Em primeiro, vamos lá ver se nos entendemos de uma vez por todas! E se os cérebros começam a pensar para além daquilo, que a nossa comunicação social imbecilóide nos impinge, depois quero dizer a dois senhores em particular que nem sou “um comuna de merda” nem um “fachozeco burguês”, não sou um nada disso, sou um tipo normal, que está farto até à raiz dos cabelos de alimentar parasitas, tão-somente isso.
Ora então vamos lá, ser Nacionalista e ser Parvo, são coisas distintas, sabendo de antemão que a visão política do nacionalismo tende a eliminar a distinção entre a Nação e o Estado, entendo eu que Nacionalista é alguém que se orgulha do seu país é um Patriota, que honra e respeita os seus símbolos e instituições, que participa e defende a sua cultura, não contra as outras mas com as outras, que é interventivo e respeitador das leis, ora isto para mim é que é ser Nacionalista, cidadão, preocupado, cumpridor e respeitador, eu Nacionalista me assumo.
Aquilo a que vulgarmente se chama Nacionalismo, não é mais do que Parvismo, alimentado pelos imbecis dos jornalistas e da extrema-esquerda chupista, que para aí anda, até porque quem perceba um pouco de história, sabe que a maioria dos meninos Parvos que andam de braço esticado e suásticas ao peito, se o Adolfinho tivesse mesmo ganho a contenda, não existiam, porque os avós desses meninos teriam sido exterminados, porque o seu sangue está contaminado com aquilo que para nós é um orgulho, e para eles uma vergonha, que é o sangue de muitas raças.
Por outro lado não escrevo contra ninguém, ou antes sim, escrevo contra toda essa corja de parasitas de sanguessugas sociais de todas as cores, dos que já cá estão e dos que cá chegam com esse fito, porque sabem que aqui é o paraíso do regabofe, escrevo contra o entulho, que vive de subsídios e rendimentos mínimos, que não quer trabalhar e prefere traficar droga e roubar, escrevo contra a corja dos protegidos, dos que estão acima da lei, essa lei que um Estado mentiroso, a mim me impõe e a eles não, ora essa gentalha toda tem nomes, não são seres etéreos, são bem reais, mas os pruridos do politicamente correcto impedem de chamar os bois pelos nomes, mas como não sou adepto dessa palhaçada, eu chamo-lhes sanguessugas, chupistas, parasitas sociais sem vergonha, e dou-lhes os seus verdadeiros nomes; de ciganos, a políticos a pretos a brancos, a médicos a advogados, a juízes e empresários, a toda essa rataria subsídio dependente, trafulhae mentirosa, que tem tudo à borla, que brinca com isto tudo que vive acima da Lei, os quais, sustento com o meu trabalho, quando vejo a pretalhada do bairro cheia de roupa de marca, brincos e anéis de ouro, que vivem do gamanço e do subsídio, ou o filho do senhor ministro enfiado à força na administração pública acabadinho de sair da faculdade com um ordenadito de 400 contos e olho para o meu filho, que veste roupa do hipermercado e da feira porque eu só ganho 80 contos, o sangue ferve-me, como é possível que este Estado me obrigue a trabalhar para sustentar esta rataria, sim porque eu sou escravo desta escumalha toda, tanto dos de Belém como dos do Cacém, sou eu e milhares de papalvos tristes como eu que andamos a sustentar esta súcia de energúmenos.
Tenham dó de mim, não me imbecilizem mais do que o que já sou, estou farto, farto de engordar esta rataria toda, querem imigrantes, muito bem criem condições para os receber, eduquem os seus filhos, arranjem-lhes trabalho, façam uma verdadeira integração, mas quem não cumpre rua ou cadeia, sem pruridos sem moralismos da treta e correcção política, não querem estar cá, rua, vem para mendigar e vadiar, rua. Deixem entrar toda a gente que vier por bem e para trabalhar, rataria rua, que estamos fartos deles, eu pelo menos estou até à raiz dos cabelos com toda esta gentalha, que não vale o ar que respira, estou farto, farto, farto de parasitas, que sugam o meu suor e sangue, a minha avó vive com uma reforma de 15 contos, o meu pai tem 70 a minha mãe 50, e vocês tem a lata de me pedir para dar dinheiro a esterco dessa laia que não faz ponta de corno e atropela tudo em que acredito, fazendo gato-sapato das leis, do civismo do respeito pelos outros, ora vão para real rameira que vos deu à luz, cambada de castrados.
Porque estou farto, farto até ao tutano de ver boa vida, enquanto eu me esfalfo por uma trampa de salário, para por comida na mesa e dormir em paz, correndo sempre o risco da escumalha roubar o pouco que possuo e da outra escumalha politica e judicial os absolver e relativizar o roubo, não escrevo contra cores, escrevo contra a estupidez o oportunismo, o laxismo, os vigaristas e os bandalhos.
Ah e outra coisa, bando de incapazes capados, minoria étnica, sou eu, que sou amputado, que trabalho e pago impostos, que me deito às 3 da manhã e acordo às 7 para conseguir ganhar mais 10 ou 20 contos ao fim do mês e que não tenho direito a casa à borla, nem a subsídios vários por tudo e por nada sem em troca dar sequer um obrigado, nem fugir aos impostos nem ter casa em vários distritos, nem estar isento de taxas nos hospitais, eu é que sou minoria étnica, porque faço isso tudo, não cuspo no chão, não estaciono nos passeios, não roubo, não trafico, não mato, não falo aos berros e a música lá em casa é sempre ouvida baixinho, cedo sempre a passagem e tenho respeito pelos mais velhos e por toda a gente, é mim que escravizam, roubam e defecam em cima, e ainda tenho de andar alegre e dizer coitadinhos que são excluídos, coitadinhos que é a cultura deles, coitadinhos que são cor-de-rosa, não tenho já paciência para esta trampa toda, para esta sociedade imbecil, estou farto, farto, ouviram bem, farto, das mariquices e merdices destes tempos da treta, todos tão bonzinhos, tão preocupados, tão filantropos, cambada de hipócritas cegos, carneirada infecta e imunda.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia