O embusteiro mor do reino das Américas, pelo menos o que foi apanhado, porque avisados como somos, sabemos que onde há ninho há sempre pelo menos duas aves. Esse velho sacripanta, recebeu uma pena de 150 anos de cana, o que equivale a dizer, que o camarada vai morrer ao fresco, nunca mais de lá sai.
Caso paradigmático deste tempo de crise financeira, que os senhores bem postos e muito doutorados provocaram, não sozinhos claro está, mas com grossas culpas no cartório, curioso é que lá pelas terras do Gettysburg Adress, a coisa demorou dois meses, entre, apanhar o passarão, cortar-lhe as asas para que não voasse e engaiolar a ave rara.
Por cá, terreal plano do disparate, nada! BPN, BPP e outros que tais, todos bons rapazes, lá andamos divertidos a empapar, com comissões parlamentares e parlamentares em comissão, fazendo de conta que se faz alguma coisa não fazendo absolutamente porra nenhuma, é inaudito, é incrível e é do mais absoluto miserabilismo.
O partidaredo anda mais ocupado com vinganças pessoais, sobre a pessoa do presidente da entidade reguladora, leia-se Banco de Portugal, curioso que no caso dos gringos ninguém ouviu falar de punir entidades reguladoras e se o fizeram foi em circuito fechado, do que a punir o regabofe do BPN, o tal banco couto privado de certos rapazes afectos ao PSD, que enlameou de tal maneira os rapazelhos alaranjados que até dói a vergonhosa sacudidela de água do capote, que pasme-se até chega ao mais alto magistrado desta pseudo coisa armada em Nação, escusam os canídeos laranjas que já se perfilam para me ferroar, cegos de partidarite obtusa, de vir martelar-me com emails canhestros, porque foram alguns dos doutorzecos com cartão do PSD, mas poderiam ter sido outros com cartolina do PS, neste caso aguentem-se à bronca porque foram os vossos impolutos rapazes que gadanharam a massaroca e o resto são tretas.
Claro está, que existiram outros de outras cores agora mais desmaiadas envolvidos na marosca daí a tal nacionalização à pressa, até porque agora, meses e meses depois, ainda nada se apurou, ninguém parece interessado em arrancar a verdade das mandíbulas sujas da corrupção vergonhosa a que tudo isto cheira, claro está que com as próximas legislativas, e a laranjada assente no poleiro o caso ficará atirado para as calendas gregas, ou na melhor da hipóteses, para dia de São Epaminondas Eustáquio patrono dos dias 32 de cada mês dos anos bissextos.
Verdadinha mesmo, é esta coisa à portuguesa da solteira culpa, ser desflorada sem ninguém assumir o rebento, que fica sempre por bastardo o pobre diabo, este caso será mais um exemplo disso, no outro caso, temos o belo exemplo dos EUA, Madoff, burlão, só daqui a 150 anos, que lindo seria, ver algum dos nossos variados senhores doutores tão sérios, atrás da grade, impossível num país que não conseguiu condenar o vigarista do Marco, a falsária de Felgueiras ou o sacripanta de Oeiras.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, junho 30, 2009
segunda-feira, junho 29, 2009
Salomónico
Desta vez, creio eu, sua excelência o senhor Presidente da Republica, esteve em bom plano, coisa rara, mas de quando em vez acontece. Ao não ceder à sua partidarite crónica, o Presidente da Republica, escolheu a sensatez e ponderação à cretinice imbecil proposta pela onda laranja, os próximos a entrar para o poleiro e a ajudar a afundar ainda mais este pardieiro, como aliás fizeram das outras vezes em que foram governo, mas andando, que já estamos por esta altura habituados a nódoas.
Para além das razões cretinas de poupança, poderia apontar rapidamente três ou quatro dezenas de locais onde se poderá efectivamente poupar, mas que curiosamente, mesmo o partido Sebastianista, não atende. Essa razão da poupança é demagógica, é frouxa e peca por mentirosa.
Para além da confusão, que tal iria dar, ao contrário do que ouvi de alguns senhores comentadores da televisão, que acham que o Zé Votante é um colosso de politização, eu acho que até nisso, como alias demonstra a bipolarização entre os P’Esses, onde a seguir a uma saraivada de mostrengos, despesistas rosa, vem uma saraivada de papalvos despesistas laranja, o Zé Votante é um colosso de analfabetismo, isso sim. Ora para além dessas confusões, o que a mim me suscita a aprovação da decisão de sua excelência o senhor Presidente da Republica, é um facto mais pragmático que se prende com as mesas de voto.
Quem tem alguma experiência de passar esse sacrossanto dia atrás de uma mesa a debitar números e nomes a contar e a recontar boletins, sabe perfeitamente sobre o que estou a falar. Seria uma trabalheira dos diabos, com boletins de várias cores e contas e mais contas, nem à meia-noite aquela rapaziada sairia das salas. Temos a experiência das autárquicas que com apenas dois boletins, já dá a confusão que dá, por isso aplaudo sua excelência o senhor Presidente da Republica, muito bem!
Muito bem em não ceder à cega necessidade de ficar de bem com os colegas, muito bem porque soube tragar o batráquio sem se engasgar e de boca fechada, uma indesmentível melhoria em relação ao passado de bolo-rei e migalhas a saltar. Muito bem, porque foi uma boa decisão!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Para além das razões cretinas de poupança, poderia apontar rapidamente três ou quatro dezenas de locais onde se poderá efectivamente poupar, mas que curiosamente, mesmo o partido Sebastianista, não atende. Essa razão da poupança é demagógica, é frouxa e peca por mentirosa.
Para além da confusão, que tal iria dar, ao contrário do que ouvi de alguns senhores comentadores da televisão, que acham que o Zé Votante é um colosso de politização, eu acho que até nisso, como alias demonstra a bipolarização entre os P’Esses, onde a seguir a uma saraivada de mostrengos, despesistas rosa, vem uma saraivada de papalvos despesistas laranja, o Zé Votante é um colosso de analfabetismo, isso sim. Ora para além dessas confusões, o que a mim me suscita a aprovação da decisão de sua excelência o senhor Presidente da Republica, é um facto mais pragmático que se prende com as mesas de voto.
Quem tem alguma experiência de passar esse sacrossanto dia atrás de uma mesa a debitar números e nomes a contar e a recontar boletins, sabe perfeitamente sobre o que estou a falar. Seria uma trabalheira dos diabos, com boletins de várias cores e contas e mais contas, nem à meia-noite aquela rapaziada sairia das salas. Temos a experiência das autárquicas que com apenas dois boletins, já dá a confusão que dá, por isso aplaudo sua excelência o senhor Presidente da Republica, muito bem!
Muito bem em não ceder à cega necessidade de ficar de bem com os colegas, muito bem porque soube tragar o batráquio sem se engasgar e de boca fechada, uma indesmentível melhoria em relação ao passado de bolo-rei e migalhas a saltar. Muito bem, porque foi uma boa decisão!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, junho 22, 2009
Hiper-Realidade
Hoje continuam os simulacros de pseudo exames nacionais, algo entre a fantasia delirante de Twilight Zone e a parcimónia encolhida dos contos de Fadas. Esta coisa a que insistem em chamar Ministério da Educação, continua a perpetuar a burrice estrutural que tem marcado os vários séculos que esta cloaca leva como país.
Os pequenos da antiga quarta classe, fizeram um trabalhinho de casa daqueles muito, mas muito ordinários e chamou-se aquilo exame de aferição, que não afere porra nenhuma, satisfeitíssimos os basbaques dos pais, mostram impantes de orgulho as belas notas dos fedelhos, que caso aquilo fosse realmente uma prova com seriedade seriam, na sua grande maioria corridos com uma raposa daquelas à antiga, o povo exulta, o Ministério pula de orgástica alegria, quem perde são as crianças a quem hipotecam o futuro com este tipo de educação de merda.
No meio disto os professores, lá vão para casa com mais duas toneladas de papeis, pensar e organizar festas, festinhas e festarolas, que é disso que o povo gosta, alias seguindo a sugestão do senhor da CONFAP, personagem sinistra e estapafúrdia, as escolas até podiam servir para os pais fazerem arraiais com a sardinha e o coirato tudo regado a litros de tinto escorrendo alegremente por entre as beatas dos cigarros e papeis sujos, nos já de si tão maltratados pátios das escolas, a isto chamam-se mais ideias de merda.
Ora quando no Ministério se sentam tão doutos e sapientes intelectos educativos, cuja partidarite impede de ver que estão a criar monstros analfabetos, e representantes de pais cuja bronquite é de ir às lágrimas, tudo o que podemos esperar é uma real cagada, alias estava para chamar a este post, post de merda, mas resolvi dar-lhe um titulo mais intelectualóide para aqui no corpo de texto poder realmente dizer o que realmente acho desta educação de merda, desta escola de merda, deste ministério de merda, mas valia te a isto chamado merda de post.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Os pequenos da antiga quarta classe, fizeram um trabalhinho de casa daqueles muito, mas muito ordinários e chamou-se aquilo exame de aferição, que não afere porra nenhuma, satisfeitíssimos os basbaques dos pais, mostram impantes de orgulho as belas notas dos fedelhos, que caso aquilo fosse realmente uma prova com seriedade seriam, na sua grande maioria corridos com uma raposa daquelas à antiga, o povo exulta, o Ministério pula de orgástica alegria, quem perde são as crianças a quem hipotecam o futuro com este tipo de educação de merda.
No meio disto os professores, lá vão para casa com mais duas toneladas de papeis, pensar e organizar festas, festinhas e festarolas, que é disso que o povo gosta, alias seguindo a sugestão do senhor da CONFAP, personagem sinistra e estapafúrdia, as escolas até podiam servir para os pais fazerem arraiais com a sardinha e o coirato tudo regado a litros de tinto escorrendo alegremente por entre as beatas dos cigarros e papeis sujos, nos já de si tão maltratados pátios das escolas, a isto chamam-se mais ideias de merda.
Ora quando no Ministério se sentam tão doutos e sapientes intelectos educativos, cuja partidarite impede de ver que estão a criar monstros analfabetos, e representantes de pais cuja bronquite é de ir às lágrimas, tudo o que podemos esperar é uma real cagada, alias estava para chamar a este post, post de merda, mas resolvi dar-lhe um titulo mais intelectualóide para aqui no corpo de texto poder realmente dizer o que realmente acho desta educação de merda, desta escola de merda, deste ministério de merda, mas valia te a isto chamado merda de post.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, junho 19, 2009
O Mordomo
Comunas e Bloqueiros, não apoiam Barroso! Que diacho passará pelas monas ressequidas de álcoois e noitadas, de jornadas místicas de fumos alucinatórios, para assim liminarmente desapoiarem de forma vil o ex-camarada do PCTP, agora travestido em pessoa de bem, convertido ao capital e à Europa.
