A anedótica cloaca a que insistimos chamar país, vai assim por dizer de pior para péssimo, sem vislumbre de melhoras, excepto os casos de gripe entretanto já curados após doze horas de espera em enxovias hospitalares. A corrupção endémica, que não despega, porque os poderosos vivem dela, cresce e evolui para patamares dignos de figurar em teses doutorandas.
Pacheco o portento de toda a iluminação nacional, esse abrupto politiqueiro maledicente, já atirou a bojarda no sentido de criar uma comissão de estudo parlamentar, como se esse tipo de coisas sirva para alguma coisa, bom seria que coisas vergonhosas como por exemplo as farsas judiciais, Casa Pia, apito Dourado, Portucale, Furacão, Freeport, Face Oculta e outras inenarráveis palhaçadas produzissem algum efeito, facto que parece esquivo no sistema judicial Lusitano, excepto no caso do pobre pilha galinhas que rouba cinco tostões, isto é já um cliché, mas por demais verdadeiro não se pode, este pobre e exausto escriba, eximir em aludir ao mesmo.
Por falar em produtividade, apercebemo-nos que os nossos tribunais são uma nulidade, a produção é ínfima, alias os nossos tribunais como a nossa economia estão virados essencialmente para as PME, Pequenos e Médios Embusteiros, deixando os grandes intrujões de fora. Uma outra anedota é a fórmula encontrada por estes malandretes brincalhões do governo para levar os senhores doutores para o interior, nada mais simples, dar mais 750 euros aos putos para acabarem o internato no interior, ressalve-se que isto só fará com que os estagiários recém formados, pior pagos, sejam levados a ir exercer para o interior, ridículo, anedótico, obsceno e insultuoso para todos os outros desgraçados que trabalham e se querem trabalhar tem de ir para onde os mandam, neste caso a Máfia Médica continua a ter tudo o poder, sendo perfeitamente previsível que tal medida não mudará nada.
Com grande surpresa, e mesmo com as extraordinárias medidas administrativas, em que crimes que o eram deixaram de o ser, a criminalidade subiu! Ahhhhh! Oh surpresa das surpresas! Oh malévola parca do acaso, que deixas estes teus servos ao abandono. Qual parca qual carapuça, era mais que previsível, que com um código penal miserável, com as polícias à beira da indigência, com os maravilhosos tribunais e molduras penais que temos, queriam o quê? Milagres! Esta coisa incompreensível a que insistem em chamar país, o melhor que lhe poderia acontecer era ser invadido pela Somália, ou pelo Benim, ficarmos a ser uma colónia, porque assim como assim pior não será.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, novembro 25, 2009
segunda-feira, novembro 23, 2009
BIPP – Banco de Informação de Pais para Pais
Vi um destes dias na televisão o BIPP – Banco de Informação de Pais para Pais. Achei extraordinário, é uma daquelas coisas boas que acontecem por cá, subsistindo de mecenas, pois claro, porque o Estado está demasiado ocupado a esbanjar dinheiro em futilidades e sanguessugas sociais.
Esta associação merece ser divulgada, creio eu, apesar de existir desde 2005, e apesar de como deficiente conhecer muita coisa este serviço era-me completamente desconhecido. Visitem a página do BIPP.
São associações como esta, privadas, bem como, sítios WEB e blogues pessoais, que vão fazendo a diferença, que vão marcando pontos no estabelecer de uma verdadeira rede de assistência social paralela, muito mais eficaz e determinante na ajuda a todos os que necessitam, aos que verdadeiramente necessitam.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Esta associação merece ser divulgada, creio eu, apesar de existir desde 2005, e apesar de como deficiente conhecer muita coisa este serviço era-me completamente desconhecido. Visitem a página do BIPP.
São associações como esta, privadas, bem como, sítios WEB e blogues pessoais, que vão fazendo a diferença, que vão marcando pontos no estabelecer de uma verdadeira rede de assistência social paralela, muito mais eficaz e determinante na ajuda a todos os que necessitam, aos que verdadeiramente necessitam.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, novembro 17, 2009
Farsa Oculta
Sempre achei curiosos os nomes que a pobre malta da investigação dá às pseudo operações que prometem fazer cair o mundo, bem pelo menos tremer o nosso mundinho, acho fantástica a imaginação daqueles camaradas, em especial porque é a única coisa que lhes resta, a imaginação, já que a investigação, vai por norma irremediavelmente pelo cano abaixo, o que parece querer significar que a investigação criminal portuguesa está cheia de inspectores Clouseau, não há um único Holmes.
A magistratura porém parece ser feudo de Einsteines, tal é sapiência, omnisciência e iluminação suprema que os meritíssimos e as meritíssimas figuras, colocam nos seus acórdãos, facto aliás bem visível nas anedóticas sentenças que por cá são proferidas. Esta observação de um leigo, que jamais ousará tocar rabecão, ficando-se pela cosedura da sola, observação empírica e que leva à opinião de que existe um excesso da qualidade nos juízes e um défice na mesma nos polícias, o que me leva a perguntar, será?
Acho porém estranho, dado que as nossas pseudo autoridades, se desunham em elogios, em exaltações mais ou menos patrioteiras, excepto no caso Maddie, já agora curioso o arquivamento do caso Freeport em Inglaterra, andando, dizia eu que com excepção do caso Maddie, em que aparentemente a investigar esse caso, foram colocados os piores entre os péssimos, as autoridades portuguesas clamam aos oito ventos que a nossa polícia de investigação está entre as melhores do mundo, que têm plena confiança nessa rapaziada, que são mesmo bons, como ouvi da boca de um politiqueiro de quinta categoria há uns tempos.
Então como se explica que gente tão boa e tão dotada não consiga nunca, produzir suficiente prova para engaiolar a bandidagem que ocupa esses muitos lugares de poder e próximos ao poder, até porque não pensem que Godinho é único da espécie, há por aí umas centenas de Godinhos, alias em cada português existe, infelizmente, um potencial Godinho, esse homem tornou-se o paradigma de todo um povo. Como explicar então que tais sumidades investigatórias, no dizer dos politiqueiros, sejam de uma incúria e inépcia tão gritante, existira aqui alguma farsa oculta.
Do ponto de vista do Zé-povinho, esse mal amado, burro de carga da elite e da escumalha. O que salta à vista é que tudo isto é realmente uma farsa, uma grande e orquestrada farsa, onde o faz de conta, se apoderou de um país que mantém prisioneiro, onde nós desempenhamos o papel de tristes títeres, a fazer de conta que acreditamos que isto é um país. Onde um fato uma gravata e um Dr. valem mais que tudo, onde o bem-falante aldrabão leva sempre a melhor sobre o mal vestido, mesmo que fale bem, onde a parvoíce, a estultice e a burrice fazem profissão de fé e jurisprudência para a perpetuação da cavalgadurice ínclita destas egrégias aves raras, levando os parolos a marchar contra os canhões, arredados da realidade, brigando e consumindo-se em festivaleiras actividades de empurra bolas e outras abstrusidades, que nos conduzem ao abismo da suprema imbecilocracia, que de facto somos.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
A magistratura porém parece ser feudo de Einsteines, tal é sapiência, omnisciência e iluminação suprema que os meritíssimos e as meritíssimas figuras, colocam nos seus acórdãos, facto aliás bem visível nas anedóticas sentenças que por cá são proferidas. Esta observação de um leigo, que jamais ousará tocar rabecão, ficando-se pela cosedura da sola, observação empírica e que leva à opinião de que existe um excesso da qualidade nos juízes e um défice na mesma nos polícias, o que me leva a perguntar, será?
Acho porém estranho, dado que as nossas pseudo autoridades, se desunham em elogios, em exaltações mais ou menos patrioteiras, excepto no caso Maddie, já agora curioso o arquivamento do caso Freeport em Inglaterra, andando, dizia eu que com excepção do caso Maddie, em que aparentemente a investigar esse caso, foram colocados os piores entre os péssimos, as autoridades portuguesas clamam aos oito ventos que a nossa polícia de investigação está entre as melhores do mundo, que têm plena confiança nessa rapaziada, que são mesmo bons, como ouvi da boca de um politiqueiro de quinta categoria há uns tempos.
Então como se explica que gente tão boa e tão dotada não consiga nunca, produzir suficiente prova para engaiolar a bandidagem que ocupa esses muitos lugares de poder e próximos ao poder, até porque não pensem que Godinho é único da espécie, há por aí umas centenas de Godinhos, alias em cada português existe, infelizmente, um potencial Godinho, esse homem tornou-se o paradigma de todo um povo. Como explicar então que tais sumidades investigatórias, no dizer dos politiqueiros, sejam de uma incúria e inépcia tão gritante, existira aqui alguma farsa oculta.
Do ponto de vista do Zé-povinho, esse mal amado, burro de carga da elite e da escumalha. O que salta à vista é que tudo isto é realmente uma farsa, uma grande e orquestrada farsa, onde o faz de conta, se apoderou de um país que mantém prisioneiro, onde nós desempenhamos o papel de tristes títeres, a fazer de conta que acreditamos que isto é um país. Onde um fato uma gravata e um Dr. valem mais que tudo, onde o bem-falante aldrabão leva sempre a melhor sobre o mal vestido, mesmo que fale bem, onde a parvoíce, a estultice e a burrice fazem profissão de fé e jurisprudência para a perpetuação da cavalgadurice ínclita destas egrégias aves raras, levando os parolos a marchar contra os canhões, arredados da realidade, brigando e consumindo-se em festivaleiras actividades de empurra bolas e outras abstrusidades, que nos conduzem ao abismo da suprema imbecilocracia, que de facto somos.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, novembro 16, 2009
In Memoriam!
Ontem dia 15 de Novembro, comemorou-se o Dia da Memória, anualmente no terceiro domingo de Novembro, o Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada foi adoptado pela ONU para evocar as vítimas de acidentes de viação.
Em Portugal nos últimos 10 anos faleceram 13 mil pessoas em acidentes de viação, número falacioso, porque de fora ficam todos os que morrem, em trânsito do local do acidente para os hospitais e os que morrem já nos hospitais, vitimas das sequelas desses acidentes, se todas estas mortes, fossem contabilizadas, estou em crer que o computo geral seria muito pior, creio até que chegaríamos bem perto dos 20 mil.
Não poucas as vezes, neste espaço, surgiram alertas sobre esta infeliz situação. Daí para cá tudo mais ou menos igual. Numa análise de leigo e sem fundamentação científica que possa sustentar opiniões, ainda assim, procurar causas é fácil exercício, começando pelo mais óbvio, que é a falta de cultura e de civismo deste povaréu, com exemplos tristes dados por senhores ministros, deputados e outros do género. O facilitismo dado na obtenção da habilitação legal de condução, vulgo carta de condução, o ensino é mau, mais um drama educacional, caro e completamente estapafúrdio, existe por aí muita gentinha, que não tem perfil nem capacidade psíquica e psicológica para conduzir viaturas, mas que no entanto é encartada, à conta da santa ganância.
A legislação é outra das pechas do sistema, má legislação, molduras penais ridículas, cumprimento das mesmas próximo do insuficiente, desresponsabilização de todos os agentes envolvidos, primado da cultura do laxismo e do deixa andar, opção tão cara aos governantes e aos governados deste país.
Estradas mal concebidas, sinalização péssima, opções de construção medíocres, falta de fiscalização e de meios para a efectivar, quadros policiais mal preparados, sem meios, destruição da Brigada de Trânsito para agora voltar atrás, falaremos disto outro dia, falhas estruturais de coordenação, entre a administração central e local, absoluto miserabilismo das estradas municipais e a mais atroz desorganização dessa tal Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, no capítulo da prevenção registe-se porém o bom trabalho que tem sido feito, apesar de já sabermos que em Portugal, ninguém presta atenção a nada, excepto claro está quando são multados e reclamam logo que se devia era ter uma politica de maior prevenção.
Parece evidente que existem imensas causas para este estado de anarquia, que existe nas estradas nacionais, parece evidente que as autoridades nacionais da área são clara e completamente incompetentes, parece evidente que a falta de civismo e educação da gentalha que temos por população engrandece a equação no mau sentido, parece evidente que não conseguimos por cobro a nada disto, parece evidente, que continuaremos a lamentar as mortes, a chorar as desgraças e a não responsabilizar os culpados.
Parece evidente, que dificilmente sairemos deste atoleiro, se não forem tomadas medidas sérias, que só pecam por tardias, muitas mortes se evitariam, caso se pense com seriedade nas coisas e se defendam as pessoas, não os interesses económicos e os compadrios, mas as pessoas!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Em Portugal nos últimos 10 anos faleceram 13 mil pessoas em acidentes de viação, número falacioso, porque de fora ficam todos os que morrem, em trânsito do local do acidente para os hospitais e os que morrem já nos hospitais, vitimas das sequelas desses acidentes, se todas estas mortes, fossem contabilizadas, estou em crer que o computo geral seria muito pior, creio até que chegaríamos bem perto dos 20 mil.
Não poucas as vezes, neste espaço, surgiram alertas sobre esta infeliz situação. Daí para cá tudo mais ou menos igual. Numa análise de leigo e sem fundamentação científica que possa sustentar opiniões, ainda assim, procurar causas é fácil exercício, começando pelo mais óbvio, que é a falta de cultura e de civismo deste povaréu, com exemplos tristes dados por senhores ministros, deputados e outros do género. O facilitismo dado na obtenção da habilitação legal de condução, vulgo carta de condução, o ensino é mau, mais um drama educacional, caro e completamente estapafúrdio, existe por aí muita gentinha, que não tem perfil nem capacidade psíquica e psicológica para conduzir viaturas, mas que no entanto é encartada, à conta da santa ganância.
A legislação é outra das pechas do sistema, má legislação, molduras penais ridículas, cumprimento das mesmas próximo do insuficiente, desresponsabilização de todos os agentes envolvidos, primado da cultura do laxismo e do deixa andar, opção tão cara aos governantes e aos governados deste país.
Estradas mal concebidas, sinalização péssima, opções de construção medíocres, falta de fiscalização e de meios para a efectivar, quadros policiais mal preparados, sem meios, destruição da Brigada de Trânsito para agora voltar atrás, falaremos disto outro dia, falhas estruturais de coordenação, entre a administração central e local, absoluto miserabilismo das estradas municipais e a mais atroz desorganização dessa tal Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, no capítulo da prevenção registe-se porém o bom trabalho que tem sido feito, apesar de já sabermos que em Portugal, ninguém presta atenção a nada, excepto claro está quando são multados e reclamam logo que se devia era ter uma politica de maior prevenção.
Parece evidente que existem imensas causas para este estado de anarquia, que existe nas estradas nacionais, parece evidente que as autoridades nacionais da área são clara e completamente incompetentes, parece evidente que a falta de civismo e educação da gentalha que temos por população engrandece a equação no mau sentido, parece evidente que não conseguimos por cobro a nada disto, parece evidente, que continuaremos a lamentar as mortes, a chorar as desgraças e a não responsabilizar os culpados.
Parece evidente, que dificilmente sairemos deste atoleiro, se não forem tomadas medidas sérias, que só pecam por tardias, muitas mortes se evitariam, caso se pense com seriedade nas coisas e se defendam as pessoas, não os interesses económicos e os compadrios, mas as pessoas!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, novembro 09, 2009
E porque o muro caiu!
Renovadas esperanças nasceram! Mas até à data esses infundados prelúdios de uma idade do oiro, soçobram envoltas nas brumas da idade da trampa, que daí para cá se instalou a mata cavalos entre os mais esconsos locais deste mundo cada vez menor, mais povoado, menos seguro, mais poluído e desigual.
Como nos filmes catástrofe dos anos setenta, os poderosos parecem não perceber que se a coisa descambar, ela descambará também para eles, pois desaparecendo a grande maioria dos cretinos que lhes engordam os glúteos dificilmente sobreviverão. A queda do muro, trazia também esperanças para os que já estavam do lado de cá, nem para uns nem para outros, se revelaram verdadeiras, todas as benesses, idealizadas nesse dia há vinte anos.
Os tumultos igualitários, ecos de um passado que lançou gritos de igualdade e fraternidade, ficaram em cacos, a subserviência ao poder das finanças, atordoou uns primeiro, depois os outros, sem terem mesmo ainda tempo de acordar do sonho, já se viam confrontados com uma realidade que não era a esperada.
Também os de cá se viram subitamente a braços com novas hordas de invasores, que trouxeram realidades novas, actualizações de coisas antigas, bem como um tipo de crime organizado e frio que não existia por cá. Também vieram coisas óptimas, gente boa e qualificada, opções culturais diferentes, música, cinema e teatro. Novas visões da religião e diferentes cosmogonias da vida, no entanto entre o deve e o haver, nem uns receberam aquilo que iriam ganhar, nem outros perderam o que pensavam que iam perder.
A realidade vinte anos passados não é ainda nada por aí além, a EU, continua sem resolver problemas importantes no seu seio, de leste surgem mais problemas sociais, verdadeiras pragas bíblicas de gafanhotos oportunistas, vigaristas e ladrões, gentalha sem eira nem beira que se dedica ao disparate e à subsídiocracia, como se não houvessem já que chegassem desse tipo de sanguessugas.
A Europa de porta aberta de Lisboa a Chilia Veche na Roménia, também é produto dessa queda, para o mal e para o bem a queda do muro, redefiniu uma vez mais o contexto do velho continente, propiciando um mundo novo onde ele é já tão velho. A queda foi um bem de que só perceberemos a realidade daqui a uns bons anos, ou então, foi o prelúdio de outra queda, que fará ruir a Europa enquanto entidade geográfica, dinamizadora de um mundo, cada vez mais extremado, alagado em vagas de religiões mais ou menos cretinas, como se não o fossem todas, da capitalização dessa queda, dependemos grandemente para o nosso futuro, até porque estou em crer que a queda da Europa arrastará o mundo! Mas como sou um optimista, direi apenas, alegrem-se que isto poderá ser ainda pior do que aquilo que estou a pensar.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Como nos filmes catástrofe dos anos setenta, os poderosos parecem não perceber que se a coisa descambar, ela descambará também para eles, pois desaparecendo a grande maioria dos cretinos que lhes engordam os glúteos dificilmente sobreviverão. A queda do muro, trazia também esperanças para os que já estavam do lado de cá, nem para uns nem para outros, se revelaram verdadeiras, todas as benesses, idealizadas nesse dia há vinte anos.
Os tumultos igualitários, ecos de um passado que lançou gritos de igualdade e fraternidade, ficaram em cacos, a subserviência ao poder das finanças, atordoou uns primeiro, depois os outros, sem terem mesmo ainda tempo de acordar do sonho, já se viam confrontados com uma realidade que não era a esperada.
Também os de cá se viram subitamente a braços com novas hordas de invasores, que trouxeram realidades novas, actualizações de coisas antigas, bem como um tipo de crime organizado e frio que não existia por cá. Também vieram coisas óptimas, gente boa e qualificada, opções culturais diferentes, música, cinema e teatro. Novas visões da religião e diferentes cosmogonias da vida, no entanto entre o deve e o haver, nem uns receberam aquilo que iriam ganhar, nem outros perderam o que pensavam que iam perder.
A realidade vinte anos passados não é ainda nada por aí além, a EU, continua sem resolver problemas importantes no seu seio, de leste surgem mais problemas sociais, verdadeiras pragas bíblicas de gafanhotos oportunistas, vigaristas e ladrões, gentalha sem eira nem beira que se dedica ao disparate e à subsídiocracia, como se não houvessem já que chegassem desse tipo de sanguessugas.
A Europa de porta aberta de Lisboa a Chilia Veche na Roménia, também é produto dessa queda, para o mal e para o bem a queda do muro, redefiniu uma vez mais o contexto do velho continente, propiciando um mundo novo onde ele é já tão velho. A queda foi um bem de que só perceberemos a realidade daqui a uns bons anos, ou então, foi o prelúdio de outra queda, que fará ruir a Europa enquanto entidade geográfica, dinamizadora de um mundo, cada vez mais extremado, alagado em vagas de religiões mais ou menos cretinas, como se não o fossem todas, da capitalização dessa queda, dependemos grandemente para o nosso futuro, até porque estou em crer que a queda da Europa arrastará o mundo! Mas como sou um optimista, direi apenas, alegrem-se que isto poderá ser ainda pior do que aquilo que estou a pensar.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, novembro 06, 2009
Isto é um Circo!
Ontem fui acompanhando os debates na Assembleia da República, adorei o parlapié daquela Corja, realmente é delirante ver o que ali se passa, entre laptops topo gama e monitores TFT, entre risos e ares compungidos, entre gravatas de seda que custam o que eu ganho por mês e ares trotskystas armani.
