Desta feita foram 120 mil professores na manifestação, mais 20 mil do que na anterior, não se falou de nad de novo, falou-se tão somente numa suposta avaliação que deveria avaliar, ao invés só serve para condicionar, condicionar as atitudes, a svontades e principalmente condicionar as carreiras e as esxpectativas profissionais de pessoas que desejam progredir nas carreiras, como alias é feito em qualquer lugar da tal Europa que nos é sempre impingida como exemplo, estando nós claro está muito mais próximo de África.
Desta feita foi maior a confusão, tu mentes eu minto, assim anda gente com cargos dirigentes e governativos, num joguinho de crianças birrentas e mimadas, claro estamos a falar de Educação, e pelos momentos, poucos, que vi da coisa, acredito piamente que o senhor Primeiro dos Ministros a sua fiel acólita da Educação e alguns dos líderes sindicais o que precisam é de ir à escola, mas se forem à escola que esles criaram, então estamos mal, vai concerteza revelar-se contraproducente, pois parece que não aprenderam nada e com a Escola actual jamais aprenderão.
Desta feita foi mais uma desilusão, gostaria de ver ao invés de 120 mil professores gostaria de ver 500 mil ou mesmo um milhão de professores de todos os graus de ensino, de auxiliares de acção educativa de pais de alunos, isso sim seria uma manifestação em prol da Educação. O número apesar de respeitável, não é pois revelador da união que o sector deveria viver, é pois uma desilusão, ver que mais uma vez a máxima do “dividir para reinar2 continua a impor-se.
A qualquer modelo avaliativo pede-se que avalie de forma isenta e justa, aquilo que propõe o governo, não é isento nem justo, não é isento porque à partida vem eivado de condicionantes que impoõe quotas, imaginem-se a dizer a um médico que não pode ir para uma determinada especialidade porque só pode passar um de cada vez, imaginem-se a dizer a um Juiz que não pode aceder ao patamar seguinte, muito menos ao supremo, porque isto é por nota e tem uma cota que só permite a subida a um ou dois, imaginem-se a dizer a um alferes saído de uma academia militar que ele nunca chegará a general. Pois é caia o Carmo, a Trindade, a Ajuda e talvez Belém!
Como de costume jamais saíremos da cepa torta com atitudes politiqueiras cheias de rafeirice e imbecilidade, precisamos desesperadamente de uma Educação que ensine valores de cidadania, de respeito pelo próximo para que as próximas gerações se consigam afirmar em valores de tolerância e civismo ao invés desta infecta corja de imbecilismo mlitante que por cá temos hoje. Sonha, que sonhar ainda não paga imposto.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, novembro 10, 2008
quinta-feira, novembro 06, 2008
Estou muito entusiasmada, nós vamos mudar o Mundo!
O título desta croniquelha insalúbre, faz alusão a uma frase proferida por uma apoiante, de Obama, após a confirmação da vitória do senador do Illinois, achei piada, porque não sei se o Mundo quer ou aguenta outra mudança imposta pelos Estados Unidos, até porque as mudanças, e já foram algumas, nem sempre significaram coisas boas, como desgraçadamente nos provam os últimos oitos anos daquilo a que chamam era Bush.
Diz o nosso Nobel literário, é importante ouvir sempre os gajos do contra sistemático, que Obama é um homem diferente que tem qualquer coisa de diferente, bem o Saramago lá saberá o que é isso de diferente. Relativizamos os outros dois candidatos, Ralph Nader (independente) e Cynthia McKinney (Verdes), vejam o excelente post a este propósito do meu caro amigo Grilo Escrevente.
O drama para mim nem sequer é o facto de a comunicação social ter excluído as outras duas candidaturas, naquilo que podemos entender como uma fraca noção de democracia, no país que se diz campeão da mesma, o drama para mim será o acordar do mundo. Quando amanhã desaparecer o Obama candidato e aparecer o Obama Presidente, que serão duas pessoas completamente diferentes, outro drama será quando os europeus perceberem que Obama é americano, quando a ilusão se desfizer, o acordar poderá ser complicado.
Há duas semanas que andava a matutar numa coisa, o que estava por detrás de Obama, sem claro desfazer nas qualidades do homem e capacidades, um dia antes do acto eleitoral, quando surgiram os nomes de John Podesta, Rahm Emanuel e Joshua Bolten, como possíveis integrantes do Gabinete Presidencial de Obama, aí fez-se luz, e surgiram os cordelinhos da linha Clinton e tudo começou a fazer sentido, porque quem olha para o mapa dos resultados e apesar de Obama ter ganho mais estados que MacCain, abaixo da linha Mason-Dixie, o republicano embolsou a maioria, o chamado voto evangélico também deu a primazia a MacCain, o factor cor também foi importante, é aí que Obama, ganha, nas minorias cada vez mais maioria, os pretos, mexicanos, os índios, todos concorreram na esperança de que Obama lhes proporcione melhores vidas, que ambicionam e merecem como cidadãos úteis de um país que todos os dias ajudam a construir.
Obama ganhou os estados chave, que contam com a maioria dos grandes eleitores, aí foram decisivos os tais cordelinhos Clinton, também aproveitou o facto de os Republicanos terem dado um tiro no pé ao escolher Palin para vice de MacCain, a governadora do Alasca foi a melhor aliada de Obama, a cada vez mais minoria WASP que com ela se identifica, afastou o eleitorado de centro direita e centro esquerda que até votaria em MacCain.
Quem teve o cuidado de acompanhar o discurso de Obama acerca da retirada de tropas do Iraque, coisa que confesso acreditar que ele não fará, verificou que à medida que as projecções lhe iam sendo mais favoráveis, o tempo de retirada das tropas ia aumentando, porque do lado democrata também existem muitos interesses petroleiros a controlar as decisões, a ver vamos no que isto vai dar, mas estou em crer que o acordar na era Obama, não vai significar muito de novo, veremos!
Um abraça, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Diz o nosso Nobel literário, é importante ouvir sempre os gajos do contra sistemático, que Obama é um homem diferente que tem qualquer coisa de diferente, bem o Saramago lá saberá o que é isso de diferente. Relativizamos os outros dois candidatos, Ralph Nader (independente) e Cynthia McKinney (Verdes), vejam o excelente post a este propósito do meu caro amigo Grilo Escrevente.
O drama para mim nem sequer é o facto de a comunicação social ter excluído as outras duas candidaturas, naquilo que podemos entender como uma fraca noção de democracia, no país que se diz campeão da mesma, o drama para mim será o acordar do mundo. Quando amanhã desaparecer o Obama candidato e aparecer o Obama Presidente, que serão duas pessoas completamente diferentes, outro drama será quando os europeus perceberem que Obama é americano, quando a ilusão se desfizer, o acordar poderá ser complicado.
Há duas semanas que andava a matutar numa coisa, o que estava por detrás de Obama, sem claro desfazer nas qualidades do homem e capacidades, um dia antes do acto eleitoral, quando surgiram os nomes de John Podesta, Rahm Emanuel e Joshua Bolten, como possíveis integrantes do Gabinete Presidencial de Obama, aí fez-se luz, e surgiram os cordelinhos da linha Clinton e tudo começou a fazer sentido, porque quem olha para o mapa dos resultados e apesar de Obama ter ganho mais estados que MacCain, abaixo da linha Mason-Dixie, o republicano embolsou a maioria, o chamado voto evangélico também deu a primazia a MacCain, o factor cor também foi importante, é aí que Obama, ganha, nas minorias cada vez mais maioria, os pretos, mexicanos, os índios, todos concorreram na esperança de que Obama lhes proporcione melhores vidas, que ambicionam e merecem como cidadãos úteis de um país que todos os dias ajudam a construir.
Obama ganhou os estados chave, que contam com a maioria dos grandes eleitores, aí foram decisivos os tais cordelinhos Clinton, também aproveitou o facto de os Republicanos terem dado um tiro no pé ao escolher Palin para vice de MacCain, a governadora do Alasca foi a melhor aliada de Obama, a cada vez mais minoria WASP que com ela se identifica, afastou o eleitorado de centro direita e centro esquerda que até votaria em MacCain.
Quem teve o cuidado de acompanhar o discurso de Obama acerca da retirada de tropas do Iraque, coisa que confesso acreditar que ele não fará, verificou que à medida que as projecções lhe iam sendo mais favoráveis, o tempo de retirada das tropas ia aumentando, porque do lado democrata também existem muitos interesses petroleiros a controlar as decisões, a ver vamos no que isto vai dar, mas estou em crer que o acordar na era Obama, não vai significar muito de novo, veremos!
Um abraça, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, novembro 03, 2008
Há Granel na Caserna
O senhor General na reserva Loureiro dos Santos, veio ao terreiro declarar que o meio castrense está descontente, pois devem ser os únicos, que existem camaradas que podem fazer “disparates”, ameaçando assim a nossa “avançada democracia”. O senhor General na reserva Loureiro dos Santos, veio armar-se em santo condestável do militaredo. Acho uma atitude de muito, de péssimo mau gosto vir “ameaçar” de forma velada a tal democracia avançada, não é digno de militares que se regem por tradições de honra e brio, não é digno de homens que escolheram um dos mais nobres ordálios, a defesa da Pátria, não posso de maneira alguma concordar com atitudes corporativistas imbecis como ficou patente nestas ameaças inconsequentes e intelectualmente indigentes.
Se os militares quiserem vir para a rua libertar o povo trabalhador e pagador de impostos de toda esta escumalha que nos anda a sugar o dinheiro, rebentando com os cornos a uns milhares de sanguessugas subsídio dependentes e politiqueiros aldrabões, serei o primeiro a ajuda-los nessa tarefa, exterminar a corja, vir para a rua defender os traseiros anafados de generais e coroneis de secretária, numa atitude de corporativismo de estado novo, nunca, nem posso concordar, já nos bastam médicos, juízes e advogados, como fiéis representantes desse corporativismo medievo.
Têm razão os militares, as nossas forças armadas há muito que deveriam ter sido redimensionadas com seriedade, com material novo e meios decentes capazes de nos colocar em pé de igualdade com as outras nações, cumprindo com brio a mais uma vez megalomana tarefa de envio de contingentes para todo o lado, nós somos um país pobre não podemos continuar a ter um exército de país rico.
Não podemos continuar a formar oficiais, para carreiras que não existem, na actual conjuntura das nossas forças armadas, é mais fácil constituir um batalhão de oficiais generais do que um batalhão de praças, tal não pode continuar, disparates como submarinos e outras alarvidades têm de ter um fim, os seus responsáveis tem de ser punidos, para colocar um fim a uma regra de desbaratar os cabedais públicos em cretinices, que tem feito escola entre os detentores da pasta da defesa dos últimos 30 anos, quando por exemplo os socorros aos naufragos não conseguem salvar homens a 20 metros da costa.
Depois queixam-se os militares de terem perdido muitas regalias sociais, já reparam que é disso precisamente que todos os outros se queixam e ninguém vem ameaçar com ataques à democracia, todos nós os desgraçados que alimentamos a escumalha andamos a perder todos os dias, a honestidade, o trabalho e a honra são palavras vãs, quem trabalha e paga impostos está sufocado pela ralé, que nos assassina e rouba descaradamente sem que nada lhe aconteça, por isso aguentem-se que nós fazemos o mesmo. Ou então venham para a rua e rebentem com essa escumalha de vez, terão a ajuda de muitos de nós, os pobres que pagamos isto tudo com o suor do nosso trabalho.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Se os militares quiserem vir para a rua libertar o povo trabalhador e pagador de impostos de toda esta escumalha que nos anda a sugar o dinheiro, rebentando com os cornos a uns milhares de sanguessugas subsídio dependentes e politiqueiros aldrabões, serei o primeiro a ajuda-los nessa tarefa, exterminar a corja, vir para a rua defender os traseiros anafados de generais e coroneis de secretária, numa atitude de corporativismo de estado novo, nunca, nem posso concordar, já nos bastam médicos, juízes e advogados, como fiéis representantes desse corporativismo medievo.
Têm razão os militares, as nossas forças armadas há muito que deveriam ter sido redimensionadas com seriedade, com material novo e meios decentes capazes de nos colocar em pé de igualdade com as outras nações, cumprindo com brio a mais uma vez megalomana tarefa de envio de contingentes para todo o lado, nós somos um país pobre não podemos continuar a ter um exército de país rico.
