Pronto, está feito, temos mais um santinho. Continuamos pobretanas, analfabetos e quasi mortos de fome, mas temos mais um santinho. Nem me chateia que santifiquem Nuno Álvares Pereira, não me chateia nada. Irrita-me é que lembrem o homem só por essa minudência papalva, quando o homem foi um insigne militar e combatente, que espadeirou a espanholada gananciosa.
Irrita-me que um Estado pretensamente laico, vá quase de malas aviadas cheirar os saiotes dos de Roma, quando nas escolas se esquece de dizer quem foi esse valente, ensinar o quanto devemos a esse homem, para além do pretenso milagre da treta.
Convém dizer que Álvares Pereira foi um homem do seu tempo, próximo do fim da vida, e como era usual e fizeram muitos senhores nobres da sua época e doutras a seguir, após o falecimento da esposa, contava o Condestável 71 anos, envereda pela religiosidade dos Carmelitas, claro. Tendo vivido pela espada o medo do purgatório sobrepunha-se a tudo o mais no homem medieval, naturalmente convinha ficar de bem com o patrão lá de cima, para assegurar que apanharia o coche certo.
O patético disto tudo é que o grande homem e o grande militar que foi Álvares Pereira, seja agora e apenas lembrado por beatices questionáveis, lembrado por 8 anos de vida monástica, esquecendo os 71 anos anteriores de feitos gloriosos em nome desta parvónia.
Otelo, o demónio de uns, não percebi ainda porquê, recebeu a justa promoção. Enquanto militar, o denodo e valentia com que defendeu a mentira do solo pátrio do ultramar, ficou registado, como Abrilista, à que reconhecer-lhe os excelentes préstimos de estratego, que montou a famosa Abrilada do século XX, antecâmara ainda de todos os sonhos e de todos os pesadelos de reaças e vermelhos.
Nessa duplicidade de herói trágico, preso à dicotomia do odiado e do amado, vilipendiado pelas hostes mais trauliteiras da direita sacrista empedernida, referenciado pelo esquerdelho extremista, Otelo, foi o homem certo num momento fantástico e delirante da história contemporânea deste pequeno Portugal, dele se disseram, ainda dizem, os maiores impropérios e rasgados elogios, de terrorista a oportunista, de comunista a líder de um bando de facínoras, Otelo é a figura de proa da nau “25 de Abril”
Uma só crítica lhe faço, foi pena, muita pena, não ter efectivamente enchida as várias praças de toiros de Portugal com a merda que tínhamos por cá, porque esses castanhos de passeio, já deram crias, que agora já ocupam os lugares dos papás, perpetuando a cultura laxista e inepta do antigamente. Foi promovido e muito bem!
Jaime Neves, a sobriedade em pessoa, o comedimento, maluco até ao tutano, dificilmente seria difícil recordar alguém que personifique o que é ser militar. Essa personificação é Jaime Neves. Eu conhecia o mito Jaime Neves, pela boca do meu tipo que foi seu comandado, a reverência com que passado tantos anos o meu tio falava desse mítico homem e as histórias que contavam embeveciam os meus primos e a mim, tanto ou tão pouco que o meu primo acabou por ser Comando, um dos “meninos” de Jaime Neves, que adorava os seus homens como seus filhos.
Foi um pai duro e austero, mas justo e destemido, merece inteiramente a promoção que esta democracia que ajudou a salvar lhe conceda a distinção que ora lhe faz, tal como o Otelo, é de inteira justiça. Pena é que como Nuno Álvares e Otelo, este país continua a não ensinar aos mais novos, que temos exemplos destes, que curiosamente já não existem, porque os mais são Santanetes, Barrozetes, Cavaquetes, Louçanetes, Jeronimetese Socratetes.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, abril 27, 2009
sábado, abril 25, 2009
25 Abril !
Num dia parecido com este há já 35 anos, Portugal sonhava! Ainda adormecido e entorpecido, por quase 60 anos anteriores, de ditaduras opressoras e estupidificantes, Portugal despertava para a luz da democracia e do sonho, com muita pouca sorte, o tempo do sonho pouco durou, a democracia evoluiu para isto em que vivemos hoje, prisioneiros em casa, prisioneiros no condomínio, impedidos de ir ali porque é um bairro de pretos, de ir acolá porque é um bairro de ciganos e de ir além porque é um bairro de brancos, prisioneiros, do medo! Prisioneiros uns dos outros num dito país democrático e desenvolvido, pouco mais somos que um retalho de feudos que pouco evoluiu desde 1385.
Há 35 anos despertava uma aurora de concórdia, que diga-se, sempre despertou em todas as revoluções, ouvindo hoje os discursos da praxe, fico tentado a pegar numa arma e a juntar mais camaradas e rebentar isto tudo a tiro, cada dia que passa me parece mais que precisamos de um 26 de Abril, que verdadeiramente varra a Corja, para sempre desta terra.

Um abraço, democrático e libertador deste vosso amigo
Barão da Tróia
Há 35 anos despertava uma aurora de concórdia, que diga-se, sempre despertou em todas as revoluções, ouvindo hoje os discursos da praxe, fico tentado a pegar numa arma e a juntar mais camaradas e rebentar isto tudo a tiro, cada dia que passa me parece mais que precisamos de um 26 de Abril, que verdadeiramente varra a Corja, para sempre desta terra.

Um abraço, democrático e libertador deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, abril 23, 2009
Entre aqueles rios
Entre dois rios, se passou uma colossal tragédia que foi ponte para outra ainda maior, que ainda acontece, dos heróis, vivos e perecidos, rezará a história, que imprudente omitirá os nomes dos cobardes, dos velhacos e dos imbecis que propiciaram a má ventura daquelas gentes.
Entre dois rios disse-se que nada havia a fazer, mentiras atrás de mentiras, esconderam-se factos, omitiram-se responsabilidades, demitiram-se os do costume, a cobardia tem nomes, bem conhecidos de gordos bonifrates das politiqueirices rafeirosas deste paiszeco imundo, maculado por gente suja e sem pudor, que vive da aleivosia governativa e do compadrio público e privado onde transita de poiso em poiso até aos cinco mil euros de reforma.
Entre dois rios ficaram as vidas de muitos que perderam, só perderam, perdidos ficam também os que ficaram, perdendo os outros e quase se perdendo a si, tal foi a dor sentida pela perda de tantos, amigos, conhecidos e familiares.
Entre dois rios se perpetuou mais um grande hino da gesta de um povo, vencido duplamente pela cobardia, pela estupidez e pela imbecilidade de um país que não cuida dos seus, preferindo esbanjar com os de fora, que não protege quem está desprotegido, antes engorda e em desvelados cuidados trás os corruptos, os cobardes, os velhacos e a escumalha subsídio dependente que entope os canos deste esgoto a céu aberto chamado Portugal.
Faço minhas as palavras de alguém que perdeu os seus naquela tragédia, … tenho vergonha de ser Português… Eu acrescento mais, tenho nojo, asco, dá-me vómitos pensar que estou condenado a ser Português, a ter que ser Português, neste Portugal imundo, infecto e depravado, de gente torpe, boçal, desta corja de vermes sem espinha, que abastardam algo que poderia ser um modelo de paz e concórdia, de desenvolvimento e prosperidade. Ao invés, temos isto .
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
Entre dois rios disse-se que nada havia a fazer, mentiras atrás de mentiras, esconderam-se factos, omitiram-se responsabilidades, demitiram-se os do costume, a cobardia tem nomes, bem conhecidos de gordos bonifrates das politiqueirices rafeirosas deste paiszeco imundo, maculado por gente suja e sem pudor, que vive da aleivosia governativa e do compadrio público e privado onde transita de poiso em poiso até aos cinco mil euros de reforma.
Entre dois rios ficaram as vidas de muitos que perderam, só perderam, perdidos ficam também os que ficaram, perdendo os outros e quase se perdendo a si, tal foi a dor sentida pela perda de tantos, amigos, conhecidos e familiares.
Entre dois rios se perpetuou mais um grande hino da gesta de um povo, vencido duplamente pela cobardia, pela estupidez e pela imbecilidade de um país que não cuida dos seus, preferindo esbanjar com os de fora, que não protege quem está desprotegido, antes engorda e em desvelados cuidados trás os corruptos, os cobardes, os velhacos e a escumalha subsídio dependente que entope os canos deste esgoto a céu aberto chamado Portugal.
Faço minhas as palavras de alguém que perdeu os seus naquela tragédia, … tenho vergonha de ser Português… Eu acrescento mais, tenho nojo, asco, dá-me vómitos pensar que estou condenado a ser Português, a ter que ser Português, neste Portugal imundo, infecto e depravado, de gente torpe, boçal, desta corja de vermes sem espinha, que abastardam algo que poderia ser um modelo de paz e concórdia, de desenvolvimento e prosperidade. Ao invés, temos isto .
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
sábado, abril 18, 2009
Nem acredito!
Sinceramente, até concordo com o tom e a direcção do discurso de Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, concordo até com as bojardas do emprego de balcão fugitivo, enxertado em Presidente da Europa. Concordo em absoluto com a justeza deste tipo de discursos, com os alertas inflamados e pretensamente sentidos daqueles dois senhores, discursos esses proferidos num contexto de uma reunião de “gestores cristãos” o que quer que isso seja, cheira mal a Opus e aventais, discursos, que bem lidos dão igual aos discursos dos amantes da foice e do martelo “os ricos que paguem a crise”.
O que eu acho piada, é esse tipo de discurso vindo de quem vêm, vindo de gente quem quando se pavoneou pelos corredores do poder, fez o inverso daquilo que ora apregoa, caso para dizer “Bem prega Frei Tomás…”Porque essas macabras personagens, são tão culpadas disto como os actuais detentores da cadeira do poder. Ou já se esqueceram das opções de Cavaco ministro e de Barroso serve cafés, sei que o povo tem a memória curta, mas não tão curta que se esqueça dos disparates que nos anos do Oásis, Cavaco ministro permitiu, e quando Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, pede cuidado com os dinheiros públicos, lembro o caso em que Cavaco deu de mão beijada 5 milhões de contos a Thierry Russel, um dos maiores e mais conhecidos vigaristas do mundo. Ele há mais mas este basta como exemplo.
Quanto a Barroso nem sequer deveria ir a este tipo de reuniões, quanto mais falar, deveria ficar lá na sua Europa, que por cá já bastou a sua inépcia governativa, mais um que não deu pelo BPN, mais um que à primeira oportunidade mandou às malvas a terreola e o marxismo extremista e abalou pra terras da Europa, depois de ter servido os cafés aos poderosos do mundo, quando decidiam a guerra imbecil ao Iraque, enquadrados pela nódoa de erva daninha que é o GWB.
Mal, muito mal, vão esses tais gestores cristãos quando o melhor que arranjam para falar são personagens deste quilate, deste grau de indigência, muito mal vai este país que continua a dar ouvidos a gente desta.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
O que eu acho piada, é esse tipo de discurso vindo de quem vêm, vindo de gente quem quando se pavoneou pelos corredores do poder, fez o inverso daquilo que ora apregoa, caso para dizer “Bem prega Frei Tomás…”Porque essas macabras personagens, são tão culpadas disto como os actuais detentores da cadeira do poder. Ou já se esqueceram das opções de Cavaco ministro e de Barroso serve cafés, sei que o povo tem a memória curta, mas não tão curta que se esqueça dos disparates que nos anos do Oásis, Cavaco ministro permitiu, e quando Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, pede cuidado com os dinheiros públicos, lembro o caso em que Cavaco deu de mão beijada 5 milhões de contos a Thierry Russel, um dos maiores e mais conhecidos vigaristas do mundo. Ele há mais mas este basta como exemplo.
Quanto a Barroso nem sequer deveria ir a este tipo de reuniões, quanto mais falar, deveria ficar lá na sua Europa, que por cá já bastou a sua inépcia governativa, mais um que não deu pelo BPN, mais um que à primeira oportunidade mandou às malvas a terreola e o marxismo extremista e abalou pra terras da Europa, depois de ter servido os cafés aos poderosos do mundo, quando decidiam a guerra imbecil ao Iraque, enquadrados pela nódoa de erva daninha que é o GWB.
Mal, muito mal, vão esses tais gestores cristãos quando o melhor que arranjam para falar são personagens deste quilate, deste grau de indigência, muito mal vai este país que continua a dar ouvidos a gente desta.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, abril 17, 2009
Anedota e Palhaçada
“Por vezes é preciso fazer alguma coisa para que tudo fique na mesma”, já não sei quem disse isto primeiro, um dos que me lembro foi Palma Carlos, mas já não recordo a propósito de quê.
Lembrei-me disto a propósito da tal Lei do enriquecimento ilícito, também lhe poderiam ter chamado, Lei das costelas da rinzada ou mesmo um assobio, o que para o caso seria o mesmo, dado que como está essa tal Lei é mais uma das imbecilidades legislativas desta gaiola de malucas.
Possuir esta Lei ou nenhuma, vai dar ao mesmo, a grande corja de vigaristas que reside em Portugal ficará na mesma imune, calculo que até, mais satisfeita, porque os nossos inteligentes e superiores governantes se deram ao trabalho de vomitar uma, mais uma, estuporada e cretina Lei que ninguém vai cumprir e muito menos fazer cumprir ou fiscalizar, excepto nos casos onde algum pobre diabo se esqueça de declarar umas migalhitas que lhe tenham tocado em sorte, por algum motivo, aí sim a implacável máquina fiscal revelará toda a sua magnificência e sancionará o malvado prevaricador que se esqueceu de declarar mil ou dois mil euros que sejam.
Somos e continuamos a ser a risota da Europa civilizada, estamos ao nível dos paraísos mafiosos da Europa de Leste, ex feudo dos da foice e martelo, actual exemplo acabado da Europa a várias velocidades, sendo que alguns desses países nem à União pertencem, nós estamos agarrados aos fundos desde 1986, essas esmolas que deveriam ter feito de nós um país europeu civilizado, o que conseguiram foi manter o nosso lugar entre os mais miseráveis, propiciando apenas o engordar dos porcos do poder.
Mais umas vez vítimas da falta de honestidade e falta de tudo o que significa ser homem honrado, nós os pobres diabos que pagamos esta trampa toda, fomos engolidos pela patranha desta aves de arribação que se dizem governantes e dirigentes deste país de carneirada capada. Será possível que um dia, vejamos este país a ter gente honesta e decente nos governos e nos parlamentos ao invés deste lixo que há décadas, nos suga e nos rouba.
Uma nota final para as custas que os familiares do homicídio de Entre-os-Rios, têm de pagar pela farsa de justiça, que tiveram de passar para tentar, levar algum desses miseráveis cobardes, culpados pelo massacre a pagar pelo que deixaram acontecer, infelizmente neste terra a justiça é isto, é mais uma anedota, neste caso uma anedota triste e que dói, se um destes dias alguém fizer explodir um tribunal, juro que até os percebo.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Lembrei-me disto a propósito da tal Lei do enriquecimento ilícito, também lhe poderiam ter chamado, Lei das costelas da rinzada ou mesmo um assobio, o que para o caso seria o mesmo, dado que como está essa tal Lei é mais uma das imbecilidades legislativas desta gaiola de malucas.
Possuir esta Lei ou nenhuma, vai dar ao mesmo, a grande corja de vigaristas que reside em Portugal ficará na mesma imune, calculo que até, mais satisfeita, porque os nossos inteligentes e superiores governantes se deram ao trabalho de vomitar uma, mais uma, estuporada e cretina Lei que ninguém vai cumprir e muito menos fazer cumprir ou fiscalizar, excepto nos casos onde algum pobre diabo se esqueça de declarar umas migalhitas que lhe tenham tocado em sorte, por algum motivo, aí sim a implacável máquina fiscal revelará toda a sua magnificência e sancionará o malvado prevaricador que se esqueceu de declarar mil ou dois mil euros que sejam.
Somos e continuamos a ser a risota da Europa civilizada, estamos ao nível dos paraísos mafiosos da Europa de Leste, ex feudo dos da foice e martelo, actual exemplo acabado da Europa a várias velocidades, sendo que alguns desses países nem à União pertencem, nós estamos agarrados aos fundos desde 1986, essas esmolas que deveriam ter feito de nós um país europeu civilizado, o que conseguiram foi manter o nosso lugar entre os mais miseráveis, propiciando apenas o engordar dos porcos do poder.
Mais umas vez vítimas da falta de honestidade e falta de tudo o que significa ser homem honrado, nós os pobres diabos que pagamos esta trampa toda, fomos engolidos pela patranha desta aves de arribação que se dizem governantes e dirigentes deste país de carneirada capada. Será possível que um dia, vejamos este país a ter gente honesta e decente nos governos e nos parlamentos ao invés deste lixo que há décadas, nos suga e nos rouba.
Uma nota final para as custas que os familiares do homicídio de Entre-os-Rios, têm de pagar pela farsa de justiça, que tiveram de passar para tentar, levar algum desses miseráveis cobardes, culpados pelo massacre a pagar pelo que deixaram acontecer, infelizmente neste terra a justiça é isto, é mais uma anedota, neste caso uma anedota triste e que dói, se um destes dias alguém fizer explodir um tribunal, juro que até os percebo.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, abril 15, 2009
A Nobre Arte de Vigarizar
Portugal é, foi e será sempre um país de aldrabões, de vigaristas e pilha galinhas! Assumida esta premissa passemos à realidade. Essa realidade é completamente irreal, num país vergado pela ignomínia da pobreza, que há gerações que luta pela sobrevivência, os nossos poderosos sempre nadaram no fausto dos desafogados, porque claro está, o truque está em manter a plebe mais imbecil que um portão de uma quinta, mais estúpidos que uma bota da tropa.
Assim procedendo, sempre os nossos poderosos, se rodearam de tribunais e leis, muitas leis, muita lenga-lenga jurídica, para claro está, dar trabalhinho à plêiade de falcatos causídicos que desponta hoje a cada esquina qual cogumelos envenenados, convém dizer que tal encenação nunca serviu para iluminar o povo antes para o escravizar e reduzir à réstia minguada que hoje somos.
Nos os “alegretes pobretes”, cá vamos, atulhando o bandulho com cabidelas e papas, de enganar os tolos, cada vez mais aguadas por falta de substância do conduto, honestos e previdentes foram os, segundo estudos e números oficiais, cerca de 40 milhões de conterrâneos de segundas e terceiras gerações, que deram “às de vila Diogo” e se foram aboletar nos pardieiros da Europa e das Américas, deixando esta imundice de terra entregue aos tais poderosos que se empanturram e agora clamam por emigrantes.
Infelizmente o que por cá recebemos agora, na sua maioria, é lixo, escumalha e rebotalho humano que enxotado de outras vias-sacras desemboca aqui no paraíso dos desocupados, prontinhos para viver da subsidiocracia nacional, porque aos bons que por cá passaram, engenheiros, médicos, enfermeiros, arquitectos, professores mandamo-los prás obras e prás limpezas a dias, recordo o Ivan e a Dyana, biólogo e pediatra, que após penarem as passas do Algarve, conseguiram visto para o Canadá, onde ele está na universidade de Toronto e ela num dos hospitais da mesma cidade a fazer aquilo que sabe, por cá ele era trolha e ela passava roupa aferro numa empresa, este é só um exemplo, este posso contar porque o vi e o vivi também. Um exemplo da suja e medíocre realidade desta trampa de terra.
Os poderosos, digladiam-se pelas fêveras da porca cada vez mais famélica que é Portugal, por vezes a encenação vai ao cumulo de os fazer ir a tribunal, em mediáticas farsas, em palhaçadas imbecis, onde doutas e sapientes magistraturas e justiças, tropas fandagas de investigadores e corjas de estudiosos nunca provam nada arrebatando assim os velhacos às mandíbulas dessa coisa torpe e miserável que é a Justiça Lusa, que não só é cega, como surda, marreca e manca.
São por demais os nomes e exemplos, de fraudulentos poderosos, escudados em cartões partidários e em relações escuras de tráficos vários, protegidos por compadrios, por unto de manápulas gananciosas e ávidas de dobrões. A triste realidade de um país que manda aos mares de Ormuz, um navio a combater piratas esquálidos que tentam não morrer de fome, nessas nobres águas das gestas de um Albuquerque que os tinha no sítio, um tipo de homem que há muito que se deixou de fazer por cá, enquanto que nesta Tortuga ibérica os irmãos da costa e as fraternidades de flibusteiros, se pavoneiam em carros de alta cilindrada ocupando a guarda do tesouro que esburgam e desbaratam a seu bel-prazer sem mais aquela.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Assim procedendo, sempre os nossos poderosos, se rodearam de tribunais e leis, muitas leis, muita lenga-lenga jurídica, para claro está, dar trabalhinho à plêiade de falcatos causídicos que desponta hoje a cada esquina qual cogumelos envenenados, convém dizer que tal encenação nunca serviu para iluminar o povo antes para o escravizar e reduzir à réstia minguada que hoje somos.
Nos os “alegretes pobretes”, cá vamos, atulhando o bandulho com cabidelas e papas, de enganar os tolos, cada vez mais aguadas por falta de substância do conduto, honestos e previdentes foram os, segundo estudos e números oficiais, cerca de 40 milhões de conterrâneos de segundas e terceiras gerações, que deram “às de vila Diogo” e se foram aboletar nos pardieiros da Europa e das Américas, deixando esta imundice de terra entregue aos tais poderosos que se empanturram e agora clamam por emigrantes.
Infelizmente o que por cá recebemos agora, na sua maioria, é lixo, escumalha e rebotalho humano que enxotado de outras vias-sacras desemboca aqui no paraíso dos desocupados, prontinhos para viver da subsidiocracia nacional, porque aos bons que por cá passaram, engenheiros, médicos, enfermeiros, arquitectos, professores mandamo-los prás obras e prás limpezas a dias, recordo o Ivan e a Dyana, biólogo e pediatra, que após penarem as passas do Algarve, conseguiram visto para o Canadá, onde ele está na universidade de Toronto e ela num dos hospitais da mesma cidade a fazer aquilo que sabe, por cá ele era trolha e ela passava roupa aferro numa empresa, este é só um exemplo, este posso contar porque o vi e o vivi também. Um exemplo da suja e medíocre realidade desta trampa de terra.
Os poderosos, digladiam-se pelas fêveras da porca cada vez mais famélica que é Portugal, por vezes a encenação vai ao cumulo de os fazer ir a tribunal, em mediáticas farsas, em palhaçadas imbecis, onde doutas e sapientes magistraturas e justiças, tropas fandagas de investigadores e corjas de estudiosos nunca provam nada arrebatando assim os velhacos às mandíbulas dessa coisa torpe e miserável que é a Justiça Lusa, que não só é cega, como surda, marreca e manca.
São por demais os nomes e exemplos, de fraudulentos poderosos, escudados em cartões partidários e em relações escuras de tráficos vários, protegidos por compadrios, por unto de manápulas gananciosas e ávidas de dobrões. A triste realidade de um país que manda aos mares de Ormuz, um navio a combater piratas esquálidos que tentam não morrer de fome, nessas nobres águas das gestas de um Albuquerque que os tinha no sítio, um tipo de homem que há muito que se deixou de fazer por cá, enquanto que nesta Tortuga ibérica os irmãos da costa e as fraternidades de flibusteiros, se pavoneiam em carros de alta cilindrada ocupando a guarda do tesouro que esburgam e desbaratam a seu bel-prazer sem mais aquela.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, abril 13, 2009
Os Centros supostamente para a Saúde
Os Centros de saúde, deveriam, e acho que foi com esse objectivo que foram criados, atende às necessidades básicas de saúde dos utentes de determinada área, não conheço a realidade dos centros de saúde de todo o país, felizmente, mas a julgar aqui por este da minha terrerola, estamos perante mais uma anedota, uma farsa que serve tão só para alimentar o ego dos corporativismos manhosos e torpes que entopem as veias da maturidade republicana e democrática de alegado estado de Direito, que não o é, duvido até que alguma vez venha a ser.
Não vou comentar a aptidão profissional de alguns dos seus funcionários, que estariam a desempenhar óptimas funções como guardadores de porcos, porque nas actuais funções, deixem que vos diga que são pouco mais eficientes e profissionais do que uma escova de palha-de-aço para arear um prato de plástico, ficaremos por aqui porque a quadra exige contenção e bonomia, apesar de Ateu, respeito as mitologias alheias.
Os profissionais médicos e de enfermagem, ao que sei desempenham as tarefas como devem, afinal é para isso que nós os contribuintes lhes pagamos, apesar claro está de questionar o comodismo das suas posições que decorrem do imobilismo subserviente que os vários governos este incluído têm demonstrado perante essa coisa chamada Ordem dos Médicos, claro que podemos ainda dizer que a médico ou médico fulano, são umas grandes cavalgaduras, que sicrano é um ou uma chupista de primeira, porque no Centro nos atende a eito e anda sempre a atirar-nos para a clínica privada onde nos trata como reis, claro podemos sempre encontrar defeitos.
O grande problema é a ausência de médicos, ou seja a não existência de profissionais de saúde que cobram todos os utentes, pessoalmente estive cerca de ano e meio sem médico de família, já tenho ou antes continuo na mesma, porque são mais as vezes que não tenho do que aquelas que tenho, não posso claro está, contar com um médico de família que prima pela ausência. Mas há quem não tenha de todo médico de família, não sei quantos serão, mas com certeza uma certa Comissão de Utentes do Centro de Saúde de Almeirim, deverá com certeza ter esses dados, ou então andam mais ocupados a amolar as foices para segar o trigo, de alguma UCP, que tenha sobrevivido ao cataclismo proletário da colectivização esburgadora dos tempos do PREC.
Verdade verdadinha é que faltam médicos no Centro de Saúde, a apenas 80 miseráveis quilómetros da capital do Reino, um centro de saúde de uma cidade pequena sofre os mesmos problemas de uma qualquer aldeola transmontana, faltam médicos, porquê?
Alguém consegue responder, alguém consegue de maneira coerente e honesta explicar porque é que existe falta de médicos num centro de saúde a 7 quilómetros de uma capital de Distrito, a menos de 40 minutos da capital de um País, que se diz Europeu, civilizado e desenvolvido. Existirá alguém que de forma honesta sem rodeios e formas encapotadas, possa responder à dúvida honesta de um dos papalvos que vos enche os bolsos.
Eu até tenho uma resposta, seria demasiado ofensiva, para essa CORJA, por isso espero respostas mais civilizadas, porque eu, sou um pobre labrego da província, ignorante e iletrado, longe a anos-luz da douta e omnipresente sapiência dos senhores doutores.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Não vou comentar a aptidão profissional de alguns dos seus funcionários, que estariam a desempenhar óptimas funções como guardadores de porcos, porque nas actuais funções, deixem que vos diga que são pouco mais eficientes e profissionais do que uma escova de palha-de-aço para arear um prato de plástico, ficaremos por aqui porque a quadra exige contenção e bonomia, apesar de Ateu, respeito as mitologias alheias.
Os profissionais médicos e de enfermagem, ao que sei desempenham as tarefas como devem, afinal é para isso que nós os contribuintes lhes pagamos, apesar claro está de questionar o comodismo das suas posições que decorrem do imobilismo subserviente que os vários governos este incluído têm demonstrado perante essa coisa chamada Ordem dos Médicos, claro que podemos ainda dizer que a médico ou médico fulano, são umas grandes cavalgaduras, que sicrano é um ou uma chupista de primeira, porque no Centro nos atende a eito e anda sempre a atirar-nos para a clínica privada onde nos trata como reis, claro podemos sempre encontrar defeitos.
O grande problema é a ausência de médicos, ou seja a não existência de profissionais de saúde que cobram todos os utentes, pessoalmente estive cerca de ano e meio sem médico de família, já tenho ou antes continuo na mesma, porque são mais as vezes que não tenho do que aquelas que tenho, não posso claro está, contar com um médico de família que prima pela ausência. Mas há quem não tenha de todo médico de família, não sei quantos serão, mas com certeza uma certa Comissão de Utentes do Centro de Saúde de Almeirim, deverá com certeza ter esses dados, ou então andam mais ocupados a amolar as foices para segar o trigo, de alguma UCP, que tenha sobrevivido ao cataclismo proletário da colectivização esburgadora dos tempos do PREC.
Verdade verdadinha é que faltam médicos no Centro de Saúde, a apenas 80 miseráveis quilómetros da capital do Reino, um centro de saúde de uma cidade pequena sofre os mesmos problemas de uma qualquer aldeola transmontana, faltam médicos, porquê?
Alguém consegue responder, alguém consegue de maneira coerente e honesta explicar porque é que existe falta de médicos num centro de saúde a 7 quilómetros de uma capital de Distrito, a menos de 40 minutos da capital de um País, que se diz Europeu, civilizado e desenvolvido. Existirá alguém que de forma honesta sem rodeios e formas encapotadas, possa responder à dúvida honesta de um dos papalvos que vos enche os bolsos.
Eu até tenho uma resposta, seria demasiado ofensiva, para essa CORJA, por isso espero respostas mais civilizadas, porque eu, sou um pobre labrego da província, ignorante e iletrado, longe a anos-luz da douta e omnipresente sapiência dos senhores doutores.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, abril 07, 2009
Genericamente
Mais um enfado, mais uma guerrinha de capelinhas, esta coisa dos genéricos ou talvez não, com o prémio de vermos uma Ministra que até agora parecia ser alguém com bom senso, atacada que está de corporativite. Para lá das declarações inflamadas, de uns e de outros, com o excelso bastonário da Ordem dos Asclépios, perdoem-me mas prefiro o étimo Grego, a zurzir nos Galenos, com a sua sempre pronta verborreia, sindical encapotada de discurso simples e despretensioso.
Mas a verdadeira questão é muito simples, por um lado os Asclépios, não querem perder as mordomias e alcavalas, que a indústria farmacêutica lhes proporciona, por entupirem com caixas de sessentas unidades, os papalvos que só precisam de tomar cinco e pagam sessenta, estes mesmos hipócritas vêm depois com falinhas mansas alertar para os perigos da auto medicação, ora como dizia eu, eles são lá rapazes para perder os excelentes congressos de medicina, que se realizam em Cancún, em Aruba, nas Seychelles e noutros conhecidos centros de desenvolvimento da medicina, bem como os outros presentitos, que por baixo da mesa lhes chegam às manápulas.
Do outro lado os de Galeno, fartos de não partilharem do pote, como se não comessem o suficiente, querem por eles começar também a encher mais o bolso como os outros, ora como uns têm a mania de presumir tudo saber e os outros também querem comer, começa a guerra, diga-se triste exemplo da imundice em que vai esta terra, e quando seria de esperar que a Ministra desse um murro na mesa e pusesse as duas partes em sentido e no seu devido lugar, coisa que já alguém deveria ter há muito feito, a senhora opta por juntar-se aos seus, numa vergonhosa atitude de lacaismo que vinda de um governante, que não está num cargo para defender interesses sectários e corporativistas mas o povo que a elegeu, soa a coisas do tempo da outra senhora, e não destes magalhânicos tempos de desbravamento de bandas largas, mesmo que não hajam água canalizada nem esgotos.
De um lado e de outro, se desfiam novelos, apaparicando o supremo interesse na defesa do pobre doentinho, a que vos pariu! Digo eu, cambada de hipócritas, acaso o real interesse fosse a defesa dos pobres diabos que têm de optar entre comer e medicar-se, dos pobres diabos que vos engordam os gordos cus de matrona pós menopausa, mal fecundada, acaso fosse esse o vosso real interesse, já teriam encetado conversações para um entendimento, que protegesse quem vos alimenta, cambada de sanguessugas, mas estes malfazejos abutres, uns e outros. Só pretendem engordar ainda mais, que lhes interessa os pobres diabos que se arrastam de centro de saúde para hospital, dali para clínica privada e de lá para farmácias, que lhes interessa. Serei quiçá injusto, ainda há gente boa! Talvez, mas cada vez acredito menos nisso, ao ver a posição de Farmacêuticos, de Médicos e de Ministra, o que acredito é que isto é tudo uma real e rematada corja de filhos dessa que estais a pensar!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Mas a verdadeira questão é muito simples, por um lado os Asclépios, não querem perder as mordomias e alcavalas, que a indústria farmacêutica lhes proporciona, por entupirem com caixas de sessentas unidades, os papalvos que só precisam de tomar cinco e pagam sessenta, estes mesmos hipócritas vêm depois com falinhas mansas alertar para os perigos da auto medicação, ora como dizia eu, eles são lá rapazes para perder os excelentes congressos de medicina, que se realizam em Cancún, em Aruba, nas Seychelles e noutros conhecidos centros de desenvolvimento da medicina, bem como os outros presentitos, que por baixo da mesa lhes chegam às manápulas.
Do outro lado os de Galeno, fartos de não partilharem do pote, como se não comessem o suficiente, querem por eles começar também a encher mais o bolso como os outros, ora como uns têm a mania de presumir tudo saber e os outros também querem comer, começa a guerra, diga-se triste exemplo da imundice em que vai esta terra, e quando seria de esperar que a Ministra desse um murro na mesa e pusesse as duas partes em sentido e no seu devido lugar, coisa que já alguém deveria ter há muito feito, a senhora opta por juntar-se aos seus, numa vergonhosa atitude de lacaismo que vinda de um governante, que não está num cargo para defender interesses sectários e corporativistas mas o povo que a elegeu, soa a coisas do tempo da outra senhora, e não destes magalhânicos tempos de desbravamento de bandas largas, mesmo que não hajam água canalizada nem esgotos.
De um lado e de outro, se desfiam novelos, apaparicando o supremo interesse na defesa do pobre doentinho, a que vos pariu! Digo eu, cambada de hipócritas, acaso o real interesse fosse a defesa dos pobres diabos que têm de optar entre comer e medicar-se, dos pobres diabos que vos engordam os gordos cus de matrona pós menopausa, mal fecundada, acaso fosse esse o vosso real interesse, já teriam encetado conversações para um entendimento, que protegesse quem vos alimenta, cambada de sanguessugas, mas estes malfazejos abutres, uns e outros. Só pretendem engordar ainda mais, que lhes interessa os pobres diabos que se arrastam de centro de saúde para hospital, dali para clínica privada e de lá para farmácias, que lhes interessa. Serei quiçá injusto, ainda há gente boa! Talvez, mas cada vez acredito menos nisso, ao ver a posição de Farmacêuticos, de Médicos e de Ministra, o que acredito é que isto é tudo uma real e rematada corja de filhos dessa que estais a pensar!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, abril 01, 2009
Uma Cegada
Avelãs, Isoldino e Fafá.
Três dos maiores galfarros de cá,
Mesmo com muito clamar,
Esta ceguinha Justiça, nada pode provar!
Esta ceguinha Justiça,
só condena franganotes,
nunca chega ao poleiro,
onde o galo liça!
Neste Portugal de pequenotes,
entalados, até mais não poder,
Safam-se sempre os mesmos artolas.
Os labregos ficam a ver,
como se amanham os granjolas,
com esta Justiça ceguinha, que nada consegue provar.
Ai de mim que sou pobre,
ai de mim, sem sangre nobre.
Se me condenam às galés,
até me arrancam as unhas dos pés.
Porque esta Justiça cega,
A mim se me desvio já me carrega!
Um abraço poético, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Três dos maiores galfarros de cá,
Mesmo com muito clamar,
Esta ceguinha Justiça, nada pode provar!
Esta ceguinha Justiça,
só condena franganotes,
nunca chega ao poleiro,
onde o galo liça!
Neste Portugal de pequenotes,
entalados, até mais não poder,
Safam-se sempre os mesmos artolas.
Os labregos ficam a ver,
como se amanham os granjolas,
com esta Justiça ceguinha, que nada consegue provar.
Ai de mim que sou pobre,
ai de mim, sem sangre nobre.
Se me condenam às galés,
até me arrancam as unhas dos pés.
Porque esta Justiça cega,
A mim se me desvio já me carrega!
Um abraço poético, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, março 26, 2009
60'
Estes eventos decorrem durante sessenta minutos numa cidade portuguesa que pode ser a sua e retratam uma realidade perversa da actual sociedade massificada em especial da estupidez massificada que não conhece raça nem credo.
O relógio bate em silêncio as 18 horas desse outro dia qualquer como outro que já passei, pachorrentamente despeço-me dos formandos, encerro os computadores, arrumo as minhas tralhas, saio, acendo um libertador cigarro malfazejo e sigo, deambulo entre o verde da zona ajardinada, eivado de cagadelas de rafeiro, que qual, minas anti pessoal pejam a relva, num fantástico quadro do civismo luso.
Atravesso a passo diligente mas calmo, ou não tivesse eu costela de além Tejo, os metros que me separam, do pavilhão desportivo que devo atravessar para ganhar a rua principal e comprar um casqueiro para complementar a jantarada, nisto deparo-me como uma daquelas cenas, pintalgadas de surrealismo, atada a rede que delimita a pista de atletismo um carroça com o respectivo muar, interrompe o passeio que é bastante largo, é talvez o melhor passeio desta terreola, isto a cerca de 10 metros do quartel dos representantes da autoridade cá da terra, à porta desse mesmo quartel, um bando desses nómadas bandalhos, tristes sanguessugas subsídio dependentes, elementos anacrónicos de uma sociedade que se diz moderna, quem sabe se não são eles que estão certos, discute, encaminhando-se para a carroça, os sete ou oito como se donos do mundo fossem.
Passo discreto pelo outro lado, da rua, não é a cor que me enoja é a arrogante displicência da estupidez, o orgulho em ser parvo, em ser imbecil e fazer disso um modo de vida. Finalmente chego à rua principal, numa ruazinha lateral estaciona uma senhora professora, muito benzoca, muito elite, muito estatuto e ostentação, carripana plantada em cima do passeio para estar à sombra porque do outro lado onde há espaço, ainda está Sol. A senhora será com certeza o orgulho do seu lar, nem vou discutir os seus doutos atributos docentes, invejo os seus discentes que sairão seguramente engrandecidos de tão sapiente docente que lhes inculca os mais altos valores da civilidade e moral, sim porque essa senhora é também uma crente, que se preocupa muito, com os velhinhos, aleijadinhos e pobrezinhos, e assim, tá a ver! Não me enoja o estatuto social, o poder económico a possível mesquinhez, mas antes a arrogante displicência da estupidez, o orgulho em ser parvo, em ser imbecil e fazer disso um modo de vida.
Começo a ficar perturbado são agora 18.37h, chego finalmente à padaria pastelaria, local da moda, hoje não há carros nos passeios, olho de relance e percebo porquê, meio tapado por um carro um agente da autoridade, de olhar vago e circunspecto, está por ali, deveria ser assim todos os dias, mas andando, que todos sabemos que se colocassem um polícia em cada esquina não havia que chegassem. À porta da dita casa do casqueiro, duas moçoilas com carrinhos de bebé, atravancam a porta de entrada, conheço-as de vista, duas lontras anafadas do rendimento mínimo que mais não fazem que parir e enfardar pasteis de nata e bolas de Berlim, conversam alegremente, eu espero, nenhuma se desvia, atrás surge uma senhora que também fica em surdina a ver o desenlace da coisa, são 18.42, há cinco minutos que as mamãs extremosas falam entre um arreganho da dentuça, uma baforada de SG light e um embalo aos fedelhos, atrás de mim a senhora irrita-se e atira.
- Com lecença, deixem passar quem trabalha!
Empurrando um carrinho abre caminho na muralha, e penetra a brecha, desembocando na praça de armas do castelo sitiado,sigo-a apoiando a intentona. Não me enoja, que sejam do rendimento mínimo, que mostrem ter tanto respeito pelos filhos como eu por um monte de trampa, o que me enoja é a arrogante displicência da estupidez, o orgulho em ser parvo, em ser imbecil e fazer disso um modo de vida.
Três tipos de pessoas, todos diferentes, raças, etnias, culturas, estatutos sociais e por aí a fora, no entanto são a prova, provada que na realidade são todos iguais, na falta de civismo, na boçalidade e estupidez.
São agora 19.00h, fechei a porta do meu cantinho escudando-me da sociedade, para descreve-la como a sinto!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
O relógio bate em silêncio as 18 horas desse outro dia qualquer como outro que já passei, pachorrentamente despeço-me dos formandos, encerro os computadores, arrumo as minhas tralhas, saio, acendo um libertador cigarro malfazejo e sigo, deambulo entre o verde da zona ajardinada, eivado de cagadelas de rafeiro, que qual, minas anti pessoal pejam a relva, num fantástico quadro do civismo luso.
Atravesso a passo diligente mas calmo, ou não tivesse eu costela de além Tejo, os metros que me separam, do pavilhão desportivo que devo atravessar para ganhar a rua principal e comprar um casqueiro para complementar a jantarada, nisto deparo-me como uma daquelas cenas, pintalgadas de surrealismo, atada a rede que delimita a pista de atletismo um carroça com o respectivo muar, interrompe o passeio que é bastante largo, é talvez o melhor passeio desta terreola, isto a cerca de 10 metros do quartel dos representantes da autoridade cá da terra, à porta desse mesmo quartel, um bando desses nómadas bandalhos, tristes sanguessugas subsídio dependentes, elementos anacrónicos de uma sociedade que se diz moderna, quem sabe se não são eles que estão certos, discute, encaminhando-se para a carroça, os sete ou oito como se donos do mundo fossem.
Passo discreto pelo outro lado, da rua, não é a cor que me enoja é a arrogante displicência da estupidez, o orgulho em ser parvo, em ser imbecil e fazer disso um modo de vida. Finalmente chego à rua principal, numa ruazinha lateral estaciona uma senhora professora, muito benzoca, muito elite, muito estatuto e ostentação, carripana plantada em cima do passeio para estar à sombra porque do outro lado onde há espaço, ainda está Sol. A senhora será com certeza o orgulho do seu lar, nem vou discutir os seus doutos atributos docentes, invejo os seus discentes que sairão seguramente engrandecidos de tão sapiente docente que lhes inculca os mais altos valores da civilidade e moral, sim porque essa senhora é também uma crente, que se preocupa muito, com os velhinhos, aleijadinhos e pobrezinhos, e assim, tá a ver! Não me enoja o estatuto social, o poder económico a possível mesquinhez, mas antes a arrogante displicência da estupidez, o orgulho em ser parvo, em ser imbecil e fazer disso um modo de vida.
Começo a ficar perturbado são agora 18.37h, chego finalmente à padaria pastelaria, local da moda, hoje não há carros nos passeios, olho de relance e percebo porquê, meio tapado por um carro um agente da autoridade, de olhar vago e circunspecto, está por ali, deveria ser assim todos os dias, mas andando, que todos sabemos que se colocassem um polícia em cada esquina não havia que chegassem. À porta da dita casa do casqueiro, duas moçoilas com carrinhos de bebé, atravancam a porta de entrada, conheço-as de vista, duas lontras anafadas do rendimento mínimo que mais não fazem que parir e enfardar pasteis de nata e bolas de Berlim, conversam alegremente, eu espero, nenhuma se desvia, atrás surge uma senhora que também fica em surdina a ver o desenlace da coisa, são 18.42, há cinco minutos que as mamãs extremosas falam entre um arreganho da dentuça, uma baforada de SG light e um embalo aos fedelhos, atrás de mim a senhora irrita-se e atira.
- Com lecença, deixem passar quem trabalha!
Empurrando um carrinho abre caminho na muralha, e penetra a brecha, desembocando na praça de armas do castelo sitiado,sigo-a apoiando a intentona. Não me enoja, que sejam do rendimento mínimo, que mostrem ter tanto respeito pelos filhos como eu por um monte de trampa, o que me enoja é a arrogante displicência da estupidez, o orgulho em ser parvo, em ser imbecil e fazer disso um modo de vida.
Três tipos de pessoas, todos diferentes, raças, etnias, culturas, estatutos sociais e por aí a fora, no entanto são a prova, provada que na realidade são todos iguais, na falta de civismo, na boçalidade e estupidez.
São agora 19.00h, fechei a porta do meu cantinho escudando-me da sociedade, para descreve-la como a sinto!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, março 24, 2009
Aqui, assim!
O país soçobra, alegremente a patetada discute bola, em Fátima reza-se ao invés de se trabalhar, este triste fado tem perseguido estas gentes nos últimos 200 anos, desde a última invasão gaulesa, que andamos em bolandas, perdemos a fibra, ainda tivemos uns arroubos de dignidade, coisas pontuais, que serviram somente para temperar o habitual estado de miserabilismo em que vivemos.
O Estado incapaz, protege a poucos, a maioria engorda com suor a minoria de ineptos e inúteis, que vilipendia, rouba e assassina a seu bel-prazer. As polícias, ténues sombras de forças de ordem e segurança, vivem entre salários de miséria, esquadras e quartéis vetustas e venerandas barracas, sem condições, o polícia vive num T2 ou T3, num subúrbio miserável, sufocado por um empréstimo de vergonhosa usura capitalista, enquanto o bandalho vive num T5 num bairro social com uma renda de 5 Euros que até nem paga, ou então vive num condomínio fechado protegido a sete chaves pago com as galfarrices que vai fazendo pelos corredores do poder.
Os magistrados, julgam pouco e mal, muitas das vezes também manietados por leis feitas a propósito para salvar a retaguarda pecaminosa de alguns alarves que se vangloriam de actos sujos, o povaréu entre o desemprego que rondará seguramente próximo do milhão, apesar dos mentirosos números oficiais decrescerem a coisa, vive embasbacado entre as noveluchas televisivas, suspenso entre equadores e índias fantásticas onde não se vê o menor vislumbre da real miséria que nesses trópicos campeia.
Ainda nem calor fez a sério e o país já arde de novo, curioso que arda quase sempre pinhal e outro tipo de mata, os eucaliptos parecem estar a salvo, excepto as pequenas parcelas dessa árvore detidas por particulares não agregados à grande máfia das madeiras, mais uma vez o Estado incapaz, protege a nada.
Os galenos, entorpecidos pelo seu poder, mandam e desmandam na saúde, que os há bons, nem ponho em causa, até conheço alguns, que os há grandes bestas, pois cada vez mais, corporativismos de antanho escudam as classes feitas elites, advogados e médicos que há uns meros 200 anos eram tratados a pontapé, evoluíram para uma raça acima da lei, o Estado incapaz de nos proteger dessa gente soçobra, atascado na trampa que vai vomitando em forma de legislação que ninguém cumpre.
A miséria educativa, evolui entre a tagarelice professoral e incompetência estatal, as escolas são hoje antros de imbecis, locais sem segurança onde campeia o que há de mais abjecto desta sociedade, a impunidade e a falta de civismo, o Estado incapaz, incapaz de se criticar revela aqui as suas doutas capacidades e propensão para o ridículo, as futuras gerações de incapazes estão aí, prontinhas a acreditar que a cada esquina da vida há morangos e açúcar, pobres diabos que quando tiverem de provar o suor e o fel que ela tem, vão de certeza rabiar, desnorteados sem entender, que afinal viver custa.
Mas não temam, que joga a selecção e o penalti que foi ou não, congrega as forças várias, até já mete secretários do tal Estado incapaz, ridícula panaceia de um país de lorpas!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
O Estado incapaz, protege a poucos, a maioria engorda com suor a minoria de ineptos e inúteis, que vilipendia, rouba e assassina a seu bel-prazer. As polícias, ténues sombras de forças de ordem e segurança, vivem entre salários de miséria, esquadras e quartéis vetustas e venerandas barracas, sem condições, o polícia vive num T2 ou T3, num subúrbio miserável, sufocado por um empréstimo de vergonhosa usura capitalista, enquanto o bandalho vive num T5 num bairro social com uma renda de 5 Euros que até nem paga, ou então vive num condomínio fechado protegido a sete chaves pago com as galfarrices que vai fazendo pelos corredores do poder.
Os magistrados, julgam pouco e mal, muitas das vezes também manietados por leis feitas a propósito para salvar a retaguarda pecaminosa de alguns alarves que se vangloriam de actos sujos, o povaréu entre o desemprego que rondará seguramente próximo do milhão, apesar dos mentirosos números oficiais decrescerem a coisa, vive embasbacado entre as noveluchas televisivas, suspenso entre equadores e índias fantásticas onde não se vê o menor vislumbre da real miséria que nesses trópicos campeia.
Ainda nem calor fez a sério e o país já arde de novo, curioso que arda quase sempre pinhal e outro tipo de mata, os eucaliptos parecem estar a salvo, excepto as pequenas parcelas dessa árvore detidas por particulares não agregados à grande máfia das madeiras, mais uma vez o Estado incapaz, protege a nada.
Os galenos, entorpecidos pelo seu poder, mandam e desmandam na saúde, que os há bons, nem ponho em causa, até conheço alguns, que os há grandes bestas, pois cada vez mais, corporativismos de antanho escudam as classes feitas elites, advogados e médicos que há uns meros 200 anos eram tratados a pontapé, evoluíram para uma raça acima da lei, o Estado incapaz de nos proteger dessa gente soçobra, atascado na trampa que vai vomitando em forma de legislação que ninguém cumpre.
A miséria educativa, evolui entre a tagarelice professoral e incompetência estatal, as escolas são hoje antros de imbecis, locais sem segurança onde campeia o que há de mais abjecto desta sociedade, a impunidade e a falta de civismo, o Estado incapaz, incapaz de se criticar revela aqui as suas doutas capacidades e propensão para o ridículo, as futuras gerações de incapazes estão aí, prontinhas a acreditar que a cada esquina da vida há morangos e açúcar, pobres diabos que quando tiverem de provar o suor e o fel que ela tem, vão de certeza rabiar, desnorteados sem entender, que afinal viver custa.
Mas não temam, que joga a selecção e o penalti que foi ou não, congrega as forças várias, até já mete secretários do tal Estado incapaz, ridícula panaceia de um país de lorpas!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, março 19, 2009
São Bento da Porta Aberta
Bentinho esse sacripanta bonacheirão, que por ora, ocupa a cadeira de Pedro, de cada vez que abre a sua santa boca, diz asneirada da grossa, a ele junta-se o nosso revendo Feytor Pinto, que claro comunga da linha embrutecida dos senhores do clero Vaticano, comunga mas não excomunga como a igreja do Brasil.
Ele há coisas que me escapam, nesta coisa das religiões, outras porém só as posso ver à perversa luz da estupidez militante, da arrogância e da falta de bom senso. No caso desta nova investida papal contra o uso do preservativo, a única coisa que me causa é asco, um nojo profundo de partilhar o mundo com semelhantes criaturas que apregoam estas barbaridades como verdades insofismáveis da humanidade, sendo eles os únicos detentores da verdade, quando ao olhar-mos a história vemos que as mais das vezes os avanços e vislumbres dessa verdade estiveram quase sempre mais além da tacanhez retrógrada e maléfica das igrejas.
A promiscuidade sexual é um acto transversal na natureza, o facto de sermos supostamente donos de uma inteligência acima da média em relação ao restante das criaturas deste planeta, não significa que não sejamos na mesma filhos deste planeta membros desta ordem natural, animais na nossa essência, espécie evoluída, o que lhe queiram chamar. A Sexualidade é antes de mais uma multiplicidade complexa de comportamentos, originados por reacções químicas, sujeitas que estão a erros e desvios às normas tidas como padrões, que só o são, na nossa mente racional, porque objectivamente tudo faz parte da natureza.
Mas eis que por decreto surgem as religiões, sancionando, padronizando e orientando a queca, o bom Judeu, o bom Cristão o bom Muçulmano, só dão quecas a dias certos com determinados propósitos e em determinada posição, claro que depois é vê-los a todos esses bons rapazes, correrem a entupir as casas de meninas para satisfazer os delírios que a boa da moral da família imposta por estas religiosidades impõem, há uma palavra que aqui cai deliciosamente, a hipocrisia.
Ao desvalorizar, ao condenar o uso do preservativo, sua santidade, peca! Eis a humanidade revelada em toda o seu mais absoluto esplendor miserabilista e maléfico. Com religiões assim, quem precisa de demónios?
Um abraço fraterno, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Ele há coisas que me escapam, nesta coisa das religiões, outras porém só as posso ver à perversa luz da estupidez militante, da arrogância e da falta de bom senso. No caso desta nova investida papal contra o uso do preservativo, a única coisa que me causa é asco, um nojo profundo de partilhar o mundo com semelhantes criaturas que apregoam estas barbaridades como verdades insofismáveis da humanidade, sendo eles os únicos detentores da verdade, quando ao olhar-mos a história vemos que as mais das vezes os avanços e vislumbres dessa verdade estiveram quase sempre mais além da tacanhez retrógrada e maléfica das igrejas.
A promiscuidade sexual é um acto transversal na natureza, o facto de sermos supostamente donos de uma inteligência acima da média em relação ao restante das criaturas deste planeta, não significa que não sejamos na mesma filhos deste planeta membros desta ordem natural, animais na nossa essência, espécie evoluída, o que lhe queiram chamar. A Sexualidade é antes de mais uma multiplicidade complexa de comportamentos, originados por reacções químicas, sujeitas que estão a erros e desvios às normas tidas como padrões, que só o são, na nossa mente racional, porque objectivamente tudo faz parte da natureza.
Mas eis que por decreto surgem as religiões, sancionando, padronizando e orientando a queca, o bom Judeu, o bom Cristão o bom Muçulmano, só dão quecas a dias certos com determinados propósitos e em determinada posição, claro que depois é vê-los a todos esses bons rapazes, correrem a entupir as casas de meninas para satisfazer os delírios que a boa da moral da família imposta por estas religiosidades impõem, há uma palavra que aqui cai deliciosamente, a hipocrisia.
Ao desvalorizar, ao condenar o uso do preservativo, sua santidade, peca! Eis a humanidade revelada em toda o seu mais absoluto esplendor miserabilista e maléfico. Com religiões assim, quem precisa de demónios?
Um abraço fraterno, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, março 17, 2009
Para Inglês ver!
É assim que anda a nossa Educação, entre a atitude subserviente da CONFAP, que ainda no outro dia se desvelou em elogios à senhora ministra da Educação, num prodigioso exercício de lambebotice execrável, onde a figura do seu presidente, sinistra personagem, desponta, coroando com as absurdas idiotices propaladas aos quatro ventos por quem, me quer parecer, cada vez mais olha para escola como um aviário um depósito para deixar os fedelhos, sintomático disso é a proposta de abertura das escolas por doze horas, atenção que eu até acho que as escolas devessem estar abertas num período mais lato, mas assim também é ridículo. Mais ridículo se torna quando as escolas têm as miseráveis condições que têm, sem pessoal, sem material, num mais absoluto estado de indigência.
Ficaria feliz se visse a CONFAP, bradar aos céus por mais e melhores escolas, por mais e melhores laboratórios onde o ensino das ciências seja apelativo e motive a desmotivada plebe estudantil, mais e melhores salas de artes onde o ensino das artes plásticas da música e do teatro, enriqueçam a pobre cultura destas futuras gerações de analfabetos, que criem cidadãos educados e civilizados, ao invés de criarem uns bobos inconsequentes e tão burros que dão dó.
Ficaria feliz se visse a CONFAP, clamar aos sete ventos, por mais professores, pela criação de gabinetes de apoio psicológico e orientação em cada escola, gabinetes multidisciplinares que atalhassem e ajudassem a resolver e ou minorar problemas sociais e outros para os quais não existe nenhuma solução no actual espectro desta coisa chamada Educação.
Ficaria feliz se visse a CONFAP, gritar a sua indignação, ao exigir uma licença de parto maior, sem “qui pro quos” de percentagens salariais ridículas, que exigisse horários de trabalho mais flexíveis que permitam aos pais acompanhar os filhos nas escolas, que fizesse pressão para que o pré-escolar fosse integrado efectivamente no sistema de ensino, que o sistema de ensino fosse dotado de um fio condutor que permitisse à criança evoluir naturalmente dentro dum percurso escolar objectivo em que cada grau de ensino complementasse o anterior e fizesse a criança evoluir os seus conhecimentos, ao invés deste coisa completamente absurda de capelinhas e compartimentos estanque, que temos hoje, ficaria tão feliz se a CONFAP, sugerisse mais disciplina, solicitasse a abolição dessa imbecilidade chamada estatuto do aluno, ficaria feliz se visse essa organização denunciar o clima de medo e a insegurança das escolas, sugerindo medidas disciplinares fortes e que as escolas tomassem de novo o pulso à maralha. Mas não, a coisa mais interessante que ouvi foi a proposta de transformar as escolas em associações de bairro para promover as festarolas de bebedeira colectiva.
Quando as organizações de pais são isto, o que se pode esperar, senão mais e maiores cretinices e imbecilidades! Mais alunos a agredir funcionários e professores, mais alunos a comportarem-se como selvagens, muitas vezes a coberto da impunidade étnica e geográfica que por cá vigora, nesta anedota transformada em país.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Ficaria feliz se visse a CONFAP, bradar aos céus por mais e melhores escolas, por mais e melhores laboratórios onde o ensino das ciências seja apelativo e motive a desmotivada plebe estudantil, mais e melhores salas de artes onde o ensino das artes plásticas da música e do teatro, enriqueçam a pobre cultura destas futuras gerações de analfabetos, que criem cidadãos educados e civilizados, ao invés de criarem uns bobos inconsequentes e tão burros que dão dó.
Ficaria feliz se visse a CONFAP, clamar aos sete ventos, por mais professores, pela criação de gabinetes de apoio psicológico e orientação em cada escola, gabinetes multidisciplinares que atalhassem e ajudassem a resolver e ou minorar problemas sociais e outros para os quais não existe nenhuma solução no actual espectro desta coisa chamada Educação.
Ficaria feliz se visse a CONFAP, gritar a sua indignação, ao exigir uma licença de parto maior, sem “qui pro quos” de percentagens salariais ridículas, que exigisse horários de trabalho mais flexíveis que permitam aos pais acompanhar os filhos nas escolas, que fizesse pressão para que o pré-escolar fosse integrado efectivamente no sistema de ensino, que o sistema de ensino fosse dotado de um fio condutor que permitisse à criança evoluir naturalmente dentro dum percurso escolar objectivo em que cada grau de ensino complementasse o anterior e fizesse a criança evoluir os seus conhecimentos, ao invés deste coisa completamente absurda de capelinhas e compartimentos estanque, que temos hoje, ficaria tão feliz se a CONFAP, sugerisse mais disciplina, solicitasse a abolição dessa imbecilidade chamada estatuto do aluno, ficaria feliz se visse essa organização denunciar o clima de medo e a insegurança das escolas, sugerindo medidas disciplinares fortes e que as escolas tomassem de novo o pulso à maralha. Mas não, a coisa mais interessante que ouvi foi a proposta de transformar as escolas em associações de bairro para promover as festarolas de bebedeira colectiva.
Quando as organizações de pais são isto, o que se pode esperar, senão mais e maiores cretinices e imbecilidades! Mais alunos a agredir funcionários e professores, mais alunos a comportarem-se como selvagens, muitas vezes a coberto da impunidade étnica e geográfica que por cá vigora, nesta anedota transformada em país.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, março 13, 2009
Parlapatões
Dom Parlapatão de cima do seu cadeirão ajaezado em ouro e veludo resolveu-se a excomungar. O gordo traseiro anafado da santa madre, engordado a prebendas e alcavalas de quem aos outros prega a moral e as virtudes do paupério viver, enquanto que intra muros conventuais e outros que tais se lança em orgíacas e báquicas safardanices.
Mas quem está de fora racha lenha, no dizer do popular que não popularucho rebanho, sempre pronto a erguer a cruz e a deitar lenha na fogueira, porque aquilo de que aqui se fala é de um auto de fé, que por terra de Vera Cruz desses brasis de pai de santo, atira às eternas chamas uma menina pobre, que por malasorte caiu nas garras de um imundo dejecto que esta humanidade beatíssima produz, triste sina a daquela inocente que não lhe bastando as sevícias terrenais enfrenta agora por decreto dos Parlapatões a condena clerical da eterna excomunhão.
E não foi de modas Dom Parlapatão, excomungou a plebe toda, família e médicos todos por junto agrilhoados à malsã condenação, com um pequeno, mas, de excepção, falta a essa mãe santa de cruz ao alto, condenar e afastar-se da atitude imunda de um abusador, a esse ou sobre essa não recaiu, nenhuma excomunhão, nenhuma admoestação nem sequer a mais pequena repreensão, agiu em consciência Dom Parlapatão, pela sua voz a de todos os Parlapatões, Papões e Sacristães, ancorados nas suas parlapatanices escritas, a que dignamente chamam a palavra de deus, este é sem dúvida um Deus menor, mesmo muito mesquinho e patético, com deuses destes ainda bem que existem incréus.
Pobre menina, que nem, naqueles que se dizem defensores da moral dos costumes e da família, encontra colo, encontra amparo para as suas desgraças. Dom Parlapatão e os outros Parlapatões, impantes de soberba, pecado capital, aliás justamente esquecido as mais das vezes pelos parlapatanistas, demonstram assim a sua atitude pró vida, a sua proximidade ao radicalismo selvagem que tão céleres são a criticar nos Parlapatões de outras Parlapatanices patéticas, que invocam o nome de deus para se rebentarem, massacrarem, humilharem e vilipendiarem o seu semelhante, simplesmente porque ou não parlapatanizam das suas parlapatanices.
Enredado, em púrpura e escarlate, entretecido em vil metal amarelo, escorrendo a sápida gordura do frango campestre doado pela alma caridosa do rebanho que assim tenta aliviar a consciência e comprar bilhete para as etéreas paragens, Dom Parlapatão, castiga, lança excomunhões e anátemas, dogmas e parábolas, que muitas vezes nada dizem, tanto palavreando. Os grossos garfos adornados de auríferos cachuchos engastados em raras pedras coloridas, entre sedas e festins, os Parlapatões, clamam a exegese do piedoso acto, quando eles próprios, mostram ser as mais ímpias das Hárpias.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Mas quem está de fora racha lenha, no dizer do popular que não popularucho rebanho, sempre pronto a erguer a cruz e a deitar lenha na fogueira, porque aquilo de que aqui se fala é de um auto de fé, que por terra de Vera Cruz desses brasis de pai de santo, atira às eternas chamas uma menina pobre, que por malasorte caiu nas garras de um imundo dejecto que esta humanidade beatíssima produz, triste sina a daquela inocente que não lhe bastando as sevícias terrenais enfrenta agora por decreto dos Parlapatões a condena clerical da eterna excomunhão.
E não foi de modas Dom Parlapatão, excomungou a plebe toda, família e médicos todos por junto agrilhoados à malsã condenação, com um pequeno, mas, de excepção, falta a essa mãe santa de cruz ao alto, condenar e afastar-se da atitude imunda de um abusador, a esse ou sobre essa não recaiu, nenhuma excomunhão, nenhuma admoestação nem sequer a mais pequena repreensão, agiu em consciência Dom Parlapatão, pela sua voz a de todos os Parlapatões, Papões e Sacristães, ancorados nas suas parlapatanices escritas, a que dignamente chamam a palavra de deus, este é sem dúvida um Deus menor, mesmo muito mesquinho e patético, com deuses destes ainda bem que existem incréus.
Pobre menina, que nem, naqueles que se dizem defensores da moral dos costumes e da família, encontra colo, encontra amparo para as suas desgraças. Dom Parlapatão e os outros Parlapatões, impantes de soberba, pecado capital, aliás justamente esquecido as mais das vezes pelos parlapatanistas, demonstram assim a sua atitude pró vida, a sua proximidade ao radicalismo selvagem que tão céleres são a criticar nos Parlapatões de outras Parlapatanices patéticas, que invocam o nome de deus para se rebentarem, massacrarem, humilharem e vilipendiarem o seu semelhante, simplesmente porque ou não parlapatanizam das suas parlapatanices.
Enredado, em púrpura e escarlate, entretecido em vil metal amarelo, escorrendo a sápida gordura do frango campestre doado pela alma caridosa do rebanho que assim tenta aliviar a consciência e comprar bilhete para as etéreas paragens, Dom Parlapatão, castiga, lança excomunhões e anátemas, dogmas e parábolas, que muitas vezes nada dizem, tanto palavreando. Os grossos garfos adornados de auríferos cachuchos engastados em raras pedras coloridas, entre sedas e festins, os Parlapatões, clamam a exegese do piedoso acto, quando eles próprios, mostram ser as mais ímpias das Hárpias.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, março 09, 2009
De novo outra vez, os do costume!
Desta vez nas Olaias, os intervenientes do costume, as questões usuais e os problemas inerentes aos bairros sociais onde se encafua a tralha e o rebotalho desta sociedade de estrume que criámos.
Para não variar, os iniciadores são os do costume, a famosa “etnia” subsídio dependente. Gente que não se integra nem quer, gente que continua a querer viver num limbo de anarquia e falta de civismo.
À porta de uma esquadra esta madrugada um agente é esfaqueado no pescoço por um bravo representante da mesma etnia, mais uma vez, o covarde acto foi perpetrado, pelas costas, o agente recupera, o facínora está na grelha, apanha aí uns 4 anos ou 5, não mais, no entanto se fosse ao contrário, bem nem imagino o que seria de programas especiais sobre a violência policial e racismo e por aí adiante, mas como foi um PSP, que se lixe porque existem mais.
O que condeno aqui não é a etnia, é a estupidez, a boçalidade desta gente que se arroga privilégios de diferença, que nunca obteve por meios da honestidade e do civismo, nunca se destacou pelo bem antes pela arrogância, pelo racismo e discriminação, pela pura estupidez e falta de regras de convivência.
Ser diferente não é ser estúpido, imbecil e boçal, ser diferente é participar, activamente para o bem comum, para engrandecer a nome desta sociedade que vive dias de amargura. Com gentalha desta, nunca iremos a lado nenhum!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Para não variar, os iniciadores são os do costume, a famosa “etnia” subsídio dependente. Gente que não se integra nem quer, gente que continua a querer viver num limbo de anarquia e falta de civismo.
À porta de uma esquadra esta madrugada um agente é esfaqueado no pescoço por um bravo representante da mesma etnia, mais uma vez, o covarde acto foi perpetrado, pelas costas, o agente recupera, o facínora está na grelha, apanha aí uns 4 anos ou 5, não mais, no entanto se fosse ao contrário, bem nem imagino o que seria de programas especiais sobre a violência policial e racismo e por aí adiante, mas como foi um PSP, que se lixe porque existem mais.
