A tal Autoridade da Concorrência, num arroubo de inteligência, multou no final do passado ano, os padeiros por cartelização, ou seja, por em conluio e à sorrelfa terem combinado para aumentar o preço do casqueiro, sim senhor, esta Autoridade é digna de figurar nos anais históricos deste país, por ter topado o padeiral a tentar tapar a massa com a peneira, ainda eles estavam a por a mão na massa, já a toda poderosa Autoridade, os sancionava com a coima respectiva a reverter para os cofretes esburgados e desamparados do Estado.
Os madraços dos padeiros a pensar que poderiam escapar ao longo e sapiente braço da autoridade, longe foi o logro, longe mas não célere nem abrigado, que a astuta e previdente autoridade logo ali derribou com fera coima os vilões da farinhenta guilda, não queriam mais nada do que enganar a omnisciente Autoridade.
Pois é, esta é a mesma autoridade que não há dois meses antes era incapaz de provar que havia cartelização das gasolineiras, com argumentos como, “ o preço da gasolina é público”, “ não existem provas palpáveis”, “ tudo tem que ver com o mercado base”. Provavelmente estavam à espera de relatórias assinados pelos administradores das gasolineiras a concertar os preços, a congeminar estratégias para aumentos sucessivos disparatados e imbecis, estavam à espera de fotografias dos administradores nalgum beco esconso de Lisboa num encontro tipo filme sobre a Máfia. Ah, mas agora já deu para provar a cartelização, agora já existem provas palpáveis, valha-me o santissímo!
Daqui resultam várias conclusões, a primeira, diz respeito aos padeiros que são uns tansos, deixarem-se apanhar, por uma autoridade que não apanha, uma das maiores operações de burla nas gasolinas mas apanha vinte ou trinta zés padeiros, só rir, estou mesmo a ver as reuniões à sucapa, em armazéns de farinha e fermento, todos vestidos de branco com uma saca de farinha a servir de capuz para não serem reconhecidos, de nada lhes valeu, atirar farinha para os olhos da Autoridade , a farinha não surtiu qualquer efeito nos olhos de águia da Autoridade, já se fosse gasolina sem chumbo, a coisa talvez tivesse corrido melhor.
Segunda conclusão, da próxima vez que alguém quiser cartelizar, peça ajuda aos administradores das gasolineiras, aliás aproveito o ensejo para recomendar aos administradores das gasolineiras que promovam cursos de formação sobre cartelização, vão ver o sucesso que irão fazer, além de ganharem uns trocos, porque o erro dos padeiros foi crasso, não pediram ajuda aos gasolineiros, que são os únicos com a chave de sucesso para cartelizar sem apanhar.
Terceira e última conclusão, em Portugal, só os pelintras é que cartelizam e levam pelas orelhas, os embusteiros de gravata de seda, escapam sempre incólumes, porque os seus amigos que os devem vigiar, aos quais eles pagam, claro está, fazem vista grossa, e quando se compara o preço da carcaça e o da gasolina, depressa percebemos quanto valem uns e outros.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, fevereiro 02, 2009
quinta-feira, janeiro 29, 2009
Bastonarices
“ A Regência nomeada no meio da maior pressa e confusão pelo Príncipe era o governo mais medíocre que possamos imaginar, composto quase todo por generais aposentados, que nunca tinham visto um inimigo, ou por advogados que, caso soubessem alguma coisa da jurisprudência do seu país, certamente demonstravam uma total ignorância política e financeira”
Este pequeno comentário está datado de 29 de Setembro de 1808, foi escrito por um português que se chamou William Warre, nascido que foi na Invicta cidade em 1784, troquem os generais por engenheiros e vejam a actualidade de algo escrito há quase duzentos anos, o que mudou?
Isto vem a propósito do excelso Bastonário da ordem dos advogados, que se mostrou muito agastado com a “violência” do Estado sobre os escritórios de advogados, que na sua ingénua para não dizer algo mais desagradável, opinião, devem ser elevados à categoria de santuários, numa clara atitude medievalista de claro corporativismo bacoco e anacrónico, que levanta também precedentes interessantes.
O excesso de garantias é o maior obstáculo a uma Justiça digna desse nome, ao querer fazer dos escritórios dos advogados uma espécie de offshore dos bandalhos, se como está, a tal Justiça já é o que todos nós sabemos, imaginem, se blindarem completamente os escritórias desses camaradas, é o regabofe total, qualquer pilha galinhas fica a salvo, o interesse em combater o crime e o interesse em cumprir a Justiça, que já anda pelas ruas da amargura, cai a pique, mais por baixo que barriga de crocodilo.
Pois mas os senhores das leis, não vivem de fazer Justiça, vivem de salvar bandalhos, por isso a atitude extraordinária do senhor Bastonário, pessoa que alias, em atitudes e palavreado anteriores até demonstrou alguma coragem em afrontar essa quase seita secreta que mina a Justiça, neste caso porém o senhor Bastonário, digamos que meteu a dita na poça, o corporativismozinho militante veio ao de cima e esqueceu-se do bom senso, o pior é que os limitados intelectuais que escrevem as leis são bem capazes de lhe dar ouvidos e fazer dos escritórios dos senhores advogados santuários.
Mas nesse dia deveremos todos nós exigir que os nossos lares sejam também elevados a essa categoria, sim porque é que para me aterrarem em casa, partindo a fechadura e deixando tudo num caos, as forças da autoridade só necessitam de um mandado assinado por um qualquer juízeco de turno e para irem ao escritório do senhor doutor da mula ruça, é preciso mandados, juízes e mais não sei o quê, caramba eu pago impostos, eu não declaro ordenados minímos nem tenho contas nas ilhas Caimão. Todo este corporativismo, esta mania de superioridade dá-me asco!
Um asco grande que se revela em pequenas, coisas, alias advogados e médicos poderiam competir num concurso de arrogância, de quem tem a psicótica mania de que sabe tudo, em relação aos primeiros, conto-vos um episódio, tenho um amigo que trabalha na área da Justiça apesar de ser meu colega de faculdade licenciado em Portugês, trabalha nos serviços de tradução, de quando em vez envia-me emails com coisas escritas por advogados, só vos posso dizer que é de morrer a rir, tanta é a imbecilidade, a falta de cultura, os erros ortográficos, erros de sintaxe de concordância, ainda que se arrogem o ar de sabichões, o curso de advocacia deveria ter a cadeira de Português como obrigatória no curriculo em todos os anos do curso, por exemplo uma que está na moda, no léxico advoguês é o envio de ofícios iniciando-se com a seguinte pérola do linguajar “ Sou a informar”, numa utilização cretina de um anglicismo, imbecil cuja formulação errónea não existe em Português nem se justifica ser utilizado, valha-me Deus, tanta prosápia, tanto fato Armani, tanta gravata de seda,tanto carro de alta cilindrada, tanta doutorice e tanta labreguice.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Este pequeno comentário está datado de 29 de Setembro de 1808, foi escrito por um português que se chamou William Warre, nascido que foi na Invicta cidade em 1784, troquem os generais por engenheiros e vejam a actualidade de algo escrito há quase duzentos anos, o que mudou?
Isto vem a propósito do excelso Bastonário da ordem dos advogados, que se mostrou muito agastado com a “violência” do Estado sobre os escritórios de advogados, que na sua ingénua para não dizer algo mais desagradável, opinião, devem ser elevados à categoria de santuários, numa clara atitude medievalista de claro corporativismo bacoco e anacrónico, que levanta também precedentes interessantes.
O excesso de garantias é o maior obstáculo a uma Justiça digna desse nome, ao querer fazer dos escritórios dos advogados uma espécie de offshore dos bandalhos, se como está, a tal Justiça já é o que todos nós sabemos, imaginem, se blindarem completamente os escritórias desses camaradas, é o regabofe total, qualquer pilha galinhas fica a salvo, o interesse em combater o crime e o interesse em cumprir a Justiça, que já anda pelas ruas da amargura, cai a pique, mais por baixo que barriga de crocodilo.
Pois mas os senhores das leis, não vivem de fazer Justiça, vivem de salvar bandalhos, por isso a atitude extraordinária do senhor Bastonário, pessoa que alias, em atitudes e palavreado anteriores até demonstrou alguma coragem em afrontar essa quase seita secreta que mina a Justiça, neste caso porém o senhor Bastonário, digamos que meteu a dita na poça, o corporativismozinho militante veio ao de cima e esqueceu-se do bom senso, o pior é que os limitados intelectuais que escrevem as leis são bem capazes de lhe dar ouvidos e fazer dos escritórios dos senhores advogados santuários.
Mas nesse dia deveremos todos nós exigir que os nossos lares sejam também elevados a essa categoria, sim porque é que para me aterrarem em casa, partindo a fechadura e deixando tudo num caos, as forças da autoridade só necessitam de um mandado assinado por um qualquer juízeco de turno e para irem ao escritório do senhor doutor da mula ruça, é preciso mandados, juízes e mais não sei o quê, caramba eu pago impostos, eu não declaro ordenados minímos nem tenho contas nas ilhas Caimão. Todo este corporativismo, esta mania de superioridade dá-me asco!
Um asco grande que se revela em pequenas, coisas, alias advogados e médicos poderiam competir num concurso de arrogância, de quem tem a psicótica mania de que sabe tudo, em relação aos primeiros, conto-vos um episódio, tenho um amigo que trabalha na área da Justiça apesar de ser meu colega de faculdade licenciado em Portugês, trabalha nos serviços de tradução, de quando em vez envia-me emails com coisas escritas por advogados, só vos posso dizer que é de morrer a rir, tanta é a imbecilidade, a falta de cultura, os erros ortográficos, erros de sintaxe de concordância, ainda que se arrogem o ar de sabichões, o curso de advocacia deveria ter a cadeira de Português como obrigatória no curriculo em todos os anos do curso, por exemplo uma que está na moda, no léxico advoguês é o envio de ofícios iniciando-se com a seguinte pérola do linguajar “ Sou a informar”, numa utilização cretina de um anglicismo, imbecil cuja formulação errónea não existe em Português nem se justifica ser utilizado, valha-me Deus, tanta prosápia, tanto fato Armani, tanta gravata de seda,tanto carro de alta cilindrada, tanta doutorice e tanta labreguice.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, janeiro 27, 2009
OCDE
Há já algum tem que andava com a pulga atrás da orelha em relação aos senhores do OCDE, depois de relatório de ontem, fiquei com a certeza! Diz o novo relatório que as reformas e o nosso programa do 1º Ciclo é um sucesso e um modelo a seguir pela Europa, claro que me fartei de rir, ou os camaradas da OCDE, estão mesmo muito toldados por eflúvios etílicos, ou não conhecem a realidade da Europa, ou não conhecem mesmo o modelo Luso, que assenta sobretudo no sumo facilitismo, encapotado de novas tecnologias.
Porque entre aquilo que a OCDE, o senhor Primeiro-ministro e a sua acólita da Educação, dizem e a realidade das escolas e dos alunos, existem incongruências clamorosas, que bradam aos céus, o preparado é uma mistela perigosa, junta, professoredo por vezes a roçar o analfabeto tal e tão flagrante é a falta de qualidade cientifíco pedagógica, e baixo nível cultural, com fedelhos irritantes, mimados e tirânicos, com papás lorpas que não topam um boi desta problemática das escolas, nem querem, o que querem é continuar a ter os aviários abertos para receber a canalha ranhosa e mais nada, querem lá saber de aquisições, de conhecimento e de pedagogia, exemplo modelar disso são as inefáveis confederações de pais, se nunca assistiram a reuniões desse tipo de coisas vão, que é o delírio, a ver quem diz mais cretinices.
Isto das estatísticas e dos passes de magia tem destas coisas, a malta arranja uns programas que comecem pela palavra tecnologia, atira com um navegador, de preferência já morto, para não poder reclamar, e milagre os números começam a saltar e nós a ficar cada vez mais bem vistos, tão bem vistos que até servimos de modelo, a quem copiamos o modelo.
As vitímas do afã reformador, estão agora no 6º Ano, quando chegarem ao 10º, os que chegarem, porque entretanto, podem até já estar com o doutoramento feito, antes de lá chegar e fora do edificio escolar, dizia eu que quando chegarem a esse patamar veremos como estão, se for como os actuais produtos de outras infindáveis reformas, estarão prontos para mão de obra barata, que parece ser isso e só isso que interessa aos mandões cá do luso torrão.
Claro que gostava de ver a nossa Educação ser um modelo para a Europa e para o resto do Mundo, claro que gostava de ter excelentes alunos, claro que não acredito neste relatório da OCDE, muito menos em politiqueiros, até porque quando confrontados com alunos de graus de ensino correspondentes da Europa, os nossos alunos modelo, levam sempre abadas de tirar o chapéu, então como é, somos o modelo a seguir, mas os outros que são uns tansos, levam-nos sempre a palma, porque será?
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Porque entre aquilo que a OCDE, o senhor Primeiro-ministro e a sua acólita da Educação, dizem e a realidade das escolas e dos alunos, existem incongruências clamorosas, que bradam aos céus, o preparado é uma mistela perigosa, junta, professoredo por vezes a roçar o analfabeto tal e tão flagrante é a falta de qualidade cientifíco pedagógica, e baixo nível cultural, com fedelhos irritantes, mimados e tirânicos, com papás lorpas que não topam um boi desta problemática das escolas, nem querem, o que querem é continuar a ter os aviários abertos para receber a canalha ranhosa e mais nada, querem lá saber de aquisições, de conhecimento e de pedagogia, exemplo modelar disso são as inefáveis confederações de pais, se nunca assistiram a reuniões desse tipo de coisas vão, que é o delírio, a ver quem diz mais cretinices.
Isto das estatísticas e dos passes de magia tem destas coisas, a malta arranja uns programas que comecem pela palavra tecnologia, atira com um navegador, de preferência já morto, para não poder reclamar, e milagre os números começam a saltar e nós a ficar cada vez mais bem vistos, tão bem vistos que até servimos de modelo, a quem copiamos o modelo.
