A televisão estava ligada, num qualquer canal do telelixo nacional, inaugurava-se o ano judicial com a pompa, a circunstância e o estadão costumeiro que por cá se colocam nestas cerimoniazecas insalubres, querendo presumir muito, quando afinal todos sabemos o que a casa gasta.
Remexia nos DVD, descobrindo um, excelente, protagonizado por Rowan Atkinson, não, não é o Mr. Bean, é um DVD da séria Black Adder, aprestando-me para visionar o dito, quedei-me porém estarrecido a ouvir a tal cerimónia, orava, o fleumático Bastonário da Ordem dos Advogados, ali fiquei a ouvir os vários discursos pastelões das personagens do costume.
O excelso Bastonário igual a si próprio conseguiu o prodígio de alagar de cuspo as três primeiras fileiras de ouvintes, dizendo mal de tudo e de todos, sorte a minha que tinha um ecrã pelo meio, o senhor Procurador Geral com o seu fantástico sotaque de merceeiro de Fornos de Algodres, também pouco ou nada adiantou.
Mas a “piece de resistance”, que fez valer o esforço foi Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, desde já vos confesso que não teria rido mais se preterisse esta cómica cerimónia ao DVD de Black Adder, sem dúvida que não. Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, é um dos mais prazenteiros bonacheirões deste país, digno de figurar na história da comédia, alias Atkinson, bem poderia usar os seus discursos para escrever novos episódios de Black Adder.
Vejam lá que foram precisos quase trinta anos, para que Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, percebesse que as leis produzidas em Portugal pouco tem que ver com a realidade do país, e que a qualidade legislativa é de muito pouca qualidade. Uma pergunta assaltou de imediato as minhas fracas e pouco objectivas meninges, por onde tem andado Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, onde tem vivido nestes últimos trinta anos?
Ao ouvir ontem Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, poderíamos, falaciosamente ser tentados a pensar que Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, esteve ausente do país durante a última trintena de anos, afinal não, Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, foi professor universitário, ministro, Presidente de um partidelho politico, Primeiro-ministro e agora “la cerise” Presidente da Republica, num culminar da escalada do poleiro por terras lusas, e por incrível que pareça apenas agora descobriu Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, as evidências que qualquer borra-botas iletrado já à muito que percebeu.
Oh mui iluminadas, doutas e sapientíssimas mentes que temos por mais altos magistrados da nação, oh doutos filhos do Iluminismo humanista, ontem naquela cerimónia, foram proferidos os mais fantásticos atestados de tudo o que significa incompetência, sendo o mais interessante, o facto de que esses atestados foram passados ao Estado, principalmente pelos seus maiores, mais duradoiros e diligentes actores.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, janeiro 28, 2010
quarta-feira, janeiro 27, 2010

Comemora-se hoje o dia da Lembrança e do Holocausto. Façamos pois um acto de contrição e lembremos todas as vítimas da insanidade humana, todas as vítimas da barbárie e da prepotência.
Importa, mais do que escalpelizar os quês e os porquês, não esquecer, não apagar da memória as atrocidades, em cada homem deverá estar presente essa memória colectiva, a cegueira inumana do fanatismo, político, religioso ou de outra qualquer índole, traduzir-se-á sempre em incontáveis e estúpidas acções de homens sobre outros homens, essa tem sido a história da humanidade, essa continuará a ser a história da humanidade.
Importa pois, guardar essa lembrança, promover o seu conhecimento, sendo o mais objectivo possível, recordando e mantendo viva a chama dos que pereceram, por caprichos e insanos motivos dos vários monstros que a humanidade produziu.
Deixo-vos alguns links para que conheçam mais sobre os holocaustos.
Aristides Sousa Mendes - Um Justo Português
Yad VaShem - Autoridade de Recordação dos Mártires e Heróis do Holocausto
The United States Holocaust Memorial Museum
The Holocaust History Project
The Trail of Tears
Wounded Knee
Kigali Memorial Centre
Armenian Genocide Museum
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, janeiro 25, 2010
Por Cá
Por cá continuamos iguais a ontem, parecidos com há cem anos o mesmo que há duzentos, entregues a um bando de ineptos. Instalou-se na nossa sociedade uma “medíocreocracia”, onde os mangas-de-alpaca vegetam emperrando o sistema com as suas minudências imbecis sem jamais solucionarem os reais problemas de que soçobra entalado até ao tutano entre a podridão das elites e a porcaria do rebotalho do bairro social.
Por cá, continuamos, entregues a nós mesmos, numa espécie de paraíso da auto-gestão, onde o Estado falha, mas falha sempre para os mesmos, curiosamente para os que alimentam esta cloaca imunda de analfabetismo boçal. Vivendo no regabofe do faz de conta diário, corremos a ajudar o Haiti, como se não fossemos nós um Haiti europeu, alias a tragédia do Haiti é um bom espelho para o que mais tarde ou mais cedo irá suceder por cá. E para todos os que estão à espera que por cá a coisa corra melhor, espero enganar-me, mas duvido!
Por cá a imutabilidade de um sistema corporativista e semi-feudal, mantêm-se, a parafernália de irresponsáveis e irresponsabilidades torna redundante toda a tentativa de sarar a hemorragia de estupidez que correr nas veia do país, para onde quer que se olhe, é a alarve devassidão, podridão e laxismo, que despontam com ervas daninhas, a cultura da irresponsabilidade e do amiguismo clientelar, pontua sobre todo o mérito, de que vale ser profissional e diligente, de que vale ser cumpridor e activo, de nada vale, porque a torpe maralha do poder tudo corrompe com os seus exemplos bandalhos de gentinha mal formada e ignorante, velhacos cujo único poder advêm, do cargo que ocupam por mor das politiqueirices rafeiras, tiranetes impotentes e frustrados que descarregam todo seu fel e santíssima imbecilidade no pobre que ouse contestar as suas pindéricas alarvidades e sumptuosas acções de desvario intelectual, alias a fraqueza intelectual dos nossos maiores é confrangedora.
Por cá, é isto, o fado da tristeza singular que se mata com saudades de um tempo em que se podia orgulhar de viver, hoje quem se orgulhe disto é sandeu. Que orgulho verde rubro pode haver neste vale de lágrimas de estupidez em que se tornou esta terra, onde as instituições são tuteladas por títeres burrocratas, com a visa oespartilhada por óculos de cabedal, e a reata sempre puxada pelos senhores do dinheiro que untam as palmas aos seus validos, que em troca promovem as leis para cegar ainda mais uma Justiça merdosa. Por cá há dias que mais valia, não estar por cá.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Por cá, continuamos, entregues a nós mesmos, numa espécie de paraíso da auto-gestão, onde o Estado falha, mas falha sempre para os mesmos, curiosamente para os que alimentam esta cloaca imunda de analfabetismo boçal. Vivendo no regabofe do faz de conta diário, corremos a ajudar o Haiti, como se não fossemos nós um Haiti europeu, alias a tragédia do Haiti é um bom espelho para o que mais tarde ou mais cedo irá suceder por cá. E para todos os que estão à espera que por cá a coisa corra melhor, espero enganar-me, mas duvido!
Por cá a imutabilidade de um sistema corporativista e semi-feudal, mantêm-se, a parafernália de irresponsáveis e irresponsabilidades torna redundante toda a tentativa de sarar a hemorragia de estupidez que correr nas veia do país, para onde quer que se olhe, é a alarve devassidão, podridão e laxismo, que despontam com ervas daninhas, a cultura da irresponsabilidade e do amiguismo clientelar, pontua sobre todo o mérito, de que vale ser profissional e diligente, de que vale ser cumpridor e activo, de nada vale, porque a torpe maralha do poder tudo corrompe com os seus exemplos bandalhos de gentinha mal formada e ignorante, velhacos cujo único poder advêm, do cargo que ocupam por mor das politiqueirices rafeiras, tiranetes impotentes e frustrados que descarregam todo seu fel e santíssima imbecilidade no pobre que ouse contestar as suas pindéricas alarvidades e sumptuosas acções de desvario intelectual, alias a fraqueza intelectual dos nossos maiores é confrangedora.
Por cá, é isto, o fado da tristeza singular que se mata com saudades de um tempo em que se podia orgulhar de viver, hoje quem se orgulhe disto é sandeu. Que orgulho verde rubro pode haver neste vale de lágrimas de estupidez em que se tornou esta terra, onde as instituições são tuteladas por títeres burrocratas, com a visa oespartilhada por óculos de cabedal, e a reata sempre puxada pelos senhores do dinheiro que untam as palmas aos seus validos, que em troca promovem as leis para cegar ainda mais uma Justiça merdosa. Por cá há dias que mais valia, não estar por cá.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, janeiro 20, 2010
Escolas de Intervenção Prioritária
Sempre achei deliciosos estes projectos de merda! Para que percebam, ou não, o que supostamente são Escolas Prioritárias, rebusquei a legislação, elaborei uma súmula da mesma, que ora transcrevo.
