bairros de escumalha, aos quais tudo é dado e não aproveitam nada, só se queixam e enveredam pelo crime, os parvos! Falo sim e acima de tudo de ex-polícias e de ex-militares, aos quais foram ensinadas todas as técnicas necessárias para sobreviver matando, quantos desses camaradas estão em situações complicadas, desorientados, vítimas desta sociedade que os sugou até mais não poder e de seguida os abandonou à sua sorte.
A fazer fé num recente estudo, 23% dos portugueses sofrem de distúrbios do foro mental, acredito até que sejam mais, tal é quantidade de ansiolíticos e ant-idepressivos que se vendem nesta terra, proporcionalmente inverso a esse valor é o investimento que se faz em políticas de saúde mental, que estará seguramente ao nível do Burkina Faso, resumindo somos um pais de tontos, que estultamente nem se dá ao trabalho de os curar, até que o grosso da população seja completamente alienada, coisa que está já perto de acontecer, como alias se pode observar agora com as pasquinices futeboleiras e religiosas.
O que será preciso acontecer, para que os eleitos desta terra percebam, que sem nós os cada vez mais desgraçados pagantes disto tudo, a sua função também será esvaziada de conteúdo, certo é que fizemos um outro ciclo de agruras, mais um, na nossa quase eterna caminhada sempre em crise, ao longo dos quase mil anos que levamos de história, fomos vencendo umas após outras, muitas vezes to,ando mão do ferro e abrindo as entranhas aos energúmenos, findámos em 1974, com aquela coisa a que se chamou revolução, esvaiu-se aí a nossa força, hoje somos o que se vê, um restolho pobre, sem alma, sem cultura, semi analfabetos, divididos em bairros e capelinhas, ciosos do pouco fazer, que futuro teremos?
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, maio 11, 2010
Então e a Produtividade?
Há tempos, em conversa um amigo dizia-me que Portugal tem uma grande propensão gastronómica, dada a quantidade de “tachos” que existem por cá, fartei-me de rir, realmente pensando atentamente na coisa é bem verdade nós somos um reles tachocracia, beata e hipócrita, adora como estas palavras se ligam na perfeição.
A vinda de SS o Papa Bento XIV ou seja Sua Santidade, não pensem já coisas malévolas suas cabeças chocas, não estou a atentar contra a santidade da criatura. Mas dizia eu que com a vinda do Papa, lá se vai o discurso da produtividade e da contenção. Os senhores distribuíram tolerâncias de ponto a esmo, sem preocupação alguma, haverá muito bom menino que a partir de hoje já não faz nada, e não se pense que são apenas os funcionários públicos, porque essa parolada peregrina não é de certeza toda da função pública, ora se o nosso maior problema, dito pelos sumos-sacerdotes da omnisapiência económica, é a produtividade, este é seguramente mais um excelente exemplo, de miserabilismo e falta de produtividade.
Por outro lado, os senhores ministros que pedem contenção, que cortam a eito em todos os direitos e nos já miseráveis ordenados do Zé Pagante, são os mesmos a sancionar os milhões esbanjados na visita do Papa, querem que fique contente, pois não fico, vão todos bardamerda, mais a contenção e as visitas esbanjadoras e a produtividade. Cambada de carneiros capados, eunucos cretinos e lesmas palonças, ratos de sacristia hipócritas, que merecem bem a merda em que se estão a afundar, corja de pategos miseráveis que adora dar o cu aos grandes para parecer mais pequeno, parolos nojentos, com tanta gente em dificuldades e vocês a esbanjarem dinheiro a rodos por causa de um estúpida quimera. Então e onde fica a produtividade e a contenção.