Não podemos continuar a formar oficiais, para carreiras que não existem, na actual conjuntura das nossas forças armadas, é mais fácil constituir um batalhão de oficiais generais do que um batalhão de praças, tal não pode continuar, disparates como submarinos e outras alarvidades têm de ter um fim, os seus responsáveis tem de ser punidos, para colocar um fim a uma regra de desbaratar os cabedais públicos em cretinices, que tem feito escola entre os detentores da pasta da defesa dos últimos 30 anos, quando por exemplo os socorros aos naufragos não conseguem salvar homens a 20 metros da costa.
Depois queixam-se os militares de terem perdido muitas regalias sociais, já reparam que é disso precisamente que todos os outros se queixam e ninguém vem ameaçar com ataques à democracia, todos nós os desgraçados que alimentamos a escumalha andamos a perder todos os dias, a honestidade, o trabalho e a honra são palavras vãs, quem trabalha e paga impostos está sufocado pela ralé, que nos assassina e rouba descaradamente sem que nada lhe aconteça, por isso aguentem-se que nós fazemos o mesmo. Ou então venham para a rua e rebentem com essa escumalha de vez, terão a ajuda de muitos de nós, os pobres que pagamos isto tudo com o suor do nosso trabalho.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, outubro 31, 2008
Campanha de solidariedade
Em Maio uma menina de 13 anos, a Tânia, foi atropelada numa passadeira no Porto por um condutor alcoolizado. A Tânia, de uma familia com poucos recursos, tem que ser operada, mas a familia não tem dinheiro para a alimentação adequada da menina. Ver noticia do Diário de Noticias.
A RUTIS não ficou insensivel à esta situação e foi averiguar os factos. Duas colaboradoras da associação deslocaram-se á casa da familia da Tânia e confirmaram a situação precária em que vivem. Após esta visita a direcção da RUTIS comprometeu-se a oferecer, até á operação da Tânia, um crédito mensal de 100 euros para alimentação no supermercado mais perto, uma vez que a mãe não tem carro, nem se pode ausentar.
Desde Junho que temos pago as compras da mãe da Tânia no supermercado combinado e até ao momento tudo tem corrido bem e a Tânia está a melhorar.
Apelamos agora à solidariedade das UTIS e dos seus alunos para podermos continuar a apoiar a familia da Tânia. Para tal pedimos que façam o vosso donativo no nosso site e o valor será entregue no supermercado para a aquisção de mais bens alimentares.
(CLICAR NO TÍTULO DO POST PARA ACEDER À ÁREA DE DONATIVO)
Obrigado
A Direcção da RUTIS
Ajudar faz bem à alma por isso AJUDEM!
Um abraço de bom fim de semana deste vosso amigo
Barão da Tróia
A RUTIS não ficou insensivel à esta situação e foi averiguar os factos. Duas colaboradoras da associação deslocaram-se á casa da familia da Tânia e confirmaram a situação precária em que vivem. Após esta visita a direcção da RUTIS comprometeu-se a oferecer, até á operação da Tânia, um crédito mensal de 100 euros para alimentação no supermercado mais perto, uma vez que a mãe não tem carro, nem se pode ausentar.
Desde Junho que temos pago as compras da mãe da Tânia no supermercado combinado e até ao momento tudo tem corrido bem e a Tânia está a melhorar.
Apelamos agora à solidariedade das UTIS e dos seus alunos para podermos continuar a apoiar a familia da Tânia. Para tal pedimos que façam o vosso donativo no nosso site e o valor será entregue no supermercado para a aquisção de mais bens alimentares.
(CLICAR NO TÍTULO DO POST PARA ACEDER À ÁREA DE DONATIVO)
Obrigado
A Direcção da RUTIS
Ajudar faz bem à alma por isso AJUDEM!
Um abraço de bom fim de semana deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, outubro 29, 2008
Dona Crise
Dona Crise assentou arraiais neste reino, poderia ser Dona Branca ou Dona Flor, porque raio tem tantos maridos, mas Dona Crise definitivamente assentou arraiais no condado, poderia ser um “case study” expressão que está na mó de cima, qualquer coisa que não se perceba o porquê torna-se de súbito no linguajar complicado dos mangas de alpaca um caso de estudo, Dona Crise comadre portuguesa de gema, anda aí.
Mas nós estamos habituados a ela, desde 1143, que convivemos com ladrões, larápios, galfarros, pilha-galinhas, assaltantes bandidos e bandalhos naquilo que poderá ser um outro “case study” como é que uma terra tão pequena e tão pobre dá origem a tanto ladrão, a tanta sanguessuga chupista que eternamente vive de pilhar o suor alheio.
Dona Crise é voluptosa e meiga, chega de mansinho e ataca com vagar, roendo um poucochinho de cada vez para não matar o hospedeiro, servida por acólitos certeiros, vai esburgando as algibeiras ao pobre cada vez mais pobre, umas vezes pagamos para isto outras para aquilo, outras ainda para aqueloutro, interessa é estarmos sempre a pagar, claro que isto de pagar só se aplica a alguns, aos outros, a uma minoria muito esperta, é só engordar sentar à sombra bater uma suecada, enfardar uns bagaços e fumar umas cigarradas, que depois no dia certo é levantar o cheque e deixar cantar a carriça, ou se interessa para o caso a cigarra, que vai dar ao mesmo.
Ao diabo a bolsa, em especial a nossa, que Dona Crise, atrai ao pilim como a traça à lã nova, por dá cá aquela palha, tiram-nos tudo, até a palha do colchão, tiram-nos a nós os que trabalhamos, que suamos as estopinhas para vestir calçar e dar de comer à famelga, porque aos outros não tiram nada só dão e mesmo quando eles tiram ainda lhes dão mais, do a nós nos tiram.
Dona Crise habituada a festarolas e comezainas, anda por aí sempre alfeira e bem disposta, já cá anda há muito tempo, disfarça, presume de inocente, sobretudo finge, finge riqueza, finge, solenidade, finge organização, o poeta é um fingidos disse um dia certa pessoa, mas Dona Crise não tendo hábito de leituras, finge ser dado às letras à educação, mas só finge, porque na realidade é nada, néscia pura, estulta até mais não. Acredita em projectos em bandas largas para o cidadão navegante, que à míngua de batata acrescenta água ao caldo cada vez mais caro e desenxabido, navegar é preciso, maldito fadário este da navegação, que atira para estranja 6 milhões dos nossos e importa outros desvalidos de cores várias as mais das vezes pobres diabos sem eira nem beira que do trabalho tem noções esquivas quando não inexistentes, ai esta Dona Crise, acredita na globalização, dado adquirido que nos tenta enfiar pelo gorgomilo abaixo, aos tansos e pacóvios que crêem em semelhante pasquinice.
Dona Crise dita modas, na moda fica quem quer andar à moda e quem tem de bailar conforme a moda que toca, porque se o banqueiro se afunda, é preciso acudir-lhe nem que para isso se abrasem mil dos outros, daqueles que já pagaram ao banqueiro, que já pagaram aos filhos de Dona Crise, que continuam a pagar, que pagam tudo e ainda assim riem os parolos, patêgos! Pobres labrêgos toldados pela pândega Dona Crise que arrufa os empurra bolas e outras alarvices para entreter a maralha alienada, malvada Dona Crise que não despega que não larga.
Que morra mil vezes, de morte matada em falecimentos e óbitos vários essa Dona malfada e malfazeja, que morra em horríveis suplícios, que sonho esse, pior é o acordar do pobre, que acorda sempre a pensar em dar corda ao sapato e ganhar os tostões que o patrão sempre chora, porque no fundo no fundo o que queria era poder voltar a contratar no terreiro ao domingo à jorna, para pagar o tostão que de tão mínguado mal dava para meia sardinha de gato, ó tempo volta para trás, gritava o outro com ar de moiro mourão, bem dito o deus deles que os alimenta de fé.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Mas nós estamos habituados a ela, desde 1143, que convivemos com ladrões, larápios, galfarros, pilha-galinhas, assaltantes bandidos e bandalhos naquilo que poderá ser um outro “case study” como é que uma terra tão pequena e tão pobre dá origem a tanto ladrão, a tanta sanguessuga chupista que eternamente vive de pilhar o suor alheio.
Dona Crise é voluptosa e meiga, chega de mansinho e ataca com vagar, roendo um poucochinho de cada vez para não matar o hospedeiro, servida por acólitos certeiros, vai esburgando as algibeiras ao pobre cada vez mais pobre, umas vezes pagamos para isto outras para aquilo, outras ainda para aqueloutro, interessa é estarmos sempre a pagar, claro que isto de pagar só se aplica a alguns, aos outros, a uma minoria muito esperta, é só engordar sentar à sombra bater uma suecada, enfardar uns bagaços e fumar umas cigarradas, que depois no dia certo é levantar o cheque e deixar cantar a carriça, ou se interessa para o caso a cigarra, que vai dar ao mesmo.
Ao diabo a bolsa, em especial a nossa, que Dona Crise, atrai ao pilim como a traça à lã nova, por dá cá aquela palha, tiram-nos tudo, até a palha do colchão, tiram-nos a nós os que trabalhamos, que suamos as estopinhas para vestir calçar e dar de comer à famelga, porque aos outros não tiram nada só dão e mesmo quando eles tiram ainda lhes dão mais, do a nós nos tiram.
Dona Crise habituada a festarolas e comezainas, anda por aí sempre alfeira e bem disposta, já cá anda há muito tempo, disfarça, presume de inocente, sobretudo finge, finge riqueza, finge, solenidade, finge organização, o poeta é um fingidos disse um dia certa pessoa, mas Dona Crise não tendo hábito de leituras, finge ser dado às letras à educação, mas só finge, porque na realidade é nada, néscia pura, estulta até mais não. Acredita em projectos em bandas largas para o cidadão navegante, que à míngua de batata acrescenta água ao caldo cada vez mais caro e desenxabido, navegar é preciso, maldito fadário este da navegação, que atira para estranja 6 milhões dos nossos e importa outros desvalidos de cores várias as mais das vezes pobres diabos sem eira nem beira que do trabalho tem noções esquivas quando não inexistentes, ai esta Dona Crise, acredita na globalização, dado adquirido que nos tenta enfiar pelo gorgomilo abaixo, aos tansos e pacóvios que crêem em semelhante pasquinice.
Dona Crise dita modas, na moda fica quem quer andar à moda e quem tem de bailar conforme a moda que toca, porque se o banqueiro se afunda, é preciso acudir-lhe nem que para isso se abrasem mil dos outros, daqueles que já pagaram ao banqueiro, que já pagaram aos filhos de Dona Crise, que continuam a pagar, que pagam tudo e ainda assim riem os parolos, patêgos! Pobres labrêgos toldados pela pândega Dona Crise que arrufa os empurra bolas e outras alarvices para entreter a maralha alienada, malvada Dona Crise que não despega que não larga.
Que morra mil vezes, de morte matada em falecimentos e óbitos vários essa Dona malfada e malfazeja, que morra em horríveis suplícios, que sonho esse, pior é o acordar do pobre, que acorda sempre a pensar em dar corda ao sapato e ganhar os tostões que o patrão sempre chora, porque no fundo no fundo o que queria era poder voltar a contratar no terreiro ao domingo à jorna, para pagar o tostão que de tão mínguado mal dava para meia sardinha de gato, ó tempo volta para trás, gritava o outro com ar de moiro mourão, bem dito o deus deles que os alimenta de fé.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, outubro 27, 2008
Leiturices
Entre títulos regionais e nacionais, leio, ou passo os olhos as mais das vezes por cerca de 20 ou 30 jornais por semana, vezes há que leio só as “gordas” como é hábito palavrar em semelhante circunstância.
Anda por aí muito boa prosa, e é disso que vos quero falar, de gente que dá gosto ler, gente com um olhar crítico e inteligente, pessoas, com as quais nem sempre estou de acordo, mas que consigo, mérito delas porque escrevem bem, perceber-lhes os fios do pensamento, há uns outros que odeio liminarmente, não como pessoas claro, como cronistas jornaleiros, não consigo aturar as criaturas, os Pachecos, os Marcelos, os Delgados, os Sarmentos e quejandos entre outrtas criaturas de discurso horripilante para as quais não há pachorra.
