Agora a moda é a “Asfixia Democrática”, propalada pelo caso da TVI, todos os politiqueiros da treta se atiram à tal asfixia como gato a bofe, pronunciando as mais atrozes bojardas e cretinices que alimentadas pela comunicação social indigente que temos, assumem proporções de tema nacional, deles, porque os restantes nove milhões e tal estão mais preocupados com a verdadeira falta de democracia e liberdade que se agudizou ao longo destes últimos 30 anos de merdocracia.
Alias a única asfixia que vislumbro actualmente por cá é uma asfixia intelectual, que parece dominar as elites políticas e os seus apaniguados, como diria o enorme poeta a inteligência destas damas e cavalheiros manifestasse por não se manifestar. Então num país onde várias leis são diária e compulsivamente atropeladas, onde existem locais onde eu cidadão deste país não posso ir porque lá vivem uns quaisquer selvagens que por eu ser de outra cor me fincam logo a dentuça, um país onde recorrer à Justiça é menos fiável que jogar no Euromilhões, um país onde ter problemas com certo tipo de escumalha significa ter de mudar de terra, porque a polícia não protege ninguém e o tal Estado de Direito muito menos, um país onde cada vez mais a liberdade, a segurança de bens e pessoas e a Democracia são palavras vãs, em tal país, andam meia dúzia de indigentes intelectuais a queimar tempo por causa de um programa de telelixo?
Tenham dó! Pressões sobre os jornalistas, é coisa que não falta nestes 30 anos de Democracia, nem um só dos partidos, pode clamar inocência, bem talvez os bloqueiros que como são novatos ainda não tiveram tempo de exercer a dita asfixia, dos outros não há um que possa atirar pedras, todos a seu tempo exerceram essa asfixia, uns mais que outros claro, uns mais afincados que outros, mas todos a seu tempo censuraram, amordaçaram e impediram a liberdade e a democracia, e são estas alimárias que agora vem clamar aqui d’el Rei, ora vão às malvas!
Existe claramente um défice democrático neste país! Decorre essencialmente de um modelo constitucional e social falido, ainda há dias discutia esta coisa da democracia participativa com uns amigos, a falta dessa participação activa, a falta de valores de cidadania participativa de largos sectores da sociedade enviesa claramente a democracia, os políticos não sabem, não querem e ou não conseguem ouvir o povo, não conseguem entender as pessoas, nem perceber as suas reais necessidades, junte-se a isso um modelo politico cretino, falido, impróprio e obsoleto e temos este afastamento completo da sociedade em relação à politica e aos políticos, o descrédito dos seus actores principais lança a Democracia ao fundo de um poço de desconfiança e alheamento do qual será muito complicado sair.
Curiosamente instalados no poder os politiqueiros, não tugem nem mugem, o sistema mantém-se inalterado como se alguma coisa hoje seja imutável. Ele é fausto e estadão, presidentes e vice-presidentes, primeiros-ministros, segundos e terceiros, casas civis e militares, assessores disto e daqueloutro, secretárias e secretárias das secretárias, motoristas, escoltas e toda uma parafernália de inutilidades que dá lugar a uns milhares de tachos inúteis que consomem uma fatia importante do orçamento de estado, mas quanto a isto, quedam-se uns mudos e outros calados.
Asfixia democrática, o tanas! Antes asfixia de neurónios, é o que revela esta Corja, que se alimenta do cadáver deste país, que se alimenta do nosso dinheiro, que se alimenta do trabalho de milhares de miseráveis mal pagos, que vegetam nesta entre vida miserável, porra que já não há pachorra!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, setembro 11, 2009
quarta-feira, setembro 09, 2009
Números
Uma destas noites, passava uma reportagem num qualquer desses canais televisivos sobre as famílias numerosas. Assunto que confesso, me começa a deixar nauseado, ainda há tempos discutia com um amigo sobre o tema e estando os dois de acordo, bebemos mais um copo porque neste país de opereta bufa, anda tudo parvo.
Então sigamos a reportagem, estaciona um monovolume Mercedes coisa para custar mais de 16 mil euros, lá de dentro saí a costumeira, horda de afonsos marias e bernados e franciscas do costume, os fedelhos arreados com roupinha de marca, que se vende naquelas lojas onde só de entrar já se está a pagar, a mamã muito solta e fresca, com um ligeiro problema nos adenóides, discorria sobre os 1500 Euros mensais que a família despende com a filharada, sentada numa casinhota típica da classe social “dondoca desocupada”, curioso que a criada não se viu, mas quase de certeza que estava lá.
É pá, genericamente não tenho nada contra os filhos que os outros querem ter, excepto, quando isso mexe com o meu dinheiro como é o caso do desejo ainda por concretizar desta rapaziada e da sua prole. Senão vejamos, para eles terem aquela rapaziada toda eu só posso ter um ou dois, porque não dá para mais e mesmo assim a malta desunha-se a dar o corpinho ao manifesto.
Que se queira incentivar a natalidade e que em sede de IRS, se dê um desconto para quem tem um filho, dois e assim sucessivamente, de acordo, com um porém, apenas serão elegíveis para receber essa redução, gente que trabalha e que desconta, sim, porque o problema é que esses incentivos acabam na mão da escumalha subsídio dependente.
Essas sanguessugas que por aí vegetam, e vegetar é o termo correcto há 10 anos que recebem milhões de Euros, com que resultados, nenhuns, são cada vez mais, mais selvagens, melhor armados, mais estúpidos e arrogantes, e nós pagamos, aliás nós pagamos tudo.
Nós os patos, nós os tansos, nós os lorpas, nós os borregos, nós os camelos, labutamos de sol a sol, entre filas de trânsito, restaurantes untuosos onde engolimos um caldo insalubre de pé, enjaulados em transportes públicos fétidos, nós pagamos a loucura procriadora desta escumalha, dos dondocas e da rataria do bairro social, alimentamos também esses aprendizes de feiticeiro tachistas.
Mas um dia, como muito bem disse o meu amigo, um dia, toda essa corja será mais que aqueles que trabalham, deixará de haver dinheiro para sustentar tanta escumalha, tanto tacho, tanta e tão vergonhoso roubo, e depois como será? Será tarde, claro que os da altura que viverem de forma honesta do seu trabalho serão os que acabarão por pagar as favas, é isso que me dá raiva, que merda de mundo estarei a legar aos filhos de todos nós!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Então sigamos a reportagem, estaciona um monovolume Mercedes coisa para custar mais de 16 mil euros, lá de dentro saí a costumeira, horda de afonsos marias e bernados e franciscas do costume, os fedelhos arreados com roupinha de marca, que se vende naquelas lojas onde só de entrar já se está a pagar, a mamã muito solta e fresca, com um ligeiro problema nos adenóides, discorria sobre os 1500 Euros mensais que a família despende com a filharada, sentada numa casinhota típica da classe social “dondoca desocupada”, curioso que a criada não se viu, mas quase de certeza que estava lá.
É pá, genericamente não tenho nada contra os filhos que os outros querem ter, excepto, quando isso mexe com o meu dinheiro como é o caso do desejo ainda por concretizar desta rapaziada e da sua prole. Senão vejamos, para eles terem aquela rapaziada toda eu só posso ter um ou dois, porque não dá para mais e mesmo assim a malta desunha-se a dar o corpinho ao manifesto.
Que se queira incentivar a natalidade e que em sede de IRS, se dê um desconto para quem tem um filho, dois e assim sucessivamente, de acordo, com um porém, apenas serão elegíveis para receber essa redução, gente que trabalha e que desconta, sim, porque o problema é que esses incentivos acabam na mão da escumalha subsídio dependente.
Essas sanguessugas que por aí vegetam, e vegetar é o termo correcto há 10 anos que recebem milhões de Euros, com que resultados, nenhuns, são cada vez mais, mais selvagens, melhor armados, mais estúpidos e arrogantes, e nós pagamos, aliás nós pagamos tudo.
Nós os patos, nós os tansos, nós os lorpas, nós os borregos, nós os camelos, labutamos de sol a sol, entre filas de trânsito, restaurantes untuosos onde engolimos um caldo insalubre de pé, enjaulados em transportes públicos fétidos, nós pagamos a loucura procriadora desta escumalha, dos dondocas e da rataria do bairro social, alimentamos também esses aprendizes de feiticeiro tachistas.
Mas um dia, como muito bem disse o meu amigo, um dia, toda essa corja será mais que aqueles que trabalham, deixará de haver dinheiro para sustentar tanta escumalha, tanto tacho, tanta e tão vergonhoso roubo, e depois como será? Será tarde, claro que os da altura que viverem de forma honesta do seu trabalho serão os que acabarão por pagar as favas, é isso que me dá raiva, que merda de mundo estarei a legar aos filhos de todos nós!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, setembro 08, 2009
Apreciação Global
Ontem enquanto saltitava de canal em canal, ouvi a frase que dá título a esta croniqueta, vinda da boca de um desses politiqueirotes infectos que abundam nesta parvónia, não sei a que propósito, tal personagem disse isso porque acto instintivo, mudei logo de canal, porque ver programas com esta gente tornou-se de tal forma penoso que retirei em boa ordem para o canal dois da RTP, que com todo as críticas que se lhe possam fazer é ainda um pequeno oásis no panorama do telelixo nacional.
O que me leva a fazer também uma apreciação global, do mundo político nacional, e depois de ouvir as palavras de MFL, sobre o excelente governo da Madeira, a apreciação que faço é simples.
Senhoras e senhores políticos nacionais, vossas excelências provocam em mim o maior asco e nojo que se possa imaginar, a presença televisiva, radiofónica e jornalística constante, de vossas excelências tornou-se de tal forma abjecta, que nem vos consigo ouvir respirar, apenas que entendo o vosso fétido bafo, desencadeia-se no meu organismo uma autêntica revolução, pena que seja só eu, o meu corpo entra em convulsão, os eflúvios biliosos, provocam-me vómitos, tenho de sair, apanhar ar menos pernicioso.
A presença física de vossas excelências, dá-me dores quartãs e sezões, como soi dizer doem-me as cruzes e respiro com dificuldade, tusso e fico nauseado, daí a uma crise profunda de émese vai um passo, as vossas fotografias, provocam no meu pobre corpo a mesma reacção que água benta na pele do tolo vampiro, rebento em vapores, à obstipação causada pelo choque sucede uma diarreia de proporções bíblicas, em suma, defeco sempre que vos vejo.
Vossas excelências, são-me de tal forma desagradáveis, que a mera referência ao vosso nome desencadeia em mim um asco feérico, nem com molho de tomate vos consigo tragar, mais facilmente tragaria uma supimpa colherada de vermes retirados ainda quentinhos de um qualquer cadáver, a dificuldade com que ora escrevo estas linhas, advém em parte do asco que sinto em aludir ainda que de forma subtil e sem alumiar nomes, apesar de estar de máscara, e protegido com luvas, tenho ao que parece uma alergia progressiva e crónica galopante à vossa laia.
Concedo porém que existem excelentes pessoas entre vossas excelências, excelentes seres humanos, pena é que o monstro político tenha engolido essas pessoas e se sobreponha vergonhosamente à pessoa que no fundo aí existe. Porra que não há pachorra!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
O que me leva a fazer também uma apreciação global, do mundo político nacional, e depois de ouvir as palavras de MFL, sobre o excelente governo da Madeira, a apreciação que faço é simples.
Senhoras e senhores políticos nacionais, vossas excelências provocam em mim o maior asco e nojo que se possa imaginar, a presença televisiva, radiofónica e jornalística constante, de vossas excelências tornou-se de tal forma abjecta, que nem vos consigo ouvir respirar, apenas que entendo o vosso fétido bafo, desencadeia-se no meu organismo uma autêntica revolução, pena que seja só eu, o meu corpo entra em convulsão, os eflúvios biliosos, provocam-me vómitos, tenho de sair, apanhar ar menos pernicioso.
A presença física de vossas excelências, dá-me dores quartãs e sezões, como soi dizer doem-me as cruzes e respiro com dificuldade, tusso e fico nauseado, daí a uma crise profunda de émese vai um passo, as vossas fotografias, provocam no meu pobre corpo a mesma reacção que água benta na pele do tolo vampiro, rebento em vapores, à obstipação causada pelo choque sucede uma diarreia de proporções bíblicas, em suma, defeco sempre que vos vejo.
Vossas excelências, são-me de tal forma desagradáveis, que a mera referência ao vosso nome desencadeia em mim um asco feérico, nem com molho de tomate vos consigo tragar, mais facilmente tragaria uma supimpa colherada de vermes retirados ainda quentinhos de um qualquer cadáver, a dificuldade com que ora escrevo estas linhas, advém em parte do asco que sinto em aludir ainda que de forma subtil e sem alumiar nomes, apesar de estar de máscara, e protegido com luvas, tenho ao que parece uma alergia progressiva e crónica galopante à vossa laia.
Concedo porém que existem excelentes pessoas entre vossas excelências, excelentes seres humanos, pena é que o monstro político tenha engolido essas pessoas e se sobreponha vergonhosamente à pessoa que no fundo aí existe. Porra que não há pachorra!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
domingo, setembro 06, 2009
Do melhor que há em Almeirim!
Deixo-vos meia dúzia de exemplos do tipo de gentinha, civilizada e muito asseada que vive aqui pela capital da sopa de pedra. Exemplo indelével da boçalidade e falta de civismo que atingimos enquanto sociedade, estes nem sequer são dos exemplos piores, porque ainda há pior que isto, mas como rir é o melhor remédio, riam a bom rir com a quantidade de porcalhões e energúmenos que aqui a terreola tem.
Este contentor estáa 5 ou 6 metros da minha porta e é um belo exemplo da rapaziada civilizada e limpinha que vive aqui no bairro!
O parque tem 70 lugares mas um esperto não vá o Diabo tecê-las lembrou-se de deixar uma grade a marcar lugar, é só rir esta malta!
Um passeio para tudo excepto pessoas!
Mais um ser humano pleno de civismo!
Este inteligente artista, apesar de ter para aí uns 50 lugares lives, achou que ali em cima do passeio a carripana ficava melhor.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, setembro 04, 2009
Pela boca morre o peixe!
Desde a saída do seu protector que era previsível que Manuela M. Guedes, seria oportunamente enviada para um sitio onde o Sol não chega. Se se recordarem, a senhora já tinha sido sumariamente saneada e posta a secar, neste caso num sítio onde o Sol podia chegar, entretanto retirada do horário nobre do telejornalismo de lixo apanágio dos vários canais televisivos, a dita, foi recambiada para uma espécie de “talk show” próprio que muito pouco tinha que ver com jornalismo, acolitada pelo decano dos calceteiros, dinossáurio recuperado do “Muppet Show”.
Acusar o PS de manobras escuras, de rocambolescas pressões, associando o perigo espanhol, há que jogar com a psique colectiva do povaréu, é para dizer o mínimo uma cretinice desmesurada que só tem cabimento, em mentes de menor quilate, alias mesmo a ser verdade, seria uma absoluta estupidez política, que traria sempre inevitáveis e nefastas consequências a um PS, já em frangalhos como actualmente está.
Admiro a celeridade com que o PSD, veio à liça, com o discurso já feito, alias como se de antemão já soubessem da marosca, admiro a presteza em crucificar os camaradas do outro PS, memória curta com certeza, em relação às pressões sobre os órgãos de informação no tempo do oásis cavaquista, em que a televisão pública era feudo social-democrata, ou mais recentemente, do caso de Marcelo R. Sousa, se bem que aí não fosse apenas o calar uma voz incómoda mas também o dar asas a um ressentimento mesquinho do camarada que não lhe topava as ventas.
Como noutras ocasiões, a promiscuidade faz parte deste mundo, políticos e jornalistas, policias e políticos, juízes e jornalistas, ladrões e juízes, futeboleiros e políticos e jornalistas, é uma teia que não acaba, onde uns se protegem aos outros, só tirando o tapete no limite extremo e ou quando a relação pessoal amesquinhada pela codícia ou pelo baixo nível de formação e educação dão lugar a tricas.
Fazer desta minudência um caso politico é disparatado, mesmo para os padrões de um Portugal, onde lavra a imbecilidade, muito se dirá ainda sobre este tema, que desviara o país da situação torpe em que se encontra, a meio caminho entre a ruína e a desgraça colectiva de uma sociedade de conformados carneiros capados que insiste em se divertir e preocupar com folhetins de cordel como o ora explicitado, porra que não há pachorra!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Acusar o PS de manobras escuras, de rocambolescas pressões, associando o perigo espanhol, há que jogar com a psique colectiva do povaréu, é para dizer o mínimo uma cretinice desmesurada que só tem cabimento, em mentes de menor quilate, alias mesmo a ser verdade, seria uma absoluta estupidez política, que traria sempre inevitáveis e nefastas consequências a um PS, já em frangalhos como actualmente está.
Admiro a celeridade com que o PSD, veio à liça, com o discurso já feito, alias como se de antemão já soubessem da marosca, admiro a presteza em crucificar os camaradas do outro PS, memória curta com certeza, em relação às pressões sobre os órgãos de informação no tempo do oásis cavaquista, em que a televisão pública era feudo social-democrata, ou mais recentemente, do caso de Marcelo R. Sousa, se bem que aí não fosse apenas o calar uma voz incómoda mas também o dar asas a um ressentimento mesquinho do camarada que não lhe topava as ventas.
Como noutras ocasiões, a promiscuidade faz parte deste mundo, políticos e jornalistas, policias e políticos, juízes e jornalistas, ladrões e juízes, futeboleiros e políticos e jornalistas, é uma teia que não acaba, onde uns se protegem aos outros, só tirando o tapete no limite extremo e ou quando a relação pessoal amesquinhada pela codícia ou pelo baixo nível de formação e educação dão lugar a tricas.
Fazer desta minudência um caso politico é disparatado, mesmo para os padrões de um Portugal, onde lavra a imbecilidade, muito se dirá ainda sobre este tema, que desviara o país da situação torpe em que se encontra, a meio caminho entre a ruína e a desgraça colectiva de uma sociedade de conformados carneiros capados que insiste em se divertir e preocupar com folhetins de cordel como o ora explicitado, porra que não há pachorra!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, setembro 01, 2009
Mais do mesmo!
Acompanhei de forma sorrateira e desinteressada este mês tonto, como lhe gostam de chamar os nossos jornaleiros de serviço nos seus telejornais da treta. O país convulsionasse, entre sezões e dores quartãs de uns, achaques e cefaleias de outros, quecas e enxaquecas de alguns, o país voga alegremente rumo a umas legislativas que perpetuarão a dicotomia idiota e imbecil deste paraíso, paixão, oásis e já não sei que mais.
Trocaremos alegremente um PS por outro PS, trocaremos alegremente uma cáfila de indigentes por outra, trocaremos velidamente uma corja de incapazes por outra, uns e ou outros sobejamente conhecidos e com provas, péssimas, já dadas, em Belém o rei da estulta corte, engasgasse com as migalhas dos vetos, como fez com o bolo-rei, que à pressa faz promulgar, como se um governo não o fosse até ao último dia.
Chocarreira a plebe exulta de prazer, férias e prodigalidades cervejeiras e mariscais, os encarnados marcam e ganham, o povo está sereno, ao lado da crise que teima em não nos deixar, andamos nisto desde 1143, continuamos os diletantes da Europa, o filho esquecido, o antro do rebotalho de leste.
Promessas é um fartar desde as bojardas do inefável Portas, às caturrices da Ti Manela,às mesmas estafadas pantominices do Primeiro,dos esquerdotes, o costume, o capitalismo, os trabalhadores e coiso e tal, sem nunca propor porra nenhuma de concreto que por hipótese se possa traduzir numa qualquer medida plausível de ter sucesso neste século XXI, as esquerdas ficaram no século XIX, enterrados entre catequismos tão dogmáticos quanto a odiada, por eles, Santa Madre de Roma.
Orfeus sonolentos a carneirada nem tuge nem muge, antes vegeta por cá, as novelas televisivas e os abjectos pasquins da sociedade absorvem a malta em delírios de êxtase, será que Pipi Leme e Vasconcelos teve um orgasmo quando o Marquês do Arneiro da Volta lhe pisou o joanete? Siga toda a história nas páginas centrais!
Assim continua este pardieiro de brutamontes! Sem rei nem roque, ao sabor das ondas de uma maré de imbecis. Candidatos vigaristas, criminosos safos pela política, intrujões empedernidos que vão trocando as voltas à marujada saloia que a cada passo se desvela para lhes agradar e votar, enchendo-lhes o traseiro untuoso de garfadas de oferendas, que os ditos agradecem com negociatas com construtores, com banqueiros e com futebóis, e nós os cretinos que suamos a pagar este circo, vivamos em comunhão com a grossa sociedade de alienados, porra que não há pachorra!
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
Trocaremos alegremente um PS por outro PS, trocaremos alegremente uma cáfila de indigentes por outra, trocaremos velidamente uma corja de incapazes por outra, uns e ou outros sobejamente conhecidos e com provas, péssimas, já dadas, em Belém o rei da estulta corte, engasgasse com as migalhas dos vetos, como fez com o bolo-rei, que à pressa faz promulgar, como se um governo não o fosse até ao último dia.