”1 - São consideradas escolas de intervenção prioritária as escolas que se enquadram no disposto no n.º 6 do Artigo 4.º do Dec.- Lei 35/88, de 4-2, designadamente as seguintes:
a)As situadas em zonas degradadas ou em localidades cujo isolamento dificulta a fixação dos professores;
b)As frequentadas por número significativo de crianças com dificuldades de aprendizagem, inadaptadas ou portadoras de deficiência;
c)Nas que se verifique um insucesso escolar sistemático;
d)Nas abrangidas pelo programa de promoção do sucesso escolar.”
Vamos descodificar isto, a algaraviada legislativa traduzida em língua de gente deverá ser entendida mais ou menos assim;
a) Escolas situadas perto de antros de escumalha inútil subsídio dependente, que vivem do tráfico e da venda em feiras, e que se comportam como se não pertencessem a um estado cada vez menos de Direito, roubando, vigarizando e matando quem bem lhes apetece ou tem o azar de criar algum desaguisado com semelhantes imbecis, que curiosamente são de todas as cores, irmanados que estão na estupidez endémica dos pobres de espírito, que duvido que o sejam, são isso sim um bando de velhacos aproveitando-se dos pategos que se matam a trabalhar para os engordar.
b) Crianças com necessidades especiais, às quais, o tal Ensino Especial deveria tentar ajudar mas que não ajuda, antes contribui para esse mesmo insucesso, que diz combater, porque o ensino especial é uma miserável mentira, Ensino Especial, digno e eficaz, em Portugal não existe.
c) Escolas essas, que seriam praticamente todas, acaso existisse algo parecido com Educação em Portugal, como o que temos, está à vista, tapamos o Sol com a peneira e escolhemos algumas das mais complicadas, daquelas em que os alunos fazem 40 quilómetros para ir à escola, 4 ou 5 dos quais a pé, daqueles em que não existe aquecimento, recreio, segurança e condições mínimas de serem apelidadas de escolas.
d) Programa de promoção do sucesso escolar, igual a desresponsabilizar, não ensinar, não educar e facilitar, também conhecido por Novas Oportunidades.
Ora tendo em conta a verdadeira redacção da legislação, não espanta que surjam notícias como esta. Ou seja as tais escolas prioritárias, são mais uma treta, para dar cobertura a futuros rufias subsídio dependentes, que usam os subsídios para comprar armas, cães, ouros e xanatos da moda, burros e estúpidos que nem portões de ferro, que continuarão na senda da boçalidade endémica, perpetuada e promovida pela camarilha de oportunistas politiqueiros que vive à conta dos desgraçados que pagam isto tudo.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
”1 - São consideradas escolas de intervenção prioritária as escolas que se enquadram no disposto no n.º 6 do Artigo 4.º do Dec.- Lei 35/88, de 4-2, designadamente as seguintes:
a)As situadas em zonas degradadas ou em localidades cujo isolamento dificulta a fixação dos professores;
b)As frequentadas por número significativo de crianças com dificuldades de aprendizagem, inadaptadas ou portadoras de deficiência;
c)Nas que se verifique um insucesso escolar sistemático;
d)Nas abrangidas pelo programa de promoção do sucesso escolar.”
Vamos descodificar isto, a algaraviada legislativa traduzida em língua de gente deverá ser entendida mais ou menos assim;
a) Escolas situadas perto de antros de escumalha inútil subsídio dependente, que vivem do tráfico e da venda em feiras, e que se comportam como se não pertencessem a um estado cada vez menos de Direito, roubando, vigarizando e matando quem bem lhes apetece ou tem o azar de criar algum desaguisado com semelhantes imbecis, que curiosamente são de todas as cores, irmanados que estão na estupidez endémica dos pobres de espírito, que duvido que o sejam, são isso sim um bando de velhacos aproveitando-se dos pategos que se matam a trabalhar para os engordar.
b) Crianças com necessidades especiais, às quais, o tal Ensino Especial deveria tentar ajudar mas que não ajuda, antes contribui para esse mesmo insucesso, que diz combater, porque o ensino especial é uma miserável mentira, Ensino Especial, digno e eficaz, em Portugal não existe.
c) Escolas essas, que seriam praticamente todas, acaso existisse algo parecido com Educação em Portugal, como o que temos, está à vista, tapamos o Sol com a peneira e escolhemos algumas das mais complicadas, daquelas em que os alunos fazem 40 quilómetros para ir à escola, 4 ou 5 dos quais a pé, daqueles em que não existe aquecimento, recreio, segurança e condições mínimas de serem apelidadas de escolas.
d) Programa de promoção do sucesso escolar, igual a desresponsabilizar, não ensinar, não educar e facilitar, também conhecido por Novas Oportunidades.
Ora tendo em conta a verdadeira redacção da legislação, não espanta que surjam notícias como esta. Ou seja as tais escolas prioritárias, são mais uma treta, para dar cobertura a futuros rufias subsídio dependentes, que usam os subsídios para comprar armas, cães, ouros e xanatos da moda, burros e estúpidos que nem portões de ferro, que continuarão na senda da boçalidade endémica, perpetuada e promovida pela camarilha de oportunistas politiqueiros que vive à conta dos desgraçados que pagam isto tudo.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, janeiro 18, 2010
Milhões e Milhões!
Enquanto os basbaques andam preocupados com quem vai ganhar o campeonato de empurra bolas, ou a quem vai aquela tipa esgalgalhada e pateta da telenovelucha fazer um felácio desta vez. O Monstro, apropria-se de mais uns milhões para encher os bolsos aos seus apaniguados e cumprir com as suas medíocres metas partidárias.
Por Monstro entenda-se estes partidos ditos políticos, que cada vez mais semelham a tortuosas associações vistas em filmes. Os Corleones à portuguesa, modificaram o paradigma do esburgo, não o fazem à mão armada, nem exercem violência física, os roubos são feitos às claras, sem preocupações, até porque muitos estão protegidos pela capa da legalidade e mesmo quando não estão os prevaricadores sabem perfeitamente como engulhar a Justiça, essa coisa patética, que neste país não serve para grande coisa.
Desta vez a fazer fé nos números do Correio da Manhã, são apenas 5,7 milhões de Euros, que o PS, PSD e CDS engolfaram sem mais aquela. Típico desta malta, não dão cavaco a ninguém, alias nem o próprio, abotoam-se com a massaroca e deixa cantar a carriça haja quem pague. Para quando uma punição exemplar para esta gentalha, pois para nunca, até porque de memória qualquer um de nós consegue prever o percurso disto tudo, nomeiam uma comissão parlamentar, onde figuram alguns dos que assinaram as ordens de pagamento, depois de seis ou sete meses o relatório da tal comissão baixa à câmara para análise, que por estarmos no fim da sessão legislativa adia a coisa para a sessão seguinte, que depois adia a sua discussão por existirem assuntos mais prementes, como o estatuto de autonomia das Berlengas, ou a necessidade de instalar aquecimento nos assentos parlamentares ou ainda um aumento no subsídio de utilização dos transportes públicos aos senhores deputados, transportes alias que não usam mas recebem o subsídio na mesma.
Resumindo, acaba a legislatura vem eleições, os Tribunais cheios de processos até às orelhas, fazem-nas moucas a mais este processo que cai nas malhas da comunicação social imbecilocrata, daí até à nomeação de uma equipa especial da Judiciária com 52 procuradores, 2 Inspectores e uma datilógrafa perneta, que demorará seis anos a investigar, quando finalmente o processo der entrada no tribunal dois terços dos crimes já prescreveram e os restantes foram mal investigados, porque os polícias portugueses são uns nabos! Ah, já me esquecia, entretanto a Lei foi alterada e passa só a ser crime roubar mais de 5, 8 milhões, pelo que 5,7 fica claramente abaixo não podendo ser imputado aos arguidos qualquer responsabilidade, até porque um é ministro, o outro é secretário de estado e o outro está a desempenhar um cargo muito importante no parlamento europeu ou numa qualquer empresa pública, que são os mais óbvios santuários do lixo político nacional.
Mais uma vez dane-se a legalidade, a ética e a moral, danem-se vocês todos pobres patetoides pagantes de impostos, o Monstro fez das suas de novo, este é o verdadeiro Monstro de que falava o Presidente Frankstein, o mesmo que durante 10 anos o promoveu, acarinhou e engordou. Nós, os papalvos pagantes, por cá ficamos, entalados com mais um acrescento à dívida pública “per capita” muito felizes porque a Leonor finalmente casou com o Pedro e o malvado do Afonso foi parar ao Blue Oyster, vestido de marinheiro.