O que condeno aqui não é a etnia, é a estupidez, a boçalidade desta gente que se arroga privilégios de diferença, que nunca obteve por meios da honestidade e do civismo, nunca se destacou pelo bem antes pela arrogância, pelo racismo e discriminação, pela pura estupidez e falta de regras de convivência.
Ser diferente não é ser estúpido, imbecil e boçal, ser diferente é participar, activamente para o bem comum, para engrandecer a nome desta sociedade que vive dias de amargura. Com gentalha desta, nunca iremos a lado nenhum!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, março 05, 2009
Prenderam o Picoto!
Se algumas dúvidas ainda subsistissem na minha cabeça, acerca do estado miserável deste país, elas dissiparam-se completamente quando li a notícia de que o Picoto, tinha sido condenado a 120 dias de prisão efectiva, por não ter pago um multa de quatrocentos e oitenta Euros depois de ter sido condenado por ofensas a um oficial de polícia, facto ao que parece ocorrido na cidade de Santarém.
E quem é o Picoto, de sua graça José Picoto Ferreira, mais não é que um pobre velhote de 76 anos, insigne lutador pela liberdade, um pobre diabo que subsiste com uma pensão miserável de trezentos e poucos Euros, como muitos dos nossos velhotes, enquanto engordamos com o nosso dinheiro o cu à rataria subsídio dependente, traficante e aos senhores da gravata de seda, o Picoto é um conhecido bebedolas, com uma acentuada queda para o tintol, que quando em estados de delírio alcoólico profere os maiores impropérios contra os poderosos, tudo verdades diga-se de passagem, mas ninguém liga ao Picoto, todos sabemos quem é, a malta ri-se com os seus comentários, quantas vezes nos apetecendo solidarizar com as verdades cruas que denuncia, habita se ainda viver no mesmo sítio um pardieiro junto com a esposa uma senhora imensa, no bairro do Girão, em Santarém, conheço o Picoto e as suas histórias desde os tempos em que frequentava o Liceu Nacional Sá da Bandeira onde fui para concluir o Secundário, já nesse altura o Picoto era propenso à pinga, conhecido simpatizante da causa da foice e do martelo, que num linguarejar desbragado soltava verdades cruas e actualmente provadas e comprovadas pelo bom senso, não pela Lei que não consegue provar porra nenhuma, em relação aos poderosas, à Corja!
Vai daí que algum oficial de Polícia mais melindroso, ele os há assim, muito susceptíveis, na opera chamam-lhes “prima donna”, na Polícia não sei, mas desconfio que deve ser algum epíteto muito pouco agradável, algo a rimar talvez, vai daí que o pobre Picoto se viu condenado por ofender o garboso agente da Lei, a tal Lei e Justiça que é incapaz de fazer condenar as cáfilas de bandalhos que por aí andam, no gamanço, e toda solicita aprende livros em Braga, censura brincadeiras de Carnaval em Torres Vedras e prende o desgraçado do Picoto.
E querem vocês que eu tenha respeito por esta Corja! Isto é tão anedótico que se contado em algum país civilizado fará cair de riso o mais papalvo dos seus habitantes, o ridículo que cobre toda esta maralha, Juízes, Polícias, Tribunais e políticos é a torpe e atroz mácula da indigência intelectual, aliada a um incúria vergonhosa.
Lá fora, assassinos, burlões, vigaristas, escumalha de todas as cores, incluindo os que andam aos tiros em bairros cheios de gente e que agridem Bombeiros, como o caso que se passou em Tomar, riem a bom rir, quem deve temer a Justiça, somos nós os pobres diabos que pagamos a toda essa maralha que vive desse negócio, porque os outros os bandalhos estão protegidos!
Viva o Picoto!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
E quem é o Picoto, de sua graça José Picoto Ferreira, mais não é que um pobre velhote de 76 anos, insigne lutador pela liberdade, um pobre diabo que subsiste com uma pensão miserável de trezentos e poucos Euros, como muitos dos nossos velhotes, enquanto engordamos com o nosso dinheiro o cu à rataria subsídio dependente, traficante e aos senhores da gravata de seda, o Picoto é um conhecido bebedolas, com uma acentuada queda para o tintol, que quando em estados de delírio alcoólico profere os maiores impropérios contra os poderosos, tudo verdades diga-se de passagem, mas ninguém liga ao Picoto, todos sabemos quem é, a malta ri-se com os seus comentários, quantas vezes nos apetecendo solidarizar com as verdades cruas que denuncia, habita se ainda viver no mesmo sítio um pardieiro junto com a esposa uma senhora imensa, no bairro do Girão, em Santarém, conheço o Picoto e as suas histórias desde os tempos em que frequentava o Liceu Nacional Sá da Bandeira onde fui para concluir o Secundário, já nesse altura o Picoto era propenso à pinga, conhecido simpatizante da causa da foice e do martelo, que num linguarejar desbragado soltava verdades cruas e actualmente provadas e comprovadas pelo bom senso, não pela Lei que não consegue provar porra nenhuma, em relação aos poderosas, à Corja!
Vai daí que algum oficial de Polícia mais melindroso, ele os há assim, muito susceptíveis, na opera chamam-lhes “prima donna”, na Polícia não sei, mas desconfio que deve ser algum epíteto muito pouco agradável, algo a rimar talvez, vai daí que o pobre Picoto se viu condenado por ofender o garboso agente da Lei, a tal Lei e Justiça que é incapaz de fazer condenar as cáfilas de bandalhos que por aí andam, no gamanço, e toda solicita aprende livros em Braga, censura brincadeiras de Carnaval em Torres Vedras e prende o desgraçado do Picoto.
E querem vocês que eu tenha respeito por esta Corja! Isto é tão anedótico que se contado em algum país civilizado fará cair de riso o mais papalvo dos seus habitantes, o ridículo que cobre toda esta maralha, Juízes, Polícias, Tribunais e políticos é a torpe e atroz mácula da indigência intelectual, aliada a um incúria vergonhosa.
Lá fora, assassinos, burlões, vigaristas, escumalha de todas as cores, incluindo os que andam aos tiros em bairros cheios de gente e que agridem Bombeiros, como o caso que se passou em Tomar, riem a bom rir, quem deve temer a Justiça, somos nós os pobres diabos que pagamos a toda essa maralha que vive desse negócio, porque os outros os bandalhos estão protegidos!
Viva o Picoto!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, março 03, 2009
Com Gresso!
O Congresso do Partido Socialista teve três picos que demonstram bem o nível elevado que atingem estas pavonices politiqueiras, o primeiro quando o seu inefável líder optou pelo papel de vítima, a célebre síndrome Calimero, só lhe faltando a casca de ovo no cocuruto, o querido Líder, arengou às hostes rendidas à verve fácil, sobre os papões jornalistas que o perseguem sem fim, qual perdigueiros agarrados às moléculas odoríferas da pequena e frágil perdiz, é o regresso da teoria da cabala, tema tão grato aos nossos políticos que tinha passado de moda.
« Quel injustice toujour, moi, toujour moi !» Como diria o amoroso pintainho preto com a casca de ovo na cabecita avoada, sim realmente que injustiça, tanta gente a fazer asneirada e só vêem as minhas.
Outro ponto alto, desse congresso foi a prelecção escorreito de um sapiente congressista sobre a natureza, pronunciando acerca do casamento homossexual, declarava o douto e iluminado senhor, que, “ …nunca vira um cão a acasalar com outro cão…”. Caro senhor aconselho-o a ver menos missas e novelas e mais programas do National Geographic, ficaria aperceber que esse tipo de comportamentos de interacção sexual entre animais do mesmo sexo existe transversalmente na natureza, sendo muito mais comum do que aquilo que se pensava, apesar de só recentemente ter começado a despertar o interesse dos estudiosos, assim ao contrário da mensagem sacrista e dogmática que os senhores ratos de sacristia querem fazer passar esses comportamentos não são anti natura, são parte da natureza, parte deste mundo vivo, quer queiramos quer não, claro que o protesto contra isso é licito, se bem que, quando vindo de senhores que vestem saias, parecem algo ridículos.
Por último, adorei a entrada da sapientíssima senhora Ministra da Educação, que recebeu forte ovação dos basbaques. Pergunto-me porquê? Esse imenso aplauso demonstra claramente que a imbecilidade é contagiosa, mostrou claramente que a estupidez é bem mais poderosa que a educação e o conhecimento, a ovação a esta senhora que demonstra seguramente ter um dos piores desempenhos da triste história da Educação das últimas três décadas em Portugal, revela a pobreza intelectual de quem anda na política, revela que continuaremos a ser isto, que somos, uns tristes carneiros capados.
À parte, adorei a tirada da Ti Manela Ferreira, valha-nos São Epaminondas Anacoreta, realmente o senhor Primeiro-ministro, não poderia ter desejado maior sorte, ao elegerem a Ti Manela para líder, os camaradas do PSD, deram ao senhor PM a melhor e mais vantajosa ajuda para ganhar de novo as eleições, deixo um conselho ao PSD, antes Alberto João! Pelo menos com esse a malta ria, não lhe ligava porra nenhuma, mas riamos, sempre servia para aumentar a moral.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
« Quel injustice toujour, moi, toujour moi !» Como diria o amoroso pintainho preto com a casca de ovo na cabecita avoada, sim realmente que injustiça, tanta gente a fazer asneirada e só vêem as minhas.
Outro ponto alto, desse congresso foi a prelecção escorreito de um sapiente congressista sobre a natureza, pronunciando acerca do casamento homossexual, declarava o douto e iluminado senhor, que, “ …nunca vira um cão a acasalar com outro cão…”. Caro senhor aconselho-o a ver menos missas e novelas e mais programas do National Geographic, ficaria aperceber que esse tipo de comportamentos de interacção sexual entre animais do mesmo sexo existe transversalmente na natureza, sendo muito mais comum do que aquilo que se pensava, apesar de só recentemente ter começado a despertar o interesse dos estudiosos, assim ao contrário da mensagem sacrista e dogmática que os senhores ratos de sacristia querem fazer passar esses comportamentos não são anti natura, são parte da natureza, parte deste mundo vivo, quer queiramos quer não, claro que o protesto contra isso é licito, se bem que, quando vindo de senhores que vestem saias, parecem algo ridículos.
Por último, adorei a entrada da sapientíssima senhora Ministra da Educação, que recebeu forte ovação dos basbaques. Pergunto-me porquê? Esse imenso aplauso demonstra claramente que a imbecilidade é contagiosa, mostrou claramente que a estupidez é bem mais poderosa que a educação e o conhecimento, a ovação a esta senhora que demonstra seguramente ter um dos piores desempenhos da triste história da Educação das últimas três décadas em Portugal, revela a pobreza intelectual de quem anda na política, revela que continuaremos a ser isto, que somos, uns tristes carneiros capados.
À parte, adorei a tirada da Ti Manela Ferreira, valha-nos São Epaminondas Anacoreta, realmente o senhor Primeiro-ministro, não poderia ter desejado maior sorte, ao elegerem a Ti Manela para líder, os camaradas do PSD, deram ao senhor PM a melhor e mais vantajosa ajuda para ganhar de novo as eleições, deixo um conselho ao PSD, antes Alberto João! Pelo menos com esse a malta ria, não lhe ligava porra nenhuma, mas riamos, sempre servia para aumentar a moral.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, fevereiro 26, 2009
Mar Adentro
Mais uma em que somos campeões! Ontem à tardinha exibiu a RTP2, esse excelente refúgio ao estupidificante mundo televisionado dito generalista, um apontamento inserido no Programa Biosfera, versando os famosos Planos de Ordenamento da Orla Costeira ou POOC, um versátil instrumento legislativo que fariam corar de vergonha, os países europeus menos atentos a esta realidade erosiva.
Ora, se na teoria desde 1993, vou repetir, desde 1993, existe uma legislação que defende os mil e tantos quilómetros da orla costeira portuguesa, a mais ameaçada e em perigo de toda a Europa, ora se existe essa legislação, porque é que em 2009, continuamos paulatinamente a assistir ao homicídio dessa costa, com a permissão de construir os mais vergonhosos mamarrachos, fazendo gato-sapato da tal dita Lei?
A resposta é simples, porque fomos e seremos governados por incapazes! A gentalha dos corredores do poder, essa Corja como lhe chamou o outro, essa caterva de inúteis, ineptos e bandalhos ociosos, vilipendia constantemente as leizecas da trampa que se dá ao trabalho de aprovar, vejam por exemplo os PDM, a bandalheira em que se tornaram, o assassinato das nossas cidades, vilas e aldeias, perpetrado pela Corja, a construção anárquica e desregrada, os bairros sociais esses cancros urbanos em que muitos insistem em apostar, no entanto existe luz ao fundo do túnel, ouvi recentemente um autarca dizer que o modelo de financiamento das autarquias sustentado na construção tem de acabar, que é um instrumento do passado, pena que só te lembres disso agora que a construção está em crise.
Mas voltando ao trilho, a nossa costa está completamente abandalhada, perderemos nos próximos cem anos extensões enormes de costa, aconselhem os vossos bisnetos a comprar terrenos aqui pras minhas bandas, lá para 2100, isto será uma estância balnear.
À erosão natural e dinâmica geológica das costas marítimas, junta-se a pura estupidez e ganância, veja-se o exemplo do Algarve, visto do ar a zona de costa parece um grande bairro, junta-se a pressão de construção selvagem, de rompimento dos cordões dunares, junta-se a estupidez política e a cupidez da negociata, isso para quê? Para daqui a vinte ou trinta anos estarmos a gastar milhões para salvar os empreendimentos em risco de ruir, mais uma vez o dinheiro de todos servirá par tapar o cu, aos gananciosos e intrujões, que espoliam e esburgam este país.
O pouco que sobra da costa está agora e mais uma vez ameaçada por mirabolantes empreendimentos ditos de “utilidade pública”, merdas insalubres que renderão milhões em subornos e falcatruas, que depois todos nós teremos de pagar. O triste disto é que tudo isto se passa nas barbas de um povo de carneirada capada, incapaz de reagir, incapaz de lutar, sempre pronta a abanar a cauda e agitar a bandeirinha, sempre destra na actividade osculatória do incauto politiqueiro em passeio de caça ao voto.
Enquanto isso metro a metro, a nossa costa vai desaparecendo, engolida por um oceano que tarda a engrandecer, para engolir toda esta ridícula alegoria a qual insistimos em chamar um país.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Ora, se na teoria desde 1993, vou repetir, desde 1993, existe uma legislação que defende os mil e tantos quilómetros da orla costeira portuguesa, a mais ameaçada e em perigo de toda a Europa, ora se existe essa legislação, porque é que em 2009, continuamos paulatinamente a assistir ao homicídio dessa costa, com a permissão de construir os mais vergonhosos mamarrachos, fazendo gato-sapato da tal dita Lei?
A resposta é simples, porque fomos e seremos governados por incapazes! A gentalha dos corredores do poder, essa Corja como lhe chamou o outro, essa caterva de inúteis, ineptos e bandalhos ociosos, vilipendia constantemente as leizecas da trampa que se dá ao trabalho de aprovar, vejam por exemplo os PDM, a bandalheira em que se tornaram, o assassinato das nossas cidades, vilas e aldeias, perpetrado pela Corja, a construção anárquica e desregrada, os bairros sociais esses cancros urbanos em que muitos insistem em apostar, no entanto existe luz ao fundo do túnel, ouvi recentemente um autarca dizer que o modelo de financiamento das autarquias sustentado na construção tem de acabar, que é um instrumento do passado, pena que só te lembres disso agora que a construção está em crise.
Mas voltando ao trilho, a nossa costa está completamente abandalhada, perderemos nos próximos cem anos extensões enormes de costa, aconselhem os vossos bisnetos a comprar terrenos aqui pras minhas bandas, lá para 2100, isto será uma estância balnear.
À erosão natural e dinâmica geológica das costas marítimas, junta-se a pura estupidez e ganância, veja-se o exemplo do Algarve, visto do ar a zona de costa parece um grande bairro, junta-se a pressão de construção selvagem, de rompimento dos cordões dunares, junta-se a estupidez política e a cupidez da negociata, isso para quê? Para daqui a vinte ou trinta anos estarmos a gastar milhões para salvar os empreendimentos em risco de ruir, mais uma vez o dinheiro de todos servirá par tapar o cu, aos gananciosos e intrujões, que espoliam e esburgam este país.
O pouco que sobra da costa está agora e mais uma vez ameaçada por mirabolantes empreendimentos ditos de “utilidade pública”, merdas insalubres que renderão milhões em subornos e falcatruas, que depois todos nós teremos de pagar. O triste disto é que tudo isto se passa nas barbas de um povo de carneirada capada, incapaz de reagir, incapaz de lutar, sempre pronta a abanar a cauda e agitar a bandeirinha, sempre destra na actividade osculatória do incauto politiqueiro em passeio de caça ao voto.
Enquanto isso metro a metro, a nossa costa vai desaparecendo, engolida por um oceano que tarda a engrandecer, para engolir toda esta ridícula alegoria a qual insistimos em chamar um país.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, fevereiro 23, 2009
No Reino da Barafunda!
Mas que raio de país é este? Numa cloaca imunda, em que milhares de criminosos andam impunes pela rua, sem que nada lhes aconteça, onde todos os dias o pobre pagante de impostos honesto e trabalhador, sai à rua sem ter a certeza de conseguir chegar a casa sem ser assaltado, nesta verdadeira gaiola de malucas, um Juiz, um Procurador Público, por junto com toda a rapaziada que é necessária para processar a burocracia, conseguem em tempo recorde um verdadeiro milagre e obstar a uma brincadeira de Carnaval, sobre a qual nos podemos questionar sobre o gosto, censurando a graçola com tal celeridade, como se desse insignificante facto, dependessem ataques graves à Nação, à sociedade e ao comum cidadão!
Podemos claro está e devemos questionar e talvez até criticar o mau ou bom gosto da piadola sobre o conhecido computador para crianças, alardeado até à exaustão, mas mais deveríamos questionar a atitude, censória deste Ministério da Justiça, que não consegue por cobro à crescente criminalidade, que não consegue garantir a segurança de nada nem de ninguém e num passe de magia consegue processar de forma célere uma questiúncula de cacaracá, e devemos questionar, perguntando a quem de direito, que tipo de prioridades tem este Ministério, porque a julgar pelo exemplo, as prioridades são anedóticas, ou seja o Ministério da Justiça coloca num patamar superior da douta preocupação dos seus funcionários a perseguição às anedotas e palhaçadas carnavalescas, abaixo de situações como por exemplo os homicídios.
Podemos também questionar a tal papagueada isenção da Justiça perante o poder político, será verdadeira essa isenção? Casos como esta absurda trapalhada parecem fazer crer que “aqui há gato”, ou então que a isenção só funciona para alguns casos, para os outros a isenção é virtual, sabe-se que existe mas não se consegue provar a sua existência.
Num país, onde as polícias, operam em condições da mais completa indigência, técnica, tecnológica, salarial e legislativa, num país onde os edifícios de alguns tribunais nem para estábulos servem, um país miserável, onde a segurança do cidadão honesto está à mercê do acaso e do beneplácito da Providência, num país de merda como este, andam funcionários altamente qualificados e bem pagos a perder tempo com imbecilidades quando por vezes nem notificar criminosos conseguem.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Podemos claro está e devemos questionar e talvez até criticar o mau ou bom gosto da piadola sobre o conhecido computador para crianças, alardeado até à exaustão, mas mais deveríamos questionar a atitude, censória deste Ministério da Justiça, que não consegue por cobro à crescente criminalidade, que não consegue garantir a segurança de nada nem de ninguém e num passe de magia consegue processar de forma célere uma questiúncula de cacaracá, e devemos questionar, perguntando a quem de direito, que tipo de prioridades tem este Ministério, porque a julgar pelo exemplo, as prioridades são anedóticas, ou seja o Ministério da Justiça coloca num patamar superior da douta preocupação dos seus funcionários a perseguição às anedotas e palhaçadas carnavalescas, abaixo de situações como por exemplo os homicídios.
Podemos também questionar a tal papagueada isenção da Justiça perante o poder político, será verdadeira essa isenção? Casos como esta absurda trapalhada parecem fazer crer que “aqui há gato”, ou então que a isenção só funciona para alguns casos, para os outros a isenção é virtual, sabe-se que existe mas não se consegue provar a sua existência.
Num país, onde as polícias, operam em condições da mais completa indigência, técnica, tecnológica, salarial e legislativa, num país onde os edifícios de alguns tribunais nem para estábulos servem, um país miserável, onde a segurança do cidadão honesto está à mercê do acaso e do beneplácito da Providência, num país de merda como este, andam funcionários altamente qualificados e bem pagos a perder tempo com imbecilidades quando por vezes nem notificar criminosos conseguem.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, fevereiro 19, 2009
Ah, afinal, não sou o único!
As declarações de Belmiro de Azevedo, fizeram-me rebentar de riso, a minha piquena, até julgou que estava a assistir a uma apoplexia, mas não. Quando eu disse e repito muitas vezes aquilo que ontem um dos Barões de Portugal disse, eu que sou um simples sucedâneo de nabo da lezíria, olham-me como quem olha uma qualquer atracção circense, sorriem e claro, vão pensando à laia de desabafo interior, coitado do bicho, tá mesmo apanhado.
Mas ontem, foi um dos mais insignes empregadores e empreendedores do burgo que disse que Portugal corre o risco de ficar igual a Africa, no pior sentido da coisa, no mau que isso pode comportar, grande Belmiro, és uma alma gémea aqui do pobre Barão.
No entanto ao contrário do senhor Sonae, eu, há já muito tempo acredito que Portugal é mesmo África, não é pela quantidade de pretos em bairros insalubres, dedicados muitos deles à nobre actividade do gamanço, não, atentem antes ao sistema político desta anedota chamada Portugal.
Na mais nobre tradição das cleptocracias africanas das últimas décadas, o que temos por cá não é melhor, umas oligarquias, enxertadas de nepotismo clássico, de perpetuação da espécie dos mandões de serviço, que tratam primeiramente de se encher, engordando a pança com o dinheiro dos papalvos, que esgravatam para comer e pagar contas.