As vitímas do afã reformador, estão agora no 6º Ano, quando chegarem ao 10º, os que chegarem, porque entretanto, podem até já estar com o doutoramento feito, antes de lá chegar e fora do edificio escolar, dizia eu que quando chegarem a esse patamar veremos como estão, se for como os actuais produtos de outras infindáveis reformas, estarão prontos para mão de obra barata, que parece ser isso e só isso que interessa aos mandões cá do luso torrão.
Claro que gostava de ver a nossa Educação ser um modelo para a Europa e para o resto do Mundo, claro que gostava de ter excelentes alunos, claro que não acredito neste relatório da OCDE, muito menos em politiqueiros, até porque quando confrontados com alunos de graus de ensino correspondentes da Europa, os nossos alunos modelo, levam sempre abadas de tirar o chapéu, então como é, somos o modelo a seguir, mas os outros que são uns tansos, levam-nos sempre a palma, porque será?
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, janeiro 26, 2009
Imbecis
A tal avaliação de professores foi de novo a votos, naquela coisa chamada Parlamento, em mais uma vergonhosa etapa deste ordálio chamado Educação, vergonhosa porque foi uma facécia de aproveitamento político, não que não devam suspender, direi mesmo extinguir esta imbecilidade chamada Processo de Avaliação de Professores, que no modelo “simplex”, prova para quem anda distraído que o que está em causa é uma medida simples de poupança e não a qualidade do exercício da docência, e muito menos a qualidade dos docentes, a avaliação é uma simples conta de merceeiro de bairro, que é ao tipo de gente a quem está entregue este país, mas atenção, poupamos só onde não atinge o nosso bolso, pois claro!
Mas vamos ao início, porque isto está tudo mal desde o início, comecemos pelas universidades que formam os futuros professores, o Estado, dá o aval a essas universidades para que tenham nos seus curriculos cursos “Via Ensino”, que supostamente formam professores, o Estado arrecada, impostos e prebendas, as Universidades propinas e os alunos acabados os cursos vêem esse mesmo Estado declarar abertamente a sua desconfiança em relação às competências das pessoas que as universidades às quais dá o seu aval, formam, esta é a primeira imbecilidade, deste Estado. Sim porque a tal “Via Ensino” não ensina ninguém a dar aulas, os pobres diabos que frequentam essas aulas e esses cursos são massacrados com cadeiras teóricas sem nexo que não servem para nada, não existe um minuto de Pedagogia, de funcionamento de administrativo de escolas, de psicologia de nada, existe um vasto curriculo de cretinices que formam bons investigadores, mas concerteza não forma professores. Esta é segunda das imbecilidades.
De seguida inventou-se um tal estágio, a que se chamou “profissionalização”, durante um ano lectivo, o pobre dianho que queira dar aulas, é “orientado” por um colega orientador que depois o avalia, esta é a primeira avaliação, tem sido esquecida, mas aqui já são avaliados, mal dirão uns, péssimamente digo eu, porque essa coisa da “profissionalização” é mais uma imbecilidade, sem pés nem cabeça, que não avalia porra nenhuma, e pior não ensina nada a ninguém. O que já é a quarta das imbecilidades.
Continuo certo, de que metade dos professores em todos os graus de ensino, estariam melhor noutra qualquer função, como professores são uma nulidade, culpa de quem, claro dum Estado que maltrata a Educação, que desbarata recursos e que não promove o conhecimento e a investigação, na quinta das imbecilidades. Nos anos 80, passaram a ser aceites como professores, todo e qualquer gato sapato que tivesse o 12º ano, foi o fartar vilanagem, engenheiros, arquitectos, advogados entre outras nulidades caíram n o ensino, porque havia falta terrível de professores, dos bons, ora na falta desses, entrou tudo, vinte anos mais tarde, mandaram-se esses para a rua, mas muitos ficaram, o mal estava feito, a imbecilidade foi-se perpetuando. Jardins-de-infância, escolas primárias, secundárias e Universidades, estão cheias de nulidades docentes, que entulham e atropelam a nobre arte de ensinar.
A grande inovação do método da Educação em Portugal é não existir método, ao invés de existir uma linha sequencial nos vários graus de ensino, não, cada um funciona em compartimento estanque, que só aqui e além apresenta pontos comuns, naquilo que é mais uma imbecilidade, não existe a menor preocupação com as crianças, com os alunos, que são o real objecto da Educação, a luta centra-se nas capelinhas, nos feudos de cada classe dentro da classe mais alargada, num exercício de estultíce pura, a tal união da classe, que parece existir nesta recente luta é mera miragem, o que tantos criticaram com a divisão imbecil entre “proessores titulares” e “só professores”, foi simplesmente, colocar em pé de lei uma norma não escrita que os próprios professores já promoviam entre si, vá-se lá saber por quê. Vejam por exemplo o caso dos senhores deputados e deputadas, que no dito “Parlamento”, defendem em antes os privilégios, do seu tacho, esquecendo a profissão, é que bem vistas as coisas, se se portarem bem sempre ficam par a apróxima e 8 anitos de parlamento são uma grande ajuda para a reforma.
Os professores precisam de ser avaliados? Sim sem dúvida! Precisam de ser avaliados para corrigirem vícios, para serem melhores profissionais, para que ser possam extirpar as nulidades que vegetam nas escolas, muitos havia, que agora já na reforma deveriam estar também no banco dos reus, culpados que são do descrédito que caiu a classe, mas a esses já não podemos chegar.
Os professores precisam de ser avaliados para serem melhores profissionais, para que possam ensinar mais e melhor, nunca para serem impedidos de progredir nas suas carreiras, nunca para tal como estão atulhados em banalidades burocráticas tenham de fazer directas sem dormir, conduzir 50 quilómetros e para estar duas horas com os alunos e cinco a tratar de papéis. Este Estado, imbecil, assassina o ensino público, gasta milhões a subvencionar o ensino privado, desbarata recursos, em escolas miseráveis, mal equipadas, troca de manuaias escolares por tudo e por nada, promove estatutos de aluno, que em nada beneficiam ninguém, incluíndo os alunos, ajudados por confederações de pais que pouco ajudam antes atrapalham, num estado de pura imbecilidade, num país de desiducação, onde a Escola, serve para cada vez menos.
O quotidiano, dá razão aos descrentes, a Educação, ensina pouco, os jovens já nem sentem falta da Educação, para não falar que até há uns a quem se paga para estarem na escola e que nem isso aproveitam.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Mas vamos ao início, porque isto está tudo mal desde o início, comecemos pelas universidades que formam os futuros professores, o Estado, dá o aval a essas universidades para que tenham nos seus curriculos cursos “Via Ensino”, que supostamente formam professores, o Estado arrecada, impostos e prebendas, as Universidades propinas e os alunos acabados os cursos vêem esse mesmo Estado declarar abertamente a sua desconfiança em relação às competências das pessoas que as universidades às quais dá o seu aval, formam, esta é a primeira imbecilidade, deste Estado. Sim porque a tal “Via Ensino” não ensina ninguém a dar aulas, os pobres diabos que frequentam essas aulas e esses cursos são massacrados com cadeiras teóricas sem nexo que não servem para nada, não existe um minuto de Pedagogia, de funcionamento de administrativo de escolas, de psicologia de nada, existe um vasto curriculo de cretinices que formam bons investigadores, mas concerteza não forma professores. Esta é segunda das imbecilidades.
De seguida inventou-se um tal estágio, a que se chamou “profissionalização”, durante um ano lectivo, o pobre dianho que queira dar aulas, é “orientado” por um colega orientador que depois o avalia, esta é a primeira avaliação, tem sido esquecida, mas aqui já são avaliados, mal dirão uns, péssimamente digo eu, porque essa coisa da “profissionalização” é mais uma imbecilidade, sem pés nem cabeça, que não avalia porra nenhuma, e pior não ensina nada a ninguém. O que já é a quarta das imbecilidades.
Continuo certo, de que metade dos professores em todos os graus de ensino, estariam melhor noutra qualquer função, como professores são uma nulidade, culpa de quem, claro dum Estado que maltrata a Educação, que desbarata recursos e que não promove o conhecimento e a investigação, na quinta das imbecilidades. Nos anos 80, passaram a ser aceites como professores, todo e qualquer gato sapato que tivesse o 12º ano, foi o fartar vilanagem, engenheiros, arquitectos, advogados entre outras nulidades caíram n o ensino, porque havia falta terrível de professores, dos bons, ora na falta desses, entrou tudo, vinte anos mais tarde, mandaram-se esses para a rua, mas muitos ficaram, o mal estava feito, a imbecilidade foi-se perpetuando. Jardins-de-infância, escolas primárias, secundárias e Universidades, estão cheias de nulidades docentes, que entulham e atropelam a nobre arte de ensinar.
A grande inovação do método da Educação em Portugal é não existir método, ao invés de existir uma linha sequencial nos vários graus de ensino, não, cada um funciona em compartimento estanque, que só aqui e além apresenta pontos comuns, naquilo que é mais uma imbecilidade, não existe a menor preocupação com as crianças, com os alunos, que são o real objecto da Educação, a luta centra-se nas capelinhas, nos feudos de cada classe dentro da classe mais alargada, num exercício de estultíce pura, a tal união da classe, que parece existir nesta recente luta é mera miragem, o que tantos criticaram com a divisão imbecil entre “proessores titulares” e “só professores”, foi simplesmente, colocar em pé de lei uma norma não escrita que os próprios professores já promoviam entre si, vá-se lá saber por quê. Vejam por exemplo o caso dos senhores deputados e deputadas, que no dito “Parlamento”, defendem em antes os privilégios, do seu tacho, esquecendo a profissão, é que bem vistas as coisas, se se portarem bem sempre ficam par a apróxima e 8 anitos de parlamento são uma grande ajuda para a reforma.
Os professores precisam de ser avaliados? Sim sem dúvida! Precisam de ser avaliados para corrigirem vícios, para serem melhores profissionais, para que ser possam extirpar as nulidades que vegetam nas escolas, muitos havia, que agora já na reforma deveriam estar também no banco dos reus, culpados que são do descrédito que caiu a classe, mas a esses já não podemos chegar.
Os professores precisam de ser avaliados para serem melhores profissionais, para que possam ensinar mais e melhor, nunca para serem impedidos de progredir nas suas carreiras, nunca para tal como estão atulhados em banalidades burocráticas tenham de fazer directas sem dormir, conduzir 50 quilómetros e para estar duas horas com os alunos e cinco a tratar de papéis. Este Estado, imbecil, assassina o ensino público, gasta milhões a subvencionar o ensino privado, desbarata recursos, em escolas miseráveis, mal equipadas, troca de manuaias escolares por tudo e por nada, promove estatutos de aluno, que em nada beneficiam ninguém, incluíndo os alunos, ajudados por confederações de pais que pouco ajudam antes atrapalham, num estado de pura imbecilidade, num país de desiducação, onde a Escola, serve para cada vez menos.
O quotidiano, dá razão aos descrentes, a Educação, ensina pouco, os jovens já nem sentem falta da Educação, para não falar que até há uns a quem se paga para estarem na escola e que nem isso aproveitam.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, janeiro 19, 2009
A Oitava Maravilha!
A OCDE, o INE, e todos os outros institutos e instituições, públicas e privadas, portuguesas e estrangeiras, que se dedicam a reduzir a números a vida das pessoas, publicaram um relatório onde se afirma que Portugal é a oitava maravilha do mundo. Segundo essas várias instituições, Portugal é o país mais coerente e constante do mundo, com alguns dos profissionais mais bem pagos e melhor funcionamento da administração pública.
Este recente estudo desmente claramente todos esses arautos da desgraça que por aí saltaricam, enchendo o mundo de lamentos, segundo o estudo, a nossa educação é a terceira melhor do planeta, só suplantada pelo Mali e pela Croácia, somos os melhores médicos, cirurgiões e clínicos. A Justiça em Portugal é a mais diligente e rápida de todas quantas se analisou, a rapidez dos processos, acelerada por novos códigos de processo penal e civil, aligeirou o peso da burocracia, além de que as populares medidas de despenalização, fizeram maravilhas pela estatística, sendo nós também um dos países mais seguros do mundo, onde, praticamente não existem crimes, ou antes onde quase nada é considerado crime, o que é bastante diferente.
A nossa diligente e sapiente Educação, a persistente paixão por ensinar, fez com que em cada cem portugueses, cento e trinta e sete virgula oito por cento tenham um ou mais doutoramentos, ao que parece só aquele antro comuna de Cuba, apresenta um melhor desempenho, somos realmente os maiores. Quando olhamos para a corrupção ela é quase inexistente, uns meros vinte e oito por cento dos internados no modelar sistema prisional português estão a cumprir penas por corrupção, o que nos torna o país menos corrupto do universo.
Os nossos médicos e cirurgiões, nunca erram, de tão excelsa e profissional que é a sua formação, os óbitos ocorrem por pura negligência do doente que não é capaz de entender nem reagir aos excelentes e soberbos desempenhos dos discípulos de Galeno, estão em igual proporção os nossos brilhantes e clarividentes Juízes e Advogados, únicos detentores da chave da verdade, a eles se deve em grande parte o estrepitoso sucesso deste país, que faz inveja aos grandes da Europa.
No ambiente damos cartas ao mundo, o nosso país é o mais bem cuidado do planeta, as nossas estações de tratamento de esgotos as mais eficientes da galáxia, não existe um só cagalhão que fuja ao nosso diligente e soberbo processo de reciclagem, a nossa rede de reservas, parques naturais e zonas de paisagem protegida, faz inveja a muitos dos ditos países desenvolvidos, porque mais uma vez o inovador génio português produziu o que de melhor se faz em termos de protecção do ambiente, quem se lembraria de colocar uma cimenteira dentro de um parque natural para o proteger dos obscuros interesses da construção civil, que melhor forma à de preservar uma arriba ou um sistema de dunas do que lhe espetar em cima umas valentes toneladas de betão e construir condomínios de luxo, ou arrasar pinhais e montados para fazer campos de golfe que efectivamente protejam a fauna e a flora.