Com tacto, se apresentou o actual PM, resoluto e tal qual cordeiro em pele de lobo, evitando mais uma traulitada eleitoral, resolveu-se a engolir o sapo, ontem pela televisionada notícia lá declarava o denodado senhor que apoiava Barroso, porque é bom ter um Luso, nas Europas, mesmo que seja a fazer de conta que manda alguma coisa, entreviam-se porém por entre a boca do senhor PM, ao televisionador mais atento, as patitas do infeliz batráquio, que debatendo-se sem esperança, eram tragadas pelo senhor PM, ao anuir com a distinção da escolha daquele a que muitos pelos corredores da Europa apelidam de “O Mordomo”, e outros chamam senhor Presidente da Comissão Europeia.
Por mim, apoio incondicionalmente Barroso, pois só imaginar que ele regressa, abrenúncio, cruzes canhoto, me provoca calafrios, mais, creio que os cidadãos Portugueses deveriam promover uma petição a entregar no Parlamento Europeu, para que o mandato do cargo por ora ainda ocupado por Barroso se estendesse por 30 anos, seria óptimo, ter toda uma geração a comungar deste mesmo nobre propósito de ter um Português, em particular aquele português a ocupar tão honorífico lugar.
Será óptimo apoiar Barroso, sempre serão mais uns anitos que passaremos tranquilos sem ter de o aturar por isso, deixo a palavra de ordem, “Barroso na Europa, sim! De volta a Portugal não!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Com tacto, se apresentou o actual PM, resoluto e tal qual cordeiro em pele de lobo, evitando mais uma traulitada eleitoral, resolveu-se a engolir o sapo, ontem pela televisionada notícia lá declarava o denodado senhor que apoiava Barroso, porque é bom ter um Luso, nas Europas, mesmo que seja a fazer de conta que manda alguma coisa, entreviam-se porém por entre a boca do senhor PM, ao televisionador mais atento, as patitas do infeliz batráquio, que debatendo-se sem esperança, eram tragadas pelo senhor PM, ao anuir com a distinção da escolha daquele a que muitos pelos corredores da Europa apelidam de “O Mordomo”, e outros chamam senhor Presidente da Comissão Europeia.
Por mim, apoio incondicionalmente Barroso, pois só imaginar que ele regressa, abrenúncio, cruzes canhoto, me provoca calafrios, mais, creio que os cidadãos Portugueses deveriam promover uma petição a entregar no Parlamento Europeu, para que o mandato do cargo por ora ainda ocupado por Barroso se estendesse por 30 anos, seria óptimo, ter toda uma geração a comungar deste mesmo nobre propósito de ter um Português, em particular aquele português a ocupar tão honorífico lugar.
Será óptimo apoiar Barroso, sempre serão mais uns anitos que passaremos tranquilos sem ter de o aturar por isso, deixo a palavra de ordem, “Barroso na Europa, sim! De volta a Portugal não!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, junho 16, 2009
TGV
Precisa este país assim tão desesperadamente de um TGV? A julgar pelas opiniões exacerbadas dos nossos governantes, parece que sim, parece que a salvação do país está no TGV. Mais uma vez a salvação de Portugal está numa quimera, como aliás nos últimos vinte anos, cada governo apresentou o sonho salvador que nos iria colocar no mapa do sucesso internacional, prontos a ombrear com o que há de melhor na Europa civilizada.
Invariavelmente, essa quimera, acabou em barracada. Somos peritos mundiais em asneiras, broncas e barracadas, somos indiscutivelmente um dos maiores produtores mundiais de farsantes e polichinelos, de indigentes intelectuais armados em doutores da mula ruça.
O que vai o TGV trazer de bom para nós o Zé Pagante? Não sei, mas sem TGV, posso contar-vos uma história, que bem ilustra o estado dos transportes públicos cá na terra, agora imaginem quando vier o TGV, com os seus custos de manutenção babilónicos.
Era uma vez um Zé Pagante que precisou de estar às 8 da manhã na Avenida da Liberdade em Lisboa a capital do reino da cretinice. Levanta-se às 5 da manhã, porque tem de apanhar o comboio às 6.39h da manhã, para chegar às 7.30h à estação do Oriente, para apanhar o metro e desembocar meia hora depois no destino. Ou seja, o Zé Pagante, demorou 3 horas a preparar e fazer um percurso que não chega a 100 quilómetros, não falando sequer dos problemas que encontrou, atrasos, falta de ligação entre transportes, greves, avarias e demais ocorrências inopinadas.
Mas também quem manda o Zé Pagante morar no fim do mundo! Desengane-se o ilustre leitor este Zé mora às portas da capital do Reino, Almeirim fica a cerca de 100 quilómetros daqui, por esta historieta podem perfeitamente perceber o que não serão os transportes públicos, no interior profundo, aqui na província, ainda que tão próximo, isto é o atraso de vida que é, imaginem o resto.
Por isso se sua excelência o senhor Presidente da Republica vetar o diploma do TGV, vou aplaudir, com certeza que vou aplaudir, ciente porém que o entretanto maledicente PSD, será o primeiro a pegar de novo no projecto assim que assentar o anafado traseiro no poleiro, isso mesmo que a Manelinha agora diga cobras e lagartos, infelizmente, nas próximas eleições iremos trocar uns por outros imbecis, uns corruptos por outros, uns alarves por outros, será portanto a vez da cleptomania laranja voltar, com os seus já conhecidos paroquianos, os mesmos que por junto com os do punho erguido entretanto embevecidos pela terceira via Blarista, têm desbaratado e dissipado este país nos últimos 20 anos.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Invariavelmente, essa quimera, acabou em barracada. Somos peritos mundiais em asneiras, broncas e barracadas, somos indiscutivelmente um dos maiores produtores mundiais de farsantes e polichinelos, de indigentes intelectuais armados em doutores da mula ruça.
O que vai o TGV trazer de bom para nós o Zé Pagante? Não sei, mas sem TGV, posso contar-vos uma história, que bem ilustra o estado dos transportes públicos cá na terra, agora imaginem quando vier o TGV, com os seus custos de manutenção babilónicos.
Era uma vez um Zé Pagante que precisou de estar às 8 da manhã na Avenida da Liberdade em Lisboa a capital do reino da cretinice. Levanta-se às 5 da manhã, porque tem de apanhar o comboio às 6.39h da manhã, para chegar às 7.30h à estação do Oriente, para apanhar o metro e desembocar meia hora depois no destino. Ou seja, o Zé Pagante, demorou 3 horas a preparar e fazer um percurso que não chega a 100 quilómetros, não falando sequer dos problemas que encontrou, atrasos, falta de ligação entre transportes, greves, avarias e demais ocorrências inopinadas.
Mas também quem manda o Zé Pagante morar no fim do mundo! Desengane-se o ilustre leitor este Zé mora às portas da capital do Reino, Almeirim fica a cerca de 100 quilómetros daqui, por esta historieta podem perfeitamente perceber o que não serão os transportes públicos, no interior profundo, aqui na província, ainda que tão próximo, isto é o atraso de vida que é, imaginem o resto.
Por isso se sua excelência o senhor Presidente da Republica vetar o diploma do TGV, vou aplaudir, com certeza que vou aplaudir, ciente porém que o entretanto maledicente PSD, será o primeiro a pegar de novo no projecto assim que assentar o anafado traseiro no poleiro, isso mesmo que a Manelinha agora diga cobras e lagartos, infelizmente, nas próximas eleições iremos trocar uns por outros imbecis, uns corruptos por outros, uns alarves por outros, será portanto a vez da cleptomania laranja voltar, com os seus já conhecidos paroquianos, os mesmos que por junto com os do punho erguido entretanto embevecidos pela terceira via Blarista, têm desbaratado e dissipado este país nos últimos 20 anos.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, junho 08, 2009
Pirro Dixit
Foi uma vitória pegada! Estas eleições Europeias foram um fartote de vitórias, pelo menos a julgar pelos discursos dos vários partidos, por junto com as televisões e jornais, numa busca desesperada de perdedores e ganhadores, numa busca desesperada de arranjar tema onde não existe assunto nenhum, de extrapolar conclusões onde não existe nada a concluir excepto o óbvio.
Modesta opinião deste pobre escriba, neste acto eleitoral, ninguém ganhou, bem talvez com excepção do BE. O PSD clama por uma derrota clamorosa, uma revolução da laranjada, clama por falta de legitimidade, cuidado porque essa lebre poderá mais tarde levantar-se, o actual governo, concorde-se ou não questione-se ou não os seus modelos, tem legitimidade para tudo, porque foi sufragado e é o legitimo governo de Portugal.
Ferreira Leite foi do ponto de vista pessoal uma ganhadora, clara! Sem esta patética subida ficaria em maus lençóis, não esquecer que os lobos estão de atalaia e à mínima escorregadela, saltam-lhe em cima, por ora e se tudo correr bem livrou-se de um que já começava a por as garras de fora, vai para a Europa e bons ventos o levem. Para Ferreira Leite este foi mais um balão de ar, que a permitirá ficar à tona por mais algum tempo, se repararem nem Rio nem Menezes, lhe fizeram a vénia e Santana o navalhista mor, só lá foi no fim, não fosse o Diabo tece-las.
O PCP, pois esses, é o costume, estão a crescer, foi mais uma vitória etc e tal, a cassete do costume, não se pode esperar muito de uma coisa anacrónica e esclerótica como o actual PCP. Com tanta vitória eleitoral arriscamo-nos a ver o PCP, desaparecer, o que para muitos seria, isso sim um alívio.
O PP, lá se manteve à tona, Portas à cautela, vê-se livre de dois incómodos e manda os putos para a Europa, sempre se distraem e vão ver o mundo, viram no entanto subir a percentagem de votantes, em sintonia com o resto da Europa, que optou pelas extremas-direitas para clamar contra as esquerdas, neo-liberais disfarçadas de socialistas.
O PS, levou um trepa, os seus eleitores não foram votar, outros bandearam-se para o BE e outros ainda foram passear, apesar do chefe ter ido pessoalmente ao campo de batalha, já não interveio a tempo de corrigir as manobras, para as legislativas tem de ter cuidado, mas este acto eleitoral, não significa nada, como ontem pretendiam fazer crer uns míseros jornaleiros de pé de chinelo, ao tentarem fazer extrapolações canhestras, curiosamente, ontem só ouvi duas vozes de bom senso, por incrível que pareça Pacheco Pereira, ínclito amigo da bojarda, personagem que abomino, mas elogio a competência intelectual e vastos recursos culturais e António Barreto, probo de intelecto e sensatez.
Os trauliteiros do BE, levaram a palma porque conseguiram efectivamente ganhar esta treta, conseguindo eleger mais dois deputados.
Na realidade, perdemos todos! A abstenção foi uma, essa sim, vitória do asco e do nojo que os políticos e a política actual provocam nas pessoas, em Portugal a Abstenção, que vence na realidade todos os actos eleitorais dos últimos 20 anos, provou mais uma vez que é a grande força motivadora do eleitorado, estes resultados deveriam fazer pensar os politiqueiros, infelizmente pensar é um acto que a maioria pouco exerce.