A piada disto tudo é que aqueles duzentos e tantos engulhos, não estão ali a fazer absolutamente nada, a ridicularia chega ao ponto de andarem a atirar culpas da corrupção uns aos outros, quando com excepção dos esquerdeirotes trauliteiros a malta restante está atascada até ao cocuruto, com PS e PSD na dianteira, como propiciadores de teias faraónicas de compadrios, basta para tanto perder algum tempo e verificar as nomeações publicadas no Diário da República, filhos, primos, sobrinhos é um não mais acabar de galhofeiras intrujices onde fedelhos acabados de sair da universidade, versados essencialmente em cervejolas e tunas, num repente aparecem a auferir salários de não pouca monta, com direito a tratamento por senhor doutor, carro, cartão de crédito e telemóvel, desempenhando cargos que ninguém percebe bem para que servem.
Vejam depois os cargos das empresas públicas, para onde vão nomeados os que fizeram favores, de permeio a promiscuidade entre o sector privado, que paga também favores, recolhendo no seu seio outros tantos da pandilha dos facilitadores. Tudo isto se passa, nas nossas barbas, no entanto, impávidos, mais preocupados em gritar contra um qualquer treinador de empurra bolas cujas mulas andam a empancar, porque o salário assim como assim vai caindo sempre, ou angustiados por uma qualquer personagem de revista cor-de-rosa, ter feito um felácio ao professor de ginástica, a carneirada capada, lá vai maldizendo a vida, encafuada em apartamentos miseráveis e mal construídos, correndo de bicha em bicha atrás de ilusões, desinteressada da política que prefere deixar para os senhores doutores, isso querem eles, sem fazer absolutamente nada.
Ora com esta realidade assistir ao deputado Pacheco Pereira, esse portento da “omni-sapiência” lusitana a vociferar contra Sócrates outro portento da sabedoria, é, para ser simpático, uma cena hilariante, digna de filme cómico. Actores desta opereta bufa, todos estes títeres pantomineiros desempenham um papel crucial no “aparelho”, mantendo oleada a engrenagem do sorvedoiro de cabedais que é este modelo de Estado. Sua excelência o senhor Presidente da República, tinha razão quando alertou para o “Monstro”, claro que virou a alça a outro alvo desviando para o “monstrinho”, teve de defender as traseiras do seu presidencial edifício anatómico, porque irmãos e irmãs caríssimos, o verdadeiro monstro é o modelo estafado deste Estado, Presidência da Republica, Parlamento e Governo são o verdadeiro monstro o verdadeiro buraco negro, vejam as contas, obras no edifício da Assembleia, assessores, pareceres, grupos disto e daquilo, viagens, almoçaradas e jantaradas, prendas e prendinhas, motoristas, carros, secretárias, gabinetes de apoio, guardas de honra e segurança. Vejam quanto gasta este estado em cavalidades, depois venham falar-me de monstros.
Um abraço, de bom fim-de-semana, deste vosso amigo
Barão da Tróia
A piada disto tudo é que aqueles duzentos e tantos engulhos, não estão ali a fazer absolutamente nada, a ridicularia chega ao ponto de andarem a atirar culpas da corrupção uns aos outros, quando com excepção dos esquerdeirotes trauliteiros a malta restante está atascada até ao cocuruto, com PS e PSD na dianteira, como propiciadores de teias faraónicas de compadrios, basta para tanto perder algum tempo e verificar as nomeações publicadas no Diário da República, filhos, primos, sobrinhos é um não mais acabar de galhofeiras intrujices onde fedelhos acabados de sair da universidade, versados essencialmente em cervejolas e tunas, num repente aparecem a auferir salários de não pouca monta, com direito a tratamento por senhor doutor, carro, cartão de crédito e telemóvel, desempenhando cargos que ninguém percebe bem para que servem.
Vejam depois os cargos das empresas públicas, para onde vão nomeados os que fizeram favores, de permeio a promiscuidade entre o sector privado, que paga também favores, recolhendo no seu seio outros tantos da pandilha dos facilitadores. Tudo isto se passa, nas nossas barbas, no entanto, impávidos, mais preocupados em gritar contra um qualquer treinador de empurra bolas cujas mulas andam a empancar, porque o salário assim como assim vai caindo sempre, ou angustiados por uma qualquer personagem de revista cor-de-rosa, ter feito um felácio ao professor de ginástica, a carneirada capada, lá vai maldizendo a vida, encafuada em apartamentos miseráveis e mal construídos, correndo de bicha em bicha atrás de ilusões, desinteressada da política que prefere deixar para os senhores doutores, isso querem eles, sem fazer absolutamente nada.
Ora com esta realidade assistir ao deputado Pacheco Pereira, esse portento da “omni-sapiência” lusitana a vociferar contra Sócrates outro portento da sabedoria, é, para ser simpático, uma cena hilariante, digna de filme cómico. Actores desta opereta bufa, todos estes títeres pantomineiros desempenham um papel crucial no “aparelho”, mantendo oleada a engrenagem do sorvedoiro de cabedais que é este modelo de Estado. Sua excelência o senhor Presidente da República, tinha razão quando alertou para o “Monstro”, claro que virou a alça a outro alvo desviando para o “monstrinho”, teve de defender as traseiras do seu presidencial edifício anatómico, porque irmãos e irmãs caríssimos, o verdadeiro monstro é o modelo estafado deste Estado, Presidência da Republica, Parlamento e Governo são o verdadeiro monstro o verdadeiro buraco negro, vejam as contas, obras no edifício da Assembleia, assessores, pareceres, grupos disto e daquilo, viagens, almoçaradas e jantaradas, prendas e prendinhas, motoristas, carros, secretárias, gabinetes de apoio, guardas de honra e segurança. Vejam quanto gasta este estado em cavalidades, depois venham falar-me de monstros.
Um abraço, de bom fim-de-semana, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, novembro 02, 2009
Estapafúrdio
Se a inclusão dos deputados no grupo prioritário de vacinação da gripe A, já me fez confusão, não entendo qual é a prioridade dos deputados, até porque se um faltar, existe sempre outro na lista que pode perfeitamente assumir o lugarzinho, o que torna a inclusão desta maralha uma medida completamente ridícula e despropositada, a recente notícia da inclusão dos funcionários dos partidos é de ir às lágrimas.
Eu peço muitas desculpas, mas que raio de prioridade é esta, funcionários de partidos políticos, por amor de Deus, tenham vergonha, cambada de energúmenos. Que prioridade terão estas criaturas para que se dite tal alarvidade.
Somos realmente dominados pela ralé, pelo rebotalho da humanidade é a única e sóbria conclusão a que podemos chegar, não existirão antes centenas de profissões que exigem esse cuidado, já agora que critério da treta é este, que cretinice domina a atribuição do critério de prioridade.
Deviam ter vergonha, devíamos ter vergonha, isto é tão miserável, tão abjecto, que não há classificação para este país, estamos espartilhados por imbecis, por incompetentes, que primeiro tratam deles, eventualmente depois pensam naqueles que os elegeram para que eles resolvam os problemas, para que eles governem, esta dicotomia, nós os pagantes mal governados, eles os néscios que governam, tem tido picos de cretinice dificilmente atingíveis noutros países.
Uma consulta rápida aos planos de contingência de outros países, no caso França, Reino Unido e Espanha, revela uma intrínseca preocupação com idosos, crianças, grávidas, profissionais de saúde e familiares de pessoas infectadas. Por cá aparecem estas aberrações, como deputados e funcionários de partidos políticos, que raio de prioridade será esta, que falta fazem uns e outros, que falta faz o Presidente da República ou o Primeiro-ministro, que falta faz esta gente?
Ora faz tanta falta como uma praga de gafanhotos, ou seja não fazem absolutamente falta nenhuma, nem sequer são importantes porque existem mecanismos criados para obstar à sua ausência, como por acaso quem manda nisto até é o Conselho Europeu, que raio de prioridade é esta de fazer vacinar como grupo prioritário, funcionários de partidos, vergonhoso, triste, estapafúrdio e completamente ridículo, continuamos o nosso percurso pela quinta via, a via do terceiro mundismo da república das bananas.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Eu peço muitas desculpas, mas que raio de prioridade é esta, funcionários de partidos políticos, por amor de Deus, tenham vergonha, cambada de energúmenos. Que prioridade terão estas criaturas para que se dite tal alarvidade.
Somos realmente dominados pela ralé, pelo rebotalho da humanidade é a única e sóbria conclusão a que podemos chegar, não existirão antes centenas de profissões que exigem esse cuidado, já agora que critério da treta é este, que cretinice domina a atribuição do critério de prioridade.
Deviam ter vergonha, devíamos ter vergonha, isto é tão miserável, tão abjecto, que não há classificação para este país, estamos espartilhados por imbecis, por incompetentes, que primeiro tratam deles, eventualmente depois pensam naqueles que os elegeram para que eles resolvam os problemas, para que eles governem, esta dicotomia, nós os pagantes mal governados, eles os néscios que governam, tem tido picos de cretinice dificilmente atingíveis noutros países.
Uma consulta rápida aos planos de contingência de outros países, no caso França, Reino Unido e Espanha, revela uma intrínseca preocupação com idosos, crianças, grávidas, profissionais de saúde e familiares de pessoas infectadas. Por cá aparecem estas aberrações, como deputados e funcionários de partidos políticos, que raio de prioridade será esta, que falta fazem uns e outros, que falta faz o Presidente da República ou o Primeiro-ministro, que falta faz esta gente?
Ora faz tanta falta como uma praga de gafanhotos, ou seja não fazem absolutamente falta nenhuma, nem sequer são importantes porque existem mecanismos criados para obstar à sua ausência, como por acaso quem manda nisto até é o Conselho Europeu, que raio de prioridade é esta de fazer vacinar como grupo prioritário, funcionários de partidos, vergonhoso, triste, estapafúrdio e completamente ridículo, continuamos o nosso percurso pela quinta via, a via do terceiro mundismo da república das bananas.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, outubro 30, 2009
Oculta a face com vergonha!
Os sem vergonha deste país, continuam a atropelar tudo e todos sem olhar a meios para atingir os mesmos fins do costume, engordar às custas do pobre contribuinte, nesse capítulo Portugal pede meças aos campeões da corrupção. Nada mudará neste infeliz pardieiro, enquanto os que dizem que servem, se sirvam em antes de servir, nada mudará enquanto esta Máfia, de corruptos continuar a ser eleito, a ocupar cargos públicos a pavonear-se em viaturas compradas com o dinheiro dos contribuintes e a colher todas as alcavalas que eles próprios aprovam para a sua perpetuação nos corredores do poder, é vê-los quando são temporariamente corridos por alguma derrota ou facada, aparecer na televisão com ares compungidos de mentirosos declararem que se vão retirar, que se vão dedicar aos negócios, pergunto-me quais, para meses depois assim que a oportunidade espreita aparecerem de novo a papaguear as suas alarvidades estafadas, novamente na ânsia de poleiro.
Infelizmente este país está entregue a esta gentinha nojenta e corrupta, esta Corja, os poucos, infelizmente muito poucos que levantam a voz são “exilados”, recordem o que aconteceu a Cravinho e às suas propostas contra a corrupção. A coisa pública, demanda paixão, entrega incondicional, inteligência e desinteresse, o que infelizmente vemos da esquerda barraqueira à direita “reaça” é precisamente o contrário, é a entrega a causas menores de luta por lugares e acesso a negociatas, gente cinzenta sem chama, burocratas demagogos, lascas de aparelho, todos irmanados no mesmo torpe desejo de sugar o cadáver moribundo dos cofres públicos sem mais aquela, gente néscia e imbecil, culturalmente básicos e moralmente indecentes, cujos exemplos de canalhice fazem corar qualquer “Don” siciliano.
A nós os infelizes pagantes desta maralha, toca-nos a indignação, escrita e rescrita em bloguelhos insignificantes como este, onde descarregamos mágoas, frustrados nos intentos de moralizar esta terra. Apelar à desobediência, apelar ao levantamento armado, deixar de lérias e forrar esta gentalha de chumbo, seria a meu ver despiciendo, apesar de ser uma opção que as gentes honestas devem ponderar com seriedade.
Este modelo esgotado de Estado que urge mudar, esgotado por 30 anos de sanguessugas que à vez o foram exaurindo, está em calamidade, fomos, somos e continuaremos a ser o cu da Europa, apesar de cretinices despesistas como o TGV, que continuo a questionar, que nada trará de positivo a esta terra, para além de mais uma milionária, de uma “milionáriamente” obscena derrapagem, que engordará ainda e mais uma vez os mesmos habituais safardanas, aqui ficaremos endividados até à alma, encanfuados neste paraíso do rebotalho, onde a merda de toda a Europa vem desaguar, paulatinamente caminhamos para o fim, seremos a Somália da Europa.
Quando os vejo na televisão, com aqueles ares de seriedade cretina, dá-me vómitos, que palhaçada, este país é um circo, onde as feras disputam a carniça e onde os pobres palhaços cada vez mais pobres se embasbacam com futebóis com velinhas a santinhas e fadunchos, ontem tal como agora, pobres, mais analfabetos, mais imbecilizados, continuamos a carneirar em direcção à ara sacrificial, para que os homúnculos perniciosos, possam continuar a folgar com as suas prostitutas de luxo, sorvendo a seiva desta terra. Alea Jacta Est!
Um abraço, de bom fim-de-semana deste vosso amigo
Barão da Tróia
Infelizmente este país está entregue a esta gentinha nojenta e corrupta, esta Corja, os poucos, infelizmente muito poucos que levantam a voz são “exilados”, recordem o que aconteceu a Cravinho e às suas propostas contra a corrupção. A coisa pública, demanda paixão, entrega incondicional, inteligência e desinteresse, o que infelizmente vemos da esquerda barraqueira à direita “reaça” é precisamente o contrário, é a entrega a causas menores de luta por lugares e acesso a negociatas, gente cinzenta sem chama, burocratas demagogos, lascas de aparelho, todos irmanados no mesmo torpe desejo de sugar o cadáver moribundo dos cofres públicos sem mais aquela, gente néscia e imbecil, culturalmente básicos e moralmente indecentes, cujos exemplos de canalhice fazem corar qualquer “Don” siciliano.
A nós os infelizes pagantes desta maralha, toca-nos a indignação, escrita e rescrita em bloguelhos insignificantes como este, onde descarregamos mágoas, frustrados nos intentos de moralizar esta terra. Apelar à desobediência, apelar ao levantamento armado, deixar de lérias e forrar esta gentalha de chumbo, seria a meu ver despiciendo, apesar de ser uma opção que as gentes honestas devem ponderar com seriedade.
Este modelo esgotado de Estado que urge mudar, esgotado por 30 anos de sanguessugas que à vez o foram exaurindo, está em calamidade, fomos, somos e continuaremos a ser o cu da Europa, apesar de cretinices despesistas como o TGV, que continuo a questionar, que nada trará de positivo a esta terra, para além de mais uma milionária, de uma “milionáriamente” obscena derrapagem, que engordará ainda e mais uma vez os mesmos habituais safardanas, aqui ficaremos endividados até à alma, encanfuados neste paraíso do rebotalho, onde a merda de toda a Europa vem desaguar, paulatinamente caminhamos para o fim, seremos a Somália da Europa.
Quando os vejo na televisão, com aqueles ares de seriedade cretina, dá-me vómitos, que palhaçada, este país é um circo, onde as feras disputam a carniça e onde os pobres palhaços cada vez mais pobres se embasbacam com futebóis com velinhas a santinhas e fadunchos, ontem tal como agora, pobres, mais analfabetos, mais imbecilizados, continuamos a carneirar em direcção à ara sacrificial, para que os homúnculos perniciosos, possam continuar a folgar com as suas prostitutas de luxo, sorvendo a seiva desta terra. Alea Jacta Est!
Um abraço, de bom fim-de-semana deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, outubro 27, 2009
Lastimável!
Em Abril de 2007, três honrados cavalheiros decidiram assaltar uma bomba de gasolina, por pura brincadeira claro está, os três cavalheiros são a fina-flor do dandismo, verdadeiros “sportsman”, que por um simples desfastio, um enfado, resolveram praticar aquele acto que facilmente se desculpará a tão excelentes mancebos, a flor da juventude. Durante a ocorrência, os sobreditos excelsos senhores, detectados na sua prevaricação por uma patrulha da Guarda Nacional Republica, os três bons rapazes, resolveram, brincar um pouco e assustar a Guarda, dando uns tiros, acabando por inadvertidamente ferir de morte a funcionária isto, frente à filha da mesma funcionária, que foi depois utilizada para servir de escudo a um dos excelentes rapazes, após o que iniciaram a fuga, tendo sido posteriormente capturados.
Ora sucede que o longo braço da Lei, caiu sobre estes três soberbos exemplares da raça humana, essa Lei cega e desumana, condenados injustamente em Tribunal de Primeira Instância, por uma pequena leviandade quase sem consequências, o mais novo, de 22 anos foi condenado a 21 anos, o máximo é 25, os outros de 32 e 40 anos de idade foram condenados respectivamente a 13 e 15 anos de cadeia.
Os senhores doutores advogados dos arguidos recorreram, claro está, para instâncias superiores, indo ocaso acabar no Supremo Tribunal de Justiça, que revoga as penas. Ao mais novo, reduz de 21 para 16 anos, aos outros retira um ano a cada pena, diz a certa altura o venerando acórdão de tão iluminados Juízes, que, “ …procurando evitar-se ao máximo a quebra prolongada dos laços de sociabilidade e a excessiva traumatização do jovem…” de referir que os três excelsos cavalheiros já tinham também perpetrado tropelias idênticas em Mértola e Ferreira do Alentejo, crimes que ajudaram a que fossem condenados em tão dura pena.
De referir que os meritíssimos, omniscientes, iluminados, sapientíssimos e esclarecidíssimos Juízes Conselheiros do Supremo Tribunal de Justiça, consideram que “…a possibilidade de reinserção social e profissional” pesou na decisão, todos exerciam profissões tidas como dignas, fiel de armazém, pintor da construção civil e serralheiro, acumulando essas actividades com estas brincadeiras e tropelias próprias da juventude, ah como é bom ser jovem, poder balear e roubar à vontade.
Só tenho um comentário a fazer a esta vergonha: BARDAMERDA!
* O meu pesar está com as vítimas, com todos os trabalhadores honestos e pagadores de impostos que pagam esta trampa toda, Juízes, Ladrões, Assassinos, Políticos tudo a mesma lamentável excrescência de passeio! Somos nós que engordamos esta Corja toda, somos nós, esta lastimável caterva de carneiros capados que deixamos isto chegar a este estado!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Ora sucede que o longo braço da Lei, caiu sobre estes três soberbos exemplares da raça humana, essa Lei cega e desumana, condenados injustamente em Tribunal de Primeira Instância, por uma pequena leviandade quase sem consequências, o mais novo, de 22 anos foi condenado a 21 anos, o máximo é 25, os outros de 32 e 40 anos de idade foram condenados respectivamente a 13 e 15 anos de cadeia.
Os senhores doutores advogados dos arguidos recorreram, claro está, para instâncias superiores, indo ocaso acabar no Supremo Tribunal de Justiça, que revoga as penas. Ao mais novo, reduz de 21 para 16 anos, aos outros retira um ano a cada pena, diz a certa altura o venerando acórdão de tão iluminados Juízes, que, “ …procurando evitar-se ao máximo a quebra prolongada dos laços de sociabilidade e a excessiva traumatização do jovem…” de referir que os três excelsos cavalheiros já tinham também perpetrado tropelias idênticas em Mértola e Ferreira do Alentejo, crimes que ajudaram a que fossem condenados em tão dura pena.
De referir que os meritíssimos, omniscientes, iluminados, sapientíssimos e esclarecidíssimos Juízes Conselheiros do Supremo Tribunal de Justiça, consideram que “…a possibilidade de reinserção social e profissional” pesou na decisão, todos exerciam profissões tidas como dignas, fiel de armazém, pintor da construção civil e serralheiro, acumulando essas actividades com estas brincadeiras e tropelias próprias da juventude, ah como é bom ser jovem, poder balear e roubar à vontade.
Só tenho um comentário a fazer a esta vergonha: BARDAMERDA!
* O meu pesar está com as vítimas, com todos os trabalhadores honestos e pagadores de impostos que pagam esta trampa toda, Juízes, Ladrões, Assassinos, Políticos tudo a mesma lamentável excrescência de passeio! Somos nós que engordamos esta Corja toda, somos nós, esta lastimável caterva de carneiros capados que deixamos isto chegar a este estado!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, outubro 26, 2009
Chapadas e Pontapés
Por mais despropositadas e pouco edificantes, que sejam as cenas de agressões, no Colégio Militar. Elas enquadram-se numa lógica de estupidificação massiva da sociedade em vivemos, acontecem em todas as escolas deste país, cenas mais ou menos degradantes como esta. A celeuma que levantou deve-se apenas ao facto de ter acontecido numa escola dita das “elites” e não naquelas escolas onde estuda a rataria do bairro social.