Chocarreira a plebe exulta de prazer, férias e prodigalidades cervejeiras e mariscais, os encarnados marcam e ganham, o povo está sereno, ao lado da crise que teima em não nos deixar, andamos nisto desde 1143, continuamos os diletantes da Europa, o filho esquecido, o antro do rebotalho de leste.
Promessas é um fartar desde as bojardas do inefável Portas, às caturrices da Ti Manela,às mesmas estafadas pantominices do Primeiro,dos esquerdotes, o costume, o capitalismo, os trabalhadores e coiso e tal, sem nunca propor porra nenhuma de concreto que por hipótese se possa traduzir numa qualquer medida plausível de ter sucesso neste século XXI, as esquerdas ficaram no século XIX, enterrados entre catequismos tão dogmáticos quanto a odiada, por eles, Santa Madre de Roma.
Orfeus sonolentos a carneirada nem tuge nem muge, antes vegeta por cá, as novelas televisivas e os abjectos pasquins da sociedade absorvem a malta em delírios de êxtase, será que Pipi Leme e Vasconcelos teve um orgasmo quando o Marquês do Arneiro da Volta lhe pisou o joanete? Siga toda a história nas páginas centrais!
Assim continua este pardieiro de brutamontes! Sem rei nem roque, ao sabor das ondas de uma maré de imbecis. Candidatos vigaristas, criminosos safos pela política, intrujões empedernidos que vão trocando as voltas à marujada saloia que a cada passo se desvela para lhes agradar e votar, enchendo-lhes o traseiro untuoso de garfadas de oferendas, que os ditos agradecem com negociatas com construtores, com banqueiros e com futebóis, e nós os cretinos que suamos a pagar este circo, vivamos em comunhão com a grossa sociedade de alienados, porra que não há pachorra!
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, agosto 04, 2009
Até logo
Excelsos e dedicados amigos e visitantes, este plebeu Barão vai umas semanas para o descanso, fiquem-se com quem quiserem, riam muito, amem o próximo e sejam civilizados, sei que neste mundo cretino cada vez há menos disso, mas se todos fizermos um pouco, vão ver que a coisa vai.
Voltarei em Setembro, espero! Como sou pobrete, fico cá pelo burgo, se quiserem visitar Almeirim, procurem o “Bolo Finto”, na “Padaria Paniborges”, que é uma especialidade tradicional, de resto empanturrem-se com feijocas e batatas na “Sopa de Pedra”, mas não deixem de levar umas “Caralhotas”, se tiverem tempo provem a “Massa à Barrão”, passem pela Adega Cooperativa e comprem umas garrafas de “Cinquentenário” Branco, gelem as ditas e depois me dirão. Se me encontrarem digam-me olá!
A todos desejo boas férias, os que ainda vão, aos outros bom trabalho, cada vez mais escasso, tentem ser felizes mesmo que isso seja trabalhoso.
Um abraço, deste vosso mui amigo
Barão da Tróia
Voltarei em Setembro, espero! Como sou pobrete, fico cá pelo burgo, se quiserem visitar Almeirim, procurem o “Bolo Finto”, na “Padaria Paniborges”, que é uma especialidade tradicional, de resto empanturrem-se com feijocas e batatas na “Sopa de Pedra”, mas não deixem de levar umas “Caralhotas”, se tiverem tempo provem a “Massa à Barrão”, passem pela Adega Cooperativa e comprem umas garrafas de “Cinquentenário” Branco, gelem as ditas e depois me dirão. Se me encontrarem digam-me olá!
A todos desejo boas férias, os que ainda vão, aos outros bom trabalho, cada vez mais escasso, tentem ser felizes mesmo que isso seja trabalhoso.
Um abraço, deste vosso mui amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, julho 31, 2009
Curtas e Grossas!
Os tribunais em Portugal são um caso sério de qualquer coisa que ainda não se percebeu bem o que é. Dizer estupidez, soa a pouco dadas as muitas e tão rebuscadas cretinices que a jurisprudência nacional dá à luz, Rui Mateus no seu livro, “Contos Proibidos – Memórias de um PS Desconhecido” alertava para uma era a que chamou “o tempo dos juízes”, estou em crer que essa era chegou e da pior das maneiras, senão vejamos, em Fevereiro um professor de música é condenado por actos pedófilos, aplicada a pena suspensa, pode continuar a dar aulas, esta semana a mesma dança com uma senhora professora, pena suspensa e pode continuar na escola.
Que passará na cabeça de tais juízes? Que tipo de gente é esta que ocupa estes supostos palácios de Justiça? Que tipo de Justiça é esta?
A SIC, ontem passou uma excelente reportagem, caso raro mas que de quando em vez sucede, onde mostrou como aqui ao lado se aproveitou as linhas ferroviárias de via estreita para dinamizar e dar vida a zonas do interior desertificado e quase morto do ponto de vista social e económico.
Ficou clara a evidência que revitalizar estas linhas é uma mais valia económica para áreas desertificadas, claro não é preciso ser “engenheiro” para perceber isso, no entanto a realidade Lusa, é tão diferente, estações centenárias, lindas, em ruína completa, no mais completo abandono, linhas vandalizadas, que outrora transportaram a vida, sofrem agora alenta agonia da incúria e do criminoso laxismo destes amantes da alta velocidade, superiores imbecis que desbaratam o óptimo que temos por cá a troca de quimeras imbecis.
A saga prossegue, duzentos euros é o valor que o actual Governo, oferece por cada bebé que nasça, como incentivo à natalidade. Melhor que nada, claro, é a perspectiva optimista. Bardamerda! Digo eu um realista empedernido, já estou a ver onde vai parar esse dinheirito, servirá apenas para engrossar, os já lautos rendimentos mínimos e subsídios disto e daquilo dessas várias sanguessugas sociais que por cá levam a vida de reis. Saberão os senhores do governo quanto custa uma ecografia? Uma consulta no obstetra? Querem realmente incentivar a natalidade, nada mais simples, licença de parto nunca menos de 12 meses, integralmente paga, sem essa aberração parva da percentagem, diminuição em sede de IRS desse imposto para quem tenha dois ou mais filhos, fim da escandalosa politica de manuais escolares, escola gratuita até ao 12º Ano, isso seria investir realmente na Educação e na natalidade, construção de uma rede nacional de creches e infantários que verdadeiramente dê provimento às reais necessidade dos que trabalham, essas sim poderiam ser medidas de incentivo à natalidade.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Que passará na cabeça de tais juízes? Que tipo de gente é esta que ocupa estes supostos palácios de Justiça? Que tipo de Justiça é esta?
A SIC, ontem passou uma excelente reportagem, caso raro mas que de quando em vez sucede, onde mostrou como aqui ao lado se aproveitou as linhas ferroviárias de via estreita para dinamizar e dar vida a zonas do interior desertificado e quase morto do ponto de vista social e económico.
Ficou clara a evidência que revitalizar estas linhas é uma mais valia económica para áreas desertificadas, claro não é preciso ser “engenheiro” para perceber isso, no entanto a realidade Lusa, é tão diferente, estações centenárias, lindas, em ruína completa, no mais completo abandono, linhas vandalizadas, que outrora transportaram a vida, sofrem agora alenta agonia da incúria e do criminoso laxismo destes amantes da alta velocidade, superiores imbecis que desbaratam o óptimo que temos por cá a troca de quimeras imbecis.
A saga prossegue, duzentos euros é o valor que o actual Governo, oferece por cada bebé que nasça, como incentivo à natalidade. Melhor que nada, claro, é a perspectiva optimista. Bardamerda! Digo eu um realista empedernido, já estou a ver onde vai parar esse dinheirito, servirá apenas para engrossar, os já lautos rendimentos mínimos e subsídios disto e daquilo dessas várias sanguessugas sociais que por cá levam a vida de reis. Saberão os senhores do governo quanto custa uma ecografia? Uma consulta no obstetra? Querem realmente incentivar a natalidade, nada mais simples, licença de parto nunca menos de 12 meses, integralmente paga, sem essa aberração parva da percentagem, diminuição em sede de IRS desse imposto para quem tenha dois ou mais filhos, fim da escandalosa politica de manuais escolares, escola gratuita até ao 12º Ano, isso seria investir realmente na Educação e na natalidade, construção de uma rede nacional de creches e infantários que verdadeiramente dê provimento às reais necessidade dos que trabalham, essas sim poderiam ser medidas de incentivo à natalidade.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, julho 27, 2009
Nem o Saramago!
A comissão de sábios que atribui o Nobel, deve estar chateadíssima, porque já percebeu que deu o prémio ao camarada errado, o novo ensaio sobre a cegueira é muito melhor que o anterior do Saramago, o actual, além do mais é uma obra conjunta dos excelentes médicos que temos, dos óptimos hospitais e da soberba Ordem dos Médicos, esse excelente exemplo de instituição medieval, parte sindicato de inclinação trotskista, parte ordem religiosa, parte irmandade secreta, acreditem que sei de fonte segura que o Dan Brown prepara mais um livro dos dele com base na poderosa e omnipresente Ordem dos Médicos.
A propósito deste novo caso de incúria, desleixo ou pura falta de sorte, veio o proficiente e verboso chefe da médica pandilha à televisão declarar que se tinha de acabar esta mania persecutória, em relação aos médicos. Concordo em absoluto, aconselho a que se acabe com esta mania persecutória e se inicie a mania da responsabilização pelos erros, à laia do que se propala aos sete ventos em relação a outros profissionais.
Curioso, que quando falou o senhor bastonário dos Esculápios, enumerou duas causas para a ocorrência, mas nem por uma vez colocou a hipótese de erro humano, dogma eterno desta desordem, “médico nunca erra”, já conhecíamos o dogma da infalibilidade do Papa que tem dado tantos e tão excelsos frutos à humanidade, junta-se agora o dogma da infalibilidade dos médicos, que também tem produzido excelentes resultados em especial no aumento do volume de negócios das funerárias.
Contam-se pelos dedos de uma única mão os médicos que em Portugal são realmente condenados pela má prestação, os homicídios que praticam ficam sempre escondidos pela capa da legalidade, o mesmo não se pode dizer dos pobres Polícias, que quando matam algum energúmeno, são logo martirizados, suspensos e julgados presos até expulsos, que diferença de tratamento!
No entanto os médicos matam mais que os polícias, no entanto os polícias são condenados e os médicos enfim, são quando muito admoestados, ou suspensos por três meses, como naquele caso anedótico, em que o senhor doutor ficou suspenso das funções no hospital público, mas completamente à vontade para consultar na clínica privada onde também trabalhava, se isto não é ridículo, não sei o que será!
Afinal de onde advém este poder da classe, que tudo permite, que coloca estes senhores acima da lei, este porcaria é ou não um estado de direito. Bem, é um estado de direito caso o caro leitor tenha bago suficiente para andar um ror de anos a gastar a massa em tribunais de quinta categoria, até conseguir eventualmente condenar o galfarro, porque se for um pobretanas, está o assunto arrumado, o senhor doutor está safo.
Não querendo menosprezar os imensos problemas da profissão, que sei ser difícil, tenho entre os meus amigos alguns médicos, esta desresponsabilização é vergonhosa, não é digna de um pretenso estado de direito, não é digna de um suposto país desenvolvido, isto é medievo, isto é terceiro mundista e é criminoso, mas se calhar nos somos um paiszeco medíocre de terceiro mundo a presumir de desenvolvidos, se calhar somos uma cleptocracia terceiro mundista acente em oligarquias politicas e profissionais que dominam uma sociedade de carneiros capados, se calhar!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
A propósito deste novo caso de incúria, desleixo ou pura falta de sorte, veio o proficiente e verboso chefe da médica pandilha à televisão declarar que se tinha de acabar esta mania persecutória, em relação aos médicos. Concordo em absoluto, aconselho a que se acabe com esta mania persecutória e se inicie a mania da responsabilização pelos erros, à laia do que se propala aos sete ventos em relação a outros profissionais.
Curioso, que quando falou o senhor bastonário dos Esculápios, enumerou duas causas para a ocorrência, mas nem por uma vez colocou a hipótese de erro humano, dogma eterno desta desordem, “médico nunca erra”, já conhecíamos o dogma da infalibilidade do Papa que tem dado tantos e tão excelsos frutos à humanidade, junta-se agora o dogma da infalibilidade dos médicos, que também tem produzido excelentes resultados em especial no aumento do volume de negócios das funerárias.
Contam-se pelos dedos de uma única mão os médicos que em Portugal são realmente condenados pela má prestação, os homicídios que praticam ficam sempre escondidos pela capa da legalidade, o mesmo não se pode dizer dos pobres Polícias, que quando matam algum energúmeno, são logo martirizados, suspensos e julgados presos até expulsos, que diferença de tratamento!
No entanto os médicos matam mais que os polícias, no entanto os polícias são condenados e os médicos enfim, são quando muito admoestados, ou suspensos por três meses, como naquele caso anedótico, em que o senhor doutor ficou suspenso das funções no hospital público, mas completamente à vontade para consultar na clínica privada onde também trabalhava, se isto não é ridículo, não sei o que será!
Afinal de onde advém este poder da classe, que tudo permite, que coloca estes senhores acima da lei, este porcaria é ou não um estado de direito. Bem, é um estado de direito caso o caro leitor tenha bago suficiente para andar um ror de anos a gastar a massa em tribunais de quinta categoria, até conseguir eventualmente condenar o galfarro, porque se for um pobretanas, está o assunto arrumado, o senhor doutor está safo.
Não querendo menosprezar os imensos problemas da profissão, que sei ser difícil, tenho entre os meus amigos alguns médicos, esta desresponsabilização é vergonhosa, não é digna de um pretenso estado de direito, não é digna de um suposto país desenvolvido, isto é medievo, isto é terceiro mundista e é criminoso, mas se calhar nos somos um paiszeco medíocre de terceiro mundo a presumir de desenvolvidos, se calhar somos uma cleptocracia terceiro mundista acente em oligarquias politicas e profissionais que dominam uma sociedade de carneiros capados, se calhar!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, julho 20, 2009
Requiem por um AMIGO!
sexta-feira, julho 17, 2009
Engolir o Sapo!
Este post é um acto de contrição, mais vulgarmente conhecido por “engolir um sapo”. Jardim essa outra coisa, a juntar aquela a que Saramago deu epíteto, residente nessa pérola do Atlântico, deste vez tem toda a razão, contrafeito claro está tenho de dar o “braço a torcer”, o homem tem razão e pronto, não se fala mais disso!
A constituição desta “merdocracia” em que habitamos, esse sacrossanto papelote ao qual, ninguém dá absolutamente relevo algum, menciona o fascismo como alvo de proibição. Jardim, que pode ser muita coisa, mas burro não é uma delas, resolveu dar mais uma alfinetada nos “bananas” continentais, claro que se sente, ultrajado pelas cada vez maiores, pequenas, conquistas democráticas da sua ilhota feudal.
Claro que tinha de inventar uma para aparecer, claro que os ineptos que se preocupam com a constituição e que fazem dela uma coisa intocável, propiciaram toda esta estúrdia, nas entrelinhas, lê-se a necessidade de mostrar que está vivo e continua como até aqui a desafiar o Continente, alvo de todos os ataques e fonte de todos os males que apoquentam a ilha feudo, lê-se a necessidade de se reafirmar no plano interno, afinal os analfabetos que votam precisam de sentir que o seu cocheiro continua de rédeas bem seguras e lê-se por fim um marcar de posição em relação ao seu partideco que liderado pela rainha do disparate, me quer parecer que anda já em frenética ebulição de espetanço de faca, ou me engano muito ou a Ti Manela, nem aquece o banco.
Há muito que a Constituição deveria ter sido alterada, há muito que os partidos deveriam ter questionado este modelo político estafado, há muito que deveríamos ter evoluído e perdido o medo dos fantasmas do Estado Novo e do PREC, há muito que deveríamos entender a Constituição não como um intocável e beato repositório de normas que ninguém cumpre mas como um precioso documento de orientação que promova a sobrevivência desta cloaca chamada Portugal.
Curioso que da esquerda trauliteira, à direita revisionista, ninguém bule uma palha, traseiros gordos, acomodados a uma posição excelente, que lhes outorga alcavalas várias, engordando as algibeiras com o esburgo constante do paupérrimo “Zé Pagante”, figura herdeira da tradição do “Zé-povinho”, mas mais actual, utilizador da banda larga paga a peso de ouro, de gasolina apeso de ouro de ouro a peso de diamante e principal alimentador de escumalha étnica subsídio dependente que vive do latrocínio e do crime em geral, encapotada por uma pseudo cultura diferente, protegida por elites bem pagas e alimentadas que ocupando os lugares do poder vivem também do dinheiro do mesmo pobre “Zé Pagante”.
Jardim tem razão! Remova-se a proibição ou acrescentem-se outros “ismos”, se o fascismo é uma ideologia estúpida e retrógrada o comunismo à moda de Moscovo, também não lhe fica atrás.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
A constituição desta “merdocracia” em que habitamos, esse sacrossanto papelote ao qual, ninguém dá absolutamente relevo algum, menciona o fascismo como alvo de proibição. Jardim, que pode ser muita coisa, mas burro não é uma delas, resolveu dar mais uma alfinetada nos “bananas” continentais, claro que se sente, ultrajado pelas cada vez maiores, pequenas, conquistas democráticas da sua ilhota feudal.
Claro que tinha de inventar uma para aparecer, claro que os ineptos que se preocupam com a constituição e que fazem dela uma coisa intocável, propiciaram toda esta estúrdia, nas entrelinhas, lê-se a necessidade de mostrar que está vivo e continua como até aqui a desafiar o Continente, alvo de todos os ataques e fonte de todos os males que apoquentam a ilha feudo, lê-se a necessidade de se reafirmar no plano interno, afinal os analfabetos que votam precisam de sentir que o seu cocheiro continua de rédeas bem seguras e lê-se por fim um marcar de posição em relação ao seu partideco que liderado pela rainha do disparate, me quer parecer que anda já em frenética ebulição de espetanço de faca, ou me engano muito ou a Ti Manela, nem aquece o banco.
Há muito que a Constituição deveria ter sido alterada, há muito que os partidos deveriam ter questionado este modelo político estafado, há muito que deveríamos ter evoluído e perdido o medo dos fantasmas do Estado Novo e do PREC, há muito que deveríamos entender a Constituição não como um intocável e beato repositório de normas que ninguém cumpre mas como um precioso documento de orientação que promova a sobrevivência desta cloaca chamada Portugal.
Curioso que da esquerda trauliteira, à direita revisionista, ninguém bule uma palha, traseiros gordos, acomodados a uma posição excelente, que lhes outorga alcavalas várias, engordando as algibeiras com o esburgo constante do paupérrimo “Zé Pagante”, figura herdeira da tradição do “Zé-povinho”, mas mais actual, utilizador da banda larga paga a peso de ouro, de gasolina apeso de ouro de ouro a peso de diamante e principal alimentador de escumalha étnica subsídio dependente que vive do latrocínio e do crime em geral, encapotada por uma pseudo cultura diferente, protegida por elites bem pagas e alimentadas que ocupando os lugares do poder vivem também do dinheiro do mesmo pobre “Zé Pagante”.
Jardim tem razão! Remova-se a proibição ou acrescentem-se outros “ismos”, se o fascismo é uma ideologia estúpida e retrógrada o comunismo à moda de Moscovo, também não lhe fica atrás.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, julho 13, 2009
Portugal Neanderthal
Não, esta não é uma croniqueta sobre a história, ou antes a pré-história da Nação, nem sobre a criança de Lapedo, um espécime que ao que parece exibe características de miscigenação entre o Homo Neanderthalensis e o Homo Sapiens, procurem mais aqui.
Esta é uma croniqueta sobre o Portugal de hoje e o seu retrocesso civilizacional, apesar de todas as alegadas benesses provocadas pela globalização, pela entrada de culturas novas, pela emigração em massa oriunda de outras cloacas, por todas essas patranhas culturais que nos enfiam pelo gorgomilo.
Esta também não é uma croniqueta contra a emigração, por isso os safardanetas esquerdeirotes que me entopem a caixa de email com dichotes cretinos podem descansar, esta é a visão de um simples labrego campesino, que perdeu o seu mundo e vive deslocado, neste século que não é o seu.
Portugal está cada vez mais Neanderthal! Com isto quero apenas dizer que estamos cada vez mais animais. Mais incivilizados mais porcos, mais burros, mais labregos, mais tudo o que é mau. Confirmam-no os estudos de OCDE’s e outros que tais. Que nos deixam sempre colocados no olho do cu desta Europa modernaça e simplex. Isto apesar de nos enfiarem constantemente o urso com paradigmas de desenvolvimento multicultural, multiétnico, multidisciplinar e até multibanco.
A fazer fé nos estudos, estatísticas e demais, patranhas sociológicas, estamos cada vez pior, ao invés dos outros nós não saímos disto. Pior, estamos a ficar cada vez mais Neanderthais, caso não saibam esses camaradas antepassados extinguiram-se enquanto espécie, fica um alerta, até porque os cadernos da história se repetem, consequentemente a cada espiral de um tempo impreciso que fica nesse limbo da ilusão, falta cumprir Portugal dizia o poeta, talvez fingisse?