Lá para Setembro ou Outubro lá iremos de novo, fazer de conta que mandamos alguma coisa e voltaremos a votar em alguém, em alguma coisa ou em nada.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Modesta opinião deste pobre escriba, neste acto eleitoral, ninguém ganhou, bem talvez com excepção do BE. O PSD clama por uma derrota clamorosa, uma revolução da laranjada, clama por falta de legitimidade, cuidado porque essa lebre poderá mais tarde levantar-se, o actual governo, concorde-se ou não questione-se ou não os seus modelos, tem legitimidade para tudo, porque foi sufragado e é o legitimo governo de Portugal.
Ferreira Leite foi do ponto de vista pessoal uma ganhadora, clara! Sem esta patética subida ficaria em maus lençóis, não esquecer que os lobos estão de atalaia e à mínima escorregadela, saltam-lhe em cima, por ora e se tudo correr bem livrou-se de um que já começava a por as garras de fora, vai para a Europa e bons ventos o levem. Para Ferreira Leite este foi mais um balão de ar, que a permitirá ficar à tona por mais algum tempo, se repararem nem Rio nem Menezes, lhe fizeram a vénia e Santana o navalhista mor, só lá foi no fim, não fosse o Diabo tece-las.
O PCP, pois esses, é o costume, estão a crescer, foi mais uma vitória etc e tal, a cassete do costume, não se pode esperar muito de uma coisa anacrónica e esclerótica como o actual PCP. Com tanta vitória eleitoral arriscamo-nos a ver o PCP, desaparecer, o que para muitos seria, isso sim um alívio.
O PP, lá se manteve à tona, Portas à cautela, vê-se livre de dois incómodos e manda os putos para a Europa, sempre se distraem e vão ver o mundo, viram no entanto subir a percentagem de votantes, em sintonia com o resto da Europa, que optou pelas extremas-direitas para clamar contra as esquerdas, neo-liberais disfarçadas de socialistas.
O PS, levou um trepa, os seus eleitores não foram votar, outros bandearam-se para o BE e outros ainda foram passear, apesar do chefe ter ido pessoalmente ao campo de batalha, já não interveio a tempo de corrigir as manobras, para as legislativas tem de ter cuidado, mas este acto eleitoral, não significa nada, como ontem pretendiam fazer crer uns míseros jornaleiros de pé de chinelo, ao tentarem fazer extrapolações canhestras, curiosamente, ontem só ouvi duas vozes de bom senso, por incrível que pareça Pacheco Pereira, ínclito amigo da bojarda, personagem que abomino, mas elogio a competência intelectual e vastos recursos culturais e António Barreto, probo de intelecto e sensatez.
Os trauliteiros do BE, levaram a palma porque conseguiram efectivamente ganhar esta treta, conseguindo eleger mais dois deputados.
Na realidade, perdemos todos! A abstenção foi uma, essa sim, vitória do asco e do nojo que os políticos e a política actual provocam nas pessoas, em Portugal a Abstenção, que vence na realidade todos os actos eleitorais dos últimos 20 anos, provou mais uma vez que é a grande força motivadora do eleitorado, estes resultados deveriam fazer pensar os politiqueiros, infelizmente pensar é um acto que a maioria pouco exerce.
Lá para Setembro ou Outubro lá iremos de novo, fazer de conta que mandamos alguma coisa e voltaremos a votar em alguém, em alguma coisa ou em nada.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, junho 04, 2009
BPSD
O caso BPN, longe do seu fim, enferma logo à partida, da Lusa tragédia, sem fim à vista, será mais um porto franco (Freeport no falar de Shakespeare), em especial um porto franco e seguro de sem vergonhas e gente de carácter duvidoso, à qual não sucederá nada excepto talvez uma nomeação para um cargo de administração num qualquer departamento e ou empresa pública, onde farão por engordar os já anafados glúteos e diga-se de passagem as untuosas coxas, perdão, contas bancárias, meros seguros de velhice, equivalentes a 450 anos de trabalho de um Zé Pagante como eu, ganhos no caso daquelas nebulosas criaturas em pouco mais de uma vintena de anos.
Dito isto, passemos aos factos, sem demagogia política, podemos afirmar que o dito banco ao que parece por junto com a SLN, era uma coutada da social-democracia, prova-se isso pela sua elite administrativa, pela clientela que levantou milhões sem pagar e por aí fora, não escapando sequer uma trapalhada de títulos que envolve o mais alto magistrado da Nação.
Por muito que Ferreira Leite e Rangel, se esganicem a clamar o adverso, factos são factos e quanto a isso batatas. O que me continua a enjoar as meninges é o facto da surpreendente bolsa de ar que o actual governo dá a essa laranjada bancária, essas perturbantes nuvens arrojam ao ar duas questões que ainda ninguém me respondeu, quem estão a defender e porquê?
Para além dos milhões desaparecidos, para além de só Oliveira e Costa e Loureiro estarem no pau dos bois, para além da vergonhosa negociata onde a CGD já enterrou dois mil e muitos milhares de Euros do Zé Pagante, para além disso, continuo a perguntar-me porquê?
Porquê salvar um banco falido, quando existem outros na mesma senda aos quais ninguém deita a mão, BPP, por exemplo, porquê camuflar um colossal esquema de burlas e esquemas, de compadrios e pura roubalheira com a sanção abençoada do banco do Estado, porquê? Com que fito, qual o objectivo a quem está este Governo a proteger, será a ex-nomenclatura da era do Cavaquistão, entalada até às orelhas no merdum a que cheira isto tudo.
A versão oficial do resolvemos intervir para evitar contaminação, não convence ninguém, acho eu! Mas as mentiras ditas e repetidas milhares de vezes começam a soar a verdades.
O BPN era afinal um verdadeiro BPSD! Claro que provas não existem, até porque as que eventualmente existissem estão há muito queimadas.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Dito isto, passemos aos factos, sem demagogia política, podemos afirmar que o dito banco ao que parece por junto com a SLN, era uma coutada da social-democracia, prova-se isso pela sua elite administrativa, pela clientela que levantou milhões sem pagar e por aí fora, não escapando sequer uma trapalhada de títulos que envolve o mais alto magistrado da Nação.
Por muito que Ferreira Leite e Rangel, se esganicem a clamar o adverso, factos são factos e quanto a isso batatas. O que me continua a enjoar as meninges é o facto da surpreendente bolsa de ar que o actual governo dá a essa laranjada bancária, essas perturbantes nuvens arrojam ao ar duas questões que ainda ninguém me respondeu, quem estão a defender e porquê?
Para além dos milhões desaparecidos, para além de só Oliveira e Costa e Loureiro estarem no pau dos bois, para além da vergonhosa negociata onde a CGD já enterrou dois mil e muitos milhares de Euros do Zé Pagante, para além disso, continuo a perguntar-me porquê?
Porquê salvar um banco falido, quando existem outros na mesma senda aos quais ninguém deita a mão, BPP, por exemplo, porquê camuflar um colossal esquema de burlas e esquemas, de compadrios e pura roubalheira com a sanção abençoada do banco do Estado, porquê? Com que fito, qual o objectivo a quem está este Governo a proteger, será a ex-nomenclatura da era do Cavaquistão, entalada até às orelhas no merdum a que cheira isto tudo.
A versão oficial do resolvemos intervir para evitar contaminação, não convence ninguém, acho eu! Mas as mentiras ditas e repetidas milhares de vezes começam a soar a verdades.
O BPN era afinal um verdadeiro BPSD! Claro que provas não existem, até porque as que eventualmente existissem estão há muito queimadas.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, junho 02, 2009
As Guerrinhas do Comprimido
Não poucas as vezes, aqui se alertou para o facto de sermos um reles feudo de capelinhas, as mais das vezes dirigidas e mantidas por súcias de energúmenos, que a única coisa que objectivamente almejam é esburgar ainda mais os já famélicos fundilhos do Zé Pagante, curioso que nada muda neste insalubre pedaço de trampa a que insistimos chamar país.
A nova reviravolta dos genéricos é mais uma vez prova do poder discricionário que certos poderes ocultos têm nesta terra, desde ontem que os pensionistas com reformas inferiores ao salário mínimo podiam ter genéricos gratuitos, o que teria sido uma enorme ajuda aos verdadeiros excluídos desta terra, no entanto os Senhores Doutores, porque querem manter a prerrogativa das alcavalas da indústria farmacêutica, facto que lhes permite, frequentar congressos de Medicina em centros avançadíssimos de pesquisa médica como sejam a Tailândia, a Malásia ou o Dubai.
Sendo que qualquer destes locais figura em todos os manuais do desenvolvimento e avanço científico da medicina, como centros de excelência, alias em alguns deles até se estuda de uma perspectiva médica claro está, esse renascido fenómeno da pirataria, como nos foi recentemente revelado, em belas fotos, onde um grupo de Senhores Doutores, portugueses, se dedica com afã ao estudo da pirataria, abnegados discípulos de Esculápio, que não se privam de fadigas e noites mal dormidas de copofonia para melhor poderem tratar os seus doentinhos, abençoados sejam, proponho que a Igreja peça a Bento XVI, que mande canonizar os nossos Senhores Doutores, milagres não faltam, pessoas que entram vivas em hospitais e sem se saber por quê morrem, facturas de medicamentos astronómicas, pagamentos em consultórios que para pagar 75 Euros se deve passar 2 cheques, esperas de morte em consultórios públicos e privados, centros de saúde a abarrotar de calanzice, enfim o milagre da saúde nacional.
-Alto aí pusilânime Barão, verme infecto e despudorado da maledicência, esquece os milhares que são salvos?
- Não, não esqueço, mas sendo igualmente imbecil, apenas digo que quando salvam alguém, os Senhores Doutores, não fazem mais que a sua obrigação, coisa que diga-se de passagem são dignamente pagos e se fazem regiamente pagar.
Na actual, guerrilha do “deixa ver quem rouba mais”, Doutores e Farmácias, disputam um campo que deveria envergonhar esta sociedade medíocre e cretina em que vivemos, acrescento que uns e outros me enojam. Titubeante e ancilosada a governação opta pela solução avestruz, quando aqui teria campo fértil para demonstrar quem manda, claro que a este governo como a outros faltam apêndices testiculares que lhes dêem coragem, para afrontar estas Máfias, porque enquanto andamos entretidos a lidar com pilha galinhas, com abutres subsídio dependentes e pobretanas de bairros sociais, as verdadeiras Máfias institucionais minam e exploram o país, qual eminências ocultas e tentaculares que estrangulam a plebe, embevecida entre futebóis e telenovelas, sonhando com euro milhões excêntricos que lhes permitam mandar a real que os pariu toda esta cáfila de castanhos de passeio.