Porque cenas canalhas como essa são comuns, ora acontecerem num meio que tem por mania ser diferente, a coisa pia mais fino e tem logo direito a televisão, a comentadores “especializados” e a toda a panóplia de manifestações, opiniões e dichotes mais ou menos aparvoados.
Intrinsecamente ligado a isto está o tal “ranking”, inglesismo dispensável, das escolas, neste rol dos estabelecimentos de ensino ficamos a saber quais são os que tiveram melhores notas, ou antes ficamos a saber nada! Uma lista séria de escolas, com gradação de qualidade, seria aquela em que se discriminaria preto no branco quantos casos de violência, agressões e roubos ocorreram no local da escola e nas suas proximidades, onde constaria o estado das salas, a qualidade da escola, a suficiência e ou insuficiência dos fundos, o número e tipo de laboratórios, para ensino prático e as necessidades de equipamentos, onde se diria da quantidade, qualidade e formação do pessoal não docente, onde se exporia a qualidade, quantidade e formação do pessoal docente, onde se mostraria a existência de gabinetes de apoio psicológico e gabinetes de acompanhamento do aluno ajudando esse aluno a escolher antecipadamente o percurso académico mais adequado a cada caso, isto seria uma excelente base de escolha, porque meus caros, isto das notas e das médias é uma treta, uma cretinice pegada, porque em todas as escolas os bons têm boas notas e os maus não têm, as boas escolas estão em ambientes mais ou menos saudáveis do ponto de vista social, as más escolas estão onde a saúde social não existe ou é periclitante e mesmo nessas existem sempre casos fantásticos de sucesso.
O drama foi que as agressões aconteceram, na escola da elite destinada aos mais altos cargos, o que nos fará pensar sobre o tipo de energúmenos que estará ali. Pois apesar do aparato, dos desfiles de arma às costas e fardeta de soldadinho de chumbo, ali estão crianças e jovens exactamente iguais às crianças de qualquer parte de Portugal, por muito que os papás e se esforcem por ser da “elite” os fedelhos tramam tudo e mostram os reais borra-botas que são, podiam até ser da favela que não seriam piores nem melhores.
Resumindo, as agressões na dita escola, são condenáveis e alunos deveriam ser castigados, mas não mais nem menos que em todas as outras escolas onde isso acontece, por isso gostaria de ver os trauliteiros de esquerda a aparecer também nas outras escolas e a exigir processos disciplinares em todas as outras centenas de ocorrências semelhantes.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Porque cenas canalhas como essa são comuns, ora acontecerem num meio que tem por mania ser diferente, a coisa pia mais fino e tem logo direito a televisão, a comentadores “especializados” e a toda a panóplia de manifestações, opiniões e dichotes mais ou menos aparvoados.
Intrinsecamente ligado a isto está o tal “ranking”, inglesismo dispensável, das escolas, neste rol dos estabelecimentos de ensino ficamos a saber quais são os que tiveram melhores notas, ou antes ficamos a saber nada! Uma lista séria de escolas, com gradação de qualidade, seria aquela em que se discriminaria preto no branco quantos casos de violência, agressões e roubos ocorreram no local da escola e nas suas proximidades, onde constaria o estado das salas, a qualidade da escola, a suficiência e ou insuficiência dos fundos, o número e tipo de laboratórios, para ensino prático e as necessidades de equipamentos, onde se diria da quantidade, qualidade e formação do pessoal não docente, onde se exporia a qualidade, quantidade e formação do pessoal docente, onde se mostraria a existência de gabinetes de apoio psicológico e gabinetes de acompanhamento do aluno ajudando esse aluno a escolher antecipadamente o percurso académico mais adequado a cada caso, isto seria uma excelente base de escolha, porque meus caros, isto das notas e das médias é uma treta, uma cretinice pegada, porque em todas as escolas os bons têm boas notas e os maus não têm, as boas escolas estão em ambientes mais ou menos saudáveis do ponto de vista social, as más escolas estão onde a saúde social não existe ou é periclitante e mesmo nessas existem sempre casos fantásticos de sucesso.
O drama foi que as agressões aconteceram, na escola da elite destinada aos mais altos cargos, o que nos fará pensar sobre o tipo de energúmenos que estará ali. Pois apesar do aparato, dos desfiles de arma às costas e fardeta de soldadinho de chumbo, ali estão crianças e jovens exactamente iguais às crianças de qualquer parte de Portugal, por muito que os papás e se esforcem por ser da “elite” os fedelhos tramam tudo e mostram os reais borra-botas que são, podiam até ser da favela que não seriam piores nem melhores.
Resumindo, as agressões na dita escola, são condenáveis e alunos deveriam ser castigados, mas não mais nem menos que em todas as outras escolas onde isso acontece, por isso gostaria de ver os trauliteiros de esquerda a aparecer também nas outras escolas e a exigir processos disciplinares em todas as outras centenas de ocorrências semelhantes.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, outubro 23, 2009
Saramago e Margaça
Ainda não li livro “Caim” de José Saramago, mas vou ler, oportunamente, com a expectativa de encontrar uma obra de ficção, que me divertirá ou não. É como a Bíblia, a uns capítulos, acho-lhes piada outros nem por isso. A Bíblia é uma obra religiosa, para quem acredita, soprada pelo Divino, para mim um Ateu convicto, é apenas um livro de ficção com interesse devo confessar, com alguns poucos bons e excelentes exemplos, alguns com escrita agradável, outros, estopadas de morrer, onde alguma da mitologia humana se encontra relatada, onde parábolas e outras figuras de estilo concorrem para melhorar aquilo que não pode ser mudado, a condição humana.
Não percebo, este acesso de “talibanismo” retrógrado de algumas correntes “reaças” das elites religiosas. Traduzindo aquilo que Saramago disse, o homem apenas confirma que a Bíblia aproxima Deus do Homem, mostrando a sua condição, nesse sentido a Bíblia é verdadeiramente um código de pecados, uma tentativa de repor a virtude através de exemplos edificantes, será que Saramago ofendeu assim tanto a Santa Madre, creio que não, estes pruridos de “prima donna” não ficam bem a uma Igreja do Século XXI, mas os “talibãzinhos” que vegetam dentro dela, arreganharam as unharras e esgatanharam-se todos, prestes a derribar o frágil Saramago, mostrando que não estamos assim tão longe do Afeganistão.
Quanto às declarações de um senhor Eurodeputado, mandasse eu no partido que promoveu a sua eleição, e esse senhor seria evacuado para a metrópole por indecente e má figura, ficam mal tais arroubos de cretinice, a alguém com o cargo que desempenha, são infelizes e pouco inteligentes, aconselho o senhor deputado a pedir a nacionalidade Afegã ou Iraniana, sentir-se-ia muito melhor por lá .
Há efectivamente um sentido promocional nas palavras de Saramago, claro que há, mal ou bem é o mundo em que vivemos, as diferenças entre o Saramago e essa Margaça*, essa erva ruim que ainda domina alguns sectores das nossas religiões, fará com que se leiam muito mais “Cains” do que pastelanices Bíblicas, pena é que estes “Zelotas” não dirijam as suas raivas e forças contra os poderosos deste mundo que atrofiam com as suas politicas torpes de ganância a Humanidade, isso não, porque seria morder ao dono, porque como outras coisas a religião é também uma grande negociata.
*[Chamaemelum fuscatum] - Erva que dantes quando havia campo, invadia os campos por esta altura, apesar de ter uma flor bonita é uma praga.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Não percebo, este acesso de “talibanismo” retrógrado de algumas correntes “reaças” das elites religiosas. Traduzindo aquilo que Saramago disse, o homem apenas confirma que a Bíblia aproxima Deus do Homem, mostrando a sua condição, nesse sentido a Bíblia é verdadeiramente um código de pecados, uma tentativa de repor a virtude através de exemplos edificantes, será que Saramago ofendeu assim tanto a Santa Madre, creio que não, estes pruridos de “prima donna” não ficam bem a uma Igreja do Século XXI, mas os “talibãzinhos” que vegetam dentro dela, arreganharam as unharras e esgatanharam-se todos, prestes a derribar o frágil Saramago, mostrando que não estamos assim tão longe do Afeganistão.
Quanto às declarações de um senhor Eurodeputado, mandasse eu no partido que promoveu a sua eleição, e esse senhor seria evacuado para a metrópole por indecente e má figura, ficam mal tais arroubos de cretinice, a alguém com o cargo que desempenha, são infelizes e pouco inteligentes, aconselho o senhor deputado a pedir a nacionalidade Afegã ou Iraniana, sentir-se-ia muito melhor por lá .
Há efectivamente um sentido promocional nas palavras de Saramago, claro que há, mal ou bem é o mundo em que vivemos, as diferenças entre o Saramago e essa Margaça*, essa erva ruim que ainda domina alguns sectores das nossas religiões, fará com que se leiam muito mais “Cains” do que pastelanices Bíblicas, pena é que estes “Zelotas” não dirijam as suas raivas e forças contra os poderosos deste mundo que atrofiam com as suas politicas torpes de ganância a Humanidade, isso não, porque seria morder ao dono, porque como outras coisas a religião é também uma grande negociata.
*[Chamaemelum fuscatum] - Erva que dantes quando havia campo, invadia os campos por esta altura, apesar de ter uma flor bonita é uma praga.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, outubro 22, 2009
A Teia de Aranha!
O recente Relatório Complementar (2 de Outubro de 2009) que complementa o Relatório final "A Justiça Penal. Uma Reforma em avaliação" (10 de Julho de 2009), apresentado pelo Observatório Permanente da Justiça Portuguesa, vem trazer a lume um quadro triste, mais uma vez, da Justiça Portuguesa. Entre outras muitas críticas, diz o relatório que a Justiça por cá não consegue enjaular o colarinho branco.
A esse propósito registe-se uma historieta, passada há dois mil e quinhentos anos, uma ocasião, alguém perguntou ao famoso legislador de Atenas, Sólon, que serviços prestam as leis.
Sólon, considerado um dos pais da [Demo] [Kracia] grega, respondeu:
-Para apanhar os pequenos delinquentes.
-Só para isso? Questionou novamente o seu interlocutor, reforçando a questão com a dúvida sobre o que fazer com os grandes criminosos. Calmo, Sólon prestes lhe respondeu nestes termos.
- Meu caro amigo, a Lei é como uma teia de aranha. As moscas pequenas, ficam presas nela, mas as moscas maiores rompem a teia e escapam facilmente.
Esta historieta, poderia ser escrita hoje sobre a Justiça, de Portugal, sobre o miserável estado da Justiça de Portugal, tão miserável, que serve apenas para engaiolar miseráveis, pelo mínimo tempo possível, para que possam voltar às ruas e continuar as suas miseráveis existências levando a miséria a outros que não são tidos nem achados no problema, continuando a alimentar a farsa que é a Justiça e todas as personagens que enchem o traseiro à conta dessa mesma Justiça.
É a Justiça do crimezeco, a Justiça do infeliz pilha galinhas, do pequeno traficante, do “agarrado” apanhado com mais uma grama do que o permitido, do ladrão homicida que apanha vinte anos, para ao fim de dez estar de novo cá fora, é a Justiça do menor que por lhe darem essa benesse atropela tudo, rouba e mata sem punição, é a Justiça do pedófilo que é condenado e cumpre um ou dois anos, é a Justiça dos vários políticos condenados, sempre a pena suspensa, que continuam a ser eleitos, é a Justiça que merecemos.
É sobretudo uma FARSA, onde os vários actores, tugem pouco e mugem ainda menos, não vá dar-se o caso de alguém efectivamente querer fazer alguma coisa e estragar o arranjinho, porque se pensarmos bem, já viram a quantidade de camaradas que enchem a mula à conta disto a que chamamos Justiça, Juízes e as suas muitas mordomias, Procuradores disto e daquilo, Advogados, Médicos de várias especialidades, Programas de reabilitação ou não, Subsídiocratas vários e uma infinidade de especialistas especializados especiais, especialmente capacitados para complicar o caminho que conduz a uma verdadeira Justiça.
Deixo de fora os polícias, porque a meu ver mal ou bem, são os Quixotes desta história, com tudo o que se lhes possa apontar de mau e de bom, são o fim da cadeia, estão ao mesmo nível que os outros a quem perseguem, porque a monstruosa máquina Judicial, tritura uns e outros, policias e ladrões, são os elementos dispensáveis deste negócio e cujas acções justificam a existência de todas as outras sanguessugas.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
A esse propósito registe-se uma historieta, passada há dois mil e quinhentos anos, uma ocasião, alguém perguntou ao famoso legislador de Atenas, Sólon, que serviços prestam as leis.
Sólon, considerado um dos pais da [Demo] [Kracia] grega, respondeu:
-Para apanhar os pequenos delinquentes.
-Só para isso? Questionou novamente o seu interlocutor, reforçando a questão com a dúvida sobre o que fazer com os grandes criminosos. Calmo, Sólon prestes lhe respondeu nestes termos.
- Meu caro amigo, a Lei é como uma teia de aranha. As moscas pequenas, ficam presas nela, mas as moscas maiores rompem a teia e escapam facilmente.
Esta historieta, poderia ser escrita hoje sobre a Justiça, de Portugal, sobre o miserável estado da Justiça de Portugal, tão miserável, que serve apenas para engaiolar miseráveis, pelo mínimo tempo possível, para que possam voltar às ruas e continuar as suas miseráveis existências levando a miséria a outros que não são tidos nem achados no problema, continuando a alimentar a farsa que é a Justiça e todas as personagens que enchem o traseiro à conta dessa mesma Justiça.
É a Justiça do crimezeco, a Justiça do infeliz pilha galinhas, do pequeno traficante, do “agarrado” apanhado com mais uma grama do que o permitido, do ladrão homicida que apanha vinte anos, para ao fim de dez estar de novo cá fora, é a Justiça do menor que por lhe darem essa benesse atropela tudo, rouba e mata sem punição, é a Justiça do pedófilo que é condenado e cumpre um ou dois anos, é a Justiça dos vários políticos condenados, sempre a pena suspensa, que continuam a ser eleitos, é a Justiça que merecemos.
É sobretudo uma FARSA, onde os vários actores, tugem pouco e mugem ainda menos, não vá dar-se o caso de alguém efectivamente querer fazer alguma coisa e estragar o arranjinho, porque se pensarmos bem, já viram a quantidade de camaradas que enchem a mula à conta disto a que chamamos Justiça, Juízes e as suas muitas mordomias, Procuradores disto e daquilo, Advogados, Médicos de várias especialidades, Programas de reabilitação ou não, Subsídiocratas vários e uma infinidade de especialistas especializados especiais, especialmente capacitados para complicar o caminho que conduz a uma verdadeira Justiça.
Deixo de fora os polícias, porque a meu ver mal ou bem, são os Quixotes desta história, com tudo o que se lhes possa apontar de mau e de bom, são o fim da cadeia, estão ao mesmo nível que os outros a quem perseguem, porque a monstruosa máquina Judicial, tritura uns e outros, policias e ladrões, são os elementos dispensáveis deste negócio e cujas acções justificam a existência de todas as outras sanguessugas.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, outubro 20, 2009
Sempre a meter água!
Segundo o senhor Almirante Melo Gomes, o actual CEMA, (Chefe do Estado Maior da Armada), os «dois» submarinos que servirão as cores lusas são imprescindíveis!
Assente neste dogma do senhor Almirante, é de crer que os «dois» submarinos portugueses sejam realmente a salvação da pátria. Mesmo alguém leigo nesta matéria ficará desconfiado, com a real capacidade deste tipo de sistema de armas, não pela efectividade do mesmo mas antes pela quantidade desses sistemas de armas, se bem que a efectividade também possa ser questionada.
Assim, basta ver os cânones mais recentes da guerra submarina para perceber que, assim não vamos lá. Estarão por ventura à espera que um submarino torpedeie uma lancha rápida, cheia de droga a caminho de uma qualquer praia deserta, pois eu também não, especialmente ao preço a que os torpedos andam, se bem que com as promoções, talvez se arranje um desconto.
Fará o submarino serviço de patrulha a arrastões espanhóis que nos espoliam do peixe todo, sem que nada lhes aconteça, duvido seriamente, os submarinistas consideram-se uma elite e não os estou a ver de bom grado a fazer trabalho de Cabo Manobra, servem para quê então os «dois» submarinos.
Essencialmente para engrandecer o ego das patentes da Armada, para engrossar o orçamento da mesma e para passeatas mais ou menos dispendiosas.
No quadro da NATO, os nossos «dois» submarinos representam menos de 0,01% da força disponível, para citar só três exemplos a França possui 9 submarinos nucleares, 3 com mísseis e 6 de ataque, estando em curso o processo de renovamento da sua frota de SNA (Submarino Nuclear de Ataque), a Royal Navy da Grã-bretanha, possui 4 submarinos balísticos nucleares e outros 9 de ataque também nucleares, aqui os nossos vizinhos tem 4, o que significa que os «dois» submarinos portugueses, não significam mesmo nada no quadro NATO, sendo portanto uma inverdade que são necessários para cumprir compromissos NATO. Resta dizer que os «dois» sumarinos portugueses comparados com os dos exemplos citados são uma espécie de carro de bois no meio de Ferraris.
Então para que servem os «dois» submarinos»? Para nada! Para gastar dinheiro, para alguns poucos ganharem muito dinheiro, para as falcatruas já conhecidas e pouco mais. Teimamos em querer presumir riqueza quando somos um país de gatos-pingados sem cabedais para mandar cantar um cego, insistimos em desbaratar os dinheiros públicos em idiotices imbecilóides, em quimeras, vem de longe este gosto pelo absurdo, conquistas do norte de África, como disse Fernão Lopes, sorvedoiro de “gentes e cabedais”, guerra colonial, estádios de futebol, enfim é enorme a lista, de tropelias imbecis realizadas a estipêndio dos cabedais do erário público, as mais das vezes sem qualquer préstimo para o país e para aos desgraçados que pagam isto tudo.
Senhor Almirante, Portugal necessitam tanto de submarinos, como vossa excelência terá precisão de um furúnculo no traseiro!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Assente neste dogma do senhor Almirante, é de crer que os «dois» submarinos portugueses sejam realmente a salvação da pátria. Mesmo alguém leigo nesta matéria ficará desconfiado, com a real capacidade deste tipo de sistema de armas, não pela efectividade do mesmo mas antes pela quantidade desses sistemas de armas, se bem que a efectividade também possa ser questionada.
Assim, basta ver os cânones mais recentes da guerra submarina para perceber que, assim não vamos lá. Estarão por ventura à espera que um submarino torpedeie uma lancha rápida, cheia de droga a caminho de uma qualquer praia deserta, pois eu também não, especialmente ao preço a que os torpedos andam, se bem que com as promoções, talvez se arranje um desconto.
Fará o submarino serviço de patrulha a arrastões espanhóis que nos espoliam do peixe todo, sem que nada lhes aconteça, duvido seriamente, os submarinistas consideram-se uma elite e não os estou a ver de bom grado a fazer trabalho de Cabo Manobra, servem para quê então os «dois» submarinos.
Essencialmente para engrandecer o ego das patentes da Armada, para engrossar o orçamento da mesma e para passeatas mais ou menos dispendiosas.
No quadro da NATO, os nossos «dois» submarinos representam menos de 0,01% da força disponível, para citar só três exemplos a França possui 9 submarinos nucleares, 3 com mísseis e 6 de ataque, estando em curso o processo de renovamento da sua frota de SNA (Submarino Nuclear de Ataque), a Royal Navy da Grã-bretanha, possui 4 submarinos balísticos nucleares e outros 9 de ataque também nucleares, aqui os nossos vizinhos tem 4, o que significa que os «dois» submarinos portugueses, não significam mesmo nada no quadro NATO, sendo portanto uma inverdade que são necessários para cumprir compromissos NATO. Resta dizer que os «dois» sumarinos portugueses comparados com os dos exemplos citados são uma espécie de carro de bois no meio de Ferraris.
Então para que servem os «dois» submarinos»? Para nada! Para gastar dinheiro, para alguns poucos ganharem muito dinheiro, para as falcatruas já conhecidas e pouco mais. Teimamos em querer presumir riqueza quando somos um país de gatos-pingados sem cabedais para mandar cantar um cego, insistimos em desbaratar os dinheiros públicos em idiotices imbecilóides, em quimeras, vem de longe este gosto pelo absurdo, conquistas do norte de África, como disse Fernão Lopes, sorvedoiro de “gentes e cabedais”, guerra colonial, estádios de futebol, enfim é enorme a lista, de tropelias imbecis realizadas a estipêndio dos cabedais do erário público, as mais das vezes sem qualquer préstimo para o país e para aos desgraçados que pagam isto tudo.