QUE PAÍS DE MERDA!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
A vinda de SS o Papa Bento XIV ou seja Sua Santidade, não pensem já coisas malévolas suas cabeças chocas, não estou a atentar contra a santidade da criatura. Mas dizia eu que com a vinda do Papa, lá se vai o discurso da produtividade e da contenção. Os senhores distribuíram tolerâncias de ponto a esmo, sem preocupação alguma, haverá muito bom menino que a partir de hoje já não faz nada, e não se pense que são apenas os funcionários públicos, porque essa parolada peregrina não é de certeza toda da função pública, ora se o nosso maior problema, dito pelos sumos-sacerdotes da omnisapiência económica, é a produtividade, este é seguramente mais um excelente exemplo, de miserabilismo e falta de produtividade.
Por outro lado, os senhores ministros que pedem contenção, que cortam a eito em todos os direitos e nos já miseráveis ordenados do Zé Pagante, são os mesmos a sancionar os milhões esbanjados na visita do Papa, querem que fique contente, pois não fico, vão todos bardamerda, mais a contenção e as visitas esbanjadoras e a produtividade. Cambada de carneiros capados, eunucos cretinos e lesmas palonças, ratos de sacristia hipócritas, que merecem bem a merda em que se estão a afundar, corja de pategos miseráveis que adora dar o cu aos grandes para parecer mais pequeno, parolos nojentos, com tanta gente em dificuldades e vocês a esbanjarem dinheiro a rodos por causa de um estúpida quimera. Então e onde fica a produtividade e a contenção.
QUE PAÍS DE MERDA!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, maio 10, 2010
Homem de craveira
O líder da bancada do PS no parlamento declarou que o senhor deputado Ricardo Rodrigues, conhecido por ser possuidor de um tal magnetismo pessoal que consegue atrair equipamentos de gravação de áudio para adentro das suas algibeiras, como se viu no caso dos gravadores de voz dos jornalistas da revista com mais falta de visão de Portugal.
Vamos por partes. Primeiro, o jornalismo que se faz por cá, é miserável e absolutamente tão corrupto como o resto da sociedade! Partindo desta especulação facilmente consubstanciada com provas, se a isso se derem ao trabalho, apesar de sabermos que depois em tribunal nenhuma dessas provas será admitida, chegamos à inevitável conclusão, de que os jornalistas, são igualmente maus profissionais, alias basta ver as reportagens televisivas e jornalísticas, onde desde as simples argoladas na dicção até aos erros grosseiros de português, evoluindo para a defesa de opções pessoais, ditadas muitas vezes por imposições dos detentores, leia-se donos, desses órgãos de informação, que estão presos a filiações partidárias e institucionais, através das quais discretamente exercem a sua censurazita, condicionando as notícias aos interesses terceiros alheios à verdade, cujo busca e divulgação é o que menos interessa.
Os meios de comunicação social, são abjectamente sectários e quase sempre ligados a um patrono invisível que mexe os cordelinhos, Estado, governantes, membros da situação ou da oposição, partidos políticos, grupos de pressão, Igreja, Autarquias e autarcas, enfim, há para todos os gostos e géneros, desde o pasquim de tiragem local dedicado à paróquia, até ao órgão de tiragem nacional filtrado por um dado governo ou por uma dada facção da oposição, onde são promovidas as faltas de uns e escondidas as de outros, onde se perseguem e arrasam pessoas ou se promovem e endeusam, conforme a vontade dos mandantes. Isto senhoras e senhores é a nossa comunicação social!
Segundo. Por muito baixo nível, que tenham as perguntas feitas por um qualquer jornalista, a um titular de um cargo público, o mesmo não pode nunca descer ao nível do jornalismo reles que por cá se vai fazendo, no entanto ressalvo que no caso do deputado em questão, não era essa a situação, os jornalistas faziam perguntas perfeitamente licitas a um detentor de um cargo público, que não soube respeitar-se, que não soube fazer-se respeitar, que não respeitou quem o elegeu, que não respeitou o local onde estava nem os profissionais a quem tinha concedido a entrevista. Ora se isto é um homem de craveira, eu vou ali e já venho.