Mas não me alongo com pífias e pífios escritos, vamos a quem me dá gozo ler, não falarei de todos como é óbvio, por clara exiguidade de espaço e também alguma preguicite. Por exemplo Armando Fernandes, que escreve no jornal “O Ribatejo”, as suas crónicas gastronómicas e não só, são um tratado à nobre arte de prosar em lusa fala, pessoa dotada de uma vastíssima cultura, é daquelas escritas que se lêem de fôlego único sem aljavares, um paraíso para a torpeza do dia a dia da escrita.
Também no mesmo jornal as crónicas de Daniel Abrunheiro, um daqueles gajos abençoados com um humor sacola que nos desfaz a rir de preocupações, tal é justeza daquilo que com graça é dito muito seriamente.
No jornal “O Mirante”, assina a crónica de última página, um tal de J.A.E., confesso que o considero um amigo, sem nunca com ele ter falado, tal é a proximidade que sinto a muitos dos seus rasgos, de prosa escorreita e sem prurídos, chamando os bois pelos nomes como bom Ribatejano que é, são momentos de pura paz de espírito quando leio as suas crónicas, sábias e certeiras.
No jornal “Público”, Santana Castilho, produz do mais brilhante material sobre educação, que se pode ler, incisivo e caustico, aproveita cada nova maravilha defecada por um ministério em completo desnorte para de um modo polido e cheio de graça mostrar que em relação à Educação em Portugal o rei vai nú.
Há outras gentes de quem gosto, da escorreita pena, em jornais díários e blogues, mas esses são gente de muita audiência que não vale a pena dar notícias, até porque passam bem sem isso.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Anda por aí muito boa prosa, e é disso que vos quero falar, de gente que dá gosto ler, gente com um olhar crítico e inteligente, pessoas, com as quais nem sempre estou de acordo, mas que consigo, mérito delas porque escrevem bem, perceber-lhes os fios do pensamento, há uns outros que odeio liminarmente, não como pessoas claro, como cronistas jornaleiros, não consigo aturar as criaturas, os Pachecos, os Marcelos, os Delgados, os Sarmentos e quejandos entre outrtas criaturas de discurso horripilante para as quais não há pachorra.
Mas não me alongo com pífias e pífios escritos, vamos a quem me dá gozo ler, não falarei de todos como é óbvio, por clara exiguidade de espaço e também alguma preguicite. Por exemplo Armando Fernandes, que escreve no jornal “O Ribatejo”, as suas crónicas gastronómicas e não só, são um tratado à nobre arte de prosar em lusa fala, pessoa dotada de uma vastíssima cultura, é daquelas escritas que se lêem de fôlego único sem aljavares, um paraíso para a torpeza do dia a dia da escrita.
Também no mesmo jornal as crónicas de Daniel Abrunheiro, um daqueles gajos abençoados com um humor sacola que nos desfaz a rir de preocupações, tal é justeza daquilo que com graça é dito muito seriamente.
No jornal “O Mirante”, assina a crónica de última página, um tal de J.A.E., confesso que o considero um amigo, sem nunca com ele ter falado, tal é a proximidade que sinto a muitos dos seus rasgos, de prosa escorreita e sem prurídos, chamando os bois pelos nomes como bom Ribatejano que é, são momentos de pura paz de espírito quando leio as suas crónicas, sábias e certeiras.
No jornal “Público”, Santana Castilho, produz do mais brilhante material sobre educação, que se pode ler, incisivo e caustico, aproveita cada nova maravilha defecada por um ministério em completo desnorte para de um modo polido e cheio de graça mostrar que em relação à Educação em Portugal o rei vai nú.
Há outras gentes de quem gosto, da escorreita pena, em jornais díários e blogues, mas esses são gente de muita audiência que não vale a pena dar notícias, até porque passam bem sem isso.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, outubro 22, 2008
Na Iskola
Chegou ao palácio de 16 assoalhadas do Barão via e-mail, uma opinião assaz interessante, que o Barão, no seguidismo da sua doutrina libertária não deseja ocultar aos seus cultos e prestimosos leitores, para que a sua reflectiva e preclara análise infira sobre o assunto como bem lhes parecer.
“Pá kota voute inviar este emeile pra ver se tu daz voz ao people cool das iskolas porke taz sempre a dezer mal da indukação e da Menistra, esta cena foi feita tipo trabalho de grupo do people do 10 C o pessoal deu bues ideias e eu iskrevi a cena pra inviar o people e todo dread nao somos betinhos é people cool tão é assim
Eu sou o Manel do Arrepindimento da Silva istudante do 10 ano da Iskola Sekundaria Afonso Hinriques venho por esta karta ispreçar o que eu penso na minha opinião sobre a indukação indo de enkontro há sinhora Menistra da Inducação que é a noça santinha protetora.
O people k tá fora da iscola, não pessebe népias desta cena, só sabem kriticar a sinhora Menistra k tá a fazer bué cenas kurtidas pró people andar a kurtir bués na cena da iskola, ela é que tá mesmo lá ela é que pessebe bués deça cena porke poz os profes nu bules porke eles andavam a xatiar o people kum cenas bués maradas tipo testes e exames onde um gajo tem k saber bués cenas munta sekantes tipo os reis de Portugal e assim k é k intreça o rei Afonso xanxo primeiro ó lá komo se chama o kota k tá morto á bues da time e cenas dessas tipo a revolsão do Abril e mais cenas assim.
Por isso k a sinhora Menistra disse ya e koiso agora o people tásse bem e ké os profes é k tem de abrir a pestana tana e fazer bues trabalhos e papeis pra ver se não tem tempo pra tar nas aulas a falar de cenas tristes e dar sekas no people k preçiza é de tar bem e kurtir bues. Porke o people k vai pró rap o ser player de bola não preçiza deças cenas preçiza e de cenas dread bués cool pra andar na onda tipo kurtir e ter guito pra puder ter uma shotgun e ser gangsta k é munta mais fixe e fazer karjaquimge.
Por isso é k eu axo que a sinhora Menistra é uma kota bues cool ela perçebeu que o people tá bués stressado kuando ta na iskola e k os profes é k preçizam de bulir porke tem bués time sim fazer népia e porke tão sempre kom cenas maradas tipo ditados e kopias eças senas fazem bues mal porque o people pode fikar bues stressado e a sinhora Menistra fez muita bem akabar com iço e ler cenas do Fernandes pessoa e do outro dos poemas em kantos o Camiões por iço o people não kurte a iskola k tem bues cenas sekantes só kuando á porrada nos profes o nas kotas das auçiliares é k tem piada pró people filmar e por no youtube.
Viva a sinhora Menistra k fez o estatulto dos alunos k dános muitas cenas cool tipo os profes não podem abrir o pio e tão sempre a levar na boka açim eles já não abusam do people kom faltas e cenas deças porke a malta paça sempre e depois vai kurtir bues pra naite kurtir as damas e assim porke a iskola e bues stress e a malta preçiza ter tempo pra kurtir.”
Tásse bem
manel
A bem da liberdade de opinião aqui fica esta, de um inteligente e dotado grupo de jovens da nossa excelente e cuidada Educação.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
“Pá kota voute inviar este emeile pra ver se tu daz voz ao people cool das iskolas porke taz sempre a dezer mal da indukação e da Menistra, esta cena foi feita tipo trabalho de grupo do people do 10 C o pessoal deu bues ideias e eu iskrevi a cena pra inviar o people e todo dread nao somos betinhos é people cool tão é assim
Eu sou o Manel do Arrepindimento da Silva istudante do 10 ano da Iskola Sekundaria Afonso Hinriques venho por esta karta ispreçar o que eu penso na minha opinião sobre a indukação indo de enkontro há sinhora Menistra da Inducação que é a noça santinha protetora.
O people k tá fora da iscola, não pessebe népias desta cena, só sabem kriticar a sinhora Menistra k tá a fazer bué cenas kurtidas pró people andar a kurtir bués na cena da iskola, ela é que tá mesmo lá ela é que pessebe bués deça cena porke poz os profes nu bules porke eles andavam a xatiar o people kum cenas bués maradas tipo testes e exames onde um gajo tem k saber bués cenas munta sekantes tipo os reis de Portugal e assim k é k intreça o rei Afonso xanxo primeiro ó lá komo se chama o kota k tá morto á bues da time e cenas dessas tipo a revolsão do Abril e mais cenas assim.
Por isso k a sinhora Menistra disse ya e koiso agora o people tásse bem e ké os profes é k tem de abrir a pestana tana e fazer bues trabalhos e papeis pra ver se não tem tempo pra tar nas aulas a falar de cenas tristes e dar sekas no people k preçiza é de tar bem e kurtir bues. Porke o people k vai pró rap o ser player de bola não preçiza deças cenas preçiza e de cenas dread bués cool pra andar na onda tipo kurtir e ter guito pra puder ter uma shotgun e ser gangsta k é munta mais fixe e fazer karjaquimge.
Por isso é k eu axo que a sinhora Menistra é uma kota bues cool ela perçebeu que o people tá bués stressado kuando ta na iskola e k os profes é k preçizam de bulir porke tem bués time sim fazer népia e porke tão sempre kom cenas maradas tipo ditados e kopias eças senas fazem bues mal porque o people pode fikar bues stressado e a sinhora Menistra fez muita bem akabar com iço e ler cenas do Fernandes pessoa e do outro dos poemas em kantos o Camiões por iço o people não kurte a iskola k tem bues cenas sekantes só kuando á porrada nos profes o nas kotas das auçiliares é k tem piada pró people filmar e por no youtube.
Viva a sinhora Menistra k fez o estatulto dos alunos k dános muitas cenas cool tipo os profes não podem abrir o pio e tão sempre a levar na boka açim eles já não abusam do people kom faltas e cenas deças porke a malta paça sempre e depois vai kurtir bues pra naite kurtir as damas e assim porke a iskola e bues stress e a malta preçiza ter tempo pra kurtir.”
Tásse bem
manel
A bem da liberdade de opinião aqui fica esta, de um inteligente e dotado grupo de jovens da nossa excelente e cuidada Educação.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, outubro 20, 2008
Papa Misto
Perdoem-me o título eivado de brejeirice a roçar o mau gosto, mas porra, também tenho direito a ter uns momentos de leviandade de quando em vez. Bento XVI, vocês conhecem é aquele velhote bonacheirão, um pândego levado da breca, que volta e meia nos surpreende com umas anedotas, a última foi a de voltar a condenar o uso do preservativo, copiando o seu antecessor, além disso encomendou um estudo para verificar a utilidade profiláctica do dito zingarelho no combate contra o HIV/Sida e como eficaz meio de controlar o descontrolo demográfico a que o mundo assiste.
O Bentinho, como carinhosamente lhe vou chamar, reforçou mais uma vez que é contra os contraceptivos, eu não, tenho pena é que não fossem de uso obrigatório na localidade de Marktl am Inn, na Baviera, nos idos de 1927, pois agora eu estaria a escrever sobre outra qualquer coisa igualmente cretina. O Bentinho lá palavreou, sobre a abstinência, a monogamia, a fidelidade e tal, que são efectivamente conceitos lindos, mas que exceptuando o segundo em raras espécies, são coisas completamente contra natura, por exemplo ao contrário da homosexualidade que se encontra transversalmente espalhada por quase todas as espécies da Criação, será que o Grande Arquitecto era boiola? - Perguntava um amigo brazuca, daqueles de sotaque nordestino cerrado enquanto discutiamos isto a beber umas fresquinhas, num dia de estio dos diabos.
Mas continuando, acho realmente muita piada ao Bentinho e à sua comitiva de ratos de sacristia, a esse propósito deixem que vos conte um episódio que ilustra bem esta coisa da hipocrisia.
Há uns anitos, visitava, a convite de um compincha, uma terreola, ali da Beira, tinhamos partido três de Lisboa, para ir visitar a terra do “Pingalim”, que era a alcunha do meu amigo, lá fomos, depois de um lauto e reparador jantar, o pai do meu colega atira com esta. - Quereis ir inté à discoteca, buber um copo? - Oh Atóino, deixe lá os rapazes, que devem estar cansados, ide mas é à deita!-Repicou a esposa, avisada de certeza pela sabedoria dos anos a aturar o senhor António, mas nós putos traquinas, recém promovidos ao oficialato, cheios de sangue na guelra queriamos era folguedo e anuimos, no entanto estranhei a conversa e perguntei; ir à discoteca? Mas esta terra tem uma discoteca? - Num tem uma tem três! - Respondera o senhor António.
Lá fomos, aos trambolhões, num carripano velho, por entre fraguedos e giestas, no meio de um pinhal lá estava a tal “discoteca” que mais não era que uma casa de meninas, claro que entramos, bebemos umas cervejolas, a 200 paus cada uma, na altura era uma fortuna cá fora uma cerveja custava 20 paus, o senhor António ainda dançou com uma piquena, já entradota, mas toda bem disposta e a seguir fomos deitar.
Ao outro dia alçamos cedo das mantas, era dia de festarola na terreola, toda a gente recebeu convite para ir ver a procissão, sim porque não há festa sem procissão, postado junto a um poste fumava um cigarrito, ao cimo da ladeirita assumava o andor, levado pelos mocetões mais capazes da terra, a dois passos de mim um grupo de velhas engelhadas olhava-me de soslaio. - Apaga o cigarro, que é falta de respeito pra com a santinha! - Atira-me o Pingalim, porra nem o dianho da pirisca pude saborear até ao fim por causa da porra da santa, que diabo o fumo nem lhe fazia mal, era de barro, enfim coisas de ateu, de incréu condenado às eternas chamas do Demo.
Passa a fanfarra de uma terreola vizinha, gostei particularmente das mini-saias das moçoilas da banda, um mimo, a música era ao estilo”paralelos do ritmo”, tocam todos juntos mas cada um a sua, nunca se encontrando, eis que tenho uma revelação, é verdade, confesso, vi a luz, era a porra do Sol a dar-me nos olhos que até deixei de ver, óculos escuros na fuça, rodei à esquerda e lá vinha o andor, curioso, reconheci dois compinchas locais que me haviam sido apresentados na noite anterior, assíduos frequentadores da tal “discoteca”, intimos conhecedores dos mais infímos detalhes físicos das moçoilas que lá estavam bem como da sua proficiência em determinada habilidade sexual, agora alí iam os dois vestidos de renda a segurar o andor como meninos de coro, claro que se notava ainda o efeito, do espumante rasca, pago a preço de champanhe franciú que haviam emborcado na noite anterior.
Acenei-lhes, um fingiu que eu era invisível o outro esboçou um meio sorriso e lá seguiram, passaram uns anjos e outras assombrações, quando impecavelmente trajado com uma opa decorada a preceito e carregando uma cruz com a figura do Redentor, vinha mais vermelho que um tomate, com a bigodaça a jorrar suor e restos da beberragem da noite anterior, mais um compincha da noite anterior. - Oh Pingalim, eu tive a falar com aquele ontem, o gajo tava com uma cardosa! - Xiu, cala-te que é o senhor Presidente da Junta. - Rosnou irado o Pingalim, contra o meu gesto de indiscrição.
Afinal os frequentadores das sacristias, despidas as opas e paramentos, tinham por baixo homens e mulheres, iguais aos outros, excepto numa coisa, eram muito mais hipócritas!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
O Bentinho, como carinhosamente lhe vou chamar, reforçou mais uma vez que é contra os contraceptivos, eu não, tenho pena é que não fossem de uso obrigatório na localidade de Marktl am Inn, na Baviera, nos idos de 1927, pois agora eu estaria a escrever sobre outra qualquer coisa igualmente cretina. O Bentinho lá palavreou, sobre a abstinência, a monogamia, a fidelidade e tal, que são efectivamente conceitos lindos, mas que exceptuando o segundo em raras espécies, são coisas completamente contra natura, por exemplo ao contrário da homosexualidade que se encontra transversalmente espalhada por quase todas as espécies da Criação, será que o Grande Arquitecto era boiola? - Perguntava um amigo brazuca, daqueles de sotaque nordestino cerrado enquanto discutiamos isto a beber umas fresquinhas, num dia de estio dos diabos.
Mas continuando, acho realmente muita piada ao Bentinho e à sua comitiva de ratos de sacristia, a esse propósito deixem que vos conte um episódio que ilustra bem esta coisa da hipocrisia.
Há uns anitos, visitava, a convite de um compincha, uma terreola, ali da Beira, tinhamos partido três de Lisboa, para ir visitar a terra do “Pingalim”, que era a alcunha do meu amigo, lá fomos, depois de um lauto e reparador jantar, o pai do meu colega atira com esta. - Quereis ir inté à discoteca, buber um copo? - Oh Atóino, deixe lá os rapazes, que devem estar cansados, ide mas é à deita!-Repicou a esposa, avisada de certeza pela sabedoria dos anos a aturar o senhor António, mas nós putos traquinas, recém promovidos ao oficialato, cheios de sangue na guelra queriamos era folguedo e anuimos, no entanto estranhei a conversa e perguntei; ir à discoteca? Mas esta terra tem uma discoteca? - Num tem uma tem três! - Respondera o senhor António.
Lá fomos, aos trambolhões, num carripano velho, por entre fraguedos e giestas, no meio de um pinhal lá estava a tal “discoteca” que mais não era que uma casa de meninas, claro que entramos, bebemos umas cervejolas, a 200 paus cada uma, na altura era uma fortuna cá fora uma cerveja custava 20 paus, o senhor António ainda dançou com uma piquena, já entradota, mas toda bem disposta e a seguir fomos deitar.
Ao outro dia alçamos cedo das mantas, era dia de festarola na terreola, toda a gente recebeu convite para ir ver a procissão, sim porque não há festa sem procissão, postado junto a um poste fumava um cigarrito, ao cimo da ladeirita assumava o andor, levado pelos mocetões mais capazes da terra, a dois passos de mim um grupo de velhas engelhadas olhava-me de soslaio. - Apaga o cigarro, que é falta de respeito pra com a santinha! - Atira-me o Pingalim, porra nem o dianho da pirisca pude saborear até ao fim por causa da porra da santa, que diabo o fumo nem lhe fazia mal, era de barro, enfim coisas de ateu, de incréu condenado às eternas chamas do Demo.
Passa a fanfarra de uma terreola vizinha, gostei particularmente das mini-saias das moçoilas da banda, um mimo, a música era ao estilo”paralelos do ritmo”, tocam todos juntos mas cada um a sua, nunca se encontrando, eis que tenho uma revelação, é verdade, confesso, vi a luz, era a porra do Sol a dar-me nos olhos que até deixei de ver, óculos escuros na fuça, rodei à esquerda e lá vinha o andor, curioso, reconheci dois compinchas locais que me haviam sido apresentados na noite anterior, assíduos frequentadores da tal “discoteca”, intimos conhecedores dos mais infímos detalhes físicos das moçoilas que lá estavam bem como da sua proficiência em determinada habilidade sexual, agora alí iam os dois vestidos de renda a segurar o andor como meninos de coro, claro que se notava ainda o efeito, do espumante rasca, pago a preço de champanhe franciú que haviam emborcado na noite anterior.
Acenei-lhes, um fingiu que eu era invisível o outro esboçou um meio sorriso e lá seguiram, passaram uns anjos e outras assombrações, quando impecavelmente trajado com uma opa decorada a preceito e carregando uma cruz com a figura do Redentor, vinha mais vermelho que um tomate, com a bigodaça a jorrar suor e restos da beberragem da noite anterior, mais um compincha da noite anterior. - Oh Pingalim, eu tive a falar com aquele ontem, o gajo tava com uma cardosa! - Xiu, cala-te que é o senhor Presidente da Junta. - Rosnou irado o Pingalim, contra o meu gesto de indiscrição.
Afinal os frequentadores das sacristias, despidas as opas e paramentos, tinham por baixo homens e mulheres, iguais aos outros, excepto numa coisa, eram muito mais hipócritas!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, outubro 16, 2008
Ficção Nacional
Venceslau Pintaroxo, acordou, bem disposto, o que era raro, naquela chuvosa manhã, lá fora o reboliço matinal de carros carrinhas e carretas, ensurdecia e ofuscava a manhã tímida, tomou banho vestiu-se engoliu um leite com café e saiu do quartito alugado com serventia de casa de banho, estava com saudades de casa, da mulher e dos filhos, mas que diabo nunca mais estava de folga para os poder ir ver, aguardava colocação mais próximo, daí a quanto tempo ainda não sabia, ainda ponderará mudar-se para a cidade grande, mas com o seu ordenado não dava, além disso os miúdos estavam na escola e a mulher não poderia largar assim o emprego do pé para a mão.
Chegou ao local de trabalho, distribuidas as tarefas, seguiu, a meio da manhã teve um azar e rasgou a calça de serviço, caramba teria de comprar outra do seu bolso, além disso saíra um ordem interna para mudar de camisa, teria também de comprar mais três ou quatro camisas, sempre do seu bolso, ia pensando com os seus botões, entretanto alguém o chama, o problema era complicado teria de pedir que viessem outros camaradas para ajudar, o rádio da viatura para supostamente ligar à sede, não funcionava, resultado, Venceslau teve de gastar dinheiro do seu telemóvel para ligar, era sempre a mesma coisa, diabos levassem aquele emprego.
Foi almoçar, uma sandocha mal comida e um sumo, que já tinha de ir levar uma encomenda, a meio do caminho bateu com o carro, porra, lá estava metido em sarilhos, processo disciplinar e claro pagar do seu bolso os estragos, enfim esperemos que o dia termine, amanhã é dia de folga. A tarde já vai a meio e Venceslau, apanha uma encomenda, diabo está estragada, tem de ser levada ao depósito, amanhã, tem de lá estar para apresentar a dita encomenda ao chefe e preencher a papelada toda, porra lá se vai a folga, e eu que contava ir ver a famelga, pensou Venceslau com os seus botões, lá se ia tudo por água abaixo, diabo de emprego.
Chamada de urgência, levantar encomenda, num daqueles bairros, em que até o ar é mau, má sina, ir a esses sítios era sempre uma grande tragédia, mas serviço é serviço, chegado lá, a confusão habitual, gritaria, confusão, carimbos azuis de um lado, amarelos do outro, choros ameaças, enfim o dia a dia normal, alguém ameaçara um colega, este sem poder responder levara uma pancada e fora de charola para o hospital, 10 pontos no cocuruto da tola e uns dias de baixa para descansar, rasgaram-lhe a camisa, teria de comprar outra do seu bolso, porque a empresa não dá nada a ninguém.
Fim do turno, Venceslau estava esgotado, entretanto, chega o chefe de turno, mudança de planos, era preciso ir vigiar a descarga de várias encomendas, seguiram todos, até às quatro da matina, caramba Venceslau estava de rastos, iria dormir umas 4 horitas e depois voltava tudo ao mesmo, que porra de emprego.
Isto é pura ficção, poderia ser Kafka, não pela qualidade da escrita, mais pelo absurdo das situações, mas não, também poderia ter outro título “Ser Polícia em Portugal”, mas não, este texto é pura ficção, agora imaginem-se a trabalhar em semelhantes condições, imaginem-se!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Chegou ao local de trabalho, distribuidas as tarefas, seguiu, a meio da manhã teve um azar e rasgou a calça de serviço, caramba teria de comprar outra do seu bolso, além disso saíra um ordem interna para mudar de camisa, teria também de comprar mais três ou quatro camisas, sempre do seu bolso, ia pensando com os seus botões, entretanto alguém o chama, o problema era complicado teria de pedir que viessem outros camaradas para ajudar, o rádio da viatura para supostamente ligar à sede, não funcionava, resultado, Venceslau teve de gastar dinheiro do seu telemóvel para ligar, era sempre a mesma coisa, diabos levassem aquele emprego.
Foi almoçar, uma sandocha mal comida e um sumo, que já tinha de ir levar uma encomenda, a meio do caminho bateu com o carro, porra, lá estava metido em sarilhos, processo disciplinar e claro pagar do seu bolso os estragos, enfim esperemos que o dia termine, amanhã é dia de folga. A tarde já vai a meio e Venceslau, apanha uma encomenda, diabo está estragada, tem de ser levada ao depósito, amanhã, tem de lá estar para apresentar a dita encomenda ao chefe e preencher a papelada toda, porra lá se vai a folga, e eu que contava ir ver a famelga, pensou Venceslau com os seus botões, lá se ia tudo por água abaixo, diabo de emprego.
Chamada de urgência, levantar encomenda, num daqueles bairros, em que até o ar é mau, má sina, ir a esses sítios era sempre uma grande tragédia, mas serviço é serviço, chegado lá, a confusão habitual, gritaria, confusão, carimbos azuis de um lado, amarelos do outro, choros ameaças, enfim o dia a dia normal, alguém ameaçara um colega, este sem poder responder levara uma pancada e fora de charola para o hospital, 10 pontos no cocuruto da tola e uns dias de baixa para descansar, rasgaram-lhe a camisa, teria de comprar outra do seu bolso, porque a empresa não dá nada a ninguém.