Senhor Almirante, Portugal necessitam tanto de submarinos, como vossa excelência terá precisão de um furúnculo no traseiro!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, outubro 19, 2009
Grande MERDA!
Começar à segunda-feira com uma croniqueta com este título, é sinónimo de uma real gana de mandar isto tudo às malvas, o título não é o insulto vernáculo, onde usualmente mandamos alguém, é antes o acrónimo da expressão que traduz aquilo que realmente somos, Medíocres Energúmenos Ridículos Demagogos e Analfabetos, ou seja somos uma grande MERDA.
Na sexta-feira passada a TVI, passou uma excelente reportagem, do jornalista Rui Araújo, sobre uma realidade por muitos conhecida, por ainda mais denunciada, a qual, como muitas outras situações, acontece cairem as denuncias, apelos e reclamações em saco roto, morrendo, como já é hábito por cá, sem parceiro a culpa .
A excelente reportagem versa sobre os aterros ilegais, espalhados por esse país fora que transformam esta terra numa MERDA, cheios de compostos químicos que provocam cianose, mutações genéticas, alteração do sistema reprodutor dos seres vivos, malformações graves, cancro e morte.
Que nós enquanto sociedade somo uma digníssima vara de porcos imundos, acho que está à vista de todos, trinta anos de campanhas de sensibilização, deram muito pouco ou quase nenhum resultado, aqui em Almeirim por exemplo, apesar de a edilidade desenvolver um bom trabalho nesta área os porcos munícipes, degradam qualquer esforço com a sua indigna prestação, os mais novos então são de bradar aos céus, supostamente os fedelhos são o futuro, belo e porcino futuro se augura, e esta terra não deverá ser diferente das demais, no aspecto porco dos seus habitantes.
Mas voltando à reportagem, os perigos destes resíduos, são de tal ordem que podem já estar comprometidas as reservas de água de aquíferos subterrâneos, bem como locais que são parques naturais, a bem dizer a biodiversidade deste país cada vez se resume mais aos vários tipos de MERDA, que encontramos por cá.
Governantes de MERDA, políticos de MERDA, autarcas de MERDA, empresários de MERDA e cidadãos de MERDA, esse parece ser o denominador comum desta situação, somos uma grande MERDA. Porque este é um bloguelho sem importância, não sendo do calibre da erudição, dos grandes blogues de MERDA deste nosso Porcogal, pode este pobre escriba, ter a veleidade de escrever assim, noutros ficaria mal, cair-lhes-iam os pergaminhos ao chão, outros preferem a singeleza puritana do palavreado dos paninhos quentes e das desculpas de MERDA, desculpas de quem nunca fez nada, excepto cagar postas de pescada acerca de tudo.
Esta reportagem é um hino à essência do ser Português, do ser merdoso, da inqualificável ganância e estupidez que transforma este país numa cloaca infecta, aqui somos todos culpados, uns por acção, outros por omissão, por desleixo, incúria ou simples estupidez endémica e crónica, o país do TGV e da banda larga, não passa de uma MERDA e não passará muito tempo que atolados na nossa própria MERDA, nos afoguemos soçobrando como sociedade e como cultura. Belo fim para esta MERDA!
*podem ler e ver a reportagem de Rui Araújo aqui!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Na sexta-feira passada a TVI, passou uma excelente reportagem, do jornalista Rui Araújo, sobre uma realidade por muitos conhecida, por ainda mais denunciada, a qual, como muitas outras situações, acontece cairem as denuncias, apelos e reclamações em saco roto, morrendo, como já é hábito por cá, sem parceiro a culpa .
A excelente reportagem versa sobre os aterros ilegais, espalhados por esse país fora que transformam esta terra numa MERDA, cheios de compostos químicos que provocam cianose, mutações genéticas, alteração do sistema reprodutor dos seres vivos, malformações graves, cancro e morte.
Que nós enquanto sociedade somo uma digníssima vara de porcos imundos, acho que está à vista de todos, trinta anos de campanhas de sensibilização, deram muito pouco ou quase nenhum resultado, aqui em Almeirim por exemplo, apesar de a edilidade desenvolver um bom trabalho nesta área os porcos munícipes, degradam qualquer esforço com a sua indigna prestação, os mais novos então são de bradar aos céus, supostamente os fedelhos são o futuro, belo e porcino futuro se augura, e esta terra não deverá ser diferente das demais, no aspecto porco dos seus habitantes.
Mas voltando à reportagem, os perigos destes resíduos, são de tal ordem que podem já estar comprometidas as reservas de água de aquíferos subterrâneos, bem como locais que são parques naturais, a bem dizer a biodiversidade deste país cada vez se resume mais aos vários tipos de MERDA, que encontramos por cá.
Governantes de MERDA, políticos de MERDA, autarcas de MERDA, empresários de MERDA e cidadãos de MERDA, esse parece ser o denominador comum desta situação, somos uma grande MERDA. Porque este é um bloguelho sem importância, não sendo do calibre da erudição, dos grandes blogues de MERDA deste nosso Porcogal, pode este pobre escriba, ter a veleidade de escrever assim, noutros ficaria mal, cair-lhes-iam os pergaminhos ao chão, outros preferem a singeleza puritana do palavreado dos paninhos quentes e das desculpas de MERDA, desculpas de quem nunca fez nada, excepto cagar postas de pescada acerca de tudo.
Esta reportagem é um hino à essência do ser Português, do ser merdoso, da inqualificável ganância e estupidez que transforma este país numa cloaca infecta, aqui somos todos culpados, uns por acção, outros por omissão, por desleixo, incúria ou simples estupidez endémica e crónica, o país do TGV e da banda larga, não passa de uma MERDA e não passará muito tempo que atolados na nossa própria MERDA, nos afoguemos soçobrando como sociedade e como cultura. Belo fim para esta MERDA!
*podem ler e ver a reportagem de Rui Araújo aqui!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, outubro 15, 2009
Transplantes Pulmonares a atroz realidade!
Portugal é um daqueles países, que só o é, por mero acaso da história. Porque isto tem tudo para não ser coisa nenhuma, os episódios Kafkianos, a que assistimos nesta gaiola de malucas, bradam aos céus. O caso da «burrocracia» que entreva os transplantes pulmonares é um exemplo atroz de como a inépcia, a incúria e a incompetência campeiam a seu bel-prazer nos corredores esconsos de um suposto país desenvolvido, que disso tem muito pouco.
Este caso é um paradigma, da fantástica teia de cretinice que envolve Portugal, onde uns se escudam nos outros e os que precisam estão sempre completa e irremediavelmente tramados. Ontem fiquei a saber que existe uma unidade de transplantes pulmonares em Coimbra, existe só no papel.
A fazer fé naquilo que ouvi, a tal unidade de transplante, só verá a luz do dia quando a lista de espera para transplante chegar a um determinado número de doentes a necessitar desse tipo de intervenção, ora é certo e sabido que este tipo de transplantes enfrenta um processo muito moroso, onde os doentes precisam de órgãos que sejam não só compatíveis em termos de tipo de sangue, para evitar ainda assim possíveis rejeições, mas também adequados à estrutura física de quem os recebe, é um lento e desesperante processo, que culmina, infelizmente, com a morte de muitos doentes, porque o processo de degradação pulmonar é inexorável, não se compadecendo com burocracias estúpidas, como por cá parece ser a ordem do dia.
O caso relatado é o de uma rapariga de 22 anos, que foi inscrita nessa famosa unidade existente alegadamente em Coimbra, que não pode ir para a unidade de transplantes pulmonares de Santa Marta, porque o protocolo não permite, também não pode ir para a Corunha, onde têm sido transplantados com sucesso bastantes doentes, porque o tal protocolo também impede.
Não existe nenhuma razão lógica e objectiva para que esta pobre moça, não possa ser operada em qualquer lugar do mundo, que lhe permitisse salvar a vida, as únicas razões invocadas, são razões mesquinhas, imbecis e corporativistas de classe e de um Estado cretino dominado por gentinha medíocre e estúpida. Afinal tantos impostos, tantas taxas, tanto choque fiscal, tanta palhaçada para quê?
Visitem este excelente blog, para conhecerem mais sobre esta realidade completamente absurda deste país de mentecaptos e imbecis, onde o absurdo, a vigarice e a falta de inteligência se sobrepõem aos mais elementares direitos do pobre cidadão que teve a infelicidade de cair neste pardieiro. Estou mesmo chateado, esta questão deixou-me de tripas às avessas, que cambada! Que Corja!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Este caso é um paradigma, da fantástica teia de cretinice que envolve Portugal, onde uns se escudam nos outros e os que precisam estão sempre completa e irremediavelmente tramados. Ontem fiquei a saber que existe uma unidade de transplantes pulmonares em Coimbra, existe só no papel.
A fazer fé naquilo que ouvi, a tal unidade de transplante, só verá a luz do dia quando a lista de espera para transplante chegar a um determinado número de doentes a necessitar desse tipo de intervenção, ora é certo e sabido que este tipo de transplantes enfrenta um processo muito moroso, onde os doentes precisam de órgãos que sejam não só compatíveis em termos de tipo de sangue, para evitar ainda assim possíveis rejeições, mas também adequados à estrutura física de quem os recebe, é um lento e desesperante processo, que culmina, infelizmente, com a morte de muitos doentes, porque o processo de degradação pulmonar é inexorável, não se compadecendo com burocracias estúpidas, como por cá parece ser a ordem do dia.
O caso relatado é o de uma rapariga de 22 anos, que foi inscrita nessa famosa unidade existente alegadamente em Coimbra, que não pode ir para a unidade de transplantes pulmonares de Santa Marta, porque o protocolo não permite, também não pode ir para a Corunha, onde têm sido transplantados com sucesso bastantes doentes, porque o tal protocolo também impede.
Não existe nenhuma razão lógica e objectiva para que esta pobre moça, não possa ser operada em qualquer lugar do mundo, que lhe permitisse salvar a vida, as únicas razões invocadas, são razões mesquinhas, imbecis e corporativistas de classe e de um Estado cretino dominado por gentinha medíocre e estúpida. Afinal tantos impostos, tantas taxas, tanto choque fiscal, tanta palhaçada para quê?
Visitem este excelente blog, para conhecerem mais sobre esta realidade completamente absurda deste país de mentecaptos e imbecis, onde o absurdo, a vigarice e a falta de inteligência se sobrepõem aos mais elementares direitos do pobre cidadão que teve a infelicidade de cair neste pardieiro. Estou mesmo chateado, esta questão deixou-me de tripas às avessas, que cambada! Que Corja!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, outubro 14, 2009
Gaija esquêsita!
Cara Maitê, que raio de nome esquisito, obrigado por mostrar ao Brasil que nós somos gajos esquisitos! É uma realidade, não me choca, eu próprio sou Português e entendo-a perfeitamente. Alias basta ver o produto das nossas tropelias coloniais, Brasil, Angola, Moçambique e Guiné, para realmente perceber que somos mesmo esquisitos.
A caricatura que faz de Portugal é aceitável, aquela rábula do técnico de informática é excelente, peca só porque o utilizador ou seja a cara Maitê, também parece ser muito pouco dotada para a informática, o computador parece estar para si como a albarda para o asno, mas enfim a iliteracia informática atinge transversalmente o mundo, desde o esquisito portuga à brazuca alegadamente actriz.
Também não me chocou a sua ignorância e a sua propensão para a asneira, afinal a cara Maitê, vem de um pais cujo o lema é “Ordem e Progresso”, espero que a ordem e o progresso sejam mesmo bons porque a julgar por si a cultura deixa muito a desejar e se a cara Maitê representa uma certa elite viajada e bafejada pela sorte de poder sair daí, tendo portanto um padrão cultural acima da média, imagino o que não será o padrão cultural do cidadão normal do Brasil!
Em relação aos pastéis de Belém e à historieta das claras, usadas como goma, não percebo a piada, nem o tom jocoso que dá aquilo, esse facto é só por si revelador mais uma vez de uma atroz ignorância, mas eu entendo, muito novela deve fazer isso atrofia as meninges, estupidifica! Aconselho-a a dedicar mais tempo a Machado Assis ou Gonçalves Dias, são bons autores Brasileiros, lembrei-me destes porque são dos meus preferidos, um conselho cara Maitê, leia mais literatura e menos guiões de novelas.
Falou de Salazar e curiosamente mais uma vez, “meteu a pata na poça” como soi dizer por cá. Deveria ter visto melhor como decorreu o concurso de eleição da personagem, perceberia que a sua eleição foi mais um gozar com a parolice do que um desejo secreto pelo regresso do ditadorzeco. Fez bem em aludir ao tema, mas faria melhor documentar-se primeiro, fica-lhe mal, afinal a cara Maitê é alegadamente uma actriz famosa, senhora de uma refinada cultura, da qual infelizmente durante o seu vídeo não se vislumbra sequer a sombra, estou certo que a digna senhora será com certeza possuidora de uma portentosa cultura, mas parece que a deixou na fronteira!
O falar de Vasco da Gama e de Camões como se fossem jogadores do Atlético Mineiro, é triste, mas compreensível, afinal, como anteriormente já tinha demonstrado, a cara Maitê, tem um défice cultural pavoroso que a coloca ao nível da indigência intelectual, por outras palavras a cara Maitê é de uma confrangedora pobreza franciscana cultural.
Achei piada à sua tentativa de falar com sotaque português, foi a parte mais hilariante da coisa, porque é engraçado ouvirmos alguém nos imitando, em especial os brasileiros, parece que falam com algo espetado no rabo, tem piada, claro que é esquisito mas tem piada, por isso obrigado, gostei.
Só me chateou aquela coisa da cuspidela, então uma pessoa tão culta, tão iluminada, tão à frente, vem aqui, salvar os pagãos, ilumina-los com a sua superior cultura e faz uma vergonhosa mostra de tão baixo nível, a cara Maitê perdoar-me-á mas como se diz por cá fez “figura de ursa”, sublimou o paradigma da “loira burra”.
Foi pena, porque até tinha conseguido dar um ar de graça com aquilo do número três ao contrário, achei que iria fazer algo com piada, em que nós nos pudéssemos rir de nós mesmos e das nossas esquisitices, afinal não, a cara Maitê, preferiu ser pior, mais boçal e mais ridícula do que aquilo que pretendeu criticar, estimo-lhe as melhoras, aproveite para ler, para se cultivar, para aprender a fazer humor, olhe veja os programas do Jô, perceba como se pode fazer humor inteligente, perceba como contar anedotas de portugueses, de uma maneira tão simples e inteligente que mesmo o patrioteiro mais empedernido não deixa de rir, essa é a diferença entre ser inteligente e culto e ser Maitê.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
A caricatura que faz de Portugal é aceitável, aquela rábula do técnico de informática é excelente, peca só porque o utilizador ou seja a cara Maitê, também parece ser muito pouco dotada para a informática, o computador parece estar para si como a albarda para o asno, mas enfim a iliteracia informática atinge transversalmente o mundo, desde o esquisito portuga à brazuca alegadamente actriz.
Também não me chocou a sua ignorância e a sua propensão para a asneira, afinal a cara Maitê, vem de um pais cujo o lema é “Ordem e Progresso”, espero que a ordem e o progresso sejam mesmo bons porque a julgar por si a cultura deixa muito a desejar e se a cara Maitê representa uma certa elite viajada e bafejada pela sorte de poder sair daí, tendo portanto um padrão cultural acima da média, imagino o que não será o padrão cultural do cidadão normal do Brasil!
Em relação aos pastéis de Belém e à historieta das claras, usadas como goma, não percebo a piada, nem o tom jocoso que dá aquilo, esse facto é só por si revelador mais uma vez de uma atroz ignorância, mas eu entendo, muito novela deve fazer isso atrofia as meninges, estupidifica! Aconselho-a a dedicar mais tempo a Machado Assis ou Gonçalves Dias, são bons autores Brasileiros, lembrei-me destes porque são dos meus preferidos, um conselho cara Maitê, leia mais literatura e menos guiões de novelas.
Falou de Salazar e curiosamente mais uma vez, “meteu a pata na poça” como soi dizer por cá. Deveria ter visto melhor como decorreu o concurso de eleição da personagem, perceberia que a sua eleição foi mais um gozar com a parolice do que um desejo secreto pelo regresso do ditadorzeco. Fez bem em aludir ao tema, mas faria melhor documentar-se primeiro, fica-lhe mal, afinal a cara Maitê é alegadamente uma actriz famosa, senhora de uma refinada cultura, da qual infelizmente durante o seu vídeo não se vislumbra sequer a sombra, estou certo que a digna senhora será com certeza possuidora de uma portentosa cultura, mas parece que a deixou na fronteira!
O falar de Vasco da Gama e de Camões como se fossem jogadores do Atlético Mineiro, é triste, mas compreensível, afinal, como anteriormente já tinha demonstrado, a cara Maitê, tem um défice cultural pavoroso que a coloca ao nível da indigência intelectual, por outras palavras a cara Maitê é de uma confrangedora pobreza franciscana cultural.
Achei piada à sua tentativa de falar com sotaque português, foi a parte mais hilariante da coisa, porque é engraçado ouvirmos alguém nos imitando, em especial os brasileiros, parece que falam com algo espetado no rabo, tem piada, claro que é esquisito mas tem piada, por isso obrigado, gostei.
Só me chateou aquela coisa da cuspidela, então uma pessoa tão culta, tão iluminada, tão à frente, vem aqui, salvar os pagãos, ilumina-los com a sua superior cultura e faz uma vergonhosa mostra de tão baixo nível, a cara Maitê perdoar-me-á mas como se diz por cá fez “figura de ursa”, sublimou o paradigma da “loira burra”.
Foi pena, porque até tinha conseguido dar um ar de graça com aquilo do número três ao contrário, achei que iria fazer algo com piada, em que nós nos pudéssemos rir de nós mesmos e das nossas esquisitices, afinal não, a cara Maitê, preferiu ser pior, mais boçal e mais ridícula do que aquilo que pretendeu criticar, estimo-lhe as melhoras, aproveite para ler, para se cultivar, para aprender a fazer humor, olhe veja os programas do Jô, perceba como se pode fazer humor inteligente, perceba como contar anedotas de portugueses, de uma maneira tão simples e inteligente que mesmo o patrioteiro mais empedernido não deixa de rir, essa é a diferença entre ser inteligente e culto e ser Maitê.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, outubro 12, 2009
Obama o Pacificador
Não me espantou o Nobel dado a Obama! Já há muito que a atribuição dessa distinção sofre de uma síndrome de “inesplicabilite dementis”, sendo por vezes muito complicado perscrutar qual a real intenção por detrás dessas nomeações ou quais os critérios de atribuição, assim se explica o Nobel atribuído ao Presidente Theodore Roosevelt em 1906, o rapaz que dizia que a diplomacia se deve fazer conversando mas com um cacetete na mão. Ou o que dizer da atribuição do galardão em 1973 a Henry A. Kissinger, a eminência parda dos velhos EUA, o homem por detrás das opções políticas e das intervenções no estrangeiro desde os tempos do Presidente Eisenhower, bem como de muitas operações sujas da CIA, durante as décadas de 50, 60, 70, estendo a sua influência até aos anos 80 e 90 enquanto Conselheiro de Reagan e Bush pai.
Muitos outros nomes suscitam, senão desconfiança, pelo menos um ligeiro sorriso sardónico, Mohamed Anwar Al-Sadat e Menachem Begin, Lech Wałęsa, Mikhail Gorbachev, Yasser Arafat e José Ramos Horta, culminando agora com Barack Obama.
O Nobel da Paz é sobretudo um prémio político e politicamente correcto que segue o “mainstream” mundial, segue a corrente popular da altura e pouco mais, claro que é uma distinção prestigiada, mas é apenas isso, nada mais se poderá inferir sobre ela, apenas que procura o apaziguamento, infelizmente o mundo já não vai lá com palavras doces, creio até que caminhamos como em 1800 com Napoleão, em 1914 com o Kayser Guilherme ou em 1933 com o Führer Adolfo, para uma nova época de cachaporrada de três em pipa! Pode bem ser que me engane. Oxalá!
Se Obama merece ou não o Nobel da Paz, é uma questão pouco importante, nada é nunca consensual, as mais das vezes o consenso atinge-se meramente por conveniências de ordem variada. O homem ganhou, exulte-se a ocorrência como mais um “fait diver” do nosso mundo trivial, onde cada vez mais a essência da realidade é plasmada pela obscura mas luminosa magnificência da demagogia imposta pela comunicação social, onde os holofotes e as imbecilidades desviam o olhar das realidades cada vez mais atrozes.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Muitos outros nomes suscitam, senão desconfiança, pelo menos um ligeiro sorriso sardónico, Mohamed Anwar Al-Sadat e Menachem Begin, Lech Wałęsa, Mikhail Gorbachev, Yasser Arafat e José Ramos Horta, culminando agora com Barack Obama.