Tristeza, franciscana esta terra de imbecis!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Por Monstro entenda-se estes partidos ditos políticos, que cada vez mais semelham a tortuosas associações vistas em filmes. Os Corleones à portuguesa, modificaram o paradigma do esburgo, não o fazem à mão armada, nem exercem violência física, os roubos são feitos às claras, sem preocupações, até porque muitos estão protegidos pela capa da legalidade e mesmo quando não estão os prevaricadores sabem perfeitamente como engulhar a Justiça, essa coisa patética, que neste país não serve para grande coisa.
Desta vez a fazer fé nos números do Correio da Manhã, são apenas 5,7 milhões de Euros, que o PS, PSD e CDS engolfaram sem mais aquela. Típico desta malta, não dão cavaco a ninguém, alias nem o próprio, abotoam-se com a massaroca e deixa cantar a carriça haja quem pague. Para quando uma punição exemplar para esta gentalha, pois para nunca, até porque de memória qualquer um de nós consegue prever o percurso disto tudo, nomeiam uma comissão parlamentar, onde figuram alguns dos que assinaram as ordens de pagamento, depois de seis ou sete meses o relatório da tal comissão baixa à câmara para análise, que por estarmos no fim da sessão legislativa adia a coisa para a sessão seguinte, que depois adia a sua discussão por existirem assuntos mais prementes, como o estatuto de autonomia das Berlengas, ou a necessidade de instalar aquecimento nos assentos parlamentares ou ainda um aumento no subsídio de utilização dos transportes públicos aos senhores deputados, transportes alias que não usam mas recebem o subsídio na mesma.
Resumindo, acaba a legislatura vem eleições, os Tribunais cheios de processos até às orelhas, fazem-nas moucas a mais este processo que cai nas malhas da comunicação social imbecilocrata, daí até à nomeação de uma equipa especial da Judiciária com 52 procuradores, 2 Inspectores e uma datilógrafa perneta, que demorará seis anos a investigar, quando finalmente o processo der entrada no tribunal dois terços dos crimes já prescreveram e os restantes foram mal investigados, porque os polícias portugueses são uns nabos! Ah, já me esquecia, entretanto a Lei foi alterada e passa só a ser crime roubar mais de 5, 8 milhões, pelo que 5,7 fica claramente abaixo não podendo ser imputado aos arguidos qualquer responsabilidade, até porque um é ministro, o outro é secretário de estado e o outro está a desempenhar um cargo muito importante no parlamento europeu ou numa qualquer empresa pública, que são os mais óbvios santuários do lixo político nacional.
Mais uma vez dane-se a legalidade, a ética e a moral, danem-se vocês todos pobres patetoides pagantes de impostos, o Monstro fez das suas de novo, este é o verdadeiro Monstro de que falava o Presidente Frankstein, o mesmo que durante 10 anos o promoveu, acarinhou e engordou. Nós, os papalvos pagantes, por cá ficamos, entalados com mais um acrescento à dívida pública “per capita” muito felizes porque a Leonor finalmente casou com o Pedro e o malvado do Afonso foi parar ao Blue Oyster, vestido de marinheiro.
Tristeza, franciscana esta terra de imbecis!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, janeiro 12, 2010
Hoje é assim!
Este país não tem emenda, estamos condenados à impassível e transida inoperância dos fracos de espírito, supostamente dirigidos, que somos por uma súcia de bandalhos, cuja fraca competência mais os faz semelhar a orangotangos engravatados, pobres dos orangotangos, damos tímidos passos para nos tornarmos um local mais civilizado, claro que incipientes e sempre contestados pelos zelotas dos costumes.
Os bandalhos fazedores de opinião, a quem a torpe maralha desenxabida adora dar orelhas, esses azedos pategos televisionados até à exaustão, que vomitam as suas incomensuráveis patetices, em nobres horários espartilhados entre morangadas e corações perfeitos plenos de lugares comuns da idiossincrasia cretina desta sociedade de dejectos puritanos, que alardeiam pureza de coração enquanto escamoteiam as violências domésticas várias e sevícias sexuais que praticam sobre os mais indefesos.
Ressalve-se que pelo meio desta tragédia, pontualmente surgem casos de excelência, quase sempre por iniciativa privada, prova do imenso potencial que está escondido por entre o pântano imenso em que este país está transformado.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Os bandalhos fazedores de opinião, a quem a torpe maralha desenxabida adora dar orelhas, esses azedos pategos televisionados até à exaustão, que vomitam as suas incomensuráveis patetices, em nobres horários espartilhados entre morangadas e corações perfeitos plenos de lugares comuns da idiossincrasia cretina desta sociedade de dejectos puritanos, que alardeiam pureza de coração enquanto escamoteiam as violências domésticas várias e sevícias sexuais que praticam sobre os mais indefesos.
Ressalve-se que pelo meio desta tragédia, pontualmente surgem casos de excelência, quase sempre por iniciativa privada, prova do imenso potencial que está escondido por entre o pântano imenso em que este país está transformado.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, janeiro 06, 2010
Incentivos à Natalidade – Subsídios para o entendimento da estupidez Lusitana
Esse sorvedouro de dinheiro públicos que dá pelo nome de Transportadora Aérea Nacional, vulgarmente mais conhecida por TAP, decidiu premiar uma dezena de funcionárias que estiveram de licença por gravidez, com a sua não inclusão no sistema de prémios de produtividade, porque estiveram ausentes. Pior ainda, o Governo deu o seu aval a esta exclusão, permitindo assim, que a discriminação ainda fosse maior.
Ora aqui está um belo exemplo de incentivo à natalidade. Numa altura em que a demografia portuguesa toca a finados, com sorte daqui a cem anos estamos extintos, numa altura em que parece que nem a estrangeirada que por cá aterra serve para aumentar o número de gente nascida neste fim de mundo, a maior empresa pública e o próprio Governo dão um excelente exemplo à Nação, este sim um verdadeiro exemplo de incentivo à natalidade.
Escudar-se na aplicação de uma qualquer lei idiota, para cometer este acto cretino, é de uma vergonhosa cobardia intelectual, sancionar esse acto é, para ser o mais cordato possível, uma enorme estupidez, leia-se estupidez colectiva. O que nos leva a pensar ainda pior sobre a súcia de galfarros que ocupa os lugares de poder.
Então, neste tipo de situações, não se deveria ao invés de amputar os direitos, aumenta-los, promove-los e incentiva-los, belo exemplo que dão ao resto do país sem dúvida, essas mulheres são heroínas nesta tragédia cómica de país, deveriam ser acarinhadas e protegidas, ao invés, empresas públicas e Governo fazem precisamente o oposto.
Recordo ainda aquela ridicularia, do senhor Primeiro-ministro assaltar os ecrãs televisivos para anunciar que o Estado Português pretendia gratificar cada nascimento com uma conta poupança de duzentos Euros, ou seja o equivalente a um carregamento de fraldas para um ano, partindo do principio que o bebé não é muito cagão, ora como para cagar e mijar a criança precisa de comer, bem poderão os pais limpar o cu aos duzentos euros, que serviram para muito pouco. A isto chama-se aqui na terreola, ideia de merda!
A atitude cretina, imbecil e estúpida do acto de cortar o prémio a mulheres que escolheram assumir a maternidade e dar ao mundo uma criança, é típica deste país de faz de conta, onde continuamos a presumir e a pretender o que não conseguimos alcançar ao invés de olhar ao que de forma simples podemos fazer para melhorar a vida das pessoas, este exemplo deveria também fazer pensar as cavalgaduras, sobre como realmente combater o défice demográfico, ao invés de apresentar pretensas medidas salvadoras, que não passam de dejectos vomitados pelo pouco intelecto e alcance de quem se promove como sendo dono da mais insigne sapiência.
Pode ler a notícia aqui!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Ora aqui está um belo exemplo de incentivo à natalidade. Numa altura em que a demografia portuguesa toca a finados, com sorte daqui a cem anos estamos extintos, numa altura em que parece que nem a estrangeirada que por cá aterra serve para aumentar o número de gente nascida neste fim de mundo, a maior empresa pública e o próprio Governo dão um excelente exemplo à Nação, este sim um verdadeiro exemplo de incentivo à natalidade.
Escudar-se na aplicação de uma qualquer lei idiota, para cometer este acto cretino, é de uma vergonhosa cobardia intelectual, sancionar esse acto é, para ser o mais cordato possível, uma enorme estupidez, leia-se estupidez colectiva. O que nos leva a pensar ainda pior sobre a súcia de galfarros que ocupa os lugares de poder.