Junte-se uma Justiça que não serve para nada, polícias manietadas por leis completamente absurdas destinadas a proteger os senhores do poleiro e que acabam também por proteger a escumalha de todas as ditas minorias, aos quais nós também pagamos os subsídios e rendimentos e mais borlas, para que uns e outros possam andar em belos carros, ter casa à borla e gozar com o pagode entretido a discutir se o penalty assinalado ao Alguidares de Baixo foi ou não, ou embasbacados a engolir as patranhas da imprensa imbecil que temos, mais interessados em saber se a moçoila da modo faz felácios a jogadores famosos ou se é corneada pelo namorado músico, num absoluto grau zero de utilização de massa cinzenta.
Enquanto isso a lenta ajardinização de Portugal prossegue, nós não corremos o risco de ser África, nós somos África! Alias quando nos confrontamos com qualquer país da Europa, mesmo aqueles sacos de víboras lá do Leste, ficamos sempre a perder, e os nossos indicadores são sempre mais parecidos com os dos países africanos de democraticidade duvidosa governada por oligarquias, plutocratas e nepotistas, com os quais alias temos excelentes relações, provando as semelhanças que nos unem. Sugiro que nos desvinculemos da EU e adiramos ao invés à UA, União Africana, assim como assim sempre sairíamos do fim da lista, saltando para o meio, seria melhor para a nossa moral colectiva.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Mas ontem, foi um dos mais insignes empregadores e empreendedores do burgo que disse que Portugal corre o risco de ficar igual a Africa, no pior sentido da coisa, no mau que isso pode comportar, grande Belmiro, és uma alma gémea aqui do pobre Barão.
No entanto ao contrário do senhor Sonae, eu, há já muito tempo acredito que Portugal é mesmo África, não é pela quantidade de pretos em bairros insalubres, dedicados muitos deles à nobre actividade do gamanço, não, atentem antes ao sistema político desta anedota chamada Portugal.
Na mais nobre tradição das cleptocracias africanas das últimas décadas, o que temos por cá não é melhor, umas oligarquias, enxertadas de nepotismo clássico, de perpetuação da espécie dos mandões de serviço, que tratam primeiramente de se encher, engordando a pança com o dinheiro dos papalvos, que esgravatam para comer e pagar contas.
Junte-se uma Justiça que não serve para nada, polícias manietadas por leis completamente absurdas destinadas a proteger os senhores do poleiro e que acabam também por proteger a escumalha de todas as ditas minorias, aos quais nós também pagamos os subsídios e rendimentos e mais borlas, para que uns e outros possam andar em belos carros, ter casa à borla e gozar com o pagode entretido a discutir se o penalty assinalado ao Alguidares de Baixo foi ou não, ou embasbacados a engolir as patranhas da imprensa imbecil que temos, mais interessados em saber se a moçoila da modo faz felácios a jogadores famosos ou se é corneada pelo namorado músico, num absoluto grau zero de utilização de massa cinzenta.
Enquanto isso a lenta ajardinização de Portugal prossegue, nós não corremos o risco de ser África, nós somos África! Alias quando nos confrontamos com qualquer país da Europa, mesmo aqueles sacos de víboras lá do Leste, ficamos sempre a perder, e os nossos indicadores são sempre mais parecidos com os dos países africanos de democraticidade duvidosa governada por oligarquias, plutocratas e nepotistas, com os quais alias temos excelentes relações, provando as semelhanças que nos unem. Sugiro que nos desvinculemos da EU e adiramos ao invés à UA, União Africana, assim como assim sempre sairíamos do fim da lista, saltando para o meio, seria melhor para a nossa moral colectiva.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, fevereiro 16, 2009
Vergonhoso
Ontem à noite a TVI, passou uma excelente reportagem sobre a realidade do ensino especial e a tal inclusão, termo que abomino, em Portugal e o que se mostrou foi vergonhoso. A jornalista responsável pelo trabalho, de sua graça Ana Leal, conhece muito bem esse mundo e está de parabéns por essa reportagem, que mesmo assim foi só um breve e fugidio retrato da atroz realidade dessa coisa inenarrável que se chama Ensino Especial.
Vamos então por partes, como já escrevi aqui neste bloguelho, por diversas vezes, o Ensino Especial, cá no jardim à beira mar plantado é para ser simpático, uma das maiores intrujices de sempre. Porque atentem, se a Educação em geral atingiu o estado de miserabilismo subserviente a que assistimos diariamente, imaginem como não estará um ramo do ensino que não se compadece com continhas de merceeiro de aldeola de província e muito menos com burocratices, de mangas-de-alpaca que nunca saíram dos gabinetes de ar condicionado nem nunca largam os motoristas e assessores.
Na reportagem, viram-se coisas de bradar aos céus, que ao contrário do que se possa imaginar são muito comuns, e atenção que as escolas filmadas foram as escolas modelo, assim consideradas por um ministério que atendendo às evasivas respostas do secretário de estado escalado para responder, nem conhece o que se passa, mas adiante.
O calvário relatado foi o normal, falta tudo! Professores, auxiliares, condições materiais e por aí adiante, falta dinheiro, transportes e demais necessidades que não são luxo, são necessidades imperiosas quando se trata deste tipo especial de crianças, professores que compram com o dinheiro do seu bolso os materiais, para poderem fazer o trabalho que lhes é exigido pelo tal ministério, pais que desesperam e situações verdadeiramente escandalosas, de falta atroz de responsabilidade política e de bom senso.
O que nos leva à inclusão, essa coisa do politicamente correcto que pretende colocar deficientes profundos em salas de aulas normais, uma burrice de todo o tamanho, impraticável e completamente estapafúrdia, pois não irá ajudar ninguém, porque para além do mais faltam os meios e a preparação faltam as condições, sobram as ideias imbecis, a inclusão não se faz como se está a tentar, a inclusão não se institui por Lei, a inclusão só deverá ser feita se for uma mais valia para ao aluno deficiente e para os outros, a inclusão a continuar como vai será coisa para dar como já é hábito por cá com os burros na água.
O senhor secretário de estado, apareceu a responder, às perguntas da jornalista, com um evidente mal-estar, má disposição, com respostas a roçar a mais completa falta de educação, claro, atabalhoado, sem perceber do que se falava, ou seja representou muito bem o seu ministério, deu uma excelente imagem daquilo que é a Educação em Portugal.
Aquela reportagem, espelhou muito bem a mentira, que é a coisa pomposa chamada Ensino Especial, uma mentira que este país propaga há vários anos, não é só o actual governo, foram todos os governos dos últimos 20 anos, essa corja que continua no pedestal, em grandes cargos e com grandes ordenados, todos igualmente culpados, aos deficientes, aos pais, aos professores, aos auxiliares e a todos os que se preocupam com essas pobres crianças, resta continuar a lutar e a ter esperança num amanhã melhor, que lhes traga menos mentira, menos corrupção, menos impostores, menos politiqueiros medíocres e mais gente de bom senso. Esperemos!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Vamos então por partes, como já escrevi aqui neste bloguelho, por diversas vezes, o Ensino Especial, cá no jardim à beira mar plantado é para ser simpático, uma das maiores intrujices de sempre. Porque atentem, se a Educação em geral atingiu o estado de miserabilismo subserviente a que assistimos diariamente, imaginem como não estará um ramo do ensino que não se compadece com continhas de merceeiro de aldeola de província e muito menos com burocratices, de mangas-de-alpaca que nunca saíram dos gabinetes de ar condicionado nem nunca largam os motoristas e assessores.
Na reportagem, viram-se coisas de bradar aos céus, que ao contrário do que se possa imaginar são muito comuns, e atenção que as escolas filmadas foram as escolas modelo, assim consideradas por um ministério que atendendo às evasivas respostas do secretário de estado escalado para responder, nem conhece o que se passa, mas adiante.
O calvário relatado foi o normal, falta tudo! Professores, auxiliares, condições materiais e por aí adiante, falta dinheiro, transportes e demais necessidades que não são luxo, são necessidades imperiosas quando se trata deste tipo especial de crianças, professores que compram com o dinheiro do seu bolso os materiais, para poderem fazer o trabalho que lhes é exigido pelo tal ministério, pais que desesperam e situações verdadeiramente escandalosas, de falta atroz de responsabilidade política e de bom senso.
O que nos leva à inclusão, essa coisa do politicamente correcto que pretende colocar deficientes profundos em salas de aulas normais, uma burrice de todo o tamanho, impraticável e completamente estapafúrdia, pois não irá ajudar ninguém, porque para além do mais faltam os meios e a preparação faltam as condições, sobram as ideias imbecis, a inclusão não se faz como se está a tentar, a inclusão não se institui por Lei, a inclusão só deverá ser feita se for uma mais valia para ao aluno deficiente e para os outros, a inclusão a continuar como vai será coisa para dar como já é hábito por cá com os burros na água.
O senhor secretário de estado, apareceu a responder, às perguntas da jornalista, com um evidente mal-estar, má disposição, com respostas a roçar a mais completa falta de educação, claro, atabalhoado, sem perceber do que se falava, ou seja representou muito bem o seu ministério, deu uma excelente imagem daquilo que é a Educação em Portugal.
Aquela reportagem, espelhou muito bem a mentira, que é a coisa pomposa chamada Ensino Especial, uma mentira que este país propaga há vários anos, não é só o actual governo, foram todos os governos dos últimos 20 anos, essa corja que continua no pedestal, em grandes cargos e com grandes ordenados, todos igualmente culpados, aos deficientes, aos pais, aos professores, aos auxiliares e a todos os que se preocupam com essas pobres crianças, resta continuar a lutar e a ter esperança num amanhã melhor, que lhes traga menos mentira, menos corrupção, menos impostores, menos politiqueiros medíocres e mais gente de bom senso. Esperemos!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, fevereiro 13, 2009
Nem Santo António nos vale!
A sapientíssima administração, decidiu colocar as urgências de urologia da cidade do Porto, a funcionar concentradas num só hospital, ao que creio o São João, despeitados os excelentes e honrados médicos de outro hospital, o Santo António, resolveram, por discordarem do facto, boicotar a coisa. Quando estão na escala para serviço às urgências os acima de qualquer suspeita e excelentes profissionais do Santo António, arranjam atestados e outros subterfúgios e subtraem-se a comparecer no local onde deveriam estar a prestar serviço, pura e simplesmente por discordarem do disposto, por quem manda, se a medida está certa ou errada, desconheço, mas ainda assim diz a Lei, o que quer que essa palavra ainda signifique por cá, que temos de cumprir, alguns têm de cumprir, outros basta arranjar atestados falsos de um colega.
O desplante destes senhores doutores da mula ruça, a falta de ética, de brio profissional e de humanidade, é de fazer revoltar as entranhas ao mais pacato, dos cidadãos, não pelo objecto do protesto e por aquilo que está em causa, mas pela atitude completamente vergonhosa desta gentalha que se diz médico, por exemplo aos professores ameaçam veladamente com a tal Lei e o seu não cumprimento, mas esses coitados são uns tristes, aos senhores doutores parece que já não se pode ameaçar, alias até estou em crer que nada lhes vai acontecer, nem a uns nem aos outros, como no caso dos atestados falsos dos miúdos em Braga ou Bragança que não lhes apeteceu ir aos exames.
Este caso é sintomático do corporativismo “Estado Novo”, que ainda vigora cá na terreola, classes profissionais que criam redes, quase sociedades secretas, em que a defesa dos seus elementos sempre se sobrepõem às Leis gerais da Nação, num perfeito exercício de caciquismo, à boa maneira das repúblicas das bananas da América do Sul, a todos os outros, nós, o pobre cidadão anónimo, que ninguém protege e que paga toda esta carrada de estrume, que nos resta? Nada!
Ou antes resta-nos encolher os ombros e seguir ledos e ufanos, regozijando-nos com as pequeninas vitórias, que ainda conseguimos obter, cientes de que mais dia, menos dia até isso nos tiram.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
O desplante destes senhores doutores da mula ruça, a falta de ética, de brio profissional e de humanidade, é de fazer revoltar as entranhas ao mais pacato, dos cidadãos, não pelo objecto do protesto e por aquilo que está em causa, mas pela atitude completamente vergonhosa desta gentalha que se diz médico, por exemplo aos professores ameaçam veladamente com a tal Lei e o seu não cumprimento, mas esses coitados são uns tristes, aos senhores doutores parece que já não se pode ameaçar, alias até estou em crer que nada lhes vai acontecer, nem a uns nem aos outros, como no caso dos atestados falsos dos miúdos em Braga ou Bragança que não lhes apeteceu ir aos exames.
Este caso é sintomático do corporativismo “Estado Novo”, que ainda vigora cá na terreola, classes profissionais que criam redes, quase sociedades secretas, em que a defesa dos seus elementos sempre se sobrepõem às Leis gerais da Nação, num perfeito exercício de caciquismo, à boa maneira das repúblicas das bananas da América do Sul, a todos os outros, nós, o pobre cidadão anónimo, que ninguém protege e que paga toda esta carrada de estrume, que nos resta? Nada!
Ou antes resta-nos encolher os ombros e seguir ledos e ufanos, regozijando-nos com as pequeninas vitórias, que ainda conseguimos obter, cientes de que mais dia, menos dia até isso nos tiram.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, fevereiro 11, 2009
Dia Mundial da Internet Segura 10 de Fevereiro
Ontem comemorou-se o dia mundial da Internet Segura. Tema bem a propósito para o qual lentamente muito lentamente, as instituições públicas e privadas, os governos e as autarquias, começam a despertar, ainda que de uma forma tímida e algo sem coordenação.
Os pais, os professores e outros agentes de educação estão também em falta, por desconhecimento, por laxismo ou por não estarem para aí virados, também estes agentes têm menosprezado esta cada vez mais importante questão, que se prende com a utilização segura da Internet por parte de crianças e adolescentes, que são ao contrário do que se pensa as maiores vítimas desta problemática, que claro está pode afectar todos e cada um de nós.
A questão da segurança e do uso seguro da Internet é infelizmente um tema muito abrangente em que as ameaças proliferam, da exposição a conteúdos impróprios, à violação de direitos de autor, a problemas de saúde, ao cyberbulling, passando pelas mais mediáticas questões das burlas, esquemas e vírus informáticos, este problema é transversal numa sociedade cada vez mais informatizada à força, e onde a preocupação é criar mercados e não utilizadores conscienciosos.
À laia de comemoração atrasada deixo-vos uns links para locais óptimos, para que se preocupem seriamente com esta questão, qualquer dúvida que tenham sobre esta problemática, muito abrangente, podem também escrever para o seguinte E-mail: espacointernet@cm-almeirim.pt, que terei todo o gosto em vos responder, ou indicar-vos quem saiba responder.
A primeira página que vos recomendo é aqui da casa, claro está, é a página “Os Adultos e a Internet”, uma página do Município de Almeirim, que tem sido pioneiro em muito do que de bom se faz nesta área.
A segunda página é a obra do meu excelente amigo Tito de Morais, “Miúdos seguros na Net”, alguém que há já muito tempo pugna para que estas questões sejam levadas a sério por quem de direito.
A terceira sugestão é uma página institucional do governo que lida com estas questões, a “Internet Segura”.
Quarta é última, deixo-vos um blog sobre o famigerado PC Magalhães, que tem dado água pela barba à malta, lá podem obter ajuda sobre questões técnicas relacionadas com o equipamento, “Assistência Técnica Informática Online Grátis”
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Os pais, os professores e outros agentes de educação estão também em falta, por desconhecimento, por laxismo ou por não estarem para aí virados, também estes agentes têm menosprezado esta cada vez mais importante questão, que se prende com a utilização segura da Internet por parte de crianças e adolescentes, que são ao contrário do que se pensa as maiores vítimas desta problemática, que claro está pode afectar todos e cada um de nós.
A questão da segurança e do uso seguro da Internet é infelizmente um tema muito abrangente em que as ameaças proliferam, da exposição a conteúdos impróprios, à violação de direitos de autor, a problemas de saúde, ao cyberbulling, passando pelas mais mediáticas questões das burlas, esquemas e vírus informáticos, este problema é transversal numa sociedade cada vez mais informatizada à força, e onde a preocupação é criar mercados e não utilizadores conscienciosos.
À laia de comemoração atrasada deixo-vos uns links para locais óptimos, para que se preocupem seriamente com esta questão, qualquer dúvida que tenham sobre esta problemática, muito abrangente, podem também escrever para o seguinte E-mail: espacointernet@cm-almeirim.pt, que terei todo o gosto em vos responder, ou indicar-vos quem saiba responder.
A primeira página que vos recomendo é aqui da casa, claro está, é a página “Os Adultos e a Internet”, uma página do Município de Almeirim, que tem sido pioneiro em muito do que de bom se faz nesta área.
A segunda página é a obra do meu excelente amigo Tito de Morais, “Miúdos seguros na Net”, alguém que há já muito tempo pugna para que estas questões sejam levadas a sério por quem de direito.
A terceira sugestão é uma página institucional do governo que lida com estas questões, a “Internet Segura”.
Quarta é última, deixo-vos um blog sobre o famigerado PC Magalhães, que tem dado água pela barba à malta, lá podem obter ajuda sobre questões técnicas relacionadas com o equipamento, “Assistência Técnica Informática Online Grátis”
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, fevereiro 10, 2009
No fim do mundo
Ontem uma reportagem televisionada falava de uma escola em Lisboa a Secundária Marquês do Pombal, uma espécie de “fim da linha”, para o rebotalho geracional que estamos a criar, é uma escola de curriculos alternativos que dão primazia à formação profissional, com o declarado objectivo de evitar o abandono escolar e fazer com aquela maralha inútil consiga fazre o 9º Ano de escolaridade, a grande maioria dos alunos são considerados problemáticos, nome pomposo e politicamente correcto para ciganada, pretos e escumalha branca que vive de expedientes e sem absolutamente nenhumas regras de civilidade e respeito pela sociedade que lhes engorda o cu.
Consultando o sítio internáutico da dita escola, vemos que a coisa no papel parece excelente, as oportunidades também, no entanto aquilo que se viu na reportagem, enfim desmente o resto, como alias é verdadeiro na maioria das escolas de Portugal, votadas que estão a um abandono completo por parte desta coisa que se chama Ministério da Educação, que está mais empenhado em gastar recursos e esforços a perseguir os professores, que na douta e sapiente opinião desse fabuloso caga sentenças equatorial são os, e cito “inúteis mais bem pagos do mundo”, apetece-me dizer-te ò Tavares que estimo bem que te fecundes, pois não mereces outra resposta.
Ora voltando à reportagem, a maioria das nulidades discentes que acorrem à Secundária Marquês do Pombal, vegetam no limbo da arrogância, do crime, da pura estupidez e do mais completo analfabrutismo, são digamos a versão mais ecvoluída da maioria dos actuais frequentadores de escolas secundárias deste país, recordo que no meu tempo de escola que não foi assim há tanto tempo, daí que esta degradação repentina assuma em mim um véu de verdadeiro terror, existiam em todos as turmas os cromos, os repententes e os imbecis, eram a minoria um ou dois, que tantas faziam que reram expulsos, para bem de todos os outros, hoje não hoje não se pune, não se admoesta, não se penaliza, alias não se faz porra nenhuma a esta escumalha, que para além do mais recebe dinheiro para ir à escola, eu pago, mas eles recebem, que bom, que lindo exemplo, o suborno, o incentivo à mendicidade e à subsídio dependência.
A Secundária Marquês do Pombal, tem tudo para ser um exemplo bom, que encha de orgulho, o nosso miserável sistema educativo, tem tudo menos disciplina, o que falta aqueles energúmenos bem como aos papás igualmente energúmenos é levarem umas boas arreatadas pelo lombo, uns valentes murros pelos cornos, e quiça lamberem mesmo uns tiros bam dados nas fuças que os enviem para junto dos santinhos, à conta dessa rataria imunda andamos uma minoria a ser constantemente, agredidos, roubados, assaltados, vilipêndiados, insultados e achincalhados, a trabalhar para manter gentalha nojenta a respirar, porra que não posso concordar com isto chamem-me o que quiserem estou farto, farto de ser tratado como um imbecil que só serve produzir impostos para alimentar escumalha de gravata de seda e escumalha de bairro social, que é para isso, que andamos todos a trabalhar me parece. Desculpem mas hoje estou mesmo triste e agastado, que porcaria de país!
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
Consultando o sítio internáutico da dita escola, vemos que a coisa no papel parece excelente, as oportunidades também, no entanto aquilo que se viu na reportagem, enfim desmente o resto, como alias é verdadeiro na maioria das escolas de Portugal, votadas que estão a um abandono completo por parte desta coisa que se chama Ministério da Educação, que está mais empenhado em gastar recursos e esforços a perseguir os professores, que na douta e sapiente opinião desse fabuloso caga sentenças equatorial são os, e cito “inúteis mais bem pagos do mundo”, apetece-me dizer-te ò Tavares que estimo bem que te fecundes, pois não mereces outra resposta.
Ora voltando à reportagem, a maioria das nulidades discentes que acorrem à Secundária Marquês do Pombal, vegetam no limbo da arrogância, do crime, da pura estupidez e do mais completo analfabrutismo, são digamos a versão mais ecvoluída da maioria dos actuais frequentadores de escolas secundárias deste país, recordo que no meu tempo de escola que não foi assim há tanto tempo, daí que esta degradação repentina assuma em mim um véu de verdadeiro terror, existiam em todos as turmas os cromos, os repententes e os imbecis, eram a minoria um ou dois, que tantas faziam que reram expulsos, para bem de todos os outros, hoje não hoje não se pune, não se admoesta, não se penaliza, alias não se faz porra nenhuma a esta escumalha, que para além do mais recebe dinheiro para ir à escola, eu pago, mas eles recebem, que bom, que lindo exemplo, o suborno, o incentivo à mendicidade e à subsídio dependência.
A Secundária Marquês do Pombal, tem tudo para ser um exemplo bom, que encha de orgulho, o nosso miserável sistema educativo, tem tudo menos disciplina, o que falta aqueles energúmenos bem como aos papás igualmente energúmenos é levarem umas boas arreatadas pelo lombo, uns valentes murros pelos cornos, e quiça lamberem mesmo uns tiros bam dados nas fuças que os enviem para junto dos santinhos, à conta dessa rataria imunda andamos uma minoria a ser constantemente, agredidos, roubados, assaltados, vilipêndiados, insultados e achincalhados, a trabalhar para manter gentalha nojenta a respirar, porra que não posso concordar com isto chamem-me o que quiserem estou farto, farto de ser tratado como um imbecil que só serve produzir impostos para alimentar escumalha de gravata de seda e escumalha de bairro social, que é para isso, que andamos todos a trabalhar me parece. Desculpem mas hoje estou mesmo triste e agastado, que porcaria de país!