Verdade, verdadinha, é que a sofrer ficarão de novo os pobres dos velhotes que mal tem para comer, a esses não faltam promessas e visitas de politiqueiros rafeiros em época de eleições, e palavras leva-as o vento como sói dizer.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
A nova reviravolta dos genéricos é mais uma vez prova do poder discricionário que certos poderes ocultos têm nesta terra, desde ontem que os pensionistas com reformas inferiores ao salário mínimo podiam ter genéricos gratuitos, o que teria sido uma enorme ajuda aos verdadeiros excluídos desta terra, no entanto os Senhores Doutores, porque querem manter a prerrogativa das alcavalas da indústria farmacêutica, facto que lhes permite, frequentar congressos de Medicina em centros avançadíssimos de pesquisa médica como sejam a Tailândia, a Malásia ou o Dubai.
Sendo que qualquer destes locais figura em todos os manuais do desenvolvimento e avanço científico da medicina, como centros de excelência, alias em alguns deles até se estuda de uma perspectiva médica claro está, esse renascido fenómeno da pirataria, como nos foi recentemente revelado, em belas fotos, onde um grupo de Senhores Doutores, portugueses, se dedica com afã ao estudo da pirataria, abnegados discípulos de Esculápio, que não se privam de fadigas e noites mal dormidas de copofonia para melhor poderem tratar os seus doentinhos, abençoados sejam, proponho que a Igreja peça a Bento XVI, que mande canonizar os nossos Senhores Doutores, milagres não faltam, pessoas que entram vivas em hospitais e sem se saber por quê morrem, facturas de medicamentos astronómicas, pagamentos em consultórios que para pagar 75 Euros se deve passar 2 cheques, esperas de morte em consultórios públicos e privados, centros de saúde a abarrotar de calanzice, enfim o milagre da saúde nacional.
-Alto aí pusilânime Barão, verme infecto e despudorado da maledicência, esquece os milhares que são salvos?
- Não, não esqueço, mas sendo igualmente imbecil, apenas digo que quando salvam alguém, os Senhores Doutores, não fazem mais que a sua obrigação, coisa que diga-se de passagem são dignamente pagos e se fazem regiamente pagar.
Na actual, guerrilha do “deixa ver quem rouba mais”, Doutores e Farmácias, disputam um campo que deveria envergonhar esta sociedade medíocre e cretina em que vivemos, acrescento que uns e outros me enojam. Titubeante e ancilosada a governação opta pela solução avestruz, quando aqui teria campo fértil para demonstrar quem manda, claro que a este governo como a outros faltam apêndices testiculares que lhes dêem coragem, para afrontar estas Máfias, porque enquanto andamos entretidos a lidar com pilha galinhas, com abutres subsídio dependentes e pobretanas de bairros sociais, as verdadeiras Máfias institucionais minam e exploram o país, qual eminências ocultas e tentaculares que estrangulam a plebe, embevecida entre futebóis e telenovelas, sonhando com euro milhões excêntricos que lhes permitam mandar a real que os pariu toda esta cáfila de castanhos de passeio.
Verdade, verdadinha, é que a sofrer ficarão de novo os pobres dos velhotes que mal tem para comer, a esses não faltam promessas e visitas de politiqueiros rafeiros em época de eleições, e palavras leva-as o vento como sói dizer.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, maio 26, 2009
segunda-feira, maio 18, 2009
Velhacaria
A recentemente aprovada lei do financiamento dos partidos é mais uma velhacaria, aprovada à socapa, pelos senhores poderosos desta infeliz cloaca, que todos à uma disseram sim a mais um esburgar e desbaratar dos dinheiros públicos em actos de financiamento das sanguessugas politiqueiras.
É tão torpe e atentatória à moral, que foi aprovada à porta fechada, mas pasme-se todos votaram sim. Ou seja todos querem continuar a mamar à grande e à francesa secando a já magra teta da famélica vaca nacional, todos diferentes todos iguais diríamos numa qualquer campanha pela igualdade, se dúvidas existissem de que a canalhice impera lá para aqueles lados, esta nova lei de financiamento partidário é disso um soberbo exemplo.
Até o fantasma do “Ganda Nóia”, resolveu vir dar um ar da sua graça e botar faladura sobre o assunto, condenando a mesma, num claro aproveitamento politico, completamente descabido, porque aquele senhor aprovou a anterior lei de financiamento do sistema partidário, só não aprovando esta porque a malta laranja lhe fez a cama e deitou às ortigas, claro que o camarada como nunca produziu uma simples hora de trabalho na vida, tem de ver se volta à ribalta para conseguir encher o bolso, porque só trabalha quem sabe fazer alguma coisa, o que como se percebeu não é o caso desta pequena tangerina.
Voltando à velhacaria, que é isto tudo, a nova lei, foi aprovada por socialicoisos, por socialcoisos, por verde melancias, por comunicoisos e por bloqueiricoisos, todos a reclamar a fatia do cadáver, a vergonha disto é ninguém ter dito não, ninguém ter clamado, até os habituais calceteiros do contra tudo e contra todos, meteram as foices e martelos no saco e fazendo conta que não é nada com eles, até porque os tostões também lhes dão jeito. Cambada de velhacos, de hipócritas e gatunos. Nós a carneirada continuamos a passar ao lado disto como se nada fosse, ébrios de álcoois e outros estupidificantes das massas como as futobolices e as santinhas e por aí adiante, demonstrando em pleno a raça de papalvos cretinos que somos.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
É tão torpe e atentatória à moral, que foi aprovada à porta fechada, mas pasme-se todos votaram sim. Ou seja todos querem continuar a mamar à grande e à francesa secando a já magra teta da famélica vaca nacional, todos diferentes todos iguais diríamos numa qualquer campanha pela igualdade, se dúvidas existissem de que a canalhice impera lá para aqueles lados, esta nova lei de financiamento partidário é disso um soberbo exemplo.
Até o fantasma do “Ganda Nóia”, resolveu vir dar um ar da sua graça e botar faladura sobre o assunto, condenando a mesma, num claro aproveitamento politico, completamente descabido, porque aquele senhor aprovou a anterior lei de financiamento do sistema partidário, só não aprovando esta porque a malta laranja lhe fez a cama e deitou às ortigas, claro que o camarada como nunca produziu uma simples hora de trabalho na vida, tem de ver se volta à ribalta para conseguir encher o bolso, porque só trabalha quem sabe fazer alguma coisa, o que como se percebeu não é o caso desta pequena tangerina.
Voltando à velhacaria, que é isto tudo, a nova lei, foi aprovada por socialicoisos, por socialcoisos, por verde melancias, por comunicoisos e por bloqueiricoisos, todos a reclamar a fatia do cadáver, a vergonha disto é ninguém ter dito não, ninguém ter clamado, até os habituais calceteiros do contra tudo e contra todos, meteram as foices e martelos no saco e fazendo conta que não é nada com eles, até porque os tostões também lhes dão jeito. Cambada de velhacos, de hipócritas e gatunos. Nós a carneirada continuamos a passar ao lado disto como se nada fosse, ébrios de álcoois e outros estupidificantes das massas como as futobolices e as santinhas e por aí adiante, demonstrando em pleno a raça de papalvos cretinos que somos.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, maio 13, 2009
Labregada
Esta característica portuguesa do deixa andar, do dizer que faz falta e quando há, não usar ou partir, sempre me fez confusão. Na nossa essência somos uma sociedade de labregos. A nossa labreguice detectamo-la, em pequenos nadas, que todos juntos justificam a grande labregónia que é esta terra.
Relativamente próximo da minha casa, o município decidiu e bem investir num parque para estacionar os centos de carripanos que entulham as ruas desta terreola, não será um grande parque, mas leva cerca de setenta veículos, e é de borla, o que não é nada mau, no entanto, oh surpresa das surpresas, a grande maioria dos indígenas da zona teima em deixar a carreta a atafulhar a ruela.
Porquê? Porque é que esta gentinha sempre tão pronta a clamar, a ser do contra, a exigir, depois quando algo se faz, apresenta este tipo de comportamento. Mistério, este é com certeza um dos grandes mistérios do mundo animal, tragam a NGS e o Sir David Attenborough, para estudar este tipo de comportamentos.
Noutra zona perto dos restaurantes o município fez um parque de estacionamento enorme, que comporta umas largas centenas de veículos, no entanto a exígua rua frente à Praça de Toiros e até ao próximo cruzamento está permanentemente atafulhada de carripanas, o que dificulta o trânsito, de carros e peões, quando a menos de 10 metros existe um parque de estacionamento também gratuito, aonde espaço é o que não falta.
Escusado será falar mais uma vez do estacionamento em cima dos passeios, que por cá foi elevado à categoria de arte de bem chatear o próximo e dificultar-lhe a vida, escusado será falar dos lugares para deficientes que são muito poucos e que nos hipermercados cá do burgo estão sempre ocupados por outro tipo de deficientes, escusado será dizer que na sua grande maioria os meus conterrâneos são uma grande cáfila de indigentes intelectuais, sem regras de civismo e sem respeito por nada.
Esperemos melhoras!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Relativamente próximo da minha casa, o município decidiu e bem investir num parque para estacionar os centos de carripanos que entulham as ruas desta terreola, não será um grande parque, mas leva cerca de setenta veículos, e é de borla, o que não é nada mau, no entanto, oh surpresa das surpresas, a grande maioria dos indígenas da zona teima em deixar a carreta a atafulhar a ruela.
Porquê? Porque é que esta gentinha sempre tão pronta a clamar, a ser do contra, a exigir, depois quando algo se faz, apresenta este tipo de comportamento. Mistério, este é com certeza um dos grandes mistérios do mundo animal, tragam a NGS e o Sir David Attenborough, para estudar este tipo de comportamentos.
Noutra zona perto dos restaurantes o município fez um parque de estacionamento enorme, que comporta umas largas centenas de veículos, no entanto a exígua rua frente à Praça de Toiros e até ao próximo cruzamento está permanentemente atafulhada de carripanas, o que dificulta o trânsito, de carros e peões, quando a menos de 10 metros existe um parque de estacionamento também gratuito, aonde espaço é o que não falta.
Escusado será falar mais uma vez do estacionamento em cima dos passeios, que por cá foi elevado à categoria de arte de bem chatear o próximo e dificultar-lhe a vida, escusado será falar dos lugares para deficientes que são muito poucos e que nos hipermercados cá do burgo estão sempre ocupados por outro tipo de deficientes, escusado será dizer que na sua grande maioria os meus conterrâneos são uma grande cáfila de indigentes intelectuais, sem regras de civismo e sem respeito por nada.
Esperemos melhoras!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, maio 11, 2009
Oh, que bela vista
E pronto aí temos de novo a escumalha habitual a prevaricar! Ah e tal não têm trabalho! Emigrem, que foi o mesmo que 2 milhões de compatriotas nossos fizeram. O Bairro da Bela Vista, é mais um exemplo da política imbecil de guetos, onde se junta o rebotalho subsidio dependente que gosta de arrear oiros e roupas de marca, mas quando toca a vergar a mola, o melhor é gamar, que dá menos trabalho e tem menos perigos.