Enfiam-nos pelos olhos conceitos de modernidade que só nos têm levado ao crime, à psicopatia e à falta completa de civismo. Embarretamo-nos com modelos culturais de culturas todas elas óptimas, principalmente porque não são a nossa, herdeiros da incultura governativa de um país que trata a Educação pior do que trata o lixo. Um destes dias olhava deliciado para um evento cultural, numa aldeola, onde algum peregrino visionário resolveu levar uma série de novidades culturais dessas da moda, hip-hop, rap, capoeira e coisadas dessas, haviam de ter vista a cara dos pobres velhotes, sim porque aquilo é uma aldeia de 67 almas, todas com mais de 55 anos, a pessoa mais nova é o meu Tio e tem 58, foi de cair para o chão a rir com os comentários.
No fim da actuação dos artistas, perguntavam-se os locais.
– Atão a festa este ano é só destas macacadas?
- Pobres incultos! - diriam os iluminados de serviço, que se esforçam por fazer engolir estas palhaçadas, pobres efectivamente, digo eu, que nem o pouco que resta daquilo que eles são, conseguem ter, daquilo que são as suas tradições, a sua alma o seu acreditar.
Estamos cada vez mais Neanderthais, esquecidos de civilidade de cultura de educação, e a julgar pelas modas ficaremos assim até ao próximo dilúvio, que com alguma sorte arrasará esta trampa toda, para que talvez nasça um outro mundo, com outras gentes que saibam cuidar daquilo que têm de bom.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Esta é uma croniqueta sobre o Portugal de hoje e o seu retrocesso civilizacional, apesar de todas as alegadas benesses provocadas pela globalização, pela entrada de culturas novas, pela emigração em massa oriunda de outras cloacas, por todas essas patranhas culturais que nos enfiam pelo gorgomilo.
Esta também não é uma croniqueta contra a emigração, por isso os safardanetas esquerdeirotes que me entopem a caixa de email com dichotes cretinos podem descansar, esta é a visão de um simples labrego campesino, que perdeu o seu mundo e vive deslocado, neste século que não é o seu.
Portugal está cada vez mais Neanderthal! Com isto quero apenas dizer que estamos cada vez mais animais. Mais incivilizados mais porcos, mais burros, mais labregos, mais tudo o que é mau. Confirmam-no os estudos de OCDE’s e outros que tais. Que nos deixam sempre colocados no olho do cu desta Europa modernaça e simplex. Isto apesar de nos enfiarem constantemente o urso com paradigmas de desenvolvimento multicultural, multiétnico, multidisciplinar e até multibanco.
A fazer fé nos estudos, estatísticas e demais, patranhas sociológicas, estamos cada vez pior, ao invés dos outros nós não saímos disto. Pior, estamos a ficar cada vez mais Neanderthais, caso não saibam esses camaradas antepassados extinguiram-se enquanto espécie, fica um alerta, até porque os cadernos da história se repetem, consequentemente a cada espiral de um tempo impreciso que fica nesse limbo da ilusão, falta cumprir Portugal dizia o poeta, talvez fingisse?
Enfiam-nos pelos olhos conceitos de modernidade que só nos têm levado ao crime, à psicopatia e à falta completa de civismo. Embarretamo-nos com modelos culturais de culturas todas elas óptimas, principalmente porque não são a nossa, herdeiros da incultura governativa de um país que trata a Educação pior do que trata o lixo. Um destes dias olhava deliciado para um evento cultural, numa aldeola, onde algum peregrino visionário resolveu levar uma série de novidades culturais dessas da moda, hip-hop, rap, capoeira e coisadas dessas, haviam de ter vista a cara dos pobres velhotes, sim porque aquilo é uma aldeia de 67 almas, todas com mais de 55 anos, a pessoa mais nova é o meu Tio e tem 58, foi de cair para o chão a rir com os comentários.
No fim da actuação dos artistas, perguntavam-se os locais.
– Atão a festa este ano é só destas macacadas?
- Pobres incultos! - diriam os iluminados de serviço, que se esforçam por fazer engolir estas palhaçadas, pobres efectivamente, digo eu, que nem o pouco que resta daquilo que eles são, conseguem ter, daquilo que são as suas tradições, a sua alma o seu acreditar.
Estamos cada vez mais Neanderthais, esquecidos de civilidade de cultura de educação, e a julgar pelas modas ficaremos assim até ao próximo dilúvio, que com alguma sorte arrasará esta trampa toda, para que talvez nasça um outro mundo, com outras gentes que saibam cuidar daquilo que têm de bom.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, julho 06, 2009
Prescrito!
Prescreveu! Foi com esta palavra simples que descreveram o fim do processo. Não sendo jurista, fui tentar entender isto da prescrição, pelo que percebi, é mais uma daquelas leis, criada a favor dos energúmenos politiqueiros, mas que pode dar um grande jeito quando se trata de crime, de qualquer tipo, basta ao aspirante a meliante escolher criteriosamente, o crime, ter atenção ao prazo de prescrição e terá com toda a certeza um bom desfecho.
Não consigo entender este postulado quase dogma jurídico, o que ganha a Justiça com isto? O que ganha quem quer que seja com isto? A Justiça só perde, todos perdemos excepto os criminosos. A prescrição de um crime é a coisa mais hediondo que se pode forçar num sistema judicial, isto quando a prescrição tem prazos irrisórios, veja o modelo de prescrição, aprovado em Itália, esse estado falhado no coração da Europa, uma espécie de Máfiocracia, dirigida actualmente por um sucedâneo de ser humano, uma espécie de Tofina humana, ou antes uma toxina.
A prescrição não é uma medida jurídica, não é uma medida de justiça, nem sequer de direitos humanos, a prescrição é uma coisa estúpida feita de propósito para que os politiqueiros merdiocres que se passeiam nas áleas do poder possam mais facilmente escapulir por entre os tenebrosos desconcertos de uma Justiça cada vezes menos digna de seu nome, apesar de efectivamente cega, não como parábola de fazer sem olhar a quem, antes como parábola de realmente não ver nadinha!
Enquanto imbecilidades deste quilate, persistirem, numa coisa que querem fazer séria sem o jamais ser, esses que dela vivem e engordam, com truques de secretaria e arruaças legais, toda essa corja jurídica, que se trai por menos de 30 dinheiros, enquanto esses persistirem, esperem nada, muito pouco de tal Justiça, que nunca o poderá ser, porque manietada pelos Homens a quem deveria servir.
Acredito sim que devem manter a norma da prescrição, claro, todos os crimes deverão prescrever ao fim de 80 ou 100 anos, nunca antes, nunca em 5 ou 10 como actualmente, isso é banditismo, é terrorismo de Estado, de estado de Direito dizem eles, os senhores cinzentos de um tempo ignóbil de aleivosias várias, em que, apenas contamos com o acaso, com os santinhos para quem é crente e pouco mais para nos livrarmos das malfeitorias dos inúmeros bandalhos que assolam a verdadeira costa da Barbaria do Século XXI.
Se numa essência psicológica e social, de declarado diletantismo filosófico, poderemos ver no Pirata o homem livre por excelência, desimpedido de constrangimentos morais e sociais, desobrigado da moral pública, observador de um código próprio transposto para a sua realidade efémera de já cadáver vivente, não é menos certo que o moderno Pirata do Corno de África, armado de Kalash e RPG, por cá, vive de fato e gravata de seda, vive num condomínio milionário, e antes que permita o siso e a temperança, em antes que permita o labor e obra, detém já cabedais dignos de um sultão, escondidos em paraísos fictícios, longe dos olhares da plebe que sobrevive à mingua e com a mágoa de o clube não ser campeão.
A honestidade em Portugal, prescreveu! A honra também! Que nos resta?
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Não consigo entender este postulado quase dogma jurídico, o que ganha a Justiça com isto? O que ganha quem quer que seja com isto? A Justiça só perde, todos perdemos excepto os criminosos. A prescrição de um crime é a coisa mais hediondo que se pode forçar num sistema judicial, isto quando a prescrição tem prazos irrisórios, veja o modelo de prescrição, aprovado em Itália, esse estado falhado no coração da Europa, uma espécie de Máfiocracia, dirigida actualmente por um sucedâneo de ser humano, uma espécie de Tofina humana, ou antes uma toxina.
A prescrição não é uma medida jurídica, não é uma medida de justiça, nem sequer de direitos humanos, a prescrição é uma coisa estúpida feita de propósito para que os politiqueiros merdiocres que se passeiam nas áleas do poder possam mais facilmente escapulir por entre os tenebrosos desconcertos de uma Justiça cada vezes menos digna de seu nome, apesar de efectivamente cega, não como parábola de fazer sem olhar a quem, antes como parábola de realmente não ver nadinha!
Enquanto imbecilidades deste quilate, persistirem, numa coisa que querem fazer séria sem o jamais ser, esses que dela vivem e engordam, com truques de secretaria e arruaças legais, toda essa corja jurídica, que se trai por menos de 30 dinheiros, enquanto esses persistirem, esperem nada, muito pouco de tal Justiça, que nunca o poderá ser, porque manietada pelos Homens a quem deveria servir.
Acredito sim que devem manter a norma da prescrição, claro, todos os crimes deverão prescrever ao fim de 80 ou 100 anos, nunca antes, nunca em 5 ou 10 como actualmente, isso é banditismo, é terrorismo de Estado, de estado de Direito dizem eles, os senhores cinzentos de um tempo ignóbil de aleivosias várias, em que, apenas contamos com o acaso, com os santinhos para quem é crente e pouco mais para nos livrarmos das malfeitorias dos inúmeros bandalhos que assolam a verdadeira costa da Barbaria do Século XXI.
Se numa essência psicológica e social, de declarado diletantismo filosófico, poderemos ver no Pirata o homem livre por excelência, desimpedido de constrangimentos morais e sociais, desobrigado da moral pública, observador de um código próprio transposto para a sua realidade efémera de já cadáver vivente, não é menos certo que o moderno Pirata do Corno de África, armado de Kalash e RPG, por cá, vive de fato e gravata de seda, vive num condomínio milionário, e antes que permita o siso e a temperança, em antes que permita o labor e obra, detém já cabedais dignos de um sultão, escondidos em paraísos fictícios, longe dos olhares da plebe que sobrevive à mingua e com a mágoa de o clube não ser campeão.
A honestidade em Portugal, prescreveu! A honra também! Que nos resta?
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, julho 03, 2009
Ai Verde Pinho!
Naquele tempo o Profeta, andava já de orelhas murchas, os Filisteus laranjas, atazanavam-lhe constantemente a vida e como se isso não bastasse tinha de andar constantemente a vigiar os apóstolos, que volta e meia, metiam cada argolada, que valha-me o meu Pai! Como dizia o Profeta, enquanto calçado com as caligae da moda, importadas de Roma, corria para descontrair e pensar, à volta das ruas daquela terra da Samaria, onde os Macabeus vermelhos e os Fariseus bloqueiros, assim chamados porque traziam sempre à cinta um bloco de pedra para atirar a quem quer que fosse por qualquer motivo.
Mas o perigo não vinha de fora vinha de dentro, naquele dia, o Profeta disse aos seus discípulos.
- É pá, vocês tomem tino que isto está de resto, portanto tentem não estragar o arranjinho a ver se ainda consigo o milagre de salvar isto, a culpa é do Benfica, foram buscar Jesus, tramaram-me logo, mas andando, muita atenção a todos, em especial tu ó Pinho Verde…
- Com certeza Mestre, podes ficar descansado que nem abro o bico, ontem estive a ver umas largadas de toiros no Colete Encarnado e a debicar uns petiscos, aquela poeirada toda deixou-me a boca toda seca e a saber a papel de música, como me deitei tarde fiquei com estes olhos de Goraz, por isso estou um pouco mole, nem me vou mexer fica descansado.
- Assim espero, o resto de vós, tento na língua e deixem a matilha ladrar, que eu trato deles. – Subiram a rua entraram na rua onde morava a viúva de um antigo camarada, era uma senhora bem conhecida, prestável e caridosa, muitas vezes tinha saciado a sede a Pinho Verde e a outros, tão conhecida que sempre alguém perguntava sobre aquela rua, fazia-o do seguinte modo.
- Olhe, por acaso sabe onde fica a rua da São Bento?
- A Dona São cuidava também do tabernáculo das reuniões para onde se dirigiam agora o Profeta e os apóstolos, até lhe chamavam o tabernáculo da São Bento, lá chegados, tocou o sino e entraram, iria começar o debate.
O debate ia a meio acalorado, o Profeta arengava à assembleia, terminado o seu discurso, eis que o chefe dos Filisteus, se levanta e pedindo a palavra inicia assim o seu discurso, pedindo ao Presidente do Tabernáculo que imponha a ordem, que actos inqualificáveis aconteceram dentro daquela casa sagrada, porque torna e porque deixa, logo depois seguiu-se um mesmo pedido feito pelo segundo chefe dos Macabeus logo seguido pelos Fariseus.
Na sua cadeira o Profeta virava-se para um e para outro lado sem perceber nada daquela treta de conversa, mas que raio de gestos foram, que dianho tinha ele dito, foi aí que apostolo Costa, se acercou dele e lhe confidenciou, que Pinho Verde fizera das suas.
-Rai’s parta o diabo do homem, perdoa-me Pai! Mas onde é que está essa grandessíssima cavalgadura? – Pinho Verde, entretanto agastado com a toirada tinha abalado. Ninguém sabia para onde, simplesmente esfumara-se, o Profeta ainda pensou que por uma intervenção do Pai, um milagre tinha ocorrido e Pinho tinha sido simplesmente volatilizado, evitando assim, desculpas e comentários infelizes, além de ter de ir pedir desculpa aquela corja de rafeiros pulguentos que enchiam o Tabernáculo, que sapo teria de engolir, valha-me o meu Pai! Exclamou o Profeta.
Mais tarde explicaram-lhe que, após umas bojardas lançadas pelo Macabeu de serviço contra Pinho Verde, este se exaltara e declarara com gestos a complementar.
- Tu ó comuna do c….. devias era ir para a largada também, ser picado à vara, ganda boi!
-Óh desgraça das desgraças, já demiti o cretino, alias, devia tê-lo, feito no dia em que ele decretou o fim da crise, ainda ela nem tinha começado, devia ter logo suspeitado de que ali andava água corada!
- Mais triste que uma noite de breu, o Profeta voltou para casa, a demissão de Pinho Verde em nada ajudava a causa, além disso, aquela Fariseia esgalgalhada, não o deixava descansado, com aquele ar de matrafona desenxabida iria dar a volta aos papalvos para a elegerem, maldita sorte, sentado no pequeno banco talhado em bela madeira de faia, erguera os braços para o escuro firmamento e soltara um grito…
- Pai, porque me abandonas-te!
- De seguida levou com a bota cardada de alguém no cara, que lhe disse, que se ele repetisse a gracinha chamava a Ronda da Noite, porque aquilo não eram horas para andar a gritar e se quisesse uivar que fosse para o monte Gólgota, que era ali perto.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Mas o perigo não vinha de fora vinha de dentro, naquele dia, o Profeta disse aos seus discípulos.
- É pá, vocês tomem tino que isto está de resto, portanto tentem não estragar o arranjinho a ver se ainda consigo o milagre de salvar isto, a culpa é do Benfica, foram buscar Jesus, tramaram-me logo, mas andando, muita atenção a todos, em especial tu ó Pinho Verde…
- Com certeza Mestre, podes ficar descansado que nem abro o bico, ontem estive a ver umas largadas de toiros no Colete Encarnado e a debicar uns petiscos, aquela poeirada toda deixou-me a boca toda seca e a saber a papel de música, como me deitei tarde fiquei com estes olhos de Goraz, por isso estou um pouco mole, nem me vou mexer fica descansado.
- Assim espero, o resto de vós, tento na língua e deixem a matilha ladrar, que eu trato deles. – Subiram a rua entraram na rua onde morava a viúva de um antigo camarada, era uma senhora bem conhecida, prestável e caridosa, muitas vezes tinha saciado a sede a Pinho Verde e a outros, tão conhecida que sempre alguém perguntava sobre aquela rua, fazia-o do seguinte modo.
- Olhe, por acaso sabe onde fica a rua da São Bento?
- A Dona São cuidava também do tabernáculo das reuniões para onde se dirigiam agora o Profeta e os apóstolos, até lhe chamavam o tabernáculo da São Bento, lá chegados, tocou o sino e entraram, iria começar o debate.
O debate ia a meio acalorado, o Profeta arengava à assembleia, terminado o seu discurso, eis que o chefe dos Filisteus, se levanta e pedindo a palavra inicia assim o seu discurso, pedindo ao Presidente do Tabernáculo que imponha a ordem, que actos inqualificáveis aconteceram dentro daquela casa sagrada, porque torna e porque deixa, logo depois seguiu-se um mesmo pedido feito pelo segundo chefe dos Macabeus logo seguido pelos Fariseus.
Na sua cadeira o Profeta virava-se para um e para outro lado sem perceber nada daquela treta de conversa, mas que raio de gestos foram, que dianho tinha ele dito, foi aí que apostolo Costa, se acercou dele e lhe confidenciou, que Pinho Verde fizera das suas.
-Rai’s parta o diabo do homem, perdoa-me Pai! Mas onde é que está essa grandessíssima cavalgadura? – Pinho Verde, entretanto agastado com a toirada tinha abalado. Ninguém sabia para onde, simplesmente esfumara-se, o Profeta ainda pensou que por uma intervenção do Pai, um milagre tinha ocorrido e Pinho tinha sido simplesmente volatilizado, evitando assim, desculpas e comentários infelizes, além de ter de ir pedir desculpa aquela corja de rafeiros pulguentos que enchiam o Tabernáculo, que sapo teria de engolir, valha-me o meu Pai! Exclamou o Profeta.
Mais tarde explicaram-lhe que, após umas bojardas lançadas pelo Macabeu de serviço contra Pinho Verde, este se exaltara e declarara com gestos a complementar.
- Tu ó comuna do c….. devias era ir para a largada também, ser picado à vara, ganda boi!
-Óh desgraça das desgraças, já demiti o cretino, alias, devia tê-lo, feito no dia em que ele decretou o fim da crise, ainda ela nem tinha começado, devia ter logo suspeitado de que ali andava água corada!
- Mais triste que uma noite de breu, o Profeta voltou para casa, a demissão de Pinho Verde em nada ajudava a causa, além disso, aquela Fariseia esgalgalhada, não o deixava descansado, com aquele ar de matrafona desenxabida iria dar a volta aos papalvos para a elegerem, maldita sorte, sentado no pequeno banco talhado em bela madeira de faia, erguera os braços para o escuro firmamento e soltara um grito…
- Pai, porque me abandonas-te!
- De seguida levou com a bota cardada de alguém no cara, que lhe disse, que se ele repetisse a gracinha chamava a Ronda da Noite, porque aquilo não eram horas para andar a gritar e se quisesse uivar que fosse para o monte Gólgota, que era ali perto.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, junho 30, 2009
Madoff
O embusteiro mor do reino das Américas, pelo menos o que foi apanhado, porque avisados como somos, sabemos que onde há ninho há sempre pelo menos duas aves. Esse velho sacripanta, recebeu uma pena de 150 anos de cana, o que equivale a dizer, que o camarada vai morrer ao fresco, nunca mais de lá sai.
Caso paradigmático deste tempo de crise financeira, que os senhores bem postos e muito doutorados provocaram, não sozinhos claro está, mas com grossas culpas no cartório, curioso é que lá pelas terras do Gettysburg Adress, a coisa demorou dois meses, entre, apanhar o passarão, cortar-lhe as asas para que não voasse e engaiolar a ave rara.
Por cá, terreal plano do disparate, nada! BPN, BPP e outros que tais, todos bons rapazes, lá andamos divertidos a empapar, com comissões parlamentares e parlamentares em comissão, fazendo de conta que se faz alguma coisa não fazendo absolutamente porra nenhuma, é inaudito, é incrível e é do mais absoluto miserabilismo.
O partidaredo anda mais ocupado com vinganças pessoais, sobre a pessoa do presidente da entidade reguladora, leia-se Banco de Portugal, curioso que no caso dos gringos ninguém ouviu falar de punir entidades reguladoras e se o fizeram foi em circuito fechado, do que a punir o regabofe do BPN, o tal banco couto privado de certos rapazes afectos ao PSD, que enlameou de tal maneira os rapazelhos alaranjados que até dói a vergonhosa sacudidela de água do capote, que pasme-se até chega ao mais alto magistrado desta pseudo coisa armada em Nação, escusam os canídeos laranjas que já se perfilam para me ferroar, cegos de partidarite obtusa, de vir martelar-me com emails canhestros, porque foram alguns dos doutorzecos com cartão do PSD, mas poderiam ter sido outros com cartolina do PS, neste caso aguentem-se à bronca porque foram os vossos impolutos rapazes que gadanharam a massaroca e o resto são tretas.
Claro está, que existiram outros de outras cores agora mais desmaiadas envolvidos na marosca daí a tal nacionalização à pressa, até porque agora, meses e meses depois, ainda nada se apurou, ninguém parece interessado em arrancar a verdade das mandíbulas sujas da corrupção vergonhosa a que tudo isto cheira, claro está que com as próximas legislativas, e a laranjada assente no poleiro o caso ficará atirado para as calendas gregas, ou na melhor da hipóteses, para dia de São Epaminondas Eustáquio patrono dos dias 32 de cada mês dos anos bissextos.
Verdadinha mesmo, é esta coisa à portuguesa da solteira culpa, ser desflorada sem ninguém assumir o rebento, que fica sempre por bastardo o pobre diabo, este caso será mais um exemplo disso, no outro caso, temos o belo exemplo dos EUA, Madoff, burlão, só daqui a 150 anos, que lindo seria, ver algum dos nossos variados senhores doutores tão sérios, atrás da grade, impossível num país que não conseguiu condenar o vigarista do Marco, a falsária de Felgueiras ou o sacripanta de Oeiras.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Caso paradigmático deste tempo de crise financeira, que os senhores bem postos e muito doutorados provocaram, não sozinhos claro está, mas com grossas culpas no cartório, curioso é que lá pelas terras do Gettysburg Adress, a coisa demorou dois meses, entre, apanhar o passarão, cortar-lhe as asas para que não voasse e engaiolar a ave rara.
Por cá, terreal plano do disparate, nada! BPN, BPP e outros que tais, todos bons rapazes, lá andamos divertidos a empapar, com comissões parlamentares e parlamentares em comissão, fazendo de conta que se faz alguma coisa não fazendo absolutamente porra nenhuma, é inaudito, é incrível e é do mais absoluto miserabilismo.
O partidaredo anda mais ocupado com vinganças pessoais, sobre a pessoa do presidente da entidade reguladora, leia-se Banco de Portugal, curioso que no caso dos gringos ninguém ouviu falar de punir entidades reguladoras e se o fizeram foi em circuito fechado, do que a punir o regabofe do BPN, o tal banco couto privado de certos rapazes afectos ao PSD, que enlameou de tal maneira os rapazelhos alaranjados que até dói a vergonhosa sacudidela de água do capote, que pasme-se até chega ao mais alto magistrado desta pseudo coisa armada em Nação, escusam os canídeos laranjas que já se perfilam para me ferroar, cegos de partidarite obtusa, de vir martelar-me com emails canhestros, porque foram alguns dos doutorzecos com cartão do PSD, mas poderiam ter sido outros com cartolina do PS, neste caso aguentem-se à bronca porque foram os vossos impolutos rapazes que gadanharam a massaroca e o resto são tretas.
Claro está, que existiram outros de outras cores agora mais desmaiadas envolvidos na marosca daí a tal nacionalização à pressa, até porque agora, meses e meses depois, ainda nada se apurou, ninguém parece interessado em arrancar a verdade das mandíbulas sujas da corrupção vergonhosa a que tudo isto cheira, claro está que com as próximas legislativas, e a laranjada assente no poleiro o caso ficará atirado para as calendas gregas, ou na melhor da hipóteses, para dia de São Epaminondas Eustáquio patrono dos dias 32 de cada mês dos anos bissextos.
Verdadinha mesmo, é esta coisa à portuguesa da solteira culpa, ser desflorada sem ninguém assumir o rebento, que fica sempre por bastardo o pobre diabo, este caso será mais um exemplo disso, no outro caso, temos o belo exemplo dos EUA, Madoff, burlão, só daqui a 150 anos, que lindo seria, ver algum dos nossos variados senhores doutores tão sérios, atrás da grade, impossível num país que não conseguiu condenar o vigarista do Marco, a falsária de Felgueiras ou o sacripanta de Oeiras.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, junho 29, 2009
Salomónico
Desta vez, creio eu, sua excelência o senhor Presidente da Republica, esteve em bom plano, coisa rara, mas de quando em vez acontece. Ao não ceder à sua partidarite crónica, o Presidente da Republica, escolheu a sensatez e ponderação à cretinice imbecil proposta pela onda laranja, os próximos a entrar para o poleiro e a ajudar a afundar ainda mais este pardieiro, como aliás fizeram das outras vezes em que foram governo, mas andando, que já estamos por esta altura habituados a nódoas.
Para além das razões cretinas de poupança, poderia apontar rapidamente três ou quatro dezenas de locais onde se poderá efectivamente poupar, mas que curiosamente, mesmo o partido Sebastianista, não atende. Essa razão da poupança é demagógica, é frouxa e peca por mentirosa.
Para além da confusão, que tal iria dar, ao contrário do que ouvi de alguns senhores comentadores da televisão, que acham que o Zé Votante é um colosso de politização, eu acho que até nisso, como alias demonstra a bipolarização entre os P’Esses, onde a seguir a uma saraivada de mostrengos, despesistas rosa, vem uma saraivada de papalvos despesistas laranja, o Zé Votante é um colosso de analfabetismo, isso sim. Ora para além dessas confusões, o que a mim me suscita a aprovação da decisão de sua excelência o senhor Presidente da Republica, é um facto mais pragmático que se prende com as mesas de voto.
Quem tem alguma experiência de passar esse sacrossanto dia atrás de uma mesa a debitar números e nomes a contar e a recontar boletins, sabe perfeitamente sobre o que estou a falar. Seria uma trabalheira dos diabos, com boletins de várias cores e contas e mais contas, nem à meia-noite aquela rapaziada sairia das salas. Temos a experiência das autárquicas que com apenas dois boletins, já dá a confusão que dá, por isso aplaudo sua excelência o senhor Presidente da Republica, muito bem!
Muito bem em não ceder à cega necessidade de ficar de bem com os colegas, muito bem porque soube tragar o batráquio sem se engasgar e de boca fechada, uma indesmentível melhoria em relação ao passado de bolo-rei e migalhas a saltar. Muito bem, porque foi uma boa decisão!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Para além das razões cretinas de poupança, poderia apontar rapidamente três ou quatro dezenas de locais onde se poderá efectivamente poupar, mas que curiosamente, mesmo o partido Sebastianista, não atende. Essa razão da poupança é demagógica, é frouxa e peca por mentirosa.
Para além da confusão, que tal iria dar, ao contrário do que ouvi de alguns senhores comentadores da televisão, que acham que o Zé Votante é um colosso de politização, eu acho que até nisso, como alias demonstra a bipolarização entre os P’Esses, onde a seguir a uma saraivada de mostrengos, despesistas rosa, vem uma saraivada de papalvos despesistas laranja, o Zé Votante é um colosso de analfabetismo, isso sim. Ora para além dessas confusões, o que a mim me suscita a aprovação da decisão de sua excelência o senhor Presidente da Republica, é um facto mais pragmático que se prende com as mesas de voto.
Quem tem alguma experiência de passar esse sacrossanto dia atrás de uma mesa a debitar números e nomes a contar e a recontar boletins, sabe perfeitamente sobre o que estou a falar. Seria uma trabalheira dos diabos, com boletins de várias cores e contas e mais contas, nem à meia-noite aquela rapaziada sairia das salas. Temos a experiência das autárquicas que com apenas dois boletins, já dá a confusão que dá, por isso aplaudo sua excelência o senhor Presidente da Republica, muito bem!
Muito bem em não ceder à cega necessidade de ficar de bem com os colegas, muito bem porque soube tragar o batráquio sem se engasgar e de boca fechada, uma indesmentível melhoria em relação ao passado de bolo-rei e migalhas a saltar. Muito bem, porque foi uma boa decisão!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, junho 22, 2009
Hiper-Realidade
Hoje continuam os simulacros de pseudo exames nacionais, algo entre a fantasia delirante de Twilight Zone e a parcimónia encolhida dos contos de Fadas. Esta coisa a que insistem em chamar Ministério da Educação, continua a perpetuar a burrice estrutural que tem marcado os vários séculos que esta cloaca leva como país.
Os pequenos da antiga quarta classe, fizeram um trabalhinho de casa daqueles muito, mas muito ordinários e chamou-se aquilo exame de aferição, que não afere porra nenhuma, satisfeitíssimos os basbaques dos pais, mostram impantes de orgulho as belas notas dos fedelhos, que caso aquilo fosse realmente uma prova com seriedade seriam, na sua grande maioria corridos com uma raposa daquelas à antiga, o povo exulta, o Ministério pula de orgástica alegria, quem perde são as crianças a quem hipotecam o futuro com este tipo de educação de merda.
No meio disto os professores, lá vão para casa com mais duas toneladas de papeis, pensar e organizar festas, festinhas e festarolas, que é disso que o povo gosta, alias seguindo a sugestão do senhor da CONFAP, personagem sinistra e estapafúrdia, as escolas até podiam servir para os pais fazerem arraiais com a sardinha e o coirato tudo regado a litros de tinto escorrendo alegremente por entre as beatas dos cigarros e papeis sujos, nos já de si tão maltratados pátios das escolas, a isto chamam-se mais ideias de merda.
Ora quando no Ministério se sentam tão doutos e sapientes intelectos educativos, cuja partidarite impede de ver que estão a criar monstros analfabetos, e representantes de pais cuja bronquite é de ir às lágrimas, tudo o que podemos esperar é uma real cagada, alias estava para chamar a este post, post de merda, mas resolvi dar-lhe um titulo mais intelectualóide para aqui no corpo de texto poder realmente dizer o que realmente acho desta educação de merda, desta escola de merda, deste ministério de merda, mas valia te a isto chamado merda de post.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Os pequenos da antiga quarta classe, fizeram um trabalhinho de casa daqueles muito, mas muito ordinários e chamou-se aquilo exame de aferição, que não afere porra nenhuma, satisfeitíssimos os basbaques dos pais, mostram impantes de orgulho as belas notas dos fedelhos, que caso aquilo fosse realmente uma prova com seriedade seriam, na sua grande maioria corridos com uma raposa daquelas à antiga, o povo exulta, o Ministério pula de orgástica alegria, quem perde são as crianças a quem hipotecam o futuro com este tipo de educação de merda.
No meio disto os professores, lá vão para casa com mais duas toneladas de papeis, pensar e organizar festas, festinhas e festarolas, que é disso que o povo gosta, alias seguindo a sugestão do senhor da CONFAP, personagem sinistra e estapafúrdia, as escolas até podiam servir para os pais fazerem arraiais com a sardinha e o coirato tudo regado a litros de tinto escorrendo alegremente por entre as beatas dos cigarros e papeis sujos, nos já de si tão maltratados pátios das escolas, a isto chamam-se mais ideias de merda.
Ora quando no Ministério se sentam tão doutos e sapientes intelectos educativos, cuja partidarite impede de ver que estão a criar monstros analfabetos, e representantes de pais cuja bronquite é de ir às lágrimas, tudo o que podemos esperar é uma real cagada, alias estava para chamar a este post, post de merda, mas resolvi dar-lhe um titulo mais intelectualóide para aqui no corpo de texto poder realmente dizer o que realmente acho desta educação de merda, desta escola de merda, deste ministério de merda, mas valia te a isto chamado merda de post.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, junho 19, 2009
O Mordomo
Comunas e Bloqueiros, não apoiam Barroso! Que diacho passará pelas monas ressequidas de álcoois e noitadas, de jornadas místicas de fumos alucinatórios, para assim liminarmente desapoiarem de forma vil o ex-camarada do PCTP, agora travestido em pessoa de bem, convertido ao capital e à Europa.
Com tacto, se apresentou o actual PM, resoluto e tal qual cordeiro em pele de lobo, evitando mais uma traulitada eleitoral, resolveu-se a engolir o sapo, ontem pela televisionada notícia lá declarava o denodado senhor que apoiava Barroso, porque é bom ter um Luso, nas Europas, mesmo que seja a fazer de conta que manda alguma coisa, entreviam-se porém por entre a boca do senhor PM, ao televisionador mais atento, as patitas do infeliz batráquio, que debatendo-se sem esperança, eram tragadas pelo senhor PM, ao anuir com a distinção da escolha daquele a que muitos pelos corredores da Europa apelidam de “O Mordomo”, e outros chamam senhor Presidente da Comissão Europeia.
Por mim, apoio incondicionalmente Barroso, pois só imaginar que ele regressa, abrenúncio, cruzes canhoto, me provoca calafrios, mais, creio que os cidadãos Portugueses deveriam promover uma petição a entregar no Parlamento Europeu, para que o mandato do cargo por ora ainda ocupado por Barroso se estendesse por 30 anos, seria óptimo, ter toda uma geração a comungar deste mesmo nobre propósito de ter um Português, em particular aquele português a ocupar tão honorífico lugar.
Será óptimo apoiar Barroso, sempre serão mais uns anitos que passaremos tranquilos sem ter de o aturar por isso, deixo a palavra de ordem, “Barroso na Europa, sim! De volta a Portugal não!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Com tacto, se apresentou o actual PM, resoluto e tal qual cordeiro em pele de lobo, evitando mais uma traulitada eleitoral, resolveu-se a engolir o sapo, ontem pela televisionada notícia lá declarava o denodado senhor que apoiava Barroso, porque é bom ter um Luso, nas Europas, mesmo que seja a fazer de conta que manda alguma coisa, entreviam-se porém por entre a boca do senhor PM, ao televisionador mais atento, as patitas do infeliz batráquio, que debatendo-se sem esperança, eram tragadas pelo senhor PM, ao anuir com a distinção da escolha daquele a que muitos pelos corredores da Europa apelidam de “O Mordomo”, e outros chamam senhor Presidente da Comissão Europeia.
Por mim, apoio incondicionalmente Barroso, pois só imaginar que ele regressa, abrenúncio, cruzes canhoto, me provoca calafrios, mais, creio que os cidadãos Portugueses deveriam promover uma petição a entregar no Parlamento Europeu, para que o mandato do cargo por ora ainda ocupado por Barroso se estendesse por 30 anos, seria óptimo, ter toda uma geração a comungar deste mesmo nobre propósito de ter um Português, em particular aquele português a ocupar tão honorífico lugar.
Será óptimo apoiar Barroso, sempre serão mais uns anitos que passaremos tranquilos sem ter de o aturar por isso, deixo a palavra de ordem, “Barroso na Europa, sim! De volta a Portugal não!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, junho 16, 2009
TGV
Precisa este país assim tão desesperadamente de um TGV? A julgar pelas opiniões exacerbadas dos nossos governantes, parece que sim, parece que a salvação do país está no TGV. Mais uma vez a salvação de Portugal está numa quimera, como aliás nos últimos vinte anos, cada governo apresentou o sonho salvador que nos iria colocar no mapa do sucesso internacional, prontos a ombrear com o que há de melhor na Europa civilizada.
Invariavelmente, essa quimera, acabou em barracada. Somos peritos mundiais em asneiras, broncas e barracadas, somos indiscutivelmente um dos maiores produtores mundiais de farsantes e polichinelos, de indigentes intelectuais armados em doutores da mula ruça.
O que vai o TGV trazer de bom para nós o Zé Pagante? Não sei, mas sem TGV, posso contar-vos uma história, que bem ilustra o estado dos transportes públicos cá na terra, agora imaginem quando vier o TGV, com os seus custos de manutenção babilónicos.
Era uma vez um Zé Pagante que precisou de estar às 8 da manhã na Avenida da Liberdade em Lisboa a capital do reino da cretinice. Levanta-se às 5 da manhã, porque tem de apanhar o comboio às 6.39h da manhã, para chegar às 7.30h à estação do Oriente, para apanhar o metro e desembocar meia hora depois no destino. Ou seja, o Zé Pagante, demorou 3 horas a preparar e fazer um percurso que não chega a 100 quilómetros, não falando sequer dos problemas que encontrou, atrasos, falta de ligação entre transportes, greves, avarias e demais ocorrências inopinadas.
Mas também quem manda o Zé Pagante morar no fim do mundo! Desengane-se o ilustre leitor este Zé mora às portas da capital do Reino, Almeirim fica a cerca de 100 quilómetros daqui, por esta historieta podem perfeitamente perceber o que não serão os transportes públicos, no interior profundo, aqui na província, ainda que tão próximo, isto é o atraso de vida que é, imaginem o resto.
Por isso se sua excelência o senhor Presidente da Republica vetar o diploma do TGV, vou aplaudir, com certeza que vou aplaudir, ciente porém que o entretanto maledicente PSD, será o primeiro a pegar de novo no projecto assim que assentar o anafado traseiro no poleiro, isso mesmo que a Manelinha agora diga cobras e lagartos, infelizmente, nas próximas eleições iremos trocar uns por outros imbecis, uns corruptos por outros, uns alarves por outros, será portanto a vez da cleptomania laranja voltar, com os seus já conhecidos paroquianos, os mesmos que por junto com os do punho erguido entretanto embevecidos pela terceira via Blarista, têm desbaratado e dissipado este país nos últimos 20 anos.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Invariavelmente, essa quimera, acabou em barracada. Somos peritos mundiais em asneiras, broncas e barracadas, somos indiscutivelmente um dos maiores produtores mundiais de farsantes e polichinelos, de indigentes intelectuais armados em doutores da mula ruça.
O que vai o TGV trazer de bom para nós o Zé Pagante? Não sei, mas sem TGV, posso contar-vos uma história, que bem ilustra o estado dos transportes públicos cá na terra, agora imaginem quando vier o TGV, com os seus custos de manutenção babilónicos.
Era uma vez um Zé Pagante que precisou de estar às 8 da manhã na Avenida da Liberdade em Lisboa a capital do reino da cretinice. Levanta-se às 5 da manhã, porque tem de apanhar o comboio às 6.39h da manhã, para chegar às 7.30h à estação do Oriente, para apanhar o metro e desembocar meia hora depois no destino. Ou seja, o Zé Pagante, demorou 3 horas a preparar e fazer um percurso que não chega a 100 quilómetros, não falando sequer dos problemas que encontrou, atrasos, falta de ligação entre transportes, greves, avarias e demais ocorrências inopinadas.
Mas também quem manda o Zé Pagante morar no fim do mundo! Desengane-se o ilustre leitor este Zé mora às portas da capital do Reino, Almeirim fica a cerca de 100 quilómetros daqui, por esta historieta podem perfeitamente perceber o que não serão os transportes públicos, no interior profundo, aqui na província, ainda que tão próximo, isto é o atraso de vida que é, imaginem o resto.
Por isso se sua excelência o senhor Presidente da Republica vetar o diploma do TGV, vou aplaudir, com certeza que vou aplaudir, ciente porém que o entretanto maledicente PSD, será o primeiro a pegar de novo no projecto assim que assentar o anafado traseiro no poleiro, isso mesmo que a Manelinha agora diga cobras e lagartos, infelizmente, nas próximas eleições iremos trocar uns por outros imbecis, uns corruptos por outros, uns alarves por outros, será portanto a vez da cleptomania laranja voltar, com os seus já conhecidos paroquianos, os mesmos que por junto com os do punho erguido entretanto embevecidos pela terceira via Blarista, têm desbaratado e dissipado este país nos últimos 20 anos.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, junho 08, 2009
Pirro Dixit
Foi uma vitória pegada! Estas eleições Europeias foram um fartote de vitórias, pelo menos a julgar pelos discursos dos vários partidos, por junto com as televisões e jornais, numa busca desesperada de perdedores e ganhadores, numa busca desesperada de arranjar tema onde não existe assunto nenhum, de extrapolar conclusões onde não existe nada a concluir excepto o óbvio.
Modesta opinião deste pobre escriba, neste acto eleitoral, ninguém ganhou, bem talvez com excepção do BE. O PSD clama por uma derrota clamorosa, uma revolução da laranjada, clama por falta de legitimidade, cuidado porque essa lebre poderá mais tarde levantar-se, o actual governo, concorde-se ou não questione-se ou não os seus modelos, tem legitimidade para tudo, porque foi sufragado e é o legitimo governo de Portugal.
Ferreira Leite foi do ponto de vista pessoal uma ganhadora, clara! Sem esta patética subida ficaria em maus lençóis, não esquecer que os lobos estão de atalaia e à mínima escorregadela, saltam-lhe em cima, por ora e se tudo correr bem livrou-se de um que já começava a por as garras de fora, vai para a Europa e bons ventos o levem. Para Ferreira Leite este foi mais um balão de ar, que a permitirá ficar à tona por mais algum tempo, se repararem nem Rio nem Menezes, lhe fizeram a vénia e Santana o navalhista mor, só lá foi no fim, não fosse o Diabo tece-las.
O PCP, pois esses, é o costume, estão a crescer, foi mais uma vitória etc e tal, a cassete do costume, não se pode esperar muito de uma coisa anacrónica e esclerótica como o actual PCP. Com tanta vitória eleitoral arriscamo-nos a ver o PCP, desaparecer, o que para muitos seria, isso sim um alívio.
O PP, lá se manteve à tona, Portas à cautela, vê-se livre de dois incómodos e manda os putos para a Europa, sempre se distraem e vão ver o mundo, viram no entanto subir a percentagem de votantes, em sintonia com o resto da Europa, que optou pelas extremas-direitas para clamar contra as esquerdas, neo-liberais disfarçadas de socialistas.