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, fevereiro 03, 2009
Porto Franco ao largo da Costa!
O granel que vai no adro, por causa disto do Freeport, agora até já mete o “migalhas” e o “Não Encontrador” geral da repulhica, não entendo o porquê de todo este ruído, aconteceu alguma coisa que seja novidade. Pera lá o Barão é o PM que está envolvido! Claro entendo, é assim como se roubassem o menino do presépio e tivesse sido o burro. Percecebo! Entornou-se o caldo e o que vocês querem é por o homem a andar. Se não vai a bem vai a mal. Ó Barão isto é uma questão de Justiça!
Justiça, o tanas isto é simplesmente uma questão política, sem mais aquela, porque se fosse uma questão de Justiça então e o caso Siresp, e o caso Portucale, e os outros todos. Admitam este é um país de ladrões, de vígaros de gatunos, de oportunistas, de meliantes de galfarros. Onde há ínclitas e egrégias gerações os fortes e poderosos esburgam, os seus acólitos saqueiam, os outros roubam e os pobretanas pilham. Viemos de uma monarquia cleptomaniaca, passamos por uma república da roubalheira, uma ditadura espoliadora e desembocamos nesta latrocinocracia enxertada de Democracia de Estado de Direito, não temos emenda.
Caramba até parece que estou a defender o homem. Sim em certa medida, porque acho esta questão uma cretinice sem fim, porque a ser verdade tudo o que se diz à tripa forra, é só mais um, antes dele outros existiram iguais e depois virão mais de semelhante calibre, essa é uma sina desta cada vez mais pobre gente.
Até porque se percorrermos a administração pública, em ascendente, é um nunca mais acabar de roubalheira, da simples caixa de clipes, à resma de papel, de gasóleo ao cimento e tijolo, ouvi contar casos em que casas intireias foram construídas com roubos, do bacalhau ao presunto, dos saldos astronómicos de contas telefónicas para números de valor acrescentado onde vozes lânguidas incitam à masturbação até ao desvio dos pequenos pecúnios dos depauperados cofres das pequenas freguesias, do tostão até aos milhões retirados nos ministérios para contas offshore, esta é uma longa senda de roubalheira e vigarice.
Agora toda a gentinha atira pedras às offshore, no entanto temos uma naquele território ainda pertença deste país e ao qual eu já teria dado independência há muito, no entanto ninguém parece incomodado com isso nem que os faraónicos subsídios que o tal governante dessa ilha distribui aos amiguinhos da cor certa. Por isso não entendo este espavento todo, ou andam todos a dormir na forma ou então anda tudo bêbado, e o outro tem razão isto é mesmo um país de loucos. Ao dianho a Justiça, que serve para bem pouco!
Arrastados pelas campanhas mediáticas do estrume jornalistico que temos por cá, os papalvos da massa anónima, condenam à fogueira todos e mais alguns, ora uns ora outros, sem se darem conta que os únicos culpados somos todos nós que votamos nesta CORJA, é que a dita protege-se sempre. E se a Procuradoria se parece já com mais uma concelhia da cor, Belém parece outra, sim porque tem de ser Belém, porque a actual líder da maior oposição, é a melhor aliada do actual PM, lá chumbou o Amaral para Olhão, mas disse sim ao Santana para Lisboa, o Santana que tem um currículo de folia governativa que envergonharia o mais despesista e faustoso dos Césares, realmente algo vai mesmo muito mal neste lamaçal, não são só os politiqueiros, é toda esta sociedade, aconselho portanto um suícidio colectivo, com cicuta, assim sempre dignificam a coisa.
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
Justiça, o tanas isto é simplesmente uma questão política, sem mais aquela, porque se fosse uma questão de Justiça então e o caso Siresp, e o caso Portucale, e os outros todos. Admitam este é um país de ladrões, de vígaros de gatunos, de oportunistas, de meliantes de galfarros. Onde há ínclitas e egrégias gerações os fortes e poderosos esburgam, os seus acólitos saqueiam, os outros roubam e os pobretanas pilham. Viemos de uma monarquia cleptomaniaca, passamos por uma república da roubalheira, uma ditadura espoliadora e desembocamos nesta latrocinocracia enxertada de Democracia de Estado de Direito, não temos emenda.
Caramba até parece que estou a defender o homem. Sim em certa medida, porque acho esta questão uma cretinice sem fim, porque a ser verdade tudo o que se diz à tripa forra, é só mais um, antes dele outros existiram iguais e depois virão mais de semelhante calibre, essa é uma sina desta cada vez mais pobre gente.
Até porque se percorrermos a administração pública, em ascendente, é um nunca mais acabar de roubalheira, da simples caixa de clipes, à resma de papel, de gasóleo ao cimento e tijolo, ouvi contar casos em que casas intireias foram construídas com roubos, do bacalhau ao presunto, dos saldos astronómicos de contas telefónicas para números de valor acrescentado onde vozes lânguidas incitam à masturbação até ao desvio dos pequenos pecúnios dos depauperados cofres das pequenas freguesias, do tostão até aos milhões retirados nos ministérios para contas offshore, esta é uma longa senda de roubalheira e vigarice.
Agora toda a gentinha atira pedras às offshore, no entanto temos uma naquele território ainda pertença deste país e ao qual eu já teria dado independência há muito, no entanto ninguém parece incomodado com isso nem que os faraónicos subsídios que o tal governante dessa ilha distribui aos amiguinhos da cor certa. Por isso não entendo este espavento todo, ou andam todos a dormir na forma ou então anda tudo bêbado, e o outro tem razão isto é mesmo um país de loucos. Ao dianho a Justiça, que serve para bem pouco!
Arrastados pelas campanhas mediáticas do estrume jornalistico que temos por cá, os papalvos da massa anónima, condenam à fogueira todos e mais alguns, ora uns ora outros, sem se darem conta que os únicos culpados somos todos nós que votamos nesta CORJA, é que a dita protege-se sempre. E se a Procuradoria se parece já com mais uma concelhia da cor, Belém parece outra, sim porque tem de ser Belém, porque a actual líder da maior oposição, é a melhor aliada do actual PM, lá chumbou o Amaral para Olhão, mas disse sim ao Santana para Lisboa, o Santana que tem um currículo de folia governativa que envergonharia o mais despesista e faustoso dos Césares, realmente algo vai mesmo muito mal neste lamaçal, não são só os politiqueiros, é toda esta sociedade, aconselho portanto um suícidio colectivo, com cicuta, assim sempre dignificam a coisa.
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, fevereiro 02, 2009
Que palhaçada!
A tal Autoridade da Concorrência, num arroubo de inteligência, multou no final do passado ano, os padeiros por cartelização, ou seja, por em conluio e à sorrelfa terem combinado para aumentar o preço do casqueiro, sim senhor, esta Autoridade é digna de figurar nos anais históricos deste país, por ter topado o padeiral a tentar tapar a massa com a peneira, ainda eles estavam a por a mão na massa, já a toda poderosa Autoridade, os sancionava com a coima respectiva a reverter para os cofretes esburgados e desamparados do Estado.
Os madraços dos padeiros a pensar que poderiam escapar ao longo e sapiente braço da autoridade, longe foi o logro, longe mas não célere nem abrigado, que a astuta e previdente autoridade logo ali derribou com fera coima os vilões da farinhenta guilda, não queriam mais nada do que enganar a omnisciente Autoridade.
Pois é, esta é a mesma autoridade que não há dois meses antes era incapaz de provar que havia cartelização das gasolineiras, com argumentos como, “ o preço da gasolina é público”, “ não existem provas palpáveis”, “ tudo tem que ver com o mercado base”. Provavelmente estavam à espera de relatórias assinados pelos administradores das gasolineiras a concertar os preços, a congeminar estratégias para aumentos sucessivos disparatados e imbecis, estavam à espera de fotografias dos administradores nalgum beco esconso de Lisboa num encontro tipo filme sobre a Máfia. Ah, mas agora já deu para provar a cartelização, agora já existem provas palpáveis, valha-me o santissímo!
Daqui resultam várias conclusões, a primeira, diz respeito aos padeiros que são uns tansos, deixarem-se apanhar, por uma autoridade que não apanha, uma das maiores operações de burla nas gasolinas mas apanha vinte ou trinta zés padeiros, só rir, estou mesmo a ver as reuniões à sucapa, em armazéns de farinha e fermento, todos vestidos de branco com uma saca de farinha a servir de capuz para não serem reconhecidos, de nada lhes valeu, atirar farinha para os olhos da Autoridade , a farinha não surtiu qualquer efeito nos olhos de águia da Autoridade, já se fosse gasolina sem chumbo, a coisa talvez tivesse corrido melhor.
Segunda conclusão, da próxima vez que alguém quiser cartelizar, peça ajuda aos administradores das gasolineiras, aliás aproveito o ensejo para recomendar aos administradores das gasolineiras que promovam cursos de formação sobre cartelização, vão ver o sucesso que irão fazer, além de ganharem uns trocos, porque o erro dos padeiros foi crasso, não pediram ajuda aos gasolineiros, que são os únicos com a chave de sucesso para cartelizar sem apanhar.
Terceira e última conclusão, em Portugal, só os pelintras é que cartelizam e levam pelas orelhas, os embusteiros de gravata de seda, escapam sempre incólumes, porque os seus amigos que os devem vigiar, aos quais eles pagam, claro está, fazem vista grossa, e quando se compara o preço da carcaça e o da gasolina, depressa percebemos quanto valem uns e outros.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Os madraços dos padeiros a pensar que poderiam escapar ao longo e sapiente braço da autoridade, longe foi o logro, longe mas não célere nem abrigado, que a astuta e previdente autoridade logo ali derribou com fera coima os vilões da farinhenta guilda, não queriam mais nada do que enganar a omnisciente Autoridade.
Pois é, esta é a mesma autoridade que não há dois meses antes era incapaz de provar que havia cartelização das gasolineiras, com argumentos como, “ o preço da gasolina é público”, “ não existem provas palpáveis”, “ tudo tem que ver com o mercado base”. Provavelmente estavam à espera de relatórias assinados pelos administradores das gasolineiras a concertar os preços, a congeminar estratégias para aumentos sucessivos disparatados e imbecis, estavam à espera de fotografias dos administradores nalgum beco esconso de Lisboa num encontro tipo filme sobre a Máfia. Ah, mas agora já deu para provar a cartelização, agora já existem provas palpáveis, valha-me o santissímo!
Daqui resultam várias conclusões, a primeira, diz respeito aos padeiros que são uns tansos, deixarem-se apanhar, por uma autoridade que não apanha, uma das maiores operações de burla nas gasolinas mas apanha vinte ou trinta zés padeiros, só rir, estou mesmo a ver as reuniões à sucapa, em armazéns de farinha e fermento, todos vestidos de branco com uma saca de farinha a servir de capuz para não serem reconhecidos, de nada lhes valeu, atirar farinha para os olhos da Autoridade , a farinha não surtiu qualquer efeito nos olhos de águia da Autoridade, já se fosse gasolina sem chumbo, a coisa talvez tivesse corrido melhor.
Segunda conclusão, da próxima vez que alguém quiser cartelizar, peça ajuda aos administradores das gasolineiras, aliás aproveito o ensejo para recomendar aos administradores das gasolineiras que promovam cursos de formação sobre cartelização, vão ver o sucesso que irão fazer, além de ganharem uns trocos, porque o erro dos padeiros foi crasso, não pediram ajuda aos gasolineiros, que são os únicos com a chave de sucesso para cartelizar sem apanhar.
Terceira e última conclusão, em Portugal, só os pelintras é que cartelizam e levam pelas orelhas, os embusteiros de gravata de seda, escapam sempre incólumes, porque os seus amigos que os devem vigiar, aos quais eles pagam, claro está, fazem vista grossa, e quando se compara o preço da carcaça e o da gasolina, depressa percebemos quanto valem uns e outros.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, janeiro 29, 2009
Bastonarices
“ A Regência nomeada no meio da maior pressa e confusão pelo Príncipe era o governo mais medíocre que possamos imaginar, composto quase todo por generais aposentados, que nunca tinham visto um inimigo, ou por advogados que, caso soubessem alguma coisa da jurisprudência do seu país, certamente demonstravam uma total ignorância política e financeira”
Este pequeno comentário está datado de 29 de Setembro de 1808, foi escrito por um português que se chamou William Warre, nascido que foi na Invicta cidade em 1784, troquem os generais por engenheiros e vejam a actualidade de algo escrito há quase duzentos anos, o que mudou?
Isto vem a propósito do excelso Bastonário da ordem dos advogados, que se mostrou muito agastado com a “violência” do Estado sobre os escritórios de advogados, que na sua ingénua para não dizer algo mais desagradável, opinião, devem ser elevados à categoria de santuários, numa clara atitude medievalista de claro corporativismo bacoco e anacrónico, que levanta também precedentes interessantes.
O excesso de garantias é o maior obstáculo a uma Justiça digna desse nome, ao querer fazer dos escritórios dos advogados uma espécie de offshore dos bandalhos, se como está, a tal Justiça já é o que todos nós sabemos, imaginem, se blindarem completamente os escritórias desses camaradas, é o regabofe total, qualquer pilha galinhas fica a salvo, o interesse em combater o crime e o interesse em cumprir a Justiça, que já anda pelas ruas da amargura, cai a pique, mais por baixo que barriga de crocodilo.
Pois mas os senhores das leis, não vivem de fazer Justiça, vivem de salvar bandalhos, por isso a atitude extraordinária do senhor Bastonário, pessoa que alias, em atitudes e palavreado anteriores até demonstrou alguma coragem em afrontar essa quase seita secreta que mina a Justiça, neste caso porém o senhor Bastonário, digamos que meteu a dita na poça, o corporativismozinho militante veio ao de cima e esqueceu-se do bom senso, o pior é que os limitados intelectuais que escrevem as leis são bem capazes de lhe dar ouvidos e fazer dos escritórios dos senhores advogados santuários.
Mas nesse dia deveremos todos nós exigir que os nossos lares sejam também elevados a essa categoria, sim porque é que para me aterrarem em casa, partindo a fechadura e deixando tudo num caos, as forças da autoridade só necessitam de um mandado assinado por um qualquer juízeco de turno e para irem ao escritório do senhor doutor da mula ruça, é preciso mandados, juízes e mais não sei o quê, caramba eu pago impostos, eu não declaro ordenados minímos nem tenho contas nas ilhas Caimão. Todo este corporativismo, esta mania de superioridade dá-me asco!
Um asco grande que se revela em pequenas, coisas, alias advogados e médicos poderiam competir num concurso de arrogância, de quem tem a psicótica mania de que sabe tudo, em relação aos primeiros, conto-vos um episódio, tenho um amigo que trabalha na área da Justiça apesar de ser meu colega de faculdade licenciado em Portugês, trabalha nos serviços de tradução, de quando em vez envia-me emails com coisas escritas por advogados, só vos posso dizer que é de morrer a rir, tanta é a imbecilidade, a falta de cultura, os erros ortográficos, erros de sintaxe de concordância, ainda que se arrogem o ar de sabichões, o curso de advocacia deveria ter a cadeira de Português como obrigatória no curriculo em todos os anos do curso, por exemplo uma que está na moda, no léxico advoguês é o envio de ofícios iniciando-se com a seguinte pérola do linguajar “ Sou a informar”, numa utilização cretina de um anglicismo, imbecil cuja formulação errónea não existe em Português nem se justifica ser utilizado, valha-me Deus, tanta prosápia, tanto fato Armani, tanta gravata de seda,tanto carro de alta cilindrada, tanta doutorice e tanta labreguice.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Este pequeno comentário está datado de 29 de Setembro de 1808, foi escrito por um português que se chamou William Warre, nascido que foi na Invicta cidade em 1784, troquem os generais por engenheiros e vejam a actualidade de algo escrito há quase duzentos anos, o que mudou?
Isto vem a propósito do excelso Bastonário da ordem dos advogados, que se mostrou muito agastado com a “violência” do Estado sobre os escritórios de advogados, que na sua ingénua para não dizer algo mais desagradável, opinião, devem ser elevados à categoria de santuários, numa clara atitude medievalista de claro corporativismo bacoco e anacrónico, que levanta também precedentes interessantes.
O excesso de garantias é o maior obstáculo a uma Justiça digna desse nome, ao querer fazer dos escritórios dos advogados uma espécie de offshore dos bandalhos, se como está, a tal Justiça já é o que todos nós sabemos, imaginem, se blindarem completamente os escritórias desses camaradas, é o regabofe total, qualquer pilha galinhas fica a salvo, o interesse em combater o crime e o interesse em cumprir a Justiça, que já anda pelas ruas da amargura, cai a pique, mais por baixo que barriga de crocodilo.
Pois mas os senhores das leis, não vivem de fazer Justiça, vivem de salvar bandalhos, por isso a atitude extraordinária do senhor Bastonário, pessoa que alias, em atitudes e palavreado anteriores até demonstrou alguma coragem em afrontar essa quase seita secreta que mina a Justiça, neste caso porém o senhor Bastonário, digamos que meteu a dita na poça, o corporativismozinho militante veio ao de cima e esqueceu-se do bom senso, o pior é que os limitados intelectuais que escrevem as leis são bem capazes de lhe dar ouvidos e fazer dos escritórios dos senhores advogados santuários.
Mas nesse dia deveremos todos nós exigir que os nossos lares sejam também elevados a essa categoria, sim porque é que para me aterrarem em casa, partindo a fechadura e deixando tudo num caos, as forças da autoridade só necessitam de um mandado assinado por um qualquer juízeco de turno e para irem ao escritório do senhor doutor da mula ruça, é preciso mandados, juízes e mais não sei o quê, caramba eu pago impostos, eu não declaro ordenados minímos nem tenho contas nas ilhas Caimão. Todo este corporativismo, esta mania de superioridade dá-me asco!
Um asco grande que se revela em pequenas, coisas, alias advogados e médicos poderiam competir num concurso de arrogância, de quem tem a psicótica mania de que sabe tudo, em relação aos primeiros, conto-vos um episódio, tenho um amigo que trabalha na área da Justiça apesar de ser meu colega de faculdade licenciado em Portugês, trabalha nos serviços de tradução, de quando em vez envia-me emails com coisas escritas por advogados, só vos posso dizer que é de morrer a rir, tanta é a imbecilidade, a falta de cultura, os erros ortográficos, erros de sintaxe de concordância, ainda que se arrogem o ar de sabichões, o curso de advocacia deveria ter a cadeira de Português como obrigatória no curriculo em todos os anos do curso, por exemplo uma que está na moda, no léxico advoguês é o envio de ofícios iniciando-se com a seguinte pérola do linguajar “ Sou a informar”, numa utilização cretina de um anglicismo, imbecil cuja formulação errónea não existe em Português nem se justifica ser utilizado, valha-me Deus, tanta prosápia, tanto fato Armani, tanta gravata de seda,tanto carro de alta cilindrada, tanta doutorice e tanta labreguice.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, janeiro 27, 2009
OCDE
Há já algum tem que andava com a pulga atrás da orelha em relação aos senhores do OCDE, depois de relatório de ontem, fiquei com a certeza! Diz o novo relatório que as reformas e o nosso programa do 1º Ciclo é um sucesso e um modelo a seguir pela Europa, claro que me fartei de rir, ou os camaradas da OCDE, estão mesmo muito toldados por eflúvios etílicos, ou não conhecem a realidade da Europa, ou não conhecem mesmo o modelo Luso, que assenta sobretudo no sumo facilitismo, encapotado de novas tecnologias.
Porque entre aquilo que a OCDE, o senhor Primeiro-ministro e a sua acólita da Educação, dizem e a realidade das escolas e dos alunos, existem incongruências clamorosas, que bradam aos céus, o preparado é uma mistela perigosa, junta, professoredo por vezes a roçar o analfabeto tal e tão flagrante é a falta de qualidade cientifíco pedagógica, e baixo nível cultural, com fedelhos irritantes, mimados e tirânicos, com papás lorpas que não topam um boi desta problemática das escolas, nem querem, o que querem é continuar a ter os aviários abertos para receber a canalha ranhosa e mais nada, querem lá saber de aquisições, de conhecimento e de pedagogia, exemplo modelar disso são as inefáveis confederações de pais, se nunca assistiram a reuniões desse tipo de coisas vão, que é o delírio, a ver quem diz mais cretinices.
Isto das estatísticas e dos passes de magia tem destas coisas, a malta arranja uns programas que comecem pela palavra tecnologia, atira com um navegador, de preferência já morto, para não poder reclamar, e milagre os números começam a saltar e nós a ficar cada vez mais bem vistos, tão bem vistos que até servimos de modelo, a quem copiamos o modelo.
As vitímas do afã reformador, estão agora no 6º Ano, quando chegarem ao 10º, os que chegarem, porque entretanto, podem até já estar com o doutoramento feito, antes de lá chegar e fora do edificio escolar, dizia eu que quando chegarem a esse patamar veremos como estão, se for como os actuais produtos de outras infindáveis reformas, estarão prontos para mão de obra barata, que parece ser isso e só isso que interessa aos mandões cá do luso torrão.
Claro que gostava de ver a nossa Educação ser um modelo para a Europa e para o resto do Mundo, claro que gostava de ter excelentes alunos, claro que não acredito neste relatório da OCDE, muito menos em politiqueiros, até porque quando confrontados com alunos de graus de ensino correspondentes da Europa, os nossos alunos modelo, levam sempre abadas de tirar o chapéu, então como é, somos o modelo a seguir, mas os outros que são uns tansos, levam-nos sempre a palma, porque será?
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Porque entre aquilo que a OCDE, o senhor Primeiro-ministro e a sua acólita da Educação, dizem e a realidade das escolas e dos alunos, existem incongruências clamorosas, que bradam aos céus, o preparado é uma mistela perigosa, junta, professoredo por vezes a roçar o analfabeto tal e tão flagrante é a falta de qualidade cientifíco pedagógica, e baixo nível cultural, com fedelhos irritantes, mimados e tirânicos, com papás lorpas que não topam um boi desta problemática das escolas, nem querem, o que querem é continuar a ter os aviários abertos para receber a canalha ranhosa e mais nada, querem lá saber de aquisições, de conhecimento e de pedagogia, exemplo modelar disso são as inefáveis confederações de pais, se nunca assistiram a reuniões desse tipo de coisas vão, que é o delírio, a ver quem diz mais cretinices.
Isto das estatísticas e dos passes de magia tem destas coisas, a malta arranja uns programas que comecem pela palavra tecnologia, atira com um navegador, de preferência já morto, para não poder reclamar, e milagre os números começam a saltar e nós a ficar cada vez mais bem vistos, tão bem vistos que até servimos de modelo, a quem copiamos o modelo.
As vitímas do afã reformador, estão agora no 6º Ano, quando chegarem ao 10º, os que chegarem, porque entretanto, podem até já estar com o doutoramento feito, antes de lá chegar e fora do edificio escolar, dizia eu que quando chegarem a esse patamar veremos como estão, se for como os actuais produtos de outras infindáveis reformas, estarão prontos para mão de obra barata, que parece ser isso e só isso que interessa aos mandões cá do luso torrão.
Claro que gostava de ver a nossa Educação ser um modelo para a Europa e para o resto do Mundo, claro que gostava de ter excelentes alunos, claro que não acredito neste relatório da OCDE, muito menos em politiqueiros, até porque quando confrontados com alunos de graus de ensino correspondentes da Europa, os nossos alunos modelo, levam sempre abadas de tirar o chapéu, então como é, somos o modelo a seguir, mas os outros que são uns tansos, levam-nos sempre a palma, porque será?
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, janeiro 26, 2009
Imbecis
A tal avaliação de professores foi de novo a votos, naquela coisa chamada Parlamento, em mais uma vergonhosa etapa deste ordálio chamado Educação, vergonhosa porque foi uma facécia de aproveitamento político, não que não devam suspender, direi mesmo extinguir esta imbecilidade chamada Processo de Avaliação de Professores, que no modelo “simplex”, prova para quem anda distraído que o que está em causa é uma medida simples de poupança e não a qualidade do exercício da docência, e muito menos a qualidade dos docentes, a avaliação é uma simples conta de merceeiro de bairro, que é ao tipo de gente a quem está entregue este país, mas atenção, poupamos só onde não atinge o nosso bolso, pois claro!
Mas vamos ao início, porque isto está tudo mal desde o início, comecemos pelas universidades que formam os futuros professores, o Estado, dá o aval a essas universidades para que tenham nos seus curriculos cursos “Via Ensino”, que supostamente formam professores, o Estado arrecada, impostos e prebendas, as Universidades propinas e os alunos acabados os cursos vêem esse mesmo Estado declarar abertamente a sua desconfiança em relação às competências das pessoas que as universidades às quais dá o seu aval, formam, esta é a primeira imbecilidade, deste Estado. Sim porque a tal “Via Ensino” não ensina ninguém a dar aulas, os pobres diabos que frequentam essas aulas e esses cursos são massacrados com cadeiras teóricas sem nexo que não servem para nada, não existe um minuto de Pedagogia, de funcionamento de administrativo de escolas, de psicologia de nada, existe um vasto curriculo de cretinices que formam bons investigadores, mas concerteza não forma professores. Esta é segunda das imbecilidades.
De seguida inventou-se um tal estágio, a que se chamou “profissionalização”, durante um ano lectivo, o pobre dianho que queira dar aulas, é “orientado” por um colega orientador que depois o avalia, esta é a primeira avaliação, tem sido esquecida, mas aqui já são avaliados, mal dirão uns, péssimamente digo eu, porque essa coisa da “profissionalização” é mais uma imbecilidade, sem pés nem cabeça, que não avalia porra nenhuma, e pior não ensina nada a ninguém. O que já é a quarta das imbecilidades.
Continuo certo, de que metade dos professores em todos os graus de ensino, estariam melhor noutra qualquer função, como professores são uma nulidade, culpa de quem, claro dum Estado que maltrata a Educação, que desbarata recursos e que não promove o conhecimento e a investigação, na quinta das imbecilidades. Nos anos 80, passaram a ser aceites como professores, todo e qualquer gato sapato que tivesse o 12º ano, foi o fartar vilanagem, engenheiros, arquitectos, advogados entre outras nulidades caíram n o ensino, porque havia falta terrível de professores, dos bons, ora na falta desses, entrou tudo, vinte anos mais tarde, mandaram-se esses para a rua, mas muitos ficaram, o mal estava feito, a imbecilidade foi-se perpetuando. Jardins-de-infância, escolas primárias, secundárias e Universidades, estão cheias de nulidades docentes, que entulham e atropelam a nobre arte de ensinar.
A grande inovação do método da Educação em Portugal é não existir método, ao invés de existir uma linha sequencial nos vários graus de ensino, não, cada um funciona em compartimento estanque, que só aqui e além apresenta pontos comuns, naquilo que é mais uma imbecilidade, não existe a menor preocupação com as crianças, com os alunos, que são o real objecto da Educação, a luta centra-se nas capelinhas, nos feudos de cada classe dentro da classe mais alargada, num exercício de estultíce pura, a tal união da classe, que parece existir nesta recente luta é mera miragem, o que tantos criticaram com a divisão imbecil entre “proessores titulares” e “só professores”, foi simplesmente, colocar em pé de lei uma norma não escrita que os próprios professores já promoviam entre si, vá-se lá saber por quê. Vejam por exemplo o caso dos senhores deputados e deputadas, que no dito “Parlamento”, defendem em antes os privilégios, do seu tacho, esquecendo a profissão, é que bem vistas as coisas, se se portarem bem sempre ficam par a apróxima e 8 anitos de parlamento são uma grande ajuda para a reforma.
Os professores precisam de ser avaliados? Sim sem dúvida! Precisam de ser avaliados para corrigirem vícios, para serem melhores profissionais, para que ser possam extirpar as nulidades que vegetam nas escolas, muitos havia, que agora já na reforma deveriam estar também no banco dos reus, culpados que são do descrédito que caiu a classe, mas a esses já não podemos chegar.
Os professores precisam de ser avaliados para serem melhores profissionais, para que possam ensinar mais e melhor, nunca para serem impedidos de progredir nas suas carreiras, nunca para tal como estão atulhados em banalidades burocráticas tenham de fazer directas sem dormir, conduzir 50 quilómetros e para estar duas horas com os alunos e cinco a tratar de papéis. Este Estado, imbecil, assassina o ensino público, gasta milhões a subvencionar o ensino privado, desbarata recursos, em escolas miseráveis, mal equipadas, troca de manuaias escolares por tudo e por nada, promove estatutos de aluno, que em nada beneficiam ninguém, incluíndo os alunos, ajudados por confederações de pais que pouco ajudam antes atrapalham, num estado de pura imbecilidade, num país de desiducação, onde a Escola, serve para cada vez menos.
O quotidiano, dá razão aos descrentes, a Educação, ensina pouco, os jovens já nem sentem falta da Educação, para não falar que até há uns a quem se paga para estarem na escola e que nem isso aproveitam.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Mas vamos ao início, porque isto está tudo mal desde o início, comecemos pelas universidades que formam os futuros professores, o Estado, dá o aval a essas universidades para que tenham nos seus curriculos cursos “Via Ensino”, que supostamente formam professores, o Estado arrecada, impostos e prebendas, as Universidades propinas e os alunos acabados os cursos vêem esse mesmo Estado declarar abertamente a sua desconfiança em relação às competências das pessoas que as universidades às quais dá o seu aval, formam, esta é a primeira imbecilidade, deste Estado. Sim porque a tal “Via Ensino” não ensina ninguém a dar aulas, os pobres diabos que frequentam essas aulas e esses cursos são massacrados com cadeiras teóricas sem nexo que não servem para nada, não existe um minuto de Pedagogia, de funcionamento de administrativo de escolas, de psicologia de nada, existe um vasto curriculo de cretinices que formam bons investigadores, mas concerteza não forma professores. Esta é segunda das imbecilidades.
De seguida inventou-se um tal estágio, a que se chamou “profissionalização”, durante um ano lectivo, o pobre dianho que queira dar aulas, é “orientado” por um colega orientador que depois o avalia, esta é a primeira avaliação, tem sido esquecida, mas aqui já são avaliados, mal dirão uns, péssimamente digo eu, porque essa coisa da “profissionalização” é mais uma imbecilidade, sem pés nem cabeça, que não avalia porra nenhuma, e pior não ensina nada a ninguém. O que já é a quarta das imbecilidades.
Continuo certo, de que metade dos professores em todos os graus de ensino, estariam melhor noutra qualquer função, como professores são uma nulidade, culpa de quem, claro dum Estado que maltrata a Educação, que desbarata recursos e que não promove o conhecimento e a investigação, na quinta das imbecilidades. Nos anos 80, passaram a ser aceites como professores, todo e qualquer gato sapato que tivesse o 12º ano, foi o fartar vilanagem, engenheiros, arquitectos, advogados entre outras nulidades caíram n o ensino, porque havia falta terrível de professores, dos bons, ora na falta desses, entrou tudo, vinte anos mais tarde, mandaram-se esses para a rua, mas muitos ficaram, o mal estava feito, a imbecilidade foi-se perpetuando. Jardins-de-infância, escolas primárias, secundárias e Universidades, estão cheias de nulidades docentes, que entulham e atropelam a nobre arte de ensinar.
A grande inovação do método da Educação em Portugal é não existir método, ao invés de existir uma linha sequencial nos vários graus de ensino, não, cada um funciona em compartimento estanque, que só aqui e além apresenta pontos comuns, naquilo que é mais uma imbecilidade, não existe a menor preocupação com as crianças, com os alunos, que são o real objecto da Educação, a luta centra-se nas capelinhas, nos feudos de cada classe dentro da classe mais alargada, num exercício de estultíce pura, a tal união da classe, que parece existir nesta recente luta é mera miragem, o que tantos criticaram com a divisão imbecil entre “proessores titulares” e “só professores”, foi simplesmente, colocar em pé de lei uma norma não escrita que os próprios professores já promoviam entre si, vá-se lá saber por quê. Vejam por exemplo o caso dos senhores deputados e deputadas, que no dito “Parlamento”, defendem em antes os privilégios, do seu tacho, esquecendo a profissão, é que bem vistas as coisas, se se portarem bem sempre ficam par a apróxima e 8 anitos de parlamento são uma grande ajuda para a reforma.
Os professores precisam de ser avaliados? Sim sem dúvida! Precisam de ser avaliados para corrigirem vícios, para serem melhores profissionais, para que ser possam extirpar as nulidades que vegetam nas escolas, muitos havia, que agora já na reforma deveriam estar também no banco dos reus, culpados que são do descrédito que caiu a classe, mas a esses já não podemos chegar.
Os professores precisam de ser avaliados para serem melhores profissionais, para que possam ensinar mais e melhor, nunca para serem impedidos de progredir nas suas carreiras, nunca para tal como estão atulhados em banalidades burocráticas tenham de fazer directas sem dormir, conduzir 50 quilómetros e para estar duas horas com os alunos e cinco a tratar de papéis. Este Estado, imbecil, assassina o ensino público, gasta milhões a subvencionar o ensino privado, desbarata recursos, em escolas miseráveis, mal equipadas, troca de manuaias escolares por tudo e por nada, promove estatutos de aluno, que em nada beneficiam ninguém, incluíndo os alunos, ajudados por confederações de pais que pouco ajudam antes atrapalham, num estado de pura imbecilidade, num país de desiducação, onde a Escola, serve para cada vez menos.
O quotidiano, dá razão aos descrentes, a Educação, ensina pouco, os jovens já nem sentem falta da Educação, para não falar que até há uns a quem se paga para estarem na escola e que nem isso aproveitam.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, janeiro 19, 2009
A Oitava Maravilha!
A OCDE, o INE, e todos os outros institutos e instituições, públicas e privadas, portuguesas e estrangeiras, que se dedicam a reduzir a números a vida das pessoas, publicaram um relatório onde se afirma que Portugal é a oitava maravilha do mundo. Segundo essas várias instituições, Portugal é o país mais coerente e constante do mundo, com alguns dos profissionais mais bem pagos e melhor funcionamento da administração pública.
Este recente estudo desmente claramente todos esses arautos da desgraça que por aí saltaricam, enchendo o mundo de lamentos, segundo o estudo, a nossa educação é a terceira melhor do planeta, só suplantada pelo Mali e pela Croácia, somos os melhores médicos, cirurgiões e clínicos. A Justiça em Portugal é a mais diligente e rápida de todas quantas se analisou, a rapidez dos processos, acelerada por novos códigos de processo penal e civil, aligeirou o peso da burocracia, além de que as populares medidas de despenalização, fizeram maravilhas pela estatística, sendo nós também um dos países mais seguros do mundo, onde, praticamente não existem crimes, ou antes onde quase nada é considerado crime, o que é bastante diferente.
A nossa diligente e sapiente Educação, a persistente paixão por ensinar, fez com que em cada cem portugueses, cento e trinta e sete virgula oito por cento tenham um ou mais doutoramentos, ao que parece só aquele antro comuna de Cuba, apresenta um melhor desempenho, somos realmente os maiores. Quando olhamos para a corrupção ela é quase inexistente, uns meros vinte e oito por cento dos internados no modelar sistema prisional português estão a cumprir penas por corrupção, o que nos torna o país menos corrupto do universo.
Os nossos médicos e cirurgiões, nunca erram, de tão excelsa e profissional que é a sua formação, os óbitos ocorrem por pura negligência do doente que não é capaz de entender nem reagir aos excelentes e soberbos desempenhos dos discípulos de Galeno, estão em igual proporção os nossos brilhantes e clarividentes Juízes e Advogados, únicos detentores da chave da verdade, a eles se deve em grande parte o estrepitoso sucesso deste país, que faz inveja aos grandes da Europa.
No ambiente damos cartas ao mundo, o nosso país é o mais bem cuidado do planeta, as nossas estações de tratamento de esgotos as mais eficientes da galáxia, não existe um só cagalhão que fuja ao nosso diligente e soberbo processo de reciclagem, a nossa rede de reservas, parques naturais e zonas de paisagem protegida, faz inveja a muitos dos ditos países desenvolvidos, porque mais uma vez o inovador génio português produziu o que de melhor se faz em termos de protecção do ambiente, quem se lembraria de colocar uma cimenteira dentro de um parque natural para o proteger dos obscuros interesses da construção civil, que melhor forma à de preservar uma arriba ou um sistema de dunas do que lhe espetar em cima umas valentes toneladas de betão e construir condomínios de luxo, ou arrasar pinhais e montados para fazer campos de golfe que efectivamente protejam a fauna e a flora.
Os nossos sistemas de combate a incêndios, de socorro a náufragos e de protecção civil, enchem de inveja os maiores da Europa tal é a sapiência e abundância de meios que possuímos, a par com as nossas forças policiais e forças armadas que fazem a inveja de países ditos civilizados pela elevada qualidade dos seus sistemas de comunicações e armamento, que ombreia com tudo o que de melhor se faz no mundo, desmentindo aqueles que fazem do bota abaixo o seu culto diário. Arautos da desgraça, Portugal progride!
Para culminar, estamos na ponta da lança, no que concerne à utilização, das novas tecnologias, que interessa que fábricas centenárias de loiça, produtos genuínos e fantásticos pereçam na voragem da globalização, se por outro lado parimos para o mundo centos de Magalhães, e bandas largas aos milhares, calai-vos aves de mau agoiro! Que Portugal segue indemne e veloz, à velocidade da luz, directo para os lugares mais cimeiros.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Este recente estudo desmente claramente todos esses arautos da desgraça que por aí saltaricam, enchendo o mundo de lamentos, segundo o estudo, a nossa educação é a terceira melhor do planeta, só suplantada pelo Mali e pela Croácia, somos os melhores médicos, cirurgiões e clínicos. A Justiça em Portugal é a mais diligente e rápida de todas quantas se analisou, a rapidez dos processos, acelerada por novos códigos de processo penal e civil, aligeirou o peso da burocracia, além de que as populares medidas de despenalização, fizeram maravilhas pela estatística, sendo nós também um dos países mais seguros do mundo, onde, praticamente não existem crimes, ou antes onde quase nada é considerado crime, o que é bastante diferente.
A nossa diligente e sapiente Educação, a persistente paixão por ensinar, fez com que em cada cem portugueses, cento e trinta e sete virgula oito por cento tenham um ou mais doutoramentos, ao que parece só aquele antro comuna de Cuba, apresenta um melhor desempenho, somos realmente os maiores. Quando olhamos para a corrupção ela é quase inexistente, uns meros vinte e oito por cento dos internados no modelar sistema prisional português estão a cumprir penas por corrupção, o que nos torna o país menos corrupto do universo.
Os nossos médicos e cirurgiões, nunca erram, de tão excelsa e profissional que é a sua formação, os óbitos ocorrem por pura negligência do doente que não é capaz de entender nem reagir aos excelentes e soberbos desempenhos dos discípulos de Galeno, estão em igual proporção os nossos brilhantes e clarividentes Juízes e Advogados, únicos detentores da chave da verdade, a eles se deve em grande parte o estrepitoso sucesso deste país, que faz inveja aos grandes da Europa.
No ambiente damos cartas ao mundo, o nosso país é o mais bem cuidado do planeta, as nossas estações de tratamento de esgotos as mais eficientes da galáxia, não existe um só cagalhão que fuja ao nosso diligente e soberbo processo de reciclagem, a nossa rede de reservas, parques naturais e zonas de paisagem protegida, faz inveja a muitos dos ditos países desenvolvidos, porque mais uma vez o inovador génio português produziu o que de melhor se faz em termos de protecção do ambiente, quem se lembraria de colocar uma cimenteira dentro de um parque natural para o proteger dos obscuros interesses da construção civil, que melhor forma à de preservar uma arriba ou um sistema de dunas do que lhe espetar em cima umas valentes toneladas de betão e construir condomínios de luxo, ou arrasar pinhais e montados para fazer campos de golfe que efectivamente protejam a fauna e a flora.
Os nossos sistemas de combate a incêndios, de socorro a náufragos e de protecção civil, enchem de inveja os maiores da Europa tal é a sapiência e abundância de meios que possuímos, a par com as nossas forças policiais e forças armadas que fazem a inveja de países ditos civilizados pela elevada qualidade dos seus sistemas de comunicações e armamento, que ombreia com tudo o que de melhor se faz no mundo, desmentindo aqueles que fazem do bota abaixo o seu culto diário. Arautos da desgraça, Portugal progride!
Para culminar, estamos na ponta da lança, no que concerne à utilização, das novas tecnologias, que interessa que fábricas centenárias de loiça, produtos genuínos e fantásticos pereçam na voragem da globalização, se por outro lado parimos para o mundo centos de Magalhães, e bandas largas aos milhares, calai-vos aves de mau agoiro! Que Portugal segue indemne e veloz, à velocidade da luz, directo para os lugares mais cimeiros.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, janeiro 14, 2009
Fait divers!
I
Nesta barafunda a que continuamos a insistir chamar um país, a esta farsa que chamamos Estado de Direito, só para alguns claro está, ficamos hoje a saber que o buraco do BPN ascende 1300 milhões de Euros! Como é possível um cataclismo destes, como é possível que tanta gente séria e respeitável acima de qualquer suspeita cometa tais esburgos, sem mais aquela, pior, como é possível que um Estado vá cobrir aquele autêntico buraco negro bancário, aplicando naquela cloaca o dinheiro de todos nós para salvar o que dificilmente terá salvação.
Quem será punido por mais esta imbecilidade económica? Como de costume ninguém, ou se alguém for dentro será por pouco tempo, até porque os milhõeszinhos já estão há muito em lugar seguro. E nós a pagar claro está!
II
Cardeal Patriarca de Lisboa, Dom José Policarpo, pessoa que me habituei a ouvir com agrado mesmo quando discordo em absoluto do que diz, aprecio o homem e a coragem da defesa das suas convicções, pessoa com quem me cruzei duas ou três vezes enquanto fui Escuteiro, proferiu umas declarações que subscrevo inteiramente, insuspeita é esta minha anuência pois como todos sabem sou completamente ateu, não perco um segundo com religiões, no entanto sempre gostei de José Policarpo pessoa, pela sua intransigente defesa do ser humano do respeito e civismo, as declarações que proferiu em relação aos Muçulmanos, são a mais pura e dura realidade, quer se queira quer não, e ponto final.
III
Portugal é um país, produto de alguma experiência diabólica, que junta várias qualidades humanas, leia-se defeitos, num só tipo humano, o Homo Lusitanus, essa criatura, labrega e boçal, que arrasta a sua boçalidade em actividades futeboleiras e festarolas báquicas, em que o objectivo primordial é entorpecer completamente os pequenos e mirrados cérebros, demolhados em álcoois, ensopados por coiratos e bifanas de barrasco espanhol a saber a mijo.
E é este fedor a urina, fezes e demais pestilências, que faz do cada vez mais ameaçado meio ambiente de uma terra que não há muitos anos era um ainda paraíso nesta Europa devastada, hoje muitos desses países há décadas despertos para os problemas ambientais foram a tempo salvar o pouco que lhes restava e tentam salvar e preservar o que ainda tem salvação, por cá é o contrário, caminhamos alegremente para a perdição, numa orgia de cimento e betão, fazendo lembrar os piores tempos do Cavaquismo neo-liberal, que veio desembocar a isto que temos agora.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Nesta barafunda a que continuamos a insistir chamar um país, a esta farsa que chamamos Estado de Direito, só para alguns claro está, ficamos hoje a saber que o buraco do BPN ascende 1300 milhões de Euros! Como é possível um cataclismo destes, como é possível que tanta gente séria e respeitável acima de qualquer suspeita cometa tais esburgos, sem mais aquela, pior, como é possível que um Estado vá cobrir aquele autêntico buraco negro bancário, aplicando naquela cloaca o dinheiro de todos nós para salvar o que dificilmente terá salvação.
Quem será punido por mais esta imbecilidade económica? Como de costume ninguém, ou se alguém for dentro será por pouco tempo, até porque os milhõeszinhos já estão há muito em lugar seguro. E nós a pagar claro está!