O Nobel da Paz é sobretudo um prémio político e politicamente correcto que segue o “mainstream” mundial, segue a corrente popular da altura e pouco mais, claro que é uma distinção prestigiada, mas é apenas isso, nada mais se poderá inferir sobre ela, apenas que procura o apaziguamento, infelizmente o mundo já não vai lá com palavras doces, creio até que caminhamos como em 1800 com Napoleão, em 1914 com o Kayser Guilherme ou em 1933 com o Führer Adolfo, para uma nova época de cachaporrada de três em pipa! Pode bem ser que me engane. Oxalá!
Se Obama merece ou não o Nobel da Paz, é uma questão pouco importante, nada é nunca consensual, as mais das vezes o consenso atinge-se meramente por conveniências de ordem variada. O homem ganhou, exulte-se a ocorrência como mais um “fait diver” do nosso mundo trivial, onde cada vez mais a essência da realidade é plasmada pela obscura mas luminosa magnificência da demagogia imposta pela comunicação social, onde os holofotes e as imbecilidades desviam o olhar das realidades cada vez mais atrozes.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, outubro 08, 2009
Aprendam a Ler!
As Autárquicas ainda não acabaram e confesso que estou farto! Num anterior post, referi o facto de a minha caixa de correio ter um autocolante que solicita o favor de não colocar publicidade, propaganda e outro lixo não endereçado na pequena ranhura postal. Creio ser um direito que me assiste, só ver enfiado na minha caixa de correio o que eu quero, afinal quem está a pagar aquilo sou eu.
Irrita-me até ao tutano, que a cegueira desenfreada da partidarite, obstipe as meninges e o refluxo intestinal suba ainda à cabeça, de muito cavalheiro e dama, que parecem sofrer ou de miopia ou de analfabetismo. Apelo ao líderes dos partidos que promovam campanhas de alfabetização e rastreios oftalmológicos juntos das concelhias dos seus partidos, a bem do são e cordial entendimento e respeito que devem aos cidadãos que lhes pagam os ordenados quando eleitos para fazerem aquilo que já sabemos.
Será assim tão complicado perceber o que quer dizer “Publicidade Não Endereçada! Aqui Não! Obrigado! Será que gente tão iluminada e contestatária e revolucionária e tudo o mais acabado nos sufixos [ária], não entende frases simples em Português.
Pois parece que não! CDU, CDS e PSD parecem não ter no meu Concelho pessoas que saibam ler Português simples, faz lembrar o anúncio em que o chimpanzé, separava o lixo em segundos e os inteligentes humanos é o que se vê.
Eu percebo que queiram veicular as vossas mensagens, gastas e estafadas, eu entendo que achem, que é licito esperar que esta seja a vossa vez de ter poleiro, de ganhar uns anitos para a reforma, de ter gabinetes e tudo o mais, mas eu já dei para esse peditório, alias dou todos os meses. Mas hão-de convir que a procederem assim já dão um excelente exemplo, um convidativo exemplo para que se vote em qualquer coisa ou alguém excepto em vossas excelências.
A bem da verdade se diga que outras duas forças políticas, também concorrentes no acto eleitoral em curso ou falharam aquela rua ou então possuem entre os seus elementos, pessoas que sabem ler, o que é óptimo. Se falharam a rua ainda bem, se foi intencional, parabéns, o respeito pelo cidadão começa por actos simples como este, aos já citados prevaricadores, afianço que só por portuguesismo crónico é que não me darei ao trabalho de apresentar queixa, coisa que nem sei se posso fazer, que sei não servir para nada, mas mesmo que possa não o farei, gostaria era de ver nesta gente, o respeito que tanto alarde faz em dizer que possuem, o que claramente está à vista não ser de todo verdadeiro.
Deixo-vos um conselho, APRENDAM A LER! E respeitem as pessoas.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Irrita-me até ao tutano, que a cegueira desenfreada da partidarite, obstipe as meninges e o refluxo intestinal suba ainda à cabeça, de muito cavalheiro e dama, que parecem sofrer ou de miopia ou de analfabetismo. Apelo ao líderes dos partidos que promovam campanhas de alfabetização e rastreios oftalmológicos juntos das concelhias dos seus partidos, a bem do são e cordial entendimento e respeito que devem aos cidadãos que lhes pagam os ordenados quando eleitos para fazerem aquilo que já sabemos.
Será assim tão complicado perceber o que quer dizer “Publicidade Não Endereçada! Aqui Não! Obrigado! Será que gente tão iluminada e contestatária e revolucionária e tudo o mais acabado nos sufixos [ária], não entende frases simples em Português.
Pois parece que não! CDU, CDS e PSD parecem não ter no meu Concelho pessoas que saibam ler Português simples, faz lembrar o anúncio em que o chimpanzé, separava o lixo em segundos e os inteligentes humanos é o que se vê.
Eu percebo que queiram veicular as vossas mensagens, gastas e estafadas, eu entendo que achem, que é licito esperar que esta seja a vossa vez de ter poleiro, de ganhar uns anitos para a reforma, de ter gabinetes e tudo o mais, mas eu já dei para esse peditório, alias dou todos os meses. Mas hão-de convir que a procederem assim já dão um excelente exemplo, um convidativo exemplo para que se vote em qualquer coisa ou alguém excepto em vossas excelências.
A bem da verdade se diga que outras duas forças políticas, também concorrentes no acto eleitoral em curso ou falharam aquela rua ou então possuem entre os seus elementos, pessoas que sabem ler, o que é óptimo. Se falharam a rua ainda bem, se foi intencional, parabéns, o respeito pelo cidadão começa por actos simples como este, aos já citados prevaricadores, afianço que só por portuguesismo crónico é que não me darei ao trabalho de apresentar queixa, coisa que nem sei se posso fazer, que sei não servir para nada, mas mesmo que possa não o farei, gostaria era de ver nesta gente, o respeito que tanto alarde faz em dizer que possuem, o que claramente está à vista não ser de todo verdadeiro.
Deixo-vos um conselho, APRENDAM A LER! E respeitem as pessoas.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, outubro 06, 2009
Muitas mais léguas submarinas depois!
Chateia-me ter razão! A sério, que me chateia, principalmente porque aos que sempre me acusam de pessimismo, é dada a oportunidade de me felicitarem, tempos depois com um curioso, tinhas razão. Talvez este início de post seja um pouco “umbiguista”, perdoem a presunção, é talvez das poucas coisas que resta, não adianta nada, não muda nada, faz apenas pensar, que senhores que tem tantos pergaminhos afinal, não chegam aos calcanhares de um borra-botas labrego da província, no que toca à objectividade de análise.
Quando, Portas, então Ministro da defesa e dos Janquizinhos, perdão Assuntos do Mar, que raio de coisa “Assuntos do Mar”, a reprodução das cavalas, entra nesse âmbito, que terá o dito politiqueiro a dizer sobre isso? Dizia eu que quando esse camarada era ministro, e se lembrou de ceder aos grupos de pressão da Armada e alguns amiguinhos a trabalhar no ramo, para a compra de submarinos, fui dos que torci o nariz à coisa, havia marosca, alias alertei para o gasto inútil dessa compra.
A defesa da aquisição, baseava-se na tradição, nem cem anos, bem como nos compromissos NATO, com esquadras de submarinos de dezenas de unidades, os nossos dois submarinos enfim farão de certeza a diferença, valha-nos São Custódio Anastésio!
Se Portas, optasse por criar um Polícia Marítima, do tipo da Guarda Costeira Inglesa ou Norte americana, com meios de superfície topo gama, fazendo dessa coisa insalubre chamada Instituto de Socorros a Náufragos uma sub unidade dessa Polícia Marítima, dotando Portugal de um serviço de topo de protecção de costa e busca e salvamento, seria caso para aplaudir de pé, infelizmente Portas, que como vários outros anteriores ministros da pasta da Defesa, percebe tanto daquilo como eu de souflé merengado, logicamente as escolhas foram as piores, com os actuais resultados, mais uma vez nefastos, para o bolso dos imbecis que pagam esta porcaria toda, nós!
Muito para além das falcatruas, das burlas dos contratos que não aparecem e de toda essa novela para entreter o pagode, questiona-se o péssimo desempenho de alguém com tantas certezas, alguém que se declara o defensor dos oprimidos, o Sebastião de Portugal reencarnado em jornalista reciclado em politiqueiro de feiras e arraiais. Triste, muito triste, vergonhosamente triste! E caro, obscenamente caro, para um país com dois milhões de pessoas à míngua.
É esta gente, que há séculos, desbarata dinheiro em imbecilidades, em delírios, em TGV’s e submarinos, coisas tão necessárias como as pragas de gafanhotos ou os furúnculos no traseiro, é esta gente, que cara alegre continua a perorar pelos corredores do poder, cheia dela mesma, alimentada pelo dinheiro de todos nós, que gasta o que não é deles em nome de qualquer coisa que se diz ser o superior interesse da Nação.
No superior interesse da nação podia bem ser que os Nipões nos emprestassem o seu Kamikaze, o seu vento divino, que varresse as portas e portões desta terra, enviando esta Corja para as profundezas do Inferno, deliro, é verdade, deliro!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Quando, Portas, então Ministro da defesa e dos Janquizinhos, perdão Assuntos do Mar, que raio de coisa “Assuntos do Mar”, a reprodução das cavalas, entra nesse âmbito, que terá o dito politiqueiro a dizer sobre isso? Dizia eu que quando esse camarada era ministro, e se lembrou de ceder aos grupos de pressão da Armada e alguns amiguinhos a trabalhar no ramo, para a compra de submarinos, fui dos que torci o nariz à coisa, havia marosca, alias alertei para o gasto inútil dessa compra.
A defesa da aquisição, baseava-se na tradição, nem cem anos, bem como nos compromissos NATO, com esquadras de submarinos de dezenas de unidades, os nossos dois submarinos enfim farão de certeza a diferença, valha-nos São Custódio Anastésio!
Se Portas, optasse por criar um Polícia Marítima, do tipo da Guarda Costeira Inglesa ou Norte americana, com meios de superfície topo gama, fazendo dessa coisa insalubre chamada Instituto de Socorros a Náufragos uma sub unidade dessa Polícia Marítima, dotando Portugal de um serviço de topo de protecção de costa e busca e salvamento, seria caso para aplaudir de pé, infelizmente Portas, que como vários outros anteriores ministros da pasta da Defesa, percebe tanto daquilo como eu de souflé merengado, logicamente as escolhas foram as piores, com os actuais resultados, mais uma vez nefastos, para o bolso dos imbecis que pagam esta porcaria toda, nós!
Muito para além das falcatruas, das burlas dos contratos que não aparecem e de toda essa novela para entreter o pagode, questiona-se o péssimo desempenho de alguém com tantas certezas, alguém que se declara o defensor dos oprimidos, o Sebastião de Portugal reencarnado em jornalista reciclado em politiqueiro de feiras e arraiais. Triste, muito triste, vergonhosamente triste! E caro, obscenamente caro, para um país com dois milhões de pessoas à míngua.
É esta gente, que há séculos, desbarata dinheiro em imbecilidades, em delírios, em TGV’s e submarinos, coisas tão necessárias como as pragas de gafanhotos ou os furúnculos no traseiro, é esta gente, que cara alegre continua a perorar pelos corredores do poder, cheia dela mesma, alimentada pelo dinheiro de todos nós, que gasta o que não é deles em nome de qualquer coisa que se diz ser o superior interesse da Nação.
No superior interesse da nação podia bem ser que os Nipões nos emprestassem o seu Kamikaze, o seu vento divino, que varresse as portas e portões desta terra, enviando esta Corja para as profundezas do Inferno, deliro, é verdade, deliro!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, outubro 05, 2009
Ridículo e Patético
Comemora-se hoje mais um aniversário da implantação da Republica, goste-se ou não, é uma data significativa da nossa história, no entanto este ano não há cerimónias no local onde primeiramente se anunciou essa mudança de regime, imposta pela força das armas, sempre na senda do endémico atraso, rebelamo-nos contra a velha e decadente monarquia, duzentos anos atrasados dos outros, poderíamos até ter mantido o títere real, como fizeram a nossa vizinha Espanha ou o velho aliado Reino Unido.
Mas não! Resolvemos cortar o mal pela raiz e mandar o real tratante às malvas, hoje sinceramente já não estou muito certo de que tenha sido uma boa decisão, fantoche por fantoche, despesa colossal por despesa colossal, estipêndio imoral do erário público por desperdício vergonhoso do erário público, a bem dizer entre o deve e o haver, tenho muitas reservas, mas enfim, somos um República, das bananas e de bananas é verdade mas uma República.
Sua Excelência o Presidente da República, declarou que este ano, devido à campanha eleitoral, não vai fazer o discurso tradicional na Praça do Município. Descabida e sem tacto, é a única classificação possível para esta decisão. Que tem uma coisa que ver com outra? Será que estes senhores tão doutorados e professorados, não sabiam fazer um exercício simples de pragmatismo, de separação das águas, creio bem que não.
Creio bem que esta é mais uma situação que diz bem da qualidade das nossas elites políticas, então, senhores tão intelectualmente avançados, não são capazes, a bem da estabilidade nacional, a bem do educar das gerações de analfabetos mais recentes, não são capazes de deixar de lado as suas ridículas querelas politiqueiras e assumir a comemoração de tal data.
Triste, ridículo e patético o país que gente de tal semelha tem no leme do desgoverno da sua pátria barca!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Mas não! Resolvemos cortar o mal pela raiz e mandar o real tratante às malvas, hoje sinceramente já não estou muito certo de que tenha sido uma boa decisão, fantoche por fantoche, despesa colossal por despesa colossal, estipêndio imoral do erário público por desperdício vergonhoso do erário público, a bem dizer entre o deve e o haver, tenho muitas reservas, mas enfim, somos um República, das bananas e de bananas é verdade mas uma República.
Sua Excelência o Presidente da República, declarou que este ano, devido à campanha eleitoral, não vai fazer o discurso tradicional na Praça do Município. Descabida e sem tacto, é a única classificação possível para esta decisão. Que tem uma coisa que ver com outra? Será que estes senhores tão doutorados e professorados, não sabiam fazer um exercício simples de pragmatismo, de separação das águas, creio bem que não.
Creio bem que esta é mais uma situação que diz bem da qualidade das nossas elites políticas, então, senhores tão intelectualmente avançados, não são capazes, a bem da estabilidade nacional, a bem do educar das gerações de analfabetos mais recentes, não são capazes de deixar de lado as suas ridículas querelas politiqueiras e assumir a comemoração de tal data.
Triste, ridículo e patético o país que gente de tal semelha tem no leme do desgoverno da sua pátria barca!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, setembro 30, 2009
Melhor fora que calado ficara!
Batia a meia hora passada sobre as dezanove! Animada a tertúlia discutia sobre o que Sua Excelência o Senhor Presidente da República iria dizer, entre os oito petisqueiros habituais, todas as tendências politicas representadas, incluindo um monárquico ultramontano, e por vezes chato como a potassa. Gerou-se a discussão, vai uma aposta, pagas a rodada, aperta aí.
Sua Excelência o Senhor Presidente da República, lá apareceu com o seu ar solene e sorumbático, a chamada cara de pau número dois, arengou dez minutos, no fim olhamos uns para os outros e rimos a bandeiras despregadas, foi uma consensual gargalhada geral.
Mais valia que tivesse ficado calado! Foi sobre isso a aposta, que eu ganhei, pois havia apostado que Sua Excelência o Senhor Presidente da República, não só não iria esclarecer coisa nenhuma, como continuaria a flagelar as hostes socialistas, em suma não diria nada de útil como é seu declarado hábito, e teria como único objectivo conseguido o adensar ainda mais desta incomensurável trapalhada, que roça o surreal, num país com tantos e tão graves problemas, Sua Excelência o Senhor Presidente da República, entretêm-se com pífios joguinhos de salão.
Sua Excelência o Senhor Presidente da República, uma vez mais, faz de cavaleiro da triste figura, numa temática, sem pés nem cabeça, voltando a condicionar um acto eleitoral, desta vez as autárquicas, já quenão consegui o seu intento nas legislativas. Esta espécie de esclarecimento, serviu apenas, para percebermos, que Sua Excelência o Senhor Presidente da República, indigitará Sócrates a contra gosto e que o fará cair à primeira ocasião, o outro fará o papel de vitima acossada, e andaremos entretidos com palha de centeio, enquanto arde o palheiro.
É triste ver ao que chega esta gentinha por nós eleita para governar, o mais que fazem é governar-se e esgotar o erário em tricas e questiúnculas medíocres, consentâneas com a sua própria mesquinhez, não bastava a crise, o endémico atraso, o analfabetismo e todo o resto, ainda temos isto para ajudar ao baile. Resta dizer que a declaração dos principais visados, foi coerente com a de Sua Excelência o Senhor Presidente da República, ou seja não disse nada.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Sua Excelência o Senhor Presidente da República, lá apareceu com o seu ar solene e sorumbático, a chamada cara de pau número dois, arengou dez minutos, no fim olhamos uns para os outros e rimos a bandeiras despregadas, foi uma consensual gargalhada geral.
Mais valia que tivesse ficado calado! Foi sobre isso a aposta, que eu ganhei, pois havia apostado que Sua Excelência o Senhor Presidente da República, não só não iria esclarecer coisa nenhuma, como continuaria a flagelar as hostes socialistas, em suma não diria nada de útil como é seu declarado hábito, e teria como único objectivo conseguido o adensar ainda mais desta incomensurável trapalhada, que roça o surreal, num país com tantos e tão graves problemas, Sua Excelência o Senhor Presidente da República, entretêm-se com pífios joguinhos de salão.
Sua Excelência o Senhor Presidente da República, uma vez mais, faz de cavaleiro da triste figura, numa temática, sem pés nem cabeça, voltando a condicionar um acto eleitoral, desta vez as autárquicas, já quenão consegui o seu intento nas legislativas. Esta espécie de esclarecimento, serviu apenas, para percebermos, que Sua Excelência o Senhor Presidente da República, indigitará Sócrates a contra gosto e que o fará cair à primeira ocasião, o outro fará o papel de vitima acossada, e andaremos entretidos com palha de centeio, enquanto arde o palheiro.
É triste ver ao que chega esta gentinha por nós eleita para governar, o mais que fazem é governar-se e esgotar o erário em tricas e questiúnculas medíocres, consentâneas com a sua própria mesquinhez, não bastava a crise, o endémico atraso, o analfabetismo e todo o resto, ainda temos isto para ajudar ao baile. Resta dizer que a declaração dos principais visados, foi coerente com a de Sua Excelência o Senhor Presidente da República, ou seja não disse nada.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, setembro 29, 2009
Publicidade Não Obrigado!

Excelentíssimos senhores e senhoras, candidatos, aos vários cargos das próximas eleições, a minha caixa de correio tem sido assaltada pela vossa publicidade ou propaganda, conforme o entendimento que tenham desse método de apresentar as vossas ideias, o que para o caso vem dar ao mesmo, ocorrência que para além de consequências nefastas para o ambiente, traduz a existência de algum tipo de problemática do foro somático ou de alfabetismo, dos senhores encarregados de distribuir aquele tipo de paspalhices.
Terão os vossos acólitos, passado também por um qualquer hospital e sido submetidos a algum tratamento ocular que lhes corrompeu a visão, ou pura e simplesmente desconhecem de todo o significado do conjunto de letras que lá se encontra?
Acontece que pespegado em local bem visível está um autocolante parecido com o da imagem aqui mostrada, que o Município de Almeirim em boa hora distribuiu entre os munícipes que fartos de lixo na caixa do correio o colaram na porta, para precisamente evitar que as pasquinadas impressas não endereçadas, tais como as vossas, lhes entupam as caixas de correio.
Caras senhoras e senhores, eu prescindo dos vossos papeluchos, a sua dureza impede um uso mais higiénico, como não tenho lareira o uso como acendalha está também desaconselhado, não vendo castanhas actividade em que semelhante papelada inútil também teria alguma utilidade, por conseguinte não se pensem acima da Lei, se lá estiver o autocolante passem para a casa seguinte.
Eu tenho o direito de não ter folhecas de papel, com dichotes inconsequentes e parolos a entupir a caixa de correio da minha casa, eu tenho o direito de não ter sequer de apanhar as vossas atoardas, aquele é o meu lar, lá diz que eu não quero publicidade não endereçada, respeitem para serem respeitados.
Creiam-me um vosso sincero e devotado criado, porém, farto de lenga-lengas e idiotices de fraca qualidade de oportunidade duvidosa.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, setembro 28, 2009
Eleições das Ilusões!
