O Congresso do Partido Socialista teve três picos que demonstram bem o nível elevado que atingem estas pavonices politiqueiras, o primeiro quando o seu inefável líder optou pelo papel de vítima, a célebre síndrome Calimero, só lhe faltando a casca de ovo no cocuruto, o querido Líder, arengou às hostes rendidas à verve fácil, sobre os papões jornalistas que o perseguem sem fim, qual perdigueiros agarrados às moléculas odoríferas da pequena e frágil perdiz, é o regresso da teoria da cabala, tema tão grato aos nossos políticos que tinha passado de moda.
« Quel injustice toujour, moi, toujour moi !» Como diria o amoroso pintainho preto com a casca de ovo na cabecita avoada, sim realmente que injustiça, tanta gente a fazer asneirada e só vêem as minhas.
Outro ponto alto, desse congresso foi a prelecção escorreito de um sapiente congressista sobre a natureza, pronunciando acerca do casamento homossexual, declarava o douto e iluminado senhor, que, “ …nunca vira um cão a acasalar com outro cão…”. Caro senhor aconselho-o a ver menos missas e novelas e mais programas do National Geographic, ficaria aperceber que esse tipo de comportamentos de interacção sexual entre animais do mesmo sexo existe transversalmente na natureza, sendo muito mais comum do que aquilo que se pensava, apesar de só recentemente ter começado a despertar o interesse dos estudiosos, assim ao contrário da mensagem sacrista e dogmática que os senhores ratos de sacristia querem fazer passar esses comportamentos não são anti natura, são parte da natureza, parte deste mundo vivo, quer queiramos quer não, claro que o protesto contra isso é licito, se bem que, quando vindo de senhores que vestem saias, parecem algo ridículos.
Por último, adorei a entrada da sapientíssima senhora Ministra da Educação, que recebeu forte ovação dos basbaques. Pergunto-me porquê? Esse imenso aplauso demonstra claramente que a imbecilidade é contagiosa, mostrou claramente que a estupidez é bem mais poderosa que a educação e o conhecimento, a ovação a esta senhora que demonstra seguramente ter um dos piores desempenhos da triste história da Educação das últimas três décadas em Portugal, revela a pobreza intelectual de quem anda na política, revela que continuaremos a ser isto, que somos, uns tristes carneiros capados.
À parte, adorei a tirada da Ti Manela Ferreira, valha-nos São Epaminondas Anacoreta, realmente o senhor Primeiro-ministro, não poderia ter desejado maior sorte, ao elegerem a Ti Manela para líder, os camaradas do PSD, deram ao senhor PM a melhor e mais vantajosa ajuda para ganhar de novo as eleições, deixo um conselho ao PSD, antes Alberto João! Pelo menos com esse a malta ria, não lhe ligava porra nenhuma, mas riamos, sempre servia para aumentar a moral.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, março 03, 2009
quinta-feira, fevereiro 26, 2009
Mar Adentro
Mais uma em que somos campeões! Ontem à tardinha exibiu a RTP2, esse excelente refúgio ao estupidificante mundo televisionado dito generalista, um apontamento inserido no Programa Biosfera, versando os famosos Planos de Ordenamento da Orla Costeira ou POOC, um versátil instrumento legislativo que fariam corar de vergonha, os países europeus menos atentos a esta realidade erosiva.
Ora, se na teoria desde 1993, vou repetir, desde 1993, existe uma legislação que defende os mil e tantos quilómetros da orla costeira portuguesa, a mais ameaçada e em perigo de toda a Europa, ora se existe essa legislação, porque é que em 2009, continuamos paulatinamente a assistir ao homicídio dessa costa, com a permissão de construir os mais vergonhosos mamarrachos, fazendo gato-sapato da tal dita Lei?
A resposta é simples, porque fomos e seremos governados por incapazes! A gentalha dos corredores do poder, essa Corja como lhe chamou o outro, essa caterva de inúteis, ineptos e bandalhos ociosos, vilipendia constantemente as leizecas da trampa que se dá ao trabalho de aprovar, vejam por exemplo os PDM, a bandalheira em que se tornaram, o assassinato das nossas cidades, vilas e aldeias, perpetrado pela Corja, a construção anárquica e desregrada, os bairros sociais esses cancros urbanos em que muitos insistem em apostar, no entanto existe luz ao fundo do túnel, ouvi recentemente um autarca dizer que o modelo de financiamento das autarquias sustentado na construção tem de acabar, que é um instrumento do passado, pena que só te lembres disso agora que a construção está em crise.
Mas voltando ao trilho, a nossa costa está completamente abandalhada, perderemos nos próximos cem anos extensões enormes de costa, aconselhem os vossos bisnetos a comprar terrenos aqui pras minhas bandas, lá para 2100, isto será uma estância balnear.
À erosão natural e dinâmica geológica das costas marítimas, junta-se a pura estupidez e ganância, veja-se o exemplo do Algarve, visto do ar a zona de costa parece um grande bairro, junta-se a pressão de construção selvagem, de rompimento dos cordões dunares, junta-se a estupidez política e a cupidez da negociata, isso para quê? Para daqui a vinte ou trinta anos estarmos a gastar milhões para salvar os empreendimentos em risco de ruir, mais uma vez o dinheiro de todos servirá par tapar o cu, aos gananciosos e intrujões, que espoliam e esburgam este país.
O pouco que sobra da costa está agora e mais uma vez ameaçada por mirabolantes empreendimentos ditos de “utilidade pública”, merdas insalubres que renderão milhões em subornos e falcatruas, que depois todos nós teremos de pagar. O triste disto é que tudo isto se passa nas barbas de um povo de carneirada capada, incapaz de reagir, incapaz de lutar, sempre pronta a abanar a cauda e agitar a bandeirinha, sempre destra na actividade osculatória do incauto politiqueiro em passeio de caça ao voto.
Enquanto isso metro a metro, a nossa costa vai desaparecendo, engolida por um oceano que tarda a engrandecer, para engolir toda esta ridícula alegoria a qual insistimos em chamar um país.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Ora, se na teoria desde 1993, vou repetir, desde 1993, existe uma legislação que defende os mil e tantos quilómetros da orla costeira portuguesa, a mais ameaçada e em perigo de toda a Europa, ora se existe essa legislação, porque é que em 2009, continuamos paulatinamente a assistir ao homicídio dessa costa, com a permissão de construir os mais vergonhosos mamarrachos, fazendo gato-sapato da tal dita Lei?
A resposta é simples, porque fomos e seremos governados por incapazes! A gentalha dos corredores do poder, essa Corja como lhe chamou o outro, essa caterva de inúteis, ineptos e bandalhos ociosos, vilipendia constantemente as leizecas da trampa que se dá ao trabalho de aprovar, vejam por exemplo os PDM, a bandalheira em que se tornaram, o assassinato das nossas cidades, vilas e aldeias, perpetrado pela Corja, a construção anárquica e desregrada, os bairros sociais esses cancros urbanos em que muitos insistem em apostar, no entanto existe luz ao fundo do túnel, ouvi recentemente um autarca dizer que o modelo de financiamento das autarquias sustentado na construção tem de acabar, que é um instrumento do passado, pena que só te lembres disso agora que a construção está em crise.
Mas voltando ao trilho, a nossa costa está completamente abandalhada, perderemos nos próximos cem anos extensões enormes de costa, aconselhem os vossos bisnetos a comprar terrenos aqui pras minhas bandas, lá para 2100, isto será uma estância balnear.
À erosão natural e dinâmica geológica das costas marítimas, junta-se a pura estupidez e ganância, veja-se o exemplo do Algarve, visto do ar a zona de costa parece um grande bairro, junta-se a pressão de construção selvagem, de rompimento dos cordões dunares, junta-se a estupidez política e a cupidez da negociata, isso para quê? Para daqui a vinte ou trinta anos estarmos a gastar milhões para salvar os empreendimentos em risco de ruir, mais uma vez o dinheiro de todos servirá par tapar o cu, aos gananciosos e intrujões, que espoliam e esburgam este país.
O pouco que sobra da costa está agora e mais uma vez ameaçada por mirabolantes empreendimentos ditos de “utilidade pública”, merdas insalubres que renderão milhões em subornos e falcatruas, que depois todos nós teremos de pagar. O triste disto é que tudo isto se passa nas barbas de um povo de carneirada capada, incapaz de reagir, incapaz de lutar, sempre pronta a abanar a cauda e agitar a bandeirinha, sempre destra na actividade osculatória do incauto politiqueiro em passeio de caça ao voto.
Enquanto isso metro a metro, a nossa costa vai desaparecendo, engolida por um oceano que tarda a engrandecer, para engolir toda esta ridícula alegoria a qual insistimos em chamar um país.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, fevereiro 23, 2009
No Reino da Barafunda!
Mas que raio de país é este? Numa cloaca imunda, em que milhares de criminosos andam impunes pela rua, sem que nada lhes aconteça, onde todos os dias o pobre pagante de impostos honesto e trabalhador, sai à rua sem ter a certeza de conseguir chegar a casa sem ser assaltado, nesta verdadeira gaiola de malucas, um Juiz, um Procurador Público, por junto com toda a rapaziada que é necessária para processar a burocracia, conseguem em tempo recorde um verdadeiro milagre e obstar a uma brincadeira de Carnaval, sobre a qual nos podemos questionar sobre o gosto, censurando a graçola com tal celeridade, como se desse insignificante facto, dependessem ataques graves à Nação, à sociedade e ao comum cidadão!
Podemos claro está e devemos questionar e talvez até criticar o mau ou bom gosto da piadola sobre o conhecido computador para crianças, alardeado até à exaustão, mas mais deveríamos questionar a atitude, censória deste Ministério da Justiça, que não consegue por cobro à crescente criminalidade, que não consegue garantir a segurança de nada nem de ninguém e num passe de magia consegue processar de forma célere uma questiúncula de cacaracá, e devemos questionar, perguntando a quem de direito, que tipo de prioridades tem este Ministério, porque a julgar pelo exemplo, as prioridades são anedóticas, ou seja o Ministério da Justiça coloca num patamar superior da douta preocupação dos seus funcionários a perseguição às anedotas e palhaçadas carnavalescas, abaixo de situações como por exemplo os homicídios.
Podemos também questionar a tal papagueada isenção da Justiça perante o poder político, será verdadeira essa isenção? Casos como esta absurda trapalhada parecem fazer crer que “aqui há gato”, ou então que a isenção só funciona para alguns casos, para os outros a isenção é virtual, sabe-se que existe mas não se consegue provar a sua existência.
Num país, onde as polícias, operam em condições da mais completa indigência, técnica, tecnológica, salarial e legislativa, num país onde os edifícios de alguns tribunais nem para estábulos servem, um país miserável, onde a segurança do cidadão honesto está à mercê do acaso e do beneplácito da Providência, num país de merda como este, andam funcionários altamente qualificados e bem pagos a perder tempo com imbecilidades quando por vezes nem notificar criminosos conseguem.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Podemos claro está e devemos questionar e talvez até criticar o mau ou bom gosto da piadola sobre o conhecido computador para crianças, alardeado até à exaustão, mas mais deveríamos questionar a atitude, censória deste Ministério da Justiça, que não consegue por cobro à crescente criminalidade, que não consegue garantir a segurança de nada nem de ninguém e num passe de magia consegue processar de forma célere uma questiúncula de cacaracá, e devemos questionar, perguntando a quem de direito, que tipo de prioridades tem este Ministério, porque a julgar pelo exemplo, as prioridades são anedóticas, ou seja o Ministério da Justiça coloca num patamar superior da douta preocupação dos seus funcionários a perseguição às anedotas e palhaçadas carnavalescas, abaixo de situações como por exemplo os homicídios.
Podemos também questionar a tal papagueada isenção da Justiça perante o poder político, será verdadeira essa isenção? Casos como esta absurda trapalhada parecem fazer crer que “aqui há gato”, ou então que a isenção só funciona para alguns casos, para os outros a isenção é virtual, sabe-se que existe mas não se consegue provar a sua existência.
Num país, onde as polícias, operam em condições da mais completa indigência, técnica, tecnológica, salarial e legislativa, num país onde os edifícios de alguns tribunais nem para estábulos servem, um país miserável, onde a segurança do cidadão honesto está à mercê do acaso e do beneplácito da Providência, num país de merda como este, andam funcionários altamente qualificados e bem pagos a perder tempo com imbecilidades quando por vezes nem notificar criminosos conseguem.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, fevereiro 19, 2009
Ah, afinal, não sou o único!
As declarações de Belmiro de Azevedo, fizeram-me rebentar de riso, a minha piquena, até julgou que estava a assistir a uma apoplexia, mas não. Quando eu disse e repito muitas vezes aquilo que ontem um dos Barões de Portugal disse, eu que sou um simples sucedâneo de nabo da lezíria, olham-me como quem olha uma qualquer atracção circense, sorriem e claro, vão pensando à laia de desabafo interior, coitado do bicho, tá mesmo apanhado.
Mas ontem, foi um dos mais insignes empregadores e empreendedores do burgo que disse que Portugal corre o risco de ficar igual a Africa, no pior sentido da coisa, no mau que isso pode comportar, grande Belmiro, és uma alma gémea aqui do pobre Barão.
No entanto ao contrário do senhor Sonae, eu, há já muito tempo acredito que Portugal é mesmo África, não é pela quantidade de pretos em bairros insalubres, dedicados muitos deles à nobre actividade do gamanço, não, atentem antes ao sistema político desta anedota chamada Portugal.
Na mais nobre tradição das cleptocracias africanas das últimas décadas, o que temos por cá não é melhor, umas oligarquias, enxertadas de nepotismo clássico, de perpetuação da espécie dos mandões de serviço, que tratam primeiramente de se encher, engordando a pança com o dinheiro dos papalvos, que esgravatam para comer e pagar contas.
Junte-se uma Justiça que não serve para nada, polícias manietadas por leis completamente absurdas destinadas a proteger os senhores do poleiro e que acabam também por proteger a escumalha de todas as ditas minorias, aos quais nós também pagamos os subsídios e rendimentos e mais borlas, para que uns e outros possam andar em belos carros, ter casa à borla e gozar com o pagode entretido a discutir se o penalty assinalado ao Alguidares de Baixo foi ou não, ou embasbacados a engolir as patranhas da imprensa imbecil que temos, mais interessados em saber se a moçoila da modo faz felácios a jogadores famosos ou se é corneada pelo namorado músico, num absoluto grau zero de utilização de massa cinzenta.
Enquanto isso a lenta ajardinização de Portugal prossegue, nós não corremos o risco de ser África, nós somos África! Alias quando nos confrontamos com qualquer país da Europa, mesmo aqueles sacos de víboras lá do Leste, ficamos sempre a perder, e os nossos indicadores são sempre mais parecidos com os dos países africanos de democraticidade duvidosa governada por oligarquias, plutocratas e nepotistas, com os quais alias temos excelentes relações, provando as semelhanças que nos unem. Sugiro que nos desvinculemos da EU e adiramos ao invés à UA, União Africana, assim como assim sempre sairíamos do fim da lista, saltando para o meio, seria melhor para a nossa moral colectiva.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Mas ontem, foi um dos mais insignes empregadores e empreendedores do burgo que disse que Portugal corre o risco de ficar igual a Africa, no pior sentido da coisa, no mau que isso pode comportar, grande Belmiro, és uma alma gémea aqui do pobre Barão.
No entanto ao contrário do senhor Sonae, eu, há já muito tempo acredito que Portugal é mesmo África, não é pela quantidade de pretos em bairros insalubres, dedicados muitos deles à nobre actividade do gamanço, não, atentem antes ao sistema político desta anedota chamada Portugal.
Na mais nobre tradição das cleptocracias africanas das últimas décadas, o que temos por cá não é melhor, umas oligarquias, enxertadas de nepotismo clássico, de perpetuação da espécie dos mandões de serviço, que tratam primeiramente de se encher, engordando a pança com o dinheiro dos papalvos, que esgravatam para comer e pagar contas.
Junte-se uma Justiça que não serve para nada, polícias manietadas por leis completamente absurdas destinadas a proteger os senhores do poleiro e que acabam também por proteger a escumalha de todas as ditas minorias, aos quais nós também pagamos os subsídios e rendimentos e mais borlas, para que uns e outros possam andar em belos carros, ter casa à borla e gozar com o pagode entretido a discutir se o penalty assinalado ao Alguidares de Baixo foi ou não, ou embasbacados a engolir as patranhas da imprensa imbecil que temos, mais interessados em saber se a moçoila da modo faz felácios a jogadores famosos ou se é corneada pelo namorado músico, num absoluto grau zero de utilização de massa cinzenta.
Enquanto isso a lenta ajardinização de Portugal prossegue, nós não corremos o risco de ser África, nós somos África! Alias quando nos confrontamos com qualquer país da Europa, mesmo aqueles sacos de víboras lá do Leste, ficamos sempre a perder, e os nossos indicadores são sempre mais parecidos com os dos países africanos de democraticidade duvidosa governada por oligarquias, plutocratas e nepotistas, com os quais alias temos excelentes relações, provando as semelhanças que nos unem. Sugiro que nos desvinculemos da EU e adiramos ao invés à UA, União Africana, assim como assim sempre sairíamos do fim da lista, saltando para o meio, seria melhor para a nossa moral colectiva.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, fevereiro 16, 2009
Vergonhoso
Ontem à noite a TVI, passou uma excelente reportagem sobre a realidade do ensino especial e a tal inclusão, termo que abomino, em Portugal e o que se mostrou foi vergonhoso. A jornalista responsável pelo trabalho, de sua graça Ana Leal, conhece muito bem esse mundo e está de parabéns por essa reportagem, que mesmo assim foi só um breve e fugidio retrato da atroz realidade dessa coisa inenarrável que se chama Ensino Especial.
Vamos então por partes, como já escrevi aqui neste bloguelho, por diversas vezes, o Ensino Especial, cá no jardim à beira mar plantado é para ser simpático, uma das maiores intrujices de sempre. Porque atentem, se a Educação em geral atingiu o estado de miserabilismo subserviente a que assistimos diariamente, imaginem como não estará um ramo do ensino que não se compadece com continhas de merceeiro de aldeola de província e muito menos com burocratices, de mangas-de-alpaca que nunca saíram dos gabinetes de ar condicionado nem nunca largam os motoristas e assessores.
Na reportagem, viram-se coisas de bradar aos céus, que ao contrário do que se possa imaginar são muito comuns, e atenção que as escolas filmadas foram as escolas modelo, assim consideradas por um ministério que atendendo às evasivas respostas do secretário de estado escalado para responder, nem conhece o que se passa, mas adiante.
O calvário relatado foi o normal, falta tudo! Professores, auxiliares, condições materiais e por aí adiante, falta dinheiro, transportes e demais necessidades que não são luxo, são necessidades imperiosas quando se trata deste tipo especial de crianças, professores que compram com o dinheiro do seu bolso os materiais, para poderem fazer o trabalho que lhes é exigido pelo tal ministério, pais que desesperam e situações verdadeiramente escandalosas, de falta atroz de responsabilidade política e de bom senso.
O que nos leva à inclusão, essa coisa do politicamente correcto que pretende colocar deficientes profundos em salas de aulas normais, uma burrice de todo o tamanho, impraticável e completamente estapafúrdia, pois não irá ajudar ninguém, porque para além do mais faltam os meios e a preparação faltam as condições, sobram as ideias imbecis, a inclusão não se faz como se está a tentar, a inclusão não se institui por Lei, a inclusão só deverá ser feita se for uma mais valia para ao aluno deficiente e para os outros, a inclusão a continuar como vai será coisa para dar como já é hábito por cá com os burros na água.
O senhor secretário de estado, apareceu a responder, às perguntas da jornalista, com um evidente mal-estar, má disposição, com respostas a roçar a mais completa falta de educação, claro, atabalhoado, sem perceber do que se falava, ou seja representou muito bem o seu ministério, deu uma excelente imagem daquilo que é a Educação em Portugal.
Aquela reportagem, espelhou muito bem a mentira, que é a coisa pomposa chamada Ensino Especial, uma mentira que este país propaga há vários anos, não é só o actual governo, foram todos os governos dos últimos 20 anos, essa corja que continua no pedestal, em grandes cargos e com grandes ordenados, todos igualmente culpados, aos deficientes, aos pais, aos professores, aos auxiliares e a todos os que se preocupam com essas pobres crianças, resta continuar a lutar e a ter esperança num amanhã melhor, que lhes traga menos mentira, menos corrupção, menos impostores, menos politiqueiros medíocres e mais gente de bom senso. Esperemos!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Vamos então por partes, como já escrevi aqui neste bloguelho, por diversas vezes, o Ensino Especial, cá no jardim à beira mar plantado é para ser simpático, uma das maiores intrujices de sempre. Porque atentem, se a Educação em geral atingiu o estado de miserabilismo subserviente a que assistimos diariamente, imaginem como não estará um ramo do ensino que não se compadece com continhas de merceeiro de aldeola de província e muito menos com burocratices, de mangas-de-alpaca que nunca saíram dos gabinetes de ar condicionado nem nunca largam os motoristas e assessores.
Na reportagem, viram-se coisas de bradar aos céus, que ao contrário do que se possa imaginar são muito comuns, e atenção que as escolas filmadas foram as escolas modelo, assim consideradas por um ministério que atendendo às evasivas respostas do secretário de estado escalado para responder, nem conhece o que se passa, mas adiante.
O calvário relatado foi o normal, falta tudo! Professores, auxiliares, condições materiais e por aí adiante, falta dinheiro, transportes e demais necessidades que não são luxo, são necessidades imperiosas quando se trata deste tipo especial de crianças, professores que compram com o dinheiro do seu bolso os materiais, para poderem fazer o trabalho que lhes é exigido pelo tal ministério, pais que desesperam e situações verdadeiramente escandalosas, de falta atroz de responsabilidade política e de bom senso.