Na Bela Vista existe muita gente boa! Claro que sim, mas também existe muita rataria, muita escumalha, muita sanguessuga, que não contente com rendimentos disto e para aquilo ainda vive do roubo aos pobres, que atente-se são triplamente roubados, o primeiro roubo é no dinheiro dos nossos impostos que serve para engordar este tipo de rebotalho, o segundo roubo é corrermos todos os dias o risco de sermos, assaltados, esburgados, humilhados e até assassinados por esta corja de lixo humano o terceiro roubo é termos ainda de pagar mais uma vez, os tribunais, os juízes, os advogados, os bombeiros, os médicos, os policias, os contentores, os seguros e todos os prejuízos que este tipo de inutilidades fazem.
Na Bela Vista o pior são os pretos! Não é verdade, no bairro a escumalha não tem cor, como a gente honesta que lá vive também não. A escumalha é de todas as cores, claro que existem alguns mais propensos a comportamentos animais, mais propensos à velhacaria, mas esses toda a gente conhece e ninguém toca. A sorte é que a gente honesta é uma caterva de carneirada capada, porque senão teríamos o caldo entornado, imaginem que um dia a malta que alimenta estas inúteis bocas todas, se resolve cagar para o humanismo, para a civilidade e se começa a organizar e a fazer o mesmo que esta rataria subsidio dependente, será o caos, alias seria se existisse nesta sociedade um grama de coragem, de honra e de brio, como não há estamos conversados.
Entre as politicas de porta aberta do esquerdelho mentecapto, que fariam de Portugal um antro de estrume ainda maior, e a politica xenófoba da direita revanchista, que faria de Portugal um local geriátrico, mortiço e em perigo de extinção, prefiro um meio-termo de contenção, uma espécie de regime aberto, com uma lei de nacionalidade muito restrita, só obtém quem provar prestar provas de ser honesto e capaz, com uma política de emigração que atraia, os filhos dos nossos emigrantes em primeiro, depois os outros que quiserem, mas gente com qualidade, com formação e com vontade de singrar e mais importante ainda gente a que se forneçam condições de dignidade de habitabilidade e de cidadania, não este tipo de emigração de rejeitados e dejectos humanos que a Europa rejeita e que aqui aterram porque para a frente não podem seguir porque é mar.
Precisamos também de um código penal sério com penas sérias, precisamos de leis e de uma justiça credível, precisamos de ser um estado de Direito que continuamos a não ser, um estado de Liberdade e Garantias que continuamos a não ter.
“Errare humanum est, in errore perseverare, belluinum”, que é como quem diz, que é do humano errar e da besta teimar, ora enquanto teimarmos em não resolver o que cá por casa vai mal e andarmos revoltos a dar lustro ao cágado dos outros, tarde ou nunca se resolverá nada e belas vistas aparecerão a cada esquina. Em especial quando teimarmos em construir guetos, vulgarmente conhecidos por bairros sociais, que há mais de 30 anos está provado serem focos de infecção social difíceis de debelar.
Uma palavra especial de agradecimento, para aqueles que são a primeira, e única linha, da nossa defesa, a policia, que mais uma vez se revelou exemplar e preciosa, o nosso melhor acervo, já que acima deles é só rebotalho, cuja única diferença dos do bairro social é vestirem Armani e chamarem-se “dotores”.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Na Bela Vista existe muita gente boa! Claro que sim, mas também existe muita rataria, muita escumalha, muita sanguessuga, que não contente com rendimentos disto e para aquilo ainda vive do roubo aos pobres, que atente-se são triplamente roubados, o primeiro roubo é no dinheiro dos nossos impostos que serve para engordar este tipo de rebotalho, o segundo roubo é corrermos todos os dias o risco de sermos, assaltados, esburgados, humilhados e até assassinados por esta corja de lixo humano o terceiro roubo é termos ainda de pagar mais uma vez, os tribunais, os juízes, os advogados, os bombeiros, os médicos, os policias, os contentores, os seguros e todos os prejuízos que este tipo de inutilidades fazem.
Na Bela Vista o pior são os pretos! Não é verdade, no bairro a escumalha não tem cor, como a gente honesta que lá vive também não. A escumalha é de todas as cores, claro que existem alguns mais propensos a comportamentos animais, mais propensos à velhacaria, mas esses toda a gente conhece e ninguém toca. A sorte é que a gente honesta é uma caterva de carneirada capada, porque senão teríamos o caldo entornado, imaginem que um dia a malta que alimenta estas inúteis bocas todas, se resolve cagar para o humanismo, para a civilidade e se começa a organizar e a fazer o mesmo que esta rataria subsidio dependente, será o caos, alias seria se existisse nesta sociedade um grama de coragem, de honra e de brio, como não há estamos conversados.
Entre as politicas de porta aberta do esquerdelho mentecapto, que fariam de Portugal um antro de estrume ainda maior, e a politica xenófoba da direita revanchista, que faria de Portugal um local geriátrico, mortiço e em perigo de extinção, prefiro um meio-termo de contenção, uma espécie de regime aberto, com uma lei de nacionalidade muito restrita, só obtém quem provar prestar provas de ser honesto e capaz, com uma política de emigração que atraia, os filhos dos nossos emigrantes em primeiro, depois os outros que quiserem, mas gente com qualidade, com formação e com vontade de singrar e mais importante ainda gente a que se forneçam condições de dignidade de habitabilidade e de cidadania, não este tipo de emigração de rejeitados e dejectos humanos que a Europa rejeita e que aqui aterram porque para a frente não podem seguir porque é mar.
Precisamos também de um código penal sério com penas sérias, precisamos de leis e de uma justiça credível, precisamos de ser um estado de Direito que continuamos a não ser, um estado de Liberdade e Garantias que continuamos a não ter.
“Errare humanum est, in errore perseverare, belluinum”, que é como quem diz, que é do humano errar e da besta teimar, ora enquanto teimarmos em não resolver o que cá por casa vai mal e andarmos revoltos a dar lustro ao cágado dos outros, tarde ou nunca se resolverá nada e belas vistas aparecerão a cada esquina. Em especial quando teimarmos em construir guetos, vulgarmente conhecidos por bairros sociais, que há mais de 30 anos está provado serem focos de infecção social difíceis de debelar.
Uma palavra especial de agradecimento, para aqueles que são a primeira, e única linha, da nossa defesa, a policia, que mais uma vez se revelou exemplar e preciosa, o nosso melhor acervo, já que acima deles é só rebotalho, cuja única diferença dos do bairro social é vestirem Armani e chamarem-se “dotores”.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, maio 06, 2009
País de Imbecis!
Segundo dados da famosa Comissão de Protecção de Menores, no ano passado, 66654 crianças foram alvo de inspecção e ou intervenção por parte desta entidade, absurdo e monstruoso este número, absurdo porque no meio daqueles 66 mil casos, muitos não passam de excesso de zelo, outros de erro crasso, absurdo porque faltam lá os milhares de casos escondidos encapotados e étnicos, sim porque as crianças de certas etnias andam todo o dia ao Deus dará a roubar e fazer cretinices e ninguém os tira aos paizinhos imbecis.
Monstruoso, porque revelador do tipo de pais que existe nesta sociedade, de pais e de governantes. Porque não ouviu absolutamente comentário nenhum a esta tragédia, da esquerda à direita a preocupação é a possibilidade de um novo Bloco Central, o que demonstra que os partidos e os políticos que temos são uma sacada de ineptos, de inúteis que para pouco servem, excepto claro está embolsar lautas reformazitas e papar jantaradas à borla.
Por outro lado em termos de Segurança Infantil, estamos classificados em 17º no meio de 18 países da Europa, ou seja somos o buraco do ânus da Europa, mais uma vez campeões da imbecilidade, em 2006, 130 crianças morreram em acidentes vários, por culpa essencialmente dos pais, mas também por negligências legislativas e incúria de autoridades e governantes.
Estes homicídios, revelam que somos um país de ineptos, de cretinos e de imbecis, que continuamos a tratar as nossas crianças de forma cruel e sem pudor, pois a fazer fé no mesmo estudo que nos coloca em tão honroso lugar, por cada falecimento podemos contar com 160 crianças internadas com lesões de vários graus e com 2000 crianças observadas em centros de saúde e hospitais, ou seja 280 mil crianças sofrem acidentes perfeitamente evitáveis.
O uso das cadeiras continua ser letra morta, as coimas são irrisórias, basta estar uns minutos na rua na hora da entrada para as escolas, que é ver o disparate a avolumar, crianças sem cinto, sem cadeira, três amontoadas no lugar de uma, fechadas na caixa do carro comercial, de bicicleta sem capacete, de motorizada escarranchadas onde caibam, qual capacetes qual nada.
Nas ruas aqui do burgo, velocidades de arrasar qualquer autódromo e parvos ao volante, peões sem regras, condutores igual. Resultado volta e meia tragédia. Por essa e por outras que somos um pais de imbecis, onde desponta o rebotalho e a escumalha, onde cada vez se vive pior, não graças a crises e cataclismos, mas graças a nós os seus habitantes que somos a pior das doenças desta terra.
Visitem o site da APSI, fiquem a saber mais sobre a problemática da Segurança Infantil, não sejam mais um entre muitos imbecis, vamos fazer uma campanha pela erradicação da imbecilidade na sociedade portuguesa.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Monstruoso, porque revelador do tipo de pais que existe nesta sociedade, de pais e de governantes. Porque não ouviu absolutamente comentário nenhum a esta tragédia, da esquerda à direita a preocupação é a possibilidade de um novo Bloco Central, o que demonstra que os partidos e os políticos que temos são uma sacada de ineptos, de inúteis que para pouco servem, excepto claro está embolsar lautas reformazitas e papar jantaradas à borla.
Por outro lado em termos de Segurança Infantil, estamos classificados em 17º no meio de 18 países da Europa, ou seja somos o buraco do ânus da Europa, mais uma vez campeões da imbecilidade, em 2006, 130 crianças morreram em acidentes vários, por culpa essencialmente dos pais, mas também por negligências legislativas e incúria de autoridades e governantes.
Estes homicídios, revelam que somos um país de ineptos, de cretinos e de imbecis, que continuamos a tratar as nossas crianças de forma cruel e sem pudor, pois a fazer fé no mesmo estudo que nos coloca em tão honroso lugar, por cada falecimento podemos contar com 160 crianças internadas com lesões de vários graus e com 2000 crianças observadas em centros de saúde e hospitais, ou seja 280 mil crianças sofrem acidentes perfeitamente evitáveis.