Então, neste tipo de situações, não se deveria ao invés de amputar os direitos, aumenta-los, promove-los e incentiva-los, belo exemplo que dão ao resto do país sem dúvida, essas mulheres são heroínas nesta tragédia cómica de país, deveriam ser acarinhadas e protegidas, ao invés, empresas públicas e Governo fazem precisamente o oposto.
Recordo ainda aquela ridicularia, do senhor Primeiro-ministro assaltar os ecrãs televisivos para anunciar que o Estado Português pretendia gratificar cada nascimento com uma conta poupança de duzentos Euros, ou seja o equivalente a um carregamento de fraldas para um ano, partindo do principio que o bebé não é muito cagão, ora como para cagar e mijar a criança precisa de comer, bem poderão os pais limpar o cu aos duzentos euros, que serviram para muito pouco. A isto chama-se aqui na terreola, ideia de merda!
A atitude cretina, imbecil e estúpida do acto de cortar o prémio a mulheres que escolheram assumir a maternidade e dar ao mundo uma criança, é típica deste país de faz de conta, onde continuamos a presumir e a pretender o que não conseguimos alcançar ao invés de olhar ao que de forma simples podemos fazer para melhorar a vida das pessoas, este exemplo deveria também fazer pensar as cavalgaduras, sobre como realmente combater o défice demográfico, ao invés de apresentar pretensas medidas salvadoras, que não passam de dejectos vomitados pelo pouco intelecto e alcance de quem se promove como sendo dono da mais insigne sapiência.
Pode ler a notícia aqui!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, janeiro 04, 2010
Animais e outros que tais!
Esta semana o WWF, sigla que designa o World Wildlife Fund, decidiu atribuir a Portugal um prémio pelo esforço na preservação da fauna e da biodiversidade, que se tem traduzido num enorme sucesso com o aumento exponencial de várias espécies endémicas que não só aumentaram o seu número nas suas tradicionais áreas de reprodução como com sucesso se expandiram e colonizaram outras localizações geográficas inclusivamente além fronteiras.
O WWF, assinala o esforço dos vários governos em proteger e fazer crescer as espécies de sanguessugas, os excelentes programas de ajuda, como o rendimento de inserção social e outros do género, que ajudam e incentivam o aparecimento e a engorda das várias etnias de sanguessugas que por cá encontraram um novo El Dourado.
Também segundo o WWF é de ressalvar o excelente resultado obtido, na protecção ao pato bravo, ao pilha galinhas, ao abutre e a várias outras espécies de aves raras, que por cá não só prosperam como aumentam a olhos vistos, devemos agradecer também neste caso aos governos dos últimos trinta anos a excelente protecção e desvelo colocado na defesa destas aves.
No capítulo dos mamíferos o WWF, exalta também a excelente conduta do Estado Português, que tem conseguido, não só proteger como também fazer crescer a rataria, os camelos, os porcos, os asnos bem como outras espécies de cavalgaduras, numa soberba e bem coordenada acção de promoção da biodiversidade. Está portanto Portugal de parabéns na protecção à sua biodiversidade.
Claro que não há bela sem senão, o WWF alerta porém que Portugal precisa de fazer um esforço sério de conservação, da flora e dos recursos hídricos, que desbarata sem objectivo claro há mais de cem anos, perde mancha florestal, abuso do eucalipto, não protege aquíferos, não tem uma rede aceitável de estações de tratamento de esgotos e efluentes urbanos, e o que tem é uma mentira, em que mais de metade não funciona ou funciona mal, a reciclagem que continua a não funcionar os tratamentos de resíduos perigosos que quase não se fazem, a Lei do ruído que não se cumpre, enfim uma enorme série de atentados ao ambiente, dos quais o absoluto caos no ordenamento territorial e a construção a esmo e sem regras levada a cabo nas cidades e vilas deste país é só um dos mais gritantes exemplos.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
O WWF, assinala o esforço dos vários governos em proteger e fazer crescer as espécies de sanguessugas, os excelentes programas de ajuda, como o rendimento de inserção social e outros do género, que ajudam e incentivam o aparecimento e a engorda das várias etnias de sanguessugas que por cá encontraram um novo El Dourado.
Também segundo o WWF é de ressalvar o excelente resultado obtido, na protecção ao pato bravo, ao pilha galinhas, ao abutre e a várias outras espécies de aves raras, que por cá não só prosperam como aumentam a olhos vistos, devemos agradecer também neste caso aos governos dos últimos trinta anos a excelente protecção e desvelo colocado na defesa destas aves.
No capítulo dos mamíferos o WWF, exalta também a excelente conduta do Estado Português, que tem conseguido, não só proteger como também fazer crescer a rataria, os camelos, os porcos, os asnos bem como outras espécies de cavalgaduras, numa soberba e bem coordenada acção de promoção da biodiversidade. Está portanto Portugal de parabéns na protecção à sua biodiversidade.
Claro que não há bela sem senão, o WWF alerta porém que Portugal precisa de fazer um esforço sério de conservação, da flora e dos recursos hídricos, que desbarata sem objectivo claro há mais de cem anos, perde mancha florestal, abuso do eucalipto, não protege aquíferos, não tem uma rede aceitável de estações de tratamento de esgotos e efluentes urbanos, e o que tem é uma mentira, em que mais de metade não funciona ou funciona mal, a reciclagem que continua a não funcionar os tratamentos de resíduos perigosos que quase não se fazem, a Lei do ruído que não se cumpre, enfim uma enorme série de atentados ao ambiente, dos quais o absoluto caos no ordenamento territorial e a construção a esmo e sem regras levada a cabo nas cidades e vilas deste país é só um dos mais gritantes exemplos.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sábado, janeiro 02, 2010
Próspero Ano Novo
Depois de ouvir o discurso de ano novo de Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, vieram-me à mente, várias analogias, que poderia fazer em relação à prestigiosa figura. Mas qualquer delas, junto com os muitos insultos que desejava dirigir a Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, seriam tidas como insultuosas e alvo de procedimento legal contra a minha pessoa, sim porque fora eu um qualquer bandalho e não só obteria um perdão como talvez nem me importunassem, como fazem com os ladrões, os assassinos e os vigaristas deste país, ora como sou um cidadão respeitador da Lei, o mais certo era ser logo engavetado por isso ficarei por aqui.
Posso apenas dizer que a pouquíssima consideração que tinha por Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, enquanto governante, entenda-se, não a pessoa, nem o cargo, dizia eu que essa ínfima consideração se esvaiu ontem, provando que todos os muitos insultos que desejo dirigir a Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, estão correctos.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Posso apenas dizer que a pouquíssima consideração que tinha por Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, enquanto governante, entenda-se, não a pessoa, nem o cargo, dizia eu que essa ínfima consideração se esvaiu ontem, provando que todos os muitos insultos que desejo dirigir a Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, estão correctos.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, dezembro 22, 2009
segunda-feira, dezembro 21, 2009
Mariquices!
Alevanta-se por estes dias outra procela, tormentosa. Tudo por causa do casamento entre homossexuais. A beatagem arregimenta já as hordas dos ratos de sacristia, para que de cruz ao alto possam seguir para os autos de fé, actividade tão cara a esses megalomaníacos da regulação da moral e dos comportamentos, dos outros, porque quanto aos próprios, enfim nem é bom falar.
Um senhor deputado, afecto à social-democracia, veio por estes dias proferir as mais infelizes, obtusas e inqualificáveis bojardas sobre o assunto, reanimando o meu interesse pelo aborto livre até às 50 semanas ou mais, porque com aborto livre, nulidades que aquele senhor jamais chegariam a deputados.
Se sou a favor do casamento entre homossexuais, claro que sim! Prefiro pessoas felizes, a trabalhar, a produzir e a pagar impostos, do que gente infeliz, que emigra, que cai na depressão e que aumenta os custos da saúde. Choca-me? Nada!
O que verdadeiramente me choca, é a corrupção e os corruptos deste país que ocupam lugares de poder e que continuam a engordar com o meu dinheiro, choca-me ver os arrogantes parasitas sociais viverem em casas pagas com o meu dinheiro, a usufruírem de belos carros a portarem-se como selvagens, sempre aos berros. Choca-me a falta de civismo a boçalidade e a incompetência desta sociedade de carneiros capados, de indigentes mentais, retrógrados e mentirosos. Choca-me a porcalhice, a imundice em que ruas, ruelas e vielas, regatos e rios, matas e bosques estão transformados pela incúria, pela falta de regras e pelos comportamentos suínos dos mesmos beatos de pacotilha, que volta e meia são apanhados na casa de putas lá da terra ou a levar o cu papado por miúdos.