O que nos leva à inclusão, essa coisa do politicamente correcto que pretende colocar deficientes profundos em salas de aulas normais, uma burrice de todo o tamanho, impraticável e completamente estapafúrdia, pois não irá ajudar ninguém, porque para além do mais faltam os meios e a preparação faltam as condições, sobram as ideias imbecis, a inclusão não se faz como se está a tentar, a inclusão não se institui por Lei, a inclusão só deverá ser feita se for uma mais valia para ao aluno deficiente e para os outros, a inclusão a continuar como vai será coisa para dar como já é hábito por cá com os burros na água.
O senhor secretário de estado, apareceu a responder, às perguntas da jornalista, com um evidente mal-estar, má disposição, com respostas a roçar a mais completa falta de educação, claro, atabalhoado, sem perceber do que se falava, ou seja representou muito bem o seu ministério, deu uma excelente imagem daquilo que é a Educação em Portugal.
Aquela reportagem, espelhou muito bem a mentira, que é a coisa pomposa chamada Ensino Especial, uma mentira que este país propaga há vários anos, não é só o actual governo, foram todos os governos dos últimos 20 anos, essa corja que continua no pedestal, em grandes cargos e com grandes ordenados, todos igualmente culpados, aos deficientes, aos pais, aos professores, aos auxiliares e a todos os que se preocupam com essas pobres crianças, resta continuar a lutar e a ter esperança num amanhã melhor, que lhes traga menos mentira, menos corrupção, menos impostores, menos politiqueiros medíocres e mais gente de bom senso. Esperemos!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, fevereiro 13, 2009
Nem Santo António nos vale!
A sapientíssima administração, decidiu colocar as urgências de urologia da cidade do Porto, a funcionar concentradas num só hospital, ao que creio o São João, despeitados os excelentes e honrados médicos de outro hospital, o Santo António, resolveram, por discordarem do facto, boicotar a coisa. Quando estão na escala para serviço às urgências os acima de qualquer suspeita e excelentes profissionais do Santo António, arranjam atestados e outros subterfúgios e subtraem-se a comparecer no local onde deveriam estar a prestar serviço, pura e simplesmente por discordarem do disposto, por quem manda, se a medida está certa ou errada, desconheço, mas ainda assim diz a Lei, o que quer que essa palavra ainda signifique por cá, que temos de cumprir, alguns têm de cumprir, outros basta arranjar atestados falsos de um colega.
O desplante destes senhores doutores da mula ruça, a falta de ética, de brio profissional e de humanidade, é de fazer revoltar as entranhas ao mais pacato, dos cidadãos, não pelo objecto do protesto e por aquilo que está em causa, mas pela atitude completamente vergonhosa desta gentalha que se diz médico, por exemplo aos professores ameaçam veladamente com a tal Lei e o seu não cumprimento, mas esses coitados são uns tristes, aos senhores doutores parece que já não se pode ameaçar, alias até estou em crer que nada lhes vai acontecer, nem a uns nem aos outros, como no caso dos atestados falsos dos miúdos em Braga ou Bragança que não lhes apeteceu ir aos exames.
Este caso é sintomático do corporativismo “Estado Novo”, que ainda vigora cá na terreola, classes profissionais que criam redes, quase sociedades secretas, em que a defesa dos seus elementos sempre se sobrepõem às Leis gerais da Nação, num perfeito exercício de caciquismo, à boa maneira das repúblicas das bananas da América do Sul, a todos os outros, nós, o pobre cidadão anónimo, que ninguém protege e que paga toda esta carrada de estrume, que nos resta? Nada!
Ou antes resta-nos encolher os ombros e seguir ledos e ufanos, regozijando-nos com as pequeninas vitórias, que ainda conseguimos obter, cientes de que mais dia, menos dia até isso nos tiram.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
O desplante destes senhores doutores da mula ruça, a falta de ética, de brio profissional e de humanidade, é de fazer revoltar as entranhas ao mais pacato, dos cidadãos, não pelo objecto do protesto e por aquilo que está em causa, mas pela atitude completamente vergonhosa desta gentalha que se diz médico, por exemplo aos professores ameaçam veladamente com a tal Lei e o seu não cumprimento, mas esses coitados são uns tristes, aos senhores doutores parece que já não se pode ameaçar, alias até estou em crer que nada lhes vai acontecer, nem a uns nem aos outros, como no caso dos atestados falsos dos miúdos em Braga ou Bragança que não lhes apeteceu ir aos exames.
Este caso é sintomático do corporativismo “Estado Novo”, que ainda vigora cá na terreola, classes profissionais que criam redes, quase sociedades secretas, em que a defesa dos seus elementos sempre se sobrepõem às Leis gerais da Nação, num perfeito exercício de caciquismo, à boa maneira das repúblicas das bananas da América do Sul, a todos os outros, nós, o pobre cidadão anónimo, que ninguém protege e que paga toda esta carrada de estrume, que nos resta? Nada!
Ou antes resta-nos encolher os ombros e seguir ledos e ufanos, regozijando-nos com as pequeninas vitórias, que ainda conseguimos obter, cientes de que mais dia, menos dia até isso nos tiram.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, fevereiro 11, 2009
Dia Mundial da Internet Segura 10 de Fevereiro
Ontem comemorou-se o dia mundial da Internet Segura. Tema bem a propósito para o qual lentamente muito lentamente, as instituições públicas e privadas, os governos e as autarquias, começam a despertar, ainda que de uma forma tímida e algo sem coordenação.
Os pais, os professores e outros agentes de educação estão também em falta, por desconhecimento, por laxismo ou por não estarem para aí virados, também estes agentes têm menosprezado esta cada vez mais importante questão, que se prende com a utilização segura da Internet por parte de crianças e adolescentes, que são ao contrário do que se pensa as maiores vítimas desta problemática, que claro está pode afectar todos e cada um de nós.
A questão da segurança e do uso seguro da Internet é infelizmente um tema muito abrangente em que as ameaças proliferam, da exposição a conteúdos impróprios, à violação de direitos de autor, a problemas de saúde, ao cyberbulling, passando pelas mais mediáticas questões das burlas, esquemas e vírus informáticos, este problema é transversal numa sociedade cada vez mais informatizada à força, e onde a preocupação é criar mercados e não utilizadores conscienciosos.
À laia de comemoração atrasada deixo-vos uns links para locais óptimos, para que se preocupem seriamente com esta questão, qualquer dúvida que tenham sobre esta problemática, muito abrangente, podem também escrever para o seguinte E-mail: espacointernet@cm-almeirim.pt, que terei todo o gosto em vos responder, ou indicar-vos quem saiba responder.
A primeira página que vos recomendo é aqui da casa, claro está, é a página “Os Adultos e a Internet”, uma página do Município de Almeirim, que tem sido pioneiro em muito do que de bom se faz nesta área.
A segunda página é a obra do meu excelente amigo Tito de Morais, “Miúdos seguros na Net”, alguém que há já muito tempo pugna para que estas questões sejam levadas a sério por quem de direito.
A terceira sugestão é uma página institucional do governo que lida com estas questões, a “Internet Segura”.
Quarta é última, deixo-vos um blog sobre o famigerado PC Magalhães, que tem dado água pela barba à malta, lá podem obter ajuda sobre questões técnicas relacionadas com o equipamento, “Assistência Técnica Informática Online Grátis”
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Os pais, os professores e outros agentes de educação estão também em falta, por desconhecimento, por laxismo ou por não estarem para aí virados, também estes agentes têm menosprezado esta cada vez mais importante questão, que se prende com a utilização segura da Internet por parte de crianças e adolescentes, que são ao contrário do que se pensa as maiores vítimas desta problemática, que claro está pode afectar todos e cada um de nós.
A questão da segurança e do uso seguro da Internet é infelizmente um tema muito abrangente em que as ameaças proliferam, da exposição a conteúdos impróprios, à violação de direitos de autor, a problemas de saúde, ao cyberbulling, passando pelas mais mediáticas questões das burlas, esquemas e vírus informáticos, este problema é transversal numa sociedade cada vez mais informatizada à força, e onde a preocupação é criar mercados e não utilizadores conscienciosos.
À laia de comemoração atrasada deixo-vos uns links para locais óptimos, para que se preocupem seriamente com esta questão, qualquer dúvida que tenham sobre esta problemática, muito abrangente, podem também escrever para o seguinte E-mail: espacointernet@cm-almeirim.pt, que terei todo o gosto em vos responder, ou indicar-vos quem saiba responder.
A primeira página que vos recomendo é aqui da casa, claro está, é a página “Os Adultos e a Internet”, uma página do Município de Almeirim, que tem sido pioneiro em muito do que de bom se faz nesta área.
A segunda página é a obra do meu excelente amigo Tito de Morais, “Miúdos seguros na Net”, alguém que há já muito tempo pugna para que estas questões sejam levadas a sério por quem de direito.
A terceira sugestão é uma página institucional do governo que lida com estas questões, a “Internet Segura”.
Quarta é última, deixo-vos um blog sobre o famigerado PC Magalhães, que tem dado água pela barba à malta, lá podem obter ajuda sobre questões técnicas relacionadas com o equipamento, “Assistência Técnica Informática Online Grátis”
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, fevereiro 10, 2009
No fim do mundo
Ontem uma reportagem televisionada falava de uma escola em Lisboa a Secundária Marquês do Pombal, uma espécie de “fim da linha”, para o rebotalho geracional que estamos a criar, é uma escola de curriculos alternativos que dão primazia à formação profissional, com o declarado objectivo de evitar o abandono escolar e fazer com aquela maralha inútil consiga fazre o 9º Ano de escolaridade, a grande maioria dos alunos são considerados problemáticos, nome pomposo e politicamente correcto para ciganada, pretos e escumalha branca que vive de expedientes e sem absolutamente nenhumas regras de civilidade e respeito pela sociedade que lhes engorda o cu.
Consultando o sítio internáutico da dita escola, vemos que a coisa no papel parece excelente, as oportunidades também, no entanto aquilo que se viu na reportagem, enfim desmente o resto, como alias é verdadeiro na maioria das escolas de Portugal, votadas que estão a um abandono completo por parte desta coisa que se chama Ministério da Educação, que está mais empenhado em gastar recursos e esforços a perseguir os professores, que na douta e sapiente opinião desse fabuloso caga sentenças equatorial são os, e cito “inúteis mais bem pagos do mundo”, apetece-me dizer-te ò Tavares que estimo bem que te fecundes, pois não mereces outra resposta.
Ora voltando à reportagem, a maioria das nulidades discentes que acorrem à Secundária Marquês do Pombal, vegetam no limbo da arrogância, do crime, da pura estupidez e do mais completo analfabrutismo, são digamos a versão mais ecvoluída da maioria dos actuais frequentadores de escolas secundárias deste país, recordo que no meu tempo de escola que não foi assim há tanto tempo, daí que esta degradação repentina assuma em mim um véu de verdadeiro terror, existiam em todos as turmas os cromos, os repententes e os imbecis, eram a minoria um ou dois, que tantas faziam que reram expulsos, para bem de todos os outros, hoje não hoje não se pune, não se admoesta, não se penaliza, alias não se faz porra nenhuma a esta escumalha, que para além do mais recebe dinheiro para ir à escola, eu pago, mas eles recebem, que bom, que lindo exemplo, o suborno, o incentivo à mendicidade e à subsídio dependência.
A Secundária Marquês do Pombal, tem tudo para ser um exemplo bom, que encha de orgulho, o nosso miserável sistema educativo, tem tudo menos disciplina, o que falta aqueles energúmenos bem como aos papás igualmente energúmenos é levarem umas boas arreatadas pelo lombo, uns valentes murros pelos cornos, e quiça lamberem mesmo uns tiros bam dados nas fuças que os enviem para junto dos santinhos, à conta dessa rataria imunda andamos uma minoria a ser constantemente, agredidos, roubados, assaltados, vilipêndiados, insultados e achincalhados, a trabalhar para manter gentalha nojenta a respirar, porra que não posso concordar com isto chamem-me o que quiserem estou farto, farto de ser tratado como um imbecil que só serve produzir impostos para alimentar escumalha de gravata de seda e escumalha de bairro social, que é para isso, que andamos todos a trabalhar me parece. Desculpem mas hoje estou mesmo triste e agastado, que porcaria de país!
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
Consultando o sítio internáutico da dita escola, vemos que a coisa no papel parece excelente, as oportunidades também, no entanto aquilo que se viu na reportagem, enfim desmente o resto, como alias é verdadeiro na maioria das escolas de Portugal, votadas que estão a um abandono completo por parte desta coisa que se chama Ministério da Educação, que está mais empenhado em gastar recursos e esforços a perseguir os professores, que na douta e sapiente opinião desse fabuloso caga sentenças equatorial são os, e cito “inúteis mais bem pagos do mundo”, apetece-me dizer-te ò Tavares que estimo bem que te fecundes, pois não mereces outra resposta.
Ora voltando à reportagem, a maioria das nulidades discentes que acorrem à Secundária Marquês do Pombal, vegetam no limbo da arrogância, do crime, da pura estupidez e do mais completo analfabrutismo, são digamos a versão mais ecvoluída da maioria dos actuais frequentadores de escolas secundárias deste país, recordo que no meu tempo de escola que não foi assim há tanto tempo, daí que esta degradação repentina assuma em mim um véu de verdadeiro terror, existiam em todos as turmas os cromos, os repententes e os imbecis, eram a minoria um ou dois, que tantas faziam que reram expulsos, para bem de todos os outros, hoje não hoje não se pune, não se admoesta, não se penaliza, alias não se faz porra nenhuma a esta escumalha, que para além do mais recebe dinheiro para ir à escola, eu pago, mas eles recebem, que bom, que lindo exemplo, o suborno, o incentivo à mendicidade e à subsídio dependência.
A Secundária Marquês do Pombal, tem tudo para ser um exemplo bom, que encha de orgulho, o nosso miserável sistema educativo, tem tudo menos disciplina, o que falta aqueles energúmenos bem como aos papás igualmente energúmenos é levarem umas boas arreatadas pelo lombo, uns valentes murros pelos cornos, e quiça lamberem mesmo uns tiros bam dados nas fuças que os enviem para junto dos santinhos, à conta dessa rataria imunda andamos uma minoria a ser constantemente, agredidos, roubados, assaltados, vilipêndiados, insultados e achincalhados, a trabalhar para manter gentalha nojenta a respirar, porra que não posso concordar com isto chamem-me o que quiserem estou farto, farto de ser tratado como um imbecil que só serve produzir impostos para alimentar escumalha de gravata de seda e escumalha de bairro social, que é para isso, que andamos todos a trabalhar me parece. Desculpem mas hoje estou mesmo triste e agastado, que porcaria de país!
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, fevereiro 03, 2009
Porto Franco ao largo da Costa!
O granel que vai no adro, por causa disto do Freeport, agora até já mete o “migalhas” e o “Não Encontrador” geral da repulhica, não entendo o porquê de todo este ruído, aconteceu alguma coisa que seja novidade. Pera lá o Barão é o PM que está envolvido! Claro entendo, é assim como se roubassem o menino do presépio e tivesse sido o burro. Percecebo! Entornou-se o caldo e o que vocês querem é por o homem a andar. Se não vai a bem vai a mal. Ó Barão isto é uma questão de Justiça!
Justiça, o tanas isto é simplesmente uma questão política, sem mais aquela, porque se fosse uma questão de Justiça então e o caso Siresp, e o caso Portucale, e os outros todos. Admitam este é um país de ladrões, de vígaros de gatunos, de oportunistas, de meliantes de galfarros. Onde há ínclitas e egrégias gerações os fortes e poderosos esburgam, os seus acólitos saqueiam, os outros roubam e os pobretanas pilham. Viemos de uma monarquia cleptomaniaca, passamos por uma república da roubalheira, uma ditadura espoliadora e desembocamos nesta latrocinocracia enxertada de Democracia de Estado de Direito, não temos emenda.
Caramba até parece que estou a defender o homem. Sim em certa medida, porque acho esta questão uma cretinice sem fim, porque a ser verdade tudo o que se diz à tripa forra, é só mais um, antes dele outros existiram iguais e depois virão mais de semelhante calibre, essa é uma sina desta cada vez mais pobre gente.
Até porque se percorrermos a administração pública, em ascendente, é um nunca mais acabar de roubalheira, da simples caixa de clipes, à resma de papel, de gasóleo ao cimento e tijolo, ouvi contar casos em que casas intireias foram construídas com roubos, do bacalhau ao presunto, dos saldos astronómicos de contas telefónicas para números de valor acrescentado onde vozes lânguidas incitam à masturbação até ao desvio dos pequenos pecúnios dos depauperados cofres das pequenas freguesias, do tostão até aos milhões retirados nos ministérios para contas offshore, esta é uma longa senda de roubalheira e vigarice.
Agora toda a gentinha atira pedras às offshore, no entanto temos uma naquele território ainda pertença deste país e ao qual eu já teria dado independência há muito, no entanto ninguém parece incomodado com isso nem que os faraónicos subsídios que o tal governante dessa ilha distribui aos amiguinhos da cor certa. Por isso não entendo este espavento todo, ou andam todos a dormir na forma ou então anda tudo bêbado, e o outro tem razão isto é mesmo um país de loucos. Ao dianho a Justiça, que serve para bem pouco!
Arrastados pelas campanhas mediáticas do estrume jornalistico que temos por cá, os papalvos da massa anónima, condenam à fogueira todos e mais alguns, ora uns ora outros, sem se darem conta que os únicos culpados somos todos nós que votamos nesta CORJA, é que a dita protege-se sempre. E se a Procuradoria se parece já com mais uma concelhia da cor, Belém parece outra, sim porque tem de ser Belém, porque a actual líder da maior oposição, é a melhor aliada do actual PM, lá chumbou o Amaral para Olhão, mas disse sim ao Santana para Lisboa, o Santana que tem um currículo de folia governativa que envergonharia o mais despesista e faustoso dos Césares, realmente algo vai mesmo muito mal neste lamaçal, não são só os politiqueiros, é toda esta sociedade, aconselho portanto um suícidio colectivo, com cicuta, assim sempre dignificam a coisa.
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
Justiça, o tanas isto é simplesmente uma questão política, sem mais aquela, porque se fosse uma questão de Justiça então e o caso Siresp, e o caso Portucale, e os outros todos. Admitam este é um país de ladrões, de vígaros de gatunos, de oportunistas, de meliantes de galfarros. Onde há ínclitas e egrégias gerações os fortes e poderosos esburgam, os seus acólitos saqueiam, os outros roubam e os pobretanas pilham. Viemos de uma monarquia cleptomaniaca, passamos por uma república da roubalheira, uma ditadura espoliadora e desembocamos nesta latrocinocracia enxertada de Democracia de Estado de Direito, não temos emenda.
Caramba até parece que estou a defender o homem. Sim em certa medida, porque acho esta questão uma cretinice sem fim, porque a ser verdade tudo o que se diz à tripa forra, é só mais um, antes dele outros existiram iguais e depois virão mais de semelhante calibre, essa é uma sina desta cada vez mais pobre gente.
Até porque se percorrermos a administração pública, em ascendente, é um nunca mais acabar de roubalheira, da simples caixa de clipes, à resma de papel, de gasóleo ao cimento e tijolo, ouvi contar casos em que casas intireias foram construídas com roubos, do bacalhau ao presunto, dos saldos astronómicos de contas telefónicas para números de valor acrescentado onde vozes lânguidas incitam à masturbação até ao desvio dos pequenos pecúnios dos depauperados cofres das pequenas freguesias, do tostão até aos milhões retirados nos ministérios para contas offshore, esta é uma longa senda de roubalheira e vigarice.
Agora toda a gentinha atira pedras às offshore, no entanto temos uma naquele território ainda pertença deste país e ao qual eu já teria dado independência há muito, no entanto ninguém parece incomodado com isso nem que os faraónicos subsídios que o tal governante dessa ilha distribui aos amiguinhos da cor certa. Por isso não entendo este espavento todo, ou andam todos a dormir na forma ou então anda tudo bêbado, e o outro tem razão isto é mesmo um país de loucos. Ao dianho a Justiça, que serve para bem pouco!
Arrastados pelas campanhas mediáticas do estrume jornalistico que temos por cá, os papalvos da massa anónima, condenam à fogueira todos e mais alguns, ora uns ora outros, sem se darem conta que os únicos culpados somos todos nós que votamos nesta CORJA, é que a dita protege-se sempre. E se a Procuradoria se parece já com mais uma concelhia da cor, Belém parece outra, sim porque tem de ser Belém, porque a actual líder da maior oposição, é a melhor aliada do actual PM, lá chumbou o Amaral para Olhão, mas disse sim ao Santana para Lisboa, o Santana que tem um currículo de folia governativa que envergonharia o mais despesista e faustoso dos Césares, realmente algo vai mesmo muito mal neste lamaçal, não são só os politiqueiros, é toda esta sociedade, aconselho portanto um suícidio colectivo, com cicuta, assim sempre dignificam a coisa.
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, fevereiro 02, 2009
Que palhaçada!
A tal Autoridade da Concorrência, num arroubo de inteligência, multou no final do passado ano, os padeiros por cartelização, ou seja, por em conluio e à sorrelfa terem combinado para aumentar o preço do casqueiro, sim senhor, esta Autoridade é digna de figurar nos anais históricos deste país, por ter topado o padeiral a tentar tapar a massa com a peneira, ainda eles estavam a por a mão na massa, já a toda poderosa Autoridade, os sancionava com a coima respectiva a reverter para os cofretes esburgados e desamparados do Estado.
Os madraços dos padeiros a pensar que poderiam escapar ao longo e sapiente braço da autoridade, longe foi o logro, longe mas não célere nem abrigado, que a astuta e previdente autoridade logo ali derribou com fera coima os vilões da farinhenta guilda, não queriam mais nada do que enganar a omnisciente Autoridade.
Pois é, esta é a mesma autoridade que não há dois meses antes era incapaz de provar que havia cartelização das gasolineiras, com argumentos como, “ o preço da gasolina é público”, “ não existem provas palpáveis”, “ tudo tem que ver com o mercado base”. Provavelmente estavam à espera de relatórias assinados pelos administradores das gasolineiras a concertar os preços, a congeminar estratégias para aumentos sucessivos disparatados e imbecis, estavam à espera de fotografias dos administradores nalgum beco esconso de Lisboa num encontro tipo filme sobre a Máfia. Ah, mas agora já deu para provar a cartelização, agora já existem provas palpáveis, valha-me o santissímo!