Fim do turno, Venceslau estava esgotado, entretanto, chega o chefe de turno, mudança de planos, era preciso ir vigiar a descarga de várias encomendas, seguiram todos, até às quatro da matina, caramba Venceslau estava de rastos, iria dormir umas 4 horitas e depois voltava tudo ao mesmo, que porra de emprego.
Isto é pura ficção, poderia ser Kafka, não pela qualidade da escrita, mais pelo absurdo das situações, mas não, também poderia ter outro título “Ser Polícia em Portugal”, mas não, este texto é pura ficção, agora imaginem-se a trabalhar em semelhantes condições, imaginem-se!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, outubro 13, 2008
Les uns et les autres
Mais uma oportunidade perdida! Na última sexta-feira perdemos mais uma oportunidade de mostrar ao mundo que somos uma nação, plural, tolerante e civilizada, perdemos de novo a carroça. Ao invés demonstramos que aquilo que verdadeiramente somos, uma cambada de carneirada, sacrista e hipócrita.
A votação não era sobre os casamentos de pessoas do mesmo sexo, a votação era sobre a felicidade das pessoas, falharam de novo aqueles senhores de traseiro anafado, engordados por imerecidas prebendas, falharam em pensar nas pessoas, ao invés de pensarem em votos, em moral duvidosa ou em convicções beatas hipócritas. Assalta-me uma dúvida, quantos no Parlamento terão votado contra as suas convicções e a sua vida pessoal, quantos estarão escondidos no armário dos chamados “valores” de família, coisa que nunca entendi muito bem, guardados das vistas, corroídos pela sua própria hipocrisia, perdemos assim mais outra oportunidade de dar um sinal positivo ao mundo.
Preferimos a santíssima beatice, dos ratos de sacristia, que depois de despir a opa, esgalham sarapitolas a espreitar a vizinha do lado. Preferimos a carneirada, a disciplina partidária que sufoca a democracia, que cala as consciências, que castra os machões, que muitas noites nos becos esconsos de qualquer ruela, se atracam aos lábios ternos de um qualquer puto de rua, preferimos esconder, varrer para baixo do tapete uma série de cidadãos que sendo diferentes não tem direito como todos os outros a serem felizes.
Preferimos fazer o que genericamente fazemos com todos os que são diferentes, fingimos que não existem, damos uma esmola, vamos à missa e qual passe de magia ficamos de consciência tranquila, hipocritamente encerrados na redoma da arrogância e desdém, limpos imaculadamente sujos por dentro de vícios inconfessáveis, que adoramos apontar aos outros num repente, atirando pedras e ferindo com a indiferença dos iguais perante os diferentes.
Foi triste, foi triste mais uma vez perceber que vivo num país, reles, atrasado, rato de sacristia e hipócrita, sim como se eu não soubesse já, como se eu não os conhecesse de ginjeira, aos beatos, aos homens e mulheres honestos e de família, a toda esta corja de mentirosos e hipócritas que faz de conta que vive num país de ouro quando na realidade vivem atolados em merda até às orelhas.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
A votação não era sobre os casamentos de pessoas do mesmo sexo, a votação era sobre a felicidade das pessoas, falharam de novo aqueles senhores de traseiro anafado, engordados por imerecidas prebendas, falharam em pensar nas pessoas, ao invés de pensarem em votos, em moral duvidosa ou em convicções beatas hipócritas. Assalta-me uma dúvida, quantos no Parlamento terão votado contra as suas convicções e a sua vida pessoal, quantos estarão escondidos no armário dos chamados “valores” de família, coisa que nunca entendi muito bem, guardados das vistas, corroídos pela sua própria hipocrisia, perdemos assim mais outra oportunidade de dar um sinal positivo ao mundo.
Preferimos a santíssima beatice, dos ratos de sacristia, que depois de despir a opa, esgalham sarapitolas a espreitar a vizinha do lado. Preferimos a carneirada, a disciplina partidária que sufoca a democracia, que cala as consciências, que castra os machões, que muitas noites nos becos esconsos de qualquer ruela, se atracam aos lábios ternos de um qualquer puto de rua, preferimos esconder, varrer para baixo do tapete uma série de cidadãos que sendo diferentes não tem direito como todos os outros a serem felizes.
Preferimos fazer o que genericamente fazemos com todos os que são diferentes, fingimos que não existem, damos uma esmola, vamos à missa e qual passe de magia ficamos de consciência tranquila, hipocritamente encerrados na redoma da arrogância e desdém, limpos imaculadamente sujos por dentro de vícios inconfessáveis, que adoramos apontar aos outros num repente, atirando pedras e ferindo com a indiferença dos iguais perante os diferentes.
Foi triste, foi triste mais uma vez perceber que vivo num país, reles, atrasado, rato de sacristia e hipócrita, sim como se eu não soubesse já, como se eu não os conhecesse de ginjeira, aos beatos, aos homens e mulheres honestos e de família, a toda esta corja de mentirosos e hipócritas que faz de conta que vive num país de ouro quando na realidade vivem atolados em merda até às orelhas.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
quarta-feira, outubro 08, 2008
MOvimento Pijaminha
"O Movimento Pijaminha é uma iniciativa privada e independente que surgiu, há dois anos, entre amigos.
Como principal objectivo temos a angariação de pijamas e outros agasalhos, como sejam robes, chinelos, pantufas e fatos de treino, .
Por ser um bem de extrema necessidade junto dos hospitais - quer pelos sucessivos tratamentos de esterilização por que eventualmente tenham de passar, quer pela constante utilização e consequente desgaste que sofre dia após dia – tivemos na altura a ideia de oferecer um presente sob a forma de pijaminha.
Num primeiro esforço, foram entregues cerca de 30 pijamas, no núcleo da LPCC, que funciona em Lisboa, perto do IPO. No ano passado, pelo Natal, conseguimos já entregar perto de 80.
Tentando sensibilizar as pessoas, pretendemos ser uma ponte de ligação entre quem quiser colaborar e as instituições que daquela ajuda necessitem, nomeadamente hospitais infantis."
in, http://movimentopijaminha.blogspot.com/
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
Como principal objectivo temos a angariação de pijamas e outros agasalhos, como sejam robes, chinelos, pantufas e fatos de treino, .
Por ser um bem de extrema necessidade junto dos hospitais - quer pelos sucessivos tratamentos de esterilização por que eventualmente tenham de passar, quer pela constante utilização e consequente desgaste que sofre dia após dia – tivemos na altura a ideia de oferecer um presente sob a forma de pijaminha.
Num primeiro esforço, foram entregues cerca de 30 pijamas, no núcleo da LPCC, que funciona em Lisboa, perto do IPO. No ano passado, pelo Natal, conseguimos já entregar perto de 80.
Tentando sensibilizar as pessoas, pretendemos ser uma ponte de ligação entre quem quiser colaborar e as instituições que daquela ajuda necessitem, nomeadamente hospitais infantis."
in, http://movimentopijaminha.blogspot.com/
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, outubro 06, 2008
Só mesmo a rir
A história das casinhas lá da capital, atribuídas ao Deus-dará é realmente o fantástico reflexo do estado de bandalheira a que chegou este país, mas vejamos, eles são todos muito honestos, são sempre muito honestos, muito honrados e acima de tudo inocentes, assim vai esta anedota chamada Portugal, de um lado a rataria infecta, essas sanguessugas subsídio dependentes com direito a tudo, do outro os politiqueiros aldrabões e corruptos, no meio os papalvos como eu que sustentam isto tudo e a quem um Presidente da Republica pede para superar a crise, anedota suprema esta, de alguém que durante anos desgovernou um país e instituiu muitas das redes de compadrio e amiguismo deste nacional porreirismo lusitano alicercado em clientelas e amizades que esburgam o pobre pagante de impostos, só mesmo a rir é que conseguimos levar a vida neste pardieiro, ainda dizem que somos um povo triste, o tanas! Sim, porque a mim e a outros como eu ninguém nos dá casa, ninguém nos dá subsídios para aos filhos andarem na escola a gamar os colegas, ninguém faz nada por mim, ando ao abandono à espera que o acaso nunca me coloque perante situações perigosas, porque ninguém me defende, estou só, eu e os outros carneiros capados desta terra, dedicados a trabalhar e a pagar, os plasmas, carros, casas, carrinhas, ouro, telemóveis, jantares e almoços, sapatilha da moda e roupinha de marca, enfim tudo o que suas excelências as sanguessugas desejarem.
Claro que pelo meio de todas estas andanças, nem só um destes muitos tragalhadanças, é, foi ou será responsabilizado pelas suas muitas e gravosas malfeitorias, alias pra calar o zé pagode o ministério da Administração Interna agora obriga os polícias, outra classe de desgraçados, a andar aí aos solavancos nos bairros da escumalha subsídio dependente a tentar deter os bandalhos, o problema é que os bandalhos não estão só nesses bairros, os bandalhos também habitam em condomínios fechados, andam de carro com motorista e tem cartão dourado, o raio que parta isto tudo, só mesmo a rir é que conseguimos ir sobrevivendo a esta terra.
O outro por muito que não concorde com ele que o ache um imbecil chapado, que rejeite a sua ideologia cretina tem razão numa coisa, na minha terra eu sou diáriamente vitíma de racismo e ninguém faz nada, o pior é que não é por ser de uma qualquer cor e ou raça, o pior é que sou vítima de racismo, porque trabalho, porque sou honesto, porque pago impostos, porque sou uma pessoa, todas essas sanguessugas chupistas que estão nos extremos da sociedade me exploram e me atacam, gentalha que de humano e civilizado tem muito pouco, apesar de alguns até serem doutores, só a rir é que consigo levar isto, a rir para não vomitar de nojo!
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
Claro que pelo meio de todas estas andanças, nem só um destes muitos tragalhadanças, é, foi ou será responsabilizado pelas suas muitas e gravosas malfeitorias, alias pra calar o zé pagode o ministério da Administração Interna agora obriga os polícias, outra classe de desgraçados, a andar aí aos solavancos nos bairros da escumalha subsídio dependente a tentar deter os bandalhos, o problema é que os bandalhos não estão só nesses bairros, os bandalhos também habitam em condomínios fechados, andam de carro com motorista e tem cartão dourado, o raio que parta isto tudo, só mesmo a rir é que conseguimos ir sobrevivendo a esta terra.
O outro por muito que não concorde com ele que o ache um imbecil chapado, que rejeite a sua ideologia cretina tem razão numa coisa, na minha terra eu sou diáriamente vitíma de racismo e ninguém faz nada, o pior é que não é por ser de uma qualquer cor e ou raça, o pior é que sou vítima de racismo, porque trabalho, porque sou honesto, porque pago impostos, porque sou uma pessoa, todas essas sanguessugas chupistas que estão nos extremos da sociedade me exploram e me atacam, gentalha que de humano e civilizado tem muito pouco, apesar de alguns até serem doutores, só a rir é que consigo levar isto, a rir para não vomitar de nojo!
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
quinta-feira, outubro 02, 2008
Petas, tretas e galhetas!
“Nenhuma criança com necessidades especiais ficará sem apoio”Com esta frase lapidar a senhora ministra daquilo em que insistem chamar Ministério da Educação, tratou de descansar as almas torturadas ou não, dos basbaques jornalistas e dos outros que como eu entreviam a sua caraçoila pela janela catódica, todos à uma, suspiramos de alívio, afinal isto até parece um país de verdade.
Porém, eu sei, alguns de nós sabem, a própria senhora ministra sabe que aquela foi uma frase política, que a realiddade, anda tão arredada dessa frase como os cabelos no cocuruto de um careca, a realidade é bem mais negra e atroz, como muito bem sabem os pais de crianças com necessidades educativas especiais.
O ensino especial em Portugal, como teimo em afirmar, foi sempre uma grande mentira, piorou muito com o actual elenco ministerial, piorou com um despacho imbecil sobre essa imbecilidade da inclusão, uma cretinice que por exemplo ameaçava arrastar uma criança deficiente profunda para uma sala de aulas, só a perseverança e teimosia da mãe a manteve na instituição onde está, onde lhe são prestados todos os cuidados que necessita, coisa que jamais fariam numa escola pública, não que o não queiram fazer, mas falta pessoal especializado, faltam condições, meios enfim falta tudo.
Um bom exemplo que ilustra a falta de precisão da frase da senhora ministra, a sala de apoio a deficientes auditivos de Santarém, uma sala nova em folha toda equipada, fechou, por ditames ministeriais, agora existem crianças que têm de fazer 100 quilómetros para obterem as terapias que necessitam, claro que só vão uma vez ou duas por semana, quando este tipo de coisas deve ter uma base diária.
Um outro exemplo, ainda mais imbecil, um agrupamento com uma psicóloga atribuida, que tem uma hora por semana para cada escola, só numa escola, estão 5 crianças com alguns problemas sendo que duas são autistas, casos que requereriam terapeutas a tempo inteiro, mas claro não há, o que existe é uma professora, 25 miúdos e uma auxiliar por cada sala, a desdobrarem-se em várias, no mais absoluto caos, junte-se as infindáveis e causticas papeladas e reuniões cretinas, dimanadas de um ministério que não tem a mínima noção do que é a Educação e muito menos do que significa ser deficiente e necessitar de apoios especiais,o Ensino Especial em Portugal continua a ser uma grande mentira, uma patranha, uma peta de contornos enormes, que parece que só os senhores que detêm o poder é que insistem em não querer ver.
Fala-se à boca cheia de inclusão, e demais projectos mirabolantes que pretendem integrar, ciganos e demais jetset étnico que por aqui vêm caindo, aos quais não lhes chega já, a casa à borla, os subsídios vários, o hospital e centro de saúde à borla, os impostos à borla, sendo que a maioria está-se nas tintas para a integração, aos verdadeiros excluídos os deficientes, esses ninguém lhes vale, a treta do ensino especial, faz de conta que existe, para gáudio e contentamento de ministros e estatísticas mentirosas.
O que toda esta gente merecia era uma saraivada de galhetas, que lhes colocasse as fuças em desgoverno, para que percebessem, que, se conseguem enganar a maioria dos papalvos, não nos enganam a todos e que esta vergonhosa facécia, deveria ter um fim, cambada de ineptos.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Porém, eu sei, alguns de nós sabem, a própria senhora ministra sabe que aquela foi uma frase política, que a realiddade, anda tão arredada dessa frase como os cabelos no cocuruto de um careca, a realidade é bem mais negra e atroz, como muito bem sabem os pais de crianças com necessidades educativas especiais.
O ensino especial em Portugal, como teimo em afirmar, foi sempre uma grande mentira, piorou muito com o actual elenco ministerial, piorou com um despacho imbecil sobre essa imbecilidade da inclusão, uma cretinice que por exemplo ameaçava arrastar uma criança deficiente profunda para uma sala de aulas, só a perseverança e teimosia da mãe a manteve na instituição onde está, onde lhe são prestados todos os cuidados que necessita, coisa que jamais fariam numa escola pública, não que o não queiram fazer, mas falta pessoal especializado, faltam condições, meios enfim falta tudo.
Um bom exemplo que ilustra a falta de precisão da frase da senhora ministra, a sala de apoio a deficientes auditivos de Santarém, uma sala nova em folha toda equipada, fechou, por ditames ministeriais, agora existem crianças que têm de fazer 100 quilómetros para obterem as terapias que necessitam, claro que só vão uma vez ou duas por semana, quando este tipo de coisas deve ter uma base diária.
Um outro exemplo, ainda mais imbecil, um agrupamento com uma psicóloga atribuida, que tem uma hora por semana para cada escola, só numa escola, estão 5 crianças com alguns problemas sendo que duas são autistas, casos que requereriam terapeutas a tempo inteiro, mas claro não há, o que existe é uma professora, 25 miúdos e uma auxiliar por cada sala, a desdobrarem-se em várias, no mais absoluto caos, junte-se as infindáveis e causticas papeladas e reuniões cretinas, dimanadas de um ministério que não tem a mínima noção do que é a Educação e muito menos do que significa ser deficiente e necessitar de apoios especiais,o Ensino Especial em Portugal continua a ser uma grande mentira, uma patranha, uma peta de contornos enormes, que parece que só os senhores que detêm o poder é que insistem em não querer ver.
Fala-se à boca cheia de inclusão, e demais projectos mirabolantes que pretendem integrar, ciganos e demais jetset étnico que por aqui vêm caindo, aos quais não lhes chega já, a casa à borla, os subsídios vários, o hospital e centro de saúde à borla, os impostos à borla, sendo que a maioria está-se nas tintas para a integração, aos verdadeiros excluídos os deficientes, esses ninguém lhes vale, a treta do ensino especial, faz de conta que existe, para gáudio e contentamento de ministros e estatísticas mentirosas.
O que toda esta gente merecia era uma saraivada de galhetas, que lhes colocasse as fuças em desgoverno, para que percebessem, que, se conseguem enganar a maioria dos papalvos, não nos enganam a todos e que esta vergonhosa facécia, deveria ter um fim, cambada de ineptos.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, setembro 29, 2008
Temo bem que...andes a dormir!
Volto hoje à minha personagem preferida, Sua Excelência o senhor Presidente da República. Volto às suas, estrepitosas bojardas, realmente o homem é um fartote de rir, faz tempestades em copos de água, tabus por irrisórias questiúnculas, silêncios por quando devia clamar e brados quando devia estar de boca fechada para não entrar migalha, nem botar asneira fora.
Sua Excelência o senhor Presidente da República, andou pelos corredores das Nações Unidas em busca de quem esteja disposto a apoiar o seu novo tachito, quando a Presidência acabar. Sua Excelência o senhor Presidente da República, anseia por um lugar nas Nações Unidas, a fazer o quê, não importa, de preferência muito pouco, para não destoar dos últimos 20 anos. Mas se isto é inteiramente lícito, o homem pode almejar o que quiser, já uma das suas declarações, deixa-me a pensar, seriamente que Sua Excelência o senhor Presidente da República, terá sido atacado por alguma mosca tsé-tsé, numa das suas viagens ao continente africano esse modelo de desenvolvimento mundial, subvencionado há 60 anos pela Europa, sem resultados absolutamente nenhuns ou então escassos.
“Temo bem que os portugueses comecem a sentir a crise”, terá Sua Excelência o senhor Presidente da República, declarado a propósito desta palhaçada, provocada pelas veleidades do senhor Bush e dos seus acólitos, ao lançarem o mundo neste descalabro bélico, que propiciou todo o resto, no entanto era uma questão de tempo para que a vergonhosa selvajaria capitaleira, desse com os burros na água, com os evidentes prejuízos para os do costume.
Depois de ouvir, a frase de Sua Excelência o senhor Presidente da República, não queria crer, pensei muitas e variadas coisas acerca de Sua Excelência o senhor Presidente da República, desde impropérios dos mais gravosos que por pejo, respeito e decoro aqui não reproduzo, até ao lançar uma petição de apoio à candidatura de Sua Excelência o senhor Presidente da República, a um lugar nas Nações Unidas, como embaixador da boa vontade para o desenvolvimento da literacia dos cangurus do deserto australiano, sempre nos víamos livres do homem, até porque a melhor coisa que nos aconteceu foi terem enviado um para as Nações Unidas e outro para o Conselho Europeu, vimo-nos livres de duas peças de calibre, esta era só mais uma.
Depois fiquei a pensar, Sua Excelência o senhor Presidente da República, pobre homem, não tem memo noção da terra onde vive, alias nunca teve, mas creio que está muito pior. Por isso digo, temo bem que Sua Excelência o senhor Presidente da República, ande a dormir!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Sua Excelência o senhor Presidente da República, andou pelos corredores das Nações Unidas em busca de quem esteja disposto a apoiar o seu novo tachito, quando a Presidência acabar. Sua Excelência o senhor Presidente da República, anseia por um lugar nas Nações Unidas, a fazer o quê, não importa, de preferência muito pouco, para não destoar dos últimos 20 anos. Mas se isto é inteiramente lícito, o homem pode almejar o que quiser, já uma das suas declarações, deixa-me a pensar, seriamente que Sua Excelência o senhor Presidente da República, terá sido atacado por alguma mosca tsé-tsé, numa das suas viagens ao continente africano esse modelo de desenvolvimento mundial, subvencionado há 60 anos pela Europa, sem resultados absolutamente nenhuns ou então escassos.
“Temo bem que os portugueses comecem a sentir a crise”, terá Sua Excelência o senhor Presidente da República, declarado a propósito desta palhaçada, provocada pelas veleidades do senhor Bush e dos seus acólitos, ao lançarem o mundo neste descalabro bélico, que propiciou todo o resto, no entanto era uma questão de tempo para que a vergonhosa selvajaria capitaleira, desse com os burros na água, com os evidentes prejuízos para os do costume.
Depois de ouvir, a frase de Sua Excelência o senhor Presidente da República, não queria crer, pensei muitas e variadas coisas acerca de Sua Excelência o senhor Presidente da República, desde impropérios dos mais gravosos que por pejo, respeito e decoro aqui não reproduzo, até ao lançar uma petição de apoio à candidatura de Sua Excelência o senhor Presidente da República, a um lugar nas Nações Unidas, como embaixador da boa vontade para o desenvolvimento da literacia dos cangurus do deserto australiano, sempre nos víamos livres do homem, até porque a melhor coisa que nos aconteceu foi terem enviado um para as Nações Unidas e outro para o Conselho Europeu, vimo-nos livres de duas peças de calibre, esta era só mais uma.
Depois fiquei a pensar, Sua Excelência o senhor Presidente da República, pobre homem, não tem memo noção da terra onde vive, alias nunca teve, mas creio que está muito pior. Por isso digo, temo bem que Sua Excelência o senhor Presidente da República, ande a dormir!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, setembro 26, 2008
Homenagem a António Variações
Maria de Lurdes deixa que eu te diga....
Maria de Lurdes deixa que eu te diga....
Essa tua Educação eu sei que não é um espanto mas
percebe-se que não é cá da terra e tem
tem pouco encanto
Essa tua Educação eu sei que não é um espanto mas
percebe-se que não é cá da terra e tem
tem pouco encanto
Maria de Lurdes como foste nessa
de chamar Educação à tua confusão
Maria de Lurdes como foste nessa
de chamar Educação à tua confusão
Maria de Lurdes deixa que eu te diga....
Maria de Lurdes deixa que eu te diga....
Essa tua Educação só deseduca
nem é cá da terra nem tem aplicação
tem muito de maluca
Essa tua Educação
no modo como nos ocupa
tem sabor a inquisição
Maria de Lurdes como foste nessa
de chamar Educação à tua confusão
Maria de Lurdes como foste nessa
de clamar vitória onde só há desilusão
Maria de Lurdes deixa que eu te diga....
Maria de Lurdes deixa que eu te diga....
Esse teu nome eu sei que não é um espanto mas
é cá da terra e tinha
tinha algum encanto
Esse teu nome ficará na memória mas
cá na terra levará ao pranto
Maria de Lurdes como foste nessa
de ser Ministra de tal salsada
Maria de Lurdes como foste nessa
de chamar Educação à tua trapalhada
que já estava bem complicadinha e muito queimadinha (repetir)
Obs: A rima é pobre, a métrica miserável, perdoem ao escriba, "quem te manda a ti sapateiro, tocar rabequão", que poeta nunca será, mal engenho lhe queda para ao correr, botar a pena a discorrer, por cima de talhas e untos sobre este e outros assuntos.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Maria de Lurdes deixa que eu te diga....
Essa tua Educação eu sei que não é um espanto mas
percebe-se que não é cá da terra e tem
tem pouco encanto
Essa tua Educação eu sei que não é um espanto mas
percebe-se que não é cá da terra e tem
tem pouco encanto
Maria de Lurdes como foste nessa
de chamar Educação à tua confusão
Maria de Lurdes como foste nessa
de chamar Educação à tua confusão
Maria de Lurdes deixa que eu te diga....
Maria de Lurdes deixa que eu te diga....
Essa tua Educação só deseduca
nem é cá da terra nem tem aplicação
tem muito de maluca
Essa tua Educação
no modo como nos ocupa
tem sabor a inquisição
Maria de Lurdes como foste nessa
de chamar Educação à tua confusão
Maria de Lurdes como foste nessa
de clamar vitória onde só há desilusão
Maria de Lurdes deixa que eu te diga....
Maria de Lurdes deixa que eu te diga....