O uso das cadeiras continua ser letra morta, as coimas são irrisórias, basta estar uns minutos na rua na hora da entrada para as escolas, que é ver o disparate a avolumar, crianças sem cinto, sem cadeira, três amontoadas no lugar de uma, fechadas na caixa do carro comercial, de bicicleta sem capacete, de motorizada escarranchadas onde caibam, qual capacetes qual nada.
Nas ruas aqui do burgo, velocidades de arrasar qualquer autódromo e parvos ao volante, peões sem regras, condutores igual. Resultado volta e meia tragédia. Por essa e por outras que somos um pais de imbecis, onde desponta o rebotalho e a escumalha, onde cada vez se vive pior, não graças a crises e cataclismos, mas graças a nós os seus habitantes que somos a pior das doenças desta terra.
Visitem o site da APSI, fiquem a saber mais sobre a problemática da Segurança Infantil, não sejam mais um entre muitos imbecis, vamos fazer uma campanha pela erradicação da imbecilidade na sociedade portuguesa.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, maio 04, 2009
Pela Lei e Pela Grei
O General Nelson dos Santos actual comandante da Guarda Nacional Republicana, foi certeiro no seu discurso comemorativo do dia da GNR, foi certeiro nas suas declarações, mostrou ser alguém com carácter, outra coisa não seria de esperar de quem passou pelo Regimento de Comandos, alertou para a necessidade de os governos de atacarem as causas da criminalidade, alertou entre outras coisas para a dimensão social do crime e para a necessidade de intervir nessa área.
Zurziu também, pois claro na nova Lei Orgânica da Guarda, que claro nada acrescenta de bom, ou muito pouco, elimina umas burocracias o que é excelente e pouco mais, quanto aos meios, capacidades técnicas e demais questões que se prendem com o funcionamento daquela espécie de polícia, nada.
Continua a acreditar que a GNR, para crescer e evoluir enquanto instituição necessita de abandonar a orgânica paramilitar tão cara ao terceiro mundismo, herdeira das tradições das republicas das bananas da América do Sul, claro que podem sempre contestar que nós somos uma verdadeira República de bananas, será claro verdade, mas cortejando Malraux e a sua corte pessimista que lhe atazanou a cachimónia, também eu vejo com péssimos olhos uma GNR militar, mas andando que há quem goste e esta trampa ainda é uma Republica semi-democrática.
Os homens e mulheres das nossas forças policiais merecem toda a nossa atenta colaboração e estima, como povo civilizado que deveríamos ser, eles deveriam ser acarinhados e defendidos, pois passa-se o oposto, infelizmente, somos uma sociedade infecta de indigentes intelectuais, infelizmente também os alertar sobre as condições em que esta gente desempenha tão ingrata tarefa, são poucos, nós os paisanos, somos as mais das vezes coniventes com o permanente estado de guerrilha surda que o cidadão comum vive contras as polícias e só deles nos lembramos quando ficamos com o rabo a arder.
Registo com apreço a frontalidade do senhor General Comandante, “Res Non Verba”, diria eu a este Governo e aos futuros, porque de mais actos, pensados planeados e sem mácula, se fará mais e melhor, para tal urge repensar a defesa interna, os meios, a organização, a legislação, as novas tecnologias, tudo o que parece nunca ter passado pelo cérebro dos nossos, “sapientes” governantes, porque cada vez mais as organizações criminosas têm, mais e melhores meios mais e mais complexas organizações, alias analisando certas organizações criminosas, ficamos abismados como o profissionalismo e planeamento, por oposição à atroz falta de competência e falta de brio profissional de quem está do outro lado. Queiramos acreditar que melhores dias virão! Se quiserem saber mais sobre o assunto GNR visitem o blog Securitas, que sabe muito mais disto que eu!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Zurziu também, pois claro na nova Lei Orgânica da Guarda, que claro nada acrescenta de bom, ou muito pouco, elimina umas burocracias o que é excelente e pouco mais, quanto aos meios, capacidades técnicas e demais questões que se prendem com o funcionamento daquela espécie de polícia, nada.
Continua a acreditar que a GNR, para crescer e evoluir enquanto instituição necessita de abandonar a orgânica paramilitar tão cara ao terceiro mundismo, herdeira das tradições das republicas das bananas da América do Sul, claro que podem sempre contestar que nós somos uma verdadeira República de bananas, será claro verdade, mas cortejando Malraux e a sua corte pessimista que lhe atazanou a cachimónia, também eu vejo com péssimos olhos uma GNR militar, mas andando que há quem goste e esta trampa ainda é uma Republica semi-democrática.
Os homens e mulheres das nossas forças policiais merecem toda a nossa atenta colaboração e estima, como povo civilizado que deveríamos ser, eles deveriam ser acarinhados e defendidos, pois passa-se o oposto, infelizmente, somos uma sociedade infecta de indigentes intelectuais, infelizmente também os alertar sobre as condições em que esta gente desempenha tão ingrata tarefa, são poucos, nós os paisanos, somos as mais das vezes coniventes com o permanente estado de guerrilha surda que o cidadão comum vive contras as polícias e só deles nos lembramos quando ficamos com o rabo a arder.
Registo com apreço a frontalidade do senhor General Comandante, “Res Non Verba”, diria eu a este Governo e aos futuros, porque de mais actos, pensados planeados e sem mácula, se fará mais e melhor, para tal urge repensar a defesa interna, os meios, a organização, a legislação, as novas tecnologias, tudo o que parece nunca ter passado pelo cérebro dos nossos, “sapientes” governantes, porque cada vez mais as organizações criminosas têm, mais e melhores meios mais e mais complexas organizações, alias analisando certas organizações criminosas, ficamos abismados como o profissionalismo e planeamento, por oposição à atroz falta de competência e falta de brio profissional de quem está do outro lado. Queiramos acreditar que melhores dias virão! Se quiserem saber mais sobre o assunto GNR visitem o blog Securitas, que sabe muito mais disto que eu!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, abril 29, 2009
Quid Justitiae!
O Bispo das Forças Armadas, na homília pascal, abriu o saco dos gatos e arrimou com o báculo nos costados da Justiça. Quem conhece o homem, sabe que é um daqueles que não as poupa, dizem até que tem mau feitio, verdade ou não, o certo é que Dom Januário, acertou na “mouche”, alias a sua pontaria tem melhorado muito desde que priva mais directamente com o meio castrense.
Disse o senhor Bispo que se sente e cito, “envergonhado com a justiça em Portugal”, pois pudera, com o actual estado da coisa em Lusas paragens, não admira que o eminente prelado, esteja em revolta, agora imagine o Reverendo Bispo, o que não ou como não se sentem, os pobres diabos cá de baixo que todos os dias topam com os dislates e trafulhices diários de uma Justiça sacripanta e ordinária, feita à medida para bandidos, bandalhos e bufões, à qual cada vez menos apelamos, por sabermos de antemão que aos costumes disse nada!
Atiram-me agora uma refinada pedrada os sindicatos e representantes do Juízado nacional, apoucando, as reservas do Bispo, que não se revêem nos ditos, que é da moda zurzir no canelo da Justiça. Concedo, que anda em guisa de moda, arrear à bruta na Justiça e nos Juízes, por outro lado, também percebo que a sociedade, ou pelo menos alguns sectores dela se sintam, enjoados, envergonhados, enojados e até com asco, desta Justiça, que todos os dias, se nos revela, mais e mais incapaz, inepta e inútil.
Que os doutos e inteligentes senhores Juízes, não se revejam neste contexto de envergonhanço nacional a propósito da sua Justiça, a mim tira-me do sério e faz-me temer pela saúde dos iluminados magistrados, porque das duas três, ou os senhores Juízes são curtos de vista, pelo que urge contactar a embaixada de Cuba par reservar alojamentos nas excelentes clínicas de tratamento ocular desse país subdesenvolvido e estrangulado por um absurdo e estúpido bloqueio, ou pior, os meritíssimos foram atacados por alguma síndrome esquisita, que ataca as meninges dos meritíssimos e lhes faz claudicar as capacidades intelectuais, incapacitados de ajuizar com a douta sapiência que se lhes reconhece o real estado de absoluto miserabilismo em que se encontra a prossecução da Justiça nesta inenarrável anedota à beira mar plantada, os magistrados obscurecem-se do saber vivendo num mundo deles enquanto nós vivemos neste bem real.
Indague-se, investigue-se, curem-se os meritíssimos Juízes dos seus medos e desvarios, porque este “ensaio sobre a cegueira” merece atento estudo, aliás esta foi sempre a crítica que fiz ao panorama da magistratura portuguesa, o alheamento dos senhores Juízes do absoluto estado de miséria da Justiça, que já não é de hoje. Só lhes ouvi as vozes recentemente, irados e ofendidos, porque o actual Governo se preparava para lhes dar umas machadadas nas alcavalas e mordomias a que têm direito, muitas que são, ser Juiz pode ser muito mau, mas viver com o ordenado mínimo é muito pior!
Por isso aplaudo de pé a atitude do senhor Bispo, mesmo não fazendo parte do rebanho dos alucinados da hóstia, consigo ter a honestidade de ver quando alguém dessa hoste até revela um pingo de intelecto, esse é sem dúvida o caso de Dom Januário Torgal Ferreira.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Disse o senhor Bispo que se sente e cito, “envergonhado com a justiça em Portugal”, pois pudera, com o actual estado da coisa em Lusas paragens, não admira que o eminente prelado, esteja em revolta, agora imagine o Reverendo Bispo, o que não ou como não se sentem, os pobres diabos cá de baixo que todos os dias topam com os dislates e trafulhices diários de uma Justiça sacripanta e ordinária, feita à medida para bandidos, bandalhos e bufões, à qual cada vez menos apelamos, por sabermos de antemão que aos costumes disse nada!
Atiram-me agora uma refinada pedrada os sindicatos e representantes do Juízado nacional, apoucando, as reservas do Bispo, que não se revêem nos ditos, que é da moda zurzir no canelo da Justiça. Concedo, que anda em guisa de moda, arrear à bruta na Justiça e nos Juízes, por outro lado, também percebo que a sociedade, ou pelo menos alguns sectores dela se sintam, enjoados, envergonhados, enojados e até com asco, desta Justiça, que todos os dias, se nos revela, mais e mais incapaz, inepta e inútil.
Que os doutos e inteligentes senhores Juízes, não se revejam neste contexto de envergonhanço nacional a propósito da sua Justiça, a mim tira-me do sério e faz-me temer pela saúde dos iluminados magistrados, porque das duas três, ou os senhores Juízes são curtos de vista, pelo que urge contactar a embaixada de Cuba par reservar alojamentos nas excelentes clínicas de tratamento ocular desse país subdesenvolvido e estrangulado por um absurdo e estúpido bloqueio, ou pior, os meritíssimos foram atacados por alguma síndrome esquisita, que ataca as meninges dos meritíssimos e lhes faz claudicar as capacidades intelectuais, incapacitados de ajuizar com a douta sapiência que se lhes reconhece o real estado de absoluto miserabilismo em que se encontra a prossecução da Justiça nesta inenarrável anedota à beira mar plantada, os magistrados obscurecem-se do saber vivendo num mundo deles enquanto nós vivemos neste bem real.