O PS, levou um trepa, os seus eleitores não foram votar, outros bandearam-se para o BE e outros ainda foram passear, apesar do chefe ter ido pessoalmente ao campo de batalha, já não interveio a tempo de corrigir as manobras, para as legislativas tem de ter cuidado, mas este acto eleitoral, não significa nada, como ontem pretendiam fazer crer uns míseros jornaleiros de pé de chinelo, ao tentarem fazer extrapolações canhestras, curiosamente, ontem só ouvi duas vozes de bom senso, por incrível que pareça Pacheco Pereira, ínclito amigo da bojarda, personagem que abomino, mas elogio a competência intelectual e vastos recursos culturais e António Barreto, probo de intelecto e sensatez.
Os trauliteiros do BE, levaram a palma porque conseguiram efectivamente ganhar esta treta, conseguindo eleger mais dois deputados.
Na realidade, perdemos todos! A abstenção foi uma, essa sim, vitória do asco e do nojo que os políticos e a política actual provocam nas pessoas, em Portugal a Abstenção, que vence na realidade todos os actos eleitorais dos últimos 20 anos, provou mais uma vez que é a grande força motivadora do eleitorado, estes resultados deveriam fazer pensar os politiqueiros, infelizmente pensar é um acto que a maioria pouco exerce.
Lá para Setembro ou Outubro lá iremos de novo, fazer de conta que mandamos alguma coisa e voltaremos a votar em alguém, em alguma coisa ou em nada.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Modesta opinião deste pobre escriba, neste acto eleitoral, ninguém ganhou, bem talvez com excepção do BE. O PSD clama por uma derrota clamorosa, uma revolução da laranjada, clama por falta de legitimidade, cuidado porque essa lebre poderá mais tarde levantar-se, o actual governo, concorde-se ou não questione-se ou não os seus modelos, tem legitimidade para tudo, porque foi sufragado e é o legitimo governo de Portugal.
Ferreira Leite foi do ponto de vista pessoal uma ganhadora, clara! Sem esta patética subida ficaria em maus lençóis, não esquecer que os lobos estão de atalaia e à mínima escorregadela, saltam-lhe em cima, por ora e se tudo correr bem livrou-se de um que já começava a por as garras de fora, vai para a Europa e bons ventos o levem. Para Ferreira Leite este foi mais um balão de ar, que a permitirá ficar à tona por mais algum tempo, se repararem nem Rio nem Menezes, lhe fizeram a vénia e Santana o navalhista mor, só lá foi no fim, não fosse o Diabo tece-las.
O PCP, pois esses, é o costume, estão a crescer, foi mais uma vitória etc e tal, a cassete do costume, não se pode esperar muito de uma coisa anacrónica e esclerótica como o actual PCP. Com tanta vitória eleitoral arriscamo-nos a ver o PCP, desaparecer, o que para muitos seria, isso sim um alívio.
O PP, lá se manteve à tona, Portas à cautela, vê-se livre de dois incómodos e manda os putos para a Europa, sempre se distraem e vão ver o mundo, viram no entanto subir a percentagem de votantes, em sintonia com o resto da Europa, que optou pelas extremas-direitas para clamar contra as esquerdas, neo-liberais disfarçadas de socialistas.
O PS, levou um trepa, os seus eleitores não foram votar, outros bandearam-se para o BE e outros ainda foram passear, apesar do chefe ter ido pessoalmente ao campo de batalha, já não interveio a tempo de corrigir as manobras, para as legislativas tem de ter cuidado, mas este acto eleitoral, não significa nada, como ontem pretendiam fazer crer uns míseros jornaleiros de pé de chinelo, ao tentarem fazer extrapolações canhestras, curiosamente, ontem só ouvi duas vozes de bom senso, por incrível que pareça Pacheco Pereira, ínclito amigo da bojarda, personagem que abomino, mas elogio a competência intelectual e vastos recursos culturais e António Barreto, probo de intelecto e sensatez.
Os trauliteiros do BE, levaram a palma porque conseguiram efectivamente ganhar esta treta, conseguindo eleger mais dois deputados.
Na realidade, perdemos todos! A abstenção foi uma, essa sim, vitória do asco e do nojo que os políticos e a política actual provocam nas pessoas, em Portugal a Abstenção, que vence na realidade todos os actos eleitorais dos últimos 20 anos, provou mais uma vez que é a grande força motivadora do eleitorado, estes resultados deveriam fazer pensar os politiqueiros, infelizmente pensar é um acto que a maioria pouco exerce.
Lá para Setembro ou Outubro lá iremos de novo, fazer de conta que mandamos alguma coisa e voltaremos a votar em alguém, em alguma coisa ou em nada.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, junho 04, 2009
BPSD
O caso BPN, longe do seu fim, enferma logo à partida, da Lusa tragédia, sem fim à vista, será mais um porto franco (Freeport no falar de Shakespeare), em especial um porto franco e seguro de sem vergonhas e gente de carácter duvidoso, à qual não sucederá nada excepto talvez uma nomeação para um cargo de administração num qualquer departamento e ou empresa pública, onde farão por engordar os já anafados glúteos e diga-se de passagem as untuosas coxas, perdão, contas bancárias, meros seguros de velhice, equivalentes a 450 anos de trabalho de um Zé Pagante como eu, ganhos no caso daquelas nebulosas criaturas em pouco mais de uma vintena de anos.
Dito isto, passemos aos factos, sem demagogia política, podemos afirmar que o dito banco ao que parece por junto com a SLN, era uma coutada da social-democracia, prova-se isso pela sua elite administrativa, pela clientela que levantou milhões sem pagar e por aí fora, não escapando sequer uma trapalhada de títulos que envolve o mais alto magistrado da Nação.
Por muito que Ferreira Leite e Rangel, se esganicem a clamar o adverso, factos são factos e quanto a isso batatas. O que me continua a enjoar as meninges é o facto da surpreendente bolsa de ar que o actual governo dá a essa laranjada bancária, essas perturbantes nuvens arrojam ao ar duas questões que ainda ninguém me respondeu, quem estão a defender e porquê?
Para além dos milhões desaparecidos, para além de só Oliveira e Costa e Loureiro estarem no pau dos bois, para além da vergonhosa negociata onde a CGD já enterrou dois mil e muitos milhares de Euros do Zé Pagante, para além disso, continuo a perguntar-me porquê?
Porquê salvar um banco falido, quando existem outros na mesma senda aos quais ninguém deita a mão, BPP, por exemplo, porquê camuflar um colossal esquema de burlas e esquemas, de compadrios e pura roubalheira com a sanção abençoada do banco do Estado, porquê? Com que fito, qual o objectivo a quem está este Governo a proteger, será a ex-nomenclatura da era do Cavaquistão, entalada até às orelhas no merdum a que cheira isto tudo.
A versão oficial do resolvemos intervir para evitar contaminação, não convence ninguém, acho eu! Mas as mentiras ditas e repetidas milhares de vezes começam a soar a verdades.
O BPN era afinal um verdadeiro BPSD! Claro que provas não existem, até porque as que eventualmente existissem estão há muito queimadas.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Dito isto, passemos aos factos, sem demagogia política, podemos afirmar que o dito banco ao que parece por junto com a SLN, era uma coutada da social-democracia, prova-se isso pela sua elite administrativa, pela clientela que levantou milhões sem pagar e por aí fora, não escapando sequer uma trapalhada de títulos que envolve o mais alto magistrado da Nação.
Por muito que Ferreira Leite e Rangel, se esganicem a clamar o adverso, factos são factos e quanto a isso batatas. O que me continua a enjoar as meninges é o facto da surpreendente bolsa de ar que o actual governo dá a essa laranjada bancária, essas perturbantes nuvens arrojam ao ar duas questões que ainda ninguém me respondeu, quem estão a defender e porquê?
Para além dos milhões desaparecidos, para além de só Oliveira e Costa e Loureiro estarem no pau dos bois, para além da vergonhosa negociata onde a CGD já enterrou dois mil e muitos milhares de Euros do Zé Pagante, para além disso, continuo a perguntar-me porquê?
Porquê salvar um banco falido, quando existem outros na mesma senda aos quais ninguém deita a mão, BPP, por exemplo, porquê camuflar um colossal esquema de burlas e esquemas, de compadrios e pura roubalheira com a sanção abençoada do banco do Estado, porquê? Com que fito, qual o objectivo a quem está este Governo a proteger, será a ex-nomenclatura da era do Cavaquistão, entalada até às orelhas no merdum a que cheira isto tudo.
A versão oficial do resolvemos intervir para evitar contaminação, não convence ninguém, acho eu! Mas as mentiras ditas e repetidas milhares de vezes começam a soar a verdades.
O BPN era afinal um verdadeiro BPSD! Claro que provas não existem, até porque as que eventualmente existissem estão há muito queimadas.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, junho 02, 2009
As Guerrinhas do Comprimido
Não poucas as vezes, aqui se alertou para o facto de sermos um reles feudo de capelinhas, as mais das vezes dirigidas e mantidas por súcias de energúmenos, que a única coisa que objectivamente almejam é esburgar ainda mais os já famélicos fundilhos do Zé Pagante, curioso que nada muda neste insalubre pedaço de trampa a que insistimos chamar país.
A nova reviravolta dos genéricos é mais uma vez prova do poder discricionário que certos poderes ocultos têm nesta terra, desde ontem que os pensionistas com reformas inferiores ao salário mínimo podiam ter genéricos gratuitos, o que teria sido uma enorme ajuda aos verdadeiros excluídos desta terra, no entanto os Senhores Doutores, porque querem manter a prerrogativa das alcavalas da indústria farmacêutica, facto que lhes permite, frequentar congressos de Medicina em centros avançadíssimos de pesquisa médica como sejam a Tailândia, a Malásia ou o Dubai.
Sendo que qualquer destes locais figura em todos os manuais do desenvolvimento e avanço científico da medicina, como centros de excelência, alias em alguns deles até se estuda de uma perspectiva médica claro está, esse renascido fenómeno da pirataria, como nos foi recentemente revelado, em belas fotos, onde um grupo de Senhores Doutores, portugueses, se dedica com afã ao estudo da pirataria, abnegados discípulos de Esculápio, que não se privam de fadigas e noites mal dormidas de copofonia para melhor poderem tratar os seus doentinhos, abençoados sejam, proponho que a Igreja peça a Bento XVI, que mande canonizar os nossos Senhores Doutores, milagres não faltam, pessoas que entram vivas em hospitais e sem se saber por quê morrem, facturas de medicamentos astronómicas, pagamentos em consultórios que para pagar 75 Euros se deve passar 2 cheques, esperas de morte em consultórios públicos e privados, centros de saúde a abarrotar de calanzice, enfim o milagre da saúde nacional.
-Alto aí pusilânime Barão, verme infecto e despudorado da maledicência, esquece os milhares que são salvos?
- Não, não esqueço, mas sendo igualmente imbecil, apenas digo que quando salvam alguém, os Senhores Doutores, não fazem mais que a sua obrigação, coisa que diga-se de passagem são dignamente pagos e se fazem regiamente pagar.
Na actual, guerrilha do “deixa ver quem rouba mais”, Doutores e Farmácias, disputam um campo que deveria envergonhar esta sociedade medíocre e cretina em que vivemos, acrescento que uns e outros me enojam. Titubeante e ancilosada a governação opta pela solução avestruz, quando aqui teria campo fértil para demonstrar quem manda, claro que a este governo como a outros faltam apêndices testiculares que lhes dêem coragem, para afrontar estas Máfias, porque enquanto andamos entretidos a lidar com pilha galinhas, com abutres subsídio dependentes e pobretanas de bairros sociais, as verdadeiras Máfias institucionais minam e exploram o país, qual eminências ocultas e tentaculares que estrangulam a plebe, embevecida entre futebóis e telenovelas, sonhando com euro milhões excêntricos que lhes permitam mandar a real que os pariu toda esta cáfila de castanhos de passeio.
Verdade, verdadinha, é que a sofrer ficarão de novo os pobres dos velhotes que mal tem para comer, a esses não faltam promessas e visitas de politiqueiros rafeiros em época de eleições, e palavras leva-as o vento como sói dizer.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
A nova reviravolta dos genéricos é mais uma vez prova do poder discricionário que certos poderes ocultos têm nesta terra, desde ontem que os pensionistas com reformas inferiores ao salário mínimo podiam ter genéricos gratuitos, o que teria sido uma enorme ajuda aos verdadeiros excluídos desta terra, no entanto os Senhores Doutores, porque querem manter a prerrogativa das alcavalas da indústria farmacêutica, facto que lhes permite, frequentar congressos de Medicina em centros avançadíssimos de pesquisa médica como sejam a Tailândia, a Malásia ou o Dubai.
Sendo que qualquer destes locais figura em todos os manuais do desenvolvimento e avanço científico da medicina, como centros de excelência, alias em alguns deles até se estuda de uma perspectiva médica claro está, esse renascido fenómeno da pirataria, como nos foi recentemente revelado, em belas fotos, onde um grupo de Senhores Doutores, portugueses, se dedica com afã ao estudo da pirataria, abnegados discípulos de Esculápio, que não se privam de fadigas e noites mal dormidas de copofonia para melhor poderem tratar os seus doentinhos, abençoados sejam, proponho que a Igreja peça a Bento XVI, que mande canonizar os nossos Senhores Doutores, milagres não faltam, pessoas que entram vivas em hospitais e sem se saber por quê morrem, facturas de medicamentos astronómicas, pagamentos em consultórios que para pagar 75 Euros se deve passar 2 cheques, esperas de morte em consultórios públicos e privados, centros de saúde a abarrotar de calanzice, enfim o milagre da saúde nacional.
-Alto aí pusilânime Barão, verme infecto e despudorado da maledicência, esquece os milhares que são salvos?
- Não, não esqueço, mas sendo igualmente imbecil, apenas digo que quando salvam alguém, os Senhores Doutores, não fazem mais que a sua obrigação, coisa que diga-se de passagem são dignamente pagos e se fazem regiamente pagar.
Na actual, guerrilha do “deixa ver quem rouba mais”, Doutores e Farmácias, disputam um campo que deveria envergonhar esta sociedade medíocre e cretina em que vivemos, acrescento que uns e outros me enojam. Titubeante e ancilosada a governação opta pela solução avestruz, quando aqui teria campo fértil para demonstrar quem manda, claro que a este governo como a outros faltam apêndices testiculares que lhes dêem coragem, para afrontar estas Máfias, porque enquanto andamos entretidos a lidar com pilha galinhas, com abutres subsídio dependentes e pobretanas de bairros sociais, as verdadeiras Máfias institucionais minam e exploram o país, qual eminências ocultas e tentaculares que estrangulam a plebe, embevecida entre futebóis e telenovelas, sonhando com euro milhões excêntricos que lhes permitam mandar a real que os pariu toda esta cáfila de castanhos de passeio.
Verdade, verdadinha, é que a sofrer ficarão de novo os pobres dos velhotes que mal tem para comer, a esses não faltam promessas e visitas de politiqueiros rafeiros em época de eleições, e palavras leva-as o vento como sói dizer.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, maio 26, 2009
segunda-feira, maio 18, 2009
Velhacaria
A recentemente aprovada lei do financiamento dos partidos é mais uma velhacaria, aprovada à socapa, pelos senhores poderosos desta infeliz cloaca, que todos à uma disseram sim a mais um esburgar e desbaratar dos dinheiros públicos em actos de financiamento das sanguessugas politiqueiras.
É tão torpe e atentatória à moral, que foi aprovada à porta fechada, mas pasme-se todos votaram sim. Ou seja todos querem continuar a mamar à grande e à francesa secando a já magra teta da famélica vaca nacional, todos diferentes todos iguais diríamos numa qualquer campanha pela igualdade, se dúvidas existissem de que a canalhice impera lá para aqueles lados, esta nova lei de financiamento partidário é disso um soberbo exemplo.
Até o fantasma do “Ganda Nóia”, resolveu vir dar um ar da sua graça e botar faladura sobre o assunto, condenando a mesma, num claro aproveitamento politico, completamente descabido, porque aquele senhor aprovou a anterior lei de financiamento do sistema partidário, só não aprovando esta porque a malta laranja lhe fez a cama e deitou às ortigas, claro que o camarada como nunca produziu uma simples hora de trabalho na vida, tem de ver se volta à ribalta para conseguir encher o bolso, porque só trabalha quem sabe fazer alguma coisa, o que como se percebeu não é o caso desta pequena tangerina.
Voltando à velhacaria, que é isto tudo, a nova lei, foi aprovada por socialicoisos, por socialcoisos, por verde melancias, por comunicoisos e por bloqueiricoisos, todos a reclamar a fatia do cadáver, a vergonha disto é ninguém ter dito não, ninguém ter clamado, até os habituais calceteiros do contra tudo e contra todos, meteram as foices e martelos no saco e fazendo conta que não é nada com eles, até porque os tostões também lhes dão jeito. Cambada de velhacos, de hipócritas e gatunos. Nós a carneirada continuamos a passar ao lado disto como se nada fosse, ébrios de álcoois e outros estupidificantes das massas como as futobolices e as santinhas e por aí adiante, demonstrando em pleno a raça de papalvos cretinos que somos.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
É tão torpe e atentatória à moral, que foi aprovada à porta fechada, mas pasme-se todos votaram sim. Ou seja todos querem continuar a mamar à grande e à francesa secando a já magra teta da famélica vaca nacional, todos diferentes todos iguais diríamos numa qualquer campanha pela igualdade, se dúvidas existissem de que a canalhice impera lá para aqueles lados, esta nova lei de financiamento partidário é disso um soberbo exemplo.
Até o fantasma do “Ganda Nóia”, resolveu vir dar um ar da sua graça e botar faladura sobre o assunto, condenando a mesma, num claro aproveitamento politico, completamente descabido, porque aquele senhor aprovou a anterior lei de financiamento do sistema partidário, só não aprovando esta porque a malta laranja lhe fez a cama e deitou às ortigas, claro que o camarada como nunca produziu uma simples hora de trabalho na vida, tem de ver se volta à ribalta para conseguir encher o bolso, porque só trabalha quem sabe fazer alguma coisa, o que como se percebeu não é o caso desta pequena tangerina.
Voltando à velhacaria, que é isto tudo, a nova lei, foi aprovada por socialicoisos, por socialcoisos, por verde melancias, por comunicoisos e por bloqueiricoisos, todos a reclamar a fatia do cadáver, a vergonha disto é ninguém ter dito não, ninguém ter clamado, até os habituais calceteiros do contra tudo e contra todos, meteram as foices e martelos no saco e fazendo conta que não é nada com eles, até porque os tostões também lhes dão jeito. Cambada de velhacos, de hipócritas e gatunos. Nós a carneirada continuamos a passar ao lado disto como se nada fosse, ébrios de álcoois e outros estupidificantes das massas como as futobolices e as santinhas e por aí adiante, demonstrando em pleno a raça de papalvos cretinos que somos.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, maio 13, 2009
Labregada
Esta característica portuguesa do deixa andar, do dizer que faz falta e quando há, não usar ou partir, sempre me fez confusão. Na nossa essência somos uma sociedade de labregos. A nossa labreguice detectamo-la, em pequenos nadas, que todos juntos justificam a grande labregónia que é esta terra.
Relativamente próximo da minha casa, o município decidiu e bem investir num parque para estacionar os centos de carripanos que entulham as ruas desta terreola, não será um grande parque, mas leva cerca de setenta veículos, e é de borla, o que não é nada mau, no entanto, oh surpresa das surpresas, a grande maioria dos indígenas da zona teima em deixar a carreta a atafulhar a ruela.
Porquê? Porque é que esta gentinha sempre tão pronta a clamar, a ser do contra, a exigir, depois quando algo se faz, apresenta este tipo de comportamento. Mistério, este é com certeza um dos grandes mistérios do mundo animal, tragam a NGS e o Sir David Attenborough, para estudar este tipo de comportamentos.
Noutra zona perto dos restaurantes o município fez um parque de estacionamento enorme, que comporta umas largas centenas de veículos, no entanto a exígua rua frente à Praça de Toiros e até ao próximo cruzamento está permanentemente atafulhada de carripanas, o que dificulta o trânsito, de carros e peões, quando a menos de 10 metros existe um parque de estacionamento também gratuito, aonde espaço é o que não falta.
Escusado será falar mais uma vez do estacionamento em cima dos passeios, que por cá foi elevado à categoria de arte de bem chatear o próximo e dificultar-lhe a vida, escusado será falar dos lugares para deficientes que são muito poucos e que nos hipermercados cá do burgo estão sempre ocupados por outro tipo de deficientes, escusado será dizer que na sua grande maioria os meus conterrâneos são uma grande cáfila de indigentes intelectuais, sem regras de civismo e sem respeito por nada.
Esperemos melhoras!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Relativamente próximo da minha casa, o município decidiu e bem investir num parque para estacionar os centos de carripanos que entulham as ruas desta terreola, não será um grande parque, mas leva cerca de setenta veículos, e é de borla, o que não é nada mau, no entanto, oh surpresa das surpresas, a grande maioria dos indígenas da zona teima em deixar a carreta a atafulhar a ruela.