O senhor deputado, não pode, comportar-se como um vulgar trolha arruaceiro para depois invocar, pressões insuportáveis e outras desculpas de cariz igualmente miserabilista, o senhor deputado, se não sabe lidar com a comunicação social, deve abster-se de dar entrevistas, contrate um assessor, pague-lhe do seu bolso, não do erário público, tá bem abelha, e aprenda a interagir com os jornalistas. Reagindo daquela forma inconsequente o senhor deputado revelou duas coisas muitos tristes, a primeira é que lhe falta auto domínio, pecha grave para quem é ou pretende ser político, a segunda e mais grave é que um deputado não pode sob pretexto absolutamente nenhum reagir como o senhor reagiu, é uma vergonha para um detentor de um cargo público, tal como foram as atitudes daquele senhor a fazer corninhos ao outro e o outro senhor deputado a mandar o colega a um local do vernáculo lusitano. Se este é tipo de atitudes de homens de craveira, muito mal vai esta terra.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Vamos por partes. Primeiro, o jornalismo que se faz por cá, é miserável e absolutamente tão corrupto como o resto da sociedade! Partindo desta especulação facilmente consubstanciada com provas, se a isso se derem ao trabalho, apesar de sabermos que depois em tribunal nenhuma dessas provas será admitida, chegamos à inevitável conclusão, de que os jornalistas, são igualmente maus profissionais, alias basta ver as reportagens televisivas e jornalísticas, onde desde as simples argoladas na dicção até aos erros grosseiros de português, evoluindo para a defesa de opções pessoais, ditadas muitas vezes por imposições dos detentores, leia-se donos, desses órgãos de informação, que estão presos a filiações partidárias e institucionais, através das quais discretamente exercem a sua censurazita, condicionando as notícias aos interesses terceiros alheios à verdade, cujo busca e divulgação é o que menos interessa.
Os meios de comunicação social, são abjectamente sectários e quase sempre ligados a um patrono invisível que mexe os cordelinhos, Estado, governantes, membros da situação ou da oposição, partidos políticos, grupos de pressão, Igreja, Autarquias e autarcas, enfim, há para todos os gostos e géneros, desde o pasquim de tiragem local dedicado à paróquia, até ao órgão de tiragem nacional filtrado por um dado governo ou por uma dada facção da oposição, onde são promovidas as faltas de uns e escondidas as de outros, onde se perseguem e arrasam pessoas ou se promovem e endeusam, conforme a vontade dos mandantes. Isto senhoras e senhores é a nossa comunicação social!
Segundo. Por muito baixo nível, que tenham as perguntas feitas por um qualquer jornalista, a um titular de um cargo público, o mesmo não pode nunca descer ao nível do jornalismo reles que por cá se vai fazendo, no entanto ressalvo que no caso do deputado em questão, não era essa a situação, os jornalistas faziam perguntas perfeitamente licitas a um detentor de um cargo público, que não soube respeitar-se, que não soube fazer-se respeitar, que não respeitou quem o elegeu, que não respeitou o local onde estava nem os profissionais a quem tinha concedido a entrevista. Ora se isto é um homem de craveira, eu vou ali e já venho.
O senhor deputado, não pode, comportar-se como um vulgar trolha arruaceiro para depois invocar, pressões insuportáveis e outras desculpas de cariz igualmente miserabilista, o senhor deputado, se não sabe lidar com a comunicação social, deve abster-se de dar entrevistas, contrate um assessor, pague-lhe do seu bolso, não do erário público, tá bem abelha, e aprenda a interagir com os jornalistas. Reagindo daquela forma inconsequente o senhor deputado revelou duas coisas muitos tristes, a primeira é que lhe falta auto domínio, pecha grave para quem é ou pretende ser político, a segunda e mais grave é que um deputado não pode sob pretexto absolutamente nenhum reagir como o senhor reagiu, é uma vergonha para um detentor de um cargo público, tal como foram as atitudes daquele senhor a fazer corninhos ao outro e o outro senhor deputado a mandar o colega a um local do vernáculo lusitano. Se este é tipo de atitudes de homens de craveira, muito mal vai esta terra.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, maio 06, 2010
Comissões para lamentar!