Daqui resultam várias conclusões, a primeira, diz respeito aos padeiros que são uns tansos, deixarem-se apanhar, por uma autoridade que não apanha, uma das maiores operações de burla nas gasolinas mas apanha vinte ou trinta zés padeiros, só rir, estou mesmo a ver as reuniões à sucapa, em armazéns de farinha e fermento, todos vestidos de branco com uma saca de farinha a servir de capuz para não serem reconhecidos, de nada lhes valeu, atirar farinha para os olhos da Autoridade , a farinha não surtiu qualquer efeito nos olhos de águia da Autoridade, já se fosse gasolina sem chumbo, a coisa talvez tivesse corrido melhor.
Segunda conclusão, da próxima vez que alguém quiser cartelizar, peça ajuda aos administradores das gasolineiras, aliás aproveito o ensejo para recomendar aos administradores das gasolineiras que promovam cursos de formação sobre cartelização, vão ver o sucesso que irão fazer, além de ganharem uns trocos, porque o erro dos padeiros foi crasso, não pediram ajuda aos gasolineiros, que são os únicos com a chave de sucesso para cartelizar sem apanhar.
Terceira e última conclusão, em Portugal, só os pelintras é que cartelizam e levam pelas orelhas, os embusteiros de gravata de seda, escapam sempre incólumes, porque os seus amigos que os devem vigiar, aos quais eles pagam, claro está, fazem vista grossa, e quando se compara o preço da carcaça e o da gasolina, depressa percebemos quanto valem uns e outros.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Os madraços dos padeiros a pensar que poderiam escapar ao longo e sapiente braço da autoridade, longe foi o logro, longe mas não célere nem abrigado, que a astuta e previdente autoridade logo ali derribou com fera coima os vilões da farinhenta guilda, não queriam mais nada do que enganar a omnisciente Autoridade.
Pois é, esta é a mesma autoridade que não há dois meses antes era incapaz de provar que havia cartelização das gasolineiras, com argumentos como, “ o preço da gasolina é público”, “ não existem provas palpáveis”, “ tudo tem que ver com o mercado base”. Provavelmente estavam à espera de relatórias assinados pelos administradores das gasolineiras a concertar os preços, a congeminar estratégias para aumentos sucessivos disparatados e imbecis, estavam à espera de fotografias dos administradores nalgum beco esconso de Lisboa num encontro tipo filme sobre a Máfia. Ah, mas agora já deu para provar a cartelização, agora já existem provas palpáveis, valha-me o santissímo!
Daqui resultam várias conclusões, a primeira, diz respeito aos padeiros que são uns tansos, deixarem-se apanhar, por uma autoridade que não apanha, uma das maiores operações de burla nas gasolinas mas apanha vinte ou trinta zés padeiros, só rir, estou mesmo a ver as reuniões à sucapa, em armazéns de farinha e fermento, todos vestidos de branco com uma saca de farinha a servir de capuz para não serem reconhecidos, de nada lhes valeu, atirar farinha para os olhos da Autoridade , a farinha não surtiu qualquer efeito nos olhos de águia da Autoridade, já se fosse gasolina sem chumbo, a coisa talvez tivesse corrido melhor.
Segunda conclusão, da próxima vez que alguém quiser cartelizar, peça ajuda aos administradores das gasolineiras, aliás aproveito o ensejo para recomendar aos administradores das gasolineiras que promovam cursos de formação sobre cartelização, vão ver o sucesso que irão fazer, além de ganharem uns trocos, porque o erro dos padeiros foi crasso, não pediram ajuda aos gasolineiros, que são os únicos com a chave de sucesso para cartelizar sem apanhar.
Terceira e última conclusão, em Portugal, só os pelintras é que cartelizam e levam pelas orelhas, os embusteiros de gravata de seda, escapam sempre incólumes, porque os seus amigos que os devem vigiar, aos quais eles pagam, claro está, fazem vista grossa, e quando se compara o preço da carcaça e o da gasolina, depressa percebemos quanto valem uns e outros.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, janeiro 29, 2009
Bastonarices
“ A Regência nomeada no meio da maior pressa e confusão pelo Príncipe era o governo mais medíocre que possamos imaginar, composto quase todo por generais aposentados, que nunca tinham visto um inimigo, ou por advogados que, caso soubessem alguma coisa da jurisprudência do seu país, certamente demonstravam uma total ignorância política e financeira”
Este pequeno comentário está datado de 29 de Setembro de 1808, foi escrito por um português que se chamou William Warre, nascido que foi na Invicta cidade em 1784, troquem os generais por engenheiros e vejam a actualidade de algo escrito há quase duzentos anos, o que mudou?
Isto vem a propósito do excelso Bastonário da ordem dos advogados, que se mostrou muito agastado com a “violência” do Estado sobre os escritórios de advogados, que na sua ingénua para não dizer algo mais desagradável, opinião, devem ser elevados à categoria de santuários, numa clara atitude medievalista de claro corporativismo bacoco e anacrónico, que levanta também precedentes interessantes.
O excesso de garantias é o maior obstáculo a uma Justiça digna desse nome, ao querer fazer dos escritórios dos advogados uma espécie de offshore dos bandalhos, se como está, a tal Justiça já é o que todos nós sabemos, imaginem, se blindarem completamente os escritórias desses camaradas, é o regabofe total, qualquer pilha galinhas fica a salvo, o interesse em combater o crime e o interesse em cumprir a Justiça, que já anda pelas ruas da amargura, cai a pique, mais por baixo que barriga de crocodilo.
Pois mas os senhores das leis, não vivem de fazer Justiça, vivem de salvar bandalhos, por isso a atitude extraordinária do senhor Bastonário, pessoa que alias, em atitudes e palavreado anteriores até demonstrou alguma coragem em afrontar essa quase seita secreta que mina a Justiça, neste caso porém o senhor Bastonário, digamos que meteu a dita na poça, o corporativismozinho militante veio ao de cima e esqueceu-se do bom senso, o pior é que os limitados intelectuais que escrevem as leis são bem capazes de lhe dar ouvidos e fazer dos escritórios dos senhores advogados santuários.
Mas nesse dia deveremos todos nós exigir que os nossos lares sejam também elevados a essa categoria, sim porque é que para me aterrarem em casa, partindo a fechadura e deixando tudo num caos, as forças da autoridade só necessitam de um mandado assinado por um qualquer juízeco de turno e para irem ao escritório do senhor doutor da mula ruça, é preciso mandados, juízes e mais não sei o quê, caramba eu pago impostos, eu não declaro ordenados minímos nem tenho contas nas ilhas Caimão. Todo este corporativismo, esta mania de superioridade dá-me asco!
Um asco grande que se revela em pequenas, coisas, alias advogados e médicos poderiam competir num concurso de arrogância, de quem tem a psicótica mania de que sabe tudo, em relação aos primeiros, conto-vos um episódio, tenho um amigo que trabalha na área da Justiça apesar de ser meu colega de faculdade licenciado em Portugês, trabalha nos serviços de tradução, de quando em vez envia-me emails com coisas escritas por advogados, só vos posso dizer que é de morrer a rir, tanta é a imbecilidade, a falta de cultura, os erros ortográficos, erros de sintaxe de concordância, ainda que se arrogem o ar de sabichões, o curso de advocacia deveria ter a cadeira de Português como obrigatória no curriculo em todos os anos do curso, por exemplo uma que está na moda, no léxico advoguês é o envio de ofícios iniciando-se com a seguinte pérola do linguajar “ Sou a informar”, numa utilização cretina de um anglicismo, imbecil cuja formulação errónea não existe em Português nem se justifica ser utilizado, valha-me Deus, tanta prosápia, tanto fato Armani, tanta gravata de seda,tanto carro de alta cilindrada, tanta doutorice e tanta labreguice.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Este pequeno comentário está datado de 29 de Setembro de 1808, foi escrito por um português que se chamou William Warre, nascido que foi na Invicta cidade em 1784, troquem os generais por engenheiros e vejam a actualidade de algo escrito há quase duzentos anos, o que mudou?
Isto vem a propósito do excelso Bastonário da ordem dos advogados, que se mostrou muito agastado com a “violência” do Estado sobre os escritórios de advogados, que na sua ingénua para não dizer algo mais desagradável, opinião, devem ser elevados à categoria de santuários, numa clara atitude medievalista de claro corporativismo bacoco e anacrónico, que levanta também precedentes interessantes.
O excesso de garantias é o maior obstáculo a uma Justiça digna desse nome, ao querer fazer dos escritórios dos advogados uma espécie de offshore dos bandalhos, se como está, a tal Justiça já é o que todos nós sabemos, imaginem, se blindarem completamente os escritórias desses camaradas, é o regabofe total, qualquer pilha galinhas fica a salvo, o interesse em combater o crime e o interesse em cumprir a Justiça, que já anda pelas ruas da amargura, cai a pique, mais por baixo que barriga de crocodilo.
Pois mas os senhores das leis, não vivem de fazer Justiça, vivem de salvar bandalhos, por isso a atitude extraordinária do senhor Bastonário, pessoa que alias, em atitudes e palavreado anteriores até demonstrou alguma coragem em afrontar essa quase seita secreta que mina a Justiça, neste caso porém o senhor Bastonário, digamos que meteu a dita na poça, o corporativismozinho militante veio ao de cima e esqueceu-se do bom senso, o pior é que os limitados intelectuais que escrevem as leis são bem capazes de lhe dar ouvidos e fazer dos escritórios dos senhores advogados santuários.
Mas nesse dia deveremos todos nós exigir que os nossos lares sejam também elevados a essa categoria, sim porque é que para me aterrarem em casa, partindo a fechadura e deixando tudo num caos, as forças da autoridade só necessitam de um mandado assinado por um qualquer juízeco de turno e para irem ao escritório do senhor doutor da mula ruça, é preciso mandados, juízes e mais não sei o quê, caramba eu pago impostos, eu não declaro ordenados minímos nem tenho contas nas ilhas Caimão. Todo este corporativismo, esta mania de superioridade dá-me asco!
Um asco grande que se revela em pequenas, coisas, alias advogados e médicos poderiam competir num concurso de arrogância, de quem tem a psicótica mania de que sabe tudo, em relação aos primeiros, conto-vos um episódio, tenho um amigo que trabalha na área da Justiça apesar de ser meu colega de faculdade licenciado em Portugês, trabalha nos serviços de tradução, de quando em vez envia-me emails com coisas escritas por advogados, só vos posso dizer que é de morrer a rir, tanta é a imbecilidade, a falta de cultura, os erros ortográficos, erros de sintaxe de concordância, ainda que se arrogem o ar de sabichões, o curso de advocacia deveria ter a cadeira de Português como obrigatória no curriculo em todos os anos do curso, por exemplo uma que está na moda, no léxico advoguês é o envio de ofícios iniciando-se com a seguinte pérola do linguajar “ Sou a informar”, numa utilização cretina de um anglicismo, imbecil cuja formulação errónea não existe em Português nem se justifica ser utilizado, valha-me Deus, tanta prosápia, tanto fato Armani, tanta gravata de seda,tanto carro de alta cilindrada, tanta doutorice e tanta labreguice.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, janeiro 27, 2009
OCDE
Há já algum tem que andava com a pulga atrás da orelha em relação aos senhores do OCDE, depois de relatório de ontem, fiquei com a certeza! Diz o novo relatório que as reformas e o nosso programa do 1º Ciclo é um sucesso e um modelo a seguir pela Europa, claro que me fartei de rir, ou os camaradas da OCDE, estão mesmo muito toldados por eflúvios etílicos, ou não conhecem a realidade da Europa, ou não conhecem mesmo o modelo Luso, que assenta sobretudo no sumo facilitismo, encapotado de novas tecnologias.
Porque entre aquilo que a OCDE, o senhor Primeiro-ministro e a sua acólita da Educação, dizem e a realidade das escolas e dos alunos, existem incongruências clamorosas, que bradam aos céus, o preparado é uma mistela perigosa, junta, professoredo por vezes a roçar o analfabeto tal e tão flagrante é a falta de qualidade cientifíco pedagógica, e baixo nível cultural, com fedelhos irritantes, mimados e tirânicos, com papás lorpas que não topam um boi desta problemática das escolas, nem querem, o que querem é continuar a ter os aviários abertos para receber a canalha ranhosa e mais nada, querem lá saber de aquisições, de conhecimento e de pedagogia, exemplo modelar disso são as inefáveis confederações de pais, se nunca assistiram a reuniões desse tipo de coisas vão, que é o delírio, a ver quem diz mais cretinices.
Isto das estatísticas e dos passes de magia tem destas coisas, a malta arranja uns programas que comecem pela palavra tecnologia, atira com um navegador, de preferência já morto, para não poder reclamar, e milagre os números começam a saltar e nós a ficar cada vez mais bem vistos, tão bem vistos que até servimos de modelo, a quem copiamos o modelo.
As vitímas do afã reformador, estão agora no 6º Ano, quando chegarem ao 10º, os que chegarem, porque entretanto, podem até já estar com o doutoramento feito, antes de lá chegar e fora do edificio escolar, dizia eu que quando chegarem a esse patamar veremos como estão, se for como os actuais produtos de outras infindáveis reformas, estarão prontos para mão de obra barata, que parece ser isso e só isso que interessa aos mandões cá do luso torrão.
Claro que gostava de ver a nossa Educação ser um modelo para a Europa e para o resto do Mundo, claro que gostava de ter excelentes alunos, claro que não acredito neste relatório da OCDE, muito menos em politiqueiros, até porque quando confrontados com alunos de graus de ensino correspondentes da Europa, os nossos alunos modelo, levam sempre abadas de tirar o chapéu, então como é, somos o modelo a seguir, mas os outros que são uns tansos, levam-nos sempre a palma, porque será?
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Porque entre aquilo que a OCDE, o senhor Primeiro-ministro e a sua acólita da Educação, dizem e a realidade das escolas e dos alunos, existem incongruências clamorosas, que bradam aos céus, o preparado é uma mistela perigosa, junta, professoredo por vezes a roçar o analfabeto tal e tão flagrante é a falta de qualidade cientifíco pedagógica, e baixo nível cultural, com fedelhos irritantes, mimados e tirânicos, com papás lorpas que não topam um boi desta problemática das escolas, nem querem, o que querem é continuar a ter os aviários abertos para receber a canalha ranhosa e mais nada, querem lá saber de aquisições, de conhecimento e de pedagogia, exemplo modelar disso são as inefáveis confederações de pais, se nunca assistiram a reuniões desse tipo de coisas vão, que é o delírio, a ver quem diz mais cretinices.
Isto das estatísticas e dos passes de magia tem destas coisas, a malta arranja uns programas que comecem pela palavra tecnologia, atira com um navegador, de preferência já morto, para não poder reclamar, e milagre os números começam a saltar e nós a ficar cada vez mais bem vistos, tão bem vistos que até servimos de modelo, a quem copiamos o modelo.
As vitímas do afã reformador, estão agora no 6º Ano, quando chegarem ao 10º, os que chegarem, porque entretanto, podem até já estar com o doutoramento feito, antes de lá chegar e fora do edificio escolar, dizia eu que quando chegarem a esse patamar veremos como estão, se for como os actuais produtos de outras infindáveis reformas, estarão prontos para mão de obra barata, que parece ser isso e só isso que interessa aos mandões cá do luso torrão.
Claro que gostava de ver a nossa Educação ser um modelo para a Europa e para o resto do Mundo, claro que gostava de ter excelentes alunos, claro que não acredito neste relatório da OCDE, muito menos em politiqueiros, até porque quando confrontados com alunos de graus de ensino correspondentes da Europa, os nossos alunos modelo, levam sempre abadas de tirar o chapéu, então como é, somos o modelo a seguir, mas os outros que são uns tansos, levam-nos sempre a palma, porque será?
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, janeiro 26, 2009
Imbecis
A tal avaliação de professores foi de novo a votos, naquela coisa chamada Parlamento, em mais uma vergonhosa etapa deste ordálio chamado Educação, vergonhosa porque foi uma facécia de aproveitamento político, não que não devam suspender, direi mesmo extinguir esta imbecilidade chamada Processo de Avaliação de Professores, que no modelo “simplex”, prova para quem anda distraído que o que está em causa é uma medida simples de poupança e não a qualidade do exercício da docência, e muito menos a qualidade dos docentes, a avaliação é uma simples conta de merceeiro de bairro, que é ao tipo de gente a quem está entregue este país, mas atenção, poupamos só onde não atinge o nosso bolso, pois claro!
Mas vamos ao início, porque isto está tudo mal desde o início, comecemos pelas universidades que formam os futuros professores, o Estado, dá o aval a essas universidades para que tenham nos seus curriculos cursos “Via Ensino”, que supostamente formam professores, o Estado arrecada, impostos e prebendas, as Universidades propinas e os alunos acabados os cursos vêem esse mesmo Estado declarar abertamente a sua desconfiança em relação às competências das pessoas que as universidades às quais dá o seu aval, formam, esta é a primeira imbecilidade, deste Estado. Sim porque a tal “Via Ensino” não ensina ninguém a dar aulas, os pobres diabos que frequentam essas aulas e esses cursos são massacrados com cadeiras teóricas sem nexo que não servem para nada, não existe um minuto de Pedagogia, de funcionamento de administrativo de escolas, de psicologia de nada, existe um vasto curriculo de cretinices que formam bons investigadores, mas concerteza não forma professores. Esta é segunda das imbecilidades.
De seguida inventou-se um tal estágio, a que se chamou “profissionalização”, durante um ano lectivo, o pobre dianho que queira dar aulas, é “orientado” por um colega orientador que depois o avalia, esta é a primeira avaliação, tem sido esquecida, mas aqui já são avaliados, mal dirão uns, péssimamente digo eu, porque essa coisa da “profissionalização” é mais uma imbecilidade, sem pés nem cabeça, que não avalia porra nenhuma, e pior não ensina nada a ninguém. O que já é a quarta das imbecilidades.
Continuo certo, de que metade dos professores em todos os graus de ensino, estariam melhor noutra qualquer função, como professores são uma nulidade, culpa de quem, claro dum Estado que maltrata a Educação, que desbarata recursos e que não promove o conhecimento e a investigação, na quinta das imbecilidades. Nos anos 80, passaram a ser aceites como professores, todo e qualquer gato sapato que tivesse o 12º ano, foi o fartar vilanagem, engenheiros, arquitectos, advogados entre outras nulidades caíram n o ensino, porque havia falta terrível de professores, dos bons, ora na falta desses, entrou tudo, vinte anos mais tarde, mandaram-se esses para a rua, mas muitos ficaram, o mal estava feito, a imbecilidade foi-se perpetuando. Jardins-de-infância, escolas primárias, secundárias e Universidades, estão cheias de nulidades docentes, que entulham e atropelam a nobre arte de ensinar.
A grande inovação do método da Educação em Portugal é não existir método, ao invés de existir uma linha sequencial nos vários graus de ensino, não, cada um funciona em compartimento estanque, que só aqui e além apresenta pontos comuns, naquilo que é mais uma imbecilidade, não existe a menor preocupação com as crianças, com os alunos, que são o real objecto da Educação, a luta centra-se nas capelinhas, nos feudos de cada classe dentro da classe mais alargada, num exercício de estultíce pura, a tal união da classe, que parece existir nesta recente luta é mera miragem, o que tantos criticaram com a divisão imbecil entre “proessores titulares” e “só professores”, foi simplesmente, colocar em pé de lei uma norma não escrita que os próprios professores já promoviam entre si, vá-se lá saber por quê. Vejam por exemplo o caso dos senhores deputados e deputadas, que no dito “Parlamento”, defendem em antes os privilégios, do seu tacho, esquecendo a profissão, é que bem vistas as coisas, se se portarem bem sempre ficam par a apróxima e 8 anitos de parlamento são uma grande ajuda para a reforma.
Os professores precisam de ser avaliados? Sim sem dúvida! Precisam de ser avaliados para corrigirem vícios, para serem melhores profissionais, para que ser possam extirpar as nulidades que vegetam nas escolas, muitos havia, que agora já na reforma deveriam estar também no banco dos reus, culpados que são do descrédito que caiu a classe, mas a esses já não podemos chegar.
Os professores precisam de ser avaliados para serem melhores profissionais, para que possam ensinar mais e melhor, nunca para serem impedidos de progredir nas suas carreiras, nunca para tal como estão atulhados em banalidades burocráticas tenham de fazer directas sem dormir, conduzir 50 quilómetros e para estar duas horas com os alunos e cinco a tratar de papéis. Este Estado, imbecil, assassina o ensino público, gasta milhões a subvencionar o ensino privado, desbarata recursos, em escolas miseráveis, mal equipadas, troca de manuaias escolares por tudo e por nada, promove estatutos de aluno, que em nada beneficiam ninguém, incluíndo os alunos, ajudados por confederações de pais que pouco ajudam antes atrapalham, num estado de pura imbecilidade, num país de desiducação, onde a Escola, serve para cada vez menos.
O quotidiano, dá razão aos descrentes, a Educação, ensina pouco, os jovens já nem sentem falta da Educação, para não falar que até há uns a quem se paga para estarem na escola e que nem isso aproveitam.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Mas vamos ao início, porque isto está tudo mal desde o início, comecemos pelas universidades que formam os futuros professores, o Estado, dá o aval a essas universidades para que tenham nos seus curriculos cursos “Via Ensino”, que supostamente formam professores, o Estado arrecada, impostos e prebendas, as Universidades propinas e os alunos acabados os cursos vêem esse mesmo Estado declarar abertamente a sua desconfiança em relação às competências das pessoas que as universidades às quais dá o seu aval, formam, esta é a primeira imbecilidade, deste Estado. Sim porque a tal “Via Ensino” não ensina ninguém a dar aulas, os pobres diabos que frequentam essas aulas e esses cursos são massacrados com cadeiras teóricas sem nexo que não servem para nada, não existe um minuto de Pedagogia, de funcionamento de administrativo de escolas, de psicologia de nada, existe um vasto curriculo de cretinices que formam bons investigadores, mas concerteza não forma professores. Esta é segunda das imbecilidades.