Esse teu nome eu sei que não é um espanto mas
é cá da terra e tinha
tinha algum encanto
Esse teu nome ficará na memória mas
cá na terra levará ao pranto
Maria de Lurdes como foste nessa
de ser Ministra de tal salsada
Maria de Lurdes como foste nessa
de chamar Educação à tua trapalhada
que já estava bem complicadinha e muito queimadinha (repetir)
Obs: A rima é pobre, a métrica miserável, perdoem ao escriba, "quem te manda a ti sapateiro, tocar rabequão", que poeta nunca será, mal engenho lhe queda para ao correr, botar a pena a discorrer, por cima de talhas e untos sobre este e outros assuntos.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, setembro 22, 2008
Pois... deste espera-se tudo!
A própósito do Ambiente, andou Sua Excelência o senhor Presidente da Republica, a cirandar pelo interior, que ele enquanto ministro ajudou a assassinar, proferiu aquelas frases feitas de circunstância, aquelas bojardas de que é soez vezes orador, falou também dos Parques Naturais, e com o pouco que disse se percebe, porque está o país nesta vergonhosa falta de rumo.
Foi mais uma excelente tirada de Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, essa figura maior do intelecto governativo lusitano, essa força cósmica de sapiência, de grandiloquência e bom-senso. Esse paradigma vivo da arte de governar à Lusitana, insigne herdeiro de nomes cimeiros da governação de Portugal, que conduziram este país ao estado actual em que se encontra.
As infelizes, erradas e demonstradoras da pouca sabedoria que enche o crânio de Sua Excelência, ideias, revelam-se duplamente trágicas, vindas daquela que é a figura cimeira desta anedota a que insistimos em chamar país.
Desde logo percebemos que Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica não faz a mínima ideia do que é um Parque Natural, alias diga-se em abono da verdade que os portugueses que sabem o que é um parque natural trabalham em países onde isso existe, onde a natureza é respeitada. (Um abraço Alberto, Skoll).
Por cá os que resistem à avassaladora voracidade construtora, os poucos que fazem frente à sem vergonhice e bandalheira da construção megalómana, insistindo em tentar salvar o que ainda, pouco, resta daquilo queem tempos foi o país com a melhor cobertura natural vegetal e ecossistema, preservados da Europa Ocidental, mesmo apesar das campanhas cretinas, primeiro do pinheiro no século XIX, depois do eucalipto no século XX e agora do campo de golfe. Esses coitados estão condenados!
Porque se o mais alto magistrado da Nação, diz as barbaridades que diz, mal vai o ambiente em Portugal, alias basta um exemplo muito prático, desde que tenho consciência de gente que me lembro de ouvir falar de peixes mortos no Alviela, uma boa trintena de anos passaram é esse continua a ser um mal que massacra aquele curso de água, porquê?
Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, enquanto Primeiro-ministro, foi aquilo que foi, para mim foi o campeão do disparate, com Presidente mantém o rumo, louve-se a sua coerência, dizia-se o mesmo do comandante do Titanic!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Foi mais uma excelente tirada de Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, essa figura maior do intelecto governativo lusitano, essa força cósmica de sapiência, de grandiloquência e bom-senso. Esse paradigma vivo da arte de governar à Lusitana, insigne herdeiro de nomes cimeiros da governação de Portugal, que conduziram este país ao estado actual em que se encontra.
As infelizes, erradas e demonstradoras da pouca sabedoria que enche o crânio de Sua Excelência, ideias, revelam-se duplamente trágicas, vindas daquela que é a figura cimeira desta anedota a que insistimos em chamar país.
Desde logo percebemos que Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica não faz a mínima ideia do que é um Parque Natural, alias diga-se em abono da verdade que os portugueses que sabem o que é um parque natural trabalham em países onde isso existe, onde a natureza é respeitada. (Um abraço Alberto, Skoll).
Por cá os que resistem à avassaladora voracidade construtora, os poucos que fazem frente à sem vergonhice e bandalheira da construção megalómana, insistindo em tentar salvar o que ainda, pouco, resta daquilo queem tempos foi o país com a melhor cobertura natural vegetal e ecossistema, preservados da Europa Ocidental, mesmo apesar das campanhas cretinas, primeiro do pinheiro no século XIX, depois do eucalipto no século XX e agora do campo de golfe. Esses coitados estão condenados!
Porque se o mais alto magistrado da Nação, diz as barbaridades que diz, mal vai o ambiente em Portugal, alias basta um exemplo muito prático, desde que tenho consciência de gente que me lembro de ouvir falar de peixes mortos no Alviela, uma boa trintena de anos passaram é esse continua a ser um mal que massacra aquele curso de água, porquê?
Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, enquanto Primeiro-ministro, foi aquilo que foi, para mim foi o campeão do disparate, com Presidente mantém o rumo, louve-se a sua coerência, dizia-se o mesmo do comandante do Titanic!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
sexta-feira, setembro 19, 2008
Sem Segurança
A justiça ou a falta da mesma, estão na ordem do dia! Todos, ou quase todos deveríamos exprimir uma séria preocupação por essa questão, pois é a nós os cidadãos diligentes, cumpridores, honestos e pagadores de impostos que ela mais importa, nós os que alimentamos toda esta cáfila de energúmenos que nos esventram e esburgam, por tostões, por vezes com o prazer sádico dos pobres de espírito, sandeus a cuja cabeça a maleita toldou a compreensão.
Importa, sendo esse o objectivo destas escrevinhadelas, ilustrar o curso dos vários actores desta tragicomédia bufa, desde logo a minoria de imbecis que faz gato de sapato da lei e de todos nós, vivendo à conta de subsídios, essas sanguessugas de várias cores e etnias, a quem se permite tudo, vivendo o fausto de quem sabe estar acima de tudo e de todos, digo minoria porque creio que serão uma minoria entre os 10 milhões que dizem habitar nesta anedota chamada Portugal, divergentes em vários aspectos, cor, raça, etnia, cultura, partilham duas coisas, os mesmos bairros infectos criados pela pouca actividade cerebral de politiqueirotes de quinta categoria, partilham também a estupidez selvagem de escumalha à qual só com muita imaginação posso conceder a humanidade, confesso-vos desde já que me merece muito mais respeito a mais insignificante criatura terrestre do que essa estirpe de imbecis humanos.
Quanto aos outros actores comecemos pelo Legislador, essa figura vinda das brumas, para quem os politiqueiros rafeiros atiram as culpas da sua própria imbecilidade, sim até porque quem aprova as leis são esses mesmos senhores ministros, deputados e aí por diante, num sem fim de gente sem préstimo, de baixa qualidade à qual torpemente continuamos a entregar os destinos deste país, e cuja proficiência é tão baixa, tão baixa que ao invés de serem pagos deveriam pagar para estar onde estão. Quem é o Legislador? Alguém sabe? Se souber avise, para que todos juntos possamos enxertar a tromba ao galfarro a ver se cria tino.
Seguem-se os magistrados, que se desculpam com a Lei e fazem as mais das vezes juízos sobre os quais se questiona a lógica, se lógica é termo que possa caber nisto da Justiça, nunca os ouviu queixar, nunca os ouvi propor novas, recusar lugares de estadão e ou mordomias das que têm muitas e variadas, nunca!
Assestados no pedestal, foi preciso, terem alguns, levados as fuças limpas a toque de murraça para se alevantarem as primeiras vozes de crítica, foi preciso provarem do fel que os outros, todos nós, provamos diariamente, para que os anafados traseiros da magistratura se dignassem esboçar um ténue movimento de contestação.
Os últimos actores, são as polícias, se os anteriores demonstrassem um terço da eficiência destes desacreditados, mal pagos, mal equipados, mal instalados mas excelentes profissionais outro galo cantaria. As polícias com todos os males de que enfermam, falta de regulamentação profissional, como é o caso da GNR e PJ, instrumentalização e ingerências do poder político, o estatuto militar da GNR, continuo a afirma-lo ser um disparate completo sem cabeça, com todos esses males, as nossas polícias continuam a ser excelentes quando comparadas com os tristes e vergonhosos exemplos mais cimeiros, das nossas polícias sinto orgulho, tenho respeito e ainda acredito, de todo o resto tenho vergonha!
Post Scriptum: Envergonha-me o silêncio mudo de Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, tão célere a vomitar migalhas e minudências dignas de banda de desenhada. Envergonha-me o silêncio embaraçado do Senhor Primeiro-ministro, tão célere a vomitar demagogia bacoca sobre qualquer actividade miserenta. Envergonha-me esta gente, que se diz governante!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Importa, sendo esse o objectivo destas escrevinhadelas, ilustrar o curso dos vários actores desta tragicomédia bufa, desde logo a minoria de imbecis que faz gato de sapato da lei e de todos nós, vivendo à conta de subsídios, essas sanguessugas de várias cores e etnias, a quem se permite tudo, vivendo o fausto de quem sabe estar acima de tudo e de todos, digo minoria porque creio que serão uma minoria entre os 10 milhões que dizem habitar nesta anedota chamada Portugal, divergentes em vários aspectos, cor, raça, etnia, cultura, partilham duas coisas, os mesmos bairros infectos criados pela pouca actividade cerebral de politiqueirotes de quinta categoria, partilham também a estupidez selvagem de escumalha à qual só com muita imaginação posso conceder a humanidade, confesso-vos desde já que me merece muito mais respeito a mais insignificante criatura terrestre do que essa estirpe de imbecis humanos.
Quanto aos outros actores comecemos pelo Legislador, essa figura vinda das brumas, para quem os politiqueiros rafeiros atiram as culpas da sua própria imbecilidade, sim até porque quem aprova as leis são esses mesmos senhores ministros, deputados e aí por diante, num sem fim de gente sem préstimo, de baixa qualidade à qual torpemente continuamos a entregar os destinos deste país, e cuja proficiência é tão baixa, tão baixa que ao invés de serem pagos deveriam pagar para estar onde estão. Quem é o Legislador? Alguém sabe? Se souber avise, para que todos juntos possamos enxertar a tromba ao galfarro a ver se cria tino.
Seguem-se os magistrados, que se desculpam com a Lei e fazem as mais das vezes juízos sobre os quais se questiona a lógica, se lógica é termo que possa caber nisto da Justiça, nunca os ouviu queixar, nunca os ouvi propor novas, recusar lugares de estadão e ou mordomias das que têm muitas e variadas, nunca!
Assestados no pedestal, foi preciso, terem alguns, levados as fuças limpas a toque de murraça para se alevantarem as primeiras vozes de crítica, foi preciso provarem do fel que os outros, todos nós, provamos diariamente, para que os anafados traseiros da magistratura se dignassem esboçar um ténue movimento de contestação.
Os últimos actores, são as polícias, se os anteriores demonstrassem um terço da eficiência destes desacreditados, mal pagos, mal equipados, mal instalados mas excelentes profissionais outro galo cantaria. As polícias com todos os males de que enfermam, falta de regulamentação profissional, como é o caso da GNR e PJ, instrumentalização e ingerências do poder político, o estatuto militar da GNR, continuo a afirma-lo ser um disparate completo sem cabeça, com todos esses males, as nossas polícias continuam a ser excelentes quando comparadas com os tristes e vergonhosos exemplos mais cimeiros, das nossas polícias sinto orgulho, tenho respeito e ainda acredito, de todo o resto tenho vergonha!
Post Scriptum: Envergonha-me o silêncio mudo de Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica, tão célere a vomitar migalhas e minudências dignas de banda de desenhada. Envergonha-me o silêncio embaraçado do Senhor Primeiro-ministro, tão célere a vomitar demagogia bacoca sobre qualquer actividade miserenta. Envergonha-me esta gente, que se diz governante!
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, setembro 15, 2008
BLOGAGEM COLETIVA JUSTIÇA PARA FLAVIA!
"O Superior Tribunal de Justiça (STJ) é um dos órgãos máximos do Poder Judiciário do Brasil. Sua função primordial é zelar pela uniformidade de interpretações da legislação federal brasileira. O STJ também é chamado de "Tribunal da Cidadania", por sua origem na "Constituição Cidadã". É de responsabilidade do STJ julgar, em última instância, todas as matérias infra-constitucionais não-especializadas, que escapem à Justiça do Trabalho, Eleitoral e Militar, e não tratadas na Constituição Federal, como o julgamento de questões que se referem à aplicação de lei federal ou de divergência de interpretação jurisprudencial. Na primeira hipótese, o Tribunal conhece do recurso caso um Tribunal inferior tenha negado aplicação de artigo de lei federal. Na segunda hipótese, o Superior Tribunal de Justiça atua na uniformização da interpretação das decisões dos Tribunais inferiores; ou seja, constatando-se que a interpretação da lei federal de um Tribunal inferior (por exemplo, Tribunal de Justiça de São Paulo) é divergente de outro Tribunal (por exemplo, Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro ou do próprio Superior Tribunal de Justiça), o STJ pode conhecer da questão e unificar a interpretação finalmente.