II
Cardeal Patriarca de Lisboa, Dom José Policarpo, pessoa que me habituei a ouvir com agrado mesmo quando discordo em absoluto do que diz, aprecio o homem e a coragem da defesa das suas convicções, pessoa com quem me cruzei duas ou três vezes enquanto fui Escuteiro, proferiu umas declarações que subscrevo inteiramente, insuspeita é esta minha anuência pois como todos sabem sou completamente ateu, não perco um segundo com religiões, no entanto sempre gostei de José Policarpo pessoa, pela sua intransigente defesa do ser humano do respeito e civismo, as declarações que proferiu em relação aos Muçulmanos, são a mais pura e dura realidade, quer se queira quer não, e ponto final.
III
Portugal é um país, produto de alguma experiência diabólica, que junta várias qualidades humanas, leia-se defeitos, num só tipo humano, o Homo Lusitanus, essa criatura, labrega e boçal, que arrasta a sua boçalidade em actividades futeboleiras e festarolas báquicas, em que o objectivo primordial é entorpecer completamente os pequenos e mirrados cérebros, demolhados em álcoois, ensopados por coiratos e bifanas de barrasco espanhol a saber a mijo.
E é este fedor a urina, fezes e demais pestilências, que faz do cada vez mais ameaçado meio ambiente de uma terra que não há muitos anos era um ainda paraíso nesta Europa devastada, hoje muitos desses países há décadas despertos para os problemas ambientais foram a tempo salvar o pouco que lhes restava e tentam salvar e preservar o que ainda tem salvação, por cá é o contrário, caminhamos alegremente para a perdição, numa orgia de cimento e betão, fazendo lembrar os piores tempos do Cavaquismo neo-liberal, que veio desembocar a isto que temos agora.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, janeiro 13, 2009
Nós por cá!
Em boa hora a SIC decidiu transportar um apontamento integrado no jornal da noite, para um formato de programa, direi mais naquele que é o melhor programa de comédia da televisão nacional. O CQC, da TVI, também é excelente, mas o Nós Por Cá, é mesmo soberbo. O repositório do portuga, do tuga, do labrego lusitano, sob as suas mais variadas roupagens, o lorpa, o politico idiota, o autarca mentecapto, o cretino, o nódoa, o estafermo, o paspalho, o nabo, o basbaque, o energúmeno, o suíno, o borrabotas, o bobo, o bandalho, o badalhoco, o bardamerda, o cavalgadura ou mesmo o imbecil anónimo estão todos lá, todo, todo o excepcional espectro da avifauna lusa, as avantesmas analfabrutas desta terra esplanadas em tecnologia de ponta nos plasmas e LCD de Portugal, mostrando que a Banda Larga, o TGV, o Magalhães e outras brincadeiras, precisavam de ser repensadas, porque nas mais das vezes aquilo que se assiste são a tramas medievais, passadas claro está na ubiquidade perene deste passar do tempo à lusitana, a rataria nacional no seu melhor, em grande e à grande. Parabéns ao programa.
Dispensável, é aquela coisa de levar lá uns zezinhos para botar faladura, dispensável e chato, que ninguém tem pachorra para estar a aturar as bojardas daqueles convivas de circunstâncias, alguns com ar de absoluto enfado, como que tolhidos pela surpresa das muitas e variadas imbecilidades a que assistem ficam quase que sem pio perante as estúrdias e inenarráveis faltas de civismo que denotam em antes uma atroz e pavorosa indigência intelectual de um povo. O programa “Nós por cá” irá fazer mais por este país que cem tratados de sociologia, será uma maneira excelente de ver o que realmente somos, uma cambada de emplastros, canhestros analfabetos e sem o mínimo rasgo de civismo, asseio e respeito pelos outros.
Por outro lado o programa serve de paliativo à crise, numa catarse colectiva, dá para rir a bandeiras despregadas, eu pelo menos encho o papinho, é rir a bom rir, de tanto imbecil e tanta imbecilidade, das mais rocambolescas, até aquelas que se nos metem pelos olhos adentro, onde de imediato se percebe o cheiro da corrupção do compadrio do amiguismo, daquela coisa tão nossa de untar as mãos e viver à conta de esquemas e roubo dos dinheiros públicos, é só rir!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Dispensável, é aquela coisa de levar lá uns zezinhos para botar faladura, dispensável e chato, que ninguém tem pachorra para estar a aturar as bojardas daqueles convivas de circunstâncias, alguns com ar de absoluto enfado, como que tolhidos pela surpresa das muitas e variadas imbecilidades a que assistem ficam quase que sem pio perante as estúrdias e inenarráveis faltas de civismo que denotam em antes uma atroz e pavorosa indigência intelectual de um povo. O programa “Nós por cá” irá fazer mais por este país que cem tratados de sociologia, será uma maneira excelente de ver o que realmente somos, uma cambada de emplastros, canhestros analfabetos e sem o mínimo rasgo de civismo, asseio e respeito pelos outros.
Por outro lado o programa serve de paliativo à crise, numa catarse colectiva, dá para rir a bandeiras despregadas, eu pelo menos encho o papinho, é rir a bom rir, de tanto imbecil e tanta imbecilidade, das mais rocambolescas, até aquelas que se nos metem pelos olhos adentro, onde de imediato se percebe o cheiro da corrupção do compadrio do amiguismo, daquela coisa tão nossa de untar as mãos e viver à conta de esquemas e roubo dos dinheiros públicos, é só rir!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, janeiro 09, 2009
Reestruturação ou talvez Não!
Dizia o outro que “por vezes é necessário fazer alguma coisa para que tudo fique na mesma”, ou então que é “preciso fazer alguma coisa para que tudo fique pior” digo eu! ´Que é o que se passa com a famigerada reestruturação da Guarda Nacional Republicana. Uma vez mais os doutos e sapientes cérebros que desgovernam as forças de segurança, fizeram parir uma reestruturação, que na modesta opinião de quem como eu é um simples observador desprovido de conhecimentos técnicos, vai ser como se dizia na minha “guerra” uma valente e “real cagada em três actos”.
Quer-me a mim parecer que a rapaziada do ar condicionado que pensa nestas coisas, não tem muito bem a noção do país onde vive, o que como em outros casos se percebe perfeitamente, pela pura e dura imbecilidade das alterações, não discuto as soluções técnicas se bem que sobre elas tenha opinião formada há muito tempo. Centrar-me-ei só num pontinho que a mim me fez confusão, que passo a explicar.
As nossas forças policiais estão num grau crescendo de desmoralização, seguramente atingiram o zero, desmotivados, mal pagos, insultados e as mais das vezes sem meios, estes homens e mulheres tentam cumprir o melhor que podem a tarefa que lhes está atribuída, quantas e quantas vezes de forma abnegada e em detrimento da família, esta gente devia ser acarinhada e bem tratada, porque são cada vez mais a nossa “thin red line”contra a escumalha subsídio dependente da roubalheira, do tráfico e do homicídio, visto como está que os tribunais estão apostados em libertar todos os tabardilhas galfarros por mais perigosos que sejam.
Não admira pois que nos jornais, surjam notícias a dizer que os homens e mulheres das forças policiais estão desmotivados, insensato seria que não estivessem, tal o abandono a que têm sido votados, relembre-se a trapalhice das Glock, a legislação completamente desadequada do novo mundo do crime, os salários miseráveis, a assustadora taxa de suícidios e doenças do foro psiquiátrico e psicológico que deveria fazer a rapaziada do ar condicionado sentir-se envergonhada, ainda a semana passada uma jovem militar da GNR se suicidou deixando orfão uma criancinha pequena, nas televisões não dei por terem dado cobertura ao caso, estavam demasiado ocupados a dar enfase a um entulho que depois de roubar um carro e disparar para o polícia levou e bem um balázio nos cornos. Esta dualidade de critérios em que se defende e promove a escumalha e se esquecem de quem nos defende, dá-me nojo.
Voltando à reestruturação, as tragalhadancices usuais extinguem umas unidades, ou antes dão-lhes um novo nome, e, ponto que realmente me faz chocar, criam 3 ou 4 novos tachos para Major-general, dentro da estrutura da GNR, vai até existir um major general a comandar uma unidade de 750 homens, ora isto é claramente deitar dinheiro à rua, além de vergonhoso, já nem falo no fecho de postos, nos transtornos para o pessoal que terá de se deslocar para novas unidades, falo na vergonhosa e despendiosa criação de mais lugares de tacho, quando as necessidades de meios de instalações e de condições são tão gritantes.
Aos homens e mulheres das nossas forças policiais só posso, infelizmente dizer obrigado, obrigado por continuarem a desempenhar a vossa função o melhor que podem e sabem, na certeza porém de que, muita coisa está mal, que existe dentro dessa estrutura gente sem brio, mas que não serão essas poucas ovelhas ronhosas que farão manchar a vossa excelente prestação.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Quer-me a mim parecer que a rapaziada do ar condicionado que pensa nestas coisas, não tem muito bem a noção do país onde vive, o que como em outros casos se percebe perfeitamente, pela pura e dura imbecilidade das alterações, não discuto as soluções técnicas se bem que sobre elas tenha opinião formada há muito tempo. Centrar-me-ei só num pontinho que a mim me fez confusão, que passo a explicar.
As nossas forças policiais estão num grau crescendo de desmoralização, seguramente atingiram o zero, desmotivados, mal pagos, insultados e as mais das vezes sem meios, estes homens e mulheres tentam cumprir o melhor que podem a tarefa que lhes está atribuída, quantas e quantas vezes de forma abnegada e em detrimento da família, esta gente devia ser acarinhada e bem tratada, porque são cada vez mais a nossa “thin red line”contra a escumalha subsídio dependente da roubalheira, do tráfico e do homicídio, visto como está que os tribunais estão apostados em libertar todos os tabardilhas galfarros por mais perigosos que sejam.
Não admira pois que nos jornais, surjam notícias a dizer que os homens e mulheres das forças policiais estão desmotivados, insensato seria que não estivessem, tal o abandono a que têm sido votados, relembre-se a trapalhice das Glock, a legislação completamente desadequada do novo mundo do crime, os salários miseráveis, a assustadora taxa de suícidios e doenças do foro psiquiátrico e psicológico que deveria fazer a rapaziada do ar condicionado sentir-se envergonhada, ainda a semana passada uma jovem militar da GNR se suicidou deixando orfão uma criancinha pequena, nas televisões não dei por terem dado cobertura ao caso, estavam demasiado ocupados a dar enfase a um entulho que depois de roubar um carro e disparar para o polícia levou e bem um balázio nos cornos. Esta dualidade de critérios em que se defende e promove a escumalha e se esquecem de quem nos defende, dá-me nojo.
Voltando à reestruturação, as tragalhadancices usuais extinguem umas unidades, ou antes dão-lhes um novo nome, e, ponto que realmente me faz chocar, criam 3 ou 4 novos tachos para Major-general, dentro da estrutura da GNR, vai até existir um major general a comandar uma unidade de 750 homens, ora isto é claramente deitar dinheiro à rua, além de vergonhoso, já nem falo no fecho de postos, nos transtornos para o pessoal que terá de se deslocar para novas unidades, falo na vergonhosa e despendiosa criação de mais lugares de tacho, quando as necessidades de meios de instalações e de condições são tão gritantes.
Aos homens e mulheres das nossas forças policiais só posso, infelizmente dizer obrigado, obrigado por continuarem a desempenhar a vossa função o melhor que podem e sabem, na certeza porém de que, muita coisa está mal, que existe dentro dessa estrutura gente sem brio, mas que não serão essas poucas ovelhas ronhosas que farão manchar a vossa excelente prestação.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, janeiro 06, 2009
A montanha não pariu! Sequer um rato.
Falou e disse, nada! O senhor Primeiro entre os ministros, arengou durante largeirões minutos, sobre tudo em especialmente sobre absolutamente nada, limitando-se a defender o indefensável, honra lhe seja feita o homem é inamovível, na coragem e coerência com que defende as abstruzidades que vai declarando defendendo-as como se fossem as maiores das verdades deste mundo lusitano.
Mal, muito mal também os dois jornaleiros que até são rapaziada esperta, nervosos, com o assunto estudado, mas que se atropelaram indignamente tentando confundir o PM, nesse jogo o senhor em causa é exímio e os dois rapazes saíram claramente de rabo de rojo, o início também foi péssimo a escolha do célebre estatuto dos Açores, foi um escolha estulta e desprovida de senso, a quem interessam as guerrinhas mesquinhas da partidarite lusa, a ninguém excepto aos seus promotores que tentam ensacar ganhos estratégicos obscuros na lógica da politiquice rafeira e cretina que há já largos tempos conspurca os corredores do poder cá no burgo, porque a não ser assim, a discussão assentaria sobre o estatuto da Madeira, intocável, sobre o próprio modelo politíco da nação, que urge reforma séria e sobre a vergonhosa lei de financiamento dos partidos, mas quanto a isso nada a declarar.
Esperei palavras sobre os dois milhões de idosos que vivem com pensões miseráveis, enquanto uns milhares de galfarros de minorias várias, umas a cor outras sem cor, folgam de costa direita com rendimentos para tudo e por nada com casas à borla, porque nem renda pagam, já para não falar nas reformas milionárias de outros reformados aos cinquenta anos, esperei em vão, novas de políticas concretas de acerto com uma Europa que nos foge a sete pés, nada! Palavreado oco sem conteúdo, meias verdades, propaganda antiga de encher o bicho do ouvido aos acólitos que agitam a bandeirinha nos discursos inflamados, isto é Socialismo? O tanas, isto pode ser muita coisa, socialismo, não será, será vento, ou chuva que não bate assim. Esperei novas, e das novas não tive sequer um vislumbre!
Versejou alegremente o doutor senhor Engenheiro sobre a Educação, sobre o sucesso magalhânico, nas escolas, não há giz, telhados, aquecimento, laboratórias, equipamentos, cultura, civismo, educação, mas existem os Magalhães, perdão, também não existem, afinal o que há nas escolas? O sucesso inaudito do ensino profissional, que conjunto com curriculos alternativos e novas oportunidades, lançam no mercado de trabalho gente cheia de diplomas e que não sabe uma letra do tamanho de um boi, como se pode falar de avaliar de massacrar os professores quando existem escolas onde o ensino tecnológico carece de meios, escolas onde na mesma turma se dois alunos precisarem de lixar um prancha de pinho, só um o pode fazer porque só existe uma lixadeira, tenha vergonha senhor ministro! Como espera o senhor que se aprenda e se ensine em sitíos que servem para tudo excepto para ensinar, onde professores miseravelmente pagos, tem de aturar os fedelhos birrentos filhos desta sociedade imbecil, atulhados em papelada, obrigados a fazer formação que tem de pagar do seu bolso, tenha vergonha senhor ministro!
Para além disto, mais nada disse de relevante, excepto umas bojardas sobre a recessão, a crise que ninguém previu, mentira, porque muitos a previram, começando pelo seu inefável ministro Pinho que chegou ao ponto de decretar o fim da crise, quando ela ainda nem sequer tinha começado. Junte-se esta entrevista ao discurso de Sua Excelência o senhor Presidente da Republica e temos o mais acabado exemplo da ruinosa classe que nos governa. Resumindo foi triste, muito triste, notem que até tinha começado bem às 19.00h com o “Nós Por Cá”!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Mal, muito mal também os dois jornaleiros que até são rapaziada esperta, nervosos, com o assunto estudado, mas que se atropelaram indignamente tentando confundir o PM, nesse jogo o senhor em causa é exímio e os dois rapazes saíram claramente de rabo de rojo, o início também foi péssimo a escolha do célebre estatuto dos Açores, foi um escolha estulta e desprovida de senso, a quem interessam as guerrinhas mesquinhas da partidarite lusa, a ninguém excepto aos seus promotores que tentam ensacar ganhos estratégicos obscuros na lógica da politiquice rafeira e cretina que há já largos tempos conspurca os corredores do poder cá no burgo, porque a não ser assim, a discussão assentaria sobre o estatuto da Madeira, intocável, sobre o próprio modelo politíco da nação, que urge reforma séria e sobre a vergonhosa lei de financiamento dos partidos, mas quanto a isso nada a declarar.
Esperei palavras sobre os dois milhões de idosos que vivem com pensões miseráveis, enquanto uns milhares de galfarros de minorias várias, umas a cor outras sem cor, folgam de costa direita com rendimentos para tudo e por nada com casas à borla, porque nem renda pagam, já para não falar nas reformas milionárias de outros reformados aos cinquenta anos, esperei em vão, novas de políticas concretas de acerto com uma Europa que nos foge a sete pés, nada! Palavreado oco sem conteúdo, meias verdades, propaganda antiga de encher o bicho do ouvido aos acólitos que agitam a bandeirinha nos discursos inflamados, isto é Socialismo? O tanas, isto pode ser muita coisa, socialismo, não será, será vento, ou chuva que não bate assim. Esperei novas, e das novas não tive sequer um vislumbre!
Versejou alegremente o doutor senhor Engenheiro sobre a Educação, sobre o sucesso magalhânico, nas escolas, não há giz, telhados, aquecimento, laboratórias, equipamentos, cultura, civismo, educação, mas existem os Magalhães, perdão, também não existem, afinal o que há nas escolas? O sucesso inaudito do ensino profissional, que conjunto com curriculos alternativos e novas oportunidades, lançam no mercado de trabalho gente cheia de diplomas e que não sabe uma letra do tamanho de um boi, como se pode falar de avaliar de massacrar os professores quando existem escolas onde o ensino tecnológico carece de meios, escolas onde na mesma turma se dois alunos precisarem de lixar um prancha de pinho, só um o pode fazer porque só existe uma lixadeira, tenha vergonha senhor ministro! Como espera o senhor que se aprenda e se ensine em sitíos que servem para tudo excepto para ensinar, onde professores miseravelmente pagos, tem de aturar os fedelhos birrentos filhos desta sociedade imbecil, atulhados em papelada, obrigados a fazer formação que tem de pagar do seu bolso, tenha vergonha senhor ministro!
Para além disto, mais nada disse de relevante, excepto umas bojardas sobre a recessão, a crise que ninguém previu, mentira, porque muitos a previram, começando pelo seu inefável ministro Pinho que chegou ao ponto de decretar o fim da crise, quando ela ainda nem sequer tinha começado. Junte-se esta entrevista ao discurso de Sua Excelência o senhor Presidente da Republica e temos o mais acabado exemplo da ruinosa classe que nos governa. Resumindo foi triste, muito triste, notem que até tinha começado bem às 19.00h com o “Nós Por Cá”!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
domingo, janeiro 04, 2009
Monsieur Le President!
Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, finalmente abriu o armazém de migalhas de bolo-rei para proferir um inusitado discurso de miserabilismo novel anual, concorde-se ou não com a criatura, é triste verificar que os lugares comuns do senso catastrófico “demodé”, tão ao gosto do género hollyodesco do filme catástrofe de classe B dos anos 70, voltam neste ressuscitado Ed Wood à portuguesa em tonitruantes silvos na voz cava e macilenta quase imperceptível naquele sotaque, meio taberna de Alfama, meio algarvio com toques de sopinha de massa, que Sua Excelência exibe nestas ocasiões de estadão e protocolo, como se alguém com um pingo de massa cinzenta lhe desse algum crédito.
No entanto devo confessar que gostei do discurso, genericamente gostei, o que claramente demonstra que não tenho um grama de neurónios, Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, finalmente trouxe à baila algo que nos interessa a nós pobres diabos que pagamos os vários ordenados que alimentam Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, bem como a muitos dos seus acólitos, a crise.
O endividamento excessivo, o viver acima das posses, ora estes são temas que Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, bem conhece, nos seus já esquecidos e longínquos tempos de Primeiro-ministro, Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, lançou as bases deste endividamento excessivo e criou a política do miserabilismo intelectual, recordemos o caso Saramago e aquela criatura chamada Sousa Lara, o miserabilismo salarial, o miserabilismo académico, enfim enquanto Primeiro-ministro Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, foi o campeão do miserabilismo Luso, é pois com todo o mérito e propriedade, que transvestido em paladino da verdade, Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, fala da crise e do miserabilismo, por oposição aos fadários rosa do senhor Primeiro-ministro actual que vive num conto de fadas magalhânico, sonhando com velas desfraldas a singrar mares oceanos de fio a pavio em internauticas navegações, com os endividados municípios a terem de assumir a despesa dos navegantes.
Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, falou e bem! Falou essencialmente, de si, do seu passado e presente, falou da escola que criou, directivas que todos os posteriores seguidores no cargo copiaram, avolumando o “mostro”, o endividamento, o despesismo e a falta de norte disto tudo. Faltou a Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, falar dos pobres, dos que trabalham sustentando esta cloaca, do sistema político infecto, olha razão tem o Alberto que quer ser um estado federal.
Um abraço de bem-vindas ao novo ano deste vosso amigo
Barão da Tróia
No entanto devo confessar que gostei do discurso, genericamente gostei, o que claramente demonstra que não tenho um grama de neurónios, Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, finalmente trouxe à baila algo que nos interessa a nós pobres diabos que pagamos os vários ordenados que alimentam Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, bem como a muitos dos seus acólitos, a crise.
O endividamento excessivo, o viver acima das posses, ora estes são temas que Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, bem conhece, nos seus já esquecidos e longínquos tempos de Primeiro-ministro, Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, lançou as bases deste endividamento excessivo e criou a política do miserabilismo intelectual, recordemos o caso Saramago e aquela criatura chamada Sousa Lara, o miserabilismo salarial, o miserabilismo académico, enfim enquanto Primeiro-ministro Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, foi o campeão do miserabilismo Luso, é pois com todo o mérito e propriedade, que transvestido em paladino da verdade, Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, fala da crise e do miserabilismo, por oposição aos fadários rosa do senhor Primeiro-ministro actual que vive num conto de fadas magalhânico, sonhando com velas desfraldas a singrar mares oceanos de fio a pavio em internauticas navegações, com os endividados municípios a terem de assumir a despesa dos navegantes.
Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, falou e bem! Falou essencialmente, de si, do seu passado e presente, falou da escola que criou, directivas que todos os posteriores seguidores no cargo copiaram, avolumando o “mostro”, o endividamento, o despesismo e a falta de norte disto tudo. Faltou a Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, falar dos pobres, dos que trabalham sustentando esta cloaca, do sistema político infecto, olha razão tem o Alberto que quer ser um estado federal.
Um abraço de bem-vindas ao novo ano deste vosso amigo
Barão da Tróia
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