Os nossos sistemas de combate a incêndios, de socorro a náufragos e de protecção civil, enchem de inveja os maiores da Europa tal é a sapiência e abundância de meios que possuímos, a par com as nossas forças policiais e forças armadas que fazem a inveja de países ditos civilizados pela elevada qualidade dos seus sistemas de comunicações e armamento, que ombreia com tudo o que de melhor se faz no mundo, desmentindo aqueles que fazem do bota abaixo o seu culto diário. Arautos da desgraça, Portugal progride!
Para culminar, estamos na ponta da lança, no que concerne à utilização, das novas tecnologias, que interessa que fábricas centenárias de loiça, produtos genuínos e fantásticos pereçam na voragem da globalização, se por outro lado parimos para o mundo centos de Magalhães, e bandas largas aos milhares, calai-vos aves de mau agoiro! Que Portugal segue indemne e veloz, à velocidade da luz, directo para os lugares mais cimeiros.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Este recente estudo desmente claramente todos esses arautos da desgraça que por aí saltaricam, enchendo o mundo de lamentos, segundo o estudo, a nossa educação é a terceira melhor do planeta, só suplantada pelo Mali e pela Croácia, somos os melhores médicos, cirurgiões e clínicos. A Justiça em Portugal é a mais diligente e rápida de todas quantas se analisou, a rapidez dos processos, acelerada por novos códigos de processo penal e civil, aligeirou o peso da burocracia, além de que as populares medidas de despenalização, fizeram maravilhas pela estatística, sendo nós também um dos países mais seguros do mundo, onde, praticamente não existem crimes, ou antes onde quase nada é considerado crime, o que é bastante diferente.
A nossa diligente e sapiente Educação, a persistente paixão por ensinar, fez com que em cada cem portugueses, cento e trinta e sete virgula oito por cento tenham um ou mais doutoramentos, ao que parece só aquele antro comuna de Cuba, apresenta um melhor desempenho, somos realmente os maiores. Quando olhamos para a corrupção ela é quase inexistente, uns meros vinte e oito por cento dos internados no modelar sistema prisional português estão a cumprir penas por corrupção, o que nos torna o país menos corrupto do universo.
Os nossos médicos e cirurgiões, nunca erram, de tão excelsa e profissional que é a sua formação, os óbitos ocorrem por pura negligência do doente que não é capaz de entender nem reagir aos excelentes e soberbos desempenhos dos discípulos de Galeno, estão em igual proporção os nossos brilhantes e clarividentes Juízes e Advogados, únicos detentores da chave da verdade, a eles se deve em grande parte o estrepitoso sucesso deste país, que faz inveja aos grandes da Europa.
No ambiente damos cartas ao mundo, o nosso país é o mais bem cuidado do planeta, as nossas estações de tratamento de esgotos as mais eficientes da galáxia, não existe um só cagalhão que fuja ao nosso diligente e soberbo processo de reciclagem, a nossa rede de reservas, parques naturais e zonas de paisagem protegida, faz inveja a muitos dos ditos países desenvolvidos, porque mais uma vez o inovador génio português produziu o que de melhor se faz em termos de protecção do ambiente, quem se lembraria de colocar uma cimenteira dentro de um parque natural para o proteger dos obscuros interesses da construção civil, que melhor forma à de preservar uma arriba ou um sistema de dunas do que lhe espetar em cima umas valentes toneladas de betão e construir condomínios de luxo, ou arrasar pinhais e montados para fazer campos de golfe que efectivamente protejam a fauna e a flora.
Os nossos sistemas de combate a incêndios, de socorro a náufragos e de protecção civil, enchem de inveja os maiores da Europa tal é a sapiência e abundância de meios que possuímos, a par com as nossas forças policiais e forças armadas que fazem a inveja de países ditos civilizados pela elevada qualidade dos seus sistemas de comunicações e armamento, que ombreia com tudo o que de melhor se faz no mundo, desmentindo aqueles que fazem do bota abaixo o seu culto diário. Arautos da desgraça, Portugal progride!
Para culminar, estamos na ponta da lança, no que concerne à utilização, das novas tecnologias, que interessa que fábricas centenárias de loiça, produtos genuínos e fantásticos pereçam na voragem da globalização, se por outro lado parimos para o mundo centos de Magalhães, e bandas largas aos milhares, calai-vos aves de mau agoiro! Que Portugal segue indemne e veloz, à velocidade da luz, directo para os lugares mais cimeiros.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, janeiro 14, 2009
Fait divers!
I
Nesta barafunda a que continuamos a insistir chamar um país, a esta farsa que chamamos Estado de Direito, só para alguns claro está, ficamos hoje a saber que o buraco do BPN ascende 1300 milhões de Euros! Como é possível um cataclismo destes, como é possível que tanta gente séria e respeitável acima de qualquer suspeita cometa tais esburgos, sem mais aquela, pior, como é possível que um Estado vá cobrir aquele autêntico buraco negro bancário, aplicando naquela cloaca o dinheiro de todos nós para salvar o que dificilmente terá salvação.
Quem será punido por mais esta imbecilidade económica? Como de costume ninguém, ou se alguém for dentro será por pouco tempo, até porque os milhõeszinhos já estão há muito em lugar seguro. E nós a pagar claro está!
II
Cardeal Patriarca de Lisboa, Dom José Policarpo, pessoa que me habituei a ouvir com agrado mesmo quando discordo em absoluto do que diz, aprecio o homem e a coragem da defesa das suas convicções, pessoa com quem me cruzei duas ou três vezes enquanto fui Escuteiro, proferiu umas declarações que subscrevo inteiramente, insuspeita é esta minha anuência pois como todos sabem sou completamente ateu, não perco um segundo com religiões, no entanto sempre gostei de José Policarpo pessoa, pela sua intransigente defesa do ser humano do respeito e civismo, as declarações que proferiu em relação aos Muçulmanos, são a mais pura e dura realidade, quer se queira quer não, e ponto final.
III
Portugal é um país, produto de alguma experiência diabólica, que junta várias qualidades humanas, leia-se defeitos, num só tipo humano, o Homo Lusitanus, essa criatura, labrega e boçal, que arrasta a sua boçalidade em actividades futeboleiras e festarolas báquicas, em que o objectivo primordial é entorpecer completamente os pequenos e mirrados cérebros, demolhados em álcoois, ensopados por coiratos e bifanas de barrasco espanhol a saber a mijo.
E é este fedor a urina, fezes e demais pestilências, que faz do cada vez mais ameaçado meio ambiente de uma terra que não há muitos anos era um ainda paraíso nesta Europa devastada, hoje muitos desses países há décadas despertos para os problemas ambientais foram a tempo salvar o pouco que lhes restava e tentam salvar e preservar o que ainda tem salvação, por cá é o contrário, caminhamos alegremente para a perdição, numa orgia de cimento e betão, fazendo lembrar os piores tempos do Cavaquismo neo-liberal, que veio desembocar a isto que temos agora.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Nesta barafunda a que continuamos a insistir chamar um país, a esta farsa que chamamos Estado de Direito, só para alguns claro está, ficamos hoje a saber que o buraco do BPN ascende 1300 milhões de Euros! Como é possível um cataclismo destes, como é possível que tanta gente séria e respeitável acima de qualquer suspeita cometa tais esburgos, sem mais aquela, pior, como é possível que um Estado vá cobrir aquele autêntico buraco negro bancário, aplicando naquela cloaca o dinheiro de todos nós para salvar o que dificilmente terá salvação.
Quem será punido por mais esta imbecilidade económica? Como de costume ninguém, ou se alguém for dentro será por pouco tempo, até porque os milhõeszinhos já estão há muito em lugar seguro. E nós a pagar claro está!
II
Cardeal Patriarca de Lisboa, Dom José Policarpo, pessoa que me habituei a ouvir com agrado mesmo quando discordo em absoluto do que diz, aprecio o homem e a coragem da defesa das suas convicções, pessoa com quem me cruzei duas ou três vezes enquanto fui Escuteiro, proferiu umas declarações que subscrevo inteiramente, insuspeita é esta minha anuência pois como todos sabem sou completamente ateu, não perco um segundo com religiões, no entanto sempre gostei de José Policarpo pessoa, pela sua intransigente defesa do ser humano do respeito e civismo, as declarações que proferiu em relação aos Muçulmanos, são a mais pura e dura realidade, quer se queira quer não, e ponto final.
III
Portugal é um país, produto de alguma experiência diabólica, que junta várias qualidades humanas, leia-se defeitos, num só tipo humano, o Homo Lusitanus, essa criatura, labrega e boçal, que arrasta a sua boçalidade em actividades futeboleiras e festarolas báquicas, em que o objectivo primordial é entorpecer completamente os pequenos e mirrados cérebros, demolhados em álcoois, ensopados por coiratos e bifanas de barrasco espanhol a saber a mijo.
E é este fedor a urina, fezes e demais pestilências, que faz do cada vez mais ameaçado meio ambiente de uma terra que não há muitos anos era um ainda paraíso nesta Europa devastada, hoje muitos desses países há décadas despertos para os problemas ambientais foram a tempo salvar o pouco que lhes restava e tentam salvar e preservar o que ainda tem salvação, por cá é o contrário, caminhamos alegremente para a perdição, numa orgia de cimento e betão, fazendo lembrar os piores tempos do Cavaquismo neo-liberal, que veio desembocar a isto que temos agora.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, janeiro 13, 2009
Nós por cá!
Em boa hora a SIC decidiu transportar um apontamento integrado no jornal da noite, para um formato de programa, direi mais naquele que é o melhor programa de comédia da televisão nacional. O CQC, da TVI, também é excelente, mas o Nós Por Cá, é mesmo soberbo. O repositório do portuga, do tuga, do labrego lusitano, sob as suas mais variadas roupagens, o lorpa, o politico idiota, o autarca mentecapto, o cretino, o nódoa, o estafermo, o paspalho, o nabo, o basbaque, o energúmeno, o suíno, o borrabotas, o bobo, o bandalho, o badalhoco, o bardamerda, o cavalgadura ou mesmo o imbecil anónimo estão todos lá, todo, todo o excepcional espectro da avifauna lusa, as avantesmas analfabrutas desta terra esplanadas em tecnologia de ponta nos plasmas e LCD de Portugal, mostrando que a Banda Larga, o TGV, o Magalhães e outras brincadeiras, precisavam de ser repensadas, porque nas mais das vezes aquilo que se assiste são a tramas medievais, passadas claro está na ubiquidade perene deste passar do tempo à lusitana, a rataria nacional no seu melhor, em grande e à grande. Parabéns ao programa.
Dispensável, é aquela coisa de levar lá uns zezinhos para botar faladura, dispensável e chato, que ninguém tem pachorra para estar a aturar as bojardas daqueles convivas de circunstâncias, alguns com ar de absoluto enfado, como que tolhidos pela surpresa das muitas e variadas imbecilidades a que assistem ficam quase que sem pio perante as estúrdias e inenarráveis faltas de civismo que denotam em antes uma atroz e pavorosa indigência intelectual de um povo. O programa “Nós por cá” irá fazer mais por este país que cem tratados de sociologia, será uma maneira excelente de ver o que realmente somos, uma cambada de emplastros, canhestros analfabetos e sem o mínimo rasgo de civismo, asseio e respeito pelos outros.
Por outro lado o programa serve de paliativo à crise, numa catarse colectiva, dá para rir a bandeiras despregadas, eu pelo menos encho o papinho, é rir a bom rir, de tanto imbecil e tanta imbecilidade, das mais rocambolescas, até aquelas que se nos metem pelos olhos adentro, onde de imediato se percebe o cheiro da corrupção do compadrio do amiguismo, daquela coisa tão nossa de untar as mãos e viver à conta de esquemas e roubo dos dinheiros públicos, é só rir!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Dispensável, é aquela coisa de levar lá uns zezinhos para botar faladura, dispensável e chato, que ninguém tem pachorra para estar a aturar as bojardas daqueles convivas de circunstâncias, alguns com ar de absoluto enfado, como que tolhidos pela surpresa das muitas e variadas imbecilidades a que assistem ficam quase que sem pio perante as estúrdias e inenarráveis faltas de civismo que denotam em antes uma atroz e pavorosa indigência intelectual de um povo. O programa “Nós por cá” irá fazer mais por este país que cem tratados de sociologia, será uma maneira excelente de ver o que realmente somos, uma cambada de emplastros, canhestros analfabetos e sem o mínimo rasgo de civismo, asseio e respeito pelos outros.
Por outro lado o programa serve de paliativo à crise, numa catarse colectiva, dá para rir a bandeiras despregadas, eu pelo menos encho o papinho, é rir a bom rir, de tanto imbecil e tanta imbecilidade, das mais rocambolescas, até aquelas que se nos metem pelos olhos adentro, onde de imediato se percebe o cheiro da corrupção do compadrio do amiguismo, daquela coisa tão nossa de untar as mãos e viver à conta de esquemas e roubo dos dinheiros públicos, é só rir!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, janeiro 09, 2009
Reestruturação ou talvez Não!
Dizia o outro que “por vezes é necessário fazer alguma coisa para que tudo fique na mesma”, ou então que é “preciso fazer alguma coisa para que tudo fique pior” digo eu! ´Que é o que se passa com a famigerada reestruturação da Guarda Nacional Republicana. Uma vez mais os doutos e sapientes cérebros que desgovernam as forças de segurança, fizeram parir uma reestruturação, que na modesta opinião de quem como eu é um simples observador desprovido de conhecimentos técnicos, vai ser como se dizia na minha “guerra” uma valente e “real cagada em três actos”.