Choca-me esta absoluta e desavergonhada falta de rigor, falta de competência e miserabilismo, choca-me as trafulhices dos patos bravos misturados com autarcas e presidentes de clubes de futebol, que transformam as cidades e vilas deste país, em coisas atrozes e sem nexo, mal construídas, mal desenhadas e completamente estapafúrdias. Choca-me o gastar a esmo do dinheiro dos meus impostos, malbaratado em cretinices, em projectos e projectinhos e em abstrusidades miseráveis.
Choca-me, a falta de educação, a miserável falta de educação, civismo, rigor e humanidade de muita gentinha torpe e mal formada que caga postas de pescada sobre coisas de que não sabe nada, chocam-me estes merdosos moralizadores da moral dos outros, que se intrometem nas vidas alheias lançando a infelicidade e a miséria sobre o que tocam, não se preocupando em serem felizes sem molestarem a felicidade dos outros.
Isto é que me choca verdadeiramente. Agora lá se o Manel gosta do João ou a Maria gosta da Joana, tanto se me dá como se me deu, é lá com eles! Quero é que sejam pessoas felizes, educadas, participativas, cívicas e honradas, porque assim como assim, velhacos, egoístas, mal-formados e porcos. Já existem, mais que o suficiente, nesses tabernáculos da fé que por aí pululam.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Um senhor deputado, afecto à social-democracia, veio por estes dias proferir as mais infelizes, obtusas e inqualificáveis bojardas sobre o assunto, reanimando o meu interesse pelo aborto livre até às 50 semanas ou mais, porque com aborto livre, nulidades que aquele senhor jamais chegariam a deputados.
Se sou a favor do casamento entre homossexuais, claro que sim! Prefiro pessoas felizes, a trabalhar, a produzir e a pagar impostos, do que gente infeliz, que emigra, que cai na depressão e que aumenta os custos da saúde. Choca-me? Nada!
O que verdadeiramente me choca, é a corrupção e os corruptos deste país que ocupam lugares de poder e que continuam a engordar com o meu dinheiro, choca-me ver os arrogantes parasitas sociais viverem em casas pagas com o meu dinheiro, a usufruírem de belos carros a portarem-se como selvagens, sempre aos berros. Choca-me a falta de civismo a boçalidade e a incompetência desta sociedade de carneiros capados, de indigentes mentais, retrógrados e mentirosos. Choca-me a porcalhice, a imundice em que ruas, ruelas e vielas, regatos e rios, matas e bosques estão transformados pela incúria, pela falta de regras e pelos comportamentos suínos dos mesmos beatos de pacotilha, que volta e meia são apanhados na casa de putas lá da terra ou a levar o cu papado por miúdos.
Choca-me esta absoluta e desavergonhada falta de rigor, falta de competência e miserabilismo, choca-me as trafulhices dos patos bravos misturados com autarcas e presidentes de clubes de futebol, que transformam as cidades e vilas deste país, em coisas atrozes e sem nexo, mal construídas, mal desenhadas e completamente estapafúrdias. Choca-me o gastar a esmo do dinheiro dos meus impostos, malbaratado em cretinices, em projectos e projectinhos e em abstrusidades miseráveis.
Choca-me, a falta de educação, a miserável falta de educação, civismo, rigor e humanidade de muita gentinha torpe e mal formada que caga postas de pescada sobre coisas de que não sabe nada, chocam-me estes merdosos moralizadores da moral dos outros, que se intrometem nas vidas alheias lançando a infelicidade e a miséria sobre o que tocam, não se preocupando em serem felizes sem molestarem a felicidade dos outros.
Isto é que me choca verdadeiramente. Agora lá se o Manel gosta do João ou a Maria gosta da Joana, tanto se me dá como se me deu, é lá com eles! Quero é que sejam pessoas felizes, educadas, participativas, cívicas e honradas, porque assim como assim, velhacos, egoístas, mal-formados e porcos. Já existem, mais que o suficiente, nesses tabernáculos da fé que por aí pululam.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, dezembro 16, 2009
A desordem desta Ordem!
Os Italianos inventaram a Máfia, diz a história que em 1282 os reis franceses da casa de Anjou, dominavam a Sicília com mão de ferro, cansados da opressão os camponeses revoltaram-se ao grito de "Morte Alla Francia Italia Anelia!" traduzindo de forma mais ou menos livre será algo como, a morte da França e o grito de Itália. Essa frase formaria mais tarde o acrónimo Máfia, têm muito que aprender os Italianos sobre a verdadeira máfia connosco Portugueses.
Após este pequeno intróito, queria falar-vos do senhor bastonário da Ordem dos Médicos e das suas declarações acerca da abertura de um novo curso de medicina. Foi um fartote de rir, o senhor não conseguiu despir a fatiota de chefe de um sindicato, o esforço que fez para justificar a vergonhosa situação da Medicina em Portugal, a manutenção desse corporativismo anacrónico que representa a Ordem dos Médicos e seu poder absolutamente discricionário.
O argumento de que estão médicos em formação e que daqui a dez anos haverá médicos em excesso, é anedótico, primeiro porque o meio milhão ou mais de pobres diabos que por agora sofrem sem médico, só podem ter uma de duas saídas ou morrem ou adiam a doença, depois, porque a falta de médicos deve-se pura e simplesmente aos senhores doutores não quererem sair dos grandes centros urbanos, senão como explicar que no Centro de Saúde aqui da minha terreola a uns meros quarenta e cinco minutos de Lisboa, faltem médicos, sim como explicar isso!
O senhor bastonário ainda atirou ao ar com argumentos técnicos de falta de qualidade do ensino, pois caro amigo, até lhe dou razão, mas tendo em conta as muitas bestas de carga que por aí abundam portadoras de licença para praticar medicina, estou em crer que pior não será. Outro argumento técnico foi o do número de cursos de medicina por cada dois milhões de habitantes ser de um, número constante de recomendações da OMS, ora uma recomendação serve para isso mesmo recomendar, podendo o número ser maior dentro claro está de uma lógica de necessidade efectiva, essa recomendação destina-se essencialmente a fazer progredir os países de terceiro mundo, como o nosso, esse argumento até seria tido como válido caso os cursos de medicina em Portugal não sofressem de uma coisa cretina, obra da tal Ordem, que se chama numerus clausus, ainda mais exacerbado pelas completamente imbecis notas de ingresso, como se ter um dezanove queira dizer obrigatoriamente que se é melhor do que quem teve um catorze.
O senhor Bastonário, perdeu mais uma excelente oportunidade para estar de boca calada, evitaria assim o chorrilho de asneiredo que proferiu, por outro lado a querer dizer alguma coisa, o senhor saudaria a iniciativa. Pode até ser contraproducente mas haja alguém que faça alguma coisa para acabar com essa verdadeira Máfia.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Após este pequeno intróito, queria falar-vos do senhor bastonário da Ordem dos Médicos e das suas declarações acerca da abertura de um novo curso de medicina. Foi um fartote de rir, o senhor não conseguiu despir a fatiota de chefe de um sindicato, o esforço que fez para justificar a vergonhosa situação da Medicina em Portugal, a manutenção desse corporativismo anacrónico que representa a Ordem dos Médicos e seu poder absolutamente discricionário.
O argumento de que estão médicos em formação e que daqui a dez anos haverá médicos em excesso, é anedótico, primeiro porque o meio milhão ou mais de pobres diabos que por agora sofrem sem médico, só podem ter uma de duas saídas ou morrem ou adiam a doença, depois, porque a falta de médicos deve-se pura e simplesmente aos senhores doutores não quererem sair dos grandes centros urbanos, senão como explicar que no Centro de Saúde aqui da minha terreola a uns meros quarenta e cinco minutos de Lisboa, faltem médicos, sim como explicar isso!
O senhor bastonário ainda atirou ao ar com argumentos técnicos de falta de qualidade do ensino, pois caro amigo, até lhe dou razão, mas tendo em conta as muitas bestas de carga que por aí abundam portadoras de licença para praticar medicina, estou em crer que pior não será. Outro argumento técnico foi o do número de cursos de medicina por cada dois milhões de habitantes ser de um, número constante de recomendações da OMS, ora uma recomendação serve para isso mesmo recomendar, podendo o número ser maior dentro claro está de uma lógica de necessidade efectiva, essa recomendação destina-se essencialmente a fazer progredir os países de terceiro mundo, como o nosso, esse argumento até seria tido como válido caso os cursos de medicina em Portugal não sofressem de uma coisa cretina, obra da tal Ordem, que se chama numerus clausus, ainda mais exacerbado pelas completamente imbecis notas de ingresso, como se ter um dezanove queira dizer obrigatoriamente que se é melhor do que quem teve um catorze.