De seguida inventou-se um tal estágio, a que se chamou “profissionalização”, durante um ano lectivo, o pobre dianho que queira dar aulas, é “orientado” por um colega orientador que depois o avalia, esta é a primeira avaliação, tem sido esquecida, mas aqui já são avaliados, mal dirão uns, péssimamente digo eu, porque essa coisa da “profissionalização” é mais uma imbecilidade, sem pés nem cabeça, que não avalia porra nenhuma, e pior não ensina nada a ninguém. O que já é a quarta das imbecilidades.
Continuo certo, de que metade dos professores em todos os graus de ensino, estariam melhor noutra qualquer função, como professores são uma nulidade, culpa de quem, claro dum Estado que maltrata a Educação, que desbarata recursos e que não promove o conhecimento e a investigação, na quinta das imbecilidades. Nos anos 80, passaram a ser aceites como professores, todo e qualquer gato sapato que tivesse o 12º ano, foi o fartar vilanagem, engenheiros, arquitectos, advogados entre outras nulidades caíram n o ensino, porque havia falta terrível de professores, dos bons, ora na falta desses, entrou tudo, vinte anos mais tarde, mandaram-se esses para a rua, mas muitos ficaram, o mal estava feito, a imbecilidade foi-se perpetuando. Jardins-de-infância, escolas primárias, secundárias e Universidades, estão cheias de nulidades docentes, que entulham e atropelam a nobre arte de ensinar.
A grande inovação do método da Educação em Portugal é não existir método, ao invés de existir uma linha sequencial nos vários graus de ensino, não, cada um funciona em compartimento estanque, que só aqui e além apresenta pontos comuns, naquilo que é mais uma imbecilidade, não existe a menor preocupação com as crianças, com os alunos, que são o real objecto da Educação, a luta centra-se nas capelinhas, nos feudos de cada classe dentro da classe mais alargada, num exercício de estultíce pura, a tal união da classe, que parece existir nesta recente luta é mera miragem, o que tantos criticaram com a divisão imbecil entre “proessores titulares” e “só professores”, foi simplesmente, colocar em pé de lei uma norma não escrita que os próprios professores já promoviam entre si, vá-se lá saber por quê. Vejam por exemplo o caso dos senhores deputados e deputadas, que no dito “Parlamento”, defendem em antes os privilégios, do seu tacho, esquecendo a profissão, é que bem vistas as coisas, se se portarem bem sempre ficam par a apróxima e 8 anitos de parlamento são uma grande ajuda para a reforma.
Os professores precisam de ser avaliados? Sim sem dúvida! Precisam de ser avaliados para corrigirem vícios, para serem melhores profissionais, para que ser possam extirpar as nulidades que vegetam nas escolas, muitos havia, que agora já na reforma deveriam estar também no banco dos reus, culpados que são do descrédito que caiu a classe, mas a esses já não podemos chegar.
Os professores precisam de ser avaliados para serem melhores profissionais, para que possam ensinar mais e melhor, nunca para serem impedidos de progredir nas suas carreiras, nunca para tal como estão atulhados em banalidades burocráticas tenham de fazer directas sem dormir, conduzir 50 quilómetros e para estar duas horas com os alunos e cinco a tratar de papéis. Este Estado, imbecil, assassina o ensino público, gasta milhões a subvencionar o ensino privado, desbarata recursos, em escolas miseráveis, mal equipadas, troca de manuaias escolares por tudo e por nada, promove estatutos de aluno, que em nada beneficiam ninguém, incluíndo os alunos, ajudados por confederações de pais que pouco ajudam antes atrapalham, num estado de pura imbecilidade, num país de desiducação, onde a Escola, serve para cada vez menos.
O quotidiano, dá razão aos descrentes, a Educação, ensina pouco, os jovens já nem sentem falta da Educação, para não falar que até há uns a quem se paga para estarem na escola e que nem isso aproveitam.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, janeiro 19, 2009
A Oitava Maravilha!
A OCDE, o INE, e todos os outros institutos e instituições, públicas e privadas, portuguesas e estrangeiras, que se dedicam a reduzir a números a vida das pessoas, publicaram um relatório onde se afirma que Portugal é a oitava maravilha do mundo. Segundo essas várias instituições, Portugal é o país mais coerente e constante do mundo, com alguns dos profissionais mais bem pagos e melhor funcionamento da administração pública.
Este recente estudo desmente claramente todos esses arautos da desgraça que por aí saltaricam, enchendo o mundo de lamentos, segundo o estudo, a nossa educação é a terceira melhor do planeta, só suplantada pelo Mali e pela Croácia, somos os melhores médicos, cirurgiões e clínicos. A Justiça em Portugal é a mais diligente e rápida de todas quantas se analisou, a rapidez dos processos, acelerada por novos códigos de processo penal e civil, aligeirou o peso da burocracia, além de que as populares medidas de despenalização, fizeram maravilhas pela estatística, sendo nós também um dos países mais seguros do mundo, onde, praticamente não existem crimes, ou antes onde quase nada é considerado crime, o que é bastante diferente.
A nossa diligente e sapiente Educação, a persistente paixão por ensinar, fez com que em cada cem portugueses, cento e trinta e sete virgula oito por cento tenham um ou mais doutoramentos, ao que parece só aquele antro comuna de Cuba, apresenta um melhor desempenho, somos realmente os maiores. Quando olhamos para a corrupção ela é quase inexistente, uns meros vinte e oito por cento dos internados no modelar sistema prisional português estão a cumprir penas por corrupção, o que nos torna o país menos corrupto do universo.
Os nossos médicos e cirurgiões, nunca erram, de tão excelsa e profissional que é a sua formação, os óbitos ocorrem por pura negligência do doente que não é capaz de entender nem reagir aos excelentes e soberbos desempenhos dos discípulos de Galeno, estão em igual proporção os nossos brilhantes e clarividentes Juízes e Advogados, únicos detentores da chave da verdade, a eles se deve em grande parte o estrepitoso sucesso deste país, que faz inveja aos grandes da Europa.
No ambiente damos cartas ao mundo, o nosso país é o mais bem cuidado do planeta, as nossas estações de tratamento de esgotos as mais eficientes da galáxia, não existe um só cagalhão que fuja ao nosso diligente e soberbo processo de reciclagem, a nossa rede de reservas, parques naturais e zonas de paisagem protegida, faz inveja a muitos dos ditos países desenvolvidos, porque mais uma vez o inovador génio português produziu o que de melhor se faz em termos de protecção do ambiente, quem se lembraria de colocar uma cimenteira dentro de um parque natural para o proteger dos obscuros interesses da construção civil, que melhor forma à de preservar uma arriba ou um sistema de dunas do que lhe espetar em cima umas valentes toneladas de betão e construir condomínios de luxo, ou arrasar pinhais e montados para fazer campos de golfe que efectivamente protejam a fauna e a flora.
Os nossos sistemas de combate a incêndios, de socorro a náufragos e de protecção civil, enchem de inveja os maiores da Europa tal é a sapiência e abundância de meios que possuímos, a par com as nossas forças policiais e forças armadas que fazem a inveja de países ditos civilizados pela elevada qualidade dos seus sistemas de comunicações e armamento, que ombreia com tudo o que de melhor se faz no mundo, desmentindo aqueles que fazem do bota abaixo o seu culto diário. Arautos da desgraça, Portugal progride!
Para culminar, estamos na ponta da lança, no que concerne à utilização, das novas tecnologias, que interessa que fábricas centenárias de loiça, produtos genuínos e fantásticos pereçam na voragem da globalização, se por outro lado parimos para o mundo centos de Magalhães, e bandas largas aos milhares, calai-vos aves de mau agoiro! Que Portugal segue indemne e veloz, à velocidade da luz, directo para os lugares mais cimeiros.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Este recente estudo desmente claramente todos esses arautos da desgraça que por aí saltaricam, enchendo o mundo de lamentos, segundo o estudo, a nossa educação é a terceira melhor do planeta, só suplantada pelo Mali e pela Croácia, somos os melhores médicos, cirurgiões e clínicos. A Justiça em Portugal é a mais diligente e rápida de todas quantas se analisou, a rapidez dos processos, acelerada por novos códigos de processo penal e civil, aligeirou o peso da burocracia, além de que as populares medidas de despenalização, fizeram maravilhas pela estatística, sendo nós também um dos países mais seguros do mundo, onde, praticamente não existem crimes, ou antes onde quase nada é considerado crime, o que é bastante diferente.
A nossa diligente e sapiente Educação, a persistente paixão por ensinar, fez com que em cada cem portugueses, cento e trinta e sete virgula oito por cento tenham um ou mais doutoramentos, ao que parece só aquele antro comuna de Cuba, apresenta um melhor desempenho, somos realmente os maiores. Quando olhamos para a corrupção ela é quase inexistente, uns meros vinte e oito por cento dos internados no modelar sistema prisional português estão a cumprir penas por corrupção, o que nos torna o país menos corrupto do universo.
Os nossos médicos e cirurgiões, nunca erram, de tão excelsa e profissional que é a sua formação, os óbitos ocorrem por pura negligência do doente que não é capaz de entender nem reagir aos excelentes e soberbos desempenhos dos discípulos de Galeno, estão em igual proporção os nossos brilhantes e clarividentes Juízes e Advogados, únicos detentores da chave da verdade, a eles se deve em grande parte o estrepitoso sucesso deste país, que faz inveja aos grandes da Europa.
No ambiente damos cartas ao mundo, o nosso país é o mais bem cuidado do planeta, as nossas estações de tratamento de esgotos as mais eficientes da galáxia, não existe um só cagalhão que fuja ao nosso diligente e soberbo processo de reciclagem, a nossa rede de reservas, parques naturais e zonas de paisagem protegida, faz inveja a muitos dos ditos países desenvolvidos, porque mais uma vez o inovador génio português produziu o que de melhor se faz em termos de protecção do ambiente, quem se lembraria de colocar uma cimenteira dentro de um parque natural para o proteger dos obscuros interesses da construção civil, que melhor forma à de preservar uma arriba ou um sistema de dunas do que lhe espetar em cima umas valentes toneladas de betão e construir condomínios de luxo, ou arrasar pinhais e montados para fazer campos de golfe que efectivamente protejam a fauna e a flora.
Os nossos sistemas de combate a incêndios, de socorro a náufragos e de protecção civil, enchem de inveja os maiores da Europa tal é a sapiência e abundância de meios que possuímos, a par com as nossas forças policiais e forças armadas que fazem a inveja de países ditos civilizados pela elevada qualidade dos seus sistemas de comunicações e armamento, que ombreia com tudo o que de melhor se faz no mundo, desmentindo aqueles que fazem do bota abaixo o seu culto diário. Arautos da desgraça, Portugal progride!
Para culminar, estamos na ponta da lança, no que concerne à utilização, das novas tecnologias, que interessa que fábricas centenárias de loiça, produtos genuínos e fantásticos pereçam na voragem da globalização, se por outro lado parimos para o mundo centos de Magalhães, e bandas largas aos milhares, calai-vos aves de mau agoiro! Que Portugal segue indemne e veloz, à velocidade da luz, directo para os lugares mais cimeiros.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, janeiro 14, 2009
Fait divers!
I
Nesta barafunda a que continuamos a insistir chamar um país, a esta farsa que chamamos Estado de Direito, só para alguns claro está, ficamos hoje a saber que o buraco do BPN ascende 1300 milhões de Euros! Como é possível um cataclismo destes, como é possível que tanta gente séria e respeitável acima de qualquer suspeita cometa tais esburgos, sem mais aquela, pior, como é possível que um Estado vá cobrir aquele autêntico buraco negro bancário, aplicando naquela cloaca o dinheiro de todos nós para salvar o que dificilmente terá salvação.
Quem será punido por mais esta imbecilidade económica? Como de costume ninguém, ou se alguém for dentro será por pouco tempo, até porque os milhõeszinhos já estão há muito em lugar seguro. E nós a pagar claro está!
II
Cardeal Patriarca de Lisboa, Dom José Policarpo, pessoa que me habituei a ouvir com agrado mesmo quando discordo em absoluto do que diz, aprecio o homem e a coragem da defesa das suas convicções, pessoa com quem me cruzei duas ou três vezes enquanto fui Escuteiro, proferiu umas declarações que subscrevo inteiramente, insuspeita é esta minha anuência pois como todos sabem sou completamente ateu, não perco um segundo com religiões, no entanto sempre gostei de José Policarpo pessoa, pela sua intransigente defesa do ser humano do respeito e civismo, as declarações que proferiu em relação aos Muçulmanos, são a mais pura e dura realidade, quer se queira quer não, e ponto final.
III
Portugal é um país, produto de alguma experiência diabólica, que junta várias qualidades humanas, leia-se defeitos, num só tipo humano, o Homo Lusitanus, essa criatura, labrega e boçal, que arrasta a sua boçalidade em actividades futeboleiras e festarolas báquicas, em que o objectivo primordial é entorpecer completamente os pequenos e mirrados cérebros, demolhados em álcoois, ensopados por coiratos e bifanas de barrasco espanhol a saber a mijo.
E é este fedor a urina, fezes e demais pestilências, que faz do cada vez mais ameaçado meio ambiente de uma terra que não há muitos anos era um ainda paraíso nesta Europa devastada, hoje muitos desses países há décadas despertos para os problemas ambientais foram a tempo salvar o pouco que lhes restava e tentam salvar e preservar o que ainda tem salvação, por cá é o contrário, caminhamos alegremente para a perdição, numa orgia de cimento e betão, fazendo lembrar os piores tempos do Cavaquismo neo-liberal, que veio desembocar a isto que temos agora.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Nesta barafunda a que continuamos a insistir chamar um país, a esta farsa que chamamos Estado de Direito, só para alguns claro está, ficamos hoje a saber que o buraco do BPN ascende 1300 milhões de Euros! Como é possível um cataclismo destes, como é possível que tanta gente séria e respeitável acima de qualquer suspeita cometa tais esburgos, sem mais aquela, pior, como é possível que um Estado vá cobrir aquele autêntico buraco negro bancário, aplicando naquela cloaca o dinheiro de todos nós para salvar o que dificilmente terá salvação.
Quem será punido por mais esta imbecilidade económica? Como de costume ninguém, ou se alguém for dentro será por pouco tempo, até porque os milhõeszinhos já estão há muito em lugar seguro. E nós a pagar claro está!
II
Cardeal Patriarca de Lisboa, Dom José Policarpo, pessoa que me habituei a ouvir com agrado mesmo quando discordo em absoluto do que diz, aprecio o homem e a coragem da defesa das suas convicções, pessoa com quem me cruzei duas ou três vezes enquanto fui Escuteiro, proferiu umas declarações que subscrevo inteiramente, insuspeita é esta minha anuência pois como todos sabem sou completamente ateu, não perco um segundo com religiões, no entanto sempre gostei de José Policarpo pessoa, pela sua intransigente defesa do ser humano do respeito e civismo, as declarações que proferiu em relação aos Muçulmanos, são a mais pura e dura realidade, quer se queira quer não, e ponto final.
III
Portugal é um país, produto de alguma experiência diabólica, que junta várias qualidades humanas, leia-se defeitos, num só tipo humano, o Homo Lusitanus, essa criatura, labrega e boçal, que arrasta a sua boçalidade em actividades futeboleiras e festarolas báquicas, em que o objectivo primordial é entorpecer completamente os pequenos e mirrados cérebros, demolhados em álcoois, ensopados por coiratos e bifanas de barrasco espanhol a saber a mijo.
E é este fedor a urina, fezes e demais pestilências, que faz do cada vez mais ameaçado meio ambiente de uma terra que não há muitos anos era um ainda paraíso nesta Europa devastada, hoje muitos desses países há décadas despertos para os problemas ambientais foram a tempo salvar o pouco que lhes restava e tentam salvar e preservar o que ainda tem salvação, por cá é o contrário, caminhamos alegremente para a perdição, numa orgia de cimento e betão, fazendo lembrar os piores tempos do Cavaquismo neo-liberal, que veio desembocar a isto que temos agora.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, janeiro 13, 2009
Nós por cá!
Em boa hora a SIC decidiu transportar um apontamento integrado no jornal da noite, para um formato de programa, direi mais naquele que é o melhor programa de comédia da televisão nacional. O CQC, da TVI, também é excelente, mas o Nós Por Cá, é mesmo soberbo. O repositório do portuga, do tuga, do labrego lusitano, sob as suas mais variadas roupagens, o lorpa, o politico idiota, o autarca mentecapto, o cretino, o nódoa, o estafermo, o paspalho, o nabo, o basbaque, o energúmeno, o suíno, o borrabotas, o bobo, o bandalho, o badalhoco, o bardamerda, o cavalgadura ou mesmo o imbecil anónimo estão todos lá, todo, todo o excepcional espectro da avifauna lusa, as avantesmas analfabrutas desta terra esplanadas em tecnologia de ponta nos plasmas e LCD de Portugal, mostrando que a Banda Larga, o TGV, o Magalhães e outras brincadeiras, precisavam de ser repensadas, porque nas mais das vezes aquilo que se assiste são a tramas medievais, passadas claro está na ubiquidade perene deste passar do tempo à lusitana, a rataria nacional no seu melhor, em grande e à grande. Parabéns ao programa.
Dispensável, é aquela coisa de levar lá uns zezinhos para botar faladura, dispensável e chato, que ninguém tem pachorra para estar a aturar as bojardas daqueles convivas de circunstâncias, alguns com ar de absoluto enfado, como que tolhidos pela surpresa das muitas e variadas imbecilidades a que assistem ficam quase que sem pio perante as estúrdias e inenarráveis faltas de civismo que denotam em antes uma atroz e pavorosa indigência intelectual de um povo. O programa “Nós por cá” irá fazer mais por este país que cem tratados de sociologia, será uma maneira excelente de ver o que realmente somos, uma cambada de emplastros, canhestros analfabetos e sem o mínimo rasgo de civismo, asseio e respeito pelos outros.
Por outro lado o programa serve de paliativo à crise, numa catarse colectiva, dá para rir a bandeiras despregadas, eu pelo menos encho o papinho, é rir a bom rir, de tanto imbecil e tanta imbecilidade, das mais rocambolescas, até aquelas que se nos metem pelos olhos adentro, onde de imediato se percebe o cheiro da corrupção do compadrio do amiguismo, daquela coisa tão nossa de untar as mãos e viver à conta de esquemas e roubo dos dinheiros públicos, é só rir!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Dispensável, é aquela coisa de levar lá uns zezinhos para botar faladura, dispensável e chato, que ninguém tem pachorra para estar a aturar as bojardas daqueles convivas de circunstâncias, alguns com ar de absoluto enfado, como que tolhidos pela surpresa das muitas e variadas imbecilidades a que assistem ficam quase que sem pio perante as estúrdias e inenarráveis faltas de civismo que denotam em antes uma atroz e pavorosa indigência intelectual de um povo. O programa “Nós por cá” irá fazer mais por este país que cem tratados de sociologia, será uma maneira excelente de ver o que realmente somos, uma cambada de emplastros, canhestros analfabetos e sem o mínimo rasgo de civismo, asseio e respeito pelos outros.
Por outro lado o programa serve de paliativo à crise, numa catarse colectiva, dá para rir a bandeiras despregadas, eu pelo menos encho o papinho, é rir a bom rir, de tanto imbecil e tanta imbecilidade, das mais rocambolescas, até aquelas que se nos metem pelos olhos adentro, onde de imediato se percebe o cheiro da corrupção do compadrio do amiguismo, daquela coisa tão nossa de untar as mãos e viver à conta de esquemas e roubo dos dinheiros públicos, é só rir!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, janeiro 09, 2009
Reestruturação ou talvez Não!
Dizia o outro que “por vezes é necessário fazer alguma coisa para que tudo fique na mesma”, ou então que é “preciso fazer alguma coisa para que tudo fique pior” digo eu! ´Que é o que se passa com a famigerada reestruturação da Guarda Nacional Republicana. Uma vez mais os doutos e sapientes cérebros que desgovernam as forças de segurança, fizeram parir uma reestruturação, que na modesta opinião de quem como eu é um simples observador desprovido de conhecimentos técnicos, vai ser como se dizia na minha “guerra” uma valente e “real cagada em três actos”.
Quer-me a mim parecer que a rapaziada do ar condicionado que pensa nestas coisas, não tem muito bem a noção do país onde vive, o que como em outros casos se percebe perfeitamente, pela pura e dura imbecilidade das alterações, não discuto as soluções técnicas se bem que sobre elas tenha opinião formada há muito tempo. Centrar-me-ei só num pontinho que a mim me fez confusão, que passo a explicar.
As nossas forças policiais estão num grau crescendo de desmoralização, seguramente atingiram o zero, desmotivados, mal pagos, insultados e as mais das vezes sem meios, estes homens e mulheres tentam cumprir o melhor que podem a tarefa que lhes está atribuída, quantas e quantas vezes de forma abnegada e em detrimento da família, esta gente devia ser acarinhada e bem tratada, porque são cada vez mais a nossa “thin red line”contra a escumalha subsídio dependente da roubalheira, do tráfico e do homicídio, visto como está que os tribunais estão apostados em libertar todos os tabardilhas galfarros por mais perigosos que sejam.
Não admira pois que nos jornais, surjam notícias a dizer que os homens e mulheres das forças policiais estão desmotivados, insensato seria que não estivessem, tal o abandono a que têm sido votados, relembre-se a trapalhice das Glock, a legislação completamente desadequada do novo mundo do crime, os salários miseráveis, a assustadora taxa de suícidios e doenças do foro psiquiátrico e psicológico que deveria fazer a rapaziada do ar condicionado sentir-se envergonhada, ainda a semana passada uma jovem militar da GNR se suicidou deixando orfão uma criancinha pequena, nas televisões não dei por terem dado cobertura ao caso, estavam demasiado ocupados a dar enfase a um entulho que depois de roubar um carro e disparar para o polícia levou e bem um balázio nos cornos. Esta dualidade de critérios em que se defende e promove a escumalha e se esquecem de quem nos defende, dá-me nojo.