Ora foi fácil, corações ao alto. Esperam-nos mais quatro anos de Sócrates, desta vez em versão “mini”. Ontem para não variar todos clamavam vitória, incluindo essa coisa triste e anacrónica chamada PCP, junto com os seus acólitos verde melancia do PEV, valha-nos São Pancrácio Anacoreta, que caterva de aves raras, mas adiante.
Esmiuçando isto, porque agora é moda esmiuçar, os únicos que relativamente cantam vitória, são os populistas demagogos marginais da extrema comercial, uma espécie de “heavy metal” baladeiro da política, Portas exultante com os famigerados dois dígitos, e Louça, torpedeado na esperança de ultrapassar os camaradas calceteiros de direita, ainda assim são os únicos que podem entoar hossanas.
Quanto aos hegemónicos, foi o descalabro do costume, PS ganha “à rasca” e PSD leva “pra tabaco”, eleitos os usuais pantomineiros, tudo como dantes. Com uma diferença, iremos assistir a um regabofe politiqueiro ainda maior, com negociações e soluções de compromisso, acordos secretos e menos secretos, acusações e defesas, isto se dos lados de Belém, alguma migalha de bolo-rei, não emperrar em algum neurónio e a barraca pegar fogo, veremos se não surgem eleições antecipadas, numa vingançazita medíocre, veremos!
Quanto à CDU, enfim, mais do mesmo, outra uma gloriosa vitória dos acólitos da foice e do martelo, só rir estes camaradas. Interessantes as votações nos vários partidelhos minúsculos, todos juntos a assegurar 3% dos eleitores, de facto algo que deverá fazer pensar os cérebros brilhantes.
A bem dizer vitória, mesmo uma grande vitória e da Abstenção, dos Brancos e dos Nulos, mais uma vez, dissociados da política, dos políticos e deste sistema político de rebotalho, mais ou menos 243 mil eleitores mandaram isto tudo às malvas, é sintomático, mais uma vez deveria fazer pensar os apóstolos do verbo fácil que vão engordar o traseiro na Assembleia, a encher a mula à conta do orçamento, deveria, mas claro está não fará, porque a Corja está bem assim, assim vai garantido tachito para todos à conta até dos que não se interessam.
A nós os que se interessam, toca-nos continuar a engordar o anafado traseiro dos senhores dos gabinetes, das secretarias e subsecretarias, dos gabinetes e ministérios obscuros, dos consultores e assessores, das casas civis e militares, da Assembleia e comissões parlamentares, dos grupos de estudo e de trabalho, dos pareceres e das empresas públicas e dessa horda toda! o verdadeiro Monstro, deste sistema de trampa, criado e mantido, pelos mesmos que andam sempre a maldize-lo nada fazendo para mudar.
Creiam-me um devotado amigo, tudo como dantes Quartel-general em Abrantes.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Esmiuçando isto, porque agora é moda esmiuçar, os únicos que relativamente cantam vitória, são os populistas demagogos marginais da extrema comercial, uma espécie de “heavy metal” baladeiro da política, Portas exultante com os famigerados dois dígitos, e Louça, torpedeado na esperança de ultrapassar os camaradas calceteiros de direita, ainda assim são os únicos que podem entoar hossanas.
Quanto aos hegemónicos, foi o descalabro do costume, PS ganha “à rasca” e PSD leva “pra tabaco”, eleitos os usuais pantomineiros, tudo como dantes. Com uma diferença, iremos assistir a um regabofe politiqueiro ainda maior, com negociações e soluções de compromisso, acordos secretos e menos secretos, acusações e defesas, isto se dos lados de Belém, alguma migalha de bolo-rei, não emperrar em algum neurónio e a barraca pegar fogo, veremos se não surgem eleições antecipadas, numa vingançazita medíocre, veremos!
Quanto à CDU, enfim, mais do mesmo, outra uma gloriosa vitória dos acólitos da foice e do martelo, só rir estes camaradas. Interessantes as votações nos vários partidelhos minúsculos, todos juntos a assegurar 3% dos eleitores, de facto algo que deverá fazer pensar os cérebros brilhantes.
A bem dizer vitória, mesmo uma grande vitória e da Abstenção, dos Brancos e dos Nulos, mais uma vez, dissociados da política, dos políticos e deste sistema político de rebotalho, mais ou menos 243 mil eleitores mandaram isto tudo às malvas, é sintomático, mais uma vez deveria fazer pensar os apóstolos do verbo fácil que vão engordar o traseiro na Assembleia, a encher a mula à conta do orçamento, deveria, mas claro está não fará, porque a Corja está bem assim, assim vai garantido tachito para todos à conta até dos que não se interessam.
A nós os que se interessam, toca-nos continuar a engordar o anafado traseiro dos senhores dos gabinetes, das secretarias e subsecretarias, dos gabinetes e ministérios obscuros, dos consultores e assessores, das casas civis e militares, da Assembleia e comissões parlamentares, dos grupos de estudo e de trabalho, dos pareceres e das empresas públicas e dessa horda toda! o verdadeiro Monstro, deste sistema de trampa, criado e mantido, pelos mesmos que andam sempre a maldize-lo nada fazendo para mudar.
Creiam-me um devotado amigo, tudo como dantes Quartel-general em Abrantes.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, setembro 24, 2009
Moita Flores é dos Meus!
Regalem-se com a presteza e argúcia deste homem. É dos meus!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, setembro 22, 2009
Obrigado Vossa Excelência!
Bem a propósito do post anterior, Sua Excelência o Senhor Presidente da República, mostrou a real qualidade dos políticos portugueses, nesta incomparável palhaçada das escutas e da espionagem, ainda hoje me faz espécie, que raio de ideia essa de escutar o actual Presidente da República, até porque existem formas melhores e menos indolores de dar cabo das insónias, bem pode dar-se o caso do som da mastigação do bolo-rei e do expelir de migalhas ser calmante, tirando isso não estou sinceramente a ver que outro interesse possa ter a sensaborona algaraviada presidencial.
Quero começar por agradecer a Sua Excelência o Senhor Presidente da República, que não precisou de ninguém para fazer uma triste figura, acabando por me dar razão ao fim de tantos anos, o estado em que estamos hoje, devemo-lo em parte, a Vossa Excelência, sim, porque eu sou daqueles que no tempo do oásis, advertia para as nefastas consequências, do aparente desenvolvimento a trouxe-mouxe, da patifaria subsidiocrata e do regabofe de latrocínio institucional, que Vossa Excelência deixou instituir, com os seus apaniguados, recordem o BPN, como caso insigne desses tempos de esburgo à vara larga.
Agradeço a Vossa Excelência Senhor Presidente da Republica, a imagem degradante que dá deste país ao Mundo, recordo-lhe que em 1973, um outro da sua laia, o “Tricky Dicky” também se ensarilhou com uma história escusa de escutas e foi obrigado a engolir o capote e a pôr-se na alheta, claro isso foi no século passado e num país onde, mal ou bem a pseudo democracia funciona.
Agradeço a Vossa Excelência Senhor Presidente da Republica, a brilhante trapalhada em que meteu a actual luta eleitoral, com os seus silêncios e tabus e bojardas usuais, tão célere foi Vossa Excelência Senhor Presidente da Republica, a vir à televisão falar do estatuto dos Açores, uma minudência reles, a que ninguém liga peva, mas agora escuda-se no seu silêncio habitual, sempre achei que Vossa Excelência Senhor Presidente da Republica, estava sobreavaliado, o endeusamento o carácter sebastianista que fizeram crescer na sua figura, o qual Vossa Excelência Senhor Presidente da Republica, promoveu usando e abusando para perpetrar as abstrusidades, que são conhecidas, recordo-lhe só a sua política de baixos salários e pouca formação, sim porque foi, Vossa Excelência Senhor Presidente da Republica, o instigador mor dessa diatribe, Pinho o prolifico disparateiro, foi apenas um seu menor apostolo, que quando proferiu as mesmas asneiradas logo foi apontado a dedo, por toda a gente, esquecendo esses quem houvera sido o mentor de tão inteligente política.
Agradeço por fim, a Vossa Excelência Senhor Presidente da Republica, o finalmente revelar a sua natureza, confesso que sempre achei que Vossa Excelência era uma valor negativo para Portugal, finalmente veio a confirmação, ora visível nesta anedota eivada de pouca substância, honra lhe seja feita, num ponto Vossa Excelência é coerente, foi um Primeiro-ministro de terceiro Mundo e é um Presidente da Republica de terceiro Mundo, haja algo no meio disto tudo que sirva para que aprendamos alguma coisa, duvido, mas tenho esperança!
Uma nota final para a alegada líder dessa trupe fandanga enxertada em partido politico laranja, era hora ontem, da senhora ter falado, tão prestes foi em capitalizar o assunto a seu favor, hoje que rebentou o tiro pela culatra cala-se, pois, entendo, mais um exemplo da tristeza franciscana que vai na política nacional, onde as gemas de raro quilate são substituídas por cascalho comum.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Quero começar por agradecer a Sua Excelência o Senhor Presidente da República, que não precisou de ninguém para fazer uma triste figura, acabando por me dar razão ao fim de tantos anos, o estado em que estamos hoje, devemo-lo em parte, a Vossa Excelência, sim, porque eu sou daqueles que no tempo do oásis, advertia para as nefastas consequências, do aparente desenvolvimento a trouxe-mouxe, da patifaria subsidiocrata e do regabofe de latrocínio institucional, que Vossa Excelência deixou instituir, com os seus apaniguados, recordem o BPN, como caso insigne desses tempos de esburgo à vara larga.
Agradeço a Vossa Excelência Senhor Presidente da Republica, a imagem degradante que dá deste país ao Mundo, recordo-lhe que em 1973, um outro da sua laia, o “Tricky Dicky” também se ensarilhou com uma história escusa de escutas e foi obrigado a engolir o capote e a pôr-se na alheta, claro isso foi no século passado e num país onde, mal ou bem a pseudo democracia funciona.
Agradeço a Vossa Excelência Senhor Presidente da Republica, a brilhante trapalhada em que meteu a actual luta eleitoral, com os seus silêncios e tabus e bojardas usuais, tão célere foi Vossa Excelência Senhor Presidente da Republica, a vir à televisão falar do estatuto dos Açores, uma minudência reles, a que ninguém liga peva, mas agora escuda-se no seu silêncio habitual, sempre achei que Vossa Excelência Senhor Presidente da Republica, estava sobreavaliado, o endeusamento o carácter sebastianista que fizeram crescer na sua figura, o qual Vossa Excelência Senhor Presidente da Republica, promoveu usando e abusando para perpetrar as abstrusidades, que são conhecidas, recordo-lhe só a sua política de baixos salários e pouca formação, sim porque foi, Vossa Excelência Senhor Presidente da Republica, o instigador mor dessa diatribe, Pinho o prolifico disparateiro, foi apenas um seu menor apostolo, que quando proferiu as mesmas asneiradas logo foi apontado a dedo, por toda a gente, esquecendo esses quem houvera sido o mentor de tão inteligente política.
Agradeço por fim, a Vossa Excelência Senhor Presidente da Republica, o finalmente revelar a sua natureza, confesso que sempre achei que Vossa Excelência era uma valor negativo para Portugal, finalmente veio a confirmação, ora visível nesta anedota eivada de pouca substância, honra lhe seja feita, num ponto Vossa Excelência é coerente, foi um Primeiro-ministro de terceiro Mundo e é um Presidente da Republica de terceiro Mundo, haja algo no meio disto tudo que sirva para que aprendamos alguma coisa, duvido, mas tenho esperança!
Uma nota final para a alegada líder dessa trupe fandanga enxertada em partido politico laranja, era hora ontem, da senhora ter falado, tão prestes foi em capitalizar o assunto a seu favor, hoje que rebentou o tiro pela culatra cala-se, pois, entendo, mais um exemplo da tristeza franciscana que vai na política nacional, onde as gemas de raro quilate são substituídas por cascalho comum.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, setembro 21, 2009
ASFIXIA
Estes politiqueiros dão cabo de mim, primeiro foi a parolada da asfixia democrática, como se este país seja, tenha sido ou venha a ser, verdadeiramente democrático, logo de seguida veio a asfixia social, como se algum desses burocratas manga-de-alpaca, alguma vez nos últimos 30 anos se tenha realmente preocupado com os desgraçados que lhes enchem a mula de caviares e champanhes, ainda não estávamos refeitos de tanta asfixia, logo outro atacou com o racismo social, com esse sou obrigado a concordar, existe de facto racismo social neste país, mas não o que implicitamente essas alimárias do bloquelho pretendem, antes um racismo social em que as pessoas honestas e trabalhadoras, são constantemente vilipendiadas, roubadas, assassinadas e achincalhadas, pela escumalha de cores variadas que vive da subsídiocracia deste país de merda, onde o culto do coitadinho que é do bairro social, tomou proporções da mais atroz ditadura social, onde meia dúzia se banqueteia sobre os ossos dos cretinos carneiros capados, que pagam com o seu esforço e suor toda esta súcia, esta corja de sanguessugas sociais, que nada fazem, nada produzem, nada pagam, limitam-se a fazer filhos, porque lhes ficam baratos, tal é a quantidade de subsídios que recebem, perpetuando a indolência o crime e a pura estupidez, não leiam aqui os esquerdeirotes reaccionários qualquer critica ou sentimento racista à cor ou etnia de algumas destas sanguessugas, porque nesse capítulo eu atalho a eito, porque infelizmente escumalha subsídio dependente por cá, existe em várias cores, irmanados na mesma vontade de viver à custa do trabalho dos outros, de vegetar em bairros de podridão, de se banquetear com o suor dos tansos que trabalham e viver fazendo gáudio da soberba, da arrogância, da estupidez, da maldade e da mais absoluta incivilidade e boçalidade, em suma são umas reais bestas quadrúpedes.
Querem os vários politiqueiros abjectos nos seus comícios, arruadas ou arruaças, nos seus dichotes impertinentes e parolos, pretender sequer, que lhes confiemos a nossa alma, armados em luciferinos angariados de incautos Faustos, vergonha matizada de dura estultícia, representam esses figurões, títeres das negociatas e falcatruas, que há 30 anos minam o sistema a seu bel-prazer com aracnídeas teias de compadrios e amiguinhos torpes ressumando a intrujice em cada palavra, metem-me asco as suas bandeirinhas e caras de seriedade, o seu esbracejar de marionetas, dá-me nojo vê-los no osculatório percurso das feiras e ruas desta velha nação, corja de imbecis, récua dos mais fétidos recos, cambada de passarões abjectos e miseráveis, sanguessugas horríveis, que vegetam na plasmada podridão de um país que soçobra na imundice criada pelas máquinas partidárias que nos arruínam, que verdadeiramente nos asfixiam.
Dito isto, resta-me dizer, que com cravo na lapela, que fica bem ou sem ele também, aparece por aí muito filho da mãe, muito bom rapaz que ficaria melhor calado estar, pois ao abrir a boca parece um recto a defecar. Porra que não há pachorra!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Querem os vários politiqueiros abjectos nos seus comícios, arruadas ou arruaças, nos seus dichotes impertinentes e parolos, pretender sequer, que lhes confiemos a nossa alma, armados em luciferinos angariados de incautos Faustos, vergonha matizada de dura estultícia, representam esses figurões, títeres das negociatas e falcatruas, que há 30 anos minam o sistema a seu bel-prazer com aracnídeas teias de compadrios e amiguinhos torpes ressumando a intrujice em cada palavra, metem-me asco as suas bandeirinhas e caras de seriedade, o seu esbracejar de marionetas, dá-me nojo vê-los no osculatório percurso das feiras e ruas desta velha nação, corja de imbecis, récua dos mais fétidos recos, cambada de passarões abjectos e miseráveis, sanguessugas horríveis, que vegetam na plasmada podridão de um país que soçobra na imundice criada pelas máquinas partidárias que nos arruínam, que verdadeiramente nos asfixiam.
Dito isto, resta-me dizer, que com cravo na lapela, que fica bem ou sem ele também, aparece por aí muito filho da mãe, muito bom rapaz que ficaria melhor calado estar, pois ao abrir a boca parece um recto a defecar. Porra que não há pachorra!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, setembro 17, 2009
Pobreza Franciscana
Depois de debates a dois e com os esmiuçados quase no fim, o que salta à vista de toda a gente, excepto claro está, os atacados por partidarite aguda, o que salta à vista dizia eu, é que bem vistas as coisas, estamos perante uma corja de indigentes intelectuais, discursos frouxos, propostas frouxas, um lastimável exemplo da atroz pobreza franciscana que também domina estas pseudo elites.
Soube-se entretanto que MFL, vai reavaliar as listas de deputados, recebeu duas fortes propostas que pondera aceitar, dois novos filiados no partido laranja que ao que parece tem o perfil ideal para figurar nas listas das legislativas. Ao que o Barão apurou são ambos italianos, um Guiseppe Fanculo, ex-autarca de Corleone, indiciado por burla, extorsão, peculato, roubo e várias agressões físicas, substituirá António Preto, que como é óbvio se encontra menos qualificado. Um segundo nome é o de Salvattore Brescciano, ex-padrinho da Máfia, que inclusivamente já comprou um chapelinho de palha igual ao do Alberto.
Noutra reviravolta, Ricardo “Gato Fedorento” Pereira, declarou que nunca mais entrevistará a Ti Manela, ao que o Barão apurou, a dita alegada líder, de um suposto partido político português, em visita de propaganda eleitoral ao estádio da Luz e após lhe terem dito que a águia Vitória é espanhola, terá declarado, e citamos”…então não há águias portuguesas… é inadmissível esta submissão aos interesses espanhóis…” Ao que parece a Ti Manela declarou ainda que assim que for ministra, proíbe a Vitória de voar nos céus lusos, à pergunta “A senhora também já trabalhou para espanhóis?”, a Ti Manela visivelmente irritada, respondeu algo imperceptível, ao que parece confundindo interesses públicos, tachos e vira-casacas, quem não gostou da problemática da águia foi o Gato Fedorento que prepara já um programa de retaliação, onde juntará todos os amigos políticos de MFL, Santana, Mendes, Menezes, Pacheco e outros de menor monta, que farão as delícias da facadinha pelas costas tão ao jeito daquela organização alegadamente partidária.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Soube-se entretanto que MFL, vai reavaliar as listas de deputados, recebeu duas fortes propostas que pondera aceitar, dois novos filiados no partido laranja que ao que parece tem o perfil ideal para figurar nas listas das legislativas. Ao que o Barão apurou são ambos italianos, um Guiseppe Fanculo, ex-autarca de Corleone, indiciado por burla, extorsão, peculato, roubo e várias agressões físicas, substituirá António Preto, que como é óbvio se encontra menos qualificado. Um segundo nome é o de Salvattore Brescciano, ex-padrinho da Máfia, que inclusivamente já comprou um chapelinho de palha igual ao do Alberto.
Noutra reviravolta, Ricardo “Gato Fedorento” Pereira, declarou que nunca mais entrevistará a Ti Manela, ao que o Barão apurou, a dita alegada líder, de um suposto partido político português, em visita de propaganda eleitoral ao estádio da Luz e após lhe terem dito que a águia Vitória é espanhola, terá declarado, e citamos”…então não há águias portuguesas… é inadmissível esta submissão aos interesses espanhóis…” Ao que parece a Ti Manela declarou ainda que assim que for ministra, proíbe a Vitória de voar nos céus lusos, à pergunta “A senhora também já trabalhou para espanhóis?”, a Ti Manela visivelmente irritada, respondeu algo imperceptível, ao que parece confundindo interesses públicos, tachos e vira-casacas, quem não gostou da problemática da águia foi o Gato Fedorento que prepara já um programa de retaliação, onde juntará todos os amigos políticos de MFL, Santana, Mendes, Menezes, Pacheco e outros de menor monta, que farão as delícias da facadinha pelas costas tão ao jeito daquela organização alegadamente partidária.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, setembro 16, 2009
Força Zé Manel
Obrigado a todos os excelentíssimos, membros do Parlamento Europeu, que votaram no Zé Manel e o reelegeram, acreditem que é um cidadão agradecido que ora vos deixa esta singela homenagem, obrigado o meu muito e muito obrigado.
É com a voz, que não podem escutar, embargada pela comoção que sinceramente agradeço a todas essas mulheres e homens do Parlamento Europeu, que em boa hora se decidiram a dar esse voto de confiança ao Zé Manel. É com lágrimas nos olhos, que não podem ver, que escrevo comovido estas pequenas e insignificantes linhas, acerca de um tão prestimoso feito, nunca Portugal deveu tanto à Europa como hoje.