Quer-me a mim parecer que a rapaziada do ar condicionado que pensa nestas coisas, não tem muito bem a noção do país onde vive, o que como em outros casos se percebe perfeitamente, pela pura e dura imbecilidade das alterações, não discuto as soluções técnicas se bem que sobre elas tenha opinião formada há muito tempo. Centrar-me-ei só num pontinho que a mim me fez confusão, que passo a explicar.
As nossas forças policiais estão num grau crescendo de desmoralização, seguramente atingiram o zero, desmotivados, mal pagos, insultados e as mais das vezes sem meios, estes homens e mulheres tentam cumprir o melhor que podem a tarefa que lhes está atribuída, quantas e quantas vezes de forma abnegada e em detrimento da família, esta gente devia ser acarinhada e bem tratada, porque são cada vez mais a nossa “thin red line”contra a escumalha subsídio dependente da roubalheira, do tráfico e do homicídio, visto como está que os tribunais estão apostados em libertar todos os tabardilhas galfarros por mais perigosos que sejam.
Não admira pois que nos jornais, surjam notícias a dizer que os homens e mulheres das forças policiais estão desmotivados, insensato seria que não estivessem, tal o abandono a que têm sido votados, relembre-se a trapalhice das Glock, a legislação completamente desadequada do novo mundo do crime, os salários miseráveis, a assustadora taxa de suícidios e doenças do foro psiquiátrico e psicológico que deveria fazer a rapaziada do ar condicionado sentir-se envergonhada, ainda a semana passada uma jovem militar da GNR se suicidou deixando orfão uma criancinha pequena, nas televisões não dei por terem dado cobertura ao caso, estavam demasiado ocupados a dar enfase a um entulho que depois de roubar um carro e disparar para o polícia levou e bem um balázio nos cornos. Esta dualidade de critérios em que se defende e promove a escumalha e se esquecem de quem nos defende, dá-me nojo.
Voltando à reestruturação, as tragalhadancices usuais extinguem umas unidades, ou antes dão-lhes um novo nome, e, ponto que realmente me faz chocar, criam 3 ou 4 novos tachos para Major-general, dentro da estrutura da GNR, vai até existir um major general a comandar uma unidade de 750 homens, ora isto é claramente deitar dinheiro à rua, além de vergonhoso, já nem falo no fecho de postos, nos transtornos para o pessoal que terá de se deslocar para novas unidades, falo na vergonhosa e despendiosa criação de mais lugares de tacho, quando as necessidades de meios de instalações e de condições são tão gritantes.
Aos homens e mulheres das nossas forças policiais só posso, infelizmente dizer obrigado, obrigado por continuarem a desempenhar a vossa função o melhor que podem e sabem, na certeza porém de que, muita coisa está mal, que existe dentro dessa estrutura gente sem brio, mas que não serão essas poucas ovelhas ronhosas que farão manchar a vossa excelente prestação.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Quer-me a mim parecer que a rapaziada do ar condicionado que pensa nestas coisas, não tem muito bem a noção do país onde vive, o que como em outros casos se percebe perfeitamente, pela pura e dura imbecilidade das alterações, não discuto as soluções técnicas se bem que sobre elas tenha opinião formada há muito tempo. Centrar-me-ei só num pontinho que a mim me fez confusão, que passo a explicar.
As nossas forças policiais estão num grau crescendo de desmoralização, seguramente atingiram o zero, desmotivados, mal pagos, insultados e as mais das vezes sem meios, estes homens e mulheres tentam cumprir o melhor que podem a tarefa que lhes está atribuída, quantas e quantas vezes de forma abnegada e em detrimento da família, esta gente devia ser acarinhada e bem tratada, porque são cada vez mais a nossa “thin red line”contra a escumalha subsídio dependente da roubalheira, do tráfico e do homicídio, visto como está que os tribunais estão apostados em libertar todos os tabardilhas galfarros por mais perigosos que sejam.
Não admira pois que nos jornais, surjam notícias a dizer que os homens e mulheres das forças policiais estão desmotivados, insensato seria que não estivessem, tal o abandono a que têm sido votados, relembre-se a trapalhice das Glock, a legislação completamente desadequada do novo mundo do crime, os salários miseráveis, a assustadora taxa de suícidios e doenças do foro psiquiátrico e psicológico que deveria fazer a rapaziada do ar condicionado sentir-se envergonhada, ainda a semana passada uma jovem militar da GNR se suicidou deixando orfão uma criancinha pequena, nas televisões não dei por terem dado cobertura ao caso, estavam demasiado ocupados a dar enfase a um entulho que depois de roubar um carro e disparar para o polícia levou e bem um balázio nos cornos. Esta dualidade de critérios em que se defende e promove a escumalha e se esquecem de quem nos defende, dá-me nojo.
Voltando à reestruturação, as tragalhadancices usuais extinguem umas unidades, ou antes dão-lhes um novo nome, e, ponto que realmente me faz chocar, criam 3 ou 4 novos tachos para Major-general, dentro da estrutura da GNR, vai até existir um major general a comandar uma unidade de 750 homens, ora isto é claramente deitar dinheiro à rua, além de vergonhoso, já nem falo no fecho de postos, nos transtornos para o pessoal que terá de se deslocar para novas unidades, falo na vergonhosa e despendiosa criação de mais lugares de tacho, quando as necessidades de meios de instalações e de condições são tão gritantes.
Aos homens e mulheres das nossas forças policiais só posso, infelizmente dizer obrigado, obrigado por continuarem a desempenhar a vossa função o melhor que podem e sabem, na certeza porém de que, muita coisa está mal, que existe dentro dessa estrutura gente sem brio, mas que não serão essas poucas ovelhas ronhosas que farão manchar a vossa excelente prestação.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, janeiro 06, 2009
A montanha não pariu! Sequer um rato.
Falou e disse, nada! O senhor Primeiro entre os ministros, arengou durante largeirões minutos, sobre tudo em especialmente sobre absolutamente nada, limitando-se a defender o indefensável, honra lhe seja feita o homem é inamovível, na coragem e coerência com que defende as abstruzidades que vai declarando defendendo-as como se fossem as maiores das verdades deste mundo lusitano.
Mal, muito mal também os dois jornaleiros que até são rapaziada esperta, nervosos, com o assunto estudado, mas que se atropelaram indignamente tentando confundir o PM, nesse jogo o senhor em causa é exímio e os dois rapazes saíram claramente de rabo de rojo, o início também foi péssimo a escolha do célebre estatuto dos Açores, foi um escolha estulta e desprovida de senso, a quem interessam as guerrinhas mesquinhas da partidarite lusa, a ninguém excepto aos seus promotores que tentam ensacar ganhos estratégicos obscuros na lógica da politiquice rafeira e cretina que há já largos tempos conspurca os corredores do poder cá no burgo, porque a não ser assim, a discussão assentaria sobre o estatuto da Madeira, intocável, sobre o próprio modelo politíco da nação, que urge reforma séria e sobre a vergonhosa lei de financiamento dos partidos, mas quanto a isso nada a declarar.
Esperei palavras sobre os dois milhões de idosos que vivem com pensões miseráveis, enquanto uns milhares de galfarros de minorias várias, umas a cor outras sem cor, folgam de costa direita com rendimentos para tudo e por nada com casas à borla, porque nem renda pagam, já para não falar nas reformas milionárias de outros reformados aos cinquenta anos, esperei em vão, novas de políticas concretas de acerto com uma Europa que nos foge a sete pés, nada! Palavreado oco sem conteúdo, meias verdades, propaganda antiga de encher o bicho do ouvido aos acólitos que agitam a bandeirinha nos discursos inflamados, isto é Socialismo? O tanas, isto pode ser muita coisa, socialismo, não será, será vento, ou chuva que não bate assim. Esperei novas, e das novas não tive sequer um vislumbre!
Versejou alegremente o doutor senhor Engenheiro sobre a Educação, sobre o sucesso magalhânico, nas escolas, não há giz, telhados, aquecimento, laboratórias, equipamentos, cultura, civismo, educação, mas existem os Magalhães, perdão, também não existem, afinal o que há nas escolas? O sucesso inaudito do ensino profissional, que conjunto com curriculos alternativos e novas oportunidades, lançam no mercado de trabalho gente cheia de diplomas e que não sabe uma letra do tamanho de um boi, como se pode falar de avaliar de massacrar os professores quando existem escolas onde o ensino tecnológico carece de meios, escolas onde na mesma turma se dois alunos precisarem de lixar um prancha de pinho, só um o pode fazer porque só existe uma lixadeira, tenha vergonha senhor ministro! Como espera o senhor que se aprenda e se ensine em sitíos que servem para tudo excepto para ensinar, onde professores miseravelmente pagos, tem de aturar os fedelhos birrentos filhos desta sociedade imbecil, atulhados em papelada, obrigados a fazer formação que tem de pagar do seu bolso, tenha vergonha senhor ministro!
Para além disto, mais nada disse de relevante, excepto umas bojardas sobre a recessão, a crise que ninguém previu, mentira, porque muitos a previram, começando pelo seu inefável ministro Pinho que chegou ao ponto de decretar o fim da crise, quando ela ainda nem sequer tinha começado. Junte-se esta entrevista ao discurso de Sua Excelência o senhor Presidente da Republica e temos o mais acabado exemplo da ruinosa classe que nos governa. Resumindo foi triste, muito triste, notem que até tinha começado bem às 19.00h com o “Nós Por Cá”!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Mal, muito mal também os dois jornaleiros que até são rapaziada esperta, nervosos, com o assunto estudado, mas que se atropelaram indignamente tentando confundir o PM, nesse jogo o senhor em causa é exímio e os dois rapazes saíram claramente de rabo de rojo, o início também foi péssimo a escolha do célebre estatuto dos Açores, foi um escolha estulta e desprovida de senso, a quem interessam as guerrinhas mesquinhas da partidarite lusa, a ninguém excepto aos seus promotores que tentam ensacar ganhos estratégicos obscuros na lógica da politiquice rafeira e cretina que há já largos tempos conspurca os corredores do poder cá no burgo, porque a não ser assim, a discussão assentaria sobre o estatuto da Madeira, intocável, sobre o próprio modelo politíco da nação, que urge reforma séria e sobre a vergonhosa lei de financiamento dos partidos, mas quanto a isso nada a declarar.
Esperei palavras sobre os dois milhões de idosos que vivem com pensões miseráveis, enquanto uns milhares de galfarros de minorias várias, umas a cor outras sem cor, folgam de costa direita com rendimentos para tudo e por nada com casas à borla, porque nem renda pagam, já para não falar nas reformas milionárias de outros reformados aos cinquenta anos, esperei em vão, novas de políticas concretas de acerto com uma Europa que nos foge a sete pés, nada! Palavreado oco sem conteúdo, meias verdades, propaganda antiga de encher o bicho do ouvido aos acólitos que agitam a bandeirinha nos discursos inflamados, isto é Socialismo? O tanas, isto pode ser muita coisa, socialismo, não será, será vento, ou chuva que não bate assim. Esperei novas, e das novas não tive sequer um vislumbre!
Versejou alegremente o doutor senhor Engenheiro sobre a Educação, sobre o sucesso magalhânico, nas escolas, não há giz, telhados, aquecimento, laboratórias, equipamentos, cultura, civismo, educação, mas existem os Magalhães, perdão, também não existem, afinal o que há nas escolas? O sucesso inaudito do ensino profissional, que conjunto com curriculos alternativos e novas oportunidades, lançam no mercado de trabalho gente cheia de diplomas e que não sabe uma letra do tamanho de um boi, como se pode falar de avaliar de massacrar os professores quando existem escolas onde o ensino tecnológico carece de meios, escolas onde na mesma turma se dois alunos precisarem de lixar um prancha de pinho, só um o pode fazer porque só existe uma lixadeira, tenha vergonha senhor ministro! Como espera o senhor que se aprenda e se ensine em sitíos que servem para tudo excepto para ensinar, onde professores miseravelmente pagos, tem de aturar os fedelhos birrentos filhos desta sociedade imbecil, atulhados em papelada, obrigados a fazer formação que tem de pagar do seu bolso, tenha vergonha senhor ministro!
Para além disto, mais nada disse de relevante, excepto umas bojardas sobre a recessão, a crise que ninguém previu, mentira, porque muitos a previram, começando pelo seu inefável ministro Pinho que chegou ao ponto de decretar o fim da crise, quando ela ainda nem sequer tinha começado. Junte-se esta entrevista ao discurso de Sua Excelência o senhor Presidente da Republica e temos o mais acabado exemplo da ruinosa classe que nos governa. Resumindo foi triste, muito triste, notem que até tinha começado bem às 19.00h com o “Nós Por Cá”!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
domingo, janeiro 04, 2009
Monsieur Le President!
Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, finalmente abriu o armazém de migalhas de bolo-rei para proferir um inusitado discurso de miserabilismo novel anual, concorde-se ou não com a criatura, é triste verificar que os lugares comuns do senso catastrófico “demodé”, tão ao gosto do género hollyodesco do filme catástrofe de classe B dos anos 70, voltam neste ressuscitado Ed Wood à portuguesa em tonitruantes silvos na voz cava e macilenta quase imperceptível naquele sotaque, meio taberna de Alfama, meio algarvio com toques de sopinha de massa, que Sua Excelência exibe nestas ocasiões de estadão e protocolo, como se alguém com um pingo de massa cinzenta lhe desse algum crédito.
No entanto devo confessar que gostei do discurso, genericamente gostei, o que claramente demonstra que não tenho um grama de neurónios, Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, finalmente trouxe à baila algo que nos interessa a nós pobres diabos que pagamos os vários ordenados que alimentam Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, bem como a muitos dos seus acólitos, a crise.