O título da croniqueta de hoje, surgiu em conversa com um excelente amigo, que com os seus oitenta e picos anos faz inveja a muito rapaz novo, quer pela argúcia quer pela sapiência, escusado será dizer, que este homem, é um homem simples, que dedicou a sua vida à cultura e à coisa pública, dizer também que não tem iates, nem carro tem, nem casas no Algarve, foi autarca, mas é dos casos raros, de honestidade, por isso vou plagiar aquela sua brilhante tirada, sobre as famosas Comissões Parlamentares.
A febre das Comissões Parlamentares, atingiu o nosso Parlamento! Não soubéssemos nós, que aquele é um local cada vez mais oco e ficaríamos contentes em saber que existem as tais ditas comissões, curioso que estão cheias de gente nova, jotinhas dos partidos, que parecem muito dedicados e empenhados. É vê-los com aqueles ares e esgares de estadão, a fazer figura de muito atentos, valha-nos Deus, é um verdadeiro caso para lamentar, as coisas a que se prestam!
Parecem os meninos no recreio, alias até acredito que os mandem para lá, para isso mesmo, assim não chateiam, os mais velhos. Uns até deixam crescer a barba para parecerem mais adultos e responsáveis, elas vestem-se de avozinha para parecerem mais adultas, enfim, o que escrevo não é falta de respeito aos senhores e senhoras deputados, é apenas a visão que tenho e devo confessar, que não sou o único a pensar deste modo, é verdadeiramente para lamentar.
E afinal, qual é o sacrossanto objectivo destas comissões pretensiosas, alguém o divisa? Não? Ora nem eu, não consigo perceber, por mais tratos que dê à bola para que servem, ou a quem servem estas puras perdas de tempo e estes gastos injustificados, almejam o quê, para além do risível confronto politiqueirote. Não servem para absolutamente nada, excepto, dar recomendações ao parlamento, que as seguirá ou não, são por isso coisas para lamentar estas comissões.
Ao cidadão mais desavisado, poderá parecer que o nome pomposo “Comissão Parlamentar”, poderá ser indício de alguma instituição forte e com poderes, erro crasso, estas comissões para lamentar, podem tanto como uma pata coxa e marreca a tentar atravessar o deserto, não percebo que se gaste tempo e dinheiro do erário público em semelhantes estultices parolas, cujo préstimo é idêntico ao de um abcesso num dente, há porém uma qualidade que devemos ressalvar, a da coerência, estas comissões são coerentes com o Parlamento, ambos servem a poucos e para quase nada, uma, mais uma, situação verdadeiramente para lamentar.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
A febre das Comissões Parlamentares, atingiu o nosso Parlamento! Não soubéssemos nós, que aquele é um local cada vez mais oco e ficaríamos contentes em saber que existem as tais ditas comissões, curioso que estão cheias de gente nova, jotinhas dos partidos, que parecem muito dedicados e empenhados. É vê-los com aqueles ares e esgares de estadão, a fazer figura de muito atentos, valha-nos Deus, é um verdadeiro caso para lamentar, as coisas a que se prestam!
Parecem os meninos no recreio, alias até acredito que os mandem para lá, para isso mesmo, assim não chateiam, os mais velhos. Uns até deixam crescer a barba para parecerem mais adultos e responsáveis, elas vestem-se de avozinha para parecerem mais adultas, enfim, o que escrevo não é falta de respeito aos senhores e senhoras deputados, é apenas a visão que tenho e devo confessar, que não sou o único a pensar deste modo, é verdadeiramente para lamentar.