O senhor Bastonário, perdeu mais uma excelente oportunidade para estar de boca calada, evitaria assim o chorrilho de asneiredo que proferiu, por outro lado a querer dizer alguma coisa, o senhor saudaria a iniciativa. Pode até ser contraproducente mas haja alguém que faça alguma coisa para acabar com essa verdadeira Máfia.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, dezembro 14, 2009
É sempre a aviar!
Fui sempre muito crítico em relação ao sector Defesa Nacional, reportando-nos apenas ao período de 1974 ao presente, a longa sucessão de ministros da defesa é um lamentável e triste cortejo de casos de homem errado no local errado.
Não terão sido todos péssimos, verdade seja dita, de 1974 até 1982 a coisa nem foi má de todo, homens da estatura de Firmino Miguel, Vítor Alves e Loureiro dos Santos, conhecedores do meio tiveram desempenhos razoáveis tendo em conta que vivíamos tempos de vacas magras, a Defesa andava na incerteza!
De 1982 ao presente é a miséria total, cada um pior que o outro. Os últimos quatro então, é de bradar aos céus, Portas, Amado, Teixeira e Santos Silva, respectivamente, são excelentes exemplos daquilo que não deve ser um Ministro da Defesa, honra seja feita ao último que ainda não teve tempo de meter a pata na poça, aguardemos. Teixeira, foi inócuo, foi uma espécie de “melhoral” à Defesa nem fez bem nem mal, é um intelectual, sente-se mais à vontade com papéis, com livros e aulas em universidades, o papel que deveria ter cumprido era o de alguém firme e decidido com profundos conhecimentos sobre a área, infelizmente, nunca o foi capaz de preencher, foi o único dos quatro em que depositava alguma confiança, mas apresentou-se frouxo e limitou-se a gerir, mal, as abstrusidades causadas por Portas, que diga-se em abono da verdade é do ponto de vista do trabalho um tipo com garra, mas peca por perceber tanto de Defesa como eu de patinagem no gelo, resultado está à vista, trapalhadas e mais trapalhadas, dinheiro gasto a esmo e sem objectivo nenhum. Foi incoerente, acumulou disparate a seguir a disparate, não chega ter uma excelente capacidade de trabalho, é necessário entender, saber e perceber de Defesa, o que claramente não foi o caso.
Amado, foi mais um “melhoral”, apagado, completamente anódino, caiu na Defesa como poderia ter caído na Cultura ou no Ponto Cruz, daria no mesmo, uma nulidade, mais uma. Quanto a santos Silva, prevejo mais um desempenho para cumprir calendário e pouco mais, não se sente à vontade, não vê um boi daquilo e pior tal como os demais será completamente manobrado e enganado pelos lobbies da Defesa.
O resultado deste fadário de ignorância, temo-lo à vista desarmada, como convém à Defesa, nos milhares de milhões de euros malbaratados, que como é costume ninguém assume a culpa de ter feito desperdiçar, presumindo alguns dos propiciadores do disparate de capacidades superiores tal é a verve de superioridade e as certezas que apresentam quando falam em público na qualidade de deputados de líderes partidários e ou membros de governo, aqui das duas três ou nos estão a tentar enganar, ou são tão ignorantes que acreditam verdadeiramente que fizeram um bom trabalho, mesmo quando todas as provas apontam para o contrário.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia insignes
Não terão sido todos péssimos, verdade seja dita, de 1974 até 1982 a coisa nem foi má de todo, homens da estatura de Firmino Miguel, Vítor Alves e Loureiro dos Santos, conhecedores do meio tiveram desempenhos razoáveis tendo em conta que vivíamos tempos de vacas magras, a Defesa andava na incerteza!
De 1982 ao presente é a miséria total, cada um pior que o outro. Os últimos quatro então, é de bradar aos céus, Portas, Amado, Teixeira e Santos Silva, respectivamente, são excelentes exemplos daquilo que não deve ser um Ministro da Defesa, honra seja feita ao último que ainda não teve tempo de meter a pata na poça, aguardemos. Teixeira, foi inócuo, foi uma espécie de “melhoral” à Defesa nem fez bem nem mal, é um intelectual, sente-se mais à vontade com papéis, com livros e aulas em universidades, o papel que deveria ter cumprido era o de alguém firme e decidido com profundos conhecimentos sobre a área, infelizmente, nunca o foi capaz de preencher, foi o único dos quatro em que depositava alguma confiança, mas apresentou-se frouxo e limitou-se a gerir, mal, as abstrusidades causadas por Portas, que diga-se em abono da verdade é do ponto de vista do trabalho um tipo com garra, mas peca por perceber tanto de Defesa como eu de patinagem no gelo, resultado está à vista, trapalhadas e mais trapalhadas, dinheiro gasto a esmo e sem objectivo nenhum. Foi incoerente, acumulou disparate a seguir a disparate, não chega ter uma excelente capacidade de trabalho, é necessário entender, saber e perceber de Defesa, o que claramente não foi o caso.
Amado, foi mais um “melhoral”, apagado, completamente anódino, caiu na Defesa como poderia ter caído na Cultura ou no Ponto Cruz, daria no mesmo, uma nulidade, mais uma. Quanto a santos Silva, prevejo mais um desempenho para cumprir calendário e pouco mais, não se sente à vontade, não vê um boi daquilo e pior tal como os demais será completamente manobrado e enganado pelos lobbies da Defesa.
O resultado deste fadário de ignorância, temo-lo à vista desarmada, como convém à Defesa, nos milhares de milhões de euros malbaratados, que como é costume ninguém assume a culpa de ter feito desperdiçar, presumindo alguns dos propiciadores do disparate de capacidades superiores tal é a verve de superioridade e as certezas que apresentam quando falam em público na qualidade de deputados de líderes partidários e ou membros de governo, aqui das duas três ou nos estão a tentar enganar, ou são tão ignorantes que acreditam verdadeiramente que fizeram um bom trabalho, mesmo quando todas as provas apontam para o contrário.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia insignes
sexta-feira, dezembro 11, 2009
Corruptos, Amiguinhos e Cunhas – Crónica de uma realidade Nacional!
Portugal é um país de corruptos, cunhas e amiguismo clientelar. Verdade insofismável, que revela bem a podridão desta sociedade. As razões são inevitavelmente a ganância, a pobreza, o vício e a falha do sistema, senão não encontraríamos gente a vender-se por garrafas de uísque e por sacos de couves e caixas de pêssegos, ora se há gente que se vende por bagatelas, que hipoteca a deontologia, a ética e o profissionalismo por tão pouco, mais óbvio se torna, que existam aqueles que por ocupação, por profissão ou por ocasião se vendam e ou se deixem comprar por milhares ou por milhões.
Diz um relatório recente que 9 em cada 10 portugueses acham que os políticos são corruptos, sendo esses mesmos políticos, o cerne de todo o mal. Esquecemo-nos porém dessa lusa instituição que é a cunha e o amiguismo, que entope, emperra e desespera a nossa sociedade, basta analisar friamente a nossa conduta e sempre descobriremos a tentação em face de alguma dificuldade, de contactar aquele amigo, que nos porá na frente da fila ou se esquecerá de nos fazer pagar a multa, é o país que não funciona e por há que encontrar estratagemas de sobrevivência, em suma é cultural!
Ainda há tempo passei por uma dessas, do meu conteúdo funcional faz parte assegurar formação básica gratuita em informática, serviço que a minha autarquia disponibiliza aos seus munícipes, numa actuação pioneira e digna de nota, desde 2001. Os interessados inscrevem-se e na sua vez são contactados para vir frequentar a Formação de 35 horas, ora sucede que uma pessoa muito importante que ocupava, já não ocupa, um cargo público, resolveu inscrever-se, claro que recebi a inscrição dessa pessoa e a coloquei no devido lugar, actualmente existe uma lista de espera com 116 inscritos, qual é o meu espanto quando sou relembrado por uma outra pessoa que ocupa um cargo de chefia, uma pessoa que é também como eu, um funcionário não é político, que a tal pessoa importante se tinha inscrito e para eu não me esquecer dela, sei que sou limitado, que sou um simplório labrego de província, mas sei ler nas entrelinhas, era um caso claro de cunha, o que essa pessoa quis dizer foi, passa a pessoa muito importante que é minha amiga para a frente dos outros que estão há meses há espera, pois foi precisamente o que não fiz.
E não o fiz, primeiro porque é contra todos os meus princípios éticos e morais, depois porque não alinho nestes esquemas de amiguismo, com os quais gente que se diz tão sofistica e tão avant guard, conspurca este país, sim porque é nesta mentalidade que tudo isto começa, por último não o fiz porque tenho felizmente muitos bons princípios ensinados por um pai motorista com a quarta classe e uma mãe empregada de limpeza com a terceira classe, mas que dão lições de honestidade, de moral, de ética e civismo a esta corja de doutores e doutoras da mula ruça.