O endividamento excessivo, o viver acima das posses, ora estes são temas que Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, bem conhece, nos seus já esquecidos e longínquos tempos de Primeiro-ministro, Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, lançou as bases deste endividamento excessivo e criou a política do miserabilismo intelectual, recordemos o caso Saramago e aquela criatura chamada Sousa Lara, o miserabilismo salarial, o miserabilismo académico, enfim enquanto Primeiro-ministro Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, foi o campeão do miserabilismo Luso, é pois com todo o mérito e propriedade, que transvestido em paladino da verdade, Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, fala da crise e do miserabilismo, por oposição aos fadários rosa do senhor Primeiro-ministro actual que vive num conto de fadas magalhânico, sonhando com velas desfraldas a singrar mares oceanos de fio a pavio em internauticas navegações, com os endividados municípios a terem de assumir a despesa dos navegantes.
Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, falou e bem! Falou essencialmente, de si, do seu passado e presente, falou da escola que criou, directivas que todos os posteriores seguidores no cargo copiaram, avolumando o “mostro”, o endividamento, o despesismo e a falta de norte disto tudo. Faltou a Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, falar dos pobres, dos que trabalham sustentando esta cloaca, do sistema político infecto, olha razão tem o Alberto que quer ser um estado federal.
Um abraço de bem-vindas ao novo ano deste vosso amigo
Barão da Tróia
No entanto devo confessar que gostei do discurso, genericamente gostei, o que claramente demonstra que não tenho um grama de neurónios, Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, finalmente trouxe à baila algo que nos interessa a nós pobres diabos que pagamos os vários ordenados que alimentam Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, bem como a muitos dos seus acólitos, a crise.
O endividamento excessivo, o viver acima das posses, ora estes são temas que Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, bem conhece, nos seus já esquecidos e longínquos tempos de Primeiro-ministro, Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, lançou as bases deste endividamento excessivo e criou a política do miserabilismo intelectual, recordemos o caso Saramago e aquela criatura chamada Sousa Lara, o miserabilismo salarial, o miserabilismo académico, enfim enquanto Primeiro-ministro Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, foi o campeão do miserabilismo Luso, é pois com todo o mérito e propriedade, que transvestido em paladino da verdade, Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, fala da crise e do miserabilismo, por oposição aos fadários rosa do senhor Primeiro-ministro actual que vive num conto de fadas magalhânico, sonhando com velas desfraldas a singrar mares oceanos de fio a pavio em internauticas navegações, com os endividados municípios a terem de assumir a despesa dos navegantes.
Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, falou e bem! Falou essencialmente, de si, do seu passado e presente, falou da escola que criou, directivas que todos os posteriores seguidores no cargo copiaram, avolumando o “mostro”, o endividamento, o despesismo e a falta de norte disto tudo. Faltou a Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, falar dos pobres, dos que trabalham sustentando esta cloaca, do sistema político infecto, olha razão tem o Alberto que quer ser um estado federal.
Um abraço de bem-vindas ao novo ano deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, dezembro 23, 2008
FELIZ NATAL
quinta-feira, dezembro 18, 2008
Santanurang
O último acto desta opereta bufa que tem sido o consulado de FL à frente do PSD, caiu ontem, com o anúncio de Santana como candidato à Câmara de Lisboa. Sócrates esfrega as mãos de contente, não tarda nada que o Santana põe o PSD novamente de pantanas e ele ganha de novo com maioria, já que daquele lado está descansado, com tanta falta de intelecto.
FL, como ministra foi a nulidade que bem conhecemos, na educação foi disparate atrás de disparate, na economia, engordou o tal “Monstro”, que o outro criou e agora que assenta a nalga em poleiro superior veio ao terreiro cagar sentenças sobre o mesmo, resumindo, o PSD, não é uma opção credível!
Já existia o bumerang, o Cavacurang, o Soaresrurang e agora temos o Santanurang, os últimos três são protótipos lusos, os aborigenes ficariam coradinhos de vergonha, os seus bumerangues não chegam aos calcanhares de nenhum dos protótipos lusos, que por mais longe que se atirem, aranjam sempre maneira de voltar, por falar em voltar e só para rimar, votar em Santana, é algo que desafia qualquer pessoa com pelo menos dois neurónios intactos. Resolvi, experimentar e ver em que situações é que eu votaria em Santana Lopes, para o que quer que seja, incluindo porteiro de balneários públicos. Por exemplo, eleições para a câmara de Lisboa, escolher entre Santana e Costa, claro votava em Costa, Santana e Pinto da Costa, até votava no Pinto, Santana e um poste de iluminação pública, fogo ganhava o poste de certeza, Santana e um arrumador, aí abstinha-me, Santana e uma sandes de coirato, ganhava a sandocha, Santana sem mais ninguém, por mim o sem mais ninguém ganhava.
Percebem, é isto que sinceramente não entendo, votar em Santana, é o mesmo que usar o mesmo papel higiénico duas vezes, votar em Santana é estar à beira do precipício e dar um passo em frente, será o mesmo que ir jogar roleta russa e encher o tambor de munições, por isso é que me faz confusão, gente que se afirma dotada e inteligente, fazer escolhas destas!
Claro que a FL, não restava outra alternativa depois da toda poderosa distrital de Lisboa impor o seu candidato, a fraqueza política do PSD, de FL e dos seus seguidores incluindo um que não é mas é porque está no mais alto cargo da nação, faz com que as diversas tropelias do Ti Alberto fiquem sempre sem comentários, a falta de concentrado, a uma porque nasceu sem ele a outro porque nunca o teve, deveria incomodar as bases de um partido que se diz social e democrata, pobres base de canhestros analfabrutos, que atacados de partidarite aguda só vêm laranjada.
Em meia dúzia de meses, o PSD, passou de um Mendes mediano, pouco credível, disparatado, apunhalado por Santana, para um Meneses, barraqueiro e malidecente que amua, apunhalado por Santana, por um presuntivo candidato Marcelo sabe tudo, que já se viu que afinal não percebe de nada, já anteriormente apunhalado por Santana, para uma FL, que às costas carrega os antecedentes de uma carreira governativa triste e medíocre, que será de certeza apunhalada pelo mesmo assim que ele tiver hipotese.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
FL, como ministra foi a nulidade que bem conhecemos, na educação foi disparate atrás de disparate, na economia, engordou o tal “Monstro”, que o outro criou e agora que assenta a nalga em poleiro superior veio ao terreiro cagar sentenças sobre o mesmo, resumindo, o PSD, não é uma opção credível!
Já existia o bumerang, o Cavacurang, o Soaresrurang e agora temos o Santanurang, os últimos três são protótipos lusos, os aborigenes ficariam coradinhos de vergonha, os seus bumerangues não chegam aos calcanhares de nenhum dos protótipos lusos, que por mais longe que se atirem, aranjam sempre maneira de voltar, por falar em voltar e só para rimar, votar em Santana, é algo que desafia qualquer pessoa com pelo menos dois neurónios intactos. Resolvi, experimentar e ver em que situações é que eu votaria em Santana Lopes, para o que quer que seja, incluindo porteiro de balneários públicos. Por exemplo, eleições para a câmara de Lisboa, escolher entre Santana e Costa, claro votava em Costa, Santana e Pinto da Costa, até votava no Pinto, Santana e um poste de iluminação pública, fogo ganhava o poste de certeza, Santana e um arrumador, aí abstinha-me, Santana e uma sandes de coirato, ganhava a sandocha, Santana sem mais ninguém, por mim o sem mais ninguém ganhava.
Percebem, é isto que sinceramente não entendo, votar em Santana, é o mesmo que usar o mesmo papel higiénico duas vezes, votar em Santana é estar à beira do precipício e dar um passo em frente, será o mesmo que ir jogar roleta russa e encher o tambor de munições, por isso é que me faz confusão, gente que se afirma dotada e inteligente, fazer escolhas destas!
Claro que a FL, não restava outra alternativa depois da toda poderosa distrital de Lisboa impor o seu candidato, a fraqueza política do PSD, de FL e dos seus seguidores incluindo um que não é mas é porque está no mais alto cargo da nação, faz com que as diversas tropelias do Ti Alberto fiquem sempre sem comentários, a falta de concentrado, a uma porque nasceu sem ele a outro porque nunca o teve, deveria incomodar as bases de um partido que se diz social e democrata, pobres base de canhestros analfabrutos, que atacados de partidarite aguda só vêm laranjada.
Em meia dúzia de meses, o PSD, passou de um Mendes mediano, pouco credível, disparatado, apunhalado por Santana, para um Meneses, barraqueiro e malidecente que amua, apunhalado por Santana, por um presuntivo candidato Marcelo sabe tudo, que já se viu que afinal não percebe de nada, já anteriormente apunhalado por Santana, para uma FL, que às costas carrega os antecedentes de uma carreira governativa triste e medíocre, que será de certeza apunhalada pelo mesmo assim que ele tiver hipotese.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, dezembro 17, 2008
Triste mais triste não há!
Tinha prometido a mim mesmo, seguir as preciosas indicações de Sua Excelência o senhor Presidente da República, escrevendo até ao fim do ano croniquetas sobre coisinhas boas e benfeitorias e essas inhas e itas. Mas, ontem uma notícia no jornal deixou-me boquiaberto de espanto.
Um senhor, que hoje tem 22 anos, foi condenado a 2 (DOIS), anos de pena suspensa, para tratamento psiquiátrico obrigatório, depois de ter sido condenado por actos de pedofilia praticados em crianças menores de 10 anos, o meretissímo, inteligentissímo, sapientissímo, iluminado, preclaro, omnisciente senhor doutor Juíz, entendeu na sua avançadissima mente que o camarada em questão vai fazer uns tratamentozitos e depois fica tudo bem, deixando de gostar de apalpar pilas de meninos.
A cavalgadurice da Justiça portuguesa não cessa de me espantar, a absoluta indigência intelectual da Justiça portuguesa não cessa de me espantar, como é que é possível uma sentença destas, tratamento psiquiátrico, valha-me São Anacleto! Então o meretissímo Juíz não lê jornais, não sabe que a Pedofília não passa com uma aspirira e três dedos de conversa deitado no sofá, o meretissímo Juíz, anda por ventura a dormir na forma, ou viverá nalgum estado de iluminação, talvez seja budista, estado esse propiciador de descobertas fantásticas, às quais nós pobres mortais, por junto com todos os psiquiatras e psicólogos do planeta, ainda não tivemos acesso. Meretissímo Juíz, publique já vossa excelência, semelhantes conhecimentos dignos de figurar em atlas da sapiência médica, auguro-lhe um futuro promissor, a sua sabedoria iluminada fará alcandorar o nome de vossa excelência nas mais altas colunas gravadas a ouro dos mais sábios dos sábios, qual Einstein, qual porra, este meretissímo Juíz, sim, um digno génio mal aproveitado, um sábio, uma luminária irradiadora de sapiência inaudita, treme mundo infiel, um pobre e apago meretissímo Juíz de Portugal descobriu a cura da pedófilia, 2 (DOIS), anos de pena suspensa e tratamente psiquiátrico, para quê estudos e imbecilidades, psiquiatras e psicólogos, teses e experiências, qual nada, um simples, mas intelectualmente dotadissímo meretissímo Juíz deste pequeno pardieiro chamado Portugal, revoluciona o mundo, Descartes errou, Damásio é nada, Freud um triste, apequenados por este gigante intelectual, este Zeus da magistratura portuguesa.
Por isso portugueses nada temam, com Juízes desta laia, não há mal que nos chegue, para tudo eles têm remédio, descartem-se dos médicos desses falsos adoradores de Galeno, manifestem-se, queremos um Juíz em cada hospital.
Este episódio é tão triste tão revoltante, que dá nojo, dá asco, e dizem que isto é um estado de direito, no entanto, a sentença, faz-me temer, pelas repercussões que terá em relação ao caso Casa Pia, será que veremos aquela cambada toda no psiquiatra? A ver vamos. Que país de merda!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Um senhor, que hoje tem 22 anos, foi condenado a 2 (DOIS), anos de pena suspensa, para tratamento psiquiátrico obrigatório, depois de ter sido condenado por actos de pedofilia praticados em crianças menores de 10 anos, o meretissímo, inteligentissímo, sapientissímo, iluminado, preclaro, omnisciente senhor doutor Juíz, entendeu na sua avançadissima mente que o camarada em questão vai fazer uns tratamentozitos e depois fica tudo bem, deixando de gostar de apalpar pilas de meninos.
A cavalgadurice da Justiça portuguesa não cessa de me espantar, a absoluta indigência intelectual da Justiça portuguesa não cessa de me espantar, como é que é possível uma sentença destas, tratamento psiquiátrico, valha-me São Anacleto! Então o meretissímo Juíz não lê jornais, não sabe que a Pedofília não passa com uma aspirira e três dedos de conversa deitado no sofá, o meretissímo Juíz, anda por ventura a dormir na forma, ou viverá nalgum estado de iluminação, talvez seja budista, estado esse propiciador de descobertas fantásticas, às quais nós pobres mortais, por junto com todos os psiquiatras e psicólogos do planeta, ainda não tivemos acesso. Meretissímo Juíz, publique já vossa excelência, semelhantes conhecimentos dignos de figurar em atlas da sapiência médica, auguro-lhe um futuro promissor, a sua sabedoria iluminada fará alcandorar o nome de vossa excelência nas mais altas colunas gravadas a ouro dos mais sábios dos sábios, qual Einstein, qual porra, este meretissímo Juíz, sim, um digno génio mal aproveitado, um sábio, uma luminária irradiadora de sapiência inaudita, treme mundo infiel, um pobre e apago meretissímo Juíz de Portugal descobriu a cura da pedófilia, 2 (DOIS), anos de pena suspensa e tratamente psiquiátrico, para quê estudos e imbecilidades, psiquiatras e psicólogos, teses e experiências, qual nada, um simples, mas intelectualmente dotadissímo meretissímo Juíz deste pequeno pardieiro chamado Portugal, revoluciona o mundo, Descartes errou, Damásio é nada, Freud um triste, apequenados por este gigante intelectual, este Zeus da magistratura portuguesa.
Por isso portugueses nada temam, com Juízes desta laia, não há mal que nos chegue, para tudo eles têm remédio, descartem-se dos médicos desses falsos adoradores de Galeno, manifestem-se, queremos um Juíz em cada hospital.