É nesse prédio, no Superior Tribunal de Justiça, em Brasíilia, que o processo de Flavia se encontra, depois de ter estado na lenta e burocrática justiça paulista, por quase 10 anos. Detalhes desta batalha judicial podem ser conhecidos nos posts anteriores deste blog.
Segundo informação de meu advogado, Dr. José Rubens Machado de Campos, este é o atual status do processo de Flavia:
“O processo de Flavia foi distribuído. REsp nº 1.081.432-SP, Ministro CARLOS FERNANDO MATHIAS, do SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. No dia 29 de agosto p.p., o Ministro determinou a ida do processo ao Ministério Público Federal para parecer quanto ao cabimento e provimento de nossa inconformidade, o que é absolutamente regular, em razão da menoridade de Flavia à época e da interdição subsequente."
A título de esclarecimento:
O edifício do Palácio do Congresso Nacional foi escolhido para o selo da blogagem coletiva *Justiça para Flavia* por ser considerado o Cartão-postal de Brasília, projectado pelo arquitecto Oscar Niemeyer.
Créditos:
O desenho do prédio do Superior Tribunal de Justiça, é do autor do blog Adesenhar, de Portugal, e o texto logo abaixo do desenho, resultado de um trabalho de pesquisa do mesmo autor. Outras informações sobre Brasilia, inclusive do prédio do Supremo Tribunal Federal, poderão ser vistas, num show de talento na arte de desenhar, AQUI.
Adesenhar, muito obrigada por, assim como outros amigos portugueses, estender tua mão para mim e Flavia mesmo havendo um mar a nos separar.
Esperemos que lá em Brasília, os ministros atentem para a culpa, devidamente comprovada dos réus:
JACUZZI DO BRASIL, COND. JARDIM DA JURITI e AGF BRASIL SEGUROS.
Logo abaixo deste post estarei linkando os blogs que estão participando da Blogagem Coletiva JUSTIÇA PARA FLAVIA. Os comentários devem ser feitos neste post.
MUITO OBRIGADA A TODOS PELA SOLIDARIEDADE DEMONSTRADA."
in,http://flaviavivendoemcoma.blogspot.com de Odele Sousa
É nesse prédio, no Superior Tribunal de Justiça, em Brasíilia, que o processo de Flavia se encontra, depois de ter estado na lenta e burocrática justiça paulista, por quase 10 anos. Detalhes desta batalha judicial podem ser conhecidos nos posts anteriores deste blog.
Segundo informação de meu advogado, Dr. José Rubens Machado de Campos, este é o atual status do processo de Flavia:
“O processo de Flavia foi distribuído. REsp nº 1.081.432-SP, Ministro CARLOS FERNANDO MATHIAS, do SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. No dia 29 de agosto p.p., o Ministro determinou a ida do processo ao Ministério Público Federal para parecer quanto ao cabimento e provimento de nossa inconformidade, o que é absolutamente regular, em razão da menoridade de Flavia à época e da interdição subsequente."
A título de esclarecimento:
O edifício do Palácio do Congresso Nacional foi escolhido para o selo da blogagem coletiva *Justiça para Flavia* por ser considerado o Cartão-postal de Brasília, projectado pelo arquitecto Oscar Niemeyer.
Créditos:
O desenho do prédio do Superior Tribunal de Justiça, é do autor do blog Adesenhar, de Portugal, e o texto logo abaixo do desenho, resultado de um trabalho de pesquisa do mesmo autor. Outras informações sobre Brasilia, inclusive do prédio do Supremo Tribunal Federal, poderão ser vistas, num show de talento na arte de desenhar, AQUI.
Adesenhar, muito obrigada por, assim como outros amigos portugueses, estender tua mão para mim e Flavia mesmo havendo um mar a nos separar.
Esperemos que lá em Brasília, os ministros atentem para a culpa, devidamente comprovada dos réus:
JACUZZI DO BRASIL, COND. JARDIM DA JURITI e AGF BRASIL SEGUROS.
Logo abaixo deste post estarei linkando os blogs que estão participando da Blogagem Coletiva JUSTIÇA PARA FLAVIA. Os comentários devem ser feitos neste post.
MUITO OBRIGADA A TODOS PELA SOLIDARIEDADE DEMONSTRADA."
in,http://flaviavivendoemcoma.blogspot.com de Odele Sousa
sexta-feira, setembro 12, 2008
Lurdes Vigia!
Calai-vos ventos intermitentes dos maus agoiros, irritantes Zéfiros e Notos, cantados de antanho por poetelhos insalubres que ora ninguém mais lê, nem ensina, porque valores estatísticos mais alcandorados se alevantam naquela praia que poderia ser uma novel Taprobana, mas não o é, prejuízo do preconceito e da estultice dos poderosos.
Lurdes vigia, a preclara governante educa a maralha torpe, os resultados estatísticos assim o confirmam, gerações de novos sábios despontam onde antes, pasmemo-nos em uníssono.
- Ahhhhhhhhhhhhh.
- Mais não existia que um marasmo intelectual, Lurdes vigia, do alto dos seus projectos, programas, actividades e demais burrocracias, a que obriga os diligentes ensinadores, transformados em mangas-de-alpaca, em meros escriturários de aparo de latão, preocupados em antes de transmitir conhecimentos, acertar a numerália em ordeiro passo para que a politiqueirice rafeira possa mostrar fazer aquilo que não faz.
Mas Lurdes vigia. Qual Cérbero das três cabeças à porta do Hades em que se transformou a Educação neste ermo de desalento e estupidificação e os Sísifos feitos mestres-escola, transformados nos vilões primordiais, ofensores dos deuses e prenhes em truques e malícias, apontados a dedo pela turba irada como fonte de todas as maleitas que enfermam e desfeiam a Educação, a eles coube rolar incessantemente a pedra vendo-a depois descambar e rolar em avalancha arrastando para o fundo a cada legislatura o seu nobre e esquecido mester, já não mais ensinam, antes desensinam.
Mas Lurdes vigia, com óculos de falcão peregrinando de asneira em asneira, sempre certa do rumo, que é qual bússola sem norte, um completo desnorte, sem que se entreveja entre os portalós da nave, imagem de boa aguada num bombordo que antes era seguro e agora é mistério, da coberta dessa nau da Educação, entre enxárcias e cabos, bujarronas, traquetes e mestras, mais copiam a carangueja e o seu macho no andar, que pra diante só arrecua.
Mas Lurdes vigia, que o seu mestre nela confia, e à porfia de economizar, me quer a mim parecer que almeja emular aquela bela ave a Poupa, que de tanto poupar faz o ninho com merda!
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
Lurdes vigia, a preclara governante educa a maralha torpe, os resultados estatísticos assim o confirmam, gerações de novos sábios despontam onde antes, pasmemo-nos em uníssono.
- Ahhhhhhhhhhhhh.
- Mais não existia que um marasmo intelectual, Lurdes vigia, do alto dos seus projectos, programas, actividades e demais burrocracias, a que obriga os diligentes ensinadores, transformados em mangas-de-alpaca, em meros escriturários de aparo de latão, preocupados em antes de transmitir conhecimentos, acertar a numerália em ordeiro passo para que a politiqueirice rafeira possa mostrar fazer aquilo que não faz.
Mas Lurdes vigia. Qual Cérbero das três cabeças à porta do Hades em que se transformou a Educação neste ermo de desalento e estupidificação e os Sísifos feitos mestres-escola, transformados nos vilões primordiais, ofensores dos deuses e prenhes em truques e malícias, apontados a dedo pela turba irada como fonte de todas as maleitas que enfermam e desfeiam a Educação, a eles coube rolar incessantemente a pedra vendo-a depois descambar e rolar em avalancha arrastando para o fundo a cada legislatura o seu nobre e esquecido mester, já não mais ensinam, antes desensinam.
Mas Lurdes vigia, com óculos de falcão peregrinando de asneira em asneira, sempre certa do rumo, que é qual bússola sem norte, um completo desnorte, sem que se entreveja entre os portalós da nave, imagem de boa aguada num bombordo que antes era seguro e agora é mistério, da coberta dessa nau da Educação, entre enxárcias e cabos, bujarronas, traquetes e mestras, mais copiam a carangueja e o seu macho no andar, que pra diante só arrecua.
Mas Lurdes vigia, que o seu mestre nela confia, e à porfia de economizar, me quer a mim parecer que almeja emular aquela bela ave a Poupa, que de tanto poupar faz o ninho com merda!
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
segunda-feira, setembro 08, 2008
E............
A Ti Manela, finalmente resolveu, arengar às hostes, alaranjadas! Não sei que raio se passa com aquela malta do PSD, eles e os tabus, eles e os votos de silêncio, eles e a dramatização da verborreia inconsequente e parola, tadinhos. O tal engenheiro é que se deve estar a rebolar de tanto rir, realmente com oposição deste calibre as próximas legislativas são favas contadas.
Esperava alguma coisa da Ti Manela, mas o seu discurseco foi oco, completamente vazio e esvaziado de qualquer conteúdo pertinente, resvalou para os lugares comuns de um partido sem ideias sem ideologia que vive uma crise, porque o seu antagonista sabiamente lhe ocupou os terreiros, a Ti Manela, que me surpreendeu com a posição ultramontana e cheia de beatice bacoca em relação ao casamento homossexual, ainda que discorde dessa posição, percebi ali um claro demarcar de fronteiras e uma atitude clara de coragem, esperava pois mais deste discurso de reentrada, mas, “aos costumes disse nada”.
A Ti Manela segue a escola desse guru do tabu que é o actual Presidente da Republica, mas no caso de sua excelência o senhor Presidente da Republica isso percebe-se, pois na maioria das vezes que abre a sua excelsa boca, ou sai asneirada ou entra mosca ou sai migalha, sendo por isso preferível que sua excelência se mantenha de boca bem fechada impedindo assim os chorrilhos de asneiredo e as declarações farsolas e sem sentido, do tipo estatuto autonómico dos Açores.
É pois isto, que temos por governantes e aspirantes a governantes, é portanto fácil de perceber porque estamos nós neste pardieiro, afundados em dívidas, atolados em trampa até às orelhas, sem o mínimo objectivo e hipótese de escapar, ainda assim tentamos sobreviver a estes exemplos da proverbial lassidão e laxismos lusitanos, claro que quase sem escapatória, enclausurados nesta anedota que insistem em chamar país.
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
Esperava alguma coisa da Ti Manela, mas o seu discurseco foi oco, completamente vazio e esvaziado de qualquer conteúdo pertinente, resvalou para os lugares comuns de um partido sem ideias sem ideologia que vive uma crise, porque o seu antagonista sabiamente lhe ocupou os terreiros, a Ti Manela, que me surpreendeu com a posição ultramontana e cheia de beatice bacoca em relação ao casamento homossexual, ainda que discorde dessa posição, percebi ali um claro demarcar de fronteiras e uma atitude clara de coragem, esperava pois mais deste discurso de reentrada, mas, “aos costumes disse nada”.
A Ti Manela segue a escola desse guru do tabu que é o actual Presidente da Republica, mas no caso de sua excelência o senhor Presidente da Republica isso percebe-se, pois na maioria das vezes que abre a sua excelsa boca, ou sai asneirada ou entra mosca ou sai migalha, sendo por isso preferível que sua excelência se mantenha de boca bem fechada impedindo assim os chorrilhos de asneiredo e as declarações farsolas e sem sentido, do tipo estatuto autonómico dos Açores.
É pois isto, que temos por governantes e aspirantes a governantes, é portanto fácil de perceber porque estamos nós neste pardieiro, afundados em dívidas, atolados em trampa até às orelhas, sem o mínimo objectivo e hipótese de escapar, ainda assim tentamos sobreviver a estes exemplos da proverbial lassidão e laxismos lusitanos, claro que quase sem escapatória, enclausurados nesta anedota que insistem em chamar país.
Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia
Subscrever:
Mensagens (Atom)