E afinal, qual é o sacrossanto objectivo destas comissões pretensiosas, alguém o divisa? Não? Ora nem eu, não consigo perceber, por mais tratos que dê à bola para que servem, ou a quem servem estas puras perdas de tempo e estes gastos injustificados, almejam o quê, para além do risível confronto politiqueirote. Não servem para absolutamente nada, excepto, dar recomendações ao parlamento, que as seguirá ou não, são por isso coisas para lamentar estas comissões.
Ao cidadão mais desavisado, poderá parecer que o nome pomposo “Comissão Parlamentar”, poderá ser indício de alguma instituição forte e com poderes, erro crasso, estas comissões para lamentar, podem tanto como uma pata coxa e marreca a tentar atravessar o deserto, não percebo que se gaste tempo e dinheiro do erário público em semelhantes estultices parolas, cujo préstimo é idêntico ao de um abcesso num dente, há porém uma qualidade que devemos ressalvar, a da coerência, estas comissões são coerentes com o Parlamento, ambos servem a poucos e para quase nada, uma, mais uma, situação verdadeiramente para lamentar.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, maio 05, 2010
99 Anos da Guarda Nacional Republicana
A Guarda Nacional Republicana, cumpriu recentemente o seu nonagésimo nono aniversário natalício, o seu comandante, oriundo do exército, lá fez o choradinho do costume, o ministro da pasta correspondente, lá desdisse o homem apoucando as suas tímidas reclamações, ou seja o costume, os anos vão passando e o fadário é sempre o mesmo.
No dealbar desta nova centúria inauguradora ou não de um novo milénio que se pretende de prosperidade, esta é para rir, a GNR, enfrenta os mesmos problemas do velho século e milénio anteriores, falta de meios, instalações miseráveis, salários de míngua, corte de regalias sociais, desmotivação e desmoralização dos homens e mulheres que fazem parte do efectivo. Por outras palavras, fez-se pouco, fez-se mal e continua quase tudo na mesma.
A extinção da Brigada de Trânsito, foi uma suma cavalidade, não por falta de aviso, foi no entanto preciso todo um ano para que as doutas mentes governativas o percebessem. A legislação e a sua aplicação em sede dos tribunais é o que é, veja-se o recente caso do segurança que é preso por excesso de zelo, excesso de legítima defesa, num acórdão, que convida todos os filhos de meretriz que vivem do esburgar e do polir esquinas a roubar tudo o que queiram, porque ninguém lhes faz nada. Este é o verdadeiro estado miserável a que este pseudo Estado de Direito chegou.
Vivemos numa espécie de anarquia, dominada pelas várias minorias de ladrões, entaipados entre leis miseráveis e estúpidas, que protegem apenas os ladrões e os assassinos, o resto são cantigas para entreter meninos. Nós, os pobres diabos que pagamos, pagamos e pagaremos até mais não, somos roubados por todos e ninguém nos vale, a Justiça é uma vala onde bóiam juízes, advogados e políticos, que para pouco serve. As polícias estão de mãos e pés atados, emparedados entre as leis cretinas, as pressões estúpidas e a natural incapacidade de fazer alguma coisa. Maltratados à esquerda e à direita, sem dignidade, veja-se que hoje bater num polícia é tão comum como respirar, já nem é notícia, caso contrário se o polícia der uma bolachada nalgum energúmeno, é o ai Jesus, malandro do polícia a bater no coitado do ladrão miserável, que coitadinho, prefere viver do rendimento mínimo, traficar droga e roubar, do que vergar a mola e pagar impostos como o resto da malta. A honestidade neste momento em Portugal, não vale nada, ser honesto é sinónimo de ser parvo e estúpido que nem um portão de quinta.
Voltando à GNR, continuo a não perceber o porquê de se manter como instituição de cariz militar, quer dizer, percebo perfeitamente, é necessário um local para colocar os excedentes do exército, os oficiais em final de carreira e que percebem tanto de forças policiais como eu de patinagem artística, excelentes comandantes de secretária,profundos conhecedores do ar condicionado, só isso justifica a pertença da GNR à esfera militar , nesse limbo anacrónico do disparate.