Represálias? Não sei! Infelizmente este país vive disto, tipos como eu, não podem ter moral nem ética nem porra nenhuma, mesmo que sejam excelentes profissionais, se querem ter trabalho e ganhar para a sopa, tipos como eu têm de ser pragmáticos e engolir sapos, dizer sim e abanar a cauda. E é nestes pequenos nadas que tudo começa!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Diz um relatório recente que 9 em cada 10 portugueses acham que os políticos são corruptos, sendo esses mesmos políticos, o cerne de todo o mal. Esquecemo-nos porém dessa lusa instituição que é a cunha e o amiguismo, que entope, emperra e desespera a nossa sociedade, basta analisar friamente a nossa conduta e sempre descobriremos a tentação em face de alguma dificuldade, de contactar aquele amigo, que nos porá na frente da fila ou se esquecerá de nos fazer pagar a multa, é o país que não funciona e por há que encontrar estratagemas de sobrevivência, em suma é cultural!
Ainda há tempo passei por uma dessas, do meu conteúdo funcional faz parte assegurar formação básica gratuita em informática, serviço que a minha autarquia disponibiliza aos seus munícipes, numa actuação pioneira e digna de nota, desde 2001. Os interessados inscrevem-se e na sua vez são contactados para vir frequentar a Formação de 35 horas, ora sucede que uma pessoa muito importante que ocupava, já não ocupa, um cargo público, resolveu inscrever-se, claro que recebi a inscrição dessa pessoa e a coloquei no devido lugar, actualmente existe uma lista de espera com 116 inscritos, qual é o meu espanto quando sou relembrado por uma outra pessoa que ocupa um cargo de chefia, uma pessoa que é também como eu, um funcionário não é político, que a tal pessoa importante se tinha inscrito e para eu não me esquecer dela, sei que sou limitado, que sou um simplório labrego de província, mas sei ler nas entrelinhas, era um caso claro de cunha, o que essa pessoa quis dizer foi, passa a pessoa muito importante que é minha amiga para a frente dos outros que estão há meses há espera, pois foi precisamente o que não fiz.
E não o fiz, primeiro porque é contra todos os meus princípios éticos e morais, depois porque não alinho nestes esquemas de amiguismo, com os quais gente que se diz tão sofistica e tão avant guard, conspurca este país, sim porque é nesta mentalidade que tudo isto começa, por último não o fiz porque tenho felizmente muitos bons princípios ensinados por um pai motorista com a quarta classe e uma mãe empregada de limpeza com a terceira classe, mas que dão lições de honestidade, de moral, de ética e civismo a esta corja de doutores e doutoras da mula ruça.
Represálias? Não sei! Infelizmente este país vive disto, tipos como eu, não podem ter moral nem ética nem porra nenhuma, mesmo que sejam excelentes profissionais, se querem ter trabalho e ganhar para a sopa, tipos como eu têm de ser pragmáticos e engolir sapos, dizer sim e abanar a cauda. E é nestes pequenos nadas que tudo começa!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, dezembro 10, 2009
Gli Pagliacci - Cosi Fan Tutte
O país está na mais absoluta miséria, o mundo discute a sobrevivência, e estas criaturas, divertem a chamar nomes uns aos outros, a propósito de minudências pessoais.
Triste mais triste não há. E pensar que somos nós que andamos a trabalhar e a pagar impostos para alimentar isto, por junto com a corja imunda de parasitas sociais de várias cores que por aí andam.
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
Triste mais triste não há. E pensar que somos nós que andamos a trabalhar e a pagar impostos para alimentar isto, por junto com a corja imunda de parasitas sociais de várias cores que por aí andam.
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, dezembro 09, 2009
Tiro ao alvo!
Vilipendiar, ferir e assassinar agentes das forças de ordem pública, é neste momento a moda em terras de Portugal. É moda por muitas e variadas razões, que poderíamos tratar acaso o espaço fosse maior e o tempo o permitisse. Vamos cingir a coisa às mais incisivas. A primeira é desde logo, como sempre, a completa e vergonhosa atitude de laxismo e inépcia dos actores decisores, mudanças de orgânica que para pouco servem, sem uma legislação e meios minimamente decentes.
O decisor político e o legislador, figuras nebulosas, quase espectros macabros desta lusa “farsocracia”, insistem em fazer promulgar leizecas medíocres, perfeitamente adaptadas a países desenvolvidos e culturalmente avançados, mas que neste pardieiro de babuínos mentecaptos não leva a lado nenhum excepto claro está a um estado de guerra civil, onde uma facção tem as armas todas e a outra limita-se a pagar, a ser roubada e a morrer, nessa facção incluem-se as polícias que para além deterem de pagar todos os “extras” que necessitam para a sua profissão, fardas, qualquer cretina decisão de mudança de fardamento é paga pelos próprios, meios de comunicação, os telemóveis pessoais são o meio mais rápido e muitas vezes funcional e único de comunicar, algemas que tem de comprar também, gasolina, impressoras monitores para computador, computadores, tinteiros e papel, e tantas outras coisas que se não fosse a boa vontade destes profissionais dignos de toda a nossa admiração e estima, não existiriam, quanto dinheiro poupa o Estado?
O código penal é outra nódoa negra do sistema, molduras penais de ir às lágrimas, medidas de coacção ridículas, cauções que fazem rir, como foi o caso dos 25 mil euros aplicados a alguns arguidos do caso Face Oculta. Junte-se a Lei do Desarmamento, que só funcionou para as pessoas honestas, que duplamente desarmadas soçobram, uma Lei de Legítima Defesa completa e totalmente imbecil e uma protecção à propriedade privada inexistente, hoje qualquer imbecil consegue entrar na casa de qualquer pessoa e roubar o que bem lhe aprouver sem que sofra, senão a mais leve das consequências.
Do acesso à Justiça nem é bom falar, essa coisa cega, surda, coxa, maneta, corcunda e corrupta só existe para proteger as hordas de corruptos, de absurdos nepotismos, de verdadeiras Máfias de amiguismo e ladrões que se instalou nesta sociedade.
Posto isto, neste venerando país de alimárias sem espinha, meros carneiros capados subservientes, intriguistas e invejosos, amantes de pouco labutar e pouco afeitos à legalidade ao trabalho e ao mérito, dar um tiro num polícia é hoje o mesmo que fazer tiro ao alvo, custa até menos! Cá andamos ledos e velidos entretidos em romarias e festarolas, para o ano há mundial de empurra bolas e pronto!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
O decisor político e o legislador, figuras nebulosas, quase espectros macabros desta lusa “farsocracia”, insistem em fazer promulgar leizecas medíocres, perfeitamente adaptadas a países desenvolvidos e culturalmente avançados, mas que neste pardieiro de babuínos mentecaptos não leva a lado nenhum excepto claro está a um estado de guerra civil, onde uma facção tem as armas todas e a outra limita-se a pagar, a ser roubada e a morrer, nessa facção incluem-se as polícias que para além deterem de pagar todos os “extras” que necessitam para a sua profissão, fardas, qualquer cretina decisão de mudança de fardamento é paga pelos próprios, meios de comunicação, os telemóveis pessoais são o meio mais rápido e muitas vezes funcional e único de comunicar, algemas que tem de comprar também, gasolina, impressoras monitores para computador, computadores, tinteiros e papel, e tantas outras coisas que se não fosse a boa vontade destes profissionais dignos de toda a nossa admiração e estima, não existiriam, quanto dinheiro poupa o Estado?
O código penal é outra nódoa negra do sistema, molduras penais de ir às lágrimas, medidas de coacção ridículas, cauções que fazem rir, como foi o caso dos 25 mil euros aplicados a alguns arguidos do caso Face Oculta. Junte-se a Lei do Desarmamento, que só funcionou para as pessoas honestas, que duplamente desarmadas soçobram, uma Lei de Legítima Defesa completa e totalmente imbecil e uma protecção à propriedade privada inexistente, hoje qualquer imbecil consegue entrar na casa de qualquer pessoa e roubar o que bem lhe aprouver sem que sofra, senão a mais leve das consequências.
Do acesso à Justiça nem é bom falar, essa coisa cega, surda, coxa, maneta, corcunda e corrupta só existe para proteger as hordas de corruptos, de absurdos nepotismos, de verdadeiras Máfias de amiguismo e ladrões que se instalou nesta sociedade.