Voltando à reestruturação, as tragalhadancices usuais extinguem umas unidades, ou antes dão-lhes um novo nome, e, ponto que realmente me faz chocar, criam 3 ou 4 novos tachos para Major-general, dentro da estrutura da GNR, vai até existir um major general a comandar uma unidade de 750 homens, ora isto é claramente deitar dinheiro à rua, além de vergonhoso, já nem falo no fecho de postos, nos transtornos para o pessoal que terá de se deslocar para novas unidades, falo na vergonhosa e despendiosa criação de mais lugares de tacho, quando as necessidades de meios de instalações e de condições são tão gritantes.
Aos homens e mulheres das nossas forças policiais só posso, infelizmente dizer obrigado, obrigado por continuarem a desempenhar a vossa função o melhor que podem e sabem, na certeza porém de que, muita coisa está mal, que existe dentro dessa estrutura gente sem brio, mas que não serão essas poucas ovelhas ronhosas que farão manchar a vossa excelente prestação.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Quer-me a mim parecer que a rapaziada do ar condicionado que pensa nestas coisas, não tem muito bem a noção do país onde vive, o que como em outros casos se percebe perfeitamente, pela pura e dura imbecilidade das alterações, não discuto as soluções técnicas se bem que sobre elas tenha opinião formada há muito tempo. Centrar-me-ei só num pontinho que a mim me fez confusão, que passo a explicar.
As nossas forças policiais estão num grau crescendo de desmoralização, seguramente atingiram o zero, desmotivados, mal pagos, insultados e as mais das vezes sem meios, estes homens e mulheres tentam cumprir o melhor que podem a tarefa que lhes está atribuída, quantas e quantas vezes de forma abnegada e em detrimento da família, esta gente devia ser acarinhada e bem tratada, porque são cada vez mais a nossa “thin red line”contra a escumalha subsídio dependente da roubalheira, do tráfico e do homicídio, visto como está que os tribunais estão apostados em libertar todos os tabardilhas galfarros por mais perigosos que sejam.
Não admira pois que nos jornais, surjam notícias a dizer que os homens e mulheres das forças policiais estão desmotivados, insensato seria que não estivessem, tal o abandono a que têm sido votados, relembre-se a trapalhice das Glock, a legislação completamente desadequada do novo mundo do crime, os salários miseráveis, a assustadora taxa de suícidios e doenças do foro psiquiátrico e psicológico que deveria fazer a rapaziada do ar condicionado sentir-se envergonhada, ainda a semana passada uma jovem militar da GNR se suicidou deixando orfão uma criancinha pequena, nas televisões não dei por terem dado cobertura ao caso, estavam demasiado ocupados a dar enfase a um entulho que depois de roubar um carro e disparar para o polícia levou e bem um balázio nos cornos. Esta dualidade de critérios em que se defende e promove a escumalha e se esquecem de quem nos defende, dá-me nojo.
Voltando à reestruturação, as tragalhadancices usuais extinguem umas unidades, ou antes dão-lhes um novo nome, e, ponto que realmente me faz chocar, criam 3 ou 4 novos tachos para Major-general, dentro da estrutura da GNR, vai até existir um major general a comandar uma unidade de 750 homens, ora isto é claramente deitar dinheiro à rua, além de vergonhoso, já nem falo no fecho de postos, nos transtornos para o pessoal que terá de se deslocar para novas unidades, falo na vergonhosa e despendiosa criação de mais lugares de tacho, quando as necessidades de meios de instalações e de condições são tão gritantes.
Aos homens e mulheres das nossas forças policiais só posso, infelizmente dizer obrigado, obrigado por continuarem a desempenhar a vossa função o melhor que podem e sabem, na certeza porém de que, muita coisa está mal, que existe dentro dessa estrutura gente sem brio, mas que não serão essas poucas ovelhas ronhosas que farão manchar a vossa excelente prestação.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, janeiro 06, 2009
A montanha não pariu! Sequer um rato.
Falou e disse, nada! O senhor Primeiro entre os ministros, arengou durante largeirões minutos, sobre tudo em especialmente sobre absolutamente nada, limitando-se a defender o indefensável, honra lhe seja feita o homem é inamovível, na coragem e coerência com que defende as abstruzidades que vai declarando defendendo-as como se fossem as maiores das verdades deste mundo lusitano.
Mal, muito mal também os dois jornaleiros que até são rapaziada esperta, nervosos, com o assunto estudado, mas que se atropelaram indignamente tentando confundir o PM, nesse jogo o senhor em causa é exímio e os dois rapazes saíram claramente de rabo de rojo, o início também foi péssimo a escolha do célebre estatuto dos Açores, foi um escolha estulta e desprovida de senso, a quem interessam as guerrinhas mesquinhas da partidarite lusa, a ninguém excepto aos seus promotores que tentam ensacar ganhos estratégicos obscuros na lógica da politiquice rafeira e cretina que há já largos tempos conspurca os corredores do poder cá no burgo, porque a não ser assim, a discussão assentaria sobre o estatuto da Madeira, intocável, sobre o próprio modelo politíco da nação, que urge reforma séria e sobre a vergonhosa lei de financiamento dos partidos, mas quanto a isso nada a declarar.
Esperei palavras sobre os dois milhões de idosos que vivem com pensões miseráveis, enquanto uns milhares de galfarros de minorias várias, umas a cor outras sem cor, folgam de costa direita com rendimentos para tudo e por nada com casas à borla, porque nem renda pagam, já para não falar nas reformas milionárias de outros reformados aos cinquenta anos, esperei em vão, novas de políticas concretas de acerto com uma Europa que nos foge a sete pés, nada! Palavreado oco sem conteúdo, meias verdades, propaganda antiga de encher o bicho do ouvido aos acólitos que agitam a bandeirinha nos discursos inflamados, isto é Socialismo? O tanas, isto pode ser muita coisa, socialismo, não será, será vento, ou chuva que não bate assim. Esperei novas, e das novas não tive sequer um vislumbre!
Versejou alegremente o doutor senhor Engenheiro sobre a Educação, sobre o sucesso magalhânico, nas escolas, não há giz, telhados, aquecimento, laboratórias, equipamentos, cultura, civismo, educação, mas existem os Magalhães, perdão, também não existem, afinal o que há nas escolas? O sucesso inaudito do ensino profissional, que conjunto com curriculos alternativos e novas oportunidades, lançam no mercado de trabalho gente cheia de diplomas e que não sabe uma letra do tamanho de um boi, como se pode falar de avaliar de massacrar os professores quando existem escolas onde o ensino tecnológico carece de meios, escolas onde na mesma turma se dois alunos precisarem de lixar um prancha de pinho, só um o pode fazer porque só existe uma lixadeira, tenha vergonha senhor ministro! Como espera o senhor que se aprenda e se ensine em sitíos que servem para tudo excepto para ensinar, onde professores miseravelmente pagos, tem de aturar os fedelhos birrentos filhos desta sociedade imbecil, atulhados em papelada, obrigados a fazer formação que tem de pagar do seu bolso, tenha vergonha senhor ministro!
Para além disto, mais nada disse de relevante, excepto umas bojardas sobre a recessão, a crise que ninguém previu, mentira, porque muitos a previram, começando pelo seu inefável ministro Pinho que chegou ao ponto de decretar o fim da crise, quando ela ainda nem sequer tinha começado. Junte-se esta entrevista ao discurso de Sua Excelência o senhor Presidente da Republica e temos o mais acabado exemplo da ruinosa classe que nos governa. Resumindo foi triste, muito triste, notem que até tinha começado bem às 19.00h com o “Nós Por Cá”!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Mal, muito mal também os dois jornaleiros que até são rapaziada esperta, nervosos, com o assunto estudado, mas que se atropelaram indignamente tentando confundir o PM, nesse jogo o senhor em causa é exímio e os dois rapazes saíram claramente de rabo de rojo, o início também foi péssimo a escolha do célebre estatuto dos Açores, foi um escolha estulta e desprovida de senso, a quem interessam as guerrinhas mesquinhas da partidarite lusa, a ninguém excepto aos seus promotores que tentam ensacar ganhos estratégicos obscuros na lógica da politiquice rafeira e cretina que há já largos tempos conspurca os corredores do poder cá no burgo, porque a não ser assim, a discussão assentaria sobre o estatuto da Madeira, intocável, sobre o próprio modelo politíco da nação, que urge reforma séria e sobre a vergonhosa lei de financiamento dos partidos, mas quanto a isso nada a declarar.
Esperei palavras sobre os dois milhões de idosos que vivem com pensões miseráveis, enquanto uns milhares de galfarros de minorias várias, umas a cor outras sem cor, folgam de costa direita com rendimentos para tudo e por nada com casas à borla, porque nem renda pagam, já para não falar nas reformas milionárias de outros reformados aos cinquenta anos, esperei em vão, novas de políticas concretas de acerto com uma Europa que nos foge a sete pés, nada! Palavreado oco sem conteúdo, meias verdades, propaganda antiga de encher o bicho do ouvido aos acólitos que agitam a bandeirinha nos discursos inflamados, isto é Socialismo? O tanas, isto pode ser muita coisa, socialismo, não será, será vento, ou chuva que não bate assim. Esperei novas, e das novas não tive sequer um vislumbre!
Versejou alegremente o doutor senhor Engenheiro sobre a Educação, sobre o sucesso magalhânico, nas escolas, não há giz, telhados, aquecimento, laboratórias, equipamentos, cultura, civismo, educação, mas existem os Magalhães, perdão, também não existem, afinal o que há nas escolas? O sucesso inaudito do ensino profissional, que conjunto com curriculos alternativos e novas oportunidades, lançam no mercado de trabalho gente cheia de diplomas e que não sabe uma letra do tamanho de um boi, como se pode falar de avaliar de massacrar os professores quando existem escolas onde o ensino tecnológico carece de meios, escolas onde na mesma turma se dois alunos precisarem de lixar um prancha de pinho, só um o pode fazer porque só existe uma lixadeira, tenha vergonha senhor ministro! Como espera o senhor que se aprenda e se ensine em sitíos que servem para tudo excepto para ensinar, onde professores miseravelmente pagos, tem de aturar os fedelhos birrentos filhos desta sociedade imbecil, atulhados em papelada, obrigados a fazer formação que tem de pagar do seu bolso, tenha vergonha senhor ministro!
Para além disto, mais nada disse de relevante, excepto umas bojardas sobre a recessão, a crise que ninguém previu, mentira, porque muitos a previram, começando pelo seu inefável ministro Pinho que chegou ao ponto de decretar o fim da crise, quando ela ainda nem sequer tinha começado. Junte-se esta entrevista ao discurso de Sua Excelência o senhor Presidente da Republica e temos o mais acabado exemplo da ruinosa classe que nos governa. Resumindo foi triste, muito triste, notem que até tinha começado bem às 19.00h com o “Nós Por Cá”!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
domingo, janeiro 04, 2009
Monsieur Le President!
Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, finalmente abriu o armazém de migalhas de bolo-rei para proferir um inusitado discurso de miserabilismo novel anual, concorde-se ou não com a criatura, é triste verificar que os lugares comuns do senso catastrófico “demodé”, tão ao gosto do género hollyodesco do filme catástrofe de classe B dos anos 70, voltam neste ressuscitado Ed Wood à portuguesa em tonitruantes silvos na voz cava e macilenta quase imperceptível naquele sotaque, meio taberna de Alfama, meio algarvio com toques de sopinha de massa, que Sua Excelência exibe nestas ocasiões de estadão e protocolo, como se alguém com um pingo de massa cinzenta lhe desse algum crédito.
No entanto devo confessar que gostei do discurso, genericamente gostei, o que claramente demonstra que não tenho um grama de neurónios, Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, finalmente trouxe à baila algo que nos interessa a nós pobres diabos que pagamos os vários ordenados que alimentam Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, bem como a muitos dos seus acólitos, a crise.
O endividamento excessivo, o viver acima das posses, ora estes são temas que Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, bem conhece, nos seus já esquecidos e longínquos tempos de Primeiro-ministro, Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, lançou as bases deste endividamento excessivo e criou a política do miserabilismo intelectual, recordemos o caso Saramago e aquela criatura chamada Sousa Lara, o miserabilismo salarial, o miserabilismo académico, enfim enquanto Primeiro-ministro Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, foi o campeão do miserabilismo Luso, é pois com todo o mérito e propriedade, que transvestido em paladino da verdade, Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, fala da crise e do miserabilismo, por oposição aos fadários rosa do senhor Primeiro-ministro actual que vive num conto de fadas magalhânico, sonhando com velas desfraldas a singrar mares oceanos de fio a pavio em internauticas navegações, com os endividados municípios a terem de assumir a despesa dos navegantes.
Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, falou e bem! Falou essencialmente, de si, do seu passado e presente, falou da escola que criou, directivas que todos os posteriores seguidores no cargo copiaram, avolumando o “mostro”, o endividamento, o despesismo e a falta de norte disto tudo. Faltou a Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, falar dos pobres, dos que trabalham sustentando esta cloaca, do sistema político infecto, olha razão tem o Alberto que quer ser um estado federal.
Um abraço de bem-vindas ao novo ano deste vosso amigo
Barão da Tróia
No entanto devo confessar que gostei do discurso, genericamente gostei, o que claramente demonstra que não tenho um grama de neurónios, Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, finalmente trouxe à baila algo que nos interessa a nós pobres diabos que pagamos os vários ordenados que alimentam Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, bem como a muitos dos seus acólitos, a crise.
O endividamento excessivo, o viver acima das posses, ora estes são temas que Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, bem conhece, nos seus já esquecidos e longínquos tempos de Primeiro-ministro, Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, lançou as bases deste endividamento excessivo e criou a política do miserabilismo intelectual, recordemos o caso Saramago e aquela criatura chamada Sousa Lara, o miserabilismo salarial, o miserabilismo académico, enfim enquanto Primeiro-ministro Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, foi o campeão do miserabilismo Luso, é pois com todo o mérito e propriedade, que transvestido em paladino da verdade, Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, fala da crise e do miserabilismo, por oposição aos fadários rosa do senhor Primeiro-ministro actual que vive num conto de fadas magalhânico, sonhando com velas desfraldas a singrar mares oceanos de fio a pavio em internauticas navegações, com os endividados municípios a terem de assumir a despesa dos navegantes.
Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, falou e bem! Falou essencialmente, de si, do seu passado e presente, falou da escola que criou, directivas que todos os posteriores seguidores no cargo copiaram, avolumando o “mostro”, o endividamento, o despesismo e a falta de norte disto tudo. Faltou a Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, falar dos pobres, dos que trabalham sustentando esta cloaca, do sistema político infecto, olha razão tem o Alberto que quer ser um estado federal.
Um abraço de bem-vindas ao novo ano deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, dezembro 23, 2008
FELIZ NATAL
quinta-feira, dezembro 18, 2008
Santanurang
O último acto desta opereta bufa que tem sido o consulado de FL à frente do PSD, caiu ontem, com o anúncio de Santana como candidato à Câmara de Lisboa. Sócrates esfrega as mãos de contente, não tarda nada que o Santana põe o PSD novamente de pantanas e ele ganha de novo com maioria, já que daquele lado está descansado, com tanta falta de intelecto.
FL, como ministra foi a nulidade que bem conhecemos, na educação foi disparate atrás de disparate, na economia, engordou o tal “Monstro”, que o outro criou e agora que assenta a nalga em poleiro superior veio ao terreiro cagar sentenças sobre o mesmo, resumindo, o PSD, não é uma opção credível!
Já existia o bumerang, o Cavacurang, o Soaresrurang e agora temos o Santanurang, os últimos três são protótipos lusos, os aborigenes ficariam coradinhos de vergonha, os seus bumerangues não chegam aos calcanhares de nenhum dos protótipos lusos, que por mais longe que se atirem, aranjam sempre maneira de voltar, por falar em voltar e só para rimar, votar em Santana, é algo que desafia qualquer pessoa com pelo menos dois neurónios intactos. Resolvi, experimentar e ver em que situações é que eu votaria em Santana Lopes, para o que quer que seja, incluindo porteiro de balneários públicos. Por exemplo, eleições para a câmara de Lisboa, escolher entre Santana e Costa, claro votava em Costa, Santana e Pinto da Costa, até votava no Pinto, Santana e um poste de iluminação pública, fogo ganhava o poste de certeza, Santana e um arrumador, aí abstinha-me, Santana e uma sandes de coirato, ganhava a sandocha, Santana sem mais ninguém, por mim o sem mais ninguém ganhava.
Percebem, é isto que sinceramente não entendo, votar em Santana, é o mesmo que usar o mesmo papel higiénico duas vezes, votar em Santana é estar à beira do precipício e dar um passo em frente, será o mesmo que ir jogar roleta russa e encher o tambor de munições, por isso é que me faz confusão, gente que se afirma dotada e inteligente, fazer escolhas destas!
Claro que a FL, não restava outra alternativa depois da toda poderosa distrital de Lisboa impor o seu candidato, a fraqueza política do PSD, de FL e dos seus seguidores incluindo um que não é mas é porque está no mais alto cargo da nação, faz com que as diversas tropelias do Ti Alberto fiquem sempre sem comentários, a falta de concentrado, a uma porque nasceu sem ele a outro porque nunca o teve, deveria incomodar as bases de um partido que se diz social e democrata, pobres base de canhestros analfabrutos, que atacados de partidarite aguda só vêm laranjada.
Em meia dúzia de meses, o PSD, passou de um Mendes mediano, pouco credível, disparatado, apunhalado por Santana, para um Meneses, barraqueiro e malidecente que amua, apunhalado por Santana, por um presuntivo candidato Marcelo sabe tudo, que já se viu que afinal não percebe de nada, já anteriormente apunhalado por Santana, para uma FL, que às costas carrega os antecedentes de uma carreira governativa triste e medíocre, que será de certeza apunhalada pelo mesmo assim que ele tiver hipotese.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
FL, como ministra foi a nulidade que bem conhecemos, na educação foi disparate atrás de disparate, na economia, engordou o tal “Monstro”, que o outro criou e agora que assenta a nalga em poleiro superior veio ao terreiro cagar sentenças sobre o mesmo, resumindo, o PSD, não é uma opção credível!
Já existia o bumerang, o Cavacurang, o Soaresrurang e agora temos o Santanurang, os últimos três são protótipos lusos, os aborigenes ficariam coradinhos de vergonha, os seus bumerangues não chegam aos calcanhares de nenhum dos protótipos lusos, que por mais longe que se atirem, aranjam sempre maneira de voltar, por falar em voltar e só para rimar, votar em Santana, é algo que desafia qualquer pessoa com pelo menos dois neurónios intactos. Resolvi, experimentar e ver em que situações é que eu votaria em Santana Lopes, para o que quer que seja, incluindo porteiro de balneários públicos. Por exemplo, eleições para a câmara de Lisboa, escolher entre Santana e Costa, claro votava em Costa, Santana e Pinto da Costa, até votava no Pinto, Santana e um poste de iluminação pública, fogo ganhava o poste de certeza, Santana e um arrumador, aí abstinha-me, Santana e uma sandes de coirato, ganhava a sandocha, Santana sem mais ninguém, por mim o sem mais ninguém ganhava.
Percebem, é isto que sinceramente não entendo, votar em Santana, é o mesmo que usar o mesmo papel higiénico duas vezes, votar em Santana é estar à beira do precipício e dar um passo em frente, será o mesmo que ir jogar roleta russa e encher o tambor de munições, por isso é que me faz confusão, gente que se afirma dotada e inteligente, fazer escolhas destas!
Claro que a FL, não restava outra alternativa depois da toda poderosa distrital de Lisboa impor o seu candidato, a fraqueza política do PSD, de FL e dos seus seguidores incluindo um que não é mas é porque está no mais alto cargo da nação, faz com que as diversas tropelias do Ti Alberto fiquem sempre sem comentários, a falta de concentrado, a uma porque nasceu sem ele a outro porque nunca o teve, deveria incomodar as bases de um partido que se diz social e democrata, pobres base de canhestros analfabrutos, que atacados de partidarite aguda só vêm laranjada.
Em meia dúzia de meses, o PSD, passou de um Mendes mediano, pouco credível, disparatado, apunhalado por Santana, para um Meneses, barraqueiro e malidecente que amua, apunhalado por Santana, por um presuntivo candidato Marcelo sabe tudo, que já se viu que afinal não percebe de nada, já anteriormente apunhalado por Santana, para uma FL, que às costas carrega os antecedentes de uma carreira governativa triste e medíocre, que será de certeza apunhalada pelo mesmo assim que ele tiver hipotese.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, dezembro 17, 2008
Triste mais triste não há!
Tinha prometido a mim mesmo, seguir as preciosas indicações de Sua Excelência o senhor Presidente da República, escrevendo até ao fim do ano croniquetas sobre coisinhas boas e benfeitorias e essas inhas e itas. Mas, ontem uma notícia no jornal deixou-me boquiaberto de espanto.
Um senhor, que hoje tem 22 anos, foi condenado a 2 (DOIS), anos de pena suspensa, para tratamento psiquiátrico obrigatório, depois de ter sido condenado por actos de pedofilia praticados em crianças menores de 10 anos, o meretissímo, inteligentissímo, sapientissímo, iluminado, preclaro, omnisciente senhor doutor Juíz, entendeu na sua avançadissima mente que o camarada em questão vai fazer uns tratamentozitos e depois fica tudo bem, deixando de gostar de apalpar pilas de meninos.