Quem nos defende? Ninguém! Quem se preocupa connosco? Ninguém! O que valemos para o Estado? Nada! Vai porém valendo o facto, de ainda muitos desses homens e mulheres, que todos os dias envergam uma farda com orgulho, que são maltratados, desprezados e mal pagos, lá vão fazendo das tripas coração e tentando defender-nos da ralé e da escumalha miserável que todos os dias engorda à nossa custa, tarefa cada vez mais complicada e difícil, um grande bem haja a todos esses homens e mulheres das forças policiais.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
No dealbar desta nova centúria inauguradora ou não de um novo milénio que se pretende de prosperidade, esta é para rir, a GNR, enfrenta os mesmos problemas do velho século e milénio anteriores, falta de meios, instalações miseráveis, salários de míngua, corte de regalias sociais, desmotivação e desmoralização dos homens e mulheres que fazem parte do efectivo. Por outras palavras, fez-se pouco, fez-se mal e continua quase tudo na mesma.
A extinção da Brigada de Trânsito, foi uma suma cavalidade, não por falta de aviso, foi no entanto preciso todo um ano para que as doutas mentes governativas o percebessem. A legislação e a sua aplicação em sede dos tribunais é o que é, veja-se o recente caso do segurança que é preso por excesso de zelo, excesso de legítima defesa, num acórdão, que convida todos os filhos de meretriz que vivem do esburgar e do polir esquinas a roubar tudo o que queiram, porque ninguém lhes faz nada. Este é o verdadeiro estado miserável a que este pseudo Estado de Direito chegou.
Vivemos numa espécie de anarquia, dominada pelas várias minorias de ladrões, entaipados entre leis miseráveis e estúpidas, que protegem apenas os ladrões e os assassinos, o resto são cantigas para entreter meninos. Nós, os pobres diabos que pagamos, pagamos e pagaremos até mais não, somos roubados por todos e ninguém nos vale, a Justiça é uma vala onde bóiam juízes, advogados e políticos, que para pouco serve. As polícias estão de mãos e pés atados, emparedados entre as leis cretinas, as pressões estúpidas e a natural incapacidade de fazer alguma coisa. Maltratados à esquerda e à direita, sem dignidade, veja-se que hoje bater num polícia é tão comum como respirar, já nem é notícia, caso contrário se o polícia der uma bolachada nalgum energúmeno, é o ai Jesus, malandro do polícia a bater no coitado do ladrão miserável, que coitadinho, prefere viver do rendimento mínimo, traficar droga e roubar, do que vergar a mola e pagar impostos como o resto da malta. A honestidade neste momento em Portugal, não vale nada, ser honesto é sinónimo de ser parvo e estúpido que nem um portão de quinta.
Voltando à GNR, continuo a não perceber o porquê de se manter como instituição de cariz militar, quer dizer, percebo perfeitamente, é necessário um local para colocar os excedentes do exército, os oficiais em final de carreira e que percebem tanto de forças policiais como eu de patinagem artística, excelentes comandantes de secretária,profundos conhecedores do ar condicionado, só isso justifica a pertença da GNR à esfera militar , nesse limbo anacrónico do disparate.
Quem nos defende? Ninguém! Quem se preocupa connosco? Ninguém! O que valemos para o Estado? Nada! Vai porém valendo o facto, de ainda muitos desses homens e mulheres, que todos os dias envergam uma farda com orgulho, que são maltratados, desprezados e mal pagos, lá vão fazendo das tripas coração e tentando defender-nos da ralé e da escumalha miserável que todos os dias engorda à nossa custa, tarefa cada vez mais complicada e difícil, um grande bem haja a todos esses homens e mulheres das forças policiais.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
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