Este episódio é tão triste tão revoltante, que dá nojo, dá asco, e dizem que isto é um estado de direito, no entanto, a sentença, faz-me temer, pelas repercussões que terá em relação ao caso Casa Pia, será que veremos aquela cambada toda no psiquiatra? A ver vamos. Que país de merda!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, dezembro 15, 2008
A Caralhota
O pão é um dos antiquissímos alimentos a que o homem se tem dedicado de alma e coração, falamos dele na Mesopotâmia há cerca de 6000 mil anos, falamos nele no Egipto dos faraós, falam dele os Gregos, dizendo que deviamos desconfiar dos homens que não comem pão, vá lá saber-se porquê, coisas de Gregos.
O pão ocupa o lugar de honra da mesa, recordemos a casa portuguesa com o pão e vinho sobre a mesa, é um alimento de tal forma importante que ocupa tambem uma função importante na religião católica, o que é a hóstia se não, um tipo de pão, ainda hoje, apesar dos hábitos alimentares cretinos importados de outras paragens, pão contínua a ser um componente importante da alimentação do homem, e ele existe de tudo e de todas as formas e tipos de cozedura, ao pão ázimo kosher dos Judeus, até aquela coisa insalúbre das padarias lusas, mais fermento e água do que outra coisa, passando pela baguete pelo pão de forma e por aí adiante.
De trigo, de centeio, de milho de castanha e até de bolota, o pão é a reverência imediata da sacralidade da refeição, óbolo sagrado remeniscência dos tempos em que as refeições eram tempos do sagrado em que a família partilhava a dura existência da sobrevivência, elemento aglutinador de vontades e destinos, por causa dele, ou antes pela sua falta se fizeram guerras e revoluções, massacres e depredações, o pão é seguramente uma das maiores invenções do homem.
Por isso hoje resolvi falar-vos da CARALHOTA, um tipo de pão de trigo aqui da terra, a caralhota esteve quase esquecida, à morte, como está quase tudo o que significa tradição e antiguidade, os tempos modernos em especial os nossos, atiram com a maioria das coisas nossas da tradição e cultural para os quintos dos infernos, afogadas nas marés dos hip-hops dos raps e de outras imbecilidades cretinas que abraçamos sempre com a maior insensatez. Mas o que raio é uma Caralhota? O nome sugere uma incursão ao domínio fálico, Freud explicou isso tudo, no entanto a caralhota não tem nada de fálico, é um pequeno pão redondo, com cerca de 10 ou 15 centímetros de diâmetro, excelente para acompanhar todo o tipo de petisco e mesmo as refeições.
Reza a história que me contou, uma pessoa antiga daquelas que ainda guardavam as memórias dos lobisomens da lua cheia e das bruxas que nos atentavam às encruzilhadas, que às pequenas bolas de massa que sobravam de fazer o pão chamavam caralhotos, por graça e para não desperdiçar, coziam-se também, davam-se aos miúdos, bezuntadas de azeite e açucar, açucar loiro, não dessa coisa branca de hoje, moída e remoída, cheia de aditivos esquisitos.
Ora as pequenas bolas depois de cozidas por graça lhes chamariam caralhotas, e assim ficaram, feitas que eram na maioria das casas de Almeirim que tinham forno de lenha e coziam pão, coisa que foi desaparecendo, a caralhota é um excelente alimento, e deve ser pedido nos restaurantes da zona assim mesmo, pelo seu nome, Caralhota! Não é um pãozinho pequeno, nem uma carcaça, muito menos um pão de bifana, como já ouvi muito mentecapto e mentecapta pedir, é uma Caralhota. Se a minha amiga e o meu amigo pedirem uma Caralhota, toda a gente aqui na terra sabe o que é, não labora pois em erros nem enganos e vai servida ou servido do melhor que por aqui há, sim porque isto não é só sopa enfarta brutos, também tem outras coisas, como a singela e pecaminosa Caralhota, que faz a delícia dos petisqueiros. Experimentem assar chouriça, em uma boa aguardente viníca e comam-na com a fatias de caralhota, ou nos pratos com molho, usem a caralhota com o seu miolo sápido para ensopar o molho e depois me dirão. Grelhem uma boa fêvera de reco, sal grosso só a meio da assadura, entretanto, cheguem a caralhota aberta ao meio ao brazeiro para que lentamente toste um pouco, de seguida reguem-na com um bom azeite nosso, esfreguem bem com um dente de alho, por esta altura, a carne deverá estar no ponto, entremeiam-na entre a caralhota para ficar aconchegada e comecem lentamente a degustar, acompanhem com um tinto, ou branco da vossa escolha e depois contem-me histórias, qual hamburguer qual balhana, viva a Caralhota.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
O pão ocupa o lugar de honra da mesa, recordemos a casa portuguesa com o pão e vinho sobre a mesa, é um alimento de tal forma importante que ocupa tambem uma função importante na religião católica, o que é a hóstia se não, um tipo de pão, ainda hoje, apesar dos hábitos alimentares cretinos importados de outras paragens, pão contínua a ser um componente importante da alimentação do homem, e ele existe de tudo e de todas as formas e tipos de cozedura, ao pão ázimo kosher dos Judeus, até aquela coisa insalúbre das padarias lusas, mais fermento e água do que outra coisa, passando pela baguete pelo pão de forma e por aí adiante.
De trigo, de centeio, de milho de castanha e até de bolota, o pão é a reverência imediata da sacralidade da refeição, óbolo sagrado remeniscência dos tempos em que as refeições eram tempos do sagrado em que a família partilhava a dura existência da sobrevivência, elemento aglutinador de vontades e destinos, por causa dele, ou antes pela sua falta se fizeram guerras e revoluções, massacres e depredações, o pão é seguramente uma das maiores invenções do homem.
Por isso hoje resolvi falar-vos da CARALHOTA, um tipo de pão de trigo aqui da terra, a caralhota esteve quase esquecida, à morte, como está quase tudo o que significa tradição e antiguidade, os tempos modernos em especial os nossos, atiram com a maioria das coisas nossas da tradição e cultural para os quintos dos infernos, afogadas nas marés dos hip-hops dos raps e de outras imbecilidades cretinas que abraçamos sempre com a maior insensatez. Mas o que raio é uma Caralhota? O nome sugere uma incursão ao domínio fálico, Freud explicou isso tudo, no entanto a caralhota não tem nada de fálico, é um pequeno pão redondo, com cerca de 10 ou 15 centímetros de diâmetro, excelente para acompanhar todo o tipo de petisco e mesmo as refeições.
Reza a história que me contou, uma pessoa antiga daquelas que ainda guardavam as memórias dos lobisomens da lua cheia e das bruxas que nos atentavam às encruzilhadas, que às pequenas bolas de massa que sobravam de fazer o pão chamavam caralhotos, por graça e para não desperdiçar, coziam-se também, davam-se aos miúdos, bezuntadas de azeite e açucar, açucar loiro, não dessa coisa branca de hoje, moída e remoída, cheia de aditivos esquisitos.
Ora as pequenas bolas depois de cozidas por graça lhes chamariam caralhotas, e assim ficaram, feitas que eram na maioria das casas de Almeirim que tinham forno de lenha e coziam pão, coisa que foi desaparecendo, a caralhota é um excelente alimento, e deve ser pedido nos restaurantes da zona assim mesmo, pelo seu nome, Caralhota! Não é um pãozinho pequeno, nem uma carcaça, muito menos um pão de bifana, como já ouvi muito mentecapto e mentecapta pedir, é uma Caralhota. Se a minha amiga e o meu amigo pedirem uma Caralhota, toda a gente aqui na terra sabe o que é, não labora pois em erros nem enganos e vai servida ou servido do melhor que por aqui há, sim porque isto não é só sopa enfarta brutos, também tem outras coisas, como a singela e pecaminosa Caralhota, que faz a delícia dos petisqueiros. Experimentem assar chouriça, em uma boa aguardente viníca e comam-na com a fatias de caralhota, ou nos pratos com molho, usem a caralhota com o seu miolo sápido para ensopar o molho e depois me dirão. Grelhem uma boa fêvera de reco, sal grosso só a meio da assadura, entretanto, cheguem a caralhota aberta ao meio ao brazeiro para que lentamente toste um pouco, de seguida reguem-na com um bom azeite nosso, esfreguem bem com um dente de alho, por esta altura, a carne deverá estar no ponto, entremeiam-na entre a caralhota para ficar aconchegada e comecem lentamente a degustar, acompanhem com um tinto, ou branco da vossa escolha e depois contem-me histórias, qual hamburguer qual balhana, viva a Caralhota.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, dezembro 10, 2008
Tenham dó!
Tenho pena dos deputados da Nação! Tenho pena por variados motivos, dão-me dó por serem aquelas coisas sem nervo que vemos televisionados em canal próprio, como se isso fosse do interesse de alguém, fazem-me sofrer pelas absurdidades e cretinices que dizem e dão-me dó por causa da maneira como agem, em suma os deputados portugueses são criaturas dignas de dó, de piedade e de compaixão.
A baixa capacidade intelectual que nalguns casos roça mesmo a completa indigência intelectual daquela rapaziada é digna de dó, a pobreza franciscana atroz dos discursos onde nunca bate a bota com a perdigota, onde se apregoa uma coisa e se faz o seu contrário, é digno de compaixão, leva-nos a pensar se aquilo são as nossas elites, realmente este país é mesmo uma grande cloaca de merdum, porque os exemplos que aquelas damas e cavalheiros nos dão, são “per si” exemplos sobejos do resto da sociedade miserável que é a nossa.
Aliás, as nossas instituições são flagrantes exemplos disso mesmo, da presidência da república aos tribunais, é um fartote de riso, com tanta falta de tudo o que é intelectualmente capaz, pontua isso sim a mais singela e pungente opacidade, a mais disforme inépcia e falta de razão. Porque deveria a Assembleia ser diferente? Claro, não podia, porque destoaria do geral, quando o geral é pior que mau, é infinitamente miserável, aliás colocados numa escala de miserabilismo, temo bem que seriamos os maiores, numas olimpíadas da estultíce e do disparate, nas disciplinas da cretinice, da falta de intelecto e da inépcia seriamos seguramente os campeões, indiscutíveis sem apelo nem agravo, fariamos migas de todos os outros concorrentes africanos e sul americanos, teriamos de ter cuidado porém com os asiáticos.
Em suma os senhores e senhoras deputados da Nação, assinaram o ponto, para ganharem o carcanhol que faz sempre falta para a bica ou para o simbalino, abalaram e deram às de de vila diogo de rabo alçado direitos à neve. Sim e depois, qual é o problema? Das outras vezes fugiram para ir à bola, para irem a banhos e para ir para a real que os pariu, continuo a perguntar, e depois? Qual é problema? O que é que faz a grande maioria dos portugas, quando se lhes apresentam oportunidades dessas, ora faz o mesmo, pois claro, então criticam o quê?
Os senhores e senhoras deputados da Nação antes de o serem são portugueses, e como bons portugueses, dão os exemplos da praxe, ora se algum sentimento nos merecem é de dó, de compaixão, de nojo e de piedade. Porque são criaturas dignas de piedade estes portugueses, cujos exemplos o povo ignorante e carneiro segue sem sequer balir, para que servirá então esta tempestade num copo de água, ora para nada, claro está, tal como nos casos anteriores onde as senhoras e e os senhores deputados da Nação, envergonharam a Nação, esta será mais uma, logo será esquecida até à próxima cretinice que venha daqueles lados.
O que todos deveriamos questionar é para que serve toda aquela gente, que utilidade têm, que produzem, serão mesmo necessários? Tenho para mim que a maioria deles é tão útil como um molho de urtigas dentro das cuecas, tão produtivos como um caracol embalsemado, com tanto préstimo como um selim numa vaca, mas isso sou eu que sou um imbecil, que trabalho, pago impostos e não tenho nem dinheiro nem tempo para ir para a neve, coisa que também não gosto! Por isso ao invés de os criticar,devemos antes revermo-nos neles, tenham dó, de vós e de mim enquanto país e enquanto pessoas.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
A baixa capacidade intelectual que nalguns casos roça mesmo a completa indigência intelectual daquela rapaziada é digna de dó, a pobreza franciscana atroz dos discursos onde nunca bate a bota com a perdigota, onde se apregoa uma coisa e se faz o seu contrário, é digno de compaixão, leva-nos a pensar se aquilo são as nossas elites, realmente este país é mesmo uma grande cloaca de merdum, porque os exemplos que aquelas damas e cavalheiros nos dão, são “per si” exemplos sobejos do resto da sociedade miserável que é a nossa.
Aliás, as nossas instituições são flagrantes exemplos disso mesmo, da presidência da república aos tribunais, é um fartote de riso, com tanta falta de tudo o que é intelectualmente capaz, pontua isso sim a mais singela e pungente opacidade, a mais disforme inépcia e falta de razão. Porque deveria a Assembleia ser diferente? Claro, não podia, porque destoaria do geral, quando o geral é pior que mau, é infinitamente miserável, aliás colocados numa escala de miserabilismo, temo bem que seriamos os maiores, numas olimpíadas da estultíce e do disparate, nas disciplinas da cretinice, da falta de intelecto e da inépcia seriamos seguramente os campeões, indiscutíveis sem apelo nem agravo, fariamos migas de todos os outros concorrentes africanos e sul americanos, teriamos de ter cuidado porém com os asiáticos.
Em suma os senhores e senhoras deputados da Nação, assinaram o ponto, para ganharem o carcanhol que faz sempre falta para a bica ou para o simbalino, abalaram e deram às de de vila diogo de rabo alçado direitos à neve. Sim e depois, qual é o problema? Das outras vezes fugiram para ir à bola, para irem a banhos e para ir para a real que os pariu, continuo a perguntar, e depois? Qual é problema? O que é que faz a grande maioria dos portugas, quando se lhes apresentam oportunidades dessas, ora faz o mesmo, pois claro, então criticam o quê?