Porquê? Porque é que esta gentinha sempre tão pronta a clamar, a ser do contra, a exigir, depois quando algo se faz, apresenta este tipo de comportamento. Mistério, este é com certeza um dos grandes mistérios do mundo animal, tragam a NGS e o Sir David Attenborough, para estudar este tipo de comportamentos.
Noutra zona perto dos restaurantes o município fez um parque de estacionamento enorme, que comporta umas largas centenas de veículos, no entanto a exígua rua frente à Praça de Toiros e até ao próximo cruzamento está permanentemente atafulhada de carripanas, o que dificulta o trânsito, de carros e peões, quando a menos de 10 metros existe um parque de estacionamento também gratuito, aonde espaço é o que não falta.
Escusado será falar mais uma vez do estacionamento em cima dos passeios, que por cá foi elevado à categoria de arte de bem chatear o próximo e dificultar-lhe a vida, escusado será falar dos lugares para deficientes que são muito poucos e que nos hipermercados cá do burgo estão sempre ocupados por outro tipo de deficientes, escusado será dizer que na sua grande maioria os meus conterrâneos são uma grande cáfila de indigentes intelectuais, sem regras de civismo e sem respeito por nada.
Esperemos melhoras!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, maio 11, 2009
Oh, que bela vista
E pronto aí temos de novo a escumalha habitual a prevaricar! Ah e tal não têm trabalho! Emigrem, que foi o mesmo que 2 milhões de compatriotas nossos fizeram. O Bairro da Bela Vista, é mais um exemplo da política imbecil de guetos, onde se junta o rebotalho subsidio dependente que gosta de arrear oiros e roupas de marca, mas quando toca a vergar a mola, o melhor é gamar, que dá menos trabalho e tem menos perigos.
Na Bela Vista existe muita gente boa! Claro que sim, mas também existe muita rataria, muita escumalha, muita sanguessuga, que não contente com rendimentos disto e para aquilo ainda vive do roubo aos pobres, que atente-se são triplamente roubados, o primeiro roubo é no dinheiro dos nossos impostos que serve para engordar este tipo de rebotalho, o segundo roubo é corrermos todos os dias o risco de sermos, assaltados, esburgados, humilhados e até assassinados por esta corja de lixo humano o terceiro roubo é termos ainda de pagar mais uma vez, os tribunais, os juízes, os advogados, os bombeiros, os médicos, os policias, os contentores, os seguros e todos os prejuízos que este tipo de inutilidades fazem.
Na Bela Vista o pior são os pretos! Não é verdade, no bairro a escumalha não tem cor, como a gente honesta que lá vive também não. A escumalha é de todas as cores, claro que existem alguns mais propensos a comportamentos animais, mais propensos à velhacaria, mas esses toda a gente conhece e ninguém toca. A sorte é que a gente honesta é uma caterva de carneirada capada, porque senão teríamos o caldo entornado, imaginem que um dia a malta que alimenta estas inúteis bocas todas, se resolve cagar para o humanismo, para a civilidade e se começa a organizar e a fazer o mesmo que esta rataria subsidio dependente, será o caos, alias seria se existisse nesta sociedade um grama de coragem, de honra e de brio, como não há estamos conversados.
Entre as politicas de porta aberta do esquerdelho mentecapto, que fariam de Portugal um antro de estrume ainda maior, e a politica xenófoba da direita revanchista, que faria de Portugal um local geriátrico, mortiço e em perigo de extinção, prefiro um meio-termo de contenção, uma espécie de regime aberto, com uma lei de nacionalidade muito restrita, só obtém quem provar prestar provas de ser honesto e capaz, com uma política de emigração que atraia, os filhos dos nossos emigrantes em primeiro, depois os outros que quiserem, mas gente com qualidade, com formação e com vontade de singrar e mais importante ainda gente a que se forneçam condições de dignidade de habitabilidade e de cidadania, não este tipo de emigração de rejeitados e dejectos humanos que a Europa rejeita e que aqui aterram porque para a frente não podem seguir porque é mar.
Precisamos também de um código penal sério com penas sérias, precisamos de leis e de uma justiça credível, precisamos de ser um estado de Direito que continuamos a não ser, um estado de Liberdade e Garantias que continuamos a não ter.
“Errare humanum est, in errore perseverare, belluinum”, que é como quem diz, que é do humano errar e da besta teimar, ora enquanto teimarmos em não resolver o que cá por casa vai mal e andarmos revoltos a dar lustro ao cágado dos outros, tarde ou nunca se resolverá nada e belas vistas aparecerão a cada esquina. Em especial quando teimarmos em construir guetos, vulgarmente conhecidos por bairros sociais, que há mais de 30 anos está provado serem focos de infecção social difíceis de debelar.
Uma palavra especial de agradecimento, para aqueles que são a primeira, e única linha, da nossa defesa, a policia, que mais uma vez se revelou exemplar e preciosa, o nosso melhor acervo, já que acima deles é só rebotalho, cuja única diferença dos do bairro social é vestirem Armani e chamarem-se “dotores”.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Na Bela Vista existe muita gente boa! Claro que sim, mas também existe muita rataria, muita escumalha, muita sanguessuga, que não contente com rendimentos disto e para aquilo ainda vive do roubo aos pobres, que atente-se são triplamente roubados, o primeiro roubo é no dinheiro dos nossos impostos que serve para engordar este tipo de rebotalho, o segundo roubo é corrermos todos os dias o risco de sermos, assaltados, esburgados, humilhados e até assassinados por esta corja de lixo humano o terceiro roubo é termos ainda de pagar mais uma vez, os tribunais, os juízes, os advogados, os bombeiros, os médicos, os policias, os contentores, os seguros e todos os prejuízos que este tipo de inutilidades fazem.
Na Bela Vista o pior são os pretos! Não é verdade, no bairro a escumalha não tem cor, como a gente honesta que lá vive também não. A escumalha é de todas as cores, claro que existem alguns mais propensos a comportamentos animais, mais propensos à velhacaria, mas esses toda a gente conhece e ninguém toca. A sorte é que a gente honesta é uma caterva de carneirada capada, porque senão teríamos o caldo entornado, imaginem que um dia a malta que alimenta estas inúteis bocas todas, se resolve cagar para o humanismo, para a civilidade e se começa a organizar e a fazer o mesmo que esta rataria subsidio dependente, será o caos, alias seria se existisse nesta sociedade um grama de coragem, de honra e de brio, como não há estamos conversados.
Entre as politicas de porta aberta do esquerdelho mentecapto, que fariam de Portugal um antro de estrume ainda maior, e a politica xenófoba da direita revanchista, que faria de Portugal um local geriátrico, mortiço e em perigo de extinção, prefiro um meio-termo de contenção, uma espécie de regime aberto, com uma lei de nacionalidade muito restrita, só obtém quem provar prestar provas de ser honesto e capaz, com uma política de emigração que atraia, os filhos dos nossos emigrantes em primeiro, depois os outros que quiserem, mas gente com qualidade, com formação e com vontade de singrar e mais importante ainda gente a que se forneçam condições de dignidade de habitabilidade e de cidadania, não este tipo de emigração de rejeitados e dejectos humanos que a Europa rejeita e que aqui aterram porque para a frente não podem seguir porque é mar.
Precisamos também de um código penal sério com penas sérias, precisamos de leis e de uma justiça credível, precisamos de ser um estado de Direito que continuamos a não ser, um estado de Liberdade e Garantias que continuamos a não ter.
“Errare humanum est, in errore perseverare, belluinum”, que é como quem diz, que é do humano errar e da besta teimar, ora enquanto teimarmos em não resolver o que cá por casa vai mal e andarmos revoltos a dar lustro ao cágado dos outros, tarde ou nunca se resolverá nada e belas vistas aparecerão a cada esquina. Em especial quando teimarmos em construir guetos, vulgarmente conhecidos por bairros sociais, que há mais de 30 anos está provado serem focos de infecção social difíceis de debelar.
Uma palavra especial de agradecimento, para aqueles que são a primeira, e única linha, da nossa defesa, a policia, que mais uma vez se revelou exemplar e preciosa, o nosso melhor acervo, já que acima deles é só rebotalho, cuja única diferença dos do bairro social é vestirem Armani e chamarem-se “dotores”.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, maio 06, 2009
País de Imbecis!
Segundo dados da famosa Comissão de Protecção de Menores, no ano passado, 66654 crianças foram alvo de inspecção e ou intervenção por parte desta entidade, absurdo e monstruoso este número, absurdo porque no meio daqueles 66 mil casos, muitos não passam de excesso de zelo, outros de erro crasso, absurdo porque faltam lá os milhares de casos escondidos encapotados e étnicos, sim porque as crianças de certas etnias andam todo o dia ao Deus dará a roubar e fazer cretinices e ninguém os tira aos paizinhos imbecis.
Monstruoso, porque revelador do tipo de pais que existe nesta sociedade, de pais e de governantes. Porque não ouviu absolutamente comentário nenhum a esta tragédia, da esquerda à direita a preocupação é a possibilidade de um novo Bloco Central, o que demonstra que os partidos e os políticos que temos são uma sacada de ineptos, de inúteis que para pouco servem, excepto claro está embolsar lautas reformazitas e papar jantaradas à borla.
Por outro lado em termos de Segurança Infantil, estamos classificados em 17º no meio de 18 países da Europa, ou seja somos o buraco do ânus da Europa, mais uma vez campeões da imbecilidade, em 2006, 130 crianças morreram em acidentes vários, por culpa essencialmente dos pais, mas também por negligências legislativas e incúria de autoridades e governantes.
Estes homicídios, revelam que somos um país de ineptos, de cretinos e de imbecis, que continuamos a tratar as nossas crianças de forma cruel e sem pudor, pois a fazer fé no mesmo estudo que nos coloca em tão honroso lugar, por cada falecimento podemos contar com 160 crianças internadas com lesões de vários graus e com 2000 crianças observadas em centros de saúde e hospitais, ou seja 280 mil crianças sofrem acidentes perfeitamente evitáveis.
O uso das cadeiras continua ser letra morta, as coimas são irrisórias, basta estar uns minutos na rua na hora da entrada para as escolas, que é ver o disparate a avolumar, crianças sem cinto, sem cadeira, três amontoadas no lugar de uma, fechadas na caixa do carro comercial, de bicicleta sem capacete, de motorizada escarranchadas onde caibam, qual capacetes qual nada.
Nas ruas aqui do burgo, velocidades de arrasar qualquer autódromo e parvos ao volante, peões sem regras, condutores igual. Resultado volta e meia tragédia. Por essa e por outras que somos um pais de imbecis, onde desponta o rebotalho e a escumalha, onde cada vez se vive pior, não graças a crises e cataclismos, mas graças a nós os seus habitantes que somos a pior das doenças desta terra.
Visitem o site da APSI, fiquem a saber mais sobre a problemática da Segurança Infantil, não sejam mais um entre muitos imbecis, vamos fazer uma campanha pela erradicação da imbecilidade na sociedade portuguesa.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Monstruoso, porque revelador do tipo de pais que existe nesta sociedade, de pais e de governantes. Porque não ouviu absolutamente comentário nenhum a esta tragédia, da esquerda à direita a preocupação é a possibilidade de um novo Bloco Central, o que demonstra que os partidos e os políticos que temos são uma sacada de ineptos, de inúteis que para pouco servem, excepto claro está embolsar lautas reformazitas e papar jantaradas à borla.
Por outro lado em termos de Segurança Infantil, estamos classificados em 17º no meio de 18 países da Europa, ou seja somos o buraco do ânus da Europa, mais uma vez campeões da imbecilidade, em 2006, 130 crianças morreram em acidentes vários, por culpa essencialmente dos pais, mas também por negligências legislativas e incúria de autoridades e governantes.
Estes homicídios, revelam que somos um país de ineptos, de cretinos e de imbecis, que continuamos a tratar as nossas crianças de forma cruel e sem pudor, pois a fazer fé no mesmo estudo que nos coloca em tão honroso lugar, por cada falecimento podemos contar com 160 crianças internadas com lesões de vários graus e com 2000 crianças observadas em centros de saúde e hospitais, ou seja 280 mil crianças sofrem acidentes perfeitamente evitáveis.
O uso das cadeiras continua ser letra morta, as coimas são irrisórias, basta estar uns minutos na rua na hora da entrada para as escolas, que é ver o disparate a avolumar, crianças sem cinto, sem cadeira, três amontoadas no lugar de uma, fechadas na caixa do carro comercial, de bicicleta sem capacete, de motorizada escarranchadas onde caibam, qual capacetes qual nada.
Nas ruas aqui do burgo, velocidades de arrasar qualquer autódromo e parvos ao volante, peões sem regras, condutores igual. Resultado volta e meia tragédia. Por essa e por outras que somos um pais de imbecis, onde desponta o rebotalho e a escumalha, onde cada vez se vive pior, não graças a crises e cataclismos, mas graças a nós os seus habitantes que somos a pior das doenças desta terra.
Visitem o site da APSI, fiquem a saber mais sobre a problemática da Segurança Infantil, não sejam mais um entre muitos imbecis, vamos fazer uma campanha pela erradicação da imbecilidade na sociedade portuguesa.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, maio 04, 2009
Pela Lei e Pela Grei
O General Nelson dos Santos actual comandante da Guarda Nacional Republicana, foi certeiro no seu discurso comemorativo do dia da GNR, foi certeiro nas suas declarações, mostrou ser alguém com carácter, outra coisa não seria de esperar de quem passou pelo Regimento de Comandos, alertou para a necessidade de os governos de atacarem as causas da criminalidade, alertou entre outras coisas para a dimensão social do crime e para a necessidade de intervir nessa área.
Zurziu também, pois claro na nova Lei Orgânica da Guarda, que claro nada acrescenta de bom, ou muito pouco, elimina umas burocracias o que é excelente e pouco mais, quanto aos meios, capacidades técnicas e demais questões que se prendem com o funcionamento daquela espécie de polícia, nada.
Continua a acreditar que a GNR, para crescer e evoluir enquanto instituição necessita de abandonar a orgânica paramilitar tão cara ao terceiro mundismo, herdeira das tradições das republicas das bananas da América do Sul, claro que podem sempre contestar que nós somos uma verdadeira República de bananas, será claro verdade, mas cortejando Malraux e a sua corte pessimista que lhe atazanou a cachimónia, também eu vejo com péssimos olhos uma GNR militar, mas andando que há quem goste e esta trampa ainda é uma Republica semi-democrática.
Os homens e mulheres das nossas forças policiais merecem toda a nossa atenta colaboração e estima, como povo civilizado que deveríamos ser, eles deveriam ser acarinhados e defendidos, pois passa-se o oposto, infelizmente, somos uma sociedade infecta de indigentes intelectuais, infelizmente também os alertar sobre as condições em que esta gente desempenha tão ingrata tarefa, são poucos, nós os paisanos, somos as mais das vezes coniventes com o permanente estado de guerrilha surda que o cidadão comum vive contras as polícias e só deles nos lembramos quando ficamos com o rabo a arder.
Registo com apreço a frontalidade do senhor General Comandante, “Res Non Verba”, diria eu a este Governo e aos futuros, porque de mais actos, pensados planeados e sem mácula, se fará mais e melhor, para tal urge repensar a defesa interna, os meios, a organização, a legislação, as novas tecnologias, tudo o que parece nunca ter passado pelo cérebro dos nossos, “sapientes” governantes, porque cada vez mais as organizações criminosas têm, mais e melhores meios mais e mais complexas organizações, alias analisando certas organizações criminosas, ficamos abismados como o profissionalismo e planeamento, por oposição à atroz falta de competência e falta de brio profissional de quem está do outro lado. Queiramos acreditar que melhores dias virão! Se quiserem saber mais sobre o assunto GNR visitem o blog Securitas, que sabe muito mais disto que eu!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Zurziu também, pois claro na nova Lei Orgânica da Guarda, que claro nada acrescenta de bom, ou muito pouco, elimina umas burocracias o que é excelente e pouco mais, quanto aos meios, capacidades técnicas e demais questões que se prendem com o funcionamento daquela espécie de polícia, nada.
Continua a acreditar que a GNR, para crescer e evoluir enquanto instituição necessita de abandonar a orgânica paramilitar tão cara ao terceiro mundismo, herdeira das tradições das republicas das bananas da América do Sul, claro que podem sempre contestar que nós somos uma verdadeira República de bananas, será claro verdade, mas cortejando Malraux e a sua corte pessimista que lhe atazanou a cachimónia, também eu vejo com péssimos olhos uma GNR militar, mas andando que há quem goste e esta trampa ainda é uma Republica semi-democrática.
Os homens e mulheres das nossas forças policiais merecem toda a nossa atenta colaboração e estima, como povo civilizado que deveríamos ser, eles deveriam ser acarinhados e defendidos, pois passa-se o oposto, infelizmente, somos uma sociedade infecta de indigentes intelectuais, infelizmente também os alertar sobre as condições em que esta gente desempenha tão ingrata tarefa, são poucos, nós os paisanos, somos as mais das vezes coniventes com o permanente estado de guerrilha surda que o cidadão comum vive contras as polícias e só deles nos lembramos quando ficamos com o rabo a arder.
Registo com apreço a frontalidade do senhor General Comandante, “Res Non Verba”, diria eu a este Governo e aos futuros, porque de mais actos, pensados planeados e sem mácula, se fará mais e melhor, para tal urge repensar a defesa interna, os meios, a organização, a legislação, as novas tecnologias, tudo o que parece nunca ter passado pelo cérebro dos nossos, “sapientes” governantes, porque cada vez mais as organizações criminosas têm, mais e melhores meios mais e mais complexas organizações, alias analisando certas organizações criminosas, ficamos abismados como o profissionalismo e planeamento, por oposição à atroz falta de competência e falta de brio profissional de quem está do outro lado. Queiramos acreditar que melhores dias virão! Se quiserem saber mais sobre o assunto GNR visitem o blog Securitas, que sabe muito mais disto que eu!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, abril 29, 2009
Quid Justitiae!
O Bispo das Forças Armadas, na homília pascal, abriu o saco dos gatos e arrimou com o báculo nos costados da Justiça. Quem conhece o homem, sabe que é um daqueles que não as poupa, dizem até que tem mau feitio, verdade ou não, o certo é que Dom Januário, acertou na “mouche”, alias a sua pontaria tem melhorado muito desde que priva mais directamente com o meio castrense.
Disse o senhor Bispo que se sente e cito, “envergonhado com a justiça em Portugal”, pois pudera, com o actual estado da coisa em Lusas paragens, não admira que o eminente prelado, esteja em revolta, agora imagine o Reverendo Bispo, o que não ou como não se sentem, os pobres diabos cá de baixo que todos os dias topam com os dislates e trafulhices diários de uma Justiça sacripanta e ordinária, feita à medida para bandidos, bandalhos e bufões, à qual cada vez menos apelamos, por sabermos de antemão que aos costumes disse nada!
Atiram-me agora uma refinada pedrada os sindicatos e representantes do Juízado nacional, apoucando, as reservas do Bispo, que não se revêem nos ditos, que é da moda zurzir no canelo da Justiça. Concedo, que anda em guisa de moda, arrear à bruta na Justiça e nos Juízes, por outro lado, também percebo que a sociedade, ou pelo menos alguns sectores dela se sintam, enjoados, envergonhados, enojados e até com asco, desta Justiça, que todos os dias, se nos revela, mais e mais incapaz, inepta e inútil.
Que os doutos e inteligentes senhores Juízes, não se revejam neste contexto de envergonhanço nacional a propósito da sua Justiça, a mim tira-me do sério e faz-me temer pela saúde dos iluminados magistrados, porque das duas três, ou os senhores Juízes são curtos de vista, pelo que urge contactar a embaixada de Cuba par reservar alojamentos nas excelentes clínicas de tratamento ocular desse país subdesenvolvido e estrangulado por um absurdo e estúpido bloqueio, ou pior, os meritíssimos foram atacados por alguma síndrome esquisita, que ataca as meninges dos meritíssimos e lhes faz claudicar as capacidades intelectuais, incapacitados de ajuizar com a douta sapiência que se lhes reconhece o real estado de absoluto miserabilismo em que se encontra a prossecução da Justiça nesta inenarrável anedota à beira mar plantada, os magistrados obscurecem-se do saber vivendo num mundo deles enquanto nós vivemos neste bem real.
Indague-se, investigue-se, curem-se os meritíssimos Juízes dos seus medos e desvarios, porque este “ensaio sobre a cegueira” merece atento estudo, aliás esta foi sempre a crítica que fiz ao panorama da magistratura portuguesa, o alheamento dos senhores Juízes do absoluto estado de miséria da Justiça, que já não é de hoje. Só lhes ouvi as vozes recentemente, irados e ofendidos, porque o actual Governo se preparava para lhes dar umas machadadas nas alcavalas e mordomias a que têm direito, muitas que são, ser Juiz pode ser muito mau, mas viver com o ordenado mínimo é muito pior!