Posto isto, neste venerando país de alimárias sem espinha, meros carneiros capados subservientes, intriguistas e invejosos, amantes de pouco labutar e pouco afeitos à legalidade ao trabalho e ao mérito, dar um tiro num polícia é hoje o mesmo que fazer tiro ao alvo, custa até menos! Cá andamos ledos e velidos entretidos em romarias e festarolas, para o ano há mundial de empurra bolas e pronto!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, dezembro 04, 2009
quinta-feira, dezembro 03, 2009
A Treta Continua!
O famigerado desacordo da ortografia Portuguesa, que mares de tinta, verteu pelas veredas alvas do papel, de referir que o reciclado é meio amarelado e mais carote, está a bem dizer nas ruas da amargura. À boa maneira portuguesa ninguém se entende a começar por essa coisa chamada Ministério da Educação, que apesar da recauchutagem, continua a leste do mundo.
É um facto que um fato, passar a ser o outro não sendo de vestir, é um fato que o Ministério pretende incluir as alterações já no próximo ano lectivo, é um fato que as editoras estão à nora sem saber o que por ao prelo, é um fato que tanto fato e tanta subserviência em prol de uma inutilidade, excepto daqui a vinte anos a literatura brasileira invadir o mercado português, tirando esses fatos, o que resta são minudências.
O facto é que isto tudo é uma incomensurável palhaçada, uma pertinente cretinice, uma burrada estúpida e inqualificável, precisamos tanto de um acordo ortográfico como de pústulas sarnentas nos entre folhos, a bem dizer o acordo beneficia o maior e o mais apto dos PALOP, é a Darwinizição da Lusa língua, a mais apto evolui sobrevive, o rebotalho adapta-se ou perece, numa espécie de determinismo linguístico que exacerbou e exasperou os ânimos de uns e de outros.
Nada me opõe ao Brasil, aos brasileiros à literatura brasileira, oponho-me a esse colonialismo linguístico invertido, oponho-me à falta de nervo destas elites traposas do lado de cá, que as do lado de lá fazem o papel que lhes cabe. Por mim facto será a certeza de que até que em mim intervenha a negra segadora dos corpos, porque dizem que as almas são imortais, farei por escrever como aprendi, o meu português, quem não me entender, que compre um dicionário.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
P.S. O título é assumidamente um plágio, singela homenagem ao António Feio que vive lutas duras e a quem muito prezo pelas horas de fantástico riso que me proporcionou.
É um facto que um fato, passar a ser o outro não sendo de vestir, é um fato que o Ministério pretende incluir as alterações já no próximo ano lectivo, é um fato que as editoras estão à nora sem saber o que por ao prelo, é um fato que tanto fato e tanta subserviência em prol de uma inutilidade, excepto daqui a vinte anos a literatura brasileira invadir o mercado português, tirando esses fatos, o que resta são minudências.
O facto é que isto tudo é uma incomensurável palhaçada, uma pertinente cretinice, uma burrada estúpida e inqualificável, precisamos tanto de um acordo ortográfico como de pústulas sarnentas nos entre folhos, a bem dizer o acordo beneficia o maior e o mais apto dos PALOP, é a Darwinizição da Lusa língua, a mais apto evolui sobrevive, o rebotalho adapta-se ou perece, numa espécie de determinismo linguístico que exacerbou e exasperou os ânimos de uns e de outros.
Nada me opõe ao Brasil, aos brasileiros à literatura brasileira, oponho-me a esse colonialismo linguístico invertido, oponho-me à falta de nervo destas elites traposas do lado de cá, que as do lado de lá fazem o papel que lhes cabe. Por mim facto será a certeza de que até que em mim intervenha a negra segadora dos corpos, porque dizem que as almas são imortais, farei por escrever como aprendi, o meu português, quem não me entender, que compre um dicionário.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
P.S. O título é assumidamente um plágio, singela homenagem ao António Feio que vive lutas duras e a quem muito prezo pelas horas de fantástico riso que me proporcionou.
segunda-feira, novembro 30, 2009
Velido anda o Gama!
Os senhores deputados estão irados! A questão da sua ira, é uma apenas, o Ti Gama quer por um calce ligeiro no regabofe do deputedo, que anda em desacertadas bolandas e faltismo desmesurado. O pobrete do Gama, foi mexer no vespeiro, não lhas poupam, esses nossos senhores deputados, que o acusam já de populismo, tem piada que sempre que alguém mexe nas alcavalas desta maralha, a desculpa é sempre a mesma.
Então é populismo querer saber porque é que os senhores faltam? A mim sempre que falto é papeis e papelinhos, mais papéis e papelotes, e lá levo o correspondente corte no lauto ordenado. Qual é a diferença? Claro a mim, um pobre e desgraçado alimentador de desocupados, polidores de esquinas, agarrados arrumadores, étnico parasitas e colarinhos brancos politiqueiros, ninguém me apara os golpes, qualquer meia hora faltosa, mais que não seja para levar os rebentos ao médico é desanca no orçamento pela certa, mas aos senhores deputados que faltam porque dá jeito, já os desculpamos.
O exemplo que deveria vir de cima, das supostas elites, é este. Ainda estou para ser esclarecido acerca de uma demanda que fiz sobre um subsídiozito que estes senhores embolsavam para andarem de transportes públicos, não andavam, mas os quarenta euritos mensais lá iam juntar-se ao bolo, é assim que querem que haja moral, é com torpes exemplos destes que querem que o Zé Pagante, vos ajude a engordar ainda mais o já anafado rabiosque, ora vão para o raio que vos parta, cambada de parasitas.
As mordomias desta gentalha, fazem igualar o nosso rincão a uma qualquer bandalhocracia sul-americana dos idos de sessenta do passado século, somos virtualmente uma república de bananas, visto que à falta das ditas, nos bastamos a nós na nossa modorra bananeira, em suma somos uns grandes bananas. Servir e não servirmo-nos, deveria ser o lema dos ocupantes dos lugares da coisa pública, triste utopia, simples delírio de labrego provinciano, porque cá no burgo, o servir manda dizer que não está, sendo a moda, fartar a vilanagem com o estipêndio e o esburgar do erário público, jamais cuidando os poderosos de olhar sequer um segundo em atenção às demandas do pobre diabo.
Populista ou não, faz muitíssimo bem o Gama, em dar nas orelhas à súcia parlamentar, porque da esquerda trauliteira à direita reaça e beata é tudo a mesma pandilha, porque em sendo diferentes há muito que alguém teria proposto mudar este sistema de alimentação das politiqueiras hordas, que qual desenfreados bandos de gafanhotos devastam sem piedade a pobre colheita dos dinheiros de todos nós.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Então é populismo querer saber porque é que os senhores faltam? A mim sempre que falto é papeis e papelinhos, mais papéis e papelotes, e lá levo o correspondente corte no lauto ordenado. Qual é a diferença? Claro a mim, um pobre e desgraçado alimentador de desocupados, polidores de esquinas, agarrados arrumadores, étnico parasitas e colarinhos brancos politiqueiros, ninguém me apara os golpes, qualquer meia hora faltosa, mais que não seja para levar os rebentos ao médico é desanca no orçamento pela certa, mas aos senhores deputados que faltam porque dá jeito, já os desculpamos.
O exemplo que deveria vir de cima, das supostas elites, é este. Ainda estou para ser esclarecido acerca de uma demanda que fiz sobre um subsídiozito que estes senhores embolsavam para andarem de transportes públicos, não andavam, mas os quarenta euritos mensais lá iam juntar-se ao bolo, é assim que querem que haja moral, é com torpes exemplos destes que querem que o Zé Pagante, vos ajude a engordar ainda mais o já anafado rabiosque, ora vão para o raio que vos parta, cambada de parasitas.
As mordomias desta gentalha, fazem igualar o nosso rincão a uma qualquer bandalhocracia sul-americana dos idos de sessenta do passado século, somos virtualmente uma república de bananas, visto que à falta das ditas, nos bastamos a nós na nossa modorra bananeira, em suma somos uns grandes bananas. Servir e não servirmo-nos, deveria ser o lema dos ocupantes dos lugares da coisa pública, triste utopia, simples delírio de labrego provinciano, porque cá no burgo, o servir manda dizer que não está, sendo a moda, fartar a vilanagem com o estipêndio e o esburgar do erário público, jamais cuidando os poderosos de olhar sequer um segundo em atenção às demandas do pobre diabo.
Populista ou não, faz muitíssimo bem o Gama, em dar nas orelhas à súcia parlamentar, porque da esquerda trauliteira à direita reaça e beata é tudo a mesma pandilha, porque em sendo diferentes há muito que alguém teria proposto mudar este sistema de alimentação das politiqueiras hordas, que qual desenfreados bandos de gafanhotos devastam sem piedade a pobre colheita dos dinheiros de todos nós.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, novembro 26, 2009
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