Os senhores e senhoras deputados da Nação antes de o serem são portugueses, e como bons portugueses, dão os exemplos da praxe, ora se algum sentimento nos merecem é de dó, de compaixão, de nojo e de piedade. Porque são criaturas dignas de piedade estes portugueses, cujos exemplos o povo ignorante e carneiro segue sem sequer balir, para que servirá então esta tempestade num copo de água, ora para nada, claro está, tal como nos casos anteriores onde as senhoras e e os senhores deputados da Nação, envergonharam a Nação, esta será mais uma, logo será esquecida até à próxima cretinice que venha daqueles lados.
O que todos deveriamos questionar é para que serve toda aquela gente, que utilidade têm, que produzem, serão mesmo necessários? Tenho para mim que a maioria deles é tão útil como um molho de urtigas dentro das cuecas, tão produtivos como um caracol embalsemado, com tanto préstimo como um selim numa vaca, mas isso sou eu que sou um imbecil, que trabalho, pago impostos e não tenho nem dinheiro nem tempo para ir para a neve, coisa que também não gosto! Por isso ao invés de os criticar,devemos antes revermo-nos neles, tenham dó, de vós e de mim enquanto país e enquanto pessoas.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, dezembro 05, 2008
PARABÉNS

Cumpre hoje o seu centésimo aniversário o Dr. Joaquim Gonçalves Isabelinha, um ilustre herói filho da lezíria de Almeirim, alguém que pela sua longevidade,carácter e distinta humildade deveria fazer corar de vergonha a grande maioria desses doutorezecos mercenários que por aí vão remendando os ossos aos pobres doentes.
Aceite o Doutor, esta singela homenagem e sentidos Parabéns deste insignificante barão reconhecido!
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
terça-feira, dezembro 02, 2008
Bê Pê Nê ou o idílio dos Broncos de Neve
Enquanto lá fora neva e hordas de patos bravos, fazem estúrdia em lagos de neve atascasdos em lama enregelados mas felizes por irem à neve, encerrados em bichas enormes, de três e quatro horas enfiados em estradecas farroupilhas, fechadas por causa de uma borrasca nívea de meia tigela, ainda dizem que há crise, foi um fartar vilanagem de gastar dinheiro para dar uns piparotes com o cú no chão, armados em turístas das terras altas, com a sempre eterna desculpa dos miúdos, enquanto toda essa labregada acorre às serras para consumir os bónus natalícios em dispensáveis incursões polares, muito urso por aí anda, os do costume andam a tentar fugir com o rabo à seringa.
Esta negociata vergonhosa do BPN, reveladora da mais rematada falta de vergonha e honra, ameaça deitar por terra os mitos dos heróis de alguns desses bravos da neve. Enquanto a parolada gasta as alpergatas em bimbalhices lúcico nevosas, a malta do BPN e os seus satélites, que são muitos, amanham o coito para que a coisa não descambe, percebe-se agora algumas das maroscas, que claro metem a nossa offshore madeirense onde deputados regionais da laranja cor enfardavam até mais não poder nos fantásticos lucros da instituição financeira, que agora todos nós estamos a pagar.
Percebe-se também a pressa que existiu em nacionalizar, em dissimular e atirar mais areia para os olhos do pagode, já cegos com tanta albúrnea poeira caída em catadupas dum céu inclemente, não o cantador de baladas de duvidosa qualidade, até porque rimar em ar não é nada difícil, senão vejamos, que bom e roubar, enquanto lá fora está a nevar, os borregos a aparvalhar e os lobos a engordar, giro não é?
Demasiado triste a trapalhada financeira em que gente isenta e honrada, gente serissíma tem o seu nome entalado até às orelhas em em falcatruíces, bancárias, naquele antro de sem vergonhice que era o BPN, percebe-se que havia amighos a encobrir com negociatas de casas de pais a serem vendidas a peso de ouro para servirem de aboletamento a um bancário balcão, aliás aquilo parecia mais um banco partidário que outra coisa tal era a subvenção completa à rapaziada da cor certa, para além de servir de porto de abrigo seguro para alojar sempre mais um administrador, sempre mais um amigo, desde que da cor certa, claro está, erro será pensar que a vergonhosa trapalhada do BPN que tão cara nos irá sair , tem uma só cor partidária, não creio. Essa trapalhada tem a cor da falta de honestidade e sem vergonhice que andam de mãos dadas com as abéculas politiqueiras que nos têm tocado, infelizmente, em sorte.
O caso BPN, ficará na curta memória dos homens, como mais um exemplo da falcatrua rafeira e despudorada que assola os serissímos homens políticos, todos isentos, todos sem mácula, todos uma rematada corja, que se assolapa com os dinheiros privados sem mais aquela, engordando anafadamente à conta do pobre pagante, por isso ide, ide prá neve, ide fazer bonecos de neve com cenouras em lugar de nariz, ide lavar a vossa ignominiosa lassidão de anhos capados no altar da alvura perene da redentora água congelada, outros BPN os esperam, para já o BPP, mas temo bem que novas de outros colossais barretes por aí estejam prestes a rebentar, enquanto vós molhais o rabinho a escorregar de saco de plástico esburacado pela nívea cama da nórdica Skaði.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Esta negociata vergonhosa do BPN, reveladora da mais rematada falta de vergonha e honra, ameaça deitar por terra os mitos dos heróis de alguns desses bravos da neve. Enquanto a parolada gasta as alpergatas em bimbalhices lúcico nevosas, a malta do BPN e os seus satélites, que são muitos, amanham o coito para que a coisa não descambe, percebe-se agora algumas das maroscas, que claro metem a nossa offshore madeirense onde deputados regionais da laranja cor enfardavam até mais não poder nos fantásticos lucros da instituição financeira, que agora todos nós estamos a pagar.
Percebe-se também a pressa que existiu em nacionalizar, em dissimular e atirar mais areia para os olhos do pagode, já cegos com tanta albúrnea poeira caída em catadupas dum céu inclemente, não o cantador de baladas de duvidosa qualidade, até porque rimar em ar não é nada difícil, senão vejamos, que bom e roubar, enquanto lá fora está a nevar, os borregos a aparvalhar e os lobos a engordar, giro não é?
Demasiado triste a trapalhada financeira em que gente isenta e honrada, gente serissíma tem o seu nome entalado até às orelhas em em falcatruíces, bancárias, naquele antro de sem vergonhice que era o BPN, percebe-se que havia amighos a encobrir com negociatas de casas de pais a serem vendidas a peso de ouro para servirem de aboletamento a um bancário balcão, aliás aquilo parecia mais um banco partidário que outra coisa tal era a subvenção completa à rapaziada da cor certa, para além de servir de porto de abrigo seguro para alojar sempre mais um administrador, sempre mais um amigo, desde que da cor certa, claro está, erro será pensar que a vergonhosa trapalhada do BPN que tão cara nos irá sair , tem uma só cor partidária, não creio. Essa trapalhada tem a cor da falta de honestidade e sem vergonhice que andam de mãos dadas com as abéculas politiqueiras que nos têm tocado, infelizmente, em sorte.
O caso BPN, ficará na curta memória dos homens, como mais um exemplo da falcatrua rafeira e despudorada que assola os serissímos homens políticos, todos isentos, todos sem mácula, todos uma rematada corja, que se assolapa com os dinheiros privados sem mais aquela, engordando anafadamente à conta do pobre pagante, por isso ide, ide prá neve, ide fazer bonecos de neve com cenouras em lugar de nariz, ide lavar a vossa ignominiosa lassidão de anhos capados no altar da alvura perene da redentora água congelada, outros BPN os esperam, para já o BPP, mas temo bem que novas de outros colossais barretes por aí estejam prestes a rebentar, enquanto vós molhais o rabinho a escorregar de saco de plástico esburacado pela nívea cama da nórdica Skaði.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, novembro 27, 2008
...e das petas, três dúzias!
“Posso garantir-lhes que nenhuma criança ficará sem o apoio que necessite” Foi assim com a segurança de quem nunca erra o buraco, que a senhora Ministra da Educação, no início do ano lectivo de 2008-2009, assegurava aos jornalistas que a excelente rede de ensino especial do Ministério da Educação estaria a prover a todas as necessidades dos milhares de alunos com necessidades educativas especiais, em situações tão dispares e específicas como seja a multideficiência, a surdez ou o autismo, só para citar alguns, muito poucos exemplos, que de forma alguma traduzem a realidade.
Ora o que acontece, é bem diferente, a patranha da senhora Ministra, só foi engolida pela maioria distraída de carneiros anémicos que pasta em Lusas paisagens, uma minoria, quer por viver a situação quer por estar um pouco mais atento, sabe que a senhora Ministra mais uma vez enfiou o urso à malta, porque estamos praticamente no fim do primeiro periódo e ainda existem crianças sem professores de apoio para as necessidades educativas especiais.
Não raras são as vezes em que me tenho insurgido contra o tratamento ignóbil que a deficiência recebe em Portugal, neste caso a coisa é pior ainda, porque claro está falamos de crianças, o ensino especial volto a dize-lo em Portugal é uma MENTIRA, crianças que necessitavam de ter terapeutas e técnicos especializados diáriamente a trabalhar com elas a minorar as suas deficiências, a puxar pela sua criatividade, instilando hábitos saudáveis de trabalho e criando competências para a vida futura, tem apoios rídiculos que se contam em meias horas e ou horas, poucas, por semana, isto caras e caros amigos é VERGONHOSO, é acima de tudo de uma falta de inteligência e de visão verdadeiramente atrozes.
Ainda ontem sua excelência o senhor Primeiro Ministro, voltava a ressuscitar a paixão pela educação, reafirmando que o seu Governo, nutre um verdadeiro idílio amoroso pela Educação, se isso é verdade, pergunto, está vossa excelência e seu Governo preocupados com a educação de quem? Se for dos Portugueses, meu caro senhor deixe que lhe diga que essa paixão cheira a cadáver, está mortinha de todo, olhe caro senhor deixo-lhe o lema de uma das unidades onde estive colocado à laia de conselho“Res Non Verba”, espero que o seu Latim seja melhor que o Inglês que se ouve por aí.
Outro cavalheiro que eu gostava de ter ouvido alguma vez pronunciar-se sobre esta questão é o chefe da associação nacional dos pais o senhor Albino Pinto de Almeida, essa irritante voz do contra, sempre contra os professores, aliás o sítio da Internet da CONFAP, mais parece uma delegação do Ministério da Educação, tanta e tão lugúbre é a propaganda. Gostaria de ouvir o distinto cavalheiro clamar, vociferar, gritar como já o vi fazer, a propósito de minudências, gostava verdadeiramente de o ouvir clamar por um melhor Ensino Especial, por escolas a que se possa realmente chamar escolas, por uma nova legislação de auxiliares de acção educativa, que tem de passar por gente com uma carreira e formação contínua sujeitas também a avaliação, gostaria de o ouvir clamar contra a iniquídade dos manuais escolares, contra a máfia das editoras, pricipalmente gostaria de o ouvir falar de Educação!
Ora caras e caros amigos que me honram com a vossa presença aqui neste poiso de tabardilhas linguarudos, mais uma vez a conclusão é só uma o Ensino Especial em Portugal, é uma GRANDE E VERGONHOSA MENTIRA, o resto são petas, tretas e patranhas!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Ora o que acontece, é bem diferente, a patranha da senhora Ministra, só foi engolida pela maioria distraída de carneiros anémicos que pasta em Lusas paisagens, uma minoria, quer por viver a situação quer por estar um pouco mais atento, sabe que a senhora Ministra mais uma vez enfiou o urso à malta, porque estamos praticamente no fim do primeiro periódo e ainda existem crianças sem professores de apoio para as necessidades educativas especiais.
Não raras são as vezes em que me tenho insurgido contra o tratamento ignóbil que a deficiência recebe em Portugal, neste caso a coisa é pior ainda, porque claro está falamos de crianças, o ensino especial volto a dize-lo em Portugal é uma MENTIRA, crianças que necessitavam de ter terapeutas e técnicos especializados diáriamente a trabalhar com elas a minorar as suas deficiências, a puxar pela sua criatividade, instilando hábitos saudáveis de trabalho e criando competências para a vida futura, tem apoios rídiculos que se contam em meias horas e ou horas, poucas, por semana, isto caras e caros amigos é VERGONHOSO, é acima de tudo de uma falta de inteligência e de visão verdadeiramente atrozes.
Ainda ontem sua excelência o senhor Primeiro Ministro, voltava a ressuscitar a paixão pela educação, reafirmando que o seu Governo, nutre um verdadeiro idílio amoroso pela Educação, se isso é verdade, pergunto, está vossa excelência e seu Governo preocupados com a educação de quem? Se for dos Portugueses, meu caro senhor deixe que lhe diga que essa paixão cheira a cadáver, está mortinha de todo, olhe caro senhor deixo-lhe o lema de uma das unidades onde estive colocado à laia de conselho“Res Non Verba”, espero que o seu Latim seja melhor que o Inglês que se ouve por aí.
Outro cavalheiro que eu gostava de ter ouvido alguma vez pronunciar-se sobre esta questão é o chefe da associação nacional dos pais o senhor Albino Pinto de Almeida, essa irritante voz do contra, sempre contra os professores, aliás o sítio da Internet da CONFAP, mais parece uma delegação do Ministério da Educação, tanta e tão lugúbre é a propaganda. Gostaria de ouvir o distinto cavalheiro clamar, vociferar, gritar como já o vi fazer, a propósito de minudências, gostava verdadeiramente de o ouvir clamar por um melhor Ensino Especial, por escolas a que se possa realmente chamar escolas, por uma nova legislação de auxiliares de acção educativa, que tem de passar por gente com uma carreira e formação contínua sujeitas também a avaliação, gostaria de o ouvir clamar contra a iniquídade dos manuais escolares, contra a máfia das editoras, pricipalmente gostaria de o ouvir falar de Educação!