Por isso aplaudo de pé a atitude do senhor Bispo, mesmo não fazendo parte do rebanho dos alucinados da hóstia, consigo ter a honestidade de ver quando alguém dessa hoste até revela um pingo de intelecto, esse é sem dúvida o caso de Dom Januário Torgal Ferreira.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Disse o senhor Bispo que se sente e cito, “envergonhado com a justiça em Portugal”, pois pudera, com o actual estado da coisa em Lusas paragens, não admira que o eminente prelado, esteja em revolta, agora imagine o Reverendo Bispo, o que não ou como não se sentem, os pobres diabos cá de baixo que todos os dias topam com os dislates e trafulhices diários de uma Justiça sacripanta e ordinária, feita à medida para bandidos, bandalhos e bufões, à qual cada vez menos apelamos, por sabermos de antemão que aos costumes disse nada!
Atiram-me agora uma refinada pedrada os sindicatos e representantes do Juízado nacional, apoucando, as reservas do Bispo, que não se revêem nos ditos, que é da moda zurzir no canelo da Justiça. Concedo, que anda em guisa de moda, arrear à bruta na Justiça e nos Juízes, por outro lado, também percebo que a sociedade, ou pelo menos alguns sectores dela se sintam, enjoados, envergonhados, enojados e até com asco, desta Justiça, que todos os dias, se nos revela, mais e mais incapaz, inepta e inútil.
Que os doutos e inteligentes senhores Juízes, não se revejam neste contexto de envergonhanço nacional a propósito da sua Justiça, a mim tira-me do sério e faz-me temer pela saúde dos iluminados magistrados, porque das duas três, ou os senhores Juízes são curtos de vista, pelo que urge contactar a embaixada de Cuba par reservar alojamentos nas excelentes clínicas de tratamento ocular desse país subdesenvolvido e estrangulado por um absurdo e estúpido bloqueio, ou pior, os meritíssimos foram atacados por alguma síndrome esquisita, que ataca as meninges dos meritíssimos e lhes faz claudicar as capacidades intelectuais, incapacitados de ajuizar com a douta sapiência que se lhes reconhece o real estado de absoluto miserabilismo em que se encontra a prossecução da Justiça nesta inenarrável anedota à beira mar plantada, os magistrados obscurecem-se do saber vivendo num mundo deles enquanto nós vivemos neste bem real.
Indague-se, investigue-se, curem-se os meritíssimos Juízes dos seus medos e desvarios, porque este “ensaio sobre a cegueira” merece atento estudo, aliás esta foi sempre a crítica que fiz ao panorama da magistratura portuguesa, o alheamento dos senhores Juízes do absoluto estado de miséria da Justiça, que já não é de hoje. Só lhes ouvi as vozes recentemente, irados e ofendidos, porque o actual Governo se preparava para lhes dar umas machadadas nas alcavalas e mordomias a que têm direito, muitas que são, ser Juiz pode ser muito mau, mas viver com o ordenado mínimo é muito pior!
Por isso aplaudo de pé a atitude do senhor Bispo, mesmo não fazendo parte do rebanho dos alucinados da hóstia, consigo ter a honestidade de ver quando alguém dessa hoste até revela um pingo de intelecto, esse é sem dúvida o caso de Dom Januário Torgal Ferreira.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, abril 27, 2009
O Anjo, O Demónio e o Outro!
Pronto, está feito, temos mais um santinho. Continuamos pobretanas, analfabetos e quasi mortos de fome, mas temos mais um santinho. Nem me chateia que santifiquem Nuno Álvares Pereira, não me chateia nada. Irrita-me é que lembrem o homem só por essa minudência papalva, quando o homem foi um insigne militar e combatente, que espadeirou a espanholada gananciosa.
Irrita-me que um Estado pretensamente laico, vá quase de malas aviadas cheirar os saiotes dos de Roma, quando nas escolas se esquece de dizer quem foi esse valente, ensinar o quanto devemos a esse homem, para além do pretenso milagre da treta.
Convém dizer que Álvares Pereira foi um homem do seu tempo, próximo do fim da vida, e como era usual e fizeram muitos senhores nobres da sua época e doutras a seguir, após o falecimento da esposa, contava o Condestável 71 anos, envereda pela religiosidade dos Carmelitas, claro. Tendo vivido pela espada o medo do purgatório sobrepunha-se a tudo o mais no homem medieval, naturalmente convinha ficar de bem com o patrão lá de cima, para assegurar que apanharia o coche certo.
O patético disto tudo é que o grande homem e o grande militar que foi Álvares Pereira, seja agora e apenas lembrado por beatices questionáveis, lembrado por 8 anos de vida monástica, esquecendo os 71 anos anteriores de feitos gloriosos em nome desta parvónia.
Otelo, o demónio de uns, não percebi ainda porquê, recebeu a justa promoção. Enquanto militar, o denodo e valentia com que defendeu a mentira do solo pátrio do ultramar, ficou registado, como Abrilista, à que reconhecer-lhe os excelentes préstimos de estratego, que montou a famosa Abrilada do século XX, antecâmara ainda de todos os sonhos e de todos os pesadelos de reaças e vermelhos.
Nessa duplicidade de herói trágico, preso à dicotomia do odiado e do amado, vilipendiado pelas hostes mais trauliteiras da direita sacrista empedernida, referenciado pelo esquerdelho extremista, Otelo, foi o homem certo num momento fantástico e delirante da história contemporânea deste pequeno Portugal, dele se disseram, ainda dizem, os maiores impropérios e rasgados elogios, de terrorista a oportunista, de comunista a líder de um bando de facínoras, Otelo é a figura de proa da nau “25 de Abril”
Uma só crítica lhe faço, foi pena, muita pena, não ter efectivamente enchida as várias praças de toiros de Portugal com a merda que tínhamos por cá, porque esses castanhos de passeio, já deram crias, que agora já ocupam os lugares dos papás, perpetuando a cultura laxista e inepta do antigamente. Foi promovido e muito bem!
Jaime Neves, a sobriedade em pessoa, o comedimento, maluco até ao tutano, dificilmente seria difícil recordar alguém que personifique o que é ser militar. Essa personificação é Jaime Neves. Eu conhecia o mito Jaime Neves, pela boca do meu tipo que foi seu comandado, a reverência com que passado tantos anos o meu tio falava desse mítico homem e as histórias que contavam embeveciam os meus primos e a mim, tanto ou tão pouco que o meu primo acabou por ser Comando, um dos “meninos” de Jaime Neves, que adorava os seus homens como seus filhos.
Foi um pai duro e austero, mas justo e destemido, merece inteiramente a promoção que esta democracia que ajudou a salvar lhe conceda a distinção que ora lhe faz, tal como o Otelo, é de inteira justiça. Pena é que como Nuno Álvares e Otelo, este país continua a não ensinar aos mais novos, que temos exemplos destes, que curiosamente já não existem, porque os mais são Santanetes, Barrozetes, Cavaquetes, Louçanetes, Jeronimetese Socratetes.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Irrita-me que um Estado pretensamente laico, vá quase de malas aviadas cheirar os saiotes dos de Roma, quando nas escolas se esquece de dizer quem foi esse valente, ensinar o quanto devemos a esse homem, para além do pretenso milagre da treta.
Convém dizer que Álvares Pereira foi um homem do seu tempo, próximo do fim da vida, e como era usual e fizeram muitos senhores nobres da sua época e doutras a seguir, após o falecimento da esposa, contava o Condestável 71 anos, envereda pela religiosidade dos Carmelitas, claro. Tendo vivido pela espada o medo do purgatório sobrepunha-se a tudo o mais no homem medieval, naturalmente convinha ficar de bem com o patrão lá de cima, para assegurar que apanharia o coche certo.
O patético disto tudo é que o grande homem e o grande militar que foi Álvares Pereira, seja agora e apenas lembrado por beatices questionáveis, lembrado por 8 anos de vida monástica, esquecendo os 71 anos anteriores de feitos gloriosos em nome desta parvónia.
Otelo, o demónio de uns, não percebi ainda porquê, recebeu a justa promoção. Enquanto militar, o denodo e valentia com que defendeu a mentira do solo pátrio do ultramar, ficou registado, como Abrilista, à que reconhecer-lhe os excelentes préstimos de estratego, que montou a famosa Abrilada do século XX, antecâmara ainda de todos os sonhos e de todos os pesadelos de reaças e vermelhos.
Nessa duplicidade de herói trágico, preso à dicotomia do odiado e do amado, vilipendiado pelas hostes mais trauliteiras da direita sacrista empedernida, referenciado pelo esquerdelho extremista, Otelo, foi o homem certo num momento fantástico e delirante da história contemporânea deste pequeno Portugal, dele se disseram, ainda dizem, os maiores impropérios e rasgados elogios, de terrorista a oportunista, de comunista a líder de um bando de facínoras, Otelo é a figura de proa da nau “25 de Abril”
Uma só crítica lhe faço, foi pena, muita pena, não ter efectivamente enchida as várias praças de toiros de Portugal com a merda que tínhamos por cá, porque esses castanhos de passeio, já deram crias, que agora já ocupam os lugares dos papás, perpetuando a cultura laxista e inepta do antigamente. Foi promovido e muito bem!
Jaime Neves, a sobriedade em pessoa, o comedimento, maluco até ao tutano, dificilmente seria difícil recordar alguém que personifique o que é ser militar. Essa personificação é Jaime Neves. Eu conhecia o mito Jaime Neves, pela boca do meu tipo que foi seu comandado, a reverência com que passado tantos anos o meu tio falava desse mítico homem e as histórias que contavam embeveciam os meus primos e a mim, tanto ou tão pouco que o meu primo acabou por ser Comando, um dos “meninos” de Jaime Neves, que adorava os seus homens como seus filhos.
Foi um pai duro e austero, mas justo e destemido, merece inteiramente a promoção que esta democracia que ajudou a salvar lhe conceda a distinção que ora lhe faz, tal como o Otelo, é de inteira justiça. Pena é que como Nuno Álvares e Otelo, este país continua a não ensinar aos mais novos, que temos exemplos destes, que curiosamente já não existem, porque os mais são Santanetes, Barrozetes, Cavaquetes, Louçanetes, Jeronimetese Socratetes.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sábado, abril 25, 2009
25 Abril !
Num dia parecido com este há já 35 anos, Portugal sonhava! Ainda adormecido e entorpecido, por quase 60 anos anteriores, de ditaduras opressoras e estupidificantes, Portugal despertava para a luz da democracia e do sonho, com muita pouca sorte, o tempo do sonho pouco durou, a democracia evoluiu para isto em que vivemos hoje, prisioneiros em casa, prisioneiros no condomínio, impedidos de ir ali porque é um bairro de pretos, de ir acolá porque é um bairro de ciganos e de ir além porque é um bairro de brancos, prisioneiros, do medo! Prisioneiros uns dos outros num dito país democrático e desenvolvido, pouco mais somos que um retalho de feudos que pouco evoluiu desde 1385.
Há 35 anos despertava uma aurora de concórdia, que diga-se, sempre despertou em todas as revoluções, ouvindo hoje os discursos da praxe, fico tentado a pegar numa arma e a juntar mais camaradas e rebentar isto tudo a tiro, cada dia que passa me parece mais que precisamos de um 26 de Abril, que verdadeiramente varra a Corja, para sempre desta terra.

Um abraço, democrático e libertador deste vosso amigo
Barão da Tróia
Há 35 anos despertava uma aurora de concórdia, que diga-se, sempre despertou em todas as revoluções, ouvindo hoje os discursos da praxe, fico tentado a pegar numa arma e a juntar mais camaradas e rebentar isto tudo a tiro, cada dia que passa me parece mais que precisamos de um 26 de Abril, que verdadeiramente varra a Corja, para sempre desta terra.

Um abraço, democrático e libertador deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, abril 23, 2009
Entre aqueles rios
Entre dois rios, se passou uma colossal tragédia que foi ponte para outra ainda maior, que ainda acontece, dos heróis, vivos e perecidos, rezará a história, que imprudente omitirá os nomes dos cobardes, dos velhacos e dos imbecis que propiciaram a má ventura daquelas gentes.
Entre dois rios disse-se que nada havia a fazer, mentiras atrás de mentiras, esconderam-se factos, omitiram-se responsabilidades, demitiram-se os do costume, a cobardia tem nomes, bem conhecidos de gordos bonifrates das politiqueirices rafeirosas deste paiszeco imundo, maculado por gente suja e sem pudor, que vive da aleivosia governativa e do compadrio público e privado onde transita de poiso em poiso até aos cinco mil euros de reforma.
Entre dois rios ficaram as vidas de muitos que perderam, só perderam, perdidos ficam também os que ficaram, perdendo os outros e quase se perdendo a si, tal foi a dor sentida pela perda de tantos, amigos, conhecidos e familiares.
Entre dois rios se perpetuou mais um grande hino da gesta de um povo, vencido duplamente pela cobardia, pela estupidez e pela imbecilidade de um país que não cuida dos seus, preferindo esbanjar com os de fora, que não protege quem está desprotegido, antes engorda e em desvelados cuidados trás os corruptos, os cobardes, os velhacos e a escumalha subsídio dependente que entope os canos deste esgoto a céu aberto chamado Portugal.
Faço minhas as palavras de alguém que perdeu os seus naquela tragédia, … tenho vergonha de ser Português… Eu acrescento mais, tenho nojo, asco, dá-me vómitos pensar que estou condenado a ser Português, a ter que ser Português, neste Portugal imundo, infecto e depravado, de gente torpe, boçal, desta corja de vermes sem espinha, que abastardam algo que poderia ser um modelo de paz e concórdia, de desenvolvimento e prosperidade. Ao invés, temos isto .
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
Entre dois rios disse-se que nada havia a fazer, mentiras atrás de mentiras, esconderam-se factos, omitiram-se responsabilidades, demitiram-se os do costume, a cobardia tem nomes, bem conhecidos de gordos bonifrates das politiqueirices rafeirosas deste paiszeco imundo, maculado por gente suja e sem pudor, que vive da aleivosia governativa e do compadrio público e privado onde transita de poiso em poiso até aos cinco mil euros de reforma.
Entre dois rios ficaram as vidas de muitos que perderam, só perderam, perdidos ficam também os que ficaram, perdendo os outros e quase se perdendo a si, tal foi a dor sentida pela perda de tantos, amigos, conhecidos e familiares.
Entre dois rios se perpetuou mais um grande hino da gesta de um povo, vencido duplamente pela cobardia, pela estupidez e pela imbecilidade de um país que não cuida dos seus, preferindo esbanjar com os de fora, que não protege quem está desprotegido, antes engorda e em desvelados cuidados trás os corruptos, os cobardes, os velhacos e a escumalha subsídio dependente que entope os canos deste esgoto a céu aberto chamado Portugal.
Faço minhas as palavras de alguém que perdeu os seus naquela tragédia, … tenho vergonha de ser Português… Eu acrescento mais, tenho nojo, asco, dá-me vómitos pensar que estou condenado a ser Português, a ter que ser Português, neste Portugal imundo, infecto e depravado, de gente torpe, boçal, desta corja de vermes sem espinha, que abastardam algo que poderia ser um modelo de paz e concórdia, de desenvolvimento e prosperidade. Ao invés, temos isto .
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
sábado, abril 18, 2009
Nem acredito!
Sinceramente, até concordo com o tom e a direcção do discurso de Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, concordo até com as bojardas do emprego de balcão fugitivo, enxertado em Presidente da Europa. Concordo em absoluto com a justeza deste tipo de discursos, com os alertas inflamados e pretensamente sentidos daqueles dois senhores, discursos esses proferidos num contexto de uma reunião de “gestores cristãos” o que quer que isso seja, cheira mal a Opus e aventais, discursos, que bem lidos dão igual aos discursos dos amantes da foice e do martelo “os ricos que paguem a crise”.
O que eu acho piada, é esse tipo de discurso vindo de quem vêm, vindo de gente quem quando se pavoneou pelos corredores do poder, fez o inverso daquilo que ora apregoa, caso para dizer “Bem prega Frei Tomás…”Porque essas macabras personagens, são tão culpadas disto como os actuais detentores da cadeira do poder. Ou já se esqueceram das opções de Cavaco ministro e de Barroso serve cafés, sei que o povo tem a memória curta, mas não tão curta que se esqueça dos disparates que nos anos do Oásis, Cavaco ministro permitiu, e quando Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, pede cuidado com os dinheiros públicos, lembro o caso em que Cavaco deu de mão beijada 5 milhões de contos a Thierry Russel, um dos maiores e mais conhecidos vigaristas do mundo. Ele há mais mas este basta como exemplo.
Quanto a Barroso nem sequer deveria ir a este tipo de reuniões, quanto mais falar, deveria ficar lá na sua Europa, que por cá já bastou a sua inépcia governativa, mais um que não deu pelo BPN, mais um que à primeira oportunidade mandou às malvas a terreola e o marxismo extremista e abalou pra terras da Europa, depois de ter servido os cafés aos poderosos do mundo, quando decidiam a guerra imbecil ao Iraque, enquadrados pela nódoa de erva daninha que é o GWB.
Mal, muito mal, vão esses tais gestores cristãos quando o melhor que arranjam para falar são personagens deste quilate, deste grau de indigência, muito mal vai este país que continua a dar ouvidos a gente desta.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
O que eu acho piada, é esse tipo de discurso vindo de quem vêm, vindo de gente quem quando se pavoneou pelos corredores do poder, fez o inverso daquilo que ora apregoa, caso para dizer “Bem prega Frei Tomás…”Porque essas macabras personagens, são tão culpadas disto como os actuais detentores da cadeira do poder. Ou já se esqueceram das opções de Cavaco ministro e de Barroso serve cafés, sei que o povo tem a memória curta, mas não tão curta que se esqueça dos disparates que nos anos do Oásis, Cavaco ministro permitiu, e quando Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, pede cuidado com os dinheiros públicos, lembro o caso em que Cavaco deu de mão beijada 5 milhões de contos a Thierry Russel, um dos maiores e mais conhecidos vigaristas do mundo. Ele há mais mas este basta como exemplo.
Quanto a Barroso nem sequer deveria ir a este tipo de reuniões, quanto mais falar, deveria ficar lá na sua Europa, que por cá já bastou a sua inépcia governativa, mais um que não deu pelo BPN, mais um que à primeira oportunidade mandou às malvas a terreola e o marxismo extremista e abalou pra terras da Europa, depois de ter servido os cafés aos poderosos do mundo, quando decidiam a guerra imbecil ao Iraque, enquadrados pela nódoa de erva daninha que é o GWB.
Mal, muito mal, vão esses tais gestores cristãos quando o melhor que arranjam para falar são personagens deste quilate, deste grau de indigência, muito mal vai este país que continua a dar ouvidos a gente desta.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, abril 17, 2009
Anedota e Palhaçada
“Por vezes é preciso fazer alguma coisa para que tudo fique na mesma”, já não sei quem disse isto primeiro, um dos que me lembro foi Palma Carlos, mas já não recordo a propósito de quê.
Lembrei-me disto a propósito da tal Lei do enriquecimento ilícito, também lhe poderiam ter chamado, Lei das costelas da rinzada ou mesmo um assobio, o que para o caso seria o mesmo, dado que como está essa tal Lei é mais uma das imbecilidades legislativas desta gaiola de malucas.
Possuir esta Lei ou nenhuma, vai dar ao mesmo, a grande corja de vigaristas que reside em Portugal ficará na mesma imune, calculo que até, mais satisfeita, porque os nossos inteligentes e superiores governantes se deram ao trabalho de vomitar uma, mais uma, estuporada e cretina Lei que ninguém vai cumprir e muito menos fazer cumprir ou fiscalizar, excepto nos casos onde algum pobre diabo se esqueça de declarar umas migalhitas que lhe tenham tocado em sorte, por algum motivo, aí sim a implacável máquina fiscal revelará toda a sua magnificência e sancionará o malvado prevaricador que se esqueceu de declarar mil ou dois mil euros que sejam.
Somos e continuamos a ser a risota da Europa civilizada, estamos ao nível dos paraísos mafiosos da Europa de Leste, ex feudo dos da foice e martelo, actual exemplo acabado da Europa a várias velocidades, sendo que alguns desses países nem à União pertencem, nós estamos agarrados aos fundos desde 1986, essas esmolas que deveriam ter feito de nós um país europeu civilizado, o que conseguiram foi manter o nosso lugar entre os mais miseráveis, propiciando apenas o engordar dos porcos do poder.
Mais umas vez vítimas da falta de honestidade e falta de tudo o que significa ser homem honrado, nós os pobres diabos que pagamos esta trampa toda, fomos engolidos pela patranha desta aves de arribação que se dizem governantes e dirigentes deste país de carneirada capada. Será possível que um dia, vejamos este país a ter gente honesta e decente nos governos e nos parlamentos ao invés deste lixo que há décadas, nos suga e nos rouba.
Uma nota final para as custas que os familiares do homicídio de Entre-os-Rios, têm de pagar pela farsa de justiça, que tiveram de passar para tentar, levar algum desses miseráveis cobardes, culpados pelo massacre a pagar pelo que deixaram acontecer, infelizmente neste terra a justiça é isto, é mais uma anedota, neste caso uma anedota triste e que dói, se um destes dias alguém fizer explodir um tribunal, juro que até os percebo.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Lembrei-me disto a propósito da tal Lei do enriquecimento ilícito, também lhe poderiam ter chamado, Lei das costelas da rinzada ou mesmo um assobio, o que para o caso seria o mesmo, dado que como está essa tal Lei é mais uma das imbecilidades legislativas desta gaiola de malucas.