A cavalgadurice da Justiça portuguesa não cessa de me espantar, a absoluta indigência intelectual da Justiça portuguesa não cessa de me espantar, como é que é possível uma sentença destas, tratamento psiquiátrico, valha-me São Anacleto! Então o meretissímo Juíz não lê jornais, não sabe que a Pedofília não passa com uma aspirira e três dedos de conversa deitado no sofá, o meretissímo Juíz, anda por ventura a dormir na forma, ou viverá nalgum estado de iluminação, talvez seja budista, estado esse propiciador de descobertas fantásticas, às quais nós pobres mortais, por junto com todos os psiquiatras e psicólogos do planeta, ainda não tivemos acesso. Meretissímo Juíz, publique já vossa excelência, semelhantes conhecimentos dignos de figurar em atlas da sapiência médica, auguro-lhe um futuro promissor, a sua sabedoria iluminada fará alcandorar o nome de vossa excelência nas mais altas colunas gravadas a ouro dos mais sábios dos sábios, qual Einstein, qual porra, este meretissímo Juíz, sim, um digno génio mal aproveitado, um sábio, uma luminária irradiadora de sapiência inaudita, treme mundo infiel, um pobre e apago meretissímo Juíz de Portugal descobriu a cura da pedófilia, 2 (DOIS), anos de pena suspensa e tratamente psiquiátrico, para quê estudos e imbecilidades, psiquiatras e psicólogos, teses e experiências, qual nada, um simples, mas intelectualmente dotadissímo meretissímo Juíz deste pequeno pardieiro chamado Portugal, revoluciona o mundo, Descartes errou, Damásio é nada, Freud um triste, apequenados por este gigante intelectual, este Zeus da magistratura portuguesa.
Por isso portugueses nada temam, com Juízes desta laia, não há mal que nos chegue, para tudo eles têm remédio, descartem-se dos médicos desses falsos adoradores de Galeno, manifestem-se, queremos um Juíz em cada hospital.
Este episódio é tão triste tão revoltante, que dá nojo, dá asco, e dizem que isto é um estado de direito, no entanto, a sentença, faz-me temer, pelas repercussões que terá em relação ao caso Casa Pia, será que veremos aquela cambada toda no psiquiatra? A ver vamos. Que país de merda!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Um senhor, que hoje tem 22 anos, foi condenado a 2 (DOIS), anos de pena suspensa, para tratamento psiquiátrico obrigatório, depois de ter sido condenado por actos de pedofilia praticados em crianças menores de 10 anos, o meretissímo, inteligentissímo, sapientissímo, iluminado, preclaro, omnisciente senhor doutor Juíz, entendeu na sua avançadissima mente que o camarada em questão vai fazer uns tratamentozitos e depois fica tudo bem, deixando de gostar de apalpar pilas de meninos.
A cavalgadurice da Justiça portuguesa não cessa de me espantar, a absoluta indigência intelectual da Justiça portuguesa não cessa de me espantar, como é que é possível uma sentença destas, tratamento psiquiátrico, valha-me São Anacleto! Então o meretissímo Juíz não lê jornais, não sabe que a Pedofília não passa com uma aspirira e três dedos de conversa deitado no sofá, o meretissímo Juíz, anda por ventura a dormir na forma, ou viverá nalgum estado de iluminação, talvez seja budista, estado esse propiciador de descobertas fantásticas, às quais nós pobres mortais, por junto com todos os psiquiatras e psicólogos do planeta, ainda não tivemos acesso. Meretissímo Juíz, publique já vossa excelência, semelhantes conhecimentos dignos de figurar em atlas da sapiência médica, auguro-lhe um futuro promissor, a sua sabedoria iluminada fará alcandorar o nome de vossa excelência nas mais altas colunas gravadas a ouro dos mais sábios dos sábios, qual Einstein, qual porra, este meretissímo Juíz, sim, um digno génio mal aproveitado, um sábio, uma luminária irradiadora de sapiência inaudita, treme mundo infiel, um pobre e apago meretissímo Juíz de Portugal descobriu a cura da pedófilia, 2 (DOIS), anos de pena suspensa e tratamente psiquiátrico, para quê estudos e imbecilidades, psiquiatras e psicólogos, teses e experiências, qual nada, um simples, mas intelectualmente dotadissímo meretissímo Juíz deste pequeno pardieiro chamado Portugal, revoluciona o mundo, Descartes errou, Damásio é nada, Freud um triste, apequenados por este gigante intelectual, este Zeus da magistratura portuguesa.
Por isso portugueses nada temam, com Juízes desta laia, não há mal que nos chegue, para tudo eles têm remédio, descartem-se dos médicos desses falsos adoradores de Galeno, manifestem-se, queremos um Juíz em cada hospital.
Este episódio é tão triste tão revoltante, que dá nojo, dá asco, e dizem que isto é um estado de direito, no entanto, a sentença, faz-me temer, pelas repercussões que terá em relação ao caso Casa Pia, será que veremos aquela cambada toda no psiquiatra? A ver vamos. Que país de merda!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, dezembro 15, 2008
A Caralhota
O pão é um dos antiquissímos alimentos a que o homem se tem dedicado de alma e coração, falamos dele na Mesopotâmia há cerca de 6000 mil anos, falamos nele no Egipto dos faraós, falam dele os Gregos, dizendo que deviamos desconfiar dos homens que não comem pão, vá lá saber-se porquê, coisas de Gregos.
O pão ocupa o lugar de honra da mesa, recordemos a casa portuguesa com o pão e vinho sobre a mesa, é um alimento de tal forma importante que ocupa tambem uma função importante na religião católica, o que é a hóstia se não, um tipo de pão, ainda hoje, apesar dos hábitos alimentares cretinos importados de outras paragens, pão contínua a ser um componente importante da alimentação do homem, e ele existe de tudo e de todas as formas e tipos de cozedura, ao pão ázimo kosher dos Judeus, até aquela coisa insalúbre das padarias lusas, mais fermento e água do que outra coisa, passando pela baguete pelo pão de forma e por aí adiante.
De trigo, de centeio, de milho de castanha e até de bolota, o pão é a reverência imediata da sacralidade da refeição, óbolo sagrado remeniscência dos tempos em que as refeições eram tempos do sagrado em que a família partilhava a dura existência da sobrevivência, elemento aglutinador de vontades e destinos, por causa dele, ou antes pela sua falta se fizeram guerras e revoluções, massacres e depredações, o pão é seguramente uma das maiores invenções do homem.
Por isso hoje resolvi falar-vos da CARALHOTA, um tipo de pão de trigo aqui da terra, a caralhota esteve quase esquecida, à morte, como está quase tudo o que significa tradição e antiguidade, os tempos modernos em especial os nossos, atiram com a maioria das coisas nossas da tradição e cultural para os quintos dos infernos, afogadas nas marés dos hip-hops dos raps e de outras imbecilidades cretinas que abraçamos sempre com a maior insensatez. Mas o que raio é uma Caralhota? O nome sugere uma incursão ao domínio fálico, Freud explicou isso tudo, no entanto a caralhota não tem nada de fálico, é um pequeno pão redondo, com cerca de 10 ou 15 centímetros de diâmetro, excelente para acompanhar todo o tipo de petisco e mesmo as refeições.
Reza a história que me contou, uma pessoa antiga daquelas que ainda guardavam as memórias dos lobisomens da lua cheia e das bruxas que nos atentavam às encruzilhadas, que às pequenas bolas de massa que sobravam de fazer o pão chamavam caralhotos, por graça e para não desperdiçar, coziam-se também, davam-se aos miúdos, bezuntadas de azeite e açucar, açucar loiro, não dessa coisa branca de hoje, moída e remoída, cheia de aditivos esquisitos.
Ora as pequenas bolas depois de cozidas por graça lhes chamariam caralhotas, e assim ficaram, feitas que eram na maioria das casas de Almeirim que tinham forno de lenha e coziam pão, coisa que foi desaparecendo, a caralhota é um excelente alimento, e deve ser pedido nos restaurantes da zona assim mesmo, pelo seu nome, Caralhota! Não é um pãozinho pequeno, nem uma carcaça, muito menos um pão de bifana, como já ouvi muito mentecapto e mentecapta pedir, é uma Caralhota. Se a minha amiga e o meu amigo pedirem uma Caralhota, toda a gente aqui na terra sabe o que é, não labora pois em erros nem enganos e vai servida ou servido do melhor que por aqui há, sim porque isto não é só sopa enfarta brutos, também tem outras coisas, como a singela e pecaminosa Caralhota, que faz a delícia dos petisqueiros. Experimentem assar chouriça, em uma boa aguardente viníca e comam-na com a fatias de caralhota, ou nos pratos com molho, usem a caralhota com o seu miolo sápido para ensopar o molho e depois me dirão. Grelhem uma boa fêvera de reco, sal grosso só a meio da assadura, entretanto, cheguem a caralhota aberta ao meio ao brazeiro para que lentamente toste um pouco, de seguida reguem-na com um bom azeite nosso, esfreguem bem com um dente de alho, por esta altura, a carne deverá estar no ponto, entremeiam-na entre a caralhota para ficar aconchegada e comecem lentamente a degustar, acompanhem com um tinto, ou branco da vossa escolha e depois contem-me histórias, qual hamburguer qual balhana, viva a Caralhota.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
O pão ocupa o lugar de honra da mesa, recordemos a casa portuguesa com o pão e vinho sobre a mesa, é um alimento de tal forma importante que ocupa tambem uma função importante na religião católica, o que é a hóstia se não, um tipo de pão, ainda hoje, apesar dos hábitos alimentares cretinos importados de outras paragens, pão contínua a ser um componente importante da alimentação do homem, e ele existe de tudo e de todas as formas e tipos de cozedura, ao pão ázimo kosher dos Judeus, até aquela coisa insalúbre das padarias lusas, mais fermento e água do que outra coisa, passando pela baguete pelo pão de forma e por aí adiante.
De trigo, de centeio, de milho de castanha e até de bolota, o pão é a reverência imediata da sacralidade da refeição, óbolo sagrado remeniscência dos tempos em que as refeições eram tempos do sagrado em que a família partilhava a dura existência da sobrevivência, elemento aglutinador de vontades e destinos, por causa dele, ou antes pela sua falta se fizeram guerras e revoluções, massacres e depredações, o pão é seguramente uma das maiores invenções do homem.
Por isso hoje resolvi falar-vos da CARALHOTA, um tipo de pão de trigo aqui da terra, a caralhota esteve quase esquecida, à morte, como está quase tudo o que significa tradição e antiguidade, os tempos modernos em especial os nossos, atiram com a maioria das coisas nossas da tradição e cultural para os quintos dos infernos, afogadas nas marés dos hip-hops dos raps e de outras imbecilidades cretinas que abraçamos sempre com a maior insensatez. Mas o que raio é uma Caralhota? O nome sugere uma incursão ao domínio fálico, Freud explicou isso tudo, no entanto a caralhota não tem nada de fálico, é um pequeno pão redondo, com cerca de 10 ou 15 centímetros de diâmetro, excelente para acompanhar todo o tipo de petisco e mesmo as refeições.
Reza a história que me contou, uma pessoa antiga daquelas que ainda guardavam as memórias dos lobisomens da lua cheia e das bruxas que nos atentavam às encruzilhadas, que às pequenas bolas de massa que sobravam de fazer o pão chamavam caralhotos, por graça e para não desperdiçar, coziam-se também, davam-se aos miúdos, bezuntadas de azeite e açucar, açucar loiro, não dessa coisa branca de hoje, moída e remoída, cheia de aditivos esquisitos.
Ora as pequenas bolas depois de cozidas por graça lhes chamariam caralhotas, e assim ficaram, feitas que eram na maioria das casas de Almeirim que tinham forno de lenha e coziam pão, coisa que foi desaparecendo, a caralhota é um excelente alimento, e deve ser pedido nos restaurantes da zona assim mesmo, pelo seu nome, Caralhota! Não é um pãozinho pequeno, nem uma carcaça, muito menos um pão de bifana, como já ouvi muito mentecapto e mentecapta pedir, é uma Caralhota. Se a minha amiga e o meu amigo pedirem uma Caralhota, toda a gente aqui na terra sabe o que é, não labora pois em erros nem enganos e vai servida ou servido do melhor que por aqui há, sim porque isto não é só sopa enfarta brutos, também tem outras coisas, como a singela e pecaminosa Caralhota, que faz a delícia dos petisqueiros. Experimentem assar chouriça, em uma boa aguardente viníca e comam-na com a fatias de caralhota, ou nos pratos com molho, usem a caralhota com o seu miolo sápido para ensopar o molho e depois me dirão. Grelhem uma boa fêvera de reco, sal grosso só a meio da assadura, entretanto, cheguem a caralhota aberta ao meio ao brazeiro para que lentamente toste um pouco, de seguida reguem-na com um bom azeite nosso, esfreguem bem com um dente de alho, por esta altura, a carne deverá estar no ponto, entremeiam-na entre a caralhota para ficar aconchegada e comecem lentamente a degustar, acompanhem com um tinto, ou branco da vossa escolha e depois contem-me histórias, qual hamburguer qual balhana, viva a Caralhota.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, dezembro 10, 2008
Tenham dó!
Tenho pena dos deputados da Nação! Tenho pena por variados motivos, dão-me dó por serem aquelas coisas sem nervo que vemos televisionados em canal próprio, como se isso fosse do interesse de alguém, fazem-me sofrer pelas absurdidades e cretinices que dizem e dão-me dó por causa da maneira como agem, em suma os deputados portugueses são criaturas dignas de dó, de piedade e de compaixão.
A baixa capacidade intelectual que nalguns casos roça mesmo a completa indigência intelectual daquela rapaziada é digna de dó, a pobreza franciscana atroz dos discursos onde nunca bate a bota com a perdigota, onde se apregoa uma coisa e se faz o seu contrário, é digno de compaixão, leva-nos a pensar se aquilo são as nossas elites, realmente este país é mesmo uma grande cloaca de merdum, porque os exemplos que aquelas damas e cavalheiros nos dão, são “per si” exemplos sobejos do resto da sociedade miserável que é a nossa.
Aliás, as nossas instituições são flagrantes exemplos disso mesmo, da presidência da república aos tribunais, é um fartote de riso, com tanta falta de tudo o que é intelectualmente capaz, pontua isso sim a mais singela e pungente opacidade, a mais disforme inépcia e falta de razão. Porque deveria a Assembleia ser diferente? Claro, não podia, porque destoaria do geral, quando o geral é pior que mau, é infinitamente miserável, aliás colocados numa escala de miserabilismo, temo bem que seriamos os maiores, numas olimpíadas da estultíce e do disparate, nas disciplinas da cretinice, da falta de intelecto e da inépcia seriamos seguramente os campeões, indiscutíveis sem apelo nem agravo, fariamos migas de todos os outros concorrentes africanos e sul americanos, teriamos de ter cuidado porém com os asiáticos.
Em suma os senhores e senhoras deputados da Nação, assinaram o ponto, para ganharem o carcanhol que faz sempre falta para a bica ou para o simbalino, abalaram e deram às de de vila diogo de rabo alçado direitos à neve. Sim e depois, qual é o problema? Das outras vezes fugiram para ir à bola, para irem a banhos e para ir para a real que os pariu, continuo a perguntar, e depois? Qual é problema? O que é que faz a grande maioria dos portugas, quando se lhes apresentam oportunidades dessas, ora faz o mesmo, pois claro, então criticam o quê?
Os senhores e senhoras deputados da Nação antes de o serem são portugueses, e como bons portugueses, dão os exemplos da praxe, ora se algum sentimento nos merecem é de dó, de compaixão, de nojo e de piedade. Porque são criaturas dignas de piedade estes portugueses, cujos exemplos o povo ignorante e carneiro segue sem sequer balir, para que servirá então esta tempestade num copo de água, ora para nada, claro está, tal como nos casos anteriores onde as senhoras e e os senhores deputados da Nação, envergonharam a Nação, esta será mais uma, logo será esquecida até à próxima cretinice que venha daqueles lados.
O que todos deveriamos questionar é para que serve toda aquela gente, que utilidade têm, que produzem, serão mesmo necessários? Tenho para mim que a maioria deles é tão útil como um molho de urtigas dentro das cuecas, tão produtivos como um caracol embalsemado, com tanto préstimo como um selim numa vaca, mas isso sou eu que sou um imbecil, que trabalho, pago impostos e não tenho nem dinheiro nem tempo para ir para a neve, coisa que também não gosto! Por isso ao invés de os criticar,devemos antes revermo-nos neles, tenham dó, de vós e de mim enquanto país e enquanto pessoas.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
A baixa capacidade intelectual que nalguns casos roça mesmo a completa indigência intelectual daquela rapaziada é digna de dó, a pobreza franciscana atroz dos discursos onde nunca bate a bota com a perdigota, onde se apregoa uma coisa e se faz o seu contrário, é digno de compaixão, leva-nos a pensar se aquilo são as nossas elites, realmente este país é mesmo uma grande cloaca de merdum, porque os exemplos que aquelas damas e cavalheiros nos dão, são “per si” exemplos sobejos do resto da sociedade miserável que é a nossa.
Aliás, as nossas instituições são flagrantes exemplos disso mesmo, da presidência da república aos tribunais, é um fartote de riso, com tanta falta de tudo o que é intelectualmente capaz, pontua isso sim a mais singela e pungente opacidade, a mais disforme inépcia e falta de razão. Porque deveria a Assembleia ser diferente? Claro, não podia, porque destoaria do geral, quando o geral é pior que mau, é infinitamente miserável, aliás colocados numa escala de miserabilismo, temo bem que seriamos os maiores, numas olimpíadas da estultíce e do disparate, nas disciplinas da cretinice, da falta de intelecto e da inépcia seriamos seguramente os campeões, indiscutíveis sem apelo nem agravo, fariamos migas de todos os outros concorrentes africanos e sul americanos, teriamos de ter cuidado porém com os asiáticos.
Em suma os senhores e senhoras deputados da Nação, assinaram o ponto, para ganharem o carcanhol que faz sempre falta para a bica ou para o simbalino, abalaram e deram às de de vila diogo de rabo alçado direitos à neve. Sim e depois, qual é o problema? Das outras vezes fugiram para ir à bola, para irem a banhos e para ir para a real que os pariu, continuo a perguntar, e depois? Qual é problema? O que é que faz a grande maioria dos portugas, quando se lhes apresentam oportunidades dessas, ora faz o mesmo, pois claro, então criticam o quê?
Os senhores e senhoras deputados da Nação antes de o serem são portugueses, e como bons portugueses, dão os exemplos da praxe, ora se algum sentimento nos merecem é de dó, de compaixão, de nojo e de piedade. Porque são criaturas dignas de piedade estes portugueses, cujos exemplos o povo ignorante e carneiro segue sem sequer balir, para que servirá então esta tempestade num copo de água, ora para nada, claro está, tal como nos casos anteriores onde as senhoras e e os senhores deputados da Nação, envergonharam a Nação, esta será mais uma, logo será esquecida até à próxima cretinice que venha daqueles lados.
O que todos deveriamos questionar é para que serve toda aquela gente, que utilidade têm, que produzem, serão mesmo necessários? Tenho para mim que a maioria deles é tão útil como um molho de urtigas dentro das cuecas, tão produtivos como um caracol embalsemado, com tanto préstimo como um selim numa vaca, mas isso sou eu que sou um imbecil, que trabalho, pago impostos e não tenho nem dinheiro nem tempo para ir para a neve, coisa que também não gosto! Por isso ao invés de os criticar,devemos antes revermo-nos neles, tenham dó, de vós e de mim enquanto país e enquanto pessoas.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, dezembro 05, 2008
PARABÉNS

Cumpre hoje o seu centésimo aniversário o Dr. Joaquim Gonçalves Isabelinha, um ilustre herói filho da lezíria de Almeirim, alguém que pela sua longevidade,carácter e distinta humildade deveria fazer corar de vergonha a grande maioria desses doutorezecos mercenários que por aí vão remendando os ossos aos pobres doentes.
Aceite o Doutor, esta singela homenagem e sentidos Parabéns deste insignificante barão reconhecido!
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, dezembro 02, 2008
Bê Pê Nê ou o idílio dos Broncos de Neve
Enquanto lá fora neva e hordas de patos bravos, fazem estúrdia em lagos de neve atascasdos em lama enregelados mas felizes por irem à neve, encerrados em bichas enormes, de três e quatro horas enfiados em estradecas farroupilhas, fechadas por causa de uma borrasca nívea de meia tigela, ainda dizem que há crise, foi um fartar vilanagem de gastar dinheiro para dar uns piparotes com o cú no chão, armados em turístas das terras altas, com a sempre eterna desculpa dos miúdos, enquanto toda essa labregada acorre às serras para consumir os bónus natalícios em dispensáveis incursões polares, muito urso por aí anda, os do costume andam a tentar fugir com o rabo à seringa.
Esta negociata vergonhosa do BPN, reveladora da mais rematada falta de vergonha e honra, ameaça deitar por terra os mitos dos heróis de alguns desses bravos da neve. Enquanto a parolada gasta as alpergatas em bimbalhices lúcico nevosas, a malta do BPN e os seus satélites, que são muitos, amanham o coito para que a coisa não descambe, percebe-se agora algumas das maroscas, que claro metem a nossa offshore madeirense onde deputados regionais da laranja cor enfardavam até mais não poder nos fantásticos lucros da instituição financeira, que agora todos nós estamos a pagar.
Percebe-se também a pressa que existiu em nacionalizar, em dissimular e atirar mais areia para os olhos do pagode, já cegos com tanta albúrnea poeira caída em catadupas dum céu inclemente, não o cantador de baladas de duvidosa qualidade, até porque rimar em ar não é nada difícil, senão vejamos, que bom e roubar, enquanto lá fora está a nevar, os borregos a aparvalhar e os lobos a engordar, giro não é?
Demasiado triste a trapalhada financeira em que gente isenta e honrada, gente serissíma tem o seu nome entalado até às orelhas em em falcatruíces, bancárias, naquele antro de sem vergonhice que era o BPN, percebe-se que havia amighos a encobrir com negociatas de casas de pais a serem vendidas a peso de ouro para servirem de aboletamento a um bancário balcão, aliás aquilo parecia mais um banco partidário que outra coisa tal era a subvenção completa à rapaziada da cor certa, para além de servir de porto de abrigo seguro para alojar sempre mais um administrador, sempre mais um amigo, desde que da cor certa, claro está, erro será pensar que a vergonhosa trapalhada do BPN que tão cara nos irá sair , tem uma só cor partidária, não creio. Essa trapalhada tem a cor da falta de honestidade e sem vergonhice que andam de mãos dadas com as abéculas politiqueiras que nos têm tocado, infelizmente, em sorte.