É com mãos trémulas, que não podem sentir, que digito letra após letra, este apelo de regozijo pela reeleição desse excelente Zé Manel, que estou certo na Europa estará como peixe na água. É exalando eflúvios de contentamento, que não podem cheirar, que tento escrevinhar toda a emoção, que ver o Zé Manel continuar na Europa, me provoca, sou porém pobre escriba, pois o gáudio com que assisto a este histórico, momento é sobremaneira excelso.
Obrigado senhoras e senhores da Europa, obrigado por ficarem com o Zé Manel, já agora e se não fosse pedir muito, não poderiam também ficar com a Manela, o Pinto de Sousa, o Paulinho, o Jerónimo e o Xico, seria um favor grande, imenso enorme que nos fariam, já agora, não podem aprovar uma qualquer lei constitucional que faça com todos os lugares incluindo o do Zé Manel sejam vitalícios, era de um inaudito porreirismo, caso vossas excelências anuíssem, nós os Portugueses ficaríamos encantados!
E para ti Zé Manel, quero desejar toda a sorte do mundo, continua como até aqui, tu és o verdadeiro “Melhoral” da política europeia. O verdadeiro medicamento calmante da política da Europa, contigo aí, estaremos por cá muito melhor, contigo aí, a Europa estará descansada, haverá sempre alguém para servir o cafezinho, antes, depois e durante, todas as possíveis broncas, um verdadeiro mordomo europeu. Força Zé Manel, aí é o teu lugar!
Termino exortando os deputados Europeus a votar no Zé Manel, para a próxima, é que dessa laia, temos cá mais e a bem dizer não nos fazem falta alguma!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
É com a voz, que não podem escutar, embargada pela comoção que sinceramente agradeço a todas essas mulheres e homens do Parlamento Europeu, que em boa hora se decidiram a dar esse voto de confiança ao Zé Manel. É com lágrimas nos olhos, que não podem ver, que escrevo comovido estas pequenas e insignificantes linhas, acerca de um tão prestimoso feito, nunca Portugal deveu tanto à Europa como hoje.
É com mãos trémulas, que não podem sentir, que digito letra após letra, este apelo de regozijo pela reeleição desse excelente Zé Manel, que estou certo na Europa estará como peixe na água. É exalando eflúvios de contentamento, que não podem cheirar, que tento escrevinhar toda a emoção, que ver o Zé Manel continuar na Europa, me provoca, sou porém pobre escriba, pois o gáudio com que assisto a este histórico, momento é sobremaneira excelso.
Obrigado senhoras e senhores da Europa, obrigado por ficarem com o Zé Manel, já agora e se não fosse pedir muito, não poderiam também ficar com a Manela, o Pinto de Sousa, o Paulinho, o Jerónimo e o Xico, seria um favor grande, imenso enorme que nos fariam, já agora, não podem aprovar uma qualquer lei constitucional que faça com todos os lugares incluindo o do Zé Manel sejam vitalícios, era de um inaudito porreirismo, caso vossas excelências anuíssem, nós os Portugueses ficaríamos encantados!
E para ti Zé Manel, quero desejar toda a sorte do mundo, continua como até aqui, tu és o verdadeiro “Melhoral” da política europeia. O verdadeiro medicamento calmante da política da Europa, contigo aí, estaremos por cá muito melhor, contigo aí, a Europa estará descansada, haverá sempre alguém para servir o cafezinho, antes, depois e durante, todas as possíveis broncas, um verdadeiro mordomo europeu. Força Zé Manel, aí é o teu lugar!
Termino exortando os deputados Europeus a votar no Zé Manel, para a próxima, é que dessa laia, temos cá mais e a bem dizer não nos fazem falta alguma!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, setembro 11, 2009
Tá na Moda!
Agora a moda é a “Asfixia Democrática”, propalada pelo caso da TVI, todos os politiqueiros da treta se atiram à tal asfixia como gato a bofe, pronunciando as mais atrozes bojardas e cretinices que alimentadas pela comunicação social indigente que temos, assumem proporções de tema nacional, deles, porque os restantes nove milhões e tal estão mais preocupados com a verdadeira falta de democracia e liberdade que se agudizou ao longo destes últimos 30 anos de merdocracia.
Alias a única asfixia que vislumbro actualmente por cá é uma asfixia intelectual, que parece dominar as elites políticas e os seus apaniguados, como diria o enorme poeta a inteligência destas damas e cavalheiros manifestasse por não se manifestar. Então num país onde várias leis são diária e compulsivamente atropeladas, onde existem locais onde eu cidadão deste país não posso ir porque lá vivem uns quaisquer selvagens que por eu ser de outra cor me fincam logo a dentuça, um país onde recorrer à Justiça é menos fiável que jogar no Euromilhões, um país onde ter problemas com certo tipo de escumalha significa ter de mudar de terra, porque a polícia não protege ninguém e o tal Estado de Direito muito menos, um país onde cada vez mais a liberdade, a segurança de bens e pessoas e a Democracia são palavras vãs, em tal país, andam meia dúzia de indigentes intelectuais a queimar tempo por causa de um programa de telelixo?
Tenham dó! Pressões sobre os jornalistas, é coisa que não falta nestes 30 anos de Democracia, nem um só dos partidos, pode clamar inocência, bem talvez os bloqueiros que como são novatos ainda não tiveram tempo de exercer a dita asfixia, dos outros não há um que possa atirar pedras, todos a seu tempo exerceram essa asfixia, uns mais que outros claro, uns mais afincados que outros, mas todos a seu tempo censuraram, amordaçaram e impediram a liberdade e a democracia, e são estas alimárias que agora vem clamar aqui d’el Rei, ora vão às malvas!
Existe claramente um défice democrático neste país! Decorre essencialmente de um modelo constitucional e social falido, ainda há dias discutia esta coisa da democracia participativa com uns amigos, a falta dessa participação activa, a falta de valores de cidadania participativa de largos sectores da sociedade enviesa claramente a democracia, os políticos não sabem, não querem e ou não conseguem ouvir o povo, não conseguem entender as pessoas, nem perceber as suas reais necessidades, junte-se a isso um modelo politico cretino, falido, impróprio e obsoleto e temos este afastamento completo da sociedade em relação à politica e aos políticos, o descrédito dos seus actores principais lança a Democracia ao fundo de um poço de desconfiança e alheamento do qual será muito complicado sair.
Curiosamente instalados no poder os politiqueiros, não tugem nem mugem, o sistema mantém-se inalterado como se alguma coisa hoje seja imutável. Ele é fausto e estadão, presidentes e vice-presidentes, primeiros-ministros, segundos e terceiros, casas civis e militares, assessores disto e daqueloutro, secretárias e secretárias das secretárias, motoristas, escoltas e toda uma parafernália de inutilidades que dá lugar a uns milhares de tachos inúteis que consomem uma fatia importante do orçamento de estado, mas quanto a isto, quedam-se uns mudos e outros calados.
Asfixia democrática, o tanas! Antes asfixia de neurónios, é o que revela esta Corja, que se alimenta do cadáver deste país, que se alimenta do nosso dinheiro, que se alimenta do trabalho de milhares de miseráveis mal pagos, que vegetam nesta entre vida miserável, porra que já não há pachorra!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Alias a única asfixia que vislumbro actualmente por cá é uma asfixia intelectual, que parece dominar as elites políticas e os seus apaniguados, como diria o enorme poeta a inteligência destas damas e cavalheiros manifestasse por não se manifestar. Então num país onde várias leis são diária e compulsivamente atropeladas, onde existem locais onde eu cidadão deste país não posso ir porque lá vivem uns quaisquer selvagens que por eu ser de outra cor me fincam logo a dentuça, um país onde recorrer à Justiça é menos fiável que jogar no Euromilhões, um país onde ter problemas com certo tipo de escumalha significa ter de mudar de terra, porque a polícia não protege ninguém e o tal Estado de Direito muito menos, um país onde cada vez mais a liberdade, a segurança de bens e pessoas e a Democracia são palavras vãs, em tal país, andam meia dúzia de indigentes intelectuais a queimar tempo por causa de um programa de telelixo?
Tenham dó! Pressões sobre os jornalistas, é coisa que não falta nestes 30 anos de Democracia, nem um só dos partidos, pode clamar inocência, bem talvez os bloqueiros que como são novatos ainda não tiveram tempo de exercer a dita asfixia, dos outros não há um que possa atirar pedras, todos a seu tempo exerceram essa asfixia, uns mais que outros claro, uns mais afincados que outros, mas todos a seu tempo censuraram, amordaçaram e impediram a liberdade e a democracia, e são estas alimárias que agora vem clamar aqui d’el Rei, ora vão às malvas!
Existe claramente um défice democrático neste país! Decorre essencialmente de um modelo constitucional e social falido, ainda há dias discutia esta coisa da democracia participativa com uns amigos, a falta dessa participação activa, a falta de valores de cidadania participativa de largos sectores da sociedade enviesa claramente a democracia, os políticos não sabem, não querem e ou não conseguem ouvir o povo, não conseguem entender as pessoas, nem perceber as suas reais necessidades, junte-se a isso um modelo politico cretino, falido, impróprio e obsoleto e temos este afastamento completo da sociedade em relação à politica e aos políticos, o descrédito dos seus actores principais lança a Democracia ao fundo de um poço de desconfiança e alheamento do qual será muito complicado sair.
Curiosamente instalados no poder os politiqueiros, não tugem nem mugem, o sistema mantém-se inalterado como se alguma coisa hoje seja imutável. Ele é fausto e estadão, presidentes e vice-presidentes, primeiros-ministros, segundos e terceiros, casas civis e militares, assessores disto e daqueloutro, secretárias e secretárias das secretárias, motoristas, escoltas e toda uma parafernália de inutilidades que dá lugar a uns milhares de tachos inúteis que consomem uma fatia importante do orçamento de estado, mas quanto a isto, quedam-se uns mudos e outros calados.
Asfixia democrática, o tanas! Antes asfixia de neurónios, é o que revela esta Corja, que se alimenta do cadáver deste país, que se alimenta do nosso dinheiro, que se alimenta do trabalho de milhares de miseráveis mal pagos, que vegetam nesta entre vida miserável, porra que já não há pachorra!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, setembro 09, 2009
Números
Uma destas noites, passava uma reportagem num qualquer desses canais televisivos sobre as famílias numerosas. Assunto que confesso, me começa a deixar nauseado, ainda há tempos discutia com um amigo sobre o tema e estando os dois de acordo, bebemos mais um copo porque neste país de opereta bufa, anda tudo parvo.
Então sigamos a reportagem, estaciona um monovolume Mercedes coisa para custar mais de 16 mil euros, lá de dentro saí a costumeira, horda de afonsos marias e bernados e franciscas do costume, os fedelhos arreados com roupinha de marca, que se vende naquelas lojas onde só de entrar já se está a pagar, a mamã muito solta e fresca, com um ligeiro problema nos adenóides, discorria sobre os 1500 Euros mensais que a família despende com a filharada, sentada numa casinhota típica da classe social “dondoca desocupada”, curioso que a criada não se viu, mas quase de certeza que estava lá.
É pá, genericamente não tenho nada contra os filhos que os outros querem ter, excepto, quando isso mexe com o meu dinheiro como é o caso do desejo ainda por concretizar desta rapaziada e da sua prole. Senão vejamos, para eles terem aquela rapaziada toda eu só posso ter um ou dois, porque não dá para mais e mesmo assim a malta desunha-se a dar o corpinho ao manifesto.
Que se queira incentivar a natalidade e que em sede de IRS, se dê um desconto para quem tem um filho, dois e assim sucessivamente, de acordo, com um porém, apenas serão elegíveis para receber essa redução, gente que trabalha e que desconta, sim, porque o problema é que esses incentivos acabam na mão da escumalha subsídio dependente.
Essas sanguessugas que por aí vegetam, e vegetar é o termo correcto há 10 anos que recebem milhões de Euros, com que resultados, nenhuns, são cada vez mais, mais selvagens, melhor armados, mais estúpidos e arrogantes, e nós pagamos, aliás nós pagamos tudo.
Nós os patos, nós os tansos, nós os lorpas, nós os borregos, nós os camelos, labutamos de sol a sol, entre filas de trânsito, restaurantes untuosos onde engolimos um caldo insalubre de pé, enjaulados em transportes públicos fétidos, nós pagamos a loucura procriadora desta escumalha, dos dondocas e da rataria do bairro social, alimentamos também esses aprendizes de feiticeiro tachistas.
Mas um dia, como muito bem disse o meu amigo, um dia, toda essa corja será mais que aqueles que trabalham, deixará de haver dinheiro para sustentar tanta escumalha, tanto tacho, tanta e tão vergonhoso roubo, e depois como será? Será tarde, claro que os da altura que viverem de forma honesta do seu trabalho serão os que acabarão por pagar as favas, é isso que me dá raiva, que merda de mundo estarei a legar aos filhos de todos nós!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Então sigamos a reportagem, estaciona um monovolume Mercedes coisa para custar mais de 16 mil euros, lá de dentro saí a costumeira, horda de afonsos marias e bernados e franciscas do costume, os fedelhos arreados com roupinha de marca, que se vende naquelas lojas onde só de entrar já se está a pagar, a mamã muito solta e fresca, com um ligeiro problema nos adenóides, discorria sobre os 1500 Euros mensais que a família despende com a filharada, sentada numa casinhota típica da classe social “dondoca desocupada”, curioso que a criada não se viu, mas quase de certeza que estava lá.
É pá, genericamente não tenho nada contra os filhos que os outros querem ter, excepto, quando isso mexe com o meu dinheiro como é o caso do desejo ainda por concretizar desta rapaziada e da sua prole. Senão vejamos, para eles terem aquela rapaziada toda eu só posso ter um ou dois, porque não dá para mais e mesmo assim a malta desunha-se a dar o corpinho ao manifesto.
Que se queira incentivar a natalidade e que em sede de IRS, se dê um desconto para quem tem um filho, dois e assim sucessivamente, de acordo, com um porém, apenas serão elegíveis para receber essa redução, gente que trabalha e que desconta, sim, porque o problema é que esses incentivos acabam na mão da escumalha subsídio dependente.
Essas sanguessugas que por aí vegetam, e vegetar é o termo correcto há 10 anos que recebem milhões de Euros, com que resultados, nenhuns, são cada vez mais, mais selvagens, melhor armados, mais estúpidos e arrogantes, e nós pagamos, aliás nós pagamos tudo.
Nós os patos, nós os tansos, nós os lorpas, nós os borregos, nós os camelos, labutamos de sol a sol, entre filas de trânsito, restaurantes untuosos onde engolimos um caldo insalubre de pé, enjaulados em transportes públicos fétidos, nós pagamos a loucura procriadora desta escumalha, dos dondocas e da rataria do bairro social, alimentamos também esses aprendizes de feiticeiro tachistas.
Mas um dia, como muito bem disse o meu amigo, um dia, toda essa corja será mais que aqueles que trabalham, deixará de haver dinheiro para sustentar tanta escumalha, tanto tacho, tanta e tão vergonhoso roubo, e depois como será? Será tarde, claro que os da altura que viverem de forma honesta do seu trabalho serão os que acabarão por pagar as favas, é isso que me dá raiva, que merda de mundo estarei a legar aos filhos de todos nós!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, setembro 08, 2009
Apreciação Global
Ontem enquanto saltitava de canal em canal, ouvi a frase que dá título a esta croniqueta, vinda da boca de um desses politiqueirotes infectos que abundam nesta parvónia, não sei a que propósito, tal personagem disse isso porque acto instintivo, mudei logo de canal, porque ver programas com esta gente tornou-se de tal forma penoso que retirei em boa ordem para o canal dois da RTP, que com todo as críticas que se lhe possam fazer é ainda um pequeno oásis no panorama do telelixo nacional.
O que me leva a fazer também uma apreciação global, do mundo político nacional, e depois de ouvir as palavras de MFL, sobre o excelente governo da Madeira, a apreciação que faço é simples.
Senhoras e senhores políticos nacionais, vossas excelências provocam em mim o maior asco e nojo que se possa imaginar, a presença televisiva, radiofónica e jornalística constante, de vossas excelências tornou-se de tal forma abjecta, que nem vos consigo ouvir respirar, apenas que entendo o vosso fétido bafo, desencadeia-se no meu organismo uma autêntica revolução, pena que seja só eu, o meu corpo entra em convulsão, os eflúvios biliosos, provocam-me vómitos, tenho de sair, apanhar ar menos pernicioso.
A presença física de vossas excelências, dá-me dores quartãs e sezões, como soi dizer doem-me as cruzes e respiro com dificuldade, tusso e fico nauseado, daí a uma crise profunda de émese vai um passo, as vossas fotografias, provocam no meu pobre corpo a mesma reacção que água benta na pele do tolo vampiro, rebento em vapores, à obstipação causada pelo choque sucede uma diarreia de proporções bíblicas, em suma, defeco sempre que vos vejo.
Vossas excelências, são-me de tal forma desagradáveis, que a mera referência ao vosso nome desencadeia em mim um asco feérico, nem com molho de tomate vos consigo tragar, mais facilmente tragaria uma supimpa colherada de vermes retirados ainda quentinhos de um qualquer cadáver, a dificuldade com que ora escrevo estas linhas, advém em parte do asco que sinto em aludir ainda que de forma subtil e sem alumiar nomes, apesar de estar de máscara, e protegido com luvas, tenho ao que parece uma alergia progressiva e crónica galopante à vossa laia.
Concedo porém que existem excelentes pessoas entre vossas excelências, excelentes seres humanos, pena é que o monstro político tenha engolido essas pessoas e se sobreponha vergonhosamente à pessoa que no fundo aí existe. Porra que não há pachorra!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
O que me leva a fazer também uma apreciação global, do mundo político nacional, e depois de ouvir as palavras de MFL, sobre o excelente governo da Madeira, a apreciação que faço é simples.
Senhoras e senhores políticos nacionais, vossas excelências provocam em mim o maior asco e nojo que se possa imaginar, a presença televisiva, radiofónica e jornalística constante, de vossas excelências tornou-se de tal forma abjecta, que nem vos consigo ouvir respirar, apenas que entendo o vosso fétido bafo, desencadeia-se no meu organismo uma autêntica revolução, pena que seja só eu, o meu corpo entra em convulsão, os eflúvios biliosos, provocam-me vómitos, tenho de sair, apanhar ar menos pernicioso.
A presença física de vossas excelências, dá-me dores quartãs e sezões, como soi dizer doem-me as cruzes e respiro com dificuldade, tusso e fico nauseado, daí a uma crise profunda de émese vai um passo, as vossas fotografias, provocam no meu pobre corpo a mesma reacção que água benta na pele do tolo vampiro, rebento em vapores, à obstipação causada pelo choque sucede uma diarreia de proporções bíblicas, em suma, defeco sempre que vos vejo.
Vossas excelências, são-me de tal forma desagradáveis, que a mera referência ao vosso nome desencadeia em mim um asco feérico, nem com molho de tomate vos consigo tragar, mais facilmente tragaria uma supimpa colherada de vermes retirados ainda quentinhos de um qualquer cadáver, a dificuldade com que ora escrevo estas linhas, advém em parte do asco que sinto em aludir ainda que de forma subtil e sem alumiar nomes, apesar de estar de máscara, e protegido com luvas, tenho ao que parece uma alergia progressiva e crónica galopante à vossa laia.
Concedo porém que existem excelentes pessoas entre vossas excelências, excelentes seres humanos, pena é que o monstro político tenha engolido essas pessoas e se sobreponha vergonhosamente à pessoa que no fundo aí existe. Porra que não há pachorra!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
domingo, setembro 06, 2009
Do melhor que há em Almeirim!
Deixo-vos meia dúzia de exemplos do tipo de gentinha, civilizada e muito asseada que vive aqui pela capital da sopa de pedra. Exemplo indelével da boçalidade e falta de civismo que atingimos enquanto sociedade, estes nem sequer são dos exemplos piores, porque ainda há pior que isto, mas como rir é o melhor remédio, riam a bom rir com a quantidade de porcalhões e energúmenos que aqui a terreola tem.
Este contentor estáa 5 ou 6 metros da minha porta e é um belo exemplo da rapaziada civilizada e limpinha que vive aqui no bairro!
O parque tem 70 lugares mas um esperto não vá o Diabo tecê-las lembrou-se de deixar uma grade a marcar lugar, é só rir esta malta!
Um passeio para tudo excepto pessoas!
Mais um ser humano pleno de civismo!
Este inteligente artista, apesar de ter para aí uns 50 lugares lives, achou que ali em cima do passeio a carripana ficava melhor.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, setembro 04, 2009
Pela boca morre o peixe!
Desde a saída do seu protector que era previsível que Manuela M. Guedes, seria oportunamente enviada para um sitio onde o Sol não chega. Se se recordarem, a senhora já tinha sido sumariamente saneada e posta a secar, neste caso num sítio onde o Sol podia chegar, entretanto retirada do horário nobre do telejornalismo de lixo apanágio dos vários canais televisivos, a dita, foi recambiada para uma espécie de “talk show” próprio que muito pouco tinha que ver com jornalismo, acolitada pelo decano dos calceteiros, dinossáurio recuperado do “Muppet Show”.