Possuir esta Lei ou nenhuma, vai dar ao mesmo, a grande corja de vigaristas que reside em Portugal ficará na mesma imune, calculo que até, mais satisfeita, porque os nossos inteligentes e superiores governantes se deram ao trabalho de vomitar uma, mais uma, estuporada e cretina Lei que ninguém vai cumprir e muito menos fazer cumprir ou fiscalizar, excepto nos casos onde algum pobre diabo se esqueça de declarar umas migalhitas que lhe tenham tocado em sorte, por algum motivo, aí sim a implacável máquina fiscal revelará toda a sua magnificência e sancionará o malvado prevaricador que se esqueceu de declarar mil ou dois mil euros que sejam.
Somos e continuamos a ser a risota da Europa civilizada, estamos ao nível dos paraísos mafiosos da Europa de Leste, ex feudo dos da foice e martelo, actual exemplo acabado da Europa a várias velocidades, sendo que alguns desses países nem à União pertencem, nós estamos agarrados aos fundos desde 1986, essas esmolas que deveriam ter feito de nós um país europeu civilizado, o que conseguiram foi manter o nosso lugar entre os mais miseráveis, propiciando apenas o engordar dos porcos do poder.
Mais umas vez vítimas da falta de honestidade e falta de tudo o que significa ser homem honrado, nós os pobres diabos que pagamos esta trampa toda, fomos engolidos pela patranha desta aves de arribação que se dizem governantes e dirigentes deste país de carneirada capada. Será possível que um dia, vejamos este país a ter gente honesta e decente nos governos e nos parlamentos ao invés deste lixo que há décadas, nos suga e nos rouba.
Uma nota final para as custas que os familiares do homicídio de Entre-os-Rios, têm de pagar pela farsa de justiça, que tiveram de passar para tentar, levar algum desses miseráveis cobardes, culpados pelo massacre a pagar pelo que deixaram acontecer, infelizmente neste terra a justiça é isto, é mais uma anedota, neste caso uma anedota triste e que dói, se um destes dias alguém fizer explodir um tribunal, juro que até os percebo.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, abril 15, 2009
A Nobre Arte de Vigarizar
Portugal é, foi e será sempre um país de aldrabões, de vigaristas e pilha galinhas! Assumida esta premissa passemos à realidade. Essa realidade é completamente irreal, num país vergado pela ignomínia da pobreza, que há gerações que luta pela sobrevivência, os nossos poderosos sempre nadaram no fausto dos desafogados, porque claro está, o truque está em manter a plebe mais imbecil que um portão de uma quinta, mais estúpidos que uma bota da tropa.
Assim procedendo, sempre os nossos poderosos, se rodearam de tribunais e leis, muitas leis, muita lenga-lenga jurídica, para claro está, dar trabalhinho à plêiade de falcatos causídicos que desponta hoje a cada esquina qual cogumelos envenenados, convém dizer que tal encenação nunca serviu para iluminar o povo antes para o escravizar e reduzir à réstia minguada que hoje somos.
Nos os “alegretes pobretes”, cá vamos, atulhando o bandulho com cabidelas e papas, de enganar os tolos, cada vez mais aguadas por falta de substância do conduto, honestos e previdentes foram os, segundo estudos e números oficiais, cerca de 40 milhões de conterrâneos de segundas e terceiras gerações, que deram “às de vila Diogo” e se foram aboletar nos pardieiros da Europa e das Américas, deixando esta imundice de terra entregue aos tais poderosos que se empanturram e agora clamam por emigrantes.
Infelizmente o que por cá recebemos agora, na sua maioria, é lixo, escumalha e rebotalho humano que enxotado de outras vias-sacras desemboca aqui no paraíso dos desocupados, prontinhos para viver da subsidiocracia nacional, porque aos bons que por cá passaram, engenheiros, médicos, enfermeiros, arquitectos, professores mandamo-los prás obras e prás limpezas a dias, recordo o Ivan e a Dyana, biólogo e pediatra, que após penarem as passas do Algarve, conseguiram visto para o Canadá, onde ele está na universidade de Toronto e ela num dos hospitais da mesma cidade a fazer aquilo que sabe, por cá ele era trolha e ela passava roupa aferro numa empresa, este é só um exemplo, este posso contar porque o vi e o vivi também. Um exemplo da suja e medíocre realidade desta trampa de terra.
Os poderosos, digladiam-se pelas fêveras da porca cada vez mais famélica que é Portugal, por vezes a encenação vai ao cumulo de os fazer ir a tribunal, em mediáticas farsas, em palhaçadas imbecis, onde doutas e sapientes magistraturas e justiças, tropas fandagas de investigadores e corjas de estudiosos nunca provam nada arrebatando assim os velhacos às mandíbulas dessa coisa torpe e miserável que é a Justiça Lusa, que não só é cega, como surda, marreca e manca.
São por demais os nomes e exemplos, de fraudulentos poderosos, escudados em cartões partidários e em relações escuras de tráficos vários, protegidos por compadrios, por unto de manápulas gananciosas e ávidas de dobrões. A triste realidade de um país que manda aos mares de Ormuz, um navio a combater piratas esquálidos que tentam não morrer de fome, nessas nobres águas das gestas de um Albuquerque que os tinha no sítio, um tipo de homem que há muito que se deixou de fazer por cá, enquanto que nesta Tortuga ibérica os irmãos da costa e as fraternidades de flibusteiros, se pavoneiam em carros de alta cilindrada ocupando a guarda do tesouro que esburgam e desbaratam a seu bel-prazer sem mais aquela.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Assim procedendo, sempre os nossos poderosos, se rodearam de tribunais e leis, muitas leis, muita lenga-lenga jurídica, para claro está, dar trabalhinho à plêiade de falcatos causídicos que desponta hoje a cada esquina qual cogumelos envenenados, convém dizer que tal encenação nunca serviu para iluminar o povo antes para o escravizar e reduzir à réstia minguada que hoje somos.
Nos os “alegretes pobretes”, cá vamos, atulhando o bandulho com cabidelas e papas, de enganar os tolos, cada vez mais aguadas por falta de substância do conduto, honestos e previdentes foram os, segundo estudos e números oficiais, cerca de 40 milhões de conterrâneos de segundas e terceiras gerações, que deram “às de vila Diogo” e se foram aboletar nos pardieiros da Europa e das Américas, deixando esta imundice de terra entregue aos tais poderosos que se empanturram e agora clamam por emigrantes.
Infelizmente o que por cá recebemos agora, na sua maioria, é lixo, escumalha e rebotalho humano que enxotado de outras vias-sacras desemboca aqui no paraíso dos desocupados, prontinhos para viver da subsidiocracia nacional, porque aos bons que por cá passaram, engenheiros, médicos, enfermeiros, arquitectos, professores mandamo-los prás obras e prás limpezas a dias, recordo o Ivan e a Dyana, biólogo e pediatra, que após penarem as passas do Algarve, conseguiram visto para o Canadá, onde ele está na universidade de Toronto e ela num dos hospitais da mesma cidade a fazer aquilo que sabe, por cá ele era trolha e ela passava roupa aferro numa empresa, este é só um exemplo, este posso contar porque o vi e o vivi também. Um exemplo da suja e medíocre realidade desta trampa de terra.
Os poderosos, digladiam-se pelas fêveras da porca cada vez mais famélica que é Portugal, por vezes a encenação vai ao cumulo de os fazer ir a tribunal, em mediáticas farsas, em palhaçadas imbecis, onde doutas e sapientes magistraturas e justiças, tropas fandagas de investigadores e corjas de estudiosos nunca provam nada arrebatando assim os velhacos às mandíbulas dessa coisa torpe e miserável que é a Justiça Lusa, que não só é cega, como surda, marreca e manca.
São por demais os nomes e exemplos, de fraudulentos poderosos, escudados em cartões partidários e em relações escuras de tráficos vários, protegidos por compadrios, por unto de manápulas gananciosas e ávidas de dobrões. A triste realidade de um país que manda aos mares de Ormuz, um navio a combater piratas esquálidos que tentam não morrer de fome, nessas nobres águas das gestas de um Albuquerque que os tinha no sítio, um tipo de homem que há muito que se deixou de fazer por cá, enquanto que nesta Tortuga ibérica os irmãos da costa e as fraternidades de flibusteiros, se pavoneiam em carros de alta cilindrada ocupando a guarda do tesouro que esburgam e desbaratam a seu bel-prazer sem mais aquela.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, abril 13, 2009
Os Centros supostamente para a Saúde
Os Centros de saúde, deveriam, e acho que foi com esse objectivo que foram criados, atende às necessidades básicas de saúde dos utentes de determinada área, não conheço a realidade dos centros de saúde de todo o país, felizmente, mas a julgar aqui por este da minha terrerola, estamos perante mais uma anedota, uma farsa que serve tão só para alimentar o ego dos corporativismos manhosos e torpes que entopem as veias da maturidade republicana e democrática de alegado estado de Direito, que não o é, duvido até que alguma vez venha a ser.
Não vou comentar a aptidão profissional de alguns dos seus funcionários, que estariam a desempenhar óptimas funções como guardadores de porcos, porque nas actuais funções, deixem que vos diga que são pouco mais eficientes e profissionais do que uma escova de palha-de-aço para arear um prato de plástico, ficaremos por aqui porque a quadra exige contenção e bonomia, apesar de Ateu, respeito as mitologias alheias.
Os profissionais médicos e de enfermagem, ao que sei desempenham as tarefas como devem, afinal é para isso que nós os contribuintes lhes pagamos, apesar claro está de questionar o comodismo das suas posições que decorrem do imobilismo subserviente que os vários governos este incluído têm demonstrado perante essa coisa chamada Ordem dos Médicos, claro que podemos ainda dizer que a médico ou médico fulano, são umas grandes cavalgaduras, que sicrano é um ou uma chupista de primeira, porque no Centro nos atende a eito e anda sempre a atirar-nos para a clínica privada onde nos trata como reis, claro podemos sempre encontrar defeitos.
O grande problema é a ausência de médicos, ou seja a não existência de profissionais de saúde que cobram todos os utentes, pessoalmente estive cerca de ano e meio sem médico de família, já tenho ou antes continuo na mesma, porque são mais as vezes que não tenho do que aquelas que tenho, não posso claro está, contar com um médico de família que prima pela ausência. Mas há quem não tenha de todo médico de família, não sei quantos serão, mas com certeza uma certa Comissão de Utentes do Centro de Saúde de Almeirim, deverá com certeza ter esses dados, ou então andam mais ocupados a amolar as foices para segar o trigo, de alguma UCP, que tenha sobrevivido ao cataclismo proletário da colectivização esburgadora dos tempos do PREC.
Verdade verdadinha é que faltam médicos no Centro de Saúde, a apenas 80 miseráveis quilómetros da capital do Reino, um centro de saúde de uma cidade pequena sofre os mesmos problemas de uma qualquer aldeola transmontana, faltam médicos, porquê?
Alguém consegue responder, alguém consegue de maneira coerente e honesta explicar porque é que existe falta de médicos num centro de saúde a 7 quilómetros de uma capital de Distrito, a menos de 40 minutos da capital de um País, que se diz Europeu, civilizado e desenvolvido. Existirá alguém que de forma honesta sem rodeios e formas encapotadas, possa responder à dúvida honesta de um dos papalvos que vos enche os bolsos.
Eu até tenho uma resposta, seria demasiado ofensiva, para essa CORJA, por isso espero respostas mais civilizadas, porque eu, sou um pobre labrego da província, ignorante e iletrado, longe a anos-luz da douta e omnipresente sapiência dos senhores doutores.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Não vou comentar a aptidão profissional de alguns dos seus funcionários, que estariam a desempenhar óptimas funções como guardadores de porcos, porque nas actuais funções, deixem que vos diga que são pouco mais eficientes e profissionais do que uma escova de palha-de-aço para arear um prato de plástico, ficaremos por aqui porque a quadra exige contenção e bonomia, apesar de Ateu, respeito as mitologias alheias.
Os profissionais médicos e de enfermagem, ao que sei desempenham as tarefas como devem, afinal é para isso que nós os contribuintes lhes pagamos, apesar claro está de questionar o comodismo das suas posições que decorrem do imobilismo subserviente que os vários governos este incluído têm demonstrado perante essa coisa chamada Ordem dos Médicos, claro que podemos ainda dizer que a médico ou médico fulano, são umas grandes cavalgaduras, que sicrano é um ou uma chupista de primeira, porque no Centro nos atende a eito e anda sempre a atirar-nos para a clínica privada onde nos trata como reis, claro podemos sempre encontrar defeitos.
O grande problema é a ausência de médicos, ou seja a não existência de profissionais de saúde que cobram todos os utentes, pessoalmente estive cerca de ano e meio sem médico de família, já tenho ou antes continuo na mesma, porque são mais as vezes que não tenho do que aquelas que tenho, não posso claro está, contar com um médico de família que prima pela ausência. Mas há quem não tenha de todo médico de família, não sei quantos serão, mas com certeza uma certa Comissão de Utentes do Centro de Saúde de Almeirim, deverá com certeza ter esses dados, ou então andam mais ocupados a amolar as foices para segar o trigo, de alguma UCP, que tenha sobrevivido ao cataclismo proletário da colectivização esburgadora dos tempos do PREC.
Verdade verdadinha é que faltam médicos no Centro de Saúde, a apenas 80 miseráveis quilómetros da capital do Reino, um centro de saúde de uma cidade pequena sofre os mesmos problemas de uma qualquer aldeola transmontana, faltam médicos, porquê?
Alguém consegue responder, alguém consegue de maneira coerente e honesta explicar porque é que existe falta de médicos num centro de saúde a 7 quilómetros de uma capital de Distrito, a menos de 40 minutos da capital de um País, que se diz Europeu, civilizado e desenvolvido. Existirá alguém que de forma honesta sem rodeios e formas encapotadas, possa responder à dúvida honesta de um dos papalvos que vos enche os bolsos.
Eu até tenho uma resposta, seria demasiado ofensiva, para essa CORJA, por isso espero respostas mais civilizadas, porque eu, sou um pobre labrego da província, ignorante e iletrado, longe a anos-luz da douta e omnipresente sapiência dos senhores doutores.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, abril 07, 2009
Genericamente
Mais um enfado, mais uma guerrinha de capelinhas, esta coisa dos genéricos ou talvez não, com o prémio de vermos uma Ministra que até agora parecia ser alguém com bom senso, atacada que está de corporativite. Para lá das declarações inflamadas, de uns e de outros, com o excelso bastonário da Ordem dos Asclépios, perdoem-me mas prefiro o étimo Grego, a zurzir nos Galenos, com a sua sempre pronta verborreia, sindical encapotada de discurso simples e despretensioso.
Mas a verdadeira questão é muito simples, por um lado os Asclépios, não querem perder as mordomias e alcavalas, que a indústria farmacêutica lhes proporciona, por entupirem com caixas de sessentas unidades, os papalvos que só precisam de tomar cinco e pagam sessenta, estes mesmos hipócritas vêm depois com falinhas mansas alertar para os perigos da auto medicação, ora como dizia eu, eles são lá rapazes para perder os excelentes congressos de medicina, que se realizam em Cancún, em Aruba, nas Seychelles e noutros conhecidos centros de desenvolvimento da medicina, bem como os outros presentitos, que por baixo da mesa lhes chegam às manápulas.
Do outro lado os de Galeno, fartos de não partilharem do pote, como se não comessem o suficiente, querem por eles começar também a encher mais o bolso como os outros, ora como uns têm a mania de presumir tudo saber e os outros também querem comer, começa a guerra, diga-se triste exemplo da imundice em que vai esta terra, e quando seria de esperar que a Ministra desse um murro na mesa e pusesse as duas partes em sentido e no seu devido lugar, coisa que já alguém deveria ter há muito feito, a senhora opta por juntar-se aos seus, numa vergonhosa atitude de lacaismo que vinda de um governante, que não está num cargo para defender interesses sectários e corporativistas mas o povo que a elegeu, soa a coisas do tempo da outra senhora, e não destes magalhânicos tempos de desbravamento de bandas largas, mesmo que não hajam água canalizada nem esgotos.
De um lado e de outro, se desfiam novelos, apaparicando o supremo interesse na defesa do pobre doentinho, a que vos pariu! Digo eu, cambada de hipócritas, acaso o real interesse fosse a defesa dos pobres diabos que têm de optar entre comer e medicar-se, dos pobres diabos que vos engordam os gordos cus de matrona pós menopausa, mal fecundada, acaso fosse esse o vosso real interesse, já teriam encetado conversações para um entendimento, que protegesse quem vos alimenta, cambada de sanguessugas, mas estes malfazejos abutres, uns e outros. Só pretendem engordar ainda mais, que lhes interessa os pobres diabos que se arrastam de centro de saúde para hospital, dali para clínica privada e de lá para farmácias, que lhes interessa. Serei quiçá injusto, ainda há gente boa! Talvez, mas cada vez acredito menos nisso, ao ver a posição de Farmacêuticos, de Médicos e de Ministra, o que acredito é que isto é tudo uma real e rematada corja de filhos dessa que estais a pensar!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Mas a verdadeira questão é muito simples, por um lado os Asclépios, não querem perder as mordomias e alcavalas, que a indústria farmacêutica lhes proporciona, por entupirem com caixas de sessentas unidades, os papalvos que só precisam de tomar cinco e pagam sessenta, estes mesmos hipócritas vêm depois com falinhas mansas alertar para os perigos da auto medicação, ora como dizia eu, eles são lá rapazes para perder os excelentes congressos de medicina, que se realizam em Cancún, em Aruba, nas Seychelles e noutros conhecidos centros de desenvolvimento da medicina, bem como os outros presentitos, que por baixo da mesa lhes chegam às manápulas.
Do outro lado os de Galeno, fartos de não partilharem do pote, como se não comessem o suficiente, querem por eles começar também a encher mais o bolso como os outros, ora como uns têm a mania de presumir tudo saber e os outros também querem comer, começa a guerra, diga-se triste exemplo da imundice em que vai esta terra, e quando seria de esperar que a Ministra desse um murro na mesa e pusesse as duas partes em sentido e no seu devido lugar, coisa que já alguém deveria ter há muito feito, a senhora opta por juntar-se aos seus, numa vergonhosa atitude de lacaismo que vinda de um governante, que não está num cargo para defender interesses sectários e corporativistas mas o povo que a elegeu, soa a coisas do tempo da outra senhora, e não destes magalhânicos tempos de desbravamento de bandas largas, mesmo que não hajam água canalizada nem esgotos.
De um lado e de outro, se desfiam novelos, apaparicando o supremo interesse na defesa do pobre doentinho, a que vos pariu! Digo eu, cambada de hipócritas, acaso o real interesse fosse a defesa dos pobres diabos que têm de optar entre comer e medicar-se, dos pobres diabos que vos engordam os gordos cus de matrona pós menopausa, mal fecundada, acaso fosse esse o vosso real interesse, já teriam encetado conversações para um entendimento, que protegesse quem vos alimenta, cambada de sanguessugas, mas estes malfazejos abutres, uns e outros. Só pretendem engordar ainda mais, que lhes interessa os pobres diabos que se arrastam de centro de saúde para hospital, dali para clínica privada e de lá para farmácias, que lhes interessa. Serei quiçá injusto, ainda há gente boa! Talvez, mas cada vez acredito menos nisso, ao ver a posição de Farmacêuticos, de Médicos e de Ministra, o que acredito é que isto é tudo uma real e rematada corja de filhos dessa que estais a pensar!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, abril 01, 2009
Uma Cegada
Avelãs, Isoldino e Fafá.
Três dos maiores galfarros de cá,
Mesmo com muito clamar,
Esta ceguinha Justiça, nada pode provar!
Esta ceguinha Justiça,
só condena franganotes,
nunca chega ao poleiro,
onde o galo liça!
Neste Portugal de pequenotes,
entalados, até mais não poder,
Safam-se sempre os mesmos artolas.
Os labregos ficam a ver,
como se amanham os granjolas,
com esta Justiça ceguinha, que nada consegue provar.
Ai de mim que sou pobre,
ai de mim, sem sangre nobre.
Se me condenam às galés,
até me arrancam as unhas dos pés.
Porque esta Justiça cega,
A mim se me desvio já me carrega!
Um abraço poético, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Três dos maiores galfarros de cá,
Mesmo com muito clamar,
Esta ceguinha Justiça, nada pode provar!
Esta ceguinha Justiça,
só condena franganotes,
nunca chega ao poleiro,
onde o galo liça!
Neste Portugal de pequenotes,
entalados, até mais não poder,
Safam-se sempre os mesmos artolas.
Os labregos ficam a ver,
como se amanham os granjolas,
com esta Justiça ceguinha, que nada consegue provar.
Ai de mim que sou pobre,
ai de mim, sem sangre nobre.
Se me condenam às galés,
até me arrancam as unhas dos pés.
Porque esta Justiça cega,
A mim se me desvio já me carrega!
Um abraço poético, deste vosso amigo
Barão da Tróia
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