O caso BPN, ficará na curta memória dos homens, como mais um exemplo da falcatrua rafeira e despudorada que assola os serissímos homens políticos, todos isentos, todos sem mácula, todos uma rematada corja, que se assolapa com os dinheiros privados sem mais aquela, engordando anafadamente à conta do pobre pagante, por isso ide, ide prá neve, ide fazer bonecos de neve com cenouras em lugar de nariz, ide lavar a vossa ignominiosa lassidão de anhos capados no altar da alvura perene da redentora água congelada, outros BPN os esperam, para já o BPP, mas temo bem que novas de outros colossais barretes por aí estejam prestes a rebentar, enquanto vós molhais o rabinho a escorregar de saco de plástico esburacado pela nívea cama da nórdica Skaði.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Esta negociata vergonhosa do BPN, reveladora da mais rematada falta de vergonha e honra, ameaça deitar por terra os mitos dos heróis de alguns desses bravos da neve. Enquanto a parolada gasta as alpergatas em bimbalhices lúcico nevosas, a malta do BPN e os seus satélites, que são muitos, amanham o coito para que a coisa não descambe, percebe-se agora algumas das maroscas, que claro metem a nossa offshore madeirense onde deputados regionais da laranja cor enfardavam até mais não poder nos fantásticos lucros da instituição financeira, que agora todos nós estamos a pagar.
Percebe-se também a pressa que existiu em nacionalizar, em dissimular e atirar mais areia para os olhos do pagode, já cegos com tanta albúrnea poeira caída em catadupas dum céu inclemente, não o cantador de baladas de duvidosa qualidade, até porque rimar em ar não é nada difícil, senão vejamos, que bom e roubar, enquanto lá fora está a nevar, os borregos a aparvalhar e os lobos a engordar, giro não é?
Demasiado triste a trapalhada financeira em que gente isenta e honrada, gente serissíma tem o seu nome entalado até às orelhas em em falcatruíces, bancárias, naquele antro de sem vergonhice que era o BPN, percebe-se que havia amighos a encobrir com negociatas de casas de pais a serem vendidas a peso de ouro para servirem de aboletamento a um bancário balcão, aliás aquilo parecia mais um banco partidário que outra coisa tal era a subvenção completa à rapaziada da cor certa, para além de servir de porto de abrigo seguro para alojar sempre mais um administrador, sempre mais um amigo, desde que da cor certa, claro está, erro será pensar que a vergonhosa trapalhada do BPN que tão cara nos irá sair , tem uma só cor partidária, não creio. Essa trapalhada tem a cor da falta de honestidade e sem vergonhice que andam de mãos dadas com as abéculas politiqueiras que nos têm tocado, infelizmente, em sorte.
O caso BPN, ficará na curta memória dos homens, como mais um exemplo da falcatrua rafeira e despudorada que assola os serissímos homens políticos, todos isentos, todos sem mácula, todos uma rematada corja, que se assolapa com os dinheiros privados sem mais aquela, engordando anafadamente à conta do pobre pagante, por isso ide, ide prá neve, ide fazer bonecos de neve com cenouras em lugar de nariz, ide lavar a vossa ignominiosa lassidão de anhos capados no altar da alvura perene da redentora água congelada, outros BPN os esperam, para já o BPP, mas temo bem que novas de outros colossais barretes por aí estejam prestes a rebentar, enquanto vós molhais o rabinho a escorregar de saco de plástico esburacado pela nívea cama da nórdica Skaði.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, novembro 27, 2008
...e das petas, três dúzias!
“Posso garantir-lhes que nenhuma criança ficará sem o apoio que necessite” Foi assim com a segurança de quem nunca erra o buraco, que a senhora Ministra da Educação, no início do ano lectivo de 2008-2009, assegurava aos jornalistas que a excelente rede de ensino especial do Ministério da Educação estaria a prover a todas as necessidades dos milhares de alunos com necessidades educativas especiais, em situações tão dispares e específicas como seja a multideficiência, a surdez ou o autismo, só para citar alguns, muito poucos exemplos, que de forma alguma traduzem a realidade.
Ora o que acontece, é bem diferente, a patranha da senhora Ministra, só foi engolida pela maioria distraída de carneiros anémicos que pasta em Lusas paisagens, uma minoria, quer por viver a situação quer por estar um pouco mais atento, sabe que a senhora Ministra mais uma vez enfiou o urso à malta, porque estamos praticamente no fim do primeiro periódo e ainda existem crianças sem professores de apoio para as necessidades educativas especiais.
Não raras são as vezes em que me tenho insurgido contra o tratamento ignóbil que a deficiência recebe em Portugal, neste caso a coisa é pior ainda, porque claro está falamos de crianças, o ensino especial volto a dize-lo em Portugal é uma MENTIRA, crianças que necessitavam de ter terapeutas e técnicos especializados diáriamente a trabalhar com elas a minorar as suas deficiências, a puxar pela sua criatividade, instilando hábitos saudáveis de trabalho e criando competências para a vida futura, tem apoios rídiculos que se contam em meias horas e ou horas, poucas, por semana, isto caras e caros amigos é VERGONHOSO, é acima de tudo de uma falta de inteligência e de visão verdadeiramente atrozes.
Ainda ontem sua excelência o senhor Primeiro Ministro, voltava a ressuscitar a paixão pela educação, reafirmando que o seu Governo, nutre um verdadeiro idílio amoroso pela Educação, se isso é verdade, pergunto, está vossa excelência e seu Governo preocupados com a educação de quem? Se for dos Portugueses, meu caro senhor deixe que lhe diga que essa paixão cheira a cadáver, está mortinha de todo, olhe caro senhor deixo-lhe o lema de uma das unidades onde estive colocado à laia de conselho“Res Non Verba”, espero que o seu Latim seja melhor que o Inglês que se ouve por aí.
Outro cavalheiro que eu gostava de ter ouvido alguma vez pronunciar-se sobre esta questão é o chefe da associação nacional dos pais o senhor Albino Pinto de Almeida, essa irritante voz do contra, sempre contra os professores, aliás o sítio da Internet da CONFAP, mais parece uma delegação do Ministério da Educação, tanta e tão lugúbre é a propaganda. Gostaria de ouvir o distinto cavalheiro clamar, vociferar, gritar como já o vi fazer, a propósito de minudências, gostava verdadeiramente de o ouvir clamar por um melhor Ensino Especial, por escolas a que se possa realmente chamar escolas, por uma nova legislação de auxiliares de acção educativa, que tem de passar por gente com uma carreira e formação contínua sujeitas também a avaliação, gostaria de o ouvir clamar contra a iniquídade dos manuais escolares, contra a máfia das editoras, pricipalmente gostaria de o ouvir falar de Educação!
Ora caras e caros amigos que me honram com a vossa presença aqui neste poiso de tabardilhas linguarudos, mais uma vez a conclusão é só uma o Ensino Especial em Portugal, é uma GRANDE E VERGONHOSA MENTIRA, o resto são petas, tretas e patranhas!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Ora o que acontece, é bem diferente, a patranha da senhora Ministra, só foi engolida pela maioria distraída de carneiros anémicos que pasta em Lusas paisagens, uma minoria, quer por viver a situação quer por estar um pouco mais atento, sabe que a senhora Ministra mais uma vez enfiou o urso à malta, porque estamos praticamente no fim do primeiro periódo e ainda existem crianças sem professores de apoio para as necessidades educativas especiais.
Não raras são as vezes em que me tenho insurgido contra o tratamento ignóbil que a deficiência recebe em Portugal, neste caso a coisa é pior ainda, porque claro está falamos de crianças, o ensino especial volto a dize-lo em Portugal é uma MENTIRA, crianças que necessitavam de ter terapeutas e técnicos especializados diáriamente a trabalhar com elas a minorar as suas deficiências, a puxar pela sua criatividade, instilando hábitos saudáveis de trabalho e criando competências para a vida futura, tem apoios rídiculos que se contam em meias horas e ou horas, poucas, por semana, isto caras e caros amigos é VERGONHOSO, é acima de tudo de uma falta de inteligência e de visão verdadeiramente atrozes.
Ainda ontem sua excelência o senhor Primeiro Ministro, voltava a ressuscitar a paixão pela educação, reafirmando que o seu Governo, nutre um verdadeiro idílio amoroso pela Educação, se isso é verdade, pergunto, está vossa excelência e seu Governo preocupados com a educação de quem? Se for dos Portugueses, meu caro senhor deixe que lhe diga que essa paixão cheira a cadáver, está mortinha de todo, olhe caro senhor deixo-lhe o lema de uma das unidades onde estive colocado à laia de conselho“Res Non Verba”, espero que o seu Latim seja melhor que o Inglês que se ouve por aí.
Outro cavalheiro que eu gostava de ter ouvido alguma vez pronunciar-se sobre esta questão é o chefe da associação nacional dos pais o senhor Albino Pinto de Almeida, essa irritante voz do contra, sempre contra os professores, aliás o sítio da Internet da CONFAP, mais parece uma delegação do Ministério da Educação, tanta e tão lugúbre é a propaganda. Gostaria de ouvir o distinto cavalheiro clamar, vociferar, gritar como já o vi fazer, a propósito de minudências, gostava verdadeiramente de o ouvir clamar por um melhor Ensino Especial, por escolas a que se possa realmente chamar escolas, por uma nova legislação de auxiliares de acção educativa, que tem de passar por gente com uma carreira e formação contínua sujeitas também a avaliação, gostaria de o ouvir clamar contra a iniquídade dos manuais escolares, contra a máfia das editoras, pricipalmente gostaria de o ouvir falar de Educação!
Ora caras e caros amigos que me honram com a vossa presença aqui neste poiso de tabardilhas linguarudos, mais uma vez a conclusão é só uma o Ensino Especial em Portugal, é uma GRANDE E VERGONHOSA MENTIRA, o resto são petas, tretas e patranhas!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, novembro 24, 2008
Lições da Crise
Até agora esta crise, tem dado a todos nós inúmeras lições acerca deste mundo, com excepção daquela já antiga que diz “quando a maré sobe, quem se F...é o mexilhão”, uma imagem soberba sobre a conjuntura do Zé Povinho, nos últimos 800 anos, esta crise veio ensinar outras verdades indismentíveis, sobre o esterco de sociedades em quem vivemos.
Primeira lição, esta crise provou que aqueles cavalheiros muito engravatados e cheios de meta-linguagens técnicas, que têm daquelas profissições impronunciávelmente chatas, economista, analista, consultor financeiro e por aí adiante, não percebem patavina de economia, não percebem porra nenhuma disto, limitam-se a cagar lampanas, para otários como nós que ainda percebem menos que eles.
Lição segunda, exceptuando talvez Medina Carreira e o Nobel Paul Krugman, que parecem ser as únicas mentes economistas com algum alcançe, ainda que muitos cretinos por cá tenha rido do primeiro e muitos imbecis lá fora tenham chamado senhor catástrofe ao segundo depois de em 2006 ele ter avisado sobre o que era provável passar-se em 2008, o facto é que ambos estavam correctos nas suas análises, aos outros a maioria, professores doutores economistas e outro tipo de nulidades que se dedicam à economia, deixo um conselho, dediquem-se antes à batata ou ao nabo, porque como economistas, estamos conversados.
Terceira lição, todos aqueles senhores muito sérios sempre com as faripas empastadas em gel, usando gravatas mais ou menos berrantes de seda, com botões de punho em ouro, que ganham, e como senhores, muito bem a vida como banqueiros e como administradores de bancos e instituições similares, são por norma, claro que existirá uma ou outra excepção, uma grande cambada de vigaristas e malandros, de ladrões e velhacos sem classificação, que roubam, sugam e traficam sempre com a bonomia de um sacristão de paróquia de aldeia.
Lição quarta, os políticos a par com os economistas, sendo que por vezes acumulam, também não percebem patavina de economia, não entendem porra nenhuma de nada, ou antes entendem sim, como vemos por cá no BPN, amanham-se à grande e à francesa enchem os bolsinhos e deixar andar que é de noite, esta mesma gentalha pede seriedade ao Ze Povinho, farto de pagar pra tudo e para nada, esta mesma corja de vigaros e ladrões, é mesmo para rir isto.
Quinta lição, vivemos num mundo de mentira, onde tudo é fachada e mentira, onde uma inverdade se esconde com outra sem mais aquela, onde os responsáveis nunca o são onde existe gente sempre acima da Lei, porque diga-se de passagem a Lei é como no dizer dos outros uma miragem, a Lei existe com um único fito, safar os amigos e punir os miseráveis, o resto são mentiras, inverdades e meias verdades, aqui e além salpicadas com muita hipocrisia.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Primeira lição, esta crise provou que aqueles cavalheiros muito engravatados e cheios de meta-linguagens técnicas, que têm daquelas profissições impronunciávelmente chatas, economista, analista, consultor financeiro e por aí adiante, não percebem patavina de economia, não percebem porra nenhuma disto, limitam-se a cagar lampanas, para otários como nós que ainda percebem menos que eles.
Lição segunda, exceptuando talvez Medina Carreira e o Nobel Paul Krugman, que parecem ser as únicas mentes economistas com algum alcançe, ainda que muitos cretinos por cá tenha rido do primeiro e muitos imbecis lá fora tenham chamado senhor catástrofe ao segundo depois de em 2006 ele ter avisado sobre o que era provável passar-se em 2008, o facto é que ambos estavam correctos nas suas análises, aos outros a maioria, professores doutores economistas e outro tipo de nulidades que se dedicam à economia, deixo um conselho, dediquem-se antes à batata ou ao nabo, porque como economistas, estamos conversados.
Terceira lição, todos aqueles senhores muito sérios sempre com as faripas empastadas em gel, usando gravatas mais ou menos berrantes de seda, com botões de punho em ouro, que ganham, e como senhores, muito bem a vida como banqueiros e como administradores de bancos e instituições similares, são por norma, claro que existirá uma ou outra excepção, uma grande cambada de vigaristas e malandros, de ladrões e velhacos sem classificação, que roubam, sugam e traficam sempre com a bonomia de um sacristão de paróquia de aldeia.
Lição quarta, os políticos a par com os economistas, sendo que por vezes acumulam, também não percebem patavina de economia, não entendem porra nenhuma de nada, ou antes entendem sim, como vemos por cá no BPN, amanham-se à grande e à francesa enchem os bolsinhos e deixar andar que é de noite, esta mesma gentalha pede seriedade ao Ze Povinho, farto de pagar pra tudo e para nada, esta mesma corja de vigaros e ladrões, é mesmo para rir isto.
Quinta lição, vivemos num mundo de mentira, onde tudo é fachada e mentira, onde uma inverdade se esconde com outra sem mais aquela, onde os responsáveis nunca o são onde existe gente sempre acima da Lei, porque diga-se de passagem a Lei é como no dizer dos outros uma miragem, a Lei existe com um único fito, safar os amigos e punir os miseráveis, o resto são mentiras, inverdades e meias verdades, aqui e além salpicadas com muita hipocrisia.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, novembro 20, 2008
A Ti Manela outra vez!
A Manelinha, que curiosamente agora é defensora dos professores, quando, enquanto Ministra da Educação, foi aquilo que foi, mais uma das culpadas do actual estado de calamidade desta coisa a que insistimos chamar Educação, lá atirou mais uma bojarda, que colocou em polvorosa a politiqueirice rafeira, que inunda os corredores do poder.
A senhora quer suspender a democracia, para proceder a reformas. Apressou-se o camarada de serviço a defender a dama, a dizer que a senhora ironizou, ora quem conhece o estilo e a escola da dita dama, sabe que é criatura pouco dada à ironia, incapaz até de o fazer, escola Cavaco Silva e está tudo dito, o cinzentismo que tem dominado a política e também a banca, aí curiosamente com matizes muito mais coloridas, tão coloridas que conseguiram colocar as finanças de alguns bancos no vermelho, ou antes no ultra-violeta.
Desenganem-se porém aqueles que afiando já a garra fácil se preparam para desancar este pobre Barão, não é minha intenção, descordar da ainda líder do PSD, “au contraire”, concordo em absoluto com a senhora, foi uma frase proferida de alma e voz de coragem, que partilho inteiramente, como eu milhões de pessoas neste país, concordam também e é aí que está o perigo e a tristeza disto tudo.
Que a senhora Manuela tenha dito o que disse por ironia, não acredito, ou por crença verdadeira, é o que menos importa, o que realmente importa, é que ela traduziu o sentimento de muita gente que vive na angustia, também não acredito que ela viva nessa angustia, de ver este país em completo desnorte sem regras e sem funcionar, caminhando impávido para a mais completa anarquia.
O que importa é que esse sentimento traduz uma perigo grande, o perigo do descrédito da Democracia, porque a Democracia, não pode ser isto que estes democratas de merda que depois de 1975 sentaram o cu gordo e anafado engordado com o suor e sangue de tanta gente honesta, Democracia, não pode ser isto esta Latrocíniocracia, não existe esta palavra perdoa-me Camões, esta coisa a que chamamos estado de direito que mais não é que uma caverna não a da alegoria mas a de Ali Babá, onde clientelas infames de “democratas” enchem os bolsos à ganância com o dinheiro dos depauperados contribuintes, enxames de varejas chupistas sugam o tutano de uma Nação que vive da megalomania e pelintrice pedinchona, servido por gentalha medíocre que usa e abusa da pompa e circunstância, da solenidade e da seriedade, quando a realidade é esta que vemos todos os dias, da mais absoluta indigência intelectual de políticos e demais dirigentes, que todos à uma se banqueteam com os lautos cabedais de um erário que de público, só tem o facto de ter muitos, cada vez menos a pagar.
O perigo é que a senhora Manuela, apenas pôs no ar aquele que é o sentir de muitos de nós, desiludidos desencantados, fartos e tristes desta “Democracia” infestada de ladrões, de sem vergonha, de imbecis que fingem e presumem de importância e na verdade são uns incapazes, uns pilha-galinhas infectos que corroem as entranhas deste país com a mais absoluta desfaçatez não olhando a meios para o fazer.
Curioso, é os politiqueirotes merdiocres, das esquerdas cretinas às direitas parolas, reagirem às declarações da senhora Manuela, com prurídos de virgens de sacristia, fartinhas de orar de joelhos, cingindo as suas declarações ao dito, quando o que realmente importa é o que não foi dito, é a meta-mensagem que o conteúdo encerra, essa falta de intelecto e de visão é para mim ainda mais atroz e sobejamente esclarecedora sobre a qualidade desta gentinha. Não perceber que esta Democracia tem que efectivamente mudar, que o modelo está esgotado, que não nos podem continuar a tratar com desonestidade, com desdém, com deconfiança e com desprestígio, que não podem continuar a esbanjar e a desbaratar aquilo que deve ser de todos, se uma escola não tem luz e o ministro não tem carro, arranje-se a escola que o ministro pode perfeitamente ir de transportes públicos!
Parabéns à senhora Manuela por ter tido essa coragem, não podia nem devia ter feito, deu mais um tiro no pé, mas também, como não vai estar muito tempo no cargo pode perfeitamente dizer o que lhe der na gana, força Ti Manela eu tou consigo!
ABAIXO ESTA “DEMOCRACIA” !
DEMOCRACIA SIM!
ESTA MERDA EM QUE VIVEMOS NÃO!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
A senhora quer suspender a democracia, para proceder a reformas. Apressou-se o camarada de serviço a defender a dama, a dizer que a senhora ironizou, ora quem conhece o estilo e a escola da dita dama, sabe que é criatura pouco dada à ironia, incapaz até de o fazer, escola Cavaco Silva e está tudo dito, o cinzentismo que tem dominado a política e também a banca, aí curiosamente com matizes muito mais coloridas, tão coloridas que conseguiram colocar as finanças de alguns bancos no vermelho, ou antes no ultra-violeta.
Desenganem-se porém aqueles que afiando já a garra fácil se preparam para desancar este pobre Barão, não é minha intenção, descordar da ainda líder do PSD, “au contraire”, concordo em absoluto com a senhora, foi uma frase proferida de alma e voz de coragem, que partilho inteiramente, como eu milhões de pessoas neste país, concordam também e é aí que está o perigo e a tristeza disto tudo.
Que a senhora Manuela tenha dito o que disse por ironia, não acredito, ou por crença verdadeira, é o que menos importa, o que realmente importa, é que ela traduziu o sentimento de muita gente que vive na angustia, também não acredito que ela viva nessa angustia, de ver este país em completo desnorte sem regras e sem funcionar, caminhando impávido para a mais completa anarquia.
O que importa é que esse sentimento traduz uma perigo grande, o perigo do descrédito da Democracia, porque a Democracia, não pode ser isto que estes democratas de merda que depois de 1975 sentaram o cu gordo e anafado engordado com o suor e sangue de tanta gente honesta, Democracia, não pode ser isto esta Latrocíniocracia, não existe esta palavra perdoa-me Camões, esta coisa a que chamamos estado de direito que mais não é que uma caverna não a da alegoria mas a de Ali Babá, onde clientelas infames de “democratas” enchem os bolsos à ganância com o dinheiro dos depauperados contribuintes, enxames de varejas chupistas sugam o tutano de uma Nação que vive da megalomania e pelintrice pedinchona, servido por gentalha medíocre que usa e abusa da pompa e circunstância, da solenidade e da seriedade, quando a realidade é esta que vemos todos os dias, da mais absoluta indigência intelectual de políticos e demais dirigentes, que todos à uma se banqueteam com os lautos cabedais de um erário que de público, só tem o facto de ter muitos, cada vez menos a pagar.
O perigo é que a senhora Manuela, apenas pôs no ar aquele que é o sentir de muitos de nós, desiludidos desencantados, fartos e tristes desta “Democracia” infestada de ladrões, de sem vergonha, de imbecis que fingem e presumem de importância e na verdade são uns incapazes, uns pilha-galinhas infectos que corroem as entranhas deste país com a mais absoluta desfaçatez não olhando a meios para o fazer.