Acusar o PS de manobras escuras, de rocambolescas pressões, associando o perigo espanhol, há que jogar com a psique colectiva do povaréu, é para dizer o mínimo uma cretinice desmesurada que só tem cabimento, em mentes de menor quilate, alias mesmo a ser verdade, seria uma absoluta estupidez política, que traria sempre inevitáveis e nefastas consequências a um PS, já em frangalhos como actualmente está.
Admiro a celeridade com que o PSD, veio à liça, com o discurso já feito, alias como se de antemão já soubessem da marosca, admiro a presteza em crucificar os camaradas do outro PS, memória curta com certeza, em relação às pressões sobre os órgãos de informação no tempo do oásis cavaquista, em que a televisão pública era feudo social-democrata, ou mais recentemente, do caso de Marcelo R. Sousa, se bem que aí não fosse apenas o calar uma voz incómoda mas também o dar asas a um ressentimento mesquinho do camarada que não lhe topava as ventas.
Como noutras ocasiões, a promiscuidade faz parte deste mundo, políticos e jornalistas, policias e políticos, juízes e jornalistas, ladrões e juízes, futeboleiros e políticos e jornalistas, é uma teia que não acaba, onde uns se protegem aos outros, só tirando o tapete no limite extremo e ou quando a relação pessoal amesquinhada pela codícia ou pelo baixo nível de formação e educação dão lugar a tricas.
Fazer desta minudência um caso politico é disparatado, mesmo para os padrões de um Portugal, onde lavra a imbecilidade, muito se dirá ainda sobre este tema, que desviara o país da situação torpe em que se encontra, a meio caminho entre a ruína e a desgraça colectiva de uma sociedade de conformados carneiros capados que insiste em se divertir e preocupar com folhetins de cordel como o ora explicitado, porra que não há pachorra!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Acusar o PS de manobras escuras, de rocambolescas pressões, associando o perigo espanhol, há que jogar com a psique colectiva do povaréu, é para dizer o mínimo uma cretinice desmesurada que só tem cabimento, em mentes de menor quilate, alias mesmo a ser verdade, seria uma absoluta estupidez política, que traria sempre inevitáveis e nefastas consequências a um PS, já em frangalhos como actualmente está.
Admiro a celeridade com que o PSD, veio à liça, com o discurso já feito, alias como se de antemão já soubessem da marosca, admiro a presteza em crucificar os camaradas do outro PS, memória curta com certeza, em relação às pressões sobre os órgãos de informação no tempo do oásis cavaquista, em que a televisão pública era feudo social-democrata, ou mais recentemente, do caso de Marcelo R. Sousa, se bem que aí não fosse apenas o calar uma voz incómoda mas também o dar asas a um ressentimento mesquinho do camarada que não lhe topava as ventas.
Como noutras ocasiões, a promiscuidade faz parte deste mundo, políticos e jornalistas, policias e políticos, juízes e jornalistas, ladrões e juízes, futeboleiros e políticos e jornalistas, é uma teia que não acaba, onde uns se protegem aos outros, só tirando o tapete no limite extremo e ou quando a relação pessoal amesquinhada pela codícia ou pelo baixo nível de formação e educação dão lugar a tricas.
Fazer desta minudência um caso politico é disparatado, mesmo para os padrões de um Portugal, onde lavra a imbecilidade, muito se dirá ainda sobre este tema, que desviara o país da situação torpe em que se encontra, a meio caminho entre a ruína e a desgraça colectiva de uma sociedade de conformados carneiros capados que insiste em se divertir e preocupar com folhetins de cordel como o ora explicitado, porra que não há pachorra!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, setembro 01, 2009
Mais do mesmo!
Acompanhei de forma sorrateira e desinteressada este mês tonto, como lhe gostam de chamar os nossos jornaleiros de serviço nos seus telejornais da treta. O país convulsionasse, entre sezões e dores quartãs de uns, achaques e cefaleias de outros, quecas e enxaquecas de alguns, o país voga alegremente rumo a umas legislativas que perpetuarão a dicotomia idiota e imbecil deste paraíso, paixão, oásis e já não sei que mais.
Trocaremos alegremente um PS por outro PS, trocaremos alegremente uma cáfila de indigentes por outra, trocaremos velidamente uma corja de incapazes por outra, uns e ou outros sobejamente conhecidos e com provas, péssimas, já dadas, em Belém o rei da estulta corte, engasgasse com as migalhas dos vetos, como fez com o bolo-rei, que à pressa faz promulgar, como se um governo não o fosse até ao último dia.
Chocarreira a plebe exulta de prazer, férias e prodigalidades cervejeiras e mariscais, os encarnados marcam e ganham, o povo está sereno, ao lado da crise que teima em não nos deixar, andamos nisto desde 1143, continuamos os diletantes da Europa, o filho esquecido, o antro do rebotalho de leste.
Promessas é um fartar desde as bojardas do inefável Portas, às caturrices da Ti Manela,às mesmas estafadas pantominices do Primeiro,dos esquerdotes, o costume, o capitalismo, os trabalhadores e coiso e tal, sem nunca propor porra nenhuma de concreto que por hipótese se possa traduzir numa qualquer medida plausível de ter sucesso neste século XXI, as esquerdas ficaram no século XIX, enterrados entre catequismos tão dogmáticos quanto a odiada, por eles, Santa Madre de Roma.
Orfeus sonolentos a carneirada nem tuge nem muge, antes vegeta por cá, as novelas televisivas e os abjectos pasquins da sociedade absorvem a malta em delírios de êxtase, será que Pipi Leme e Vasconcelos teve um orgasmo quando o Marquês do Arneiro da Volta lhe pisou o joanete? Siga toda a história nas páginas centrais!
Assim continua este pardieiro de brutamontes! Sem rei nem roque, ao sabor das ondas de uma maré de imbecis. Candidatos vigaristas, criminosos safos pela política, intrujões empedernidos que vão trocando as voltas à marujada saloia que a cada passo se desvela para lhes agradar e votar, enchendo-lhes o traseiro untuoso de garfadas de oferendas, que os ditos agradecem com negociatas com construtores, com banqueiros e com futebóis, e nós os cretinos que suamos a pagar este circo, vivamos em comunhão com a grossa sociedade de alienados, porra que não há pachorra!
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
Trocaremos alegremente um PS por outro PS, trocaremos alegremente uma cáfila de indigentes por outra, trocaremos velidamente uma corja de incapazes por outra, uns e ou outros sobejamente conhecidos e com provas, péssimas, já dadas, em Belém o rei da estulta corte, engasgasse com as migalhas dos vetos, como fez com o bolo-rei, que à pressa faz promulgar, como se um governo não o fosse até ao último dia.
Chocarreira a plebe exulta de prazer, férias e prodigalidades cervejeiras e mariscais, os encarnados marcam e ganham, o povo está sereno, ao lado da crise que teima em não nos deixar, andamos nisto desde 1143, continuamos os diletantes da Europa, o filho esquecido, o antro do rebotalho de leste.
Promessas é um fartar desde as bojardas do inefável Portas, às caturrices da Ti Manela,às mesmas estafadas pantominices do Primeiro,dos esquerdotes, o costume, o capitalismo, os trabalhadores e coiso e tal, sem nunca propor porra nenhuma de concreto que por hipótese se possa traduzir numa qualquer medida plausível de ter sucesso neste século XXI, as esquerdas ficaram no século XIX, enterrados entre catequismos tão dogmáticos quanto a odiada, por eles, Santa Madre de Roma.
Orfeus sonolentos a carneirada nem tuge nem muge, antes vegeta por cá, as novelas televisivas e os abjectos pasquins da sociedade absorvem a malta em delírios de êxtase, será que Pipi Leme e Vasconcelos teve um orgasmo quando o Marquês do Arneiro da Volta lhe pisou o joanete? Siga toda a história nas páginas centrais!
Assim continua este pardieiro de brutamontes! Sem rei nem roque, ao sabor das ondas de uma maré de imbecis. Candidatos vigaristas, criminosos safos pela política, intrujões empedernidos que vão trocando as voltas à marujada saloia que a cada passo se desvela para lhes agradar e votar, enchendo-lhes o traseiro untuoso de garfadas de oferendas, que os ditos agradecem com negociatas com construtores, com banqueiros e com futebóis, e nós os cretinos que suamos a pagar este circo, vivamos em comunhão com a grossa sociedade de alienados, porra que não há pachorra!
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, agosto 04, 2009
Até logo
Excelsos e dedicados amigos e visitantes, este plebeu Barão vai umas semanas para o descanso, fiquem-se com quem quiserem, riam muito, amem o próximo e sejam civilizados, sei que neste mundo cretino cada vez há menos disso, mas se todos fizermos um pouco, vão ver que a coisa vai.
Voltarei em Setembro, espero! Como sou pobrete, fico cá pelo burgo, se quiserem visitar Almeirim, procurem o “Bolo Finto”, na “Padaria Paniborges”, que é uma especialidade tradicional, de resto empanturrem-se com feijocas e batatas na “Sopa de Pedra”, mas não deixem de levar umas “Caralhotas”, se tiverem tempo provem a “Massa à Barrão”, passem pela Adega Cooperativa e comprem umas garrafas de “Cinquentenário” Branco, gelem as ditas e depois me dirão. Se me encontrarem digam-me olá!
A todos desejo boas férias, os que ainda vão, aos outros bom trabalho, cada vez mais escasso, tentem ser felizes mesmo que isso seja trabalhoso.
Um abraço, deste vosso mui amigo
Barão da Tróia
Voltarei em Setembro, espero! Como sou pobrete, fico cá pelo burgo, se quiserem visitar Almeirim, procurem o “Bolo Finto”, na “Padaria Paniborges”, que é uma especialidade tradicional, de resto empanturrem-se com feijocas e batatas na “Sopa de Pedra”, mas não deixem de levar umas “Caralhotas”, se tiverem tempo provem a “Massa à Barrão”, passem pela Adega Cooperativa e comprem umas garrafas de “Cinquentenário” Branco, gelem as ditas e depois me dirão. Se me encontrarem digam-me olá!
A todos desejo boas férias, os que ainda vão, aos outros bom trabalho, cada vez mais escasso, tentem ser felizes mesmo que isso seja trabalhoso.
Um abraço, deste vosso mui amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, julho 31, 2009
Curtas e Grossas!
Os tribunais em Portugal são um caso sério de qualquer coisa que ainda não se percebeu bem o que é. Dizer estupidez, soa a pouco dadas as muitas e tão rebuscadas cretinices que a jurisprudência nacional dá à luz, Rui Mateus no seu livro, “Contos Proibidos – Memórias de um PS Desconhecido” alertava para uma era a que chamou “o tempo dos juízes”, estou em crer que essa era chegou e da pior das maneiras, senão vejamos, em Fevereiro um professor de música é condenado por actos pedófilos, aplicada a pena suspensa, pode continuar a dar aulas, esta semana a mesma dança com uma senhora professora, pena suspensa e pode continuar na escola.
Que passará na cabeça de tais juízes? Que tipo de gente é esta que ocupa estes supostos palácios de Justiça? Que tipo de Justiça é esta?
A SIC, ontem passou uma excelente reportagem, caso raro mas que de quando em vez sucede, onde mostrou como aqui ao lado se aproveitou as linhas ferroviárias de via estreita para dinamizar e dar vida a zonas do interior desertificado e quase morto do ponto de vista social e económico.
Ficou clara a evidência que revitalizar estas linhas é uma mais valia económica para áreas desertificadas, claro não é preciso ser “engenheiro” para perceber isso, no entanto a realidade Lusa, é tão diferente, estações centenárias, lindas, em ruína completa, no mais completo abandono, linhas vandalizadas, que outrora transportaram a vida, sofrem agora alenta agonia da incúria e do criminoso laxismo destes amantes da alta velocidade, superiores imbecis que desbaratam o óptimo que temos por cá a troca de quimeras imbecis.
A saga prossegue, duzentos euros é o valor que o actual Governo, oferece por cada bebé que nasça, como incentivo à natalidade. Melhor que nada, claro, é a perspectiva optimista. Bardamerda! Digo eu um realista empedernido, já estou a ver onde vai parar esse dinheirito, servirá apenas para engrossar, os já lautos rendimentos mínimos e subsídios disto e daquilo dessas várias sanguessugas sociais que por cá levam a vida de reis. Saberão os senhores do governo quanto custa uma ecografia? Uma consulta no obstetra? Querem realmente incentivar a natalidade, nada mais simples, licença de parto nunca menos de 12 meses, integralmente paga, sem essa aberração parva da percentagem, diminuição em sede de IRS desse imposto para quem tenha dois ou mais filhos, fim da escandalosa politica de manuais escolares, escola gratuita até ao 12º Ano, isso seria investir realmente na Educação e na natalidade, construção de uma rede nacional de creches e infantários que verdadeiramente dê provimento às reais necessidade dos que trabalham, essas sim poderiam ser medidas de incentivo à natalidade.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Que passará na cabeça de tais juízes? Que tipo de gente é esta que ocupa estes supostos palácios de Justiça? Que tipo de Justiça é esta?
A SIC, ontem passou uma excelente reportagem, caso raro mas que de quando em vez sucede, onde mostrou como aqui ao lado se aproveitou as linhas ferroviárias de via estreita para dinamizar e dar vida a zonas do interior desertificado e quase morto do ponto de vista social e económico.
Ficou clara a evidência que revitalizar estas linhas é uma mais valia económica para áreas desertificadas, claro não é preciso ser “engenheiro” para perceber isso, no entanto a realidade Lusa, é tão diferente, estações centenárias, lindas, em ruína completa, no mais completo abandono, linhas vandalizadas, que outrora transportaram a vida, sofrem agora alenta agonia da incúria e do criminoso laxismo destes amantes da alta velocidade, superiores imbecis que desbaratam o óptimo que temos por cá a troca de quimeras imbecis.
A saga prossegue, duzentos euros é o valor que o actual Governo, oferece por cada bebé que nasça, como incentivo à natalidade. Melhor que nada, claro, é a perspectiva optimista. Bardamerda! Digo eu um realista empedernido, já estou a ver onde vai parar esse dinheirito, servirá apenas para engrossar, os já lautos rendimentos mínimos e subsídios disto e daquilo dessas várias sanguessugas sociais que por cá levam a vida de reis. Saberão os senhores do governo quanto custa uma ecografia? Uma consulta no obstetra? Querem realmente incentivar a natalidade, nada mais simples, licença de parto nunca menos de 12 meses, integralmente paga, sem essa aberração parva da percentagem, diminuição em sede de IRS desse imposto para quem tenha dois ou mais filhos, fim da escandalosa politica de manuais escolares, escola gratuita até ao 12º Ano, isso seria investir realmente na Educação e na natalidade, construção de uma rede nacional de creches e infantários que verdadeiramente dê provimento às reais necessidade dos que trabalham, essas sim poderiam ser medidas de incentivo à natalidade.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, julho 27, 2009
Nem o Saramago!
A comissão de sábios que atribui o Nobel, deve estar chateadíssima, porque já percebeu que deu o prémio ao camarada errado, o novo ensaio sobre a cegueira é muito melhor que o anterior do Saramago, o actual, além do mais é uma obra conjunta dos excelentes médicos que temos, dos óptimos hospitais e da soberba Ordem dos Médicos, esse excelente exemplo de instituição medieval, parte sindicato de inclinação trotskista, parte ordem religiosa, parte irmandade secreta, acreditem que sei de fonte segura que o Dan Brown prepara mais um livro dos dele com base na poderosa e omnipresente Ordem dos Médicos.
A propósito deste novo caso de incúria, desleixo ou pura falta de sorte, veio o proficiente e verboso chefe da médica pandilha à televisão declarar que se tinha de acabar esta mania persecutória, em relação aos médicos. Concordo em absoluto, aconselho a que se acabe com esta mania persecutória e se inicie a mania da responsabilização pelos erros, à laia do que se propala aos sete ventos em relação a outros profissionais.
Curioso, que quando falou o senhor bastonário dos Esculápios, enumerou duas causas para a ocorrência, mas nem por uma vez colocou a hipótese de erro humano, dogma eterno desta desordem, “médico nunca erra”, já conhecíamos o dogma da infalibilidade do Papa que tem dado tantos e tão excelsos frutos à humanidade, junta-se agora o dogma da infalibilidade dos médicos, que também tem produzido excelentes resultados em especial no aumento do volume de negócios das funerárias.
Contam-se pelos dedos de uma única mão os médicos que em Portugal são realmente condenados pela má prestação, os homicídios que praticam ficam sempre escondidos pela capa da legalidade, o mesmo não se pode dizer dos pobres Polícias, que quando matam algum energúmeno, são logo martirizados, suspensos e julgados presos até expulsos, que diferença de tratamento!
No entanto os médicos matam mais que os polícias, no entanto os polícias são condenados e os médicos enfim, são quando muito admoestados, ou suspensos por três meses, como naquele caso anedótico, em que o senhor doutor ficou suspenso das funções no hospital público, mas completamente à vontade para consultar na clínica privada onde também trabalhava, se isto não é ridículo, não sei o que será!
Afinal de onde advém este poder da classe, que tudo permite, que coloca estes senhores acima da lei, este porcaria é ou não um estado de direito. Bem, é um estado de direito caso o caro leitor tenha bago suficiente para andar um ror de anos a gastar a massa em tribunais de quinta categoria, até conseguir eventualmente condenar o galfarro, porque se for um pobretanas, está o assunto arrumado, o senhor doutor está safo.
Não querendo menosprezar os imensos problemas da profissão, que sei ser difícil, tenho entre os meus amigos alguns médicos, esta desresponsabilização é vergonhosa, não é digna de um pretenso estado de direito, não é digna de um suposto país desenvolvido, isto é medievo, isto é terceiro mundista e é criminoso, mas se calhar nos somos um paiszeco medíocre de terceiro mundo a presumir de desenvolvidos, se calhar somos uma cleptocracia terceiro mundista acente em oligarquias politicas e profissionais que dominam uma sociedade de carneiros capados, se calhar!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
A propósito deste novo caso de incúria, desleixo ou pura falta de sorte, veio o proficiente e verboso chefe da médica pandilha à televisão declarar que se tinha de acabar esta mania persecutória, em relação aos médicos. Concordo em absoluto, aconselho a que se acabe com esta mania persecutória e se inicie a mania da responsabilização pelos erros, à laia do que se propala aos sete ventos em relação a outros profissionais.
Curioso, que quando falou o senhor bastonário dos Esculápios, enumerou duas causas para a ocorrência, mas nem por uma vez colocou a hipótese de erro humano, dogma eterno desta desordem, “médico nunca erra”, já conhecíamos o dogma da infalibilidade do Papa que tem dado tantos e tão excelsos frutos à humanidade, junta-se agora o dogma da infalibilidade dos médicos, que também tem produzido excelentes resultados em especial no aumento do volume de negócios das funerárias.
Contam-se pelos dedos de uma única mão os médicos que em Portugal são realmente condenados pela má prestação, os homicídios que praticam ficam sempre escondidos pela capa da legalidade, o mesmo não se pode dizer dos pobres Polícias, que quando matam algum energúmeno, são logo martirizados, suspensos e julgados presos até expulsos, que diferença de tratamento!
No entanto os médicos matam mais que os polícias, no entanto os polícias são condenados e os médicos enfim, são quando muito admoestados, ou suspensos por três meses, como naquele caso anedótico, em que o senhor doutor ficou suspenso das funções no hospital público, mas completamente à vontade para consultar na clínica privada onde também trabalhava, se isto não é ridículo, não sei o que será!
Afinal de onde advém este poder da classe, que tudo permite, que coloca estes senhores acima da lei, este porcaria é ou não um estado de direito. Bem, é um estado de direito caso o caro leitor tenha bago suficiente para andar um ror de anos a gastar a massa em tribunais de quinta categoria, até conseguir eventualmente condenar o galfarro, porque se for um pobretanas, está o assunto arrumado, o senhor doutor está safo.
Não querendo menosprezar os imensos problemas da profissão, que sei ser difícil, tenho entre os meus amigos alguns médicos, esta desresponsabilização é vergonhosa, não é digna de um pretenso estado de direito, não é digna de um suposto país desenvolvido, isto é medievo, isto é terceiro mundista e é criminoso, mas se calhar nos somos um paiszeco medíocre de terceiro mundo a presumir de desenvolvidos, se calhar somos uma cleptocracia terceiro mundista acente em oligarquias politicas e profissionais que dominam uma sociedade de carneiros capados, se calhar!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, julho 20, 2009
Requiem por um AMIGO!
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