Ora caras e caros amigos que me honram com a vossa presença aqui neste poiso de tabardilhas linguarudos, mais uma vez a conclusão é só uma o Ensino Especial em Portugal, é uma GRANDE E VERGONHOSA MENTIRA, o resto são petas, tretas e patranhas!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, novembro 24, 2008
Lições da Crise
Até agora esta crise, tem dado a todos nós inúmeras lições acerca deste mundo, com excepção daquela já antiga que diz “quando a maré sobe, quem se F...é o mexilhão”, uma imagem soberba sobre a conjuntura do Zé Povinho, nos últimos 800 anos, esta crise veio ensinar outras verdades indismentíveis, sobre o esterco de sociedades em quem vivemos.
Primeira lição, esta crise provou que aqueles cavalheiros muito engravatados e cheios de meta-linguagens técnicas, que têm daquelas profissições impronunciávelmente chatas, economista, analista, consultor financeiro e por aí adiante, não percebem patavina de economia, não percebem porra nenhuma disto, limitam-se a cagar lampanas, para otários como nós que ainda percebem menos que eles.
Lição segunda, exceptuando talvez Medina Carreira e o Nobel Paul Krugman, que parecem ser as únicas mentes economistas com algum alcançe, ainda que muitos cretinos por cá tenha rido do primeiro e muitos imbecis lá fora tenham chamado senhor catástrofe ao segundo depois de em 2006 ele ter avisado sobre o que era provável passar-se em 2008, o facto é que ambos estavam correctos nas suas análises, aos outros a maioria, professores doutores economistas e outro tipo de nulidades que se dedicam à economia, deixo um conselho, dediquem-se antes à batata ou ao nabo, porque como economistas, estamos conversados.
Terceira lição, todos aqueles senhores muito sérios sempre com as faripas empastadas em gel, usando gravatas mais ou menos berrantes de seda, com botões de punho em ouro, que ganham, e como senhores, muito bem a vida como banqueiros e como administradores de bancos e instituições similares, são por norma, claro que existirá uma ou outra excepção, uma grande cambada de vigaristas e malandros, de ladrões e velhacos sem classificação, que roubam, sugam e traficam sempre com a bonomia de um sacristão de paróquia de aldeia.
Lição quarta, os políticos a par com os economistas, sendo que por vezes acumulam, também não percebem patavina de economia, não entendem porra nenhuma de nada, ou antes entendem sim, como vemos por cá no BPN, amanham-se à grande e à francesa enchem os bolsinhos e deixar andar que é de noite, esta mesma gentalha pede seriedade ao Ze Povinho, farto de pagar pra tudo e para nada, esta mesma corja de vigaros e ladrões, é mesmo para rir isto.
Quinta lição, vivemos num mundo de mentira, onde tudo é fachada e mentira, onde uma inverdade se esconde com outra sem mais aquela, onde os responsáveis nunca o são onde existe gente sempre acima da Lei, porque diga-se de passagem a Lei é como no dizer dos outros uma miragem, a Lei existe com um único fito, safar os amigos e punir os miseráveis, o resto são mentiras, inverdades e meias verdades, aqui e além salpicadas com muita hipocrisia.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Primeira lição, esta crise provou que aqueles cavalheiros muito engravatados e cheios de meta-linguagens técnicas, que têm daquelas profissições impronunciávelmente chatas, economista, analista, consultor financeiro e por aí adiante, não percebem patavina de economia, não percebem porra nenhuma disto, limitam-se a cagar lampanas, para otários como nós que ainda percebem menos que eles.
Lição segunda, exceptuando talvez Medina Carreira e o Nobel Paul Krugman, que parecem ser as únicas mentes economistas com algum alcançe, ainda que muitos cretinos por cá tenha rido do primeiro e muitos imbecis lá fora tenham chamado senhor catástrofe ao segundo depois de em 2006 ele ter avisado sobre o que era provável passar-se em 2008, o facto é que ambos estavam correctos nas suas análises, aos outros a maioria, professores doutores economistas e outro tipo de nulidades que se dedicam à economia, deixo um conselho, dediquem-se antes à batata ou ao nabo, porque como economistas, estamos conversados.
Terceira lição, todos aqueles senhores muito sérios sempre com as faripas empastadas em gel, usando gravatas mais ou menos berrantes de seda, com botões de punho em ouro, que ganham, e como senhores, muito bem a vida como banqueiros e como administradores de bancos e instituições similares, são por norma, claro que existirá uma ou outra excepção, uma grande cambada de vigaristas e malandros, de ladrões e velhacos sem classificação, que roubam, sugam e traficam sempre com a bonomia de um sacristão de paróquia de aldeia.
Lição quarta, os políticos a par com os economistas, sendo que por vezes acumulam, também não percebem patavina de economia, não entendem porra nenhuma de nada, ou antes entendem sim, como vemos por cá no BPN, amanham-se à grande e à francesa enchem os bolsinhos e deixar andar que é de noite, esta mesma gentalha pede seriedade ao Ze Povinho, farto de pagar pra tudo e para nada, esta mesma corja de vigaros e ladrões, é mesmo para rir isto.
Quinta lição, vivemos num mundo de mentira, onde tudo é fachada e mentira, onde uma inverdade se esconde com outra sem mais aquela, onde os responsáveis nunca o são onde existe gente sempre acima da Lei, porque diga-se de passagem a Lei é como no dizer dos outros uma miragem, a Lei existe com um único fito, safar os amigos e punir os miseráveis, o resto são mentiras, inverdades e meias verdades, aqui e além salpicadas com muita hipocrisia.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, novembro 20, 2008
A Ti Manela outra vez!
A Manelinha, que curiosamente agora é defensora dos professores, quando, enquanto Ministra da Educação, foi aquilo que foi, mais uma das culpadas do actual estado de calamidade desta coisa a que insistimos chamar Educação, lá atirou mais uma bojarda, que colocou em polvorosa a politiqueirice rafeira, que inunda os corredores do poder.
A senhora quer suspender a democracia, para proceder a reformas. Apressou-se o camarada de serviço a defender a dama, a dizer que a senhora ironizou, ora quem conhece o estilo e a escola da dita dama, sabe que é criatura pouco dada à ironia, incapaz até de o fazer, escola Cavaco Silva e está tudo dito, o cinzentismo que tem dominado a política e também a banca, aí curiosamente com matizes muito mais coloridas, tão coloridas que conseguiram colocar as finanças de alguns bancos no vermelho, ou antes no ultra-violeta.
Desenganem-se porém aqueles que afiando já a garra fácil se preparam para desancar este pobre Barão, não é minha intenção, descordar da ainda líder do PSD, “au contraire”, concordo em absoluto com a senhora, foi uma frase proferida de alma e voz de coragem, que partilho inteiramente, como eu milhões de pessoas neste país, concordam também e é aí que está o perigo e a tristeza disto tudo.
Que a senhora Manuela tenha dito o que disse por ironia, não acredito, ou por crença verdadeira, é o que menos importa, o que realmente importa, é que ela traduziu o sentimento de muita gente que vive na angustia, também não acredito que ela viva nessa angustia, de ver este país em completo desnorte sem regras e sem funcionar, caminhando impávido para a mais completa anarquia.
O que importa é que esse sentimento traduz uma perigo grande, o perigo do descrédito da Democracia, porque a Democracia, não pode ser isto que estes democratas de merda que depois de 1975 sentaram o cu gordo e anafado engordado com o suor e sangue de tanta gente honesta, Democracia, não pode ser isto esta Latrocíniocracia, não existe esta palavra perdoa-me Camões, esta coisa a que chamamos estado de direito que mais não é que uma caverna não a da alegoria mas a de Ali Babá, onde clientelas infames de “democratas” enchem os bolsos à ganância com o dinheiro dos depauperados contribuintes, enxames de varejas chupistas sugam o tutano de uma Nação que vive da megalomania e pelintrice pedinchona, servido por gentalha medíocre que usa e abusa da pompa e circunstância, da solenidade e da seriedade, quando a realidade é esta que vemos todos os dias, da mais absoluta indigência intelectual de políticos e demais dirigentes, que todos à uma se banqueteam com os lautos cabedais de um erário que de público, só tem o facto de ter muitos, cada vez menos a pagar.
O perigo é que a senhora Manuela, apenas pôs no ar aquele que é o sentir de muitos de nós, desiludidos desencantados, fartos e tristes desta “Democracia” infestada de ladrões, de sem vergonha, de imbecis que fingem e presumem de importância e na verdade são uns incapazes, uns pilha-galinhas infectos que corroem as entranhas deste país com a mais absoluta desfaçatez não olhando a meios para o fazer.
Curioso, é os politiqueirotes merdiocres, das esquerdas cretinas às direitas parolas, reagirem às declarações da senhora Manuela, com prurídos de virgens de sacristia, fartinhas de orar de joelhos, cingindo as suas declarações ao dito, quando o que realmente importa é o que não foi dito, é a meta-mensagem que o conteúdo encerra, essa falta de intelecto e de visão é para mim ainda mais atroz e sobejamente esclarecedora sobre a qualidade desta gentinha. Não perceber que esta Democracia tem que efectivamente mudar, que o modelo está esgotado, que não nos podem continuar a tratar com desonestidade, com desdém, com deconfiança e com desprestígio, que não podem continuar a esbanjar e a desbaratar aquilo que deve ser de todos, se uma escola não tem luz e o ministro não tem carro, arranje-se a escola que o ministro pode perfeitamente ir de transportes públicos!
Parabéns à senhora Manuela por ter tido essa coragem, não podia nem devia ter feito, deu mais um tiro no pé, mas também, como não vai estar muito tempo no cargo pode perfeitamente dizer o que lhe der na gana, força Ti Manela eu tou consigo!
ABAIXO ESTA “DEMOCRACIA” !
DEMOCRACIA SIM!
ESTA MERDA EM QUE VIVEMOS NÃO!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
A senhora quer suspender a democracia, para proceder a reformas. Apressou-se o camarada de serviço a defender a dama, a dizer que a senhora ironizou, ora quem conhece o estilo e a escola da dita dama, sabe que é criatura pouco dada à ironia, incapaz até de o fazer, escola Cavaco Silva e está tudo dito, o cinzentismo que tem dominado a política e também a banca, aí curiosamente com matizes muito mais coloridas, tão coloridas que conseguiram colocar as finanças de alguns bancos no vermelho, ou antes no ultra-violeta.
Desenganem-se porém aqueles que afiando já a garra fácil se preparam para desancar este pobre Barão, não é minha intenção, descordar da ainda líder do PSD, “au contraire”, concordo em absoluto com a senhora, foi uma frase proferida de alma e voz de coragem, que partilho inteiramente, como eu milhões de pessoas neste país, concordam também e é aí que está o perigo e a tristeza disto tudo.
Que a senhora Manuela tenha dito o que disse por ironia, não acredito, ou por crença verdadeira, é o que menos importa, o que realmente importa, é que ela traduziu o sentimento de muita gente que vive na angustia, também não acredito que ela viva nessa angustia, de ver este país em completo desnorte sem regras e sem funcionar, caminhando impávido para a mais completa anarquia.
O que importa é que esse sentimento traduz uma perigo grande, o perigo do descrédito da Democracia, porque a Democracia, não pode ser isto que estes democratas de merda que depois de 1975 sentaram o cu gordo e anafado engordado com o suor e sangue de tanta gente honesta, Democracia, não pode ser isto esta Latrocíniocracia, não existe esta palavra perdoa-me Camões, esta coisa a que chamamos estado de direito que mais não é que uma caverna não a da alegoria mas a de Ali Babá, onde clientelas infames de “democratas” enchem os bolsos à ganância com o dinheiro dos depauperados contribuintes, enxames de varejas chupistas sugam o tutano de uma Nação que vive da megalomania e pelintrice pedinchona, servido por gentalha medíocre que usa e abusa da pompa e circunstância, da solenidade e da seriedade, quando a realidade é esta que vemos todos os dias, da mais absoluta indigência intelectual de políticos e demais dirigentes, que todos à uma se banqueteam com os lautos cabedais de um erário que de público, só tem o facto de ter muitos, cada vez menos a pagar.
O perigo é que a senhora Manuela, apenas pôs no ar aquele que é o sentir de muitos de nós, desiludidos desencantados, fartos e tristes desta “Democracia” infestada de ladrões, de sem vergonha, de imbecis que fingem e presumem de importância e na verdade são uns incapazes, uns pilha-galinhas infectos que corroem as entranhas deste país com a mais absoluta desfaçatez não olhando a meios para o fazer.
Curioso, é os politiqueirotes merdiocres, das esquerdas cretinas às direitas parolas, reagirem às declarações da senhora Manuela, com prurídos de virgens de sacristia, fartinhas de orar de joelhos, cingindo as suas declarações ao dito, quando o que realmente importa é o que não foi dito, é a meta-mensagem que o conteúdo encerra, essa falta de intelecto e de visão é para mim ainda mais atroz e sobejamente esclarecedora sobre a qualidade desta gentinha. Não perceber que esta Democracia tem que efectivamente mudar, que o modelo está esgotado, que não nos podem continuar a tratar com desonestidade, com desdém, com deconfiança e com desprestígio, que não podem continuar a esbanjar e a desbaratar aquilo que deve ser de todos, se uma escola não tem luz e o ministro não tem carro, arranje-se a escola que o ministro pode perfeitamente ir de transportes públicos!
Parabéns à senhora Manuela por ter tido essa coragem, não podia nem devia ter feito, deu mais um tiro no pé, mas também, como não vai estar muito tempo no cargo pode perfeitamente dizer o que lhe der na gana, força Ti Manela eu tou consigo!
ABAIXO ESTA “DEMOCRACIA” !
DEMOCRACIA SIM!
ESTA MERDA EM QUE VIVEMOS NÃO!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Subscrever:
Mensagens (Atom)