Indague-se, investigue-se, curem-se os meritíssimos Juízes dos seus medos e desvarios, porque este “ensaio sobre a cegueira” merece atento estudo, aliás esta foi sempre a crítica que fiz ao panorama da magistratura portuguesa, o alheamento dos senhores Juízes do absoluto estado de miséria da Justiça, que já não é de hoje. Só lhes ouvi as vozes recentemente, irados e ofendidos, porque o actual Governo se preparava para lhes dar umas machadadas nas alcavalas e mordomias a que têm direito, muitas que são, ser Juiz pode ser muito mau, mas viver com o ordenado mínimo é muito pior!
Por isso aplaudo de pé a atitude do senhor Bispo, mesmo não fazendo parte do rebanho dos alucinados da hóstia, consigo ter a honestidade de ver quando alguém dessa hoste até revela um pingo de intelecto, esse é sem dúvida o caso de Dom Januário Torgal Ferreira.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, abril 27, 2009
O Anjo, O Demónio e o Outro!
Pronto, está feito, temos mais um santinho. Continuamos pobretanas, analfabetos e quasi mortos de fome, mas temos mais um santinho. Nem me chateia que santifiquem Nuno Álvares Pereira, não me chateia nada. Irrita-me é que lembrem o homem só por essa minudência papalva, quando o homem foi um insigne militar e combatente, que espadeirou a espanholada gananciosa.
Irrita-me que um Estado pretensamente laico, vá quase de malas aviadas cheirar os saiotes dos de Roma, quando nas escolas se esquece de dizer quem foi esse valente, ensinar o quanto devemos a esse homem, para além do pretenso milagre da treta.
Convém dizer que Álvares Pereira foi um homem do seu tempo, próximo do fim da vida, e como era usual e fizeram muitos senhores nobres da sua época e doutras a seguir, após o falecimento da esposa, contava o Condestável 71 anos, envereda pela religiosidade dos Carmelitas, claro. Tendo vivido pela espada o medo do purgatório sobrepunha-se a tudo o mais no homem medieval, naturalmente convinha ficar de bem com o patrão lá de cima, para assegurar que apanharia o coche certo.
O patético disto tudo é que o grande homem e o grande militar que foi Álvares Pereira, seja agora e apenas lembrado por beatices questionáveis, lembrado por 8 anos de vida monástica, esquecendo os 71 anos anteriores de feitos gloriosos em nome desta parvónia.
Otelo, o demónio de uns, não percebi ainda porquê, recebeu a justa promoção. Enquanto militar, o denodo e valentia com que defendeu a mentira do solo pátrio do ultramar, ficou registado, como Abrilista, à que reconhecer-lhe os excelentes préstimos de estratego, que montou a famosa Abrilada do século XX, antecâmara ainda de todos os sonhos e de todos os pesadelos de reaças e vermelhos.
Nessa duplicidade de herói trágico, preso à dicotomia do odiado e do amado, vilipendiado pelas hostes mais trauliteiras da direita sacrista empedernida, referenciado pelo esquerdelho extremista, Otelo, foi o homem certo num momento fantástico e delirante da história contemporânea deste pequeno Portugal, dele se disseram, ainda dizem, os maiores impropérios e rasgados elogios, de terrorista a oportunista, de comunista a líder de um bando de facínoras, Otelo é a figura de proa da nau “25 de Abril”
Uma só crítica lhe faço, foi pena, muita pena, não ter efectivamente enchida as várias praças de toiros de Portugal com a merda que tínhamos por cá, porque esses castanhos de passeio, já deram crias, que agora já ocupam os lugares dos papás, perpetuando a cultura laxista e inepta do antigamente. Foi promovido e muito bem!
Jaime Neves, a sobriedade em pessoa, o comedimento, maluco até ao tutano, dificilmente seria difícil recordar alguém que personifique o que é ser militar. Essa personificação é Jaime Neves. Eu conhecia o mito Jaime Neves, pela boca do meu tipo que foi seu comandado, a reverência com que passado tantos anos o meu tio falava desse mítico homem e as histórias que contavam embeveciam os meus primos e a mim, tanto ou tão pouco que o meu primo acabou por ser Comando, um dos “meninos” de Jaime Neves, que adorava os seus homens como seus filhos.
Foi um pai duro e austero, mas justo e destemido, merece inteiramente a promoção que esta democracia que ajudou a salvar lhe conceda a distinção que ora lhe faz, tal como o Otelo, é de inteira justiça. Pena é que como Nuno Álvares e Otelo, este país continua a não ensinar aos mais novos, que temos exemplos destes, que curiosamente já não existem, porque os mais são Santanetes, Barrozetes, Cavaquetes, Louçanetes, Jeronimetese Socratetes.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Irrita-me que um Estado pretensamente laico, vá quase de malas aviadas cheirar os saiotes dos de Roma, quando nas escolas se esquece de dizer quem foi esse valente, ensinar o quanto devemos a esse homem, para além do pretenso milagre da treta.
Convém dizer que Álvares Pereira foi um homem do seu tempo, próximo do fim da vida, e como era usual e fizeram muitos senhores nobres da sua época e doutras a seguir, após o falecimento da esposa, contava o Condestável 71 anos, envereda pela religiosidade dos Carmelitas, claro. Tendo vivido pela espada o medo do purgatório sobrepunha-se a tudo o mais no homem medieval, naturalmente convinha ficar de bem com o patrão lá de cima, para assegurar que apanharia o coche certo.
O patético disto tudo é que o grande homem e o grande militar que foi Álvares Pereira, seja agora e apenas lembrado por beatices questionáveis, lembrado por 8 anos de vida monástica, esquecendo os 71 anos anteriores de feitos gloriosos em nome desta parvónia.
Otelo, o demónio de uns, não percebi ainda porquê, recebeu a justa promoção. Enquanto militar, o denodo e valentia com que defendeu a mentira do solo pátrio do ultramar, ficou registado, como Abrilista, à que reconhecer-lhe os excelentes préstimos de estratego, que montou a famosa Abrilada do século XX, antecâmara ainda de todos os sonhos e de todos os pesadelos de reaças e vermelhos.
Nessa duplicidade de herói trágico, preso à dicotomia do odiado e do amado, vilipendiado pelas hostes mais trauliteiras da direita sacrista empedernida, referenciado pelo esquerdelho extremista, Otelo, foi o homem certo num momento fantástico e delirante da história contemporânea deste pequeno Portugal, dele se disseram, ainda dizem, os maiores impropérios e rasgados elogios, de terrorista a oportunista, de comunista a líder de um bando de facínoras, Otelo é a figura de proa da nau “25 de Abril”
Uma só crítica lhe faço, foi pena, muita pena, não ter efectivamente enchida as várias praças de toiros de Portugal com a merda que tínhamos por cá, porque esses castanhos de passeio, já deram crias, que agora já ocupam os lugares dos papás, perpetuando a cultura laxista e inepta do antigamente. Foi promovido e muito bem!
Jaime Neves, a sobriedade em pessoa, o comedimento, maluco até ao tutano, dificilmente seria difícil recordar alguém que personifique o que é ser militar. Essa personificação é Jaime Neves. Eu conhecia o mito Jaime Neves, pela boca do meu tipo que foi seu comandado, a reverência com que passado tantos anos o meu tio falava desse mítico homem e as histórias que contavam embeveciam os meus primos e a mim, tanto ou tão pouco que o meu primo acabou por ser Comando, um dos “meninos” de Jaime Neves, que adorava os seus homens como seus filhos.
Foi um pai duro e austero, mas justo e destemido, merece inteiramente a promoção que esta democracia que ajudou a salvar lhe conceda a distinção que ora lhe faz, tal como o Otelo, é de inteira justiça. Pena é que como Nuno Álvares e Otelo, este país continua a não ensinar aos mais novos, que temos exemplos destes, que curiosamente já não existem, porque os mais são Santanetes, Barrozetes, Cavaquetes, Louçanetes, Jeronimetese Socratetes.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sábado, abril 25, 2009
25 Abril !
Num dia parecido com este há já 35 anos, Portugal sonhava! Ainda adormecido e entorpecido, por quase 60 anos anteriores, de ditaduras opressoras e estupidificantes, Portugal despertava para a luz da democracia e do sonho, com muita pouca sorte, o tempo do sonho pouco durou, a democracia evoluiu para isto em que vivemos hoje, prisioneiros em casa, prisioneiros no condomínio, impedidos de ir ali porque é um bairro de pretos, de ir acolá porque é um bairro de ciganos e de ir além porque é um bairro de brancos, prisioneiros, do medo! Prisioneiros uns dos outros num dito país democrático e desenvolvido, pouco mais somos que um retalho de feudos que pouco evoluiu desde 1385.
Há 35 anos despertava uma aurora de concórdia, que diga-se, sempre despertou em todas as revoluções, ouvindo hoje os discursos da praxe, fico tentado a pegar numa arma e a juntar mais camaradas e rebentar isto tudo a tiro, cada dia que passa me parece mais que precisamos de um 26 de Abril, que verdadeiramente varra a Corja, para sempre desta terra.

Um abraço, democrático e libertador deste vosso amigo
Barão da Tróia
Há 35 anos despertava uma aurora de concórdia, que diga-se, sempre despertou em todas as revoluções, ouvindo hoje os discursos da praxe, fico tentado a pegar numa arma e a juntar mais camaradas e rebentar isto tudo a tiro, cada dia que passa me parece mais que precisamos de um 26 de Abril, que verdadeiramente varra a Corja, para sempre desta terra.

Um abraço, democrático e libertador deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, abril 23, 2009
Entre aqueles rios
Entre dois rios, se passou uma colossal tragédia que foi ponte para outra ainda maior, que ainda acontece, dos heróis, vivos e perecidos, rezará a história, que imprudente omitirá os nomes dos cobardes, dos velhacos e dos imbecis que propiciaram a má ventura daquelas gentes.
Entre dois rios disse-se que nada havia a fazer, mentiras atrás de mentiras, esconderam-se factos, omitiram-se responsabilidades, demitiram-se os do costume, a cobardia tem nomes, bem conhecidos de gordos bonifrates das politiqueirices rafeirosas deste paiszeco imundo, maculado por gente suja e sem pudor, que vive da aleivosia governativa e do compadrio público e privado onde transita de poiso em poiso até aos cinco mil euros de reforma.
Entre dois rios ficaram as vidas de muitos que perderam, só perderam, perdidos ficam também os que ficaram, perdendo os outros e quase se perdendo a si, tal foi a dor sentida pela perda de tantos, amigos, conhecidos e familiares.