Curioso, é os politiqueirotes merdiocres, das esquerdas cretinas às direitas parolas, reagirem às declarações da senhora Manuela, com prurídos de virgens de sacristia, fartinhas de orar de joelhos, cingindo as suas declarações ao dito, quando o que realmente importa é o que não foi dito, é a meta-mensagem que o conteúdo encerra, essa falta de intelecto e de visão é para mim ainda mais atroz e sobejamente esclarecedora sobre a qualidade desta gentinha. Não perceber que esta Democracia tem que efectivamente mudar, que o modelo está esgotado, que não nos podem continuar a tratar com desonestidade, com desdém, com deconfiança e com desprestígio, que não podem continuar a esbanjar e a desbaratar aquilo que deve ser de todos, se uma escola não tem luz e o ministro não tem carro, arranje-se a escola que o ministro pode perfeitamente ir de transportes públicos!
Parabéns à senhora Manuela por ter tido essa coragem, não podia nem devia ter feito, deu mais um tiro no pé, mas também, como não vai estar muito tempo no cargo pode perfeitamente dizer o que lhe der na gana, força Ti Manela eu tou consigo!
ABAIXO ESTA “DEMOCRACIA” !
DEMOCRACIA SIM!
ESTA MERDA EM QUE VIVEMOS NÃO!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, novembro 17, 2008
Banco dos Proxenetas Malandros (BPM)
Demorei a falar sobre isto porque queria ouvir mais, queria inclusive ver o que faria e o que diria o nosso excelso e inteligente Presidente da Republica acerca, o que fez foi o esperado promulgou a nacionalização do dito organismo, dizer não disse nada, aliás este Presidente da Republica só fala sobre coisas que não interessam a ninguém, vejam o caso da Madeira, para variar nem um pio, mas andando.
O banquinho em causa é há muitos anos um antro de ex-colegas do actual Presidente da Republica, para vós mentes mais porcas, o que eu quero dizer é só mesmo isso que está escrito, são colegas de sua excelência o senhor Presidente da Republica, além disso são uma rapaziada do mais sério e imaculado, gente bem formada serissima, como alias todos os outros sobre os quais impende algum tipo de suspeita, alias em Portugal dá-se o caso paradigmático de todas as pessoas acusadas de ilícitos financeiros, politicos, empresários, ex-politicos, autarcas, ex-autarcas, presidentes de clubes de futebol, administrasdores de empresas públicas e outros mamíferos placentários do género, serem sempre pessoas serissímas, parece que em Portugal só as pessoas sérias é que cometem crimes desta natureza e com montantes tão acima do comum.
Nós os ladrões vergonhosos e empedernidos, só roubamos o troco enganado lá no quiosque, a tablete de chocolate do supermercado, a mulher do vizinho do 3º direito que é embarcadiço, a galinha da vizinha que entrou no quintal por descuido, logo aqui temos uma destrinça que por si só justificaria alterar o código penal, as pessoas sérias roubam milhões enquanto os ladrões roubam tostões. Será também de todo o interesse alterar o conceito da palavra seriedade no dicionário, por exemplo na nova redacção do dicionário como seria a definição de pessoa séria, simples, pessoa séria, toda aquela que usa fato e gravata, que ocupava, já ocupou ou irá ocupar um cargo público, onde desviará nunca menos de 500 mil Euros, sendo de seguida nomeada para administrador de uma empresa pública.
Fantástico é que se nacionaliza um banco, que ao que parece pouco mais era do que uma espécie de Dona Branca, nacionaliza-se para supostamente evitar efeitos de contaminação, o desespero poderá fazer com que outras instituições bancárias também elas serissímas, alias são todos muito sérios, dizia eu que qualquer dia outros bancos, dão o berro, sempre quero ver ser teremos também de nacionaliza-los todos, claro que não, este era especial, a rapaziada que a ela estava e ou esteve ligada, tem amigos muito poderosos e se o banco fosse à falência o escândalo seria muito maior, percebendo nós os ladrões, que toda aquela corja de gente serissima não passam na realidade de uma cambada de gatunos, bandalhos e piratas que goza com a cara dos pobres diabos que como eu têm de recorrer a semelhantes instituições, por isso nacionalizou-se, evitando assim o vir a lume de nomes que fariam melhor perceber a natureza daquela tropa fandanga de gente serissíma que invade os lugares cimeiros desta trapagem a que chamamos país.
- Boa tarde é do BPM, aqui fala Escroque da Silva?
É sim fala, Manuel Arripiado, gestor de offshores, em que posso ajudá-lo?
Bem eu queria propor um negócio fantástico garantido, investir em plantações de pastilha elástica com sabor a pêssego no Burundi! É certinho a cotação da pastilha elástica em Nova Iorque está sempre a subir, por isso não há como perder.
Ora muito bem e de que necessita o senhor?
Ora vejamos, primeiro aí de meio milhão para comprar uma casinha no Brasil para servir de base de operações, depois de mais aí, ora deixe ver, 2% do PIB, menos a inflação, junto com a Euribor, atendendo à flutuação de mercado, o downsizing e os activos incorpóreos, bem aí uns 10 milhões depositados em meu nome numa conta das ilhas Caimão, bem também podem por uns 2 ou 3 milhões par d espesas correntes na Madeira, sempre ajudamos a malta não acha?
Senhor Escroque, atendo a que o senhor é um pessoa serissíma, alias o seu curriculo fala por si, líder parlamentar, presidente do partido, acessor do PR, ex-autarca, administrador de empresa pública, ministro da pasta, o senhor tem o curriculo certo, trataremos de imediato das transferências, quando prevê o senhor que o negócio comece a ser rentável?
Caro amigo Arripiado, já no próximo ano conto levar a empresa à bolsa, o seu banco ficará acionista com 40% do capital mais dois lugares no consrlho de adminhistração depois é começar a vender acções e a lucrar!
Caro senhor Escroque em nome do Banco dos Proxenetas Malandros o nosso muito obrigado é foi e será um prazer negociar consigo.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
O banquinho em causa é há muitos anos um antro de ex-colegas do actual Presidente da Republica, para vós mentes mais porcas, o que eu quero dizer é só mesmo isso que está escrito, são colegas de sua excelência o senhor Presidente da Republica, além disso são uma rapaziada do mais sério e imaculado, gente bem formada serissima, como alias todos os outros sobre os quais impende algum tipo de suspeita, alias em Portugal dá-se o caso paradigmático de todas as pessoas acusadas de ilícitos financeiros, politicos, empresários, ex-politicos, autarcas, ex-autarcas, presidentes de clubes de futebol, administrasdores de empresas públicas e outros mamíferos placentários do género, serem sempre pessoas serissímas, parece que em Portugal só as pessoas sérias é que cometem crimes desta natureza e com montantes tão acima do comum.
Nós os ladrões vergonhosos e empedernidos, só roubamos o troco enganado lá no quiosque, a tablete de chocolate do supermercado, a mulher do vizinho do 3º direito que é embarcadiço, a galinha da vizinha que entrou no quintal por descuido, logo aqui temos uma destrinça que por si só justificaria alterar o código penal, as pessoas sérias roubam milhões enquanto os ladrões roubam tostões. Será também de todo o interesse alterar o conceito da palavra seriedade no dicionário, por exemplo na nova redacção do dicionário como seria a definição de pessoa séria, simples, pessoa séria, toda aquela que usa fato e gravata, que ocupava, já ocupou ou irá ocupar um cargo público, onde desviará nunca menos de 500 mil Euros, sendo de seguida nomeada para administrador de uma empresa pública.
Fantástico é que se nacionaliza um banco, que ao que parece pouco mais era do que uma espécie de Dona Branca, nacionaliza-se para supostamente evitar efeitos de contaminação, o desespero poderá fazer com que outras instituições bancárias também elas serissímas, alias são todos muito sérios, dizia eu que qualquer dia outros bancos, dão o berro, sempre quero ver ser teremos também de nacionaliza-los todos, claro que não, este era especial, a rapaziada que a ela estava e ou esteve ligada, tem amigos muito poderosos e se o banco fosse à falência o escândalo seria muito maior, percebendo nós os ladrões, que toda aquela corja de gente serissima não passam na realidade de uma cambada de gatunos, bandalhos e piratas que goza com a cara dos pobres diabos que como eu têm de recorrer a semelhantes instituições, por isso nacionalizou-se, evitando assim o vir a lume de nomes que fariam melhor perceber a natureza daquela tropa fandanga de gente serissíma que invade os lugares cimeiros desta trapagem a que chamamos país.
- Boa tarde é do BPM, aqui fala Escroque da Silva?
É sim fala, Manuel Arripiado, gestor de offshores, em que posso ajudá-lo?
Bem eu queria propor um negócio fantástico garantido, investir em plantações de pastilha elástica com sabor a pêssego no Burundi! É certinho a cotação da pastilha elástica em Nova Iorque está sempre a subir, por isso não há como perder.
Ora muito bem e de que necessita o senhor?
Ora vejamos, primeiro aí de meio milhão para comprar uma casinha no Brasil para servir de base de operações, depois de mais aí, ora deixe ver, 2% do PIB, menos a inflação, junto com a Euribor, atendendo à flutuação de mercado, o downsizing e os activos incorpóreos, bem aí uns 10 milhões depositados em meu nome numa conta das ilhas Caimão, bem também podem por uns 2 ou 3 milhões par d espesas correntes na Madeira, sempre ajudamos a malta não acha?
Senhor Escroque, atendo a que o senhor é um pessoa serissíma, alias o seu curriculo fala por si, líder parlamentar, presidente do partido, acessor do PR, ex-autarca, administrador de empresa pública, ministro da pasta, o senhor tem o curriculo certo, trataremos de imediato das transferências, quando prevê o senhor que o negócio comece a ser rentável?
Caro amigo Arripiado, já no próximo ano conto levar a empresa à bolsa, o seu banco ficará acionista com 40% do capital mais dois lugares no consrlho de adminhistração depois é começar a vender acções e a lucrar!
Caro senhor Escroque em nome do Banco dos Proxenetas Malandros o nosso muito obrigado é foi e será um prazer negociar consigo.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, novembro 12, 2008
"Inducação"
A actual ministra da “Educação”, que, diga-se en passant revela muito pouco da mesma, é mais uma personagem na já longa e infeliz lista de ministros dessa pasta que pontuando por uma diarreia legislativa sem par, acabam sempre por destruir ainda mais o ensino em Portugal, cada acto legislativo, cada proposta e projecto mirabolante são apresentados como a salvação da pátria, como o bálsamo que salvará esse cada vez mais moribundo doente a que chamamos “Educação”, entre as várias declarações que em nada abonaram em favor da Educação, pego numa que não recordo quem proferiu em que se declarava que a manifestação dos professores era ridícula.
Deixe que lhe diga senhora Ministra o que é ridículo nesta “Educação”, é ridículo que vejamos pelas ruas crianças carregadas de mochilas pesadas cheias e canhenhos inúteis, crianças que engrossarão a longa lista de adultos com problemas na coluna, problemas de postura e demais maleitas que mais irão sobrecarregar a também quase cadáver Saúde Pública, ridículo é que a senhora Ministra e os seus colegas sempre tão lestos em copiar todas as modinhas parvas que vêem na estranja não copiem ou adaptem ideias inteligentes.
Ridículo é ver as mesmas crianças, carregadas de sacos e saquinhos e mochilas, porque as escolas que deveriam ter armários e cacifos para todas as crianças, para que lá pudessem guardar os seus equipamentos e livros, tenham de andar sempre com a casa às costas, no entanto até percebo, porque assim as crianças vão já treinando, para quando forem adultas e tiverem uma profissão do tipo, professor, enfermeiro ou polícia, terem de andar constantemente com a casa às costas, claro se forem Juízes ou médicos isso já não sucederá, mas esses podem e mandam!
Ridículo é ver que mesmo existindo uma lei de transporte de crianças, elas continuem a ser transportadas em carrinhas e carretas que não dispõem das mais elementares regras de segurança obrigatórias pela mesma Lei que a mim me pune se o meu filho andar de carro sem cadeirinha e sem cinto, ridículo é ninguém fazer nada quanto a situações desta natureza, ridículo é quando algo acontece a culpa é do Diabo, indo todos em procissão por velinhas a Fátima, porque fazer alguma coisa, ninguém parece fazer.
Ridículo é ver paizinhos a reclamar porque os professores pedem dinheiro para material, sem se preocuparem em saber se as verbas que vem do Ministério e dos Municípios, chegam, ridículas são as verbas que esse seu Ministério atribui às escolas, tão ridículas que muitas vezes são os professores a meter dinheiro do seu bolso para poder trabalhar.
Ridículo é ver as escolas com ementas completamente desadequadas, escolas que deveriam ter cozinhas próprias e refeitórios próprios, que são servidas por empresas de cariz duvidoso com comida rasca e completamente desadequada para as crianças, empresas que vivem destes tachos e de outros “tachos” quando entram nos tais concursos, haja misericórdia para aturar tanta cretinice.
Ridículo é cada vez mais perceber que as escolas que deveriam ser locais seguros, são ao invés antros de selvajaria, pejados de cretinos e imbecis que roubam, maltratam e desrespeitam os outros, sem que haja pingo de disciplina, e não é com imbecilidades como o “Estatuto do Aluno” e testes e exames a pedido para satisfazer os papás que a coisa melhora.
Ridículo, é ver fechar escolas, num país de analfabrutos, cada vez mais analfabetos e imbecis, concentrando tudo em centros escolares que nada vão resolver, a não ser centralizar a carneirada, obrigando as crianças a fazer 50 e mais quilómetros diários e depois queixarem do insucesso escolar.
Ridículo é perceber que quem nos governa não percebe patavina do que anda a fazer, que estão mais preocupados com continhas de merceeiro cortando onde não devem para esbanjar em alarvidades, ridículo é perceber que para a senhora Ministra a “Educação” são estatísticas para apresentar em Bruxelas e brilhar muito, escondendo para baixo do tapete a torpe realidade de um país semi-analfabeto, sem qualificações e sempre a viver acima das suas posses.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Deixe que lhe diga senhora Ministra o que é ridículo nesta “Educação”, é ridículo que vejamos pelas ruas crianças carregadas de mochilas pesadas cheias e canhenhos inúteis, crianças que engrossarão a longa lista de adultos com problemas na coluna, problemas de postura e demais maleitas que mais irão sobrecarregar a também quase cadáver Saúde Pública, ridículo é que a senhora Ministra e os seus colegas sempre tão lestos em copiar todas as modinhas parvas que vêem na estranja não copiem ou adaptem ideias inteligentes.
Ridículo é ver as mesmas crianças, carregadas de sacos e saquinhos e mochilas, porque as escolas que deveriam ter armários e cacifos para todas as crianças, para que lá pudessem guardar os seus equipamentos e livros, tenham de andar sempre com a casa às costas, no entanto até percebo, porque assim as crianças vão já treinando, para quando forem adultas e tiverem uma profissão do tipo, professor, enfermeiro ou polícia, terem de andar constantemente com a casa às costas, claro se forem Juízes ou médicos isso já não sucederá, mas esses podem e mandam!
Ridículo é ver que mesmo existindo uma lei de transporte de crianças, elas continuem a ser transportadas em carrinhas e carretas que não dispõem das mais elementares regras de segurança obrigatórias pela mesma Lei que a mim me pune se o meu filho andar de carro sem cadeirinha e sem cinto, ridículo é ninguém fazer nada quanto a situações desta natureza, ridículo é quando algo acontece a culpa é do Diabo, indo todos em procissão por velinhas a Fátima, porque fazer alguma coisa, ninguém parece fazer.
Ridículo é ver paizinhos a reclamar porque os professores pedem dinheiro para material, sem se preocuparem em saber se as verbas que vem do Ministério e dos Municípios, chegam, ridículas são as verbas que esse seu Ministério atribui às escolas, tão ridículas que muitas vezes são os professores a meter dinheiro do seu bolso para poder trabalhar.
Ridículo é ver as escolas com ementas completamente desadequadas, escolas que deveriam ter cozinhas próprias e refeitórios próprios, que são servidas por empresas de cariz duvidoso com comida rasca e completamente desadequada para as crianças, empresas que vivem destes tachos e de outros “tachos” quando entram nos tais concursos, haja misericórdia para aturar tanta cretinice.
Ridículo é cada vez mais perceber que as escolas que deveriam ser locais seguros, são ao invés antros de selvajaria, pejados de cretinos e imbecis que roubam, maltratam e desrespeitam os outros, sem que haja pingo de disciplina, e não é com imbecilidades como o “Estatuto do Aluno” e testes e exames a pedido para satisfazer os papás que a coisa melhora.
Ridículo, é ver fechar escolas, num país de analfabrutos, cada vez mais analfabetos e imbecis, concentrando tudo em centros escolares que nada vão resolver, a não ser centralizar a carneirada, obrigando as crianças a fazer 50 e mais quilómetros diários e depois queixarem do insucesso escolar.
Ridículo é perceber que quem nos governa não percebe patavina do que anda a fazer, que estão mais preocupados com continhas de merceeiro cortando onde não devem para esbanjar em alarvidades, ridículo é perceber que para a senhora Ministra a “Educação” são estatísticas para apresentar em Bruxelas e brilhar muito, escondendo para baixo do tapete a torpe realidade de um país semi-analfabeto, sem qualificações e sempre a viver acima das suas posses.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, novembro 10, 2008
Manifestação, Avaliação, Confusão, Desilusão e outras coisas acabadas em ão!
Desta feita foram 120 mil professores na manifestação, mais 20 mil do que na anterior, não se falou de nad de novo, falou-se tão somente numa suposta avaliação que deveria avaliar, ao invés só serve para condicionar, condicionar as atitudes, a svontades e principalmente condicionar as carreiras e as esxpectativas profissionais de pessoas que desejam progredir nas carreiras, como alias é feito em qualquer lugar da tal Europa que nos é sempre impingida como exemplo, estando nós claro está muito mais próximo de África.
Desta feita foi maior a confusão, tu mentes eu minto, assim anda gente com cargos dirigentes e governativos, num joguinho de crianças birrentas e mimadas, claro estamos a falar de Educação, e pelos momentos, poucos, que vi da coisa, acredito piamente que o senhor Primeiro dos Ministros a sua fiel acólita da Educação e alguns dos líderes sindicais o que precisam é de ir à escola, mas se forem à escola que esles criaram, então estamos mal, vai concerteza revelar-se contraproducente, pois parece que não aprenderam nada e com a Escola actual jamais aprenderão.
Desta feita foi mais uma desilusão, gostaria de ver ao invés de 120 mil professores gostaria de ver 500 mil ou mesmo um milhão de professores de todos os graus de ensino, de auxiliares de acção educativa de pais de alunos, isso sim seria uma manifestação em prol da Educação. O número apesar de respeitável, não é pois revelador da união que o sector deveria viver, é pois uma desilusão, ver que mais uma vez a máxima do “dividir para reinar2 continua a impor-se.
A qualquer modelo avaliativo pede-se que avalie de forma isenta e justa, aquilo que propõe o governo, não é isento nem justo, não é isento porque à partida vem eivado de condicionantes que impoõe quotas, imaginem-se a dizer a um médico que não pode ir para uma determinada especialidade porque só pode passar um de cada vez, imaginem-se a dizer a um Juiz que não pode aceder ao patamar seguinte, muito menos ao supremo, porque isto é por nota e tem uma cota que só permite a subida a um ou dois, imaginem-se a dizer a um alferes saído de uma academia militar que ele nunca chegará a general. Pois é caia o Carmo, a Trindade, a Ajuda e talvez Belém!
Como de costume jamais saíremos da cepa torta com atitudes politiqueiras cheias de rafeirice e imbecilidade, precisamos desesperadamente de uma Educação que ensine valores de cidadania, de respeito pelo próximo para que as próximas gerações se consigam afirmar em valores de tolerância e civismo ao invés desta infecta corja de imbecilismo mlitante que por cá temos hoje. Sonha, que sonhar ainda não paga imposto.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Desta feita foi maior a confusão, tu mentes eu minto, assim anda gente com cargos dirigentes e governativos, num joguinho de crianças birrentas e mimadas, claro estamos a falar de Educação, e pelos momentos, poucos, que vi da coisa, acredito piamente que o senhor Primeiro dos Ministros a sua fiel acólita da Educação e alguns dos líderes sindicais o que precisam é de ir à escola, mas se forem à escola que esles criaram, então estamos mal, vai concerteza revelar-se contraproducente, pois parece que não aprenderam nada e com a Escola actual jamais aprenderão.
Desta feita foi mais uma desilusão, gostaria de ver ao invés de 120 mil professores gostaria de ver 500 mil ou mesmo um milhão de professores de todos os graus de ensino, de auxiliares de acção educativa de pais de alunos, isso sim seria uma manifestação em prol da Educação. O número apesar de respeitável, não é pois revelador da união que o sector deveria viver, é pois uma desilusão, ver que mais uma vez a máxima do “dividir para reinar2 continua a impor-se.
A qualquer modelo avaliativo pede-se que avalie de forma isenta e justa, aquilo que propõe o governo, não é isento nem justo, não é isento porque à partida vem eivado de condicionantes que impoõe quotas, imaginem-se a dizer a um médico que não pode ir para uma determinada especialidade porque só pode passar um de cada vez, imaginem-se a dizer a um Juiz que não pode aceder ao patamar seguinte, muito menos ao supremo, porque isto é por nota e tem uma cota que só permite a subida a um ou dois, imaginem-se a dizer a um alferes saído de uma academia militar que ele nunca chegará a general. Pois é caia o Carmo, a Trindade, a Ajuda e talvez Belém!
Como de costume jamais saíremos da cepa torta com atitudes politiqueiras cheias de rafeirice e imbecilidade, precisamos desesperadamente de uma Educação que ensine valores de cidadania, de respeito pelo próximo para que as próximas gerações se consigam afirmar em valores de tolerância e civismo ao invés desta infecta corja de imbecilismo mlitante que por cá temos hoje. Sonha, que sonhar ainda não paga imposto.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
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