Entre dois rios se perpetuou mais um grande hino da gesta de um povo, vencido duplamente pela cobardia, pela estupidez e pela imbecilidade de um país que não cuida dos seus, preferindo esbanjar com os de fora, que não protege quem está desprotegido, antes engorda e em desvelados cuidados trás os corruptos, os cobardes, os velhacos e a escumalha subsídio dependente que entope os canos deste esgoto a céu aberto chamado Portugal.
Faço minhas as palavras de alguém que perdeu os seus naquela tragédia, … tenho vergonha de ser Português… Eu acrescento mais, tenho nojo, asco, dá-me vómitos pensar que estou condenado a ser Português, a ter que ser Português, neste Portugal imundo, infecto e depravado, de gente torpe, boçal, desta corja de vermes sem espinha, que abastardam algo que poderia ser um modelo de paz e concórdia, de desenvolvimento e prosperidade. Ao invés, temos isto .
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
Entre dois rios disse-se que nada havia a fazer, mentiras atrás de mentiras, esconderam-se factos, omitiram-se responsabilidades, demitiram-se os do costume, a cobardia tem nomes, bem conhecidos de gordos bonifrates das politiqueirices rafeirosas deste paiszeco imundo, maculado por gente suja e sem pudor, que vive da aleivosia governativa e do compadrio público e privado onde transita de poiso em poiso até aos cinco mil euros de reforma.
Entre dois rios ficaram as vidas de muitos que perderam, só perderam, perdidos ficam também os que ficaram, perdendo os outros e quase se perdendo a si, tal foi a dor sentida pela perda de tantos, amigos, conhecidos e familiares.
Entre dois rios se perpetuou mais um grande hino da gesta de um povo, vencido duplamente pela cobardia, pela estupidez e pela imbecilidade de um país que não cuida dos seus, preferindo esbanjar com os de fora, que não protege quem está desprotegido, antes engorda e em desvelados cuidados trás os corruptos, os cobardes, os velhacos e a escumalha subsídio dependente que entope os canos deste esgoto a céu aberto chamado Portugal.
Faço minhas as palavras de alguém que perdeu os seus naquela tragédia, … tenho vergonha de ser Português… Eu acrescento mais, tenho nojo, asco, dá-me vómitos pensar que estou condenado a ser Português, a ter que ser Português, neste Portugal imundo, infecto e depravado, de gente torpe, boçal, desta corja de vermes sem espinha, que abastardam algo que poderia ser um modelo de paz e concórdia, de desenvolvimento e prosperidade. Ao invés, temos isto .
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
sábado, abril 18, 2009
Nem acredito!
Sinceramente, até concordo com o tom e a direcção do discurso de Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, concordo até com as bojardas do emprego de balcão fugitivo, enxertado em Presidente da Europa. Concordo em absoluto com a justeza deste tipo de discursos, com os alertas inflamados e pretensamente sentidos daqueles dois senhores, discursos esses proferidos num contexto de uma reunião de “gestores cristãos” o que quer que isso seja, cheira mal a Opus e aventais, discursos, que bem lidos dão igual aos discursos dos amantes da foice e do martelo “os ricos que paguem a crise”.
O que eu acho piada, é esse tipo de discurso vindo de quem vêm, vindo de gente quem quando se pavoneou pelos corredores do poder, fez o inverso daquilo que ora apregoa, caso para dizer “Bem prega Frei Tomás…”Porque essas macabras personagens, são tão culpadas disto como os actuais detentores da cadeira do poder. Ou já se esqueceram das opções de Cavaco ministro e de Barroso serve cafés, sei que o povo tem a memória curta, mas não tão curta que se esqueça dos disparates que nos anos do Oásis, Cavaco ministro permitiu, e quando Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, pede cuidado com os dinheiros públicos, lembro o caso em que Cavaco deu de mão beijada 5 milhões de contos a Thierry Russel, um dos maiores e mais conhecidos vigaristas do mundo. Ele há mais mas este basta como exemplo.
Quanto a Barroso nem sequer deveria ir a este tipo de reuniões, quanto mais falar, deveria ficar lá na sua Europa, que por cá já bastou a sua inépcia governativa, mais um que não deu pelo BPN, mais um que à primeira oportunidade mandou às malvas a terreola e o marxismo extremista e abalou pra terras da Europa, depois de ter servido os cafés aos poderosos do mundo, quando decidiam a guerra imbecil ao Iraque, enquadrados pela nódoa de erva daninha que é o GWB.
Mal, muito mal, vão esses tais gestores cristãos quando o melhor que arranjam para falar são personagens deste quilate, deste grau de indigência, muito mal vai este país que continua a dar ouvidos a gente desta.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
O que eu acho piada, é esse tipo de discurso vindo de quem vêm, vindo de gente quem quando se pavoneou pelos corredores do poder, fez o inverso daquilo que ora apregoa, caso para dizer “Bem prega Frei Tomás…”Porque essas macabras personagens, são tão culpadas disto como os actuais detentores da cadeira do poder. Ou já se esqueceram das opções de Cavaco ministro e de Barroso serve cafés, sei que o povo tem a memória curta, mas não tão curta que se esqueça dos disparates que nos anos do Oásis, Cavaco ministro permitiu, e quando Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, pede cuidado com os dinheiros públicos, lembro o caso em que Cavaco deu de mão beijada 5 milhões de contos a Thierry Russel, um dos maiores e mais conhecidos vigaristas do mundo. Ele há mais mas este basta como exemplo.
Quanto a Barroso nem sequer deveria ir a este tipo de reuniões, quanto mais falar, deveria ficar lá na sua Europa, que por cá já bastou a sua inépcia governativa, mais um que não deu pelo BPN, mais um que à primeira oportunidade mandou às malvas a terreola e o marxismo extremista e abalou pra terras da Europa, depois de ter servido os cafés aos poderosos do mundo, quando decidiam a guerra imbecil ao Iraque, enquadrados pela nódoa de erva daninha que é o GWB.
Mal, muito mal, vão esses tais gestores cristãos quando o melhor que arranjam para falar são personagens deste quilate, deste grau de indigência, muito mal vai este país que continua a dar ouvidos a gente desta.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, abril 17, 2009
Anedota e Palhaçada
“Por vezes é preciso fazer alguma coisa para que tudo fique na mesma”, já não sei quem disse isto primeiro, um dos que me lembro foi Palma Carlos, mas já não recordo a propósito de quê.
Lembrei-me disto a propósito da tal Lei do enriquecimento ilícito, também lhe poderiam ter chamado, Lei das costelas da rinzada ou mesmo um assobio, o que para o caso seria o mesmo, dado que como está essa tal Lei é mais uma das imbecilidades legislativas desta gaiola de malucas.
Possuir esta Lei ou nenhuma, vai dar ao mesmo, a grande corja de vigaristas que reside em Portugal ficará na mesma imune, calculo que até, mais satisfeita, porque os nossos inteligentes e superiores governantes se deram ao trabalho de vomitar uma, mais uma, estuporada e cretina Lei que ninguém vai cumprir e muito menos fazer cumprir ou fiscalizar, excepto nos casos onde algum pobre diabo se esqueça de declarar umas migalhitas que lhe tenham tocado em sorte, por algum motivo, aí sim a implacável máquina fiscal revelará toda a sua magnificência e sancionará o malvado prevaricador que se esqueceu de declarar mil ou dois mil euros que sejam.
Somos e continuamos a ser a risota da Europa civilizada, estamos ao nível dos paraísos mafiosos da Europa de Leste, ex feudo dos da foice e martelo, actual exemplo acabado da Europa a várias velocidades, sendo que alguns desses países nem à União pertencem, nós estamos agarrados aos fundos desde 1986, essas esmolas que deveriam ter feito de nós um país europeu civilizado, o que conseguiram foi manter o nosso lugar entre os mais miseráveis, propiciando apenas o engordar dos porcos do poder.
Mais umas vez vítimas da falta de honestidade e falta de tudo o que significa ser homem honrado, nós os pobres diabos que pagamos esta trampa toda, fomos engolidos pela patranha desta aves de arribação que se dizem governantes e dirigentes deste país de carneirada capada. Será possível que um dia, vejamos este país a ter gente honesta e decente nos governos e nos parlamentos ao invés deste lixo que há décadas, nos suga e nos rouba.
Uma nota final para as custas que os familiares do homicídio de Entre-os-Rios, têm de pagar pela farsa de justiça, que tiveram de passar para tentar, levar algum desses miseráveis cobardes, culpados pelo massacre a pagar pelo que deixaram acontecer, infelizmente neste terra a justiça é isto, é mais uma anedota, neste caso uma anedota triste e que dói, se um destes dias alguém fizer explodir um tribunal, juro que até os percebo.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Lembrei-me disto a propósito da tal Lei do enriquecimento ilícito, também lhe poderiam ter chamado, Lei das costelas da rinzada ou mesmo um assobio, o que para o caso seria o mesmo, dado que como está essa tal Lei é mais uma das imbecilidades legislativas desta gaiola de malucas.
Possuir esta Lei ou nenhuma, vai dar ao mesmo, a grande corja de vigaristas que reside em Portugal ficará na mesma imune, calculo que até, mais satisfeita, porque os nossos inteligentes e superiores governantes se deram ao trabalho de vomitar uma, mais uma, estuporada e cretina Lei que ninguém vai cumprir e muito menos fazer cumprir ou fiscalizar, excepto nos casos onde algum pobre diabo se esqueça de declarar umas migalhitas que lhe tenham tocado em sorte, por algum motivo, aí sim a implacável máquina fiscal revelará toda a sua magnificência e sancionará o malvado prevaricador que se esqueceu de declarar mil ou dois mil euros que sejam.
Somos e continuamos a ser a risota da Europa civilizada, estamos ao nível dos paraísos mafiosos da Europa de Leste, ex feudo dos da foice e martelo, actual exemplo acabado da Europa a várias velocidades, sendo que alguns desses países nem à União pertencem, nós estamos agarrados aos fundos desde 1986, essas esmolas que deveriam ter feito de nós um país europeu civilizado, o que conseguiram foi manter o nosso lugar entre os mais miseráveis, propiciando apenas o engordar dos porcos do poder.
Mais umas vez vítimas da falta de honestidade e falta de tudo o que significa ser homem honrado, nós os pobres diabos que pagamos esta trampa toda, fomos engolidos pela patranha desta aves de arribação que se dizem governantes e dirigentes deste país de carneirada capada. Será possível que um dia, vejamos este país a ter gente honesta e decente nos governos e nos parlamentos ao invés deste lixo que há décadas, nos suga e nos rouba.
Uma nota final para as custas que os familiares do homicídio de Entre-os-Rios, têm de pagar pela farsa de justiça, que tiveram de passar para tentar, levar algum desses miseráveis cobardes, culpados pelo massacre a pagar pelo que deixaram acontecer, infelizmente neste terra a justiça é isto, é mais uma anedota, neste caso uma anedota triste e que dói, se um destes dias alguém fizer explodir um tribunal, juro que até